segunda-feira, dezembro 31, 2007

Os melhor Blogs de 2007




Melhor Blog Individual-

- A Voz Portalegrense
- Democracia
- Reverentia
- O Sexo dos Anjos
- O Pasquim da Reacção

Melhor Blog Colectivo-

- Jantar das Quartas
- O Piolho da Solum
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-

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- Rugby Académica
- Pardalitos do Choupal
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- Revisionismo em Linha

Melhor Blog-

- A Voz Portalegrense
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- O Piolho da Solum

Melhor Blogger-

- Corcunda
- Manuel Azinhal
- Mário Martins
- HNO
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Regulamento

Resultados

A saúde é um direito não é um negócio


No distrito de Viseu estão previstas duas vigílias para as 19h30 de terça-feira junto aos Centros de Saúde de Vouzela e de S. Pedro do Sul.
Em Anadia, distrito de Aveiro, os utentes começarão a concentrar-se no Hospital local a partir das 22h00 de terça-feira, para manifestarem o seu desacordo em relação ao fecho das urgências daquela unidade, marcado para as 08h00 de quarta-feira, disse à Lusa José Paixão, do movimento Unidos Pela Saúde.
Os Serviço de Atendimento Permanente (SAP) dos centros de saúde de Vouzela e S. Pedro do Sul encerrarão entre as 00:00 e as 08:00 a partir de 2 de Janeiro, quarta-feira.

Uma delegação da TIR estará presente na Anadia
Junta-te a nós e faz tua a causa do povo

As prendas do Pai Natal Xuxialista


O pão é o produto que mais deve encarecer em Portugal em 2008. Em Lisboa, uma carcaça que custa 15 cêntimos, deverá chegar em 2008 a custar 19,5 centimos.

Este aumento de 30 por cento é previsto pela Associação de Comércio e da Indústria de Panificação, tendo por base a subida de 90 por cento do preço da farinha em 2007. O custo desta matéria-prima tem crescido por causa da utilização de cereais no fabrico de biocombustíveis, avançou hoje a edição online do Correio da Manhã.

O leite, que já teve em 2007 um aumento de 12 por cento, terá um aumento idêntico ao do pão, segundo previsões dos operadores do sector de lacticínios.

Também acima do nível de inflação, de 2,1 por cento, prognosticado pela equipa governamental, estão os novos preços dos transportes públicos que vão aumentar 3,9 por cento, o gás, 3,6 por cento, a electricidade, 2,9 por cento, as portagens, 2,94 por cento e o tabaco, 10 por cento.

Apenas os preços da água, propinas e taxas moderadoras hospitalares sobem em linha com a taxa de inflação prevista: 2,1 por cento.

domingo, dezembro 30, 2007

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LITÉRIO MARQUES SOBRE O ENCERRAMENTO DAS URGÊNCIAS EM ANADIA



“Pode ser que alguém ponha o senhor ministro na linha!...”
“Demita-se senhor ministro”, “Não seja somítico, só uma ambulância? Queremos mais duas carroças puxadas a burros”. Estas foram algumas palavras de ordem inscritas nas viaturas, que ontem se juntaram num buzinão, entre Anadia e a ARS em Coimbra [ler mais]

Mais uma vez os nacionalistas revolucionários estarão presentes.
Junta-te a nós.

NONAS

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Dedicado ao primeiro ano do Nonas

Socorro! Cessar-fogo!


O chefe do governo do Hamas na Faixa de Gaza, Ismail Haniyeh, contactou um jornal israelita e propôs um cessar-fogo. Fim dos mísseis kassans, fim dos morteiros, fim dos homens bomba, fim das incursões militares na Faixa de Gaza, fim dos ataques a “alvos políticos” e execução de líderes. Um completo cessar-fogo. E não só na Faixa de Gaza, mas também na Cisjordânia. Os líderes militares israelitas ficaram furiosos.

Esqueçam os mísseis kassans. Esqueçam os morteiros. São nada, comparados com o que o Hamas detonou sobre nós, esta semana!

O chefe do governo do Hamas na Faixa de Gaza, Ismail Haniyeh, contactou com um jornal israelita e propôs um cessar-fogo. Fim dos mísseis kassans, fim dos morteiros, fim dos homens bomba, fim das incursões militares na Faixa de Gaza, fim dos ataques a “alvos políticos” e execução de líderes. Um completo cessar-fogo. E não só na Faixa de Gaza, mas também na Cisjordânia.
Os líderes militares israelitas ficaram furiosos. Quem ele pensa que é, este sujeito? Pensa que pode nos deter, com seus truques sujos?

Esta É a segunda vez, em poucos dias, que há um atentado contra nossos planos de guerra.

Há duas semanas, os serviços secretos dos EUA declararam, em relatório oficial, que o Irão havia suspendido, há quatro anos, todos os esforços para produzir uma bomba nuclear.
Em vez de suspirarem aliviadíssimos, os militares israelitas reagiram com fúria explícita. Desde então, todos os colunistas de jornal em Israel, e toda a gigantesca rede de jornalistas alugados, em todo o mundo, tentam desqualificar aquele relatório. É falso, não tem fundamento, é motivado por uma agenda secreta, sinistra.

Milagrosamente, o relatório sobreviveu ileso. Sem um arranhão.

O relatório, pelo que se vê, varreu da mesa de negociações qualquer possibilidade de um ataque norte-americano ou israelita contra o Irão. E, agora, aparece a iniciativa pró paz, de Haniyeh, e põe em perigo toda a estratégia do establishment militar israelita para a Faixa de Gaza.

Mobilizou-se outra vez o coro dos militares. Generais de uniforme e de pijama, correspondentes militares, correspondentes políticos, comentaristas de todos os tamanhos, géneros e cores, políticos de esquerda, políticos de direita... todos estão atacando a proposta de Haniyeh.

A mensagem é: não podemos aceitar esta proposta, de jeito nenhum! Não devemos sequer considerá-la! Ao contrário: a proposta mostra que o Hamás está fraco, quase derrotado. Portanto, é hora de intensificar a guerra contra eles, apertar ainda mais o bloqueio de Gaza, matar mais líderes – e, aliás, por que não assassinar o próprio Haniyeh? De que estamos à espera.

Uri Avnery**

**Uri Avnery é membro fundador do Gush Shalom (Bloco da Paz israelita). Quando adolescente, Avnery foi combatente no Irgun e mais tarde soldado no exército israelita. Foi três vezes deputado no Knesset (parlamento). Foi o primeiro israelita a estabelecer contacto com a liderança da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) em 1974. Foi durante quarenta anos editor chefe da revista de noticias Ha'olam Haze. É autor de numerosos livros sobre a ocupação israelita da Palestina, incluindo My Friend, the Enemy (Meu amigo, o inimigo) e Two People, Two States (Dois povos, dois Estados).

Determinismo e liberdade no pensamento de Georges Sorel


Georges Sorel (1847-19229 não é um filosofo e teórico revolucionário que tenha obtido grandes apresentações, tanto o seu pensamento como a sua pessoa passaram despercebidos na história do sec. XX, no entanto a sua influência fez-se sentir de uma forma velada e pouco detectável ao longo do século passado por via de certos acontecimentos históricos, algumas personagens tanto politicas como ideologias e também sobre os movimentos sociais mais recentes.
O pensamento de Sorel está impregnado de uma particular sofisticação teórica, o que faz com que as suas exposições sejam especialmente sugestivas, escapando assim a qualquer convencionalismo e iludindo por completo a possibilidade de cair em esquemas ideológicos preconcebidos. Esta característica do pensamento Soreliano que à primeira vista poderia resultar confusa e indefinida pelo que tem de original possibilitou que a figura de Sorel tenha sido reivindicada por sectores políticos e filosóficos dos mais dispares, o que contribuiu ainda mais para impedir a sua classificação acabando relegado a espécime politico exótico nos meios académicos.


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sábado, dezembro 29, 2007

A co-incineração não passou a co-incineração não passará


O Jornal Gazeta Popular fez-me um convite para escrever sobre a co-incineração.
Agradeço à direcção do jornal a oportunidade para não deixar morrer a luta contra este atentado à saúde e ao ambiente.

Começou a operação Emanuel


Às 15 e 20 horas da tarde desta uma sexta-feira com o arranque dos motores e a descolagem dos dois helicópteros Russos, começou o processo do salvamento da ex- congressista colombiana, Consolation González de Perdomo, Clara Rojas e do seu filho Emanuel, nascido entretanto no cativeiro.
Nos helicópteros viajarão os delegados do comité internacional da Cruz Vermelha, que quando chegarem a Villavicencio serão recebidos pelo alto-comissário para a paz Luis Carlos Restrepo.
“Os helicópteros vão cheios de esperança, fé”, disse o presidente de Venezuela, Hugo Chavez, uma vez que chegados a Villavicencio existe a forte possibilidade de os três sequestrados estarem muito brevemente junto dos seus familiares.
Tinha-se previsto inicialmente que comité humanitário viajaria até uma base avançada mas o presidente Chávez minutos antes de se iniciar a operação humanitária informou que se decidiram que esta comissão permaneceria no território da Venezuela até que as Forças Armadas Revolucionárias de Colômbia (FARC) dessem as coordenadas do local onde seria possível encontrar Consolation González, Clara Rojas e seu filho Emanuel.
“É muito provável que este sábado os comissários saiam. Não é preciso que vão até Villavicencio para que as coordenadas lhes sejam comunicadas”, disse o Chefe de Estado Venezuelano, ao mesmo tempo que mencionava a possibilidade de no processo do salvamento das três pessoas sequestradas, ser necessário recorrer a operações terrestres.
O presidente Chávez também disse que tinham informação segura, que aviões americanos estariam fiscalizando a zona de salvamento e controlando as comunicações.
“Esperemos que estes “factores” não interferem na operação. Eu tenho a fé em que esta pode terminar de forma feliz”, assinalou o Presidente Venezuelano.


FONTE

Obras de Santa Engrácia


Quando escrevemos que este governo “poupa” onde não deve e esbanja noutros lados, não estamos a falar ao acaso, nem a criticar sem razão.
Casos como este sucedem-se por todo o país e também aqui as queixas dos moradores caem em saco roto.
Aos habitantes desta zona não basta denunciarem nos jornais, na rua é que se ganham as batalhas e uma grande manifestação de descontentamento impõe-se. É preciso contrariar as sondagens, este governo tem de ir para obras ou para demolição muito rapidamente.

sexta-feira, dezembro 28, 2007

Autarquias vão pedir indemnização de um euro/dia


As autarquias de Palmela, Sesimbra e Setúbal ponderam pedir uma indemnização ao Ministério do Ambiente e à Secil de «um euro por cada habitante dos três concelhos» pelos dias em que se realizaram testes de co-incineração de resíduos perigosos na cimenteira da Secil, no Outão.

O advogado das Câmaras, Castanheira Barros, adiantou à TSF que os municípios em causa «ponderam seriamente avançar com um pedido de indemnização caso os testes de co-incineração estejam a prosseguir».

Deste modo, existe a hipótese de se pedir uma recompensa «correspondente a um euro/dia por cada habitante dos três municípios, o que daria uma indemnização diária de 222.385 euros», acrescentou.

Para o representante das autarquias de Setúbal, Sesimbra e Palmela a co-incineração de resíduos industriais perigosos é ilegal, apesar do juiz do Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada ter decidido o levantamento do efeito suspensivo da providência cautelar.

«O Ministério do Ambiente tinha um prazo de 15 dias, a contar da data em que foi notificado da acção cautelar (07/11/2006) para apresentar a resolução fundamentada, mas só o fez a 29 ou 39 de Novembro», justificou.

«A resolução fundamentada foi apresentada fora de prazo e por uma pessoa sem poderes para o fazer», acrescentou.

A cimenteira da Secil iniciou dia 30 de Novembro a realização de novos testes de co-incineração de resíduos industriais perigosos com a queima de lamas oleosas provenientes das refinarias e do passivo ambiental de Sines


FONTE

PartirPedra


Os projectos de intervenção cívica sucedem-se, crescem e começam a dar frutos.
A blogoesfera pode juntar cidadãos num debate e denúncia construtivos.
Convido os meus estimados leitores a seguirem este blogue sobre Cantanhede, onde também me podem encontrar.
O projecto saiu de várias conversas entre cantanhedenses e pretende reunir à sua volta cidadãos responsáveis que pretendam fazer alguma coisa em relação à sua terra.
Venha pois partir pedra connosco.

Paquistão: A madrinha Talibans assassinada


Publicitada pelos meios de comunicação social ocidentais como um democrata preocupada em fazer aplicar os direitos do homem, Benazir Bhutto, a ex-primeira ministra paquistanesa, encontrou a morte num atentado. O acontecimento ocorreu à Rawalpindi no subúrbio de Islamabad, por ocasião comício do Partido do Povo Paquistanês (PPP), organizado face à aproximação das eleições legislativas. Para além de senhora Bhutto, 16 outras pessoas foram mortas e 56 feridas. Antes da glorificação, como se prepara para fazer de maneira quase unânime a classe político mediática, recordam-se algumas verdades sobre esta charmosa pessoa.

Entre corrupção e branqueamento de dinheiro

Primeira-ministra de 1988 para 1990, seguidamente de 1993 para 1996, primeira mulher à cabeça de um país muçulmano de 165 milhões de almas, não deixou uma lembrança imperecível. A sua família e os principais responsáveis PPP são acusados de corrupção. Nomeadamente o seu marido, Asif Zardari, a seu tempo ministro dos investimentos externos, cognominado "Sr. 10%", devido às comissões retiradas de contratos estatais. É a pedido da República islâmica do Paquistão, em Novembro de 1997, que a justiça suíça bloqueia as contas da família Bhutto em Genebra. Benazir Bhutto e o seu marido são suspeitos terem percebido 12 milhões de dólares de subornos pagos por duas sociedades suíças, pela Sociedade geral de vigilância (SGS) e pela Cotecna, por favorecimento na atribuição de serviços públicos. Com a ajuda de um advogado suíço, Jens Schlegelmilch, o casal teria criado sociedades off-shore, nas às Ilhas Virgens e o Panamá, a fim de "camuflar a identidade dos destinatários dos fundos". No entanto a justiça suíça descobriu que Benazir Bhutto “ofereceu” a si mesma, um ordenado no valor de 117.000 libras esterlinas extraídas de uma das contas. Ora, na Suíça, camuflar a proveniência do dinheiro constitui um delito. Resultado, Benazir Bhutto e o seu marido foram condenados no ano de 2004 para "branqueamento de dinheiro".

Acusada do assassinato do seu próprio irmão

Em 1988, no exílio no estrangeiro, Murtaza Bhutto tentou insistentemente a possibilidade de a sua irmã o deixar regressar ao país. Esta recusa. Mas ao fim de alguns anos, Murtaza pôde finalmente regressar. Decide investir na política, a exemplo de seu pai. Não terá tempo par o fazer. Em 1996, é assassinado pela polícia sendo a irmã, primeira-ministra do país. Ficou a forte suspeita de o atentado ter sido encomendado pela própria família.

Quando Benazir criou os Talibans

Na República islâmica do Paquistão, o exercício do poder é impossível sem o apoio de um movimento religioso. Em 1994, Benazir não encontra nada melhor que acolher-se na Jamiat Ulema-e-lslami (JUI), que se tornou portanto no parceiro incontornável PPP. Coincidência ou não, é este mesmo JUI que está à cabeça da maior parte dos madrassas (escolas fundamentalistas islâmicas) do norte do país. Os serviços secretos paquistaneses (ISI) que têm a partir de esta época a firme intenção de controlar o Afeganistão, obtêm autorização de Benazir, para extraírem nas escolas religiosas da organização os voluntários do futuro exército político-militar dos talibans, ou seja os estudantes em teologia. A priori, todos os estes acontecimentos nunca indignaram as elites políticas europeias, que não tiveram pejo em receber senhora Bhutto. No entanto entre corrupção, assassinato, e cinismo político de consequências muito nefastas, de que Benazir Bhutto é uma referência. A opinião da sua irmã diz de resto quase tudo: "Ela é feudal." Comporta-se como um tirano. Gosta de reinar. Pensa que é o seu o direito e utiliza o povo para servir os seus interesses.

Romain Vincent

Cantanhede- Reabertura das urgências com urgência


O negócio da saúde vai de vento em poupa para o desgoveno da nação.
O fecho dos Serviços de Atendimento Permanente (SAP) e a diminuição das comparticipações do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em medicamentos e meios de diagnóstico e terapêutica vão permitir ao Ministério da Saúde poupar, pelo menos, 330 milhões de euros em 2008.
Depois do fecho de dez blocos de partos e de quatro Urgências hospitalares, o Ministério da Saúde prepara-se para encerrar mais SAP, de entre uma lista de 56 unidades a eliminar. Ontem fechou o bloco de partos de Chaves, a Urgência de Peso da Régua e os SAP de Alijó, Murça e Vila Pouca de Aguiar. Os protestos deverão aumentar de tom, mas não deverão convencer o Ministério da Saúde.
As críticas chovem de todos os lados dos médicos dos tripulantes das ambulâncias dos bombeiros das populações. Indiferente o ministro e o chefe continuam a penalizar a saúde, poupando onde não devem para poderem esbanjar em interesse próprio ou de terceiros.
Perante as criticas de algumas populações e sem as consultarem previamente algumas autarcas embarcaram num “protocolo” que se está agora a revelar um amargo de boca.
Ingenuamente ou não embarcaram num “negócio” que vieram defender. Isto é foram na conversa do ministro e acabaram por serem correias de transmissão das políticas impopulares deste governo e serviram também para acalmar os ânimos evitar as manifestações e outras formas de luta.
Agora muito tristes e sem saída descobrem que aparentemente foram enganados.
Não me espanta nada. Nunca vi o executivo com vontade de lutar a sério pelas urgências do hospital. Os sinais foram claros na reunião entre a câmara e os munícipes. Muita agua na fervura, muitas desculpas à comissão que “estudou” a questão das urgências.
Só resta às gentes de Cantanhede tomarem nas suas mãos a luta por uma melhor saúde.
Porque a saúde não é um negócio, Porque não pode haver descriminação na saúde. Temos de sair à rua e mostrar a este governo que as modificações não são do nosso agrado e não nos vão beneficiar.
Se os responsáveis pela autarquia quiserem marchar connosco tanto melhor. Não devemos é deixar mais aquilo que nos diz respeito em mãos alheias, tanto mais que o não souberam resolver em nosso proveito.

Sindicatos Verticais

Interlocutores oficiais do governo e representantes oficiais dos trabalhadores, os sindicatos negociam oficialmente as leis anti operárias e assinam os documentos oficiais que impõem, com a força do Estado, a lógica do capital (a lógica de rentabilidade) às condições de vida dos trabalhadores. O sindicato funciona em termos de economia nacional, subordinando-se à lógica do sistema capitalista. E se essa lógica exige mais sacrifícios, cabe aos sindicatos defendê-los perante os trabalhadores, em nome de um "realismo" que consiste apenas em considerar a crise económica como um "evento natural" – como um terramoto ou uma onda de frio – e o capitalismo como um fenómeno eterno da natureza.

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quinta-feira, dezembro 27, 2007

SALAZAR: MUSEU OR NOT MUSEU?


O texto sobre a Museu Salazar ganhou asas e vou para este blogue.
A pouco e pouco na blogoesfera começa-se a criar uma rede de blogues, que vindos aparentemente de campos opostos ou não, lutam pela verdade, pela justiça e por uma sociedade mais livre.
Aumentar essa rede e pô-la a funcionar em prol de uma sociedade mais justa é dever de todos nós.
No entanto convém não esquecer que a blogoesfera é só a artilharia de um poderoso exército que começa pôr-se em marcha. A infantaria e a Cavalaria devem mostrar-se nas ruas.
Hoje amanhã e sempre façamos nossa a causa do povo.
Termino com uma citação de ULRIKE MEINHOF que se enquadra perfeitamente no que acabei de escrever.

Se digo que esta ou aquela coisa não me agrada, estou protestando. Se me ocupo, ao mesmo tempo atentar que algo que não gosto não volte a ocorrer, estou resistindo. Protesto quando digo que não continuo a colaborar. Resisto quando me ocupo de que também os demais não colaborem.”

Ahmadineyad felicita o Natal o Papa e todos os cristãos do mundo


O Presidente do Irão Mahmud Ahmadineyad, enviou uma mensagem de Feliz Natal e Bom Ano Novo, ao Papa, extensiva a todos os cristãos do mundo.
Transcrevemos aqui o texto na íntegra:

A Sua Santidade Bento XVI

Felicito Sua Santidade, todos os cristãos, os seguidores dos profetas divinos e a humanidade sedenta unidade (divina) justiça e misericórdia, o aniversario do nascimento de Jesus Cristo o profeta da misericórdia e a chegado do Ano Novo.

A mensagem de Jesus, que é um sinal de Deus e da sua misericórdia, é uma mensagem de adoração divina, de justiça e de amor. Ele obedecia à causa de Deus, trouxe um livro para guiar o homem e teve como missão instaurar a oração e ajudar os servos de Deus a estabelecer a justiça.

Sua Santidade é sabedor que as religiões divinas estão todas juntas e são portadoras de uma mensagem verdadeira. Todas elas estão marcadas pela senda da adoração a Deus, a defesa dos oprimidos e a promoção dos valores morais.

Desejo que este ano se acabe com as injustiças e as agressões, que seja uma ano de paz e amizade, se respeitem os direitos das pessoas e que seja uma ano em que se aprofunde a moral nas sociedades.

Rogo a Deus prosperidade, saúde êxito para Sua Santidade Bento XVI e a todos os cristãos do mundo.

Mahmud Ahmadineyad, Presidente da República Islâmica de Irão.

FONTE

quarta-feira, dezembro 26, 2007

Dá os primeiros passos a Federação Portuguesa das Associações de Combatentes


Puxando pelos seus galões, isto é, aquilo que tem demonstrado ser capaz de fazer em prol daqueles que, digna e honradamente, defenderam os territórios ultramarinos da Pátria, por força da sua descoberta e soberania, como acontecia há cinco séculos com outros países, a Associação Nacional dos Combatentes do Ultramar, bem consolidada em Tondela onde, graças à sensibilidade e generosidade da Câmara Municipal, dispõe de amplas e belíssimas instalações, lançou-se noutra cruzada ainda mais arrojada e dirigida a um trabalho não menos meritório, que é a luta pelos sagrados direitos em "Honra aos Mortos e Justiça aos Vivos", como vai ser o lema que irá figurar na sua bandeira.

Festival de cinema de Bagdad


O primeiro grande festival de cinema de Bagdad começa nesta quarta-feira com a exibição de 63 curtas que têm como tema central a paz.
Os americanos vão levar a concurso aquelas curtas-metragens com os militares a dar formação aos prisioneiros.
Pelo andar da carruagem vão ganhar o primeiro prémio.

Capitalistas de todo o mundo uni-vos.


BPI apoia Santos Ferreira para liderar o BCP e não está a preparar nenhuma lista alternativa à liderança do banco.

DIÁRIOS (EDUCAÇÃO VISUAL/TEP)


Um blogue amigo que merece uma visita.

O discurso de José Sócrates

Não deixe de ler no blogue Perspectivas.

Leite sobe 12% só num ano


Um bem de primeiríssima necessidade que sofre aumentos bem superiores aos salariais.
Cada vez se produz menos leite no nosso país e a escassez está na origem das subidas, bem como o aumento dos custos de produção.
No saldo da campanha anterior, Portugal ficou cinco por cento abaixo da quota estipulada (menos 70 milhões de litros) e, apesar de não existir números finais, a Fenalac (que representa 75 por cento do mercado) aponta para uma nova descida na ordem dos 8 ou 10 por cento.
Longe vão os tempos em que nos insurgíamos contra a destruição e consequentes multas por termos ultrapassado a produção de leite.
Neste particular podemos ver quão nefasta para a nossa agricultura têm sido as ordens imanadas de Bruxelas.
Por este andar ainda acabamos por receber o nosso leite nas bichas de uma tenda montada por uma ONG qualquer.

terça-feira, dezembro 25, 2007

No Irão Vivem Cerca de 25 Mil Judeus

O Irão alberga cerca de 25 mil judeus, sendo a maior comunidade judaica do Médio Oriente a viver fora de Israel. Os iranianos judeus, assim como os cristãos, têm garantidos os seus direitos de igualdade perante a constituição vigente no Irão. Têm a garantia de ser representados por um elemento no Parlamento e são livres de estudar hebraico, de rezar em sinagogas próprias e de fazer compras em supermercados kosher.

FONTE

Grupo de Bombos SEMPR'ABOMBAR de Cordinhã


Este grupo conta com cerca de 4 anos de existência e surgiu através de uma brincadeira de Carnaval, em que foi constituído um grupo de percussão.

A partir daí o “bichinho do batuque” ficou e com a disponibilidade e motivação das pessoas constituiu-se um grupo de percussão composto por 20/25 elementos.

Os instrumentos utilizados são apenas bombos e caixas.

A inspiração deste grupo vem obviamente do referencial nacional que são os “Toca a Rufar”.

O repertório de percussão conta com cerca de 8 temas e algumas variações.

Bem prega Frei Tomáz


Em Famalicão existe uma escola de formação profissional gerida pela CGTP com 83% de trabalhadores precários! Dez dos 12 professores do pólo Bento Jesus Caraça estão a recibo verde. O Recibo Verde é um instrumento contra o qual a CGTP luta (ou diz que luta!) e o PCP tanto contesta!

Fez-se luz


O Ministério da Saúde garantiu ontem que o encerramento das urgências do Hospital José Luciano de Castro, em Anadia, é “para o melhor das populações”.
Na manifestação os populares gritaram muitas vezes mentiroso.

domingo, dezembro 23, 2007

Natal do ME

Anadia: Manifestação contra o encerramento das Urgências


Os nacionalistas revolucionários ajudaram hoje a engrossar a extensa coluna de populares que protestavam contra o encerramento das urgências.
Mais uma vez regressamos a casa com o sentimento de dever cumprido e com a firme promessa de voltarmos à Anadia, porque fazemos nossa a causa do povo.
A frase mais ouvida na manifestação foi Ministro para a rua. Também muitas vezes se ouviu a palavra mentiroso.
Para memória futura fica uma frase gritada na instalação sonora por uma senhora “No tempo do Salazar não faziam estas injustiças”
O povo da Anadia não vai baixar os braços por muito que o mentiroso e deseja-se. Via-se naquelas gentes a firme vontade por aquilo que é seu por direito e que este governo, teima em tira-lhes; o direito á saúde.
Por ultimo algo que já não nos espanta o destacamento policial foi reforçado, temia-se que a extrema-direita estivesse presente na manifestação para provocar desacatos. Sinceramente fiquei preocupado mas como não vi na manifestação nenhum elemento do governo pouco a pouco fui perdendo o receio.

PS e PSD lançam OPA sobre o BCP


Carlos Santos Ferreira, o actual presidente da Caixa Geral de Depósitos, é a escolha consensual dos principais accionistas do BCP para a liderança do maior banco privado nacional. O primeiro-ministro admite que o Governo está preocupado com a situação.
Luís Filipe Menezes sugere Miguel Cadilhe para substituir Carlos Santos Ferreira, na administração da Caixa.

sábado, dezembro 22, 2007

Co-incineração: avança ou recua?

2008 pode ser decisivo para a fixação da co-incineração na cimenteira da Cimpor, em Souselas, Coimbra. Embora haja base legal para o processo avançar, a oposição espera “conseguir a sua neutralização” no próximo ano


Pedro Crisóstomo

O processo arrasta-se há anos, mas em 2008 a co-incineração pode mesmo vir a ser uma realidade definitiva em Souselas. O destino a dar a 250 mil toneladas de resíduos perigosos industriais que Portugal produz, em média, anualmente coloca a Cimpor de Souselas na lista das cimenteiras onde realizar co-incineração. O processo consiste na substituição do combustível usado no fabrico do cimento por resíduos queimados a altas temperaturas, após tratamento.


2007, ano de contradições

Em Novembro deste ano, o Supremo Tribunal Administrativo e Legal de Coimbra (STALC) autorizou a queima de resíduos perigosos em Souselas, pelo que a Cimpor espera agora pela licença de exploração por parte da Agência Portuguesa do Ambiente.

A autorização do STALC contraria as decisões do Tribunal Central Administrativo do Norte e do Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra, que contestavam o despacho de dispensa do estudo de impacto ambiental do Ministério do Ambiente na cimenteira sobre a queima de resíduos industriais perigosos.

Entretanto, a luz verde é justificada pelo Supremo por considerar que o despacho não constitui garantia automática de licenciamento. A decisão é coincidente com a intenção do Governo em prosseguir com o processo com base no Estudo de Impacte Ambiental realizado em 1998. Há cerca de um ano, a Câmara Municipal de Coimbra (CMC) exigiu novos estudos, alegando que, volvidos dez anos, a realidade é diferente.

Ao mesmo tempo, a Cimpor decidiu recuar com o estudo do impacto ambiental na cimenteira. Contactado pela ACABRA.NET, o administrador da Cimpor, Raul Caldeira, não se mostrou disponível para esclarecer em que ponto se encontra tanto a licença de exploração como o processo de co-incineração na cimenteira.

A cimenteira depara-se com o problema do transporte dos resíduos para o interior das instalações, em Souselas. A CMC instalou, em Agosto de 2006, sinalização de trânsito que impede a circulação rodoviária de veículos com matérias explosivas e substâncias químicas perigosas na freguesia.


Inversão do processo é esperada no próximo ano

O presidente da Junta de Freguesia de Souselas, João Pardal, afirma que, perante os desenvolvimentos do caso da co-incineração na Cimpor em 2007, a posição da freguesia é “a mesma”. “Somos contra o processo, porque ele é tecnicamente errado”, considera.

Também Castanheira Barros, co-autor de “duas acções populares” em curso no Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra”, como esclarece, se insurge contra a forma como tem sido gerida a co-incineração em Souselas. O advogado espera, por isso, ver o processo resolvido em 2008. “Podemos novamente conseguir a suspensão do processo de co-incineração e mesmo conseguir a sua neutralização”, perspectiva para o próximo ano.

Questionado sobre como espera que se desenrole o processo nos meses que se seguem, João Pardal afirma que “o ministro [do Ambiente] anunciará a co-incineração quando convier ao calendário político”. O autarca ressalva, todavia, que “a freguesia não vive da co-incineração”.


“Instalação [da cimenteira] em Souselas foi o maior erro histórico do século XX em Portugal

A afirmação é de Castanheira Barros, que declara que a co-incineração coloca “a qualidade ambiental da cidade altamente em risco”. O advogado defende ainda uma “actuação repressiva contra este tipo de poluição” e refere que se “trata de uma guerra” cuja “batalha” é lutar contra “o potentado económico”.

Petição on line


Ministério da Economia e Inovação da Republica Portuguesa
A A.S.A.E., Autoridade de Segurança Alimentar e Económica tem vindo a impor sobre a restauração portuguesa um conjunto de regras e obrigações que em nada favorecem o povo português, pondo inclusivamente em causa valores culturais da nossa sociedade. Sob a bandeira da higiene e da segurança e escondidas atrás de supostas regras comunitárias (que não parecem estar em vigor em mais nenhum país da União Europeia), a A.S.A.E. instaurou um conjunto de medidas que vão desde a proibição da venda de produtos alimentares não empacotados, à proibição da utilização de chávenas de porcelana para chás e cafés, ou de copos de vidro para outras bebidas. De acordo com estes regulamentos todos os alimentos devem estar empacotados e etiquetados com prazos de validade, mesmo os preparados no próprio local de venda e as bebidas deverão ser servidas em copos de plástico.
Além dos duvidosos e obsessivos principios higiénicos em que estas medidas se inserem, estas são de um cariz claramente anti-ambiental, estando em causa um drámatico aumento da produção de lixo, essencialmente plástico, um material resultante da refinação do petróleo. Em vez de uma política dos três R(reduzir, reutilizar, reciclar), temos aqui uma política do desperdício e da total falta de consciência ambiental.
Depois há naturalmente a questão cultural. Como nos podem exigir que bebamos café em copos de plástico, como podem impedir a venda de bolas de Berlim nas praias, ou proibir que os cafés vendam produtos de fabrico próprio não empacotados? Os cafés sabem sempre melhor numa chávena e os produtos acabados de fazer, que tantas vezes chamamos "frescos", são aqueles que nos atraem aos locais onde são feitos?
Contra a subserviência ao monopolio dos plásticos e do petróleo e a favor da tradições do bem comer e bem beber portuguesas, assinamos esta petição. Não podemos permitir que estraguem aquilo que de melhor existe no nosso país e, de certa forma, aquilo que faz de todos nós portugueses.
Não à implementação das novas medidas de higiene alimentar da A.S.A.E., já!

Assine aqui

Anadia: Manifestação contra o encerramento das Urgências

Se digo que esta ou aquela coisa não me agrada, estou protestando. Se me ocupo, ao mesmo tempo atentar que algo que não gosto não volte a ocorrer, estou resistindo. Protesto quando digo que não continuo a colaborar. Resisto quando me ocupo de que também os demais não colaborem.
ULRIKE MEINHOF



A população do concelho de Anadia vai sair à rua, no próximo domingo, dia 23, pelas 15h00, para se manifestar contra o encerramento das Urgências do Hospital de Anadia. A concentração tem lugar em frente à Câmara Municipal de Anadia, seguindo-se depois o desfile até à entrada das Urgências.





Os nacionalistas revolucionários apoiam e vão estar presentes na manifestação.
JUNTA A TUA À NOSSA VOZ

Não ao Protocolo Modificativo do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Exmo. Sr. Ministro do Estado e dos Negócios Estrangeiros Luís Amado
Exmo. Sr. Ministro Luís Amado, tivemos conhecimento que é suposto ser aprovado, até ao final do ano de 2007, o Protocolo Modificativo do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, nesse acordo será, alegadamente, alterado 1,6% do nosso vocabulário. Os signatários desta petição não concordam com a aprovação desse Protocolo, não querem que a Língua Portuguesa, tal como os portugueses a conhecem, seja alterada, exigimos que seja preservada a nossa Língua. Não faz qualquer sentido que este protocolo seja aprovado.
Nós não queremos escrever palavras como 'Hoje', 'Húmido', 'Hilariante' sem 'h', não queremos escrever palavras como 'Acção' sem 'c' mudo nem palavras como 'Baptismo' sem 'p' mudo. Queremos continuar a escrever em Português tal como o conhecemos agora.
E, tendo em conta o supra exposto, esperamos que o Exmo. Sr. Ministro faça com que este Protocolo não seja aprovado.

ASSINE AQUI A PETIÇÃO

sexta-feira, dezembro 21, 2007

ABORTO: INGLATERRA E REPÚBLICA TCHECA RECORDAM CRIANÇAS NÃO-NASCIDAS


Inglaterra e República Tcheca realizam procissão em meória das crianças não-nascidas.

Em Praga, capital da República Tcheca, centenas de cristãos sairàs às ruas, no dia 28 próximo, para lembrar os três milhões de bebês que não foram presenteados com a vida, desde 1957, quando o aborto foi regulamentado no país.

A caminhada partirá do Mosteiro de Strahov e fará uma pausa numa das pontes do rio Moldávia. Ao dobrar dos sinos, serão lidos 300 nomes e, a cada um, será lançada uma rosa nas águas rio que atravessa a cidade. Após a procissão, será celebrada a santa missa, na Igreja de St. Giles.

Em Londres, a caminhada está marcada para o dia 30 de dezembro, e repetirá o mesmo ritual no rio Tâmisa. A associação "Euro Pro Life", que promove ambas as iniciativas, reúne as organizações pela vida de 13 países europeus.

Livro Branco das Relações Laborais


Acabou de ser divulgado o relatório dito de progresso da Comissão do Livro Branco para as Relações Laborais. As conclusões do relatório desta comissão nomeada pelo Governo PS não auguram nada de bom para os trabalhadores portugueses. É a flexisegurança à portuguesa.
Se por um lado coloca a situação das horas extraordinárias num plano mais realista por outro lado impõe ao trabalhador uma disponibilidade de trabalhar para a empresa praticamente 24 horas diárias. O recurso a horas extraordinárias embora nalguns casos possa ser justificado, pode no entanto esconder trabalho temporário ad eterno que só contribui para o aumento do desemprego.
Com a possibilidade de redução dos salários, do subsídio de férias e de Natal, este livro negro apenas vai aumentar a exploração e engordar os bolsos do capital.
O Governo promove a fragilização da contratação colectiva, quer manter e mesmo acelerar os processos de caducidade dos contratos colectivos. Quanto ao principio do tratamento mais favorável que foi violado pelo Código do Trabalho quando prevê a possibilidade de na contratação colectiva haver condições abaixo da lei, não só não altera essa situação como vem agravar o problema abrindo a possibilidade de no âmbito do contrato individual de trabalho se poderem estabelecer condições piores que as definidas na contratação colectiva.
Embora se trate de um relatório intercalar de uma Comissão nomeada pelo Governo (sabemos bem como essas comissões podem ser manipuladas) por este encomendado e que o responsabiliza inteiramente. Independentemente do que vier a acontecer, revela uma coisa: o Governo PS tem como opção piorar o Código do Trabalho.
Este Governo tem um objectivo: todas as áreas potenciais geradoras de lucro são para entregar ao sector privado. O sector público que serve os interesses dos cidadãos em geral, particularmente daqueles que mais carências têm, esse é para reduzir ao mínimo dos mínimos nalguns casos e noutros mesmo para eliminar, para não atentar contra os interesses das grandes empresas, da banca e até de grandes multinacionais. O Governo está a pôr em causa sectores tão necessários ao país como a saúde, fragilizando o serviço nacional de saúde, como a educação onde a primeira preocupação do Governo foi encerrar escolas, lançar para o desemprego milhares de professores, deixar instituições de ensino sem financiamento necessário para o seu normal funcionamento, como está a pôr em causa a segurança social, através dos sistemas complementares de contribuição e do plafonamento, ou o sector dos transportes, ou sectores tão estratégicos para o desenvolvimento como a água.
Não devemos olvidar que toda estes ataques contra os direitos dos trabalhadores, só são em parte ou todo possíveis devido à imigração. As grandes massas de trabalhadores disponíveis dão ao capitalismo e aos seus lacaios a força e a “moral” para aumentarem a exploração. Podem os sindicatos e os partidos de esquerda gritar e “lutar” contra as medidas injustas que aí vêm,mas mais uma vez com a política de avestruz que teimam em seguir, se por um lado lutam por outro ajudam.
Certamente que perante uma atitude insistente em propostas desonestas para os trabalhadores, em respostas intolerantes por parte do Governo, os trabalhadores portugueses adoptarão outras formas de luta, diversificadas, mas ganhando sempre mais adeptos e, desde já quero deixar claro que contarão sempre com a solidariedade de os nacionalistas revolucionários nessas iniciativas.

O negócio da saúde


Uma nova unidade de saúde vai nascer em Coimbra.
Este empreendimento possui uma área de 4.800 m2, distribuída por três pisos, e será uma adaptação de um espaço já existente no estádio de Cidade de Coimbra.
O espaço será pertença do Grupo Português da Saúde, um operador fundado em 2004 que actua no mercado nacional de saúde, nas áreas de cuidados ambulatórios e hospitalares, através de unidades distribuídas por vários pontos do país.
Com muitas unidades de saúde a fechar por todo o Distrito, as empresas privadas têm agora caminho aberto para começarem a operar.
Não sou contra a livre iniciativa neste sector, mas quando o estado se demite das suas funções para entregar nas mãos de privados uma área sensível como esta tenho de o denunciar e combater.
Este governo de socialista só tem o nome, a oposição não tem força ou não o quer combater, vemos mesmo que nalgumas áreas ou assuntos caminham alegremente de mãos dadas.
A saúde não é um bem de consumo como outro qualquer, pois está associado á vida humana e a qualidade dessa vida depende do acesso e da qualidade dos serviços de saúde. Para além disso, a sua necessidade é tanto maior quanto maiores foram as privações sofridas e quanto menor for o acesso a cuidados de saúde ao longo da vida. Pode-se mesmo dizer que em média a necessidade deste bem essencial que são os cuidados de saúde é inversamente proporcional à capacidade financeira para o pagar. Quanto mais se precisa devido à vida de privações que se teve de suportar menos dinheiro se tem para pagar os cuidados de saúde que naturalmente se necessita.
A maximização do lucro na prestação privada de cuidados de saúde, salvo situações excepcionais de rigoroso controlo público, absolutamente inexistentes em Portugal, tem conduzido a restrições na qualidade dos cuidados prestados, limitado o acesso e acabado por conduzir a um imparável agravamento dos custos.
Não é expressivo que o sistema privado de saúde mais desenvolvido do Mundo, o dos Estados Unidos, tenha conduzido este país a ser o que de longe mais gasta com a saúde (13,9% do Produto Interno Bruto), ao mesmo tempo que apresenta um número recorde de cidadãos, superior a 80 milhões, sem qualquer protecção de saúde nos últimos dois anos?
Se houvesse transparência na governação deveria ter sido publicamente apresentado um livro branco fidedigno sobre a qualidade da prestação privada de cuidados de saúde no Hospital Amadora-Sintra (que abrange em situação de monopólio cerca de 6% dos portugueses) e sobre os seus custos.
O facto do respectivo empresário ter proclamado que "em 2010 a iniciativa privada deveria representar 50% do mercado" da saúde, não evidencia que ninguém pode permanecer indiferente?

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Em direcção a uma Frente Nacional Comunista


Entrevista a Alain Soral

Há já alguns meses, este sociólogo e escritor de combate empenhou-se no combate político com a firme vontade de se exprimir livremente sobre os temas que leva a peito. Uma coisa é clara, Alain Soral não é consensual. O seu empenhamento pela Frente Nacional fez correr muita tinta e agitou o pequeno mundo da net. Mesmo sendo bastante cépticos sobre a vontade do partido de Jean Marie Le Pen em contribuir para o nascimento de uma alternativa credível ao sistema capitalista, quisemos oferecer-lhe a ocasião de apresentar as suas ideias e as suas propostas. Isto porque uma vez que para lá das polémicas vãs, dos anátemas ideológicos e dos slogans ocos, queríamos dar-lhe a ocasião de expor claramente nas nossas colunas, as razões e os objectivos da sua adesão. Pensamos que as pessoas que nos lêem, terão o espírito suficientemente aberto e livre para elaborarem a sua própria opinião sobre a escolha sincera de um homem que queimou os seus barcos.

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Anadia: Manifestação contra o encerramento das Urgências


A população do concelho de Anadia vai sair à rua, no próximo domingo, dia 23, pelas 15h00, para se manifestar contra o encerramento das Urgências do Hospital de Anadia. A concentração tem lugar em frente à Câmara Municipal de Anadia, seguindo-se depois o desfile até à entrada das Urgências.

Saúde - Prognostico muito reservado


Os portugueses vão perder cerca de 300 mil consultas por ano nos centros de saúde devido à deslocação dos médicos de família para consultas nos hospitais. Esta é uma consequência directa do fecho de algumas Urgências hospitalares e Serviços de Atendimento Permanente (SAP), decidido pelo Ministério da Saúde, acusa a Ordem dos Médicos.
Como exemplo do que consideram ser a «farsa das consultas abertas», a Ordem dos Médicos estima que o centro de saúde de Cantanhede perca 30 mil consultas programadas por ano com o fecho da urgência do hospital e subsequente abertura de uma consulta aberta.
Com o encerramento da urgência de Cantanhede, a Ordem considera que as urgências dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) serão sobrecarregadas.
«As urgências dos HUC não têm espaço físico nem condições para receber mais doentes do que recebe, de forma a tratar doentes com dignidade de seres humanos», declarou José Manuel Silva.
Para a Ordem, «multiplicando o que se passa em Cantanhede», serão centenas de milhar as consultas programadas nos centros de saúde que serão eliminadas.
O bastonário em exercício lamentou a «saga de encerramentos» na área da saúde, considerando que ainda não se concretizou a abertura de nenhum dos postos previstos para ter urgência básica.

terça-feira, dezembro 18, 2007

Mortágua, Santa Comba e Tábua ficam sem urgências nocturnas


Uma ambulância SIV (Suporte Imediato de Vida) vai substituir os SAP nocturnos nos centros de saúde dos três concelhos.

Pouco a pouco o partido xuxilista ajudado nalguns caos pelos xuxial “democratas”, vai fechando unidades de saúde. Tudo isto em nome da melhoria dos serviços.
Eles até podem enganar alguém, a medida pode até não prejudicar quem tem possibilidade de pagar a despesa numa clínica privada, mas com os Hospitais de Coimbra a rebentar pelas costuras (a espera chega a demorar doze horas) e com a manifesta falta de meios em caso de múltiplas urgências a nossa saúde, chegamos à conclusão que a saúde esta doente. Se os casos de partos em ambulâncias se repetem, vamos agora ser confrontados com mortes durante as viagens.
O governo fecha as urgências em zonas do interior e em zonas urbanas de média dimensão e não acrescenta nenhuma medida, para melhorar o atendimento e o funcionamento dos serviços de urgência dos grandes centros urbanos que já hoje não respondem às necessidades das populações.
O grande problema é que também na saúde, o governo se rege por critérios puramente economicistas. Ninguém coloca em causa a necessidade de fazer uma gestão melhor dos gastos com o Serviço Nacional de Saúde. O que está em causa é encontrar saídas, sem cuidar de garantir o acesso à saúde em condições dignas.
Não se pode começar a mudar pelo que é mais fácil, os encerramentos, quando se devia começar pelo que é mais preciso e inadiável: o reforço da rede de emergência hospitalar e a requalificação dos actuais hospitais e serviços, para agilizar e organizar urgências polivalentes.
Tenho em crer que a seguir esta política de que, pouca gente não vale uma unidade de saúde aberta qualquer dia recusa os serviços de saúde a famílias pequenas. Já estou a imaginar a triagem: «Pai, mãe e filho? Só? Não é preciso médico de família, há poucas probabilidades de precisarem de serviço médico. Só as famílias grandes é que precisam. Vivem atafulhadas, alimentam-se de pouco, tossem uns para cima dos outros. Médicos só para as famílias grandes!»
E que não adoeçam todos de uma vez que o Sótôr não se pode demorar que tem já gente à espera em casa e ganha muito mais.

Disciplina partidária


A Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Pombal censurou o "comportamento político" dos dois vereadores que tem na Câmara Municipal e retirou-lhes a "confiança política". Em causa está o facto de Sérgio Leal e Rui Miranda terem requerido a suspensão dos seus mandatos à revelia do próprio partido. Mais, os dois teceram fortes críticas à direcção do partido, referindo que se sentem "amordaçados" e que a "disciplina partidária tem limites".

“Avós e Netos no Desporto”

Jogos Tradicionais e Populares

Barcelona: Novas detenções

Ontem em Barcelona amanhão num lugar perto de si.
Sem perder tempo o sistema responde. Em vez de combater o crime vai provavelmente legaliza-lo. Primeiro-ministro de Espanha vai reabrir o debate de modificação da lei do aborto, uma promessa eleitoral de 2004 não cumprida e que tinha permanecido «esquecida» no programa para as eleições de 2008.
Em breve Portugal seguirá o exemplo.

MANGUALDE - Operárias aguardam cartas de despedimento



As funcionárias da fábrica de Mangualde que, na sexta-feira, anunciou, por comunicado, a cessação de actividade deverão receber, nos próximos dias, a carta de despedimento.

domingo, dezembro 16, 2007

Aviso à navegação

Porque os comentários existentes no texto "Nacionaleiros", ultrapassaram o debate politico para passarem aos insulto e aos ataques pessoais, resolvi elimina-los bem como não permitir mais comentários. Fica assim reposto um dos princípios deste blogue. A nossa liberdade termina onde começa a dos outros.
Peço desculpa a alguns camaradas cujos comentários foram apagados e acabaram assim por pagar pelos “pecadores”.
De futuro todos s comentários que tiverem ataques pessoais serão imediatamente apagados.

sábado, dezembro 15, 2007

Inflação rouba 35 euros a salário médio


Os portugueses têm sérias razões para estar preocupados com a tendência generalizada do aumento dos preços em 2007. A inflação média de 2007 em Novembro situava-se nos 2,4 por cento, acima dos 2,1 por cento previstos pelo Governo, o que implicará uma perda anual de 35 euros para os trabalhadores com o salário médio mensal de 840 euros, ou seja, que auferem 11760 euros ao ano. A redução no poder de compra torna-se ainda mais acentuada por força das fortes subidas das prestações mensais da casa, em consequência do disparar das taxas de juro.
Deste governo e deste sistema só temos a esperar mais do mesmo, isto é mais miséria e pior situação económica. Não se iludam no entanto, a crise vai ser só para alguns, porque alguns, poucos vão continuar a aumentar a riqueza. Denunciaremos sempre essas situações que vão começar a vir a lume quando as empresas começarem a publicar os resultados deste ano.
Com um salário médio igual ou inferior ao salário mínimo da esmagadora maioria dos nossos “companheiros” do tratado, cada vez mais nos afastamos da Europa.
Com os grandes salários muito maiores do que a esmagadora maioria dos salários dos congéneres europeus cada vez aumentamos o fosso social em Portugal.
Com a constante perca do poder de compra dos trabalhadores cada vez mais aumentamos as situações de miséria.
Com um sistema que todos os anos ou não querer, ou sabe prever a inflação, só podemos estar preocupados (leiam a noticia e vejam os “enganos” dos últimos dez anos).
Mas se essa preocupação não se traduzir em acções de rua que visem num primeiro momento impedir a concretização das politicas anti sociais do governo e num segundo a mudança do sistema, então significa que baixamos os braços e que o poder politico, qual correia de transmissão do capital, vai poder continuar com o seu modelo de “desenvolvimento”, que outra coisa não visa senão a exploração dos trabalhadores e a sua submissão à nova ordem mundial.

sexta-feira, dezembro 14, 2007

Bipolarização


PS e PSD cozinham entre si diversos diplomas, para caminharem a curto médio prazo para um sistema onde só seja possível existirem dois partidos.
Depois da aprovação de uma lei que extinguirá os partidos com menos de 5 mil militantes, segue-se um novo diploma que reduzirá substancialmente os eleitos para as autarquias.
É a copia mais ou menos disfarçada do modelo americano. O sistema representado em larga maioria por estes dois partidos que são os principais responsáveis pela crise e pelas crises que temos vindo a sofrer ao longo de trinta anos, preparam-se assim para vencer na secretaria aquilo que não conseguiam nas urnas.
Embora os burgueses destes dois partidos e dos outros do sistema que nunca souberam ou não quiseram fazer-lhes uma verdadeira oposição gritem aos quatro ventos que vivemos numa democracia a pratica demonstra o contrário.
Se já éramos colonizados pelo american way of life, vamos ser agora mais uma cópia do sistema eleitoral yankee.
Pode estar descansado o Sr. Bush e toda a camarilha sionista imperialista, Portugal esta a dar passos largos para a integração no sonho americano, os estados unidos da terra onde os mundialistas possam ser policias, governantes e patrões onde a população mundial que não seja da linhagem “superior” será levada à escravatura pelo capital.
Os sinais bem preocupantes estão à vista.

ACIC defende estudos de impacte comercial para grandes superfícies


Acções de sensibilização e apelo à união em torno da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) na contestação ao novo regime de Licenciamento Comercial têm dominado as últimas iniciativas da Associação Comercial e Industrial de Coimbra (ACIC). A mobilização, que principiou em Braga na semana passada com uma assembleia-geral dos associados da CCP, passa pela congregação de forças das diversas associações do sector a nível nacional, sendo que em Coimbra culminou na terça-feira com a realização de uma reunião de comerciantes e associações, entre as quais se incluía a Associação dos Industriais de Hotelaria e Restauração do Centro, nas instalações da ACIC.
Demonstrar o desagrado dos agentes económicos do chamado comércio tradicional em relação ao ante-projecto de lei do Licenciamento Comercial e influenciar a sua alteração são os grandes desígnios da campanha liderada pela CCP.
O novo regime jurídico de licenciamento das unidades de dimensão relevante tenderá, acusou o presidente da direcção da ACIC, Paulo Mendes, para a liberalização dos espaços comerciais, colocando em xeque a sobrevivência das pequenas actividades económicas, normalmente instaladas nas zonas históricas.
“Está em causa a liberalização quase total do licenciamento das grandes superfícies”, referiu na segunda-feira em conferência de Imprensa o dirigente, sublinhando que o ante-projecto “entrega praticamente às câmaras municipais o ónus do licenciamento”, sendo certo que estas já estão financeiramente bastante debilitadas e carentes de fontes de receita.
“A nossa intenção é fazer pressão para que este projecto de lei não siga para a frente, tal qual está”, acrescentou, defendendo que, à semelhança das grandes obras, se devia realizar estudos de impacte comercial para “a instalação de unidades de determinada dimensão”.
A ausência de referências no novo regime jurídico em relação à obrigatoriedade de os municípios definirem as chamadas “cartas do comércio” é igualmente motivo de preocupação, sendo que as associações consideram que cada câmara devem definir a sua, estipulando onde e que tipo de actividade comercial se deve instalar. O novo decreto de lei também é omisso quanto “à taxa [referida na lei 12/2004] que por cada metro quadrado das unidades de dimensão relevante revertia para um fundo a favor do comércio”. “Ora este fundo não existe e foi complemento eliminado neste projecto de lei”, criticou Paulo Mendes, que preconiza a reabilitação dos centros das cidades como a melhor solução para “a abertura de novas unidades comerciais e de serviços hoteleiros”.
Numa altura em que o comércio já se debate com grandes dificuldades, as alterações previstas no âmbito do novo regime jurídico de licenciamento das grandes superfícies não são vistas como um bom augúrio para o futuro do sector.
A Lei dos Saldos em vigor, a manutenção do Imposto de Valor Acrescentado em 21 por cento e o eventual alargamento dos horários de funcionamento dos estabelecimentos comerciais são outros dos aspectos contestados por parte das associações do sector.

FONTE

quinta-feira, dezembro 13, 2007

Dom António Luís de Meneses



Dom António Luís de Meneses, primeiro marquês de Marialva e terceiro conde de Cantanhede, (13 de Dezembro de 1596 — 16 de Agosto de 1675) foi um fidalgo e militar português.

Foi um dos elementos mais activos para a Restauração da independência (1640), dela tomando parte desde a fase da conspiração até às negociações do tratado que encerrou a guerra com Castela.

Em 1641, participou na defesa da Beira, formando um terço de infantaria que comandou como Mestre-de-campo. No Alentejo tomou parte em quase todas as batalhas e escaramuças contra os castelhanos. Em 1644 tomou a vila de Valencia de Alcántara que se manteve portuguesa até 1688. Comandou as tropas portuguesas na batalha de Montes Claros e, juntamente com o conde de Schomberg, infligiu aos espanhóis uma pesada derrota, acabando praticamente com a guerra da Restauração.

Membro do Conselho de Estado e do Conselho de Guerra, Veador da Fazenda e Governador das Armas da Praça de Cascais, a partir de 1643 respondeu pelas obras de reforço da barra do rio Tejo.