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terça-feira, novembro 24, 2009

A esquerda moderna


Os apoios à maternidade (como a prestação do abono pré-natal) atribuídos aos agregados familiares mais carenciados não terão aumentos em 2010.
De um governo abortistas não poderíamos esperar outra medida. Entretanto e financiadas por todos nós, com direito a licença em casa as abortadeiras profissionais continuam a gozar de todos os privilégios e borlas.
Este sistema, refém de bandeiras da esquerda moderna, da burguesia decadente e promíscua que a forma, não para de atentar contra a natalidade, contra a família, contra a tradição o orgulho pátrio e a identidade.
Fechar maternidades para abrir clínicas de aborto, casamento dos homossexuais, vender Portugal ao estrangeiro, conspurcar e desvirtuar a nossa história, multiculturalismo é que estão na moda, estão na ordem do dia da esquerda moderna, que afinal faz o trabalho sujo da Nova Ordem Mundial que hipocritamente diz combater.

quarta-feira, outubro 21, 2009

Pela Vida


O blogue Pela Vida completa hoje três de existência.
Aos seus colaboradores endereçamos os nossos parabéns, exortando-os a que não desistam de militar nas fileiras de tão nobre causa.

sábado, outubro 17, 2009

Centenas de milhares em Madrid contra o Holocausto


Os espanhóis dizem não ao xuxialista Zapatero diz sim.
Em suma depois de legalizar o aborto, o assassinato em massa, os xuxialistas querem mandar na consciência dos médicos. Basta de assassinatos de inocentes e de lavagens ao cérebro.

quinta-feira, setembro 10, 2009

Assessor de Obama quer aborto forçado e tirania planetária para limitar a população


O presidente Obama nomeou para Director do Gabinete de Política para Ciência e Tecnologia a John Holdren um dos mais radicais pregadores do controle forçado da natalidade.

Holdren também é defensor esterilização massiva de populações inteiras introduzindo agentes esterilizantes na rede de água potável. Também é um grande arauto do que chamou de “Regime planetário” que aplicaria esse programa. A matéria foi revelada pela agência LifeSiteNews e encontra-se disponível na Internet.

Holdren formulou esse programa para os USA no livro “Ecoscience: Population, Resources, Environment”, do qual é co-autor.

“Tem sido demonstrado - escreveu - que leis compulsórias de controle da população, incluindo até leis impondo o aborto compulsório, podem-se sustentar sob a actual Constituição se a crise da população se tornar suficientemente severa para pôr em perigo a sociedade” (p. 837).

Holdren pretende que “nem a Declaração de Independência nem a Constituição americana mencionam um direito a se reproduzir” e que por causa disso o governo pode obrigar as mulheres a terem crianças ou forçá-las a abortar.

Holdren ataca as famílias numerosas com o infamante e falso argumento de que “contribuem para uma geral deterioração social super-produzindo crianças”.

Nas páginas 786-7 propõe uma “cápsula esterilizante com efeitos de longo prazo que poderia ser implantada sob a pele” das mulheres na puberdade e que “poderia ser removível, com autorização oficial, para um limitado número de filhos.”

Holdren propõe nas páginas 942-3 uma autoridade política internacional que ele chama de “regime planetário”, para garantir o controle da população, dos recursos e do meio ambiente. Esse tirânico poder controlaria e distribuiria os recursos naturais e decidiria qual seria a “população óptima do mundo”.

Para Holdren esse novo despotismo deveria ter poder efectivo para impor suas decisões. Para isso deveria dispor de uma “organização internacional armada, uma das força de polícia interplanetária” (p. 917).

Este monstro assassino é que devia ser o protagonista do anúncio sobre a SIDA, mas como faz parte do governo dos USA o mundo assobia para o lado.

terça-feira, setembro 01, 2009

A verdade sobre o aborto


O aborto traz grandes males, físicos e psíquicos, para a mulher que aborta. Permitam-me uma comparação um pouco chocante, mas ilustrativa. Dados os males provocados pelo fumo, em alguns lugares proíbe-se fumar. Há quem concorde e quem discorde, quem obedeça ou desobedeça. O pulmão do fumador, entretanto, não distingue entre o cigarro legal e o ilegal.

No caso do aborto, a legalização evita algumas complicações decorrentes das condições da prática clandestina. Entretanto, os principais efeitos nocivos do aborto continuariam a ocorrer, como se pode demonstrar com os dados obtidos em países nos quais a prática não é considerada crime na legislação vigente. Nesse caso não se trata de suposições e extrapolações, mas de estudos científicos publicados em revistas médicas.

Nos Estados Unidos, mulheres que se submeteram ao aborto provocado apresentam, em relação às que nunca fizeram um aborto: 250% mais necessidade de hospitalização psiquiátrica; 138% a mais de quadros depressivos; 60% a mais quadros de stress pós-traumatico; sete vezes mais tendências suicidas; 30 a 50% mais quadros de disfunção sexual.

Além disso, entre as mulheres que fizeram um aborto, 25% exigem acompanhamento psiquiátrico em longo prazo. Em Dezembro do ano passado o British Journal of Psichiatry publicou pesquisas realizadas na Nova Zelândia, que mostraram existir 30% mais problemas mentais em mulheres que fizeram aborto induzido. O coordenador do trabalho, dr. David Fergusson, admite que era favorável ao aborto por livre escolha, mas que estava repensando a sua posição em função dos resultados obtidos.

Outro dado preocupante é que a legalização acaba por aumentar significativamente o número de abortos. A Espanha traz-nos um exemplo expressivo. Em 2008, o editorial do jornal El País comentou que há na Espanha “demasiados abortos”. Entre 1997 e 2007, o número de abortos mais que duplicou. Entre 2006 e 2007, houve um aumento de 10%. Além disso, uma em cada três mulheres que abortaram em 2007 já tinha abortado anteriormente, uma ou mais vezes. Isto demonstra a banalização da prática. El País comenta que o aborto é “percebido por muitos jovens como um método anticoncepcional de emergência, quando é uma intervenção agressiva que pode deixar sequelas físicas e psicológicas”.

Sobre as sequelas psicológicas, já comentei acima. Sobre as físicas, há estudos que mostram maior risco de doenças circulatórias, doenças cérebro-vasculares, complicações hepáticas e cancro de mama. A gravidez posterior também fica comprometida, com maior incidência de placenta prévia, parto prematuro, aborto espontâneo e esterilidade permanente.

sábado, agosto 29, 2009

O modernaço


O secretário-geral do PS, José Sócrates, afirmou hoje que nas próximas eleições legislativas estará em jogo uma escolha entre duas mundivisões, entre o progresso e a modernidade dos socialistas, e outra retrógrada e conservadora.
Enquanto, modernamente grande parte dos português passa por dificuldades e fome o Sr. Pinto de Sousa não para de vender a banha da cobra a pomada santa da jibóia brasileira, para desesperadamente tentar manter-se no poleiro.
As modernices do Sr. Pinto de Sousa foram muitas, começou por modernizar o ensino com formaturas ao domingo, por acabar com a instituição família com o casamento dos homossexuais, por fechar maternidades para abrir clínicas de aborto, por encerrar unidades de saúde publicas para abrir privadas, por retirar a policia da rua e modernizar a leis para facilitar a vida aos desfavorecidos sociais que praticam crimes, por ajudar grandes instituições financeiras e detrimento de pequenas e medias empresas. Realmente Sócrates prometeu e Sócrates cumpriu. Portugal tem hoje um novo rumo. Está mais moderno mais cosmopolita, menos seguro, mais gay, menos pró família, mais pró assassinato de inocentes, com fome e miséria mas com os ricos mais ricos.

quarta-feira, agosto 12, 2009

Furta carros em Coimbra para ir roubar gasóleo


Reincidente e com pena suspensa, jovem suspeito terá furtado mais de 20 automóveis
ao longo dos últimos dois meses no parque de estacionamento junto à Estação Velha
.
Mais um exemplo do clima de impunidade, que não nos cansamos nem cansaremos de denunciar.
Os nacionalistas e o seu partido o PNR são os únicos que não alinhando com o politicamente correcto vão gritando as verdades aos quatro ventos e só votando PNR nas próximas eleições é possível acabar com a criminalidade que o sistema não combate e que parece nos estar a impingir, como normal. Para podermos receber os subsídios de Bruxelas que só beneficiam meia dúzia de privilegiados temos que aceitar de bom grado a criminalidade, a imigração descontrolada, a legalização do aborto, a liberalização da droga, os atentados ao ambiente, os baixos salários, o desemprego, etc., etc. Já é tempo de dizer basta. Os nacionalistas há muito tempo que o dizem, junte-se a nós e diga-o bem alto também.

quarta-feira, julho 29, 2009

Mais promessas


O Sr. Pinto de Sousa continua a fazer promessas envenenadas ou que sabe que não vai poder cumprir. A hipocrisia é tanta que vemos o governo que possibilitou a liberalização do aborto preocupado com a baixa natalidade.
Não podem baixar impostos, não são capazes de resolver o desemprego, mas prometem 200 por cada nascimento, se mais não houvesse para comentar basta fazer contas de qual o valor dos 200 euros após 18 anos de rendimento seguro. Sabendo nós que os juros pagos ficam abaixo da inflação. Isto quer dizer que no fim o recebido valerá, menos que os 200 euros agora desviados por motivos eleitorais e mostra mais uma suspeita ligação poder banca, uma vez que será mais uns dinheiros seguros para aqueles que não param de enriquecer fazerem negócios.
O PS está tão agarrado ao poder, que não hesita em enganar descaradamente o povo para poder continuar no poleiro.
Mas para quê prometer, o PS até é governo, até é maioria, que faça já.

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Aborto é crime


Dois anos após o referendo que legalizou o aborto até às 10 semanas, tem aumentado o número de casos de mulheres, em Portugal, que utilizam a interrupção voluntária da gravidez como se se tratasse de um método contraceptivo e continuam a existir situações de aborto clandestino.
Dois anos após o referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez, os números oficiais revelam a ocorrência de quase 18 mil abortos - no último ano - e 22 mil desde 2007, quando foi aprovada a lei.
E neste dia em que se cumprem 2 anos sobre o referendo de 11 de Fevereiro de 2007.
Passados dois as falácias dos defensores do sim começa a cair por terra, não só não se diminui o numero de abortos, como também não se acabou com o aborto clandestino. Na realidade podemos mesmo contactar que as abortadeiras profissionais gozam agora do pleno direito de fazer abortos por atacado.
O aborto é hoje intitulado de outras formas, como Redução Terapêutica, Redução de Danos para a Paciente ou Interrupção da Gravidez, que buscam amenizar o efeito da palavra aborto. É prática comum em alguns países e proibida com veemência em outros. É, acima de tudo, um dilema social, humano, jurídico, religioso e um risco para a saúde das mulheres, que deixa sequelas psicológicas para toda vida, excluindo deste particular aquelas criaturas, sem consciência que praticam o aborto como quem toma um café.
Cada vez mais é preciso informar a população sobre o risco do aborto e mais, sobre a importância da vida. Isso não significa deixar a paciente desamparada, mas orientá-la e instruí-la sobre as consequências do acto para que, futuramente, isso não comprometa a sua saúde mental e também física.
Cada vez mais é preciso criar politicas de apoio à maternidade, para que o recurso ao aborto por motivos económicos desapareça.
Afinal, se estamos aqui hoje, debatendo esse tema, é porque alguém permitiu que tivéssemos o nosso primeiro direito, o direito à vida.

terça-feira, fevereiro 03, 2009

quinta-feira, dezembro 18, 2008

Velada pela Vida


Pedimos aos cristãos espiritualmente solidários com as "Veladas pela Vida", ouvintes da Rádio Renascença, que nos ajudem apelando por email à Emissora Católica para que transmita directamente a próxima «Velada pela Vida».


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Para: mail@rr.pt, carmo.fonseca@rr.pt

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Assunto: Transmissão em directo da «Velada pela Vida» no dia de Natal - 21h00

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Corpo da mensagem: (pode alterar redacção)

« Ex.mº Senhor Director de Programação da Rádio Renascença,

Há cerca de meio ano que as «Veladas pela Vida» vêm lançando um pouco de Luz sobre a fria noite do aborto em Portugal. As «Veladas pela Vida» consistem na Oração do Terço todos os dias 25 às portas de hospitais e maternidades onde se fazem abortos. Realizam-se simultaneamente pelas 21h00, de norte a sul do país.

No próximo dia 25 de Dezembro, excepcionalmente, a Velada será feita em família, colocando-se uma vela a arder junto das janelas. Ainda assim, um grupo da diocese de Leiria-Fátima se prepare para o fazer como habitualmente frente ao Hospital de Santo André, em Leiria. Esta é a primeira "Velada" realizada no dia de Natal e o guião será distribuído por email para todo o país. As meditações inspiram-se no livro «Rosário pela Vida» de P.e João Pimental, contando com o IMPRIMATUR de D. Jorge Ortiga.

Por estas razões e pela urgente necessidade de travar um flagelo que já matou "legalmente" cerca de 17.942 bebés em Portugal, pensamos que é muito importante dar a esta Velada uma voz qmais forte, permitindo às famílias em casa estarem unidas em Espírito ao grupo de Leiria-Fátima.

Os amigos e ouvintes da Renascença que fizeram da «Emissora Católica Portuguesa» o que hoje ela é - e designadamente os leigos - sentem-se agora no direito de esperar o mesmo apoio da Rádio Renascença para as suas iniciativas. Nessa medida vimos propor que a Renascença transmita em directo a "Velada pela Vida" de 25 de Dezembro.

Votos de Feliz Celebração do Nascimento d’Aquele que é Vida »

terça-feira, outubro 21, 2008

Pela Vida


O blogue completa hoje dois anos de idade.
A luta pela vida não está perdida, no entanto é necessária alimentar esta ideia.
Todos aqueles que colaboram no blogue devem continuar a escrever.
Admitimos novos colaboradores.

sexta-feira, setembro 19, 2008

Fechar maternidades para abrir clínicas de aborto


Margarida nasceu na madrugada de ontem numa ambulância dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz. Foi o 11.º bebé a nascer fora de uma maternidade, desde o encerramento do bloco de partos do Hospital Distrital da Figueira, em Novembro de 2006.
Perante factos não existem argumentos, e fica provado que o fecho da maternidade da Figueira da Foz foi um erro, que os figueirenses estão a pagar bem caro.
No entanto convém ter presente que a politica governamental de apoio à maternidade permite que no Hospital desta localidade se possam fazer abortos.
Nada mais claro, este governo fecha maternidades para abrir clínicas de abortos.

quinta-feira, julho 24, 2008

Tomar: Absolvidos quatro arguidos acusados de crime de aborto agravado que resultou em morte


Esta notícia, não pode deixar de merecer a minha indignação e é reveladora da forma como se faz e aplica a justiça em Portugal.
Deixando de parte a questão do aborto, uma vez que face à actual legislação, todos os casos em tribunal, tendem a ter desfechos do género, é indignante, como a questão da morte da jovem é passada em branco ao abrigo de uma lei que nada tem a ver com a questão de fundo.
Uma médica obstetra, prescreve um medicamento, o Cytotec (usado na prevenção de úlceras gástricas e intestinais), na condição de haver consentimento de todas as partes, tendo explicado a toma (quatro comprimidos de duas em duas horas), os sintomas e os efeitos, garantindo não haver consequências para a saúde da jovem.
O medicamento acaba por causar a morte da jovem.
Mas o que tem a ver a estrada da beira com a beira da estrada, não estamos a falar de um acto médico e de um procedimento que foi legalizado? Não deviam ser duas coisas distintas perante a lei? Mas poderá um médico prescrever um medicamento, para uma doença que nem vem descrita nas indicações do mesmo e depois ao abrigo, das modernices do sistema a culpa morrer solteira?
Num país onde a justiça funcionasse, pais, namorado e medica deviam passar largos dias no calabouço, pois no intuito de se livrarem de um empecilho, carregam a culpa de duas mortes.
Mas este sistema segue e soma e é preciso denunciar constantemente estas monstruosidades, para que o povo acorde da longa noite “democrática”.

quinta-feira, julho 17, 2008

Federação Portuguesa pela vida avalia negativamente primeiro ano de aplicação da lei do aborto




A Federação Portuguesa pela Vida assinalou, em comunicado, o primeiro aniversário da regulamentação e aplicação da lei do aborto, considerando que “é altura de olhar de novo para a sociedade portuguesa”.

O documento, enviado à Agência ECCLESIA, frisa que “a aplicação da lei que liberalizou o aborto frustrou as expectativas, mesmo dos que a defenderam: verificamo-lo nas tomadas de posição públicas de alguns defensores do Sim no referendo”.


“Vemos uma população que dia após dia envelhece e a quem o Estado não oferece alternativas ao aborto. Os factos confirmam que a lei desprotege as mulheres, os filhos, as famílias, a sociedade”, lamenta a Federação.


“A sociedade portuguesa não se pode desinteressar de tantas mulheres, cada vez mais transformadas em objectos, empurradas para soluções humilhantes, que as afectam na sua dignidade de mães e de seres humanos”, acrescenta.


A nota revela que durante este ano foram criadas 15 Associações que se vieram juntar às 60 já existentes, “para procurar resolver os problemas do aborto: é cada vez mais evidente que o caminho do facilitismo do aborto está errado”.

Mais informação aqui

quarta-feira, julho 02, 2008

Constitucionalista alerta para aplicação da lei



Gomes Canotilho lança um alerta sobre a forma como está a ser aplicada a lei do aborto, nomeadamente sobre os riscos de estar a ser utilizada como método contraceptivo.

O constitucionalista ligado ao Partido Socialista acha também que existe o risco de servir para uma eliminação selectiva de seres humanos.

“A interrupção da gravidez não foi concebida, em termos da lei, como um instrumento contraceptivo” e “seria grave” que isso acontecesse, referiu Gomes Canotilho, à margem da cerimónia que assinalou os 90 anos do Tribunal da Relação de Coimbra

quinta-feira, junho 26, 2008

Apoio ao aborto



Portugal passará a conceder auxílio-maternidade e paternidade para desempregados, pessoas em situação de carência económica ou com baixa contribuição previdenciária, segundo decreto publicado nesta quarta-feira, que entra em vigor em 1º de Agosto.
O auxílio maternidade será pago à mulher após o parto de bebé vivo ou morto e em caso de aborto espontâneo ou interrupção voluntária da gravidez.
A notícia até seria agradável, não fosse o apoio a quem aborta voluntariamente. Os abortos já são pagos com os nossos impostos. Agora vamos ter de sustentar quem pôs termo à vida de um filho que trazia no ventre. Os nossos impostos pagos com sacrifício, muitas vezes de forma injusta servem agora, para as abortadeiras descansarem em casa, quiçá de pernas abertas, porque em caso de azar é só ir ao hospital mais próximo.

segunda-feira, junho 23, 2008

Aborto: Movimentos "pró vida" convocam concentração em frente ao hospital de Guimarães


Por SMS e e-mail alguns movimentos "pró vida" estão a fazer convites para uma "Velada pela Vida" junto ao Hospital de Guimarães onde, em seis meses, foram realizados 134 abortos.
A concentração em frente ao Hospital Senhora da Oliveira está marcada para quarta-feira, às 21H00, numa iniciativa que os organizadores apelidam de "Velada pela Vida".