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segunda-feira, agosto 23, 2010

É possível enganar a muitos durante muito tempo mas é impossível enganar a todos o tempo todo


O ministro da Defesa desbloqueou no final de Julho 162 500 euros de subsídios e apoios públicos para doze projectos editoriais e de investigação julgados com "relevância" para "a esfera militar e a área temática da defesa nacional".
A maior fatia dos apoios, no valor de 37 mil euros, foi aloucada ao Observatório AFRICOM, do Instituto Português de Relações Internacionais. Outros 25 500 euros são entregues ao Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra para um projecto de estudo de "Novas perspectivas da Guerra Colonial: alianças secretas e mapas imaginados".
Mais uma vez os subsídios vão para os boys do sistema ou para fins que nada tema ver com o propagandeado.
O sistema e este governo continuam a subsidiar as investigações e os temas que os vão mantendo à tona de água.

terça-feira, maio 25, 2010

Mais despedimentos


A BRISA vai começar a substituir os operadores das portagens por máquinas a partir de Junho, sendo que a instalação final vai ser feita até final do ano. Dada a conjuntura, um despedimento maciço, encapotado por rescisões por mútuo acordo, de trabalhadores para serem substituídos por máquinas, é absolutamente inaceitável, tanto mais que se trata duma empresa que apresenta, desde sempre, lucros excepcionais, concessionária de serviços públicos e ex-pública.
A crise embora nefasta para a esmagadora maioria dos portugueses, tem servido para muitas empresas aumentarem os seus já chorudos lucros.
Com efeito estas empresas sem sentido patriótico sem noção de solidariedade, onda a busca dos lucros passa pelas mais vis medidas, bem como aqueles empresários que a coberto da crise encerram empresas para depois as abrirem com outro nome uns metros mais afastados, não passam de necrófagos que aproveitadores e gozam da protecção do sistema.
Quem já utilizou as máquinas das portagens, sabe quantos problemas elas dão e que se podem fazer o seu serviço numa portagem com pouco tráfego, vão ser uma fonte de problemas nas portagens onde o trânsito é muito.
Solidarizamo-nos com a luta dos trabalhadores da BRISA, afirmando mais uma vez que com os nacionalistas o trabalho vem em primeiro lugar, pelo que combateremos sempre o aumento das mais-valias obtidas com recurso a despedimentos selvagens e a aproveitamentos criminosos.
Os políticos do sistema fornecem cobertura a estes empresários sem sentido patriótico, sem noções de solidariedade.
O sistema em que actualmente vivemos está caduco, e deve ser substituído por um novo sistema, com gente educada segundo princípios morais de respeito e serviço à Comunidade/Nação. Precisamos de políticos que sirvam o povo em vez de políticos que se sirvam do povo. É imperativo pôr fim a este sistema podre, porque gente com uma moral decadente e nascida na decadência só pode gerar o caos. Os políticos corruptos e traidores que destruíram aquilo que levou mais de 800 anos a construir, são para nós a verdadeira Geração Rasca da nossa História. E se pensam que algum dia lhes agradeceremos pelo estado a que deixaram chegar o nosso País estão muito enganados.

sexta-feira, maio 14, 2010

MOGAV – Mostra de Ouro, Gastronomia e Artesanato de Vilamar



Crise, insegurança e falta de apoio da Câmara de Cantanhede, fazem com que o certame não se realize este ano.
Os benefícios do sistema fazem sentir os seus efeitos perniciosos, tão-somente nos pequenos e médios empresários.
Para o grande capital a crise não existe e segurança e apoios não faltam.
Este sistema embora o negue a sete pés esta refém das grandes empresas.

quinta-feira, maio 13, 2010

PNR repudia conspiração do "Bloco Central" contra os portugueses


As negociações que PS e PSD estão a encetar, num perfeito entendimento de Bloco Central, configuram mais um grave atentado à dignidade e aos direitos dos portugueses.



O PNR rejeita em absoluto que os portugueses sofram ainda mais as consequências das políticas desastrosas do Bloco Central (PS e PSD-CDS), que são os grandes responsáveis pelo estado de bancarrota a que chegámos. Não podemos tolerar que se continuem a trilhar políticas de obediência cega a uma EU que só nos tem manietado, imposto regras e prejudicado. Não podemos consentir que a corrupção campeie impune no quotidiano da nossa administração pública. Não podemos consentir que o estado sugue os recursos nacionais em políticas despesistas e terceiro-mundistas. Não podemos consentir que a lógica capitalista continue a tratar as pessoas como números e parcelas de uma equação.
Não podem ser as pessoas, altamente endividadas e empobrecidas, a pagar os vícios de uma classe dirigente e os erros de um Estado macrocéfalo!

O PNR rejeita vigorosamente o novo crime que querem cometer contra os portugueses com o aumento do IVA e com a redução no 13ª mês e aponta as soluções que passam:

> pelo corte drástico no despesismo do Estado,
> pelo fim das mordomias e salários principescos dos dirigentes,
> pelo fim dos tachos a perder de vista,
> pelo corte nos subsídios e “apoios” a quem não merece.

A solução passa por correr com esta classe política de ladrões, corruptos e inúteis|

Basta de vergonha e roubo! Não podemos ficar passivos perante tal atentado!

Comissão Política Nacional
12 de Maio de 2010

segunda-feira, abril 19, 2010

COIMBRA - Bombeiros Voluntários


A crise, a aposta nos privados e o ódio do sistema a tudo o que é solidariedade e voluntariado estão a causar problemas aos bombeiros um pouco por todo o nosso país. Coimbra não é excepção pelo que nos solidarizamos com o grito de revolta dos seus responsáveis.
Lembramos que ainda à pouco tempo um politico do sistema criticou o voluntariado. Também não deve ser moderno ajudar os outros desinteressadamente sem ser noticia.
Os portugueses dêvem estar atentos e preparados para ajudar a manter o voluntariado nos bombeiros e as respectivas corporações.
Para os políticos do sistema só vale a pena trabalhar por dinheiro, por muito dinheiro, o povo continua abnegadamente a ajudar o próximo sem pedir nada em troca.

sábado, abril 17, 2010

Entre a espada e a parede?


Os trabalhadores portuguêses estão mais entre a espada e parede, a cada dia que passa, mais à mercê do grande capital apátrida, dos empresários corruptos, do uso da imigração para os chantagear e de um sistema que só tem olhos para quem já muito lucrou e não protege nem trabalhadores, nem os pequenos e médios empresários. Os sindicatos correias de transmissão do sistema, continuam a apostar na política de terra queimada não se libertando dos pouco saudáveis tempos do PREC.
Assim os trabalhadores estão à mercê de todas as promessas, nunca sabendo se o “pai morre ou se vão almoçar”
Os trabalhadores só poderão almejar uma nova ida quando se libertarem dos traidores dos sindicatos, quando se libertarem das promessas envenenadas do sistema.
É sobre o combate espiritual, onde a razão pára e onde se encontram as raízes da evolução humana, que é necessário combater. O capitalismo e marxismo estão unidos porque são o inimigo de o que mais cedo ou mais tarde vai libertar o homem, um factor que só tem um nome e está muito distante do materialismo: o da vontade humana.
Em vez de ser uma folha dos livros existentes, ou tentativa para formar uma espécie de ridícula ideologia centrista, os trabalhadores devem rejeitar totalmente o meio ou as duas extremidades do sistema na sua totalidade.
Nós os trabalahdores nacionalistas, opomo-nos de igual modo aos reaccionários e aos vermelhos, porque só o Nacionalismo é solução..

segunda-feira, março 22, 2010

A loja americana que veste Sócrates


José Sócrates é um dos clientes da mais exclusiva (e cara) loja de Beverly Hills onde só entra um cliente de cada vez, com hora marcada e todo o staff de empregados à sua disposição.
Além do primeiro-ministro português, esta loja conta na exclusiva lista de clientes com nomes como Vladimir Putin, Bill Clinton, Steven Spielberg, Larry King, Sir Elton John, Al Pacino ou Robert de Niro.
Falta explicar a todos os portugueses como é que é possível alguém que vive apenas do ordenado de primeiro-ministro ser um dos principais clientes da loja.
Não consta que a loja pense montar algum outlet em Portugal ou se dedique ao negócio de sucata.
Neste país xuxialista onde a igualdade se prega, existem sem duvida alguns mais, muito mais iguais que outros.
Os sacrifícios, são pedidos aos trabalhadores, aos pequenos e médios empresários, a restante camarilha grande capital e políticos do sistema, vestem nos grandes costureiros, e fazem ida desafogada porque por eles a crise não passa nem belisca.

terça-feira, março 16, 2010

Cerâmica Ceres


O tribunal de Coimbra analisa hoje a contestação ao pedido de insolvência da cerâmica Ceres, apresentada pela administração, que "não encontra razões" para a ação interposta pelo Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social (IGFSS).
O pedido de insolvência foi apresentado pelo IGFSS em meados de Fevereiro, por incumprimento do plano de pagamento da dívida acordada para a recuperação da empresa, que previa a reintegração de 120 postos de trabalho.
Em declarações à agência Lusa, o administrador da empresa, Francisco Lemos, considerou que "não faz sentido" o pedido de insolvência, "ainda para mais vindo de uma instituição do Estado, quando a publicidade é a de ajuda às PME (pequenas e médias empresas) e manutenção dos postos de trabalho".
Sabemos também que todas estas pressões e o atraso num financiamento que iria ajudar a empresa a arrancar e dar de novo trabalho a centenas de pessoas tem sido constantemente, são fruto de manobras de bastidores de quem tem interesses imobiliários na zona.
O sistema e as suas instituições são geralmente o principal responsável pela falência de muitas empresas, Segurança Social, e Finanças preverem ver empresas encerradas, trabalhadores no desemprego a darem uma ajuda e condescendência na recuperação das empresas.
Interesses imobiliários e o grande capital são os principais beneficiados com os encerramentos.

quarta-feira, janeiro 13, 2010

Temos democracia e a barriga vazia


O cenário económico até ao final do ano não é animador. As famílias portuguesas vão enfrentar uma contracção no emprego (1,3%), uma redução do rendimento disponível em termos reais e uma subida dos preços dos principais produtos. Uma conjugação de factores que, de acordo com o Boletim Económico do Banco de Portugal ontem divulgado, não vai travar o crescimento do consumo privado.
O cenário é de tal maneira negro que nem a o Banco de Portugal, correia de transmissão do governo e do sistema consegue dourar a pílula.
Os cravos de Abril já de si muito raquíticos, murcham sem que os políticos do sistema lhe consigam dar outra sorte. Restam-lhe uns cravos de plástico adquiridos nalguma loja chinesa, com subsídios vindos de Bruxelas. São os cravos do embuste, que nos vão impingido nesta longa noite partidocrática.
A barriga está vazia, a insegurança floresce, a saúde está doente, o ensino estalinizado e formador de papagaios bem amestrados. Portugal bateu no fundo e precisa de uma profunda renovação, a levar cargo pelos nacionalistas. Por Portugal e mais nada, junte-se a nós. Nós somos a única esperança no amanhã, para que em Portugal e na Europa chegue finalmente a Primavera.

sábado, janeiro 02, 2010

Eles andam ai


Sabemos que são muitas as visitas aos blogues Terra Portuguesa e à página do PNR.
Umas por mera curiosidade, outras porque sempre podem ir lendo umas verdades e aprendendo alguma coisa.
Nas últimas eleições tivemos a visita dos altos dirigentes do CDS, que rapidamente fizeram suas algumas das nossas propostas. Pena foi que só tenham sido usadas para fins eleitoralistas, uma vez que bem instalados no poleiro, esqueceram rapidamente a criminalidade, a imigração descontrolado e as muitas privações porque passa grande parte dos portugueses.
Agora confrontados com as palavras do cardeal-patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, “é necessária uma profunda revolução cultural e civilizacional", verificamos que mais alguém leu as nossas páginas ou que as nossas preces começam a ser ouvidas. Esperemos agora que a proposta de sua Eminência não caia em saco roto e se comecem a dar passos para um mundo novo. Com muita mais justiça social, com muita mais identidade, como mais apoio na saúde e educação, com o respeito pela independência cultura e diversidade dos outros povos.
Por Portugal e mais nada façamos então a profunda revolução civilizacional, que é como quem diz retornar aos avanços civilizacionais que o sistema pretende derrubou, defender alguns bastiões da nossa cultura e identidade que o sistema pretende derrubar e fazer a revolução social, muito prometida mas sempre adiada.

quarta-feira, dezembro 30, 2009

Porreiro pá!


De acordo com os últimos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) – referentes a Novembro de 2009 –, a taxa de desemprego no concelho de Oliveira do Hospital registou um aumento de cerca de 22 por cento comparativamente ao mesmo mês de 2008.
Segundo as últimas estatísticas do INE, em 30 de Novembro do corrente ano, o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) tinha 774 pessoas inscritas no desemprego. Este flagelo social continua a atingir maioritariamente o emprego feminino, com 415 desempregados.

Um factor não menos preocupante, prende-se com o facto de estes números não traduzirem ainda a situação real em termos de desemprego, já que os cerca de 350 trabalhadores que perderam o seu emprego, em consequência do encerramento da HBC e da Fabriconfex, ainda não fazem parte das estatísticas oficiais pelo facto de se encontrarem com os contratos suspensos.

Note-se que Oliveira do Hospital está já entre os cinco municípios do distrito de Coimbra com maior número de desempregados e, em termos da região, o panorama também é semelhante.

FONTE

segunda-feira, dezembro 28, 2009

CANTANHEDE - MUNICÍPIO TEM GRAVES PROBLEMAS FINANCEIROS E DE ENDIVIDAMENTO


Os políticos que governam o nosso país dividem-se basicamente em duas classes, salvo alguns poucas e honrosas excepções; ou são manifestamente incapazes ou manifestamente capazes de tudo. Hoje não se governa para o país ou para o município, não se governa para o povo. Os partidos do sistema tornaram-se em poderosas máquinas de interesses, em agências de trabalho e já não são eles que detêm o poder mas sim os poderosos lobbys de quem se tornaram reféns. Depois, grande parte das obras públicas é pensada com fins eleitoralistas, não cumprindo com a sua verdadeira função.
Em Cantanhede e em cause todas as autarquias do país o panorama é mesmo, pelo que o que devia ser noticiado seriam os poucos casos (se é que os há) de boa saúde financeira.
Bem prega o Frei Tomáz do PS, mas não olha para o que faz noutros locais e provavelmente à mesma hora em que as criticas foram feitas um autarca do PSD criticava um autarquia PS pelas mesmíssimas razões. É o teatro do sistema, onde uns fazem de oposição e outros de governo, alterando e alternando nos papéis para manter o povo dócil e como mero espectador.
Nós os nacionalistas defendemos que o povo deve intervir deve fazer sentir a sua voz e a sua força, deve abandonar a manda e transformar-se num lobo, de forma e remeter para os compêndios de historia esta classe politica que nos governa nesta longa noite partidocrática.
Queremos no poder políticos que sirvam o povo e a nação.

«Um dia os operários viverão como hoje os burgueses mas sobre eles viverá a casta superior; esta será mais pobre e mais simples mas possuirá o poder».

segunda-feira, novembro 30, 2009

O Grande Capital não tem Pátria


A maioria dos 180 trabalhadores da Marcopolo, em Coimbra, que parou a laboração em Setembro, cessa hoje os vínculos com a empresa, podendo recorrer ao subsídio de desemprego.
A fábrica de carroçarias de autocarro, que integrava o grupo brasileiro Marcopolo, laborava em Eiras, tendo fechado as portas em Agosto e desmantelado depois os principais equipamentos da produção.
Os trabalhadores com menos anos de serviço cessaram os contratos em 30 de Setembro, enquanto os restantes, «que são o grosso da coluna», só hoje perdem o vínculo legal que têm à Marcopolo, confirmaram ontem fontes sindicais.
«A Marcopolo retirou da fábrica as coisas mais importantes. Foram vendidas ou transportadas para a Turquia».
É este capital apátrida que depois de nos roer a carne e os ossos ruma a novas paragens para voltar a fazer o mesmo. Para trás fica sempre desemprego, falências de outras unidades e prejuízos para a economia local. Mas é este capital que o sistema teima em ajudar, a quem dá todas as benesses e subsídios.
Para os trabalhadores da Marcopolo, toda a nossa solidariedade, com um convite para se juntarem aos nacionalistas, os únicos com coragem para combater estes vampiros de que agora foram vitimas.

sexta-feira, novembro 20, 2009

OLIVEIRA DO HOSPITAL Fábrica fecha e leva 180 para o desemprego


A fábrica de confecções Fabriconfex, de Oliveira do Hospital, encontra-se com a laboração suspensa desde terça-feira, altura em que os trabalhadores receberam uma carta da administração da empresa a comunicar que não têm encomendas e também que não há condições para pagar mais salários.
Embora alguns analistas ao serviço do sistema insistam em nos dizer que a crise está a terminar, os factos desmentem essas teorias falaciosas. O desemprego não pára de aumentar e as empresas não param de fechar. Para alguns eleitos a crise nem uma beliscadura lhes deu, antes pelo contrário, vão sair mais fortes e com mais valias, porque ajudados pelo sistema nada temem, visto terem sempre a ajuda do poder.
Para outros a crise foi um pretexto para fechar a empresa e abrir meia de dúzia de metros mais abaixo com novo rosto. Passeiam-se impunes apesar das denuncias e do muito que prejudicaram o país e trabalhadores.
Mas muitos empresários lutam com todas as forças contra o encerramento, não são ajudados pelo estado (como acontece com a alta finança), é muitas vezes o estado a pedir a insolvência, porque a administração é cega surda e muda.
No fim da cadeia estão os trabalhadores, famílias inteiras lançadas para a miséria a viverem de ajudas, sem esperança de voltar a trabalhar.
Este sistema, esta Nova Ordem Mundial em que a esmagadora dos países está inserido, só nos pode trazer mais desemprego, mais miséria, mais fome, mais insegurança.
Como já temos escrito e gritado aos quatro ventos, para grandes males grandes remédios. Contra o sistema só o nacionalismo é solução e mais nada.

domingo, novembro 01, 2009

Mais xuxialismo


"Sócrates vai tentar conseguir a quadratura do círculo", precisando: "Por um lado, vai tentar fazer uma política económica de centro com discurso de esquerda e na área dos valores e das concepções de vida em sociedade vai fazer uma política mais à esquerda."
Isto só pode significar, mais concessões e benesses ao capital, em detrimento dos trabalhadores, acompanhadas de mais aborto, mais imigração, mais criminalidade e claro a medida que nos vai salvar a todos da crise; o casamento dos homossexuais.
Os sinais já estão à vista, como patrão dos patrões a ameaçar caso haja aumento de ordenados, com novos empréstimos ao capital usurário e com a pressa em fazer aprovar a legislação do casamento dos homossexuais antes da visita do Papa.
Enfim continuam lacaios da alta finança e das modernices burguesas e claro cobardemente com medo que o povo abra os olhos e lhe retire de vez os Feeport´s, os submarinos, as vigarices com os bancos ou com a sucata.

terça-feira, outubro 27, 2009

Porreiro pá!


Pelo menos 40 mil idosos portugueses não têm capacidade financeira para comprar alimentos, concluiu um inquérito realizado pela Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (Deco). De acordo com o mesmo estudo, o custo dos produtos alimentares é ainda uma das razões para que não consumam refeições mais saudáveis.
A justiça social que nos prometeram em Abril murchou juntamente com os cravos. Portugal é hoje um país onde as diferenças sociais o fosso entre ricos e pobres é cada vez maior. Vive-se de caridade, dessa caridade que os “cantores” de Abril tanto criticavam ao Estado Novo.
Os políticos do sistema bem enchem a boca com discursos contra a pobreza, mas feitas as contas a promessas revelam-se uma falácia e a única coisa que os vemos encher são os bolsos.
Só o nacionalismo, porque não está refém das politicas anti-sociais da esquerda e da direita é garante e esperança de uma sociedade mais justa e mais solidária.

sexta-feira, outubro 16, 2009

Só o Nacionalismo é solução


Apesar do crescimento sem precedentes e da melhoria nas condições de vida experimentados por muitos países do mundo, o abismo entre ricos e pobres aumentou na última década.
Fruto da globalização, as desigualdades mantiveram-se tanto entre os países como dentro das economias nacionais, o que é observado em áreas como emprego, segurança no trabalho e salários.
A violência é outra das causas da desintegração do tecido social e a exclusão, especialmente quando se trata de lutas políticas por poder, terras e recursos capitalismo, vigente há 200 anos, fracassou para a maioria da população mundial. Hoje, somos 6 biliões de habitantes. Segundo o Banco Mundial, 2,8 biliões sobrevivem com menos de 2 dólares por dia. E 1,2 bilhão, com menos de 1 dólar por dia.
Aproximadamente 854 milhões de pessoas passam fome de forma crónica em todo o mundo. Destas, 820 milhões vivem em países em desenvolvimento, 25 milhões são dos países da antiga União Soviética e nove milhões vivem nos países mais ricos. Cerca de 40 mil empresas mandam em 25% da economia do planeta, mas empregam directamente apenas 1,5% da mão-de-obra.
Portugal detém a condição de país mais desigual da UE e de portador de maior índice de pobreza relativa, com um valor que há anos estabilizou nos 18%, o que se traduz com dois milhões de portugueses a rendimentos inferiores a metade do rendimento médio nacional, em contrapartida 25% do que se produz está nas mãos de cem pessoas.
Neste momento, o discurso habitual quer do governo quer do capital, quer do próprio governador do Banco de Portugal, e mesmo de muitos órgãos de comunicação social, é que a crise que enfrenta o nosso País exige sacrifícios, mas do que normalmente acabam por referir é sobre a "necessidade de contenção salarial", ou seja, de sacrifícios sim mas apenas para os trabalhadores.
E um dos argumentos mais matraqueados é que a produtividade dos trabalhadores portugueses é muito baixa, procurando assim fazer pensar que a culpa da baixa produtividade é dos trabalhadores. Interessa, por isso, continuar a desmontar este discurso governamental e patronal.
Outro argumento muito habitual no discurso governamental e de algum patronato é que não se pode aumentar os salários porque a massa salarial já é incomportável tendo em conta a riqueza produzida.
Os dados oficiais do Banco de Portugal que estão disponíveis no "site" deste organismo mostram claramente que os baixos salários que vigoram no nosso País têm provocado uma profunda desigualdade na repartição da riqueza produzida em Portugal o transforma o nosso país no paradigma das políticas capitalistas.
Cada vez mais, o papel mundial desempenhado pelo imperialismo americano, com sua atitude predatória ilegal e seguido pelos países ditos democratas, acentua as diferenças, enormemente intensificadas nos últimos cinquenta anos, em consequência da integração cada vez maior da economia mundial. Elas encontram sua mais nítida expressão no próprio imperialismo americano, que procura manter sua hesitante posição hegemónica mundial e seus “super poderes” utilizando sua superioridade militar para contra balancear o seu declínio como uma força económica. Esta política colonialista requer violência militar crescente no exterior e no interior do próprio país.
De país em país, a tão falada “guerra global ao terror” iniciada por Washington como um pretexto para justificar suas guerras de agressão, foi utilizada como um álibi político para enormes crimes. Essa guerra ilegítima serviu como uma cobertura para a repressão de qualquer oposição incluindo movimentos reformistas e nacionalistas
A forma como os regimes burgueses, na Europa, no Oriente Médio e em qualquer outro lugar, se opuseram verbalmente à guerra demonstra que suas diferenças com Washington foram de natureza meramente táctica, baseadas exclusivamente no receio de que seus próprios interesses pudessem ser atingidos. Em última análise, todos eles dependem do imperialismo americano como garantia da estabilidade do capitalismo e um reduto contra a revolução.
As decisões políticas, que estão em directa ligação com os interesses dos ricos e dos milionários, não podem ser tomadas por métodos democráticos. A verdadeira razão para os ataques sem precedentes aos direitos “democráticos” não é a protecção das pessoas contra as ameaças de ataques terroristas estrangeiros, mas a necessidade de ampliar os poderes repressivos do Estado para tentar evitar o surgimento de uma oposição popular.
A classe política corrupta que nos desgoverna não conhece estes problemas, eles vivem noutro mundo…dos seus condomínios fechados não sentem a criminalidade dos nossos bairros (não usufruindo assim dos “benefícios” do multiculturalismo que nos impingiram), com os seus carros de luxo e motoristas particulares não conhecem os “arrastões” que diariamente acontecem nos transportes públicos, com os colégios particulares onde estudam os seus filhos, não imaginam as condições degradantes de muitas das escolas públicas e da insegurança de que são vítimas os nossos filhos…é altura de dizer BASTA!
Contra a exploração dos trabalhadores e suas famílias que esta escumalha traidora nos impõe, gritaremos “ Só o Nacionalismo é solução”

quinta-feira, outubro 15, 2009

Solidariedade com os trabalhadores da Poceram


Os 170 operários da Poceram decidiram ontem invadir a assembleia de credores marcada para 17 de Novembro, no Tribunal de Coimbra, para demonstrarem que estão dispostos a lutar pelos postos de trabalho.
Mais uma vez mostramos a nossa solidariedade com estes trabalhadores, lamentando que o poder tão solícito em ajudar o capital usurário, não olhe para empresas como esta, cuja viabilidade é possível.
Os camaradas da Poceram não devém baixar os braços, lutando pelo seu posto de trabalho e pelos seus direitos.

quarta-feira, outubro 14, 2009

Conimbrigel fecha as portas


Sem ser uma mentira de um de Abril escrevemos sobre mais uma empresa que encerrava portas no Distrito.
O poste tem recebido muitos comentários de trabalhadores da Conimbrigel, que denunciam várias irregularidades no que toca ao “encerramento” da empresa.
Já temos denunciado que a coberto da crise muitos empresários aproveitaram para, fraudulentamente, encerrarem as portas. Pelo que nos parece, no caso desta empresa, os trabalhadores deviam procurar reunir-se e estudar formas de dar voz ás suas queixas, isto é, chamar a atenção da comunicação social e das autoridades para o problema.
Da nossa parte PNR Coimbra já manifestámos toda a solidariedade e disponibilidade para em conjunto encontrarmos formas de luta, que no mínimo ressarciem, de todos os direitos e indemnizações a que estes têm direito.
Uma palavra final para o anónimo ou anónimos que no blogue ou pelo telemóvel nos têm tentado intimidar, no sentido de não darmos voz aos trabalhadores.
Nós somos nacionalistas, como tal animados de uma fé que nunca será abalada por ameaças; não tememos nem a morte, quando está em causa defender os trabalhadores, o povo ou a Pátria, contra aqueles que só pensando nos seus interesses, não se importam de prejudicar o país, os trabalhadores ou o povo.
Connosco o capital estará sempre num plano inferior ao trabalho, como tal a eles submetido, porque garante, de justiça social e progresso para trabalhadores e patrões.