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sexta-feira, janeiro 29, 2010

Que façam boa viagem


Nos últimos dois meses foram expulsas duas pessoas angolanas, residentes em Coimbra, por falta de documentos e requisitos para regular a situação em Portugal. Tendo a Casa de Angola feito chegar estes casos ao Consulado, a Missão Consular da República de Angola deslocou-se ontem a Coimbra, para tratar da documentação da comunidade e evitar novas expulsões.
Sempre defendemos que os imigrantes ilegais e criminosos deviam ser imediatamente expulsos do país. Portugal é dos portugueses e se já somos críticos em relação aos que possuem vínculo laboral, pois só entendemos estas situações quando todos os portugueses estiverem empregados, não podemos deixar de aplaudir esta atitude do SEF.
Conhecemos um dos casos de expulsão, um cidadão angolano que de noite e completamente embriagado deambulava pelas ruas da cidade de Coimbra e que de forma agressiva abordava quem ia encontrando pedindo tabaco ou dinheiro para bebida. O seu racismo anti branco era notório, quando os seus pedidos não eram satisfeitos.
A Casa de Angola e muito hipocritamente, pois sabemos de que forma são tratados os imigrantes neste país, tenta por em causa o bom trabalho do SEF de Coimbra.
Nós dizemos claramente, alto à imigração descontrolada, alto à invasão que nos trás mais criminalidade, mais vagabundagem e gente a viver de caridade, mas que sobretudo é co-responsável pelos baixos salários que auferimos e pelo desemprego que somos obrigados a aceitar.
Pecou apenas o SEF por defeito, porque gente do género, sem ocupação, vivendo nas margens da criminalidade da toxicodependência e do alcoolismo é um lugar comum na cidade de Coimbra.
Se para os imigrantes que ganham honestamente a sua ida podemos olhar com outros olhos, com este tipo de gente não pode haver contemplações, repatriação e mais nada e que façam boa viagem.

segunda-feira, novembro 16, 2009

Os dirigentes de Angola são criminosos


Apoiados pelos seus governos e financiados com enormes lucros do comércio e do investimento, e ainda excedentes orçamentais, as potências económicas neocoloniais estão a adquirir o controle de vastas extensões de terras férteis de países pobres na África, Ásia e América Latina, através da intermediação de corruptos locais, em regimes de mercado livre, da mesma forma que pilham o petróleo e ou os diamantes.
Aos corruptos locais que à nova ordem Mundial interessa manter no poder, tudo é permitido. Presos políticos, prisões sem culpa formada, são ignoradas por aqueles que na ONU falam de direitos humanos, por aqueles que tanto criticavam a nossa presença em Africa.
Um intrigante processo está a ter lugar no tribunal de Luanda Norte, e é uma mostra do regime que governa este país. poucas são as vozes que se levantam contra este atentado aos direitos humanos, poucos porque não convém irritar os assassinos que se sentam nas cadeiras do poder em Luanda, não vá a fonte secar. Mesmo quando alguém ousa denunciar é rapidamente silenciado, pelos neocolonialistas. Todos estamos lembrados como foi tratado Bob Geldof, sabedor de muito do que se passa em Africa. Ousou dizer umas verdades e foi logo crucificado, pelos neocolonialistas emergentes.
O governo de Angola, deve explicar publicamente como gasta a imensa riqueza gerada pelo petróleo em vez de molestar cidadãos pura e simplesmente por delito de opinião.

segunda-feira, junho 15, 2009

PNR critica empréstimo de 500 milhões a Angola


Comunicados

O Governo português concedeu um empréstimo de 500 milhões de euros a Angola para financiar projectos de infra-estruturas, avançou esta quinta-feira a rádio angolana RNA, não tendo havido até ao momento qualquer desmentido por parte de nenhum dos governos.

Angola é um dos países com maiores recursos naturais (petróleo, diamantes, etc.), não só em África mas em todo o Mundo, e tem um dos Chefes de Estado mais ricos do planeta. Ao mesmo tempo, diversas organizações e relatórios apontam aquele país como um dos mais corruptos da economia mundial.

Os negócios privados podem ser incentivados, a corrupção nunca, e muito menos delapidar o erário público à custa de quem trabalha, sobretudo numa altura em que o próprio governo justifica as suas más políticas com a crise económica.

Com o PNR os portugueses estarão sempre primeiro!

Comissão Política Nacional
14 de Junho de 2009

terça-feira, março 10, 2009

De joelhos

Os governantes de deste país e o rebanho que se junta à volta, a cada dia que passa ficam mais pequeninos, mais lacaios, mais cobardes.
Recebem com honras de estado um corrupto e um assassino e ainda tem o descaramento de o elogiar.
Angola é hoje um país de grandes diferenças sociais, onde a esmagadora maioria do povo vive no limiar da pobreza e onde um pequeno grupo de corruptos, sustentados no poder pelo neocolonialismo, vive principescamente.
Mas em nome dos negócios que os boys por lá vão montando e da solidariedade imperialista o governo e a esmagadora maioria dos partidos do sistema tentam atirar-nos areia para os olhos. De fora ficou o BE, partido com o qual discordo em muita coisa e do qual não espero nada. Mas diga-se em abono da verdade foi o único a ter uma atitude minimamente decente.

quinta-feira, dezembro 18, 2008

Filha do Presidente de Angola compra quase 10 por cento do BPI


Isabel dos Santos, filha do Presidente angolano José Eduardo dos Santos, entrou no capital do Banco Português de Investimento (BPI), adquirindo ao Banco Comercial Português a posição de 9,69 por cento que este detinha no grupo liderado por Fernando Ulrich.
A outra realidade é que 70% dos 14 Milhões de cidadãos Angolanos vivem na miséria (com um máximo de 1,7 Dólar ( 1,3 EUROS ) por dia.
Impressionante é vermos como mãos cheias de crianças e adolescentes abandonados sobrevivem diariamente entre a imundice, a destruição, a fome e as doenças.
Próximo, os José Eduardos dos Santos dos MPLÁs e de futuros MPLÁs com outros nomes sugam as riquezas de um país sem mínima consideração pelo seu povo.
Angola é um dos países do mundo com maior taxa de mortalidade infantil - 260 crianças em 1000 não chegam à idade dos 5 anos.

segunda-feira, dezembro 15, 2008

Mentira; a base de sustentação de toda a propaganda comunista


Tenho aqui no blogue uma ligação para o Pravda. Não são raras as vezes que pasmo com alguns artigos que por lá escrevem. Compartilho este convosco, para que possam ler as bestialidades que por lá se escrevem.
A primeira grande mentira o combate contra sul-africanos, quando sabemos que o exército cubano assassinou em Angola ao serviço do imperialismo vermelho muitos angolanos.
A segunda mentira tem a ver com a tentativa de relacionar uma guerra civil com a nossa presença em Africa.
Alguém menos avisado, sobretudo as novas gerações que nada sabem de historia, ficará certamente coma a convicção que em 1975 ainda havia guerra colonial e que os sul-africanos ajudavam os portugueses.
Uma verdade ressalta no entanto da notícia, o imperialismo vermelho nunca abandonou Angola, juntamente com o imperialismo ocidental suga a terra angolana com a ajuda dos corruptos que mantém no poder.

terça-feira, novembro 11, 2008

No sábado, em Lisboa: encontro na SHIP


No próximo Sábado, dia 15, vai ser apresentado no Salão Nobre da SHIP, - Largo de São Domingos, 11, Lisboa - às 17h, pelo nosso Ten.-Coronel Brandão Ferreira, o livro memorialístico da autoria de Rogéria Gillemans ("Longe é a Lua") que "narra a vida de uma família de Luanda, desde os anos quarenta até Outubro de 1975", e que é uma declaração de amor pela ex-província ultramarina de Angola, recordando e descrevendo vivências que fizeram História.
É, também, um real e violento testemunho denunciador dos acontecimentos que culminaram na trágica, vil e traidora "descolonização exemplar" que vitimou Portugal a 25 de Abril de 1974 às ordens do Club Bilderberg.

sexta-feira, outubro 31, 2008

Descolonização exemplar


Mais um exemplo do neocolonialismo e das boas relações entre capitalistas e capitalistas de estado, afinal são ambos a face da mesma moeda que se chama exploração do homem pelo homem.
A esquerda comunista detentora do poder em Angola MPLA de braço dado com o grande capital, para continuar a assassinar em Cabinda e aumentar as colossais fortunas que possui, enquanto o povo angolano morre de fome.
A descolonização exemplar continua a matar e a perpetuar a miséria e as desigualdades sociais.
Aqueles que mais criticaram a nossa presença em Africa, são agora os protagonistas, daquilo a que chamamos neocolonialismo, muito mais difícil de mostrar, mas muito mais hediondo porque muitas vezes disfarçado de ajuda internacional.
Finalmente convido todos a passarem neste blogue, palavras para quê, se são os próprios angolanos que o dizem. Felizmente em Angola como na Europa existe alguém que diz basta existe alguém que diz não.

sábado, outubro 11, 2008

Angola acusada de atacar refugiados na Republica Democrática do Congo

Testemunhas na Republica Democrática do Congo (RDC) denunciam operações militares angolanas na província do Baixo Congo que visam perseguir refugiados originários de Cabinda.
O mundo é composto de mudança e o que hoje é permitido a uns sem que a comunidade internacional proteste, antes era motivo para pôr em alvoroço todos esses grupelhos que se dizem a favor dos direitos humanos.
A hipocrisia da Nova Ordem Mundial preocupa-nos porque perdeu a vergonha, revolta-nos porque injusta.

sábado, setembro 27, 2008

Palavras para quê???


Angola regista um nível de imigração ilegal que constitui uma ameaça à segurança nacional, estando a criar danos ao sistema social, económico e a interferir na organização política do país. Tais constatações pertencem ao 2º comandante geral da Polícia Nacional, comissário Paulo Gaspar de Almeida.

quinta-feira, julho 17, 2008

Notável pá

O primeiro-ministro português, José Sócrates, destacou hoje o "trabalho notável" que o Governo angolano tem desenvolvido e que permitiu transformar Angola num dos países que "mais tem crescido economicamente".
O trabalho notável é exactamente igual ao que José Sócrates realiza em Portugal.
Fortunas principescas saídas não se sabe de onde, o grande capital a encher os bolsos e o povo na miséria e a passar fome.

sexta-feira, junho 27, 2008

Farsantes


As eleições no Zimbabué são “uma farsa inaceitável” cujo resultado o Governo de Lisboa não reconhecerá, afirmou hoje o ministro português dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado.
A promessa de referendar o Tratado de Lisboa também foi uma farsa inaceitável.
Farsa inaceitável também é o governo déspota de Angola, mas de essa farasa os farsantes não falam.

quarta-feira, maio 07, 2008

Massacres em Angola - 1961. Esclarecimento de um protagonista

Caros Camaradas e Amigos


Tenho vindo, de maneira superficial, a acompanhar estes comentários sobre o início do designado «terrorismo» em Angola, sobre os massacres então ali ocorridos, sobre os primeiros reforços militares enviados e respectivas actuações e, tal como já previa, acabo por constatar os mesmos lapsos ou (no mínimo) omissões que de forma lastimável, incompreensível e inadmissível se têm verificado e repetido, nomeadamente, até em registos de natureza, dimensão e importância qualitativamente muito diferentes já que "se inscreverão na história", tais como publicações e livros diversos - alguns deles (infelizmente) de autores militares -, intervenções avulsas ou contextualizadas nos "media" nacionais, programas e séries de TV em que não deixo de incluir a recente produção da autoria do jornalista J. Furtado.


Procurarei, assim, e para já exclusivamente no que respeita à questão particular referente às primeiras forças militares enviadas (mobilizadas) para Angola, após a eclosão do conflito (noite de 15/16 de Março de 1961), repor a verdade sobre os factos ocorridos com vista a clarificar os lapsos e/ou omissões acima citados, mais que não seja, como acto de muito respeito e testemunho de veneração por todos aqueles que já não se encontram entre nós, precisamente por, nesse tempo distante mas sempre tão presente, terem dado as suas vidas no cumprimento do nobre dever que só a «condição militar» (especificidade tão incompreendida e tão maltratada, até, tem vindo a ser nestes últimos tempos) obriga. Falo, como é óbvio, dos deveres para com a Pátria, mormente, o do sacrifício da vida, inscritos no Código e no Juramento de Honra do cidadão militar.


Passemos, porém, aos factos em apreço. A 16 de Março, logo que conhecidos foram pelo poder político, na (então) Metrópole, os sangrentos e criminosos actos ocorridos em Angola na data acima referida, por decisão superior foi determinado o imediato envio para ali, por via aérea em aviões da TAP, da 7ª Companhia de Caçadores Especiais - 7ªCCE (posteriormente denominada 78ª) que se encontrava sedeada no B.C.5 em Lisboa e que muito recentemente havia completado a sua instrução de aprontamento operacional no Centro de Instrução de Operações Especiais - CIOE, em Lamego. A urgência imposta revestiu tal grau que a nenhum seu militar, inclusive aos residentes em Lisboa e na sua cintura, foi autorizada a saída do quartel para contacto e despedida dos seus familiares; houve, nessa tarde, que se proceder à vacinação de todo o pessoal no Institudo de Medicina Tropical, fazer espólios, distribuir novas dotações de fardamento camuflado, distribuir armamento ligeiro e munições aos graduados e receber instruções adequadas à situação.


Esta subunidade era comandada pelo Capitão de Inf. Abílio Eurico Castelo da Silva, que ao princípio da noite de 16 de Março de 1961, marchou com um 1º escalão da mesma num Super-Constellation da TAP (via ilha do Sal); face à total indisponibilidade de mais qualquer aeronave da respectiva frota, nessa data, só a 18 e 19 de Março, nas mesmas condições, marcham os 2º e 3º escalões da Companhia, sendo este último comandado por mim (Alferes de Infª, cmdt do 1º Pelotão e Adj. do Cmdt.).


Esta primeira força militar rapidamente encaminhada para o teatro de operações e, normalmente, pouco citada antes quase sempre omitida, até, nas mais diversas referências e descrições, quer faladas quer escritas, àcerca do início do conflito em Angola, ocorre relativamente apreciável tempo antes, ainda, da mobilização de unidades de escalão Batalhão - e acaba por realizar, à semelhança de outras muito poucas sub-unidades para lá mobilizadas ainda antes de 15 de Março de 1961,assim como das também poucas para lá deslocadas na circunstância, missões difíceis em condições perigosas, que exigiram sacrifícios de toda a ordem num ambiente de enorme tensão e de grande e generalizada instabilidade psicológica, por que não dizer mesmo de verdadeiro pânico das populações e de muita preocupação por parte das autoridades civis e militares.


É, pois, neste quadro que a 7ª CCE cumpre múltiplas missões nos Distritos do Quanza Norte e do Uige, centradas em toda a região dos Dembos (e rio Dange), área das inúmeras e grandes roças produtoras de café, que constituíram os «alvos» preferenciais da barbárie, em pé de igualdade com a quase totalidade das pequenas povoações, algumas das quais sedes de Administrações e de Postos Administrativos, onde, em comum, se desenrolaram os mais traiçoeiros e impiedosos ataques efectuados pelo movimento dirigido por Holden Roberto, designado, então, por "União das Populações de Angola" - UPA.


Esta intervenção de grande mobilidade sobre os Dembos é realizada pela 7ªCCE (-), já que dois dos seus pelotões foram destacados para garantir a segurança da capital de Distrito do Quanza Norte (Salazar), das povoações de Dondo e de Lucala e da barragem de Cambamba à data em plena construção, e pela 6ª C Caçadores (-) com a qual se verifica idêntico emprego atribuindo-se-lhe a segurança das povoações de Quibaxe, Bula-Atumba, Pango-Aluquem entre outras. Estas forças foram, para o efeito, integradas num Comando de Batalhão (muito reduzido), denominado por "Batalhão Eventual" e cujo comando foi atribuído ao (então) Major de Infª Rebocho Vaz que, até aí, desempenhava as funções 2º Cmdt do RI de Luanda.(Recorda-se aqui que o Ten Inf Jofre Prazeres, morto poucos dias depois, era seu adjunto e pertencia, igualmente, àquele RI).


Nas acções, inicialmente desenvolvidas, sempre em condições muito complexas e sem o mínimo apoio logístico, por total inexistência de meios, o seu pessoal procede ao levantamento dos hediondos danos cometidos pelo inimigo por toda essa vasta região, tenta a identificação e trata dos inúmeros mortos encontrados, salva e recupera bastantes colonos e nativos (bailundos) assalariados nas roças, que haviam conseguido furtar-se aos ataques (chacinas) fugindo e escondendo-se na mata e noutros locais seguros, dando-lhes todo o auxílio e protecção na desesperada busca de familiares não encontrados assim como na recuperação de alguns bens mais significativos, presta socorros a feridos que surgiram nas mais díspares situações e ajuda as populações a organizar-se em autodefesa nas povoações não atacadas e não abandonadas. Simultaneamente e com frequência, efectivos seus, na exploração de notícias obtidas e na perseguição de grupos inimigos, confrontam-se e travam com eles acções de combate, sobretudo aquando vítimas de emboscadas, por norma, montadas em locais difíceis e preparados com abatises.


É neste cenário e nestas condições que, decorridos que foram cerca de 15 dias de permanência em Angola, não obstante as inúmeras baixas provocadas ao inimigo, a 7ª CCE contava já, também, com um considerável número de baixas em combate - 7 mortos e 1 desaparecido.


De entre os mortos figurava o próprio comandante, Cap. Castelo da Silva, chefe que todos, mas todos, os seus subordinados veneravam profundamente e que, por todas as formas, tentavam tomar como exemplo (morto e chacinado com outros militares, em 02 de Abril de 1961, numa emboscada sofrida no triângulo Aldeia Viçosa - Vista Alegre - Cambambe, concretamente em Cólua).


Figura ímpar nas suas dimensões de Homem e de Militar sobravam-lhe qualidades e virtudes que o tempo - não fosse todo o infortúnio desse nefasto acontecimento - inexoravelmente se encarregaria de conferir os devidos reconhecimento e realce.


Ocorre de forma inverosímil, injusta e vergonhosa que este Distinto, Valente e Exemplar Militar nem, postumamente, merecedor foi de um singelo louvor.


O historial pátrio tem inscritos, também, exemplos destes!!

Valdemar Diniz Clemente (Cor. Infª Reformado)


NOTA – O autor deste comentário pede a todo e qualquer cidadão e agradece, profundamente, que faça dele a maior divulgação já que, face ao pensamento corrente e dominante nas actuais "elites", tão distraídas, rejeitantes e altamente aleivosas desse passado nacional, o simples conhecimento destes factos assim como de tantos outros da mesma sorte, possa constituir uma salutar lufada de natureza conceptual relativa à Honra, ao Respeito e à Gratidão.


Por outro lado e da nossa parte, tal gesto representará sempre uma pequeníssima Homenagem ao Cap. Infª A. Eurico Castelo da Silva e a todos os demais militares vítimas dos repugnantes acontecimentos desse período.


Este pedido abrange a inserção em blogues que, pela sua estratégia editorial, possibilitem o esclarecimento dos acontecimentos militares de 1961 em Angola e outros semelhantes

quinta-feira, dezembro 06, 2007

Olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço


As máquinas de guerra descontroladas fizeram sempre atropelos e atentado aos direitos humanos. No entanto a ditadura de um só sentido teima em só ver os erros de uns e esconde a todo o custo os de outros
Nos últimos tempos noticias de violações aparecem todos os dias, como pode ser comprovado aqui e aqui.
Seja o exército ocupante americano ou as tropas comuno-angolanas as acções são as mesmas. Quando vejo esta gente a falar de direitos humanos até me dá vontade de vomitar.
De salientar também as acções da tropa fandanga angolana para combater a imigração. Se o mesmo se passa-se em Portugal já a comandita da esquerda chique á direita reaccionária estaria a gritar e a esperniar, mas como se passa numa ex-colónia a ordem é esconder e calar à força.

quarta-feira, novembro 28, 2007

Angola está a operar militarmente no Congo


Angola é hoje uma sombra daquilo que era no tempo colonial.
De um território em vias de desenvolvimento, transformou-se num país dependente do petróleo e dos diamantes, governado por meia dúzia de famílias que vivem na opulência enquanto o povo morre de fome. Aqueles países que tanto criticaram o nosso envolvimento em Africa ainda o “rei não estava morto” já se tinham posto nas ex-colónias. O grande capital apátrida bem pode agradecer a ajuda dos Soares e dos Almeidas.
Feito o acordo de paz entre UNITA e MPLA parecia que a paz ia voltar a Angola, no entanto outra frente de luta se abriu no enclave de Cabinda.
A repressão tem-se abatido sobre o povo desta zona, sem que os organismos internacionais tenham sequer mexido uma palha para o impedir. Quem manda na ONU não lhe interessa que o assunto seja discutido, não vá Luanda não gostar e acabar-se assim a mama do petróleo e dos diamantes.
Agora, testemunhas garantem que 274 militares da Forças Armadas de Angola (FAA) «fortemente equipados» violaram a fronteira de Massabi e estão operar no território da República do Congo (Brazzaville). Angola ainda não reconheceu oficialmente a operação e o Congo tarda a manifestar-se. Ou estamos perante uma invasão de um pais soberano ou o Congo é cúmplice nesta incursão que visa seguramente perseguir elementos dos movimentos de libertação de Cabinda.
O exército do MPLA é responsável pela chacina de centenas de cabindenses, tudo leva a crer que agora com a colaboração do governo do Congo e o desinteresse táctico dos países ocidentais.
A cimeira Europa Africa que agora se aproxima vai decerto passar ao longe deste problema, mas não vai deixar de criticar Mugabe. Aos amigalhaços do mundialismo tudo é permitido os outros ou entram na linha ou levam com toda a artilharia em cima.

terça-feira, novembro 20, 2007

Comunidade cabindesa de Kinshasa denuncia prisões abusivas de refugiados


A Comunidade Cabindesa de Kinshasa denunciou junto da União Africana e do Conselho de Segurança da ONU as acções perpetradas contra os refugiados cabindas residentes no Congo, e lamenta as declarações de Amah Assiama que reconhece que a ACNUR teme o Governo de Angola.

Num mundo dominado pela ditadura de sentido único, casos como este passam ao largo ou não passam no crivo da censura por omissão.
Um pequeno episódio de abuso cometido por uns transforma-se em grande notícia e logo os opinion makers do sistema juntamente com as tropas de choque vêm a terreiro ameaçar pedir punição e estigmatizar. Por outro lado verdadeiros atentados de racismo de abusos e infracções aos direitos do homem, são branqueados, pois o politicamente correcto assim o aconselha. O medo de perderem os negócios que tem com a Republica “Popular” de Angola, paralisa-lhes a língua e adormece-lhes as mãos. São os novos senhores do Templo, tão tiranos como os seus antecessores, mas sem duvida muito mais cobardes.