Mostrar mensagens com a etiqueta Combatentes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Combatentes. Mostrar todas as mensagens

sábado, abril 10, 2010

CCaç 402 (Moçambique) convive a 8 de Maio em Cantanhede


Os ex-militares da Companhia de Caçadores 402, que estiveram em Ponta Mahone, em Moçambique, em 63/65, realizam o Almoço Convívio, dia 8 de Maio, em Cantanhede.
Contacto: Rui Carapeto e Mário Nunes de Oliveira – 963 389 975

FONTE

Dia do Combatente


Comemora-se hoje o dia do combatente. O dia em que muitos foram chamados a defender a Pátria. O dia em que muitos tiveram a honra de cair em defesa da Pátria. Neste dia celebramos os heróis e repudiamos aqueles que fugiram ao dever e cobardemente se passeavam por França ou que pior ainda fizeram ou passaram-se para as fileiras do inimigo.
Creio que esses combatentes heróis e a PÁTRIA, também, nos aconselham, nos exigem, mesmo, que honremos o seu exemplo e memória para que, não sem emoção profunda, mas reflexivamente também, olhemos, todos nós Portugueses, o exemplo que nos legaram como estímulo activo para uma responsabilidade social e politica mais activa.
«Confrontado por todos os lados com injustiça e exploração o homem comum rezinga: “O que posso eu fazer?”. A resposta é assustadoramente simples: LUTAR, LUTAR e LUTAR OUTRA VEZ! Acaba com a baixeza e a cobardia que caracteriza a nossa época. Desfralda os estandartes da Verdade, Heroísmo e Sacrifício. Tornem-se os Guerreiros e Santos que outrora tornaram esta terra digna de amor e respeito. Vive a tua vida para que outros possam viver, e vive grandiosamente. Lança a Guerra Santa que limpa a alma, purifica a mente e expulsa para sempre os traidores e covardes do nosso seio! Luta com coragem, determinação granítica e um coração alegre até à Vitória Final!»

sábado, novembro 28, 2009

FIGUEIRA DA FOZ - Memorial homenageia combatentes no Ultramar


Passados 35 anos sobre o final da guerra do Ultramar, a Figueira da Foz inaugurou um memorial, em preito de respeito por todos os que combateram no ultramar, mas principalmente por aqueles 35 figueirenses que tombaram em nome da Pátria.
Alguns ex-militares, liderados por José Manuel Santos, foram os mentores da ideia e conseguiram concretizá-la, depois de andarem a percorrer o concelho para angariar fundos suficientes para erguer o monumento, que teve também a colaboração do pintor Mário Silva o apoio da Câmara Municipal, Juntas de Freguesia e do Núcleo da Liga dos Combatentes da Figueira da Foz entre outros.
Contra a corrente que insiste em homenagear traidores, desertores, vendedores de passaportes e imigracionistas, alguns portugueses vão a pouco e pouco fazendo erguer a sua voz em defesa dos que não hesitaram em dizer presente.

FONTE

segunda-feira, julho 28, 2008

Movimento Cívico de Antigos Combatentes


Caros amigos
Ex-combatentes
Militares no activo e na reserva
Cidadãos, Lisboa, 10 de Junho de 2008


Portugal vive uma vergonha colectiva desde há 34 anos, ao ter abandonado muitos dos seus mortos da guerra do Ultramar, deixando-os espalhados por locais indignos da Guiné, Angola e Moçambique.

Neste 10 de Junho, Dia de Portugal, eles são os heróis que importa recordar, por que eles foram deixados para trás, esquecidos por todos os governos depois da Revolução de Abril.

Estas comemorações continuarão ensombradas enquanto não for feita justiça à sua memória, libertando-os do esquecimento, resgatando os seus restos mortais e trazendo-os para Portugal.

Hoje, 10 de Junho de 2008, iniciamos esta luta que tem como objectivo único, recuperar os restos mortais desses milhares de soldados portugueses e entregá-los às suas famílias. Queremos que num próximo 10 de Junho, um navio aporte a Lisboa, local de onde um dia partiram para não regressar, e traga aqueles que se bateram pela bandeira de Portugal e deram a vida por ela.

Este é o nosso propósito. Mas para o levar a cabo, precisamos da vossa ajuda, da ajuda de todos os antigos combatentes, dos militares no activo e na reserva, e dos cidadãos que se queiram solidarizar com este Movimento. Queremos congregar os esforços de todos, incluindo as Associações instituídas, para cumprir a missão a que nos propusemos.

Se concordas com o projecto deste Movimento Cívico de Cidadãos, subscreve a lista de recolha de assinaturas que anexamos, a qual será entregue na Assembleia da República e Presidência da República, para que Portugal salde esta dívida para com os seus filhos mortos na guerra do Ultramar, abandonados e dispersos por centenas de locais em África.

Só com a vossa participação e envolvimento, poderemos levar este objectivo até ao fim. As resistências e dificuldades para que este propósito se cumpra, são imensas. Os mortos não votam; por isso, nunca os responsáveis políticos deste país cuidaram do seu regresso.

Combatentes de Portugal,
ajudem-nos a realizar esta nobre tarefa
de resgatar do abandono africano,
aqueles que foram nossos irmãos de armas.
É tempo de eles regressarem a casa.
­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­
Anexamos: Lista de recolha de assinaturas. Logo que completa, envia-a p.f.

Em suporte digital: m.civicoantigoscombatentes.2006@gmail.com

Em suporte físico: (Morada provisória):
Movimento de Antigos Combatentes - Rua Eleutério Teixeira, Nº10-A
2825-152 Monte de Caparica – Almada - Portugal
Esclarecimentos: Telef. 265 530 090 / Fax 265 236 756

segunda-feira, janeiro 07, 2008

Mortos em Guidage podem ser exumados no início de 2008

O primeiro trimestre de 2008 é a data apontada pela Liga dos Combatentes para a expedição a realizar a Guidage, no norte da Guiné, para análise, exumação e transladação dos restos mortais de dez militares mortos em combate a 23 de Maio de 1973 – três pára-quedistas, um dos quais José de Jesus Lourenço, de Fornos, Cadima, cinco soldados do exército e dois nativos. Ao contrário do que o planeado pelo grupo de cidadãos que avançou inicialmente com a intenção de resgatar os restos mortais dos militares portugueses, há cerca de um ano, as ossadas não serão encaminhadas directamente para Portugal.
Segundo a Liga dos Combatentes, instituição que entretanto chamou a si a responsabilidade pela operação, o que for encontrado no terreno será encaminhado para Bissau, capital da Guiné, e ficará sepultado “condignamente” num cemitério ou junto ao monumento ao soldado desconhecido. Ao Independente de Cantanhede, o general Camilo, da Liga dos Combatentes, explicou que a responsabilidade da transladação dos restos mortais dos militares para Portugal não pertence a esta instituição, mas sim às respectivas famílias. Serão elas que, caso estejam interessadas na transladação, devem efectuar esforços nesse sentido.

Uma semana de trabalhos

A Liga tem apenas responsabilidade na manutenção do local de sepultura com a devida dignidade”, esclarece. O militar justifica esta postura com as reduzidas verbas da instituição, bem como a impossibilidade de efectuar as transladações de todos os militares que foram sepultados nos países onde tombaram, quer durante a I Guerra Mundial, quer durante a Guerra Colonial.
A expedição ao norte da Guiné será feita por duas equipas, uma técnica e uma militar, e terá a duração de uma semana.
A equipa técnica será composta por seis elementos, técnicos forenses, através de um protocolo de colaboração estabelecido entre a Liga, o Instituto de Medicina Legal e o Departamento de Antropologia da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra. Saliente-se que integra a equipa uma antropóloga, irmã de um dos pára-quedistas em questão.
A equipa militar, composta por “dois ou três militares”, terá como função assegurar a segurança e todas as condições necessárias para a concretização da intervenção.

Muitas condicionantes

Refira-se que o equipamento necessário para a expedição já foi adquirido para o efeito em Março deste ano, salienta o responsável da Liga dos Combatentes.
O general Camilo ressalva, contudo, que apesar do local onde se sabe terem sido enterrados os corpos dos militares mortos em combate a 23 de Maio de 1973 (num cemitério improvisado nas imediações do então aquartelamento de Guidage, junto à fronteira com o Senegal) já ter sido identificado, não é certo que a expedição venha a encontrar os restos mortais.
Os únicos dados existentes relativos à localização das campas são as apresentadas num ‘croqui’ militar que podem não ser rigorosos, uma vez que existem “muitas versões” quanto aos procedimentos do enterro. Por outro lado, tendo o terreno em questão sido usado para cultivo, as ossadas podem já ter sido removidas.
Convém ainda salientar que, mesmo encontrando-se os restos mortais, não é certo que os resultados da perícia sejam conclusivos quanto à sua identificação.


FONTE

sexta-feira, junho 01, 2007

Tábua inaugura monumento aos combatentes


A vila de Tábua inaugura, dia 9 de Junho, às 11h30, um monumento aos combatentes.
Esta iniciativa, que visa prestar uma homenagem daquele município aos militares “que combateram nas diferentes partes do mundo ao serviço da pátria”, conta com uma sessão solene, às 11h00,e culmina com um almoço de confraternização com os antigos combatentes.