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domingo, agosto 10, 2008

CGTP enganou operárias


A CGTP já tinha traído os professores na recente contestação a algumas manobras do Ministério, agora engana os trabalhadores.
Como já aqui escrevemos os sindicatos hoje não são mais que maquinas postas ao serviço do sistema e dos partidos que os controlam.
Um dirigente comunista é ensino desde de cedo a mentir, mentir tanto que acabam acreditando que falam a verdade.
Interlocutores oficiais do governo e representantes oficiais dos trabalhadores, os sindicatos negociam oficialmente as leis anti operárias e assinam os documentos oficiais que impõem, com a força do Estado, a lógica do capital (a lógica de rentabilidade) às condições de vida dos trabalhadores. O sindicato funciona em termos de economia nacional, subordinando-se à lógica do sistema capitalista. E se essa lógica exige mais sacrifícios, cabe aos sindicatos defendê-los perante os trabalhadores, em nome de um "realismo" que consiste apenas em considerar a crise económica como um "evento natural" – como um terramoto ou uma onda de frio – e o capitalismo como um fenómeno eterno da natureza.
Desviar as lutas para impasses de “folclore”, isolando-as localmente; impossibilitar a unificação das lutas; canalizar a combatividade para acções ineficazes e desmoralizantes; enfraquecer a solidariedade de classe... Os sindicatos, no mundo inteiro, usaram esses estratagemas para molhar a pólvora social e sabotar as lutas. Exemplos não faltam.
É o povo, são os trabalhadores que hão-de encarregar-se de apoiar e vigorizar a vida portuguesa, pois a maior garantia do trabalho, da prosperidade e da vida digna das massas radica na força económica, moral e material da Pátria.
A esquerda representada nos sindicatos não é solução na luta contra a direita, porque todos eles fazem parte do sistema. Capitalismo e capitalismo de estado, são duas cabeças da mesma hidra peçonhenta.
Só o nacionalismo é solução.

sexta-feira, junho 06, 2008

Continuam as zangas entre comadres


Uma palavra de ordem pedindo a demissão de Sócrates - «Está na hora deste Governo se ir embora» - levou a que a tendência socialista da CGTP abandonasse a manifestação desta tarde na Avenida. Carlos Trindade disse ao SOL que a maioria comunista da CGTP enveredou por uma atitude «aventureira, sectária e anti-democrática».
Está na hora de aproveitar a onda, Nacionalismo é que é porque defende realmente o trabalho e os trabalhadores, todo o resto são correias de transmissão dos partidos do sistema.

quarta-feira, janeiro 09, 2008

CGTP Liberdade Sindical


Manuel Carvalho da Silva poderá abandonar a liderança da CGTP e não ser sequer candidato a secretário-geral no próximo congresso que se realiza a 15 e 16 de Fevereiro, devido às exigências impostas pelo PCP, quanto à composição da futura direcção.
Eu pensava que os sindicatos eram apartidários.
Eu pensava que a só a verdade é que era revolucionária.
Sempre ouvi o PCP negar qualquer interferência ou influência na CGTP.
Será que os foram os Kamaradas que aprenderam com o diz que é uma espécie de Eng.º ou foi este que aprendeu com eles.