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sábado, abril 14, 2012

Dia 1º de Maio | PNR em Setúbal



O PNR escolheu a cidade de Setúbal para celebrar este ano o 1º de Maio, data esta, que não pode nem deve ser sectária, mas antes Nacional, já que abrange e potencia quer o factor capital, quer o factor trabalho, indissociáveis por natureza.

Os Nacionalistas não fazendo distinções entre os diversos agentes do trabalho e da produção nacional – todos eles imprescindíveis – valorizam ambos como um todo e repudiam a luta de classes, que fragiliza a sociedade e enfraquece a Nação.

Por isso celebramos nesta data o “Dia do Trabalho Nacional” – bem tão escasso nestes tempos – e com ele a justiça social, já que são prioridades nacionalistas.

Assim, pelas 16:00 horas, em Setúbal, com concentração na Av. Luísa Todi, em frente à “Clínica Moderna”, realiza-se um desfile comemorativo do “Dia do Trabalho Nacional”, terminando com breves palavras alusivas à celebração por parte do dirigente do PNR-Setúbal e do Presidente do PNR.

Contamos com a presença de todos aqueles que, repudiando as políticas de destruição nacional que se têm vindo a praticar, esperam na solução Nacionalista para Portugal e desejam ver um PNR mais forte.

terça-feira, maio 03, 2011

PNR celebrou o 1º de Maio em Coimbra e iniciou campanha eleitoral



O PNR celebrou ontem o “Dia do Trabalho Nacional”, pela primeira vez em Coimbra, dando continuidade ao objectivo de levar acções de rua ou encontros de esclarecimento a diversos pontos do país.

Com a já habitual celebração do 1º de Maio, o PNR quer evocar todos os agentes do trabalho e do tecido produtivo nacional, contrapondo esta atitude integral e de cooperação das várias partes à luta de classes promovida pela esquerda. Além disso, neste ano em particular, pretendeu o PNR dar início à campanha para as Legislativas de Junho, tendo-se procedido a uma larga distribuição de propaganda, ao longo do dia, nas ruas de Coimbra.

Antes do desfile, três dezenas de apoiantes do partido, confraternizaram num pique-nique que proporcionou aos presentes cerca de duas horas de agradável convívio, ao qual se seguiu uma distribuição de folhetos até ao começo do desfile que partiu às 4 horas da Av. Fernão de Magalhães.



Assim que várias dezenas de Nacionalistas se preparavam para dar início à comemoração do “Dia do Trabalho Nacional”, foram informados pelas autoridades, que o Governo Civil de Coimbra autorizara em simultâneo e no mesmo local, uma acção promovida por sindicatos afectos à CGTP e esta do PNR!…

Tendo sido ambas as partes alertadas pelas forças da ordem para se evitar qualquer tipo de provocação ou desacato, é bom de ver que os apoiantes do PNR além de nunca terem tido, como é habitual, o mais leve sinal de provocação, aguentaram firmemente diante dos apupos, gritos, palavras de ‘desordem’ e gestos vindos da outra manifestação encostada à nossa.

De salientar que os discursos previstos para o final do desfile, proferidos pelo Cabeça de Lista do PNR por Coimbra, Vítor Ramalho e pelo Presidente do Partido, José Pinto-Coelho, se realizaram envoltos numa confusão acústica, de pura provocação, gerada pelos carros de som e gritaria hostil dos manifestantes comunistas. Para todos os efeitos, nunca o PNR iria desistir da sua acção, à qual acabaram por se juntar vários populares curiosos, manifestamente interessados em ouvir a nossa mensagem, e de entre os quais, muitos deles manifestavam clara concordância e simpatia.

A comunicação social esteve fortemente representada, tendo presenciado tudo e feito entrevistas. Mas como de costume, nem um só canal de televisão noticiou aquilo que os jornalistas presenciaram, levando-nos novamente a denunciar a censura e o boicote vergonhoso às nossas acções.

Resta saber o que foram lá fazer… ainda que a resposta seja óbvia: foram à procura de qualquer desacato por parte do PNR. Mas como este cenário nunca o proporcionamos, pura e simplesmente optam por nos silenciar.

segunda-feira, abril 18, 2011

1º de Maio | “Dia do Trabalho Nacional” em Coimbra


O PNR celebra este ano, em Coimbra, o “Dia do Trabalho Nacional”.

À beira de eleições legislativas, convocamos os Patriotas e Nacionalistas para virem apoiar o PNR na rua, num desfile de celebração e defesa do Trabalho Nacional.

Vamos erguer a nossa voz em defesa de medidas proteccionistas de mercado, da Produção Nacional, do consumo dos produtos nacionais, do comércio tradicional…

Vamos, com o PNR, gritar contra as opções suicidas das politicas económicas ao serviço do mundialismo capitalista que nos deixa à mercê da tirania do FMI e da União Europeia. Há que denunciar os grandes culpados deste estado de coisas: os políticos que nos governaram nas últimas décadas e os lóbis dos seus amigos!

Há que mudar de caminho com coragem e radicalismo. Há que apoiar a alternativa nacionalista, dando força ao PNR nas urnas e na rua.

Contamos consigo em Coimbra, no dia 1 de Maio, às 15.30 horas, em Coimbra, na Av. Fernão de Magalhães em frente ao edifício da Segurança Social.

FONTE

quinta-feira, abril 29, 2010

Do Presidente aos Nacionalistas | Maio de 2010


Assinalamos o 1º de Maio de 2010 - Dia do Trabalho Nacional, para nós, nacionalistas, - sob o denso manto de um eminente colapso nacional.

A hora é grave. Mesmo grave! Portugal está falido perante a cegueira de muitos e a mentira habitual dos dirigentes desta classe política desprezível que temos.

Estamos pois, de luto e pesar diante da Pátria, mal tratada, entregue nas mãos de uma cáfila de mentirosos, ladrões e desqualificados. Por esse motivo, o 1º de Maio este ano será assinalado pelo PNR com um acto público, simbólico, de luto e silêncio.

O PNR, desde sempre que tem denunciado os malefícios do mundialismo, ou seja, deste monstro de duas cabeças (capitalismo e multiculturalismo), chamado globalização e que é o maior inimigo do Nacionalismo.

Nós sempre nos manifestamos e insurgimos contra as criminosas directivas de Bruxelas que aniquilam a nossa soberania. Se não somos nós, portugueses, a defender os nossos interesses e a zelar por aquilo que é nosso, então ninguém mais o fará. Os outros, esses, apenas quererão tirar vantagens para si.

Mais recentemente, na época eleitoral que se viveu no último verão, denunciámos - nos escassos e ridiculamente curtos tempos de antena que os esbirros do sistema “magnanimamente” nos concedem – o facto da dívida externa ser um buraco tremendo, que ultrapassava já o PIB e que tal realidade estava a ser escondida aos portugueses.

Seja como for, é bom de ver que a culpa é não só dos políticos medíocres, mas igualmente dos medíocres eleitores que os perpetuam, activa ou passivamente, e que agora se sentem muito surpreendidos e alarmados com o (mau)estado da nação… E as perguntas impõem-se: como foi possível ter-se defendido ou consentido, ao longo de tantos anos, no sistemático desmantelamento dos nossos sectores de actividade primário e secundário? Dos sectores estratégicos e vitais para a nossa economia? Dos centros de decisão? Como é que se pode conceber e acreditar na soberania e na viabilidade de uma nação que nada produz e tudo consome?

Assim, faz todo o sentido questionarmo-nos como poderá gerar riqueza e emprego um país que, ao ter abdicado da produção, destruiu as fontes do trabalho. Portugal é hoje um país sem trabalho! É um país apenas com emprego e ainda por cima escasso, precário e refém…

Claro está que o resultado, mais dia, menos dia, seria este. E ainda a procissão vai no adro…

E é preciso um grande desplante para que certos políticos, e não só, venham agora dizer que estamos a ser vítimas de ataques do mercado internacional à nossa soberania. Que grande atrevimento! Que autoridade têm eles para falarem nestes termos, quando eles mesmos, mais não têm feito do que entregar a nossa soberania às imposições dos tais mercados da globalização que eles tanto veneram?

O descalabro a que chegámos após menos de quatro décadas da “maravilhosa” revolução abrileira é inaceitável!

A verdade é que nos últimos duzentos anos da nossa história, apenas o Estado Novo nos trouxe equilíbrio, seriedade e credibilidade, revelando-se capaz de enfrentar a total falência em que Portugal se encontrava, situação essa, herdada de anos de monarquia decadente e de república maçónica, e mais do que isso, capaz de relançar a economia, a moeda e a confiança em Portugal.

Mas no presente momento, entregues que estamos à bicharada, verificamos que esta corja é mesmo muito rasca para ter conseguido malbaratar as divisas e reservas de oiro herdadas da “longa noite” do Estado Novo, ter torrado os rios de dinheiro vindos de Bruxelas em troca da nossa soberania e ainda conseguir levar Portugal novamente à bancarrota. É precisa muita "habilidade"...

Nos últimos dias assistimos a declarações do Presidente da República e do líder do PSD, dizendo – para, mais uma vez atirarem areia para os olhos (há muito fechados…) dos portugueses – que seria preciso cometermos muitos erros para que se verificasse o cenário de falência, semelhante ao da Grécia, de que fala o FMI. Pois... só podem estar a brincar!
Então, muitos erros? – dizem - Erros?... Mas que outra coisa é que se tem feito nos últimos anos? É que afinal, a esses erros apenas se podem acrescentar as sucessivas mentiras e as traições à Nação. Nada mais. Isto explica o estado calamitoso a que chegámos. Isto só encontra explicação no facto de termos um país a saque por parte de uma classe dirigente sem escrúpulos, corrupta, mentirosa, traidora e sem vergonha nas fuças!

É essa ladroagem que se perpetua no poder – com a cumplicidade de todos os votam neles ou se abstêm – e que nos brinda sistematicamente com casos de corrupção e roubo ou com casos gritantes de falta de vergonha como o desta “fantástica e imprescindível” deputada Inês de Medeiros… É que gozam literalmente com a nossa cara!

Portugal anda a sustentar toda a sorte de gente que não merece: os dirigentes que roubam às escuras e às claras o erário público; um Estado macrocéfalo e guloso que distribui tachos a amigos e correligionários; uma imigração descontrolada da qual a maioria vive à custa de subsídios, abusando da nossa hospitalidade… Quanto não custa isto aos bolsos dos portugueses que não têm emprego nem subsídios, nem reformas, nem saúde, nem esperança?

Já chega! Só há uma solução: correr com todos estes responsáveis pela desgovernação que tem dado cabo de Portugal!
É preciso dizer alto e sem medo que é preciso correr com eles! É preciso devolver a Portugal a Soberania e o Trabalho.

Só há uma solução: o Nacionalismo!
Só o PNR defende esta solução.

A escolha é simples e está na hora de cada português a fazer.
E a escolha que se impõe é Nação e Trabalho, ou seja: PNR!



José Pinto-Coelho| 28 de Abril de 2010

sábado, maio 02, 2009

PNR celebra dia do Trabalho Nacional em Faro

Faro, 01 Mai (Lusa) - Defender uma Europa das pátrias, "pôr cobro à corrupção da classe política portuguesa" e "pôr termo à política do avanço da criminalidade" foram algumas das linhas de força hoje apresentadas em Faro pelo candidato do PNR às eleições europeias. Em conferência de imprensa no Hotel Santa Maria em Faro, o cabeça de lista do Partido Nacional Renovador (PNR), Humberto Nuno de Oliveira, disse acreditar numa Europa unida, mas "de nações livres" e reiterou várias vezes que a União Europeia tal como existe "prejudica Portugal". "Nós somos claramente a favor de uma Europa das pátrias (...) o que nós não somos é a favor de um projecto federal onde vamos ser diluídos", argumentou o candidato do PNR às europeias, acrescentando que Portugal foi "trocando a autonomia, pela modernidade de alcatrão e betão".»

sexta-feira, maio 01, 2009

1º de Maio


No dia um de Maio, vamos novamente celebrar, na rua, o "Dia do Trabalho Nacional", desta vez em Faro.

Como disse José Pinto-Coelho, "A presença dos nacionalistas, mais do que nunca, faz todo o sentido, neste momento em que se vive uma depressão gerada pela gula capitalista que endividou as pessoas, criou ilusões, incentivou ao consumo sem que este tivesse sido acompanhado pela produção, fez disparar o desemprego e as falências e, como sempre, quem mais sofre são as famílias e os trabalhadores.
Por isso, no dia 1 de Maio peço que correspondam ao meu apelo de mobilização e apoio ao PNR em Faro".

Esta manifestação é precedida de um almoço-convívio e de uma Conferência de apresentação do Cabeça de Lista do PNR às Eleições Europeias, Humberto Nuno de Oliveira.

13.15 horas | Almoço-convívio
15.30 horas | Conferência no Hotel Santa Maria
17.00 horas | Concentração para o desfile no Largo do Carmo
17.30 horas | Começo do desfile até ao fim da Avenida da República que termina com breves palavras do Dirigente do PNR-Faro, Rui Roque e do Presidente de Partido, José Pinto-Coelho

quarta-feira, abril 29, 2009

Região Sul: «“Fascismo nunca mais” diz o BE ao PNR»


«O BE emitiu um comunicado em jeito de alerta para com a manifestação que o PNR vai realizar em Faro dia 1 de Maio. “São muito perigosos”, dizem os bloquistas. O PNR vem a Faro apresentar o cabeça de lista às eleições Europeias, Humberto Nuno de Oliveira, e à tarde promove um desfile comemorativo daquilo que chama de "Dia de Trabalho Nacional". “Fascismo nunca mais” responde o BE num comunicado onde fala do PNR como “gato escondido com o rabo de fora”. “Dizem que não são fascistas, mas para eles o 25 de Abril de 1974 foi uma das páginas mais negras de Portugal em toda a sua história. Não são saudosistas, mas choram contra a traição ao Ultramar e veneram os símbolos da ditadura”, realça o BE entre muitos outros aspectos. Os bloquistas rematam: “Eles sabem que as épocas de grande crise como a que vivemos podem ser propícias ao seu crescimento pela confusão e desespero que se instalam em muitas pessoas”», lê-se no Região Sul.

Antes de mais, não seria necessário lembrar que o Bloco de Esquerda resulta da fusão de vários grupos de inspiração comunista, seguidores da ideologia que matou 100 milhões de pessoas. Transformou-se em partido que vive da exploração das minorias, do aborto livre, da legalização de drogas, da promoção da homossexualidade, da abolição de fronteiras, e da imigração desregrada, entre outras "causas fracturantes". Uma espécie de anarquia anunciada, portanto, mascarada com as chamadas "causas sociais", que visam arregimentar os mais incautos e desfavorecidos. O resultado é diferente, pois esses - estalinistas, leninistas, marxistas, trotskistas, maoístas, etc - subjugaram milhões de pessoas em ditaduras opressoras, com o resultado que todos sabemos: além da cultura de morte, as vítimas desses regimes são hoje as populações mais pobres ou as economias mais fracas do planeta. Em relação ao "perigosos", lembramos que o PNR nunca organizou ou participou nas manifestações anti-G8, que degeneram em homicídios, violência e destruição. Não é o PNR que se envolve em confrontos com a polícia nem participa em manifestações do 25 de Abril com o objectivo de atacar sedes partidárias, com cocktails molotov e very-lights. Não é o PNR que anda nos bairros sociais a incitar jovens à violência nem é o PNR que pretende esconder, de forma descarada, a existência de gangues que se dedicam ao "arrastão". O PNR defende a ordem e a disciplina, e prova disso é o facto de, nos seus 9 anos de existência, nunca ter organizado ou participado em qualquer desordem pública ou desacato. Mais do que meras palavras, e por muita propaganda caluniosa e acusações sem fundamento que façam, os factos estão à vista e provam tudo isto.

FONTE

domingo, abril 26, 2009

1ª de Maio


No dia um de Maio, vamos novamente celebrar, na rua, o "Dia do Trabalho Nacional", desta vez em Faro.

Como disse José Pinto-Coelho, "A presença dos nacionalistas, mais do que nunca, faz todo o sentido, neste momento em que se vive uma depressão gerada pela gula capitalista que endividou as pessoas, criou ilusões, incentivou ao consumo sem que este tivesse sido acompanhado pela produção, fez disparar o desemprego e as falências e, como sempre, quem mais sofre são as famílias e os trabalhadores.
Por isso, no dia 1 de Maio peço que correspondam ao meu apelo de mobilização e apoio ao PNR em Faro".

Esta manifestação é precedida de um almoço-convívio e de uma Conferência de apresentação do Cabeça de Lista do PNR às Eleições Europeias, Humberto Nuno de Oliveira.

13.15 horas | Almoço-convívio
15.30 horas | Conferência no Hotel Santa Maria
17.00 horas | Concentração para o desfile no Largo do Carmo
17.30 horas | Começo do desfile até ao fim da Avenida da República que termina com breves palavras do Dirigente do PNR-Faro, Rui Roque e do Presidente de Partido, José Pinto-Coelho

sexta-feira, abril 10, 2009

1º de MAIO


No dia um de Maio, vamos novamente celebrar, na rua, o "Dia do Trabalho Nacional", desta vez em Faro.

Como disse José Pinto-Coelho, "A presença dos nacionalistas, mais do que nunca, faz todo o sentido, neste momento em que se vive uma depressão gerada pela gula capitalista que endividou as pessoas, criou ilusões, incentivou ao consumo sem que este tivesse sido acompanhado pela produção, fez disparar o desemprego e as falências e, como sempre, quem mais sofre são as famílias e os trabalhadores.
Por isso, no dia 1 de Maio peço que correspondam ao meu apelo de mobilização e apoio ao PNR em Faro".

Esta manifestação é precedida de um almoço-convívio e de uma Conferência de apresentação do Cabeça de Lista do PNR às Eleições Europeias, Humberto Nuno de Oliveira.

13.15 horas | Almoço-convívio
15.30 horas | Conferência no Hotel Santa Maria
17.00 horas | Concentração para o desfile no Largo do Carmo
17.30 horas | Começo do desfile até ao fim da Avenida da República que termina com breves palavras do Dirigente do PNR-Faro, Rui Roque e do Presidente de Partido, José Pinto-Coelho

Está previsto um autocarro com saída de Lisboa às 8.30 e chegada ao mesmo local às 22.00 horas. > Marcações de lugares para ce@pnr.pt ou tel. 96 437 82 25

quinta-feira, maio 03, 2007

1º de Maio de 2007


O PNR celebrou o 1º de Maio, Dia do Trabalho Nacional, com um desfile em Lisboa, entre o Largo do Rato e o Marquês de Pombal, onde o Presidente proferiu um discurso que pode ser lido aqui.