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quarta-feira, junho 10, 2009

XVIII Ceirarte


Artesanato, folclore e gastronomia são as três vertentes que, ao longo dos próximos dias, prometem animar a freguesia de Ceira. Através das colectividades, a comunidade marca presença e contribui para o ambiente de festa que a organização pretende que seja apanágio do certame.
Para além da XVIII Ceirarte, certame dedicado às artes que este ano aposta na divulgação dos artesãos locais e que decorre entre os dias 10 e 14 de Junho, a participação das forças vivas da freguesia manifesta-se, ainda e em simultâneo, através da realização do IV Encontro de Associações e da VI Feira Comunitária, dois eventos paralelos à Ceirarte que, no dia 11, prometem demonstrar a pujança das gentes de Ceira.

sábado, março 07, 2009

Correios de Ceira de novo assaltados


Dois indivíduos armados e encapuzados assaltaram ontem à tarde, pelas 17h00, a estação de Correios de Ceira, em Coimbra.
Segundo apurámos, os assaltantes ameaçaram e chegaram mesmo a agredir o único funcionário que ali se encontrava no momento. Levaram o dinheiro em caixa (a quantia é desconhecida) e fugiram numa viatura estacionada a alguns metros, onde os aguardava um cúmplice.
O presidente da Junta de Freguesia de Ceira, José Vicente, lembrou ontem ao Diário de Coimbra que também em Agosto do ano passado foram assaltadas as bombas de gasolina e em Janeiro deste ano os larápios entraram na Escola Básica do 2.o e 3.o Ciclo de Ceira. No entanto, apesar destes casos, o autarca considera que a segurança não é uma questão preocupante na sua freguesia.
Na ânsia de tapara o sol com a peneira os políticos do sistema e alguns lacaios ao seu serviço, tentam a todo o custo desvalorizar a onda de criminalidade que varre o país de norte a sul. Eles sabem que o sentimento legitimo de insegurança lhes pode tirar os votos preciosos para se manterem no poleiro e longe de eliminarem o mal pela raiz, preferem desvalorizar, esconder ou pretender que aceitemos em nome da sua pretensa modernidade e sinal dos tempos.
Mas nestes tempos conturbados onde as trevas tendem a a abrir caminha, haverá sempre uma voz que resiste uma voz que diz não.

terça-feira, novembro 18, 2008

Encapuzados roubaram Correios de Ceira



Quatro indivíduos encapuzados e de óculos escuros assaltaram ontem à mão armada a estação de Correios de Ceira, em Coimbra.
O roubo ocorreu às 11h10, tendo os indivíduos ameaçado com uma arma de fogo a funcionária dos Correios, obrigando-a a abrir um cofre e levando uma quantia indeterminada em dinheiro.
A GNR disse desconhecer o calibre e tipo de arma utilizada pelos assaltantes que fugiram num automóvel, Fiat Punto. Carro que abandonariam nas imediações para fugirem noutro, desta vez um Rover.
De acordo com a assessoria de Imprensa dos Correios, uma funcionária e uma cliente tiveram de receber assistência hospitalar, a primeira por entrar em stress e ansiedade e a cliente por se sentir indisposta.
Segundo o presidente da Junta de Freguesia de Ceira, o assalto de ontem não foi o primeiro efectuado aos correios locais, recordando-se de outro, «há relativamente pouco tempo».
José Vicente lamentou igualmente a onda de assaltos registada recentemente na freguesia, alguns em pleno dia. Recordou, a propósito, os roubos às bombas de gasolina da Alves Bandeira e à Escola 2+3 de Ceira.
Os Correios de Ceira ficam localizados em frente às instalações da Casa do Povo e da Junta de Freguesia.
Segundo uma funcionária da autarquia, foi tudo muito rápido. Tudo indica que haveria um quinto elemento a aguardar os restantes na viatura.
Na sequência do assalto a estação encerrou ao público, devendo reabrir hoje.
A GNR, PSP, Brigada de Trânsito encetaram de imediato buscas mas ontem à noite ainda não tinham, segundo o que foi possível apurar, detectado a viatura. Por envolver armas de fogo, o crime está a ser investigado pela Judiciária.

FONTE

terça-feira, março 11, 2008

“Ponham alarme, otários!”


As escolas básicas 2, 3 de Ceira e de S. Silvestre (Coimbra) foram assaltadas durante o fim-de-semana. Os ladrões deixaram mensagens em tom sarcástico.
Quando a insegurança persiste no tempo criando a sensação de medo constante, reduzindo a auto-estima, a insegurança pode ser um verdadeiro distúrbio social
O sentimento de insegurança em Portugal cresceu em 2007, com dois em cada cinco cidadãos a sentirem-se mais inseguros. De acordo com o estudo “Segurança, Protecção de Dados e Privacidade em Portugal”, recentemente divulgado, 71 por cento dos portugueses consideram que a segurança piorou no ano passado e mais de metade destes prevêem que a situação se agrave este ano..
Nos últimos dias as notícias sucedem-se, assassinatos, roubos, assaltos à mão armada, vandalismo etc.
O poder responde com medidas de cosmética desvalorizando os números tentado enganar os portugueses.
O desnorte é de tal ordem que até na grande criminalidade as estruturas não conseguem dar resposta. O caso do terrorismo é paradigmático, volta que não volta Portugal é visitado por organizações terroristas, as policias de outros países tem essa noção, no entanto neste caso como nos outros a politica é a de meter a cabeça no buraco, ou melhor dizendo meter o assunto no buraco. Ainda recentemente o secretário-geral da GCS assegurava: «não existe qualquer suspeita de actividade terrorista em Portugal e muito menos quaisquer factos que levem a acreditar que existem células terroristas no nosso país».
Quem mais usa a retórica como máscara mais depressa a deixa cair quando se tornam evidentes as consequências negativas das suas políticas.
A escumalha age com impunidade na certeza que dificilmente será apanhada, e que dificilmente será castigada.
Quando se protege mais os criminosos que as vitimas. Quando muita gente já nem participa os crimes pois sabe que nada será feito e que só ira ter trabalha e aborrecimentos. Só resta à sociedade tomar em suas mão a sua segurança.