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sábado, janeiro 23, 2010

A União Europeia prejudica Portugal


Reunidos ontem em Coimbra, os produtores de leite exigem duas medidas fundamentais: a aproximação entre o preço ao produtor e os custos de produção, mas também a luta contra o fim das quotas leiteiras na EU, impostas pelos grandes produtores do norte da Europa.
Será lícito que governantes pensem que a troco de betão e alcatrão, além evidentemente de chorudas verbas para os bolsos de tantos, um país deva submeter o seu aparelho produtivo às decisões de terceiros, tantas vezes contrárias aos seus interesses? É óbvio que não! Por isso temos a frontalidade de dizer que a UE prejudica Portugal.
Em alturas de aproximação de eleições europeias, abundam sempre as manifestaçoes de eurocepticismo oportunista. No caos dos nacionalistas será provavelmente o único a poder afirmar que as tuas preocupações em relação à Europa não são de hoje, porque são de sempre. Os nacionalistas e o seu partido o PNR querem assumir sem complexos a representação de todos aqueles, e são de muitas e diferentes famílias, que sempre foram críticos quanto a este modelo de construção europeia.

quarta-feira, janeiro 13, 2010

Produtores de arroz preocupados com poluição do Baixo-Mondego


Os orizicultores do Baixo-Mondego alertaram ontem para o risco de a produção desaparecer em breve dos Vales do Pranto e do Arunca, se não for resolvido o problema das descargas poluidoras ou construído um canal de rega.
Para um governo e um sistema, preocupados em ajudar quem menos precisa, empenhados no casamento dos gaises e reféns do imperialismo de Bruxelas o investimento na agricultura, passou para segundo plano se é que não foi completamente banidos dos programas.
Em tempo de campanha eleitoral as promessas não faltam, mas mal sentam o traseiro nas poltronas do poder dedicam-se logo a outra “agricultura; cultivam somente os interesses dos seus partidos as imensas maquinas de emprego e de enriquecimento à custa da nação e do povo.

sexta-feira, janeiro 08, 2010

Orizicultores reclamam intervenção do Governo


Protestos, marchas lentas, encontros com o ministro da Agricultura… Os orizicultores do Vale do Mondego desdobraram-se em iniciativas ao longo de 2009 para inverter a situação de declínio do sector. Mas nada, ou quase nada, se resolveu. O problema central, segundo a Associação Portuguesa dos Orizicultores (APOR), mantém-se: o arroz continua a ser vendido a um preço inferior aos custos de produção e se nada for feito há orizicultores que em menos de um ano abrirão falência.
A política agrícola comum e a voracidade das grandes superfícies estão a prejudicar a nossa agricultura. Nada que preocupe os nossos governantes empenhados em relacionamentos anti natura e pouco preocupados com Portugal e os portugueses.
As pescas e a agricultura sofrem dos “benefícios de Bruxelas, a breve trecho tudo o que comemos virá dos países que dominam a Europa, tornando ainda mais penosa a nossa independência. O imperialismo de Bruxelas vai fazendo as suas mossas ajudado por quem nos impingiu um tratado sem nos consultar.
A terra é de quem a trabalha, para aqueles que com muitos sacrifícios ainda ousam ser agricultores a nossa solidariedade e total apoio nesta luta pela terra, pelo trabalho e por melhores condições de vida

terça-feira, dezembro 29, 2009

Orizicultores reúnem forças


Os homens do arroz não dão tréguas. A situação piora de dia para dia e eles exigem respostas de quem tem o dever e a obrigação de os ajudar. No dia 22 de Janeiro reúnem-se em encontro nacional.
Com o desemprego a ultrapassar os 10% e a economia e insegurança no futuro a preocuparem, e com razão, os portugueses, os nossos governantes em vez de estimularem a agricultura, pescas, indústria e comércio, preocupam-se com outras “prioridades”. Em vez de se esforçarem por recuperar soberania e independência já perdidas, preocupam-se com outras “prioridades”. Em vez de conterem e inverterem o endividamento externo, não param de o agravar, levando Portugal à falência, pois preocupam-se com outras “prioridades”.
A retoma económica das nossas zonas rurais é urgente. Tal passa pela recuperação da agricultura (reforma da política agrícola, anulação das dívidas dos agricultores, recusa da Organização Mundial de Comércio) e pela diversificação das actividades, nomeadamente no sector terciário: desenvolvimento do tele-trabalho e do trabalho no domicílio. Fortes incentivos fiscais facilitarão a instalação de empresas no interior, permitindo assim criar empregos e combater a desertificação rural. O Estado garantirá a manutenção dos serviços públicos de proximidade (escolas, correios, mercados, polícias, hospitais, etc.) e assegurará a existência das linhas ferroviárias secundárias e de acesso ao interior do País.
Connosco, Portugal será equilibrado.

segunda-feira, dezembro 07, 2009

Uma imensa bola de neve


O valor que os industriais do sector estão a pagar aos produtores de arroz, na casa dos 21 cêntimos por quilo, não dá para os adubos, os químicos e o trabalho.
As grandes superfícies estão a fazer “dumping” (vender a preço mais baixo que o de compra) o que faz baixar os preços pagos aos produtores.
Esta guerra dos preços onde um governo regido por ditames neoliberais não intervêm, tem consequências mais nefastas que uma simples guerra de preços. A breve trecho será mais um sector da nossa agricultura que terá de “fechar as portas” aumentando a nossa dependência face ao exterior. Uma vez dependentes estaremos à mercê dos preços, sendo certo que vamos pagar bem caro, esta falsa baixa de preços de venda.
Prece ser esse o rumo traçado pelos políticos do sistema, devido á sua incapacidade ou porque são capazes de tudo.
É o rumo traçado pela Europa dos federastas e tratantes a quem os políticos no poder prestam vassalagem.

segunda-feira, outubro 19, 2009

A UE prejudica Portugal


Redução das quotas de captura, recuo do rendimento global gerado pela actividade, poderosos incentivos ao abate e um aumento da capacidade concorrencial dos produtos importados explicam esta redução.
Mais uma vez se prova quão nefasta tem sido para a nossa economia a adesão à União Europeia. O engano dos subsídios, encobria e encobre a cada vez maior dependência de Portugal em relação à Europa.
Hoje em termos agrícolas e piscatórios, produzimos muito menos. Isto significa que, Portugal é cada vez menos é capaz de conseguir produzir a alimentação suficiente para os portugueses. Como tal estamos cada vez mais à mercê de Bruxelas. Numa situação de catástrofe, seria praticamente impossível alimentar a esmagadora maioria dos portugueses.
No entanto Portugal possui recursos agrícolas e piscícolas que devidamente explorados, têm capacidade para diminuir a nossa dependência para números razoáveis. As políticas restritivas de Bruxelas disfarçadas de hipócritas preocupações, são as principais culpadas do abandono dos campos e da diminuição da nossa frota pesqueira.
Portugal outrora um país orgulhosos e praticamente auto-suficiente, sobrevive hoje graças às esmolas de Bruxelas, que os nossos políticos esbanjam em artigos de luxo. Portugal faz hoje lembrar um pobre disfarçado, por fora, para o exterior mostra sinais de riqueza, mas em casa muitos dias nem para comer existe dinheiro.

segunda-feira, agosto 24, 2009

Os lacaios de Bruxelas


O ministro Jaime Silva que, numa entrevista ao Jornal de Notícias, afirmou que «três mil produtores de leite vão desaparecer a curto prazo».
Cumpre assim o ministro, as directivas de Bruxelas e pode finalmente o leite dos países mais poderosos ser vendido em Portugal sem grande concorrência.
Bruxelas ao contrário de Roma vai pagar principescamente a estes traidores.
Esperemos que o povo e os agricultores portugueses saibam dar a devida resposta a estes lacaios de Bruxelas.
Os agricultores já há muito que vêm alertando para o incumprimento da palavra e para o abandonado da agricultura, aliás no seguimento de politicas de outros governos e de outros partidos. Desde a “reforma agrária” de má memoria que os comunistas queriam implementar nos tempos de PREC, até às leis castradoras de Bruxelas, os partidos do sistema de machadada em machada têm prejudicado agricultura agricultores e trabalhadores agrícolas. Hoje os nossos campos estão desertos a actividade agrícola deixou de ser rentável graças aos partidos do sistema.

quinta-feira, agosto 20, 2009

A União Europeia prejudica gravemente a agricultura portuguesa


Vinte e cinco por dento dos nossos agricultores correm o risco de falência nos próximos meses.
A triste realidade já tinha sido prevista pelo PNR. o sistema lacaio das politicas de Bruxelas, rápido a actuar no que prejudica a agricultura e lento no que toca a benefícios ( se é que os há) está a destruir todo o nosso tecido agrícola, para que também neste ramo da nossa economia fiquemos cada vez mais à mercê das esmolas comunitárias.
O PNR, único partido que se bate contra a Europa dos federastas, é também o único que relativamente ao sector agrícola apresenta propostas realistas e verdadeiramente capazes de revitalizar os campos do nosso país
A retoma económica das nossas zonas rurais é urgente. Tal passa pela recuperação da agricultura (reforma da política agrícola, anulação das dívidas dos agricultores, recusa da Organização Mundial de Comércio) e pela diversificação das actividades, nomeadamente no sector terciário: desenvolvimento do tele-trabalho e do trabalho no domicílio. Fortes incentivos fiscais facilitarão a instalação de empresas no interior, permitindo assim criar empregos e combater a desertificação rural. O Estado garantirá a manutenção dos serviços públicos de proximidade (escolas, correios, mercados, polícias, hospitais, etc.) e assegurará a existência das linhas ferroviárias secundárias e de acesso ao interior do País.
Connosco, Portugal será equilibrado.

terça-feira, julho 28, 2009

Basta de federastas


O dirigente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) João Dinis apelou hoje aos agricultores para que penalizem com o seu voto o Governo nas eleições de Setembro, altura em que antecipam uma "explosão social" no sector.
É preciso chamar os bois pelos nomes e dizer bem alto que os principais culpados da crise da agricultura são os diversos políticos que têm passado pelo poder nos trinta e cinco anos e as politicas imperialistas de Bruxelas.
Portugal está refém dos acordos da ditadura dos países ricos que governam a Europa, que a breve trecho vão acabar coma nossa agricultura e pescas.
Não basta dizer não a este ou aquele governo, é preciso gritar bem alto que este sistema e a União Europeia que o patrocina prejudicam a agricultura em particular e a Pátria e Povo no geral.
Os atentados à agricultura sucedem-se, quer por parte do governo, quer da parte do PSD. De facto a Câmara de Cantanhede ao convidar o Ministro da Agricultura para inaugurar a Expofacic, mostrou claramente o pacto para este sector que existe entre PSD e PS. Os agricultores assobiaram o ministro, mas deviam também ter guardado alguns galhardetes, para quem lhes mandou restringir ao sábado e domingo os lugares que tinham para venda no Mercado Municipal.

domingo, julho 26, 2009

Agricultores em “marcha lenta” entre Montemor e Coimbra




O primeiro encontro está marcado para Montemor-o-Velho, amanhã, no Recinto da Feira. Ali prometem concentrar-se homens e máquinas, a partir das 16h00. Uma hora depois começa a “marcha lenta” rumo a Coimbra. A “paragem” está marcada para as 20h00, em frente à delegação da Direcção Regional de Agricultura e Pescas (DRAP) do Centro, na Avenida Fernão de Magalhães. Homens e máquinas prometem ficar ali pela noite dentro.
Cumprida a primeira concentração, realiza-se a segunda, já na terça-feira, a partir das 10h00, em frente à delegação da DRAP, seguindo-se, pelas 12h30, nova “viagem”, desta feita rumo ao Governo Civil de Coimbra.
Esta foi a forma que uma “comissão” de Agricultores da Região de Coimbra encontrou para mostrar o seu “cartão vermelho” às políticas do Governo. Em causa está o agravamento da situação da agricultura que, sublinha uma das associação envolvidas no protesto, ««está a atravessar a pior crise dos últimos 30 anos» e «não há vontade política para alterar este estado de coisas». «O Governo, particularmente o ministro Jaime Silva, continua a dizer que está tudo bem e a falar em milhões», sublinha, adiantando que a «realidade é outra e bem diferente».
As razões para esta «crise profunda» prendem-se com a «quebra acentuada que se tem vindo a verificar nos preços, nomeadamente do leite, carne, arroz e vinho», que não se compaginam com a «carestia dos factores de produção», nomeadamente forragens, rações, fertilizantes, mas também do gasóleo e da electricidade, esclarece João Dinis, da Confederação Nacional da Agricultura, uma das várias associações que apoia a concentração/manifestação de agricultores.
Aquele responsável refere ainda «a ditadura das grandes superfícies», que «manipulam os preços», vendendo muitos vezes produtos abaixo do custo real de produção, para além de promoverem uma política massiva de importação, que atrofia o escoamento da produção nacional. Outra das razões do protesto prende-se com o Programa de Desenvolvimento Rural que, no entender dos agricultores, é ineficaz e necessita de uma «reforma urgente».
Durante os dois dias de protesto, os agricultores vão fazer ouvir a sua voz, secundados pelos vários dirigentes associativos.
Após o início das desastrosas políticas da União Europeia, estes são os sectores da nossa economia que mais se ressentiram.

Políticas como a PAC têm constituído a desgraça e o desespero dos nossos agricultores, constatando-se o abandono crescente dos campos, fomentado por Bruxelas, a redução da população activa neste sector, a carestia dos produtos agrícolas, mercado português inundado de produtos de qualidade inferior e impondo uma concorrência desleal, graças aos baixos custos que a agricultura intensiva, lesiva do ambiente e da saúde dos consumidores proporciona.

As quotas de produção constituem outro mecanismo vergonhoso, que prejudica quem trabalha e é produtivo. Há muita gente em situação de pobreza e até passando fome, mas prefere-se destruir produtos agrícolas em nome de interesses, que nada têm a ver com Portugal.
O PNR propõe-se:

· Salvaguardar o mundo rural, através da revitalização dos campos, encorajando o turismo de qualidade, as animações culturais e ajudando os jovens agricultores a conservar o gosto dos trabalhos da terra.

· Implementar uma linha de crédito bonificado para os jovens agricultores e pescadores, nomeadamente para a aquisição de equipamento, e criação de escolas profissionais para estes sectores.

· Proteger a agricultura tradicional, diversificada e biológica, defendendo as explorações de média dimensão e de dimensão familiar, cujo papel económico, social e ambiental não pode ser esquecido. Para tal, deve haver uma moratória das dívidas dos pequenos agricultores, uma redução da burocracia e um apoio aos preços dos produtos agrícolas.

· Promover uma política de etiquetagem, de modo a privilegiar a qualidade à quantidade e o consumo de produtos naturais e regionais.

· Promover o desenvolvimento das culturas susceptíveis de serem utilizadas como matérias-primas industriais, bem como aquelas que mais se adequam às condições naturais do nosso país.

· Desenvolver uma política de ordenamento do território racional e credível, que permita a exploração sustentada da silvicultura, bem como a expansão desta actividade económica.

· Proteger a fertilidade dos solos, desenvolvendo medidas de combate à erosão e à desertificação.

· Assegurar a maior independência alimentar possível, tendo em conta possíveis convulsões internacionais ou catástrofes naturais e criar nichos de produção que consigam penetrar nos mercados externos.



FONTE

quinta-feira, junho 11, 2009

Curso - Fundação Biológica


A Fundação BioLogica está a organizar e promover um curso de identificação e produção de cogumelos. Estas sessões teórico-praticas permitem dar a conhecer as diversas formas de uso, propriedades e benefícios dos cogumelos, uma vez que existem muitas espécies comestíveis ou com propriedades medicinais, mas também espécies venenosas ou tóxicas, dado que a sua aparência apresenta diversas semelhanças, que por vezes torna mais difícil o processo de identificação. O workshop inclui ainda uma oficina prática de produção de cogumelos em Modo de Produção Biológico, seguido de um jantar micológico biológico.

terça-feira, maio 19, 2009

Dobre de finados para a agricultura portuguesa?


A pouco e pouco, as terras vão sendo abandonadas, fartos de trabalho árduo, de sol a sol, os agricultores portugueses demandam outras paragens e profissões.
Problemas de escoamento, redimensionamento das parcelas, desertificação do interior, falta de apoio do Ministério da Agricultura e Pescas, desde a formação ao encerramento das inúmeras delegações deste Ministério, tudo tem contribuído para que a Agricultura Nacional se encaminhe a passos largos para o fim!
Neste momento, quem cultiva os campos é uma camada da população bastante envelhecida, pois os novos não querem nada com a terra.
Os mais velhos encontram na terra um complemento às suas escassas reformas.
No entanto, tudo isto poderá piorar ainda, se os agricultores tiverem que declarar no prazo de um ano, todos os poços, linhas de água, fossas e ribeiros que atravessam as suas terras. Terão ainda que assinalar a potência dos seus motores de rega e assinalar num mapa os seus poços através de GPS e com recurso à Internet!
Quem assinalará os poços das terras que jazem ao abandono?
De acordo com o Decreto-Lei nº 226A/2007, de 31 de Maio, todos os proprietários e arrendatários de utilizações dos recursos hídricos, que à data da entrada deste decreto-lei não disponham de título que permita essa utilização, têm que pedir as devidas autorizações/licenças/concessões de utilização, junto das autoridades competentes.
O pedido de autorizações/licenças/concessões é obrigatório para todos os proprietários de terrenos em que haja qualquer tipo de utilização dos recursos hídricos, existentes e que não esteja legalizada, sejam elas poços, noras, furos, minas, charcos, barragens e ou açudes, quer se destine para consumo humano, rega ou actividade industrial.
Para o caso de poços ou furos, executados antes da entrada em vigor da referida legislação, o Artº 89º do mesmo diploma prevê a sua regularização no prazo de 2 anos, isto é, até dia 31 de Maio de 2009.
A legislação citada prevê o regime sobre as utilizações dos recursos hídricos, devendo os pedidos de emissão de títulos de utilização dos recursos hídricos ser instruídos conforme o regulamentado na Portaria n.º 1450/2007, de 12 de Novembro (Diário da República, 1.ª série — N.º 217 — 12 de Novembro de 2007).
A Regularização deve ser requerida mediante requerimento com o tipo e as características da captação, sua localização, características da exploração e o relatório final.
A inexistência deste, deverá ser substituída pela entrega de um relatório de peritagem técnica da captação, efectuada por um técnico com formação na área da hidrogeologia. Após apreciação será emitido o respectivo título de acordo com a legislação (Licença ou Autorização).
Se o requerimento for apresentado até 31 de Maio de 2009, os utilizadores ficam isentos da aplicação da coima e poderão atribuir as concessões, licenças e autorizações necessárias para cada tipo de utilização.
Caso seja detectada qualquer utilização não declarada após 31 de Maio, o seu proprietário incorre numa contra-ordenação muito grave, cuja coima mínima, para particulares, pode ir de 25 mil a 37.500 euros. No caso de pessoas colectivas, a coima pode ir de 60 mil a 2,5 milhões de euros.
É que o governo conta amealhar mais uns cobres, no entanto o tiro pode-lhes sair pela culatra.
Ficando sem impostos e os pequenos e médios agricultores nacionais abandonarem de vez a terra ingrata.
Depois da Indústria, do Comércio, dos Serviços, agora chegou a vez da agricultura.
Já entregaram o país de bandeja em Bruxelas e andam a apregoar para aí que não é sustentável.
Tragam de volta D. Afonso Henriques e D. Nuno Alvares Pereira, que por certo que saberiam o que fazer com tantos socretinos e respectivos comparsas.

FONTE

sábado, maio 16, 2009

CAP promete Verão de protestos de rua contra política agrícola do Governo


A direcção da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) vai definir, na próxima quarta-feira, um programa de acções públicas de contestação da política agrícola do Governo. Manifestações, cortejos, sessões de esclarecimento e grandes concentrações de agricultores, a primeira das quais poderá realizar-se já no início de Junho, durante a Feira Nacional da Agricultura, são algumas das iniciativas previstas.
è natural que os nosso agricultores estejam descontentes, mas é preciso que iluminem de vez a doença em vez de andarem só a tratar de baixar a febre.
Este governo os anteriores e todos os partidos do sistema são os culpados do estado a que chegou a nossa agricultura. Desde os tempos do PREC e com a ajuda da EU, os campos vão ficando vazios, trabalhar a terra deixa de ter interesse.
Só eliminando o mal pela raiz é possível, tornar a agricultura rentável, quer no que toca às grandes explorações, quer no que toca às explorações familiares. A EU prejudica e prejudicou a nossa agricultura.
Convém lembrar as propostas do PNR para a agricultura.
Políticas como a PAC têm constituído a desgraça e o desespero dos nossos agricultores, constatando-se o abandono crescente dos campos, fomentado por Bruxelas, a redução da população activa neste sector, a carestia dos produtos agrícolas, mercado português inundado de produtos de qualidade inferior e impondo uma concorrência desleal, graças aos baixos custos que a agricultura intensiva, lesiva do ambiente e da saúde dos consumidores proporciona.
As quotas de produção constituem outro mecanismo vergonhoso, que prejudica quem trabalha e é produtivo. Há muita gente em situação de pobreza e até passando fome, mas prefere-se destruir produtos agrícolas em nome de interesses, que nada têm a ver com Portugal.
O PNR propõe-se:
• Salvaguardar o mundo rural, através da revitalização dos campos, encorajando o turismo de qualidade, as animações culturais e ajudando os jovens agricultores a conservar o gosto dos trabalhos da terra.
• Implementar uma linha de crédito bonificado para os jovens agricultores, nomeadamente para a aquisição de equipamento, e criação de escolas profissionais para estes sectores.
• Proteger a agricultura tradicional, diversificada e biológica, defendendo as explorações de média dimensão e de dimensão familiar, cujo papel económico, social e ambiental não pode ser esquecido. Para tal, deve haver uma moratória das dívidas dos pequenos agricultores, uma redução da burocracia e um apoio aos preços dos produtos agrícolas.
• Promover uma política de etiquetagem, de modo a privilegiar a qualidade à quantidade e o consumo de produtos naturais e regionais.
• Promover o desenvolvimento das culturas susceptíveis de serem utilizadas como matérias-primas industriais, bem como aquelas que mais se adequam às condições naturais do nosso país.
• Desenvolver uma política de ordenamento do território racional e credível, que permita a exploração sustentada da silvicultura, bem como a expansão desta actividade económica.
• Proteger a fertilidade dos solos, desenvolvendo medidas de combate à erosão e à desertificação.
• Assegurar a maior independência alimentar possível, tendo em conta possíveis convulsões internacionais ou catástrofes naturais e criar nichos de produção que consigam penetrar nos mercados externos.

terça-feira, maio 05, 2009

TOCHA - AGRICULTORES MANIFESTARAM-SE JUNTO DA LACTICOOP/LACTOGAL


Cerca de 100 agricultores manifestaram-se ontem, na Tocha, solicitando o aumento do preço do leite na produção e não novas descidas, como se tem vindo a verificar nos últimos tempos.

Enquanto os preços ao consumidor não reflectem as descidas do preço no produtor, algum intermediário anda a enriquecer com o negócio do leite.
O sistema tudo faz para acabar com a nossa agricultura, é a politica da subsidio dependência, Bruxelas paga para nós consumirmos e vamos cada vez mais ficando reféns.
Por isso temos de dizer basta porque esta Europa que nos querem impingir não nos serve.

quarta-feira, abril 08, 2009

Este sistema não serve


Os produtores de leite cansaram-se de ver o sector “correr” para a falência e decidiram unir esforços para evitar o pior. Ontem à noite, um grupo de produtores de leite do Baixo Mondego juntou-se na Cooperativa do Bebedouro abrindo caminho para uma contestação regional àquilo que consideram ser um total desrespeito por parte do Ministério da Agricultura e dos seus representantes.
Politicas erradas no sector agrícola, muitas delas para cumprir as directivas dos barões de Bruxelas têm levado á falência muitos agricultores.
Políticas como a PAC têm constituído a desgraça e o desespero dos nossos agricultores, constatando-se o abandono crescente dos campos, fomentado por Bruxelas, a redução da população activa neste sector, a carestia dos produtos agrícolas, mercado português inundado de produtos de qualidade inferior e impondo uma concorrência desleal, graças aos baixos custos que a agricultura intensiva, lesiva do ambiente e da saúde dos consumidores proporciona.
As quotas de produção constituem outro mecanismo vergonhoso, que prejudica quem trabalha e é produtivo. Há muita gente em situação de pobreza e até passando fome, mas prefere-se destruir produtos agrícolas em nome de interesses, que nada têm a ver com Portugal.
Impõe-se pois que:
Salvaguardar o mundo rural, através da revitalização dos campos, encorajando o turismo de qualidade, as animações culturais e ajudando os jovens agricultores a conservar o gosto dos trabalhos da terra.
• Implementar uma linha de crédito bonificado para os jovens agricultores e pescadores, nomeadamente para a aquisição de equipamento, e criação de escolas profissionais para estes sectores.
• Proteger a agricultura tradicional, diversificada e biológica, defendendo as explorações de média dimensão e de dimensão familiar, cujo papel económico, social e ambiental não pode ser esquecido. Para tal, deve haver uma moratória das dívidas dos pequenos agricultores, uma redução da burocracia e um apoio aos preços dos produtos agrícolas.
• Promover uma política de etiquetagem, de modo a privilegiar a qualidade à quantidade e o consumo de produtos naturais e regionais.
• Promover o desenvolvimento das culturas susceptíveis de serem utilizadas como matérias-primas industriais, bem como aquelas que mais se adequam às condições naturais do nosso país
• Desenvolver uma política de ordenamento do território racional e credível, que permita a exploração sustentada da silvicultura, bem como a expansão desta actividade económica.
• Proteger a fertilidade dos solos, desenvolvendo medidas de combate à erosão e à desertificação.
• Assegurar a maior independência alimentar possível, tendo em conta possíveis convulsões internacionais ou catástrofes naturais e criar nichos de produção que consigam penetrar nos mercados externos.

quarta-feira, março 04, 2009

O ministro da agricultura "mente aos portugueses todos os dias"


O presidente da CAP-Confederação dos Agricultores Portugueses disse hoje que o ministro da agricultura "mente aos portugueses todos os dias", “o Ministério da Agricultura ainda não pagou as ajudas de 2007 ao sector”.
A CAP manifestou preocupação porque o PME Invest exclui o sector agrícola e criticou o ministério da Agricultura que diz estar completamente destruído a nível de funcionamento.

“As ajudas de 2007 ainda não foram pagas”, disse João Machado acrescentando que, por esse motivo, os agricultores portugueses estão em desigualdade em relação aos colegas comunitários.

O responsável lembrou que José Sócrates prometeu mil milhões de euros para a modernização da agricultura mas que “com este ministro não há um único contrato de investimento assinado”.

João Machado teceu fortes críticas ao governo, dizendo que “o diálogo com o Ministério não foi possível nos últimos quatro anos” e que “o Governo tem uma política anti mundo rural, contra a agricultura”.

“Existe claramente uma opção de esterilizar o mundo rural, que representa 80% do território nacional”, acrescentou.

Após o início das desastrosas políticas da União Europeia, estes são os sectores da nossa economia que mais se ressentiram.
Políticas como a PAC têm constituído a desgraça e o desespero dos nossos agricultores, constatando-se o abandono crescente dos campos, fomentado por Bruxelas, a redução da população activa neste sector, a carestia dos produtos agrícolas, mercado português inundado de produtos de qualidade inferior e impondo uma concorrência desleal, graças aos baixos custos que a agricultura intensiva, lesiva do ambiente e da saúde dos consumidores proporciona.
As quotas de produção constituem outro mecanismo vergonhoso, que prejudica quem trabalha e é produtivo. Há muita gente em situação de pobreza e até passando fome, mas prefere-se destruir produtos agrícolas em nome de interesses, que nada têm a ver com Portugal.

O PNR propõe-se:

• Salvaguardar o mundo rural, através da revitalização dos campos, encorajando o turismo de qualidade, as animações culturais e ajudando os jovens agricultores a conservar o gosto dos trabalhos da terra.
• Implementar uma linha de crédito bonificado para os jovens agricultores, nomeadamente para a aquisição de equipamento, e criação de escolas profissionais para estes sectores.
• Proteger a agricultura tradicional, diversificada e biológica, defendendo as explorações de média dimensão e de dimensão familiar, cujo papel económico, social e ambiental não pode ser esquecido. Para tal, deve haver uma moratória das dívidas dos pequenos agricultores, uma redução da burocracia e um apoio aos preços dos produtos agrícolas.
• Promover uma política de etiquetagem, de modo a privilegiar a qualidade à quantidade e o consumo de produtos naturais e regionais.
• Promover o desenvolvimento das culturas susceptíveis de serem utilizadas como matérias-primas industriais, bem como aquelas que mais se adequam às condições naturais do nosso país.
• Desenvolver uma política de ordenamento do território racional e credível, que permita a exploração sustentada da silvicultura, bem como a expansão desta actividade económica.
• Proteger a fertilidade dos solos, desenvolvendo medidas de combate à erosão e à desertificação.
• Assegurar a maior independência alimentar possível, tendo em conta possíveis convulsões internacionais ou catástrofes naturais e criar nichos de produção que consigam penetrar nos mercados externos.

segunda-feira, novembro 10, 2008

Porreiro pá


Cerca de 70% do que comemos vem do estrangeiro. A "forte e preocupante" dependência externa foi um dos temas do 3.º Colóquio Nacional de Horticultura Protegida, que decorreu na Póvoa de Varzim.

Comprovado o "falhanço da economia de mercado", os horticultores reclamam regulação e incentivos, que lhes permitam competir nos mercados estrangeiros. "Até há poucos anos, tínhamos uma auto-suficiência alimentar de 70%. Neste momento, dependemos em 70% do exterior. Se nos cortarem as importações, não temos o que comer", frisou Manuel Soares, o presidente da Associação Portuguesa de Horticultores (APH), que, com a Horpozim - Associação de Horticultores da Póvoa de Varzim, organizou o encontro, que reuniu 200 produtores, empresários e investigadores.

A APH surgiu, em 1976, numa altura em que a horticultura em estufa surgia forte no Algarve e Estremadura. Volvidos 30 anos, a União Europeia trouxe a "invasão" de produtos espanhóis. O Algarve entrou em declínio. A Estremadura estagnou. "Quase por milagre" surge o Norte, hoje com "maior potencial de crescimento, mais capacidade para inovar e muitos horticultores jovens, que garantem continuidade". Só na Póvoa, a Horpozim tem 600 sócios, todos produtores. No concelho, as estufas surgiram como forma de incrementar a produção, face à falta de espaço para cultivo.

A fechar o colóquio, um dos temas mais polémicos: a distribuição. "Quem produz é mal remunerado. Quem compra, compra caro e, no meio, há toda uma cadeia que só transporta e leva as mais-valias. "Temos que ser um só, desde o viveirista ao produtor e ao comercial. Só assim conseguiremos sobreviver", rematou o presidente da Horpozim, Carlos Alberto Lino.

FONTE

quinta-feira, julho 03, 2008

A desertificação da Gândara


Não estou a afirmar que a Gândara deixou de ser verde!
O que quero dizer é que está a ficar deserta em termos agrícolas, ao abandono, sem população activa e em exclusão rural.
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quinta-feira, fevereiro 28, 2008

Conversa da treta


É assim que podemos classificar a conversa entre o Ministro da Agricultura e os agricultores do baixo Mondego. Muito prometeu o Ministro, mas como o dinheiro para as promessas nem sequer esta inscrito no orçamento de estado vamos ter mais uma tipo “150 000 empregos”.
Num país onde os agricultores foram pressionados a não produzir tanto leite e onde agora este passou a um produto escasso. Num país que tinha uma zona que era considerado o celeiro de Portugal e que agora se vê obrigado a importar trigo. Num país onde se preparam para fazer a mesma asneira com o arroz. Só podemos esperar uma coisa, que eles (o sistema) acabem rapidamente com a agricultura e que fiquemos a viver da ajuda internacional. As ONGs passaram a actuar em Portugal, chefiadas por uma madame que até é de um partido com acento na AR. No reino dos Algarves instala-se uma grande zona turística interdita ao Zé Portuga ( se é que já não o é) na Serra da Estrela uma estancia de Inverno continuando o queijo mas agora confeccionado numa cadeia de fast food.
A festa pode continuar até porque a gente do costume não vai ser prejudicada, antes pelo contrario vivem à custa das asneiras, lucram com as asneiras e continuam a fazer asneiras.