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sexta-feira, outubro 15, 2010

Acção de Propaganda em Cantanhede



Esta noite e como forma de protesto contra a falta de qualidade da alimentação servida nos refeitórios, levamos a efeito uma acção de colagens nas Escolas do 1º Ciclo do Agrupamento de Cantanhede.
Mais acções de propaganda estão previstas para o Concelho e para o Distrito. Os interessados em colaborar devem contactar as estruturas locais do partido

sexta-feira, agosto 20, 2010

Montemor é o concelho do distrito onde encerram mais escolas


Das 701 escolas que encerram no país, 40 são do distrito de Coimbra, oito delas em Montemor-o-Velho. Autarca afirma que processo foi “pacífico”
No distrito de Coimbra são 40 as escolas básicas do 1.o ciclo que vão encerrar no ano lectivo de 2010/2011, na sequência do reordenamento da rede escolar. Montemor-o-Velho é o concelho onde mais escolas – 8 – já não vão abrir as portas a partir de Setembro, seguindo-se Penela e Penacova, com cinco estabelecimentos de ensino.
De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, no município o processo foi «pacífico», «negociado» e teve sempre presente «condições alternativas» com vista à melhoria das condições de ensino das crianças. Luís Leal explicou que os alunos de metade das escolas que agora encerram – Abrunheira, Ereira, Verride e Gatões – serão reintegrados no novo Centro Educativo, que resulta de um investimento do município e do Parque Escolar, com uma oferta educativa desde o pré-escolar ao 12.o ano.
Frequentada ultimamente por alunos de etnia cigana, a escola de Pelichos estava já sem crianças, com Bebedouro e Liceia a apresentarem-se para o ano lectivo de 2010/2011 com um número escasso de inscrições, que tornou o encerramento inevitável, continuou o autarca social-democrata, confirmando alguma resistência no caso da EB 1 de Liceia. No entanto, foi alcançado um acordo e as crianças passam a estudar a «1500 metros», na vizinha escola do Viso, enquanto as de Bebedouro vão para Resgatados e as de Faíscas para a EB 2,3 de Arazede.
Estiveram ainda em risco de encerramento as escolas de Ribeira dos Moinhos e da Torre, mas a oposição da Câmara Municipal e da comunidade fez com que o Ministério da Educação recuasse na intenção de as fechar, pelo menos no ano lectivo que arranca em Setembro, concluiu Luís Leal.

Pombal perde nove escolas
e Mealhada encerra sete
Tal como o Diário de Coimbra tinha adiantado, a lista divulgada na página da Internet da Direcção Regional de Educação do Centro (DREC) confirma que, no concelho de Coimbra, encerram Pereiros, na freguesia de Castelo Viegas, e Vila Pouca, que pertence a Ameal. Condeixa também fica sem duas escolas e Oliveira do Hospital e Soure, sem três. Em Penacova, Penela e Tábua encerram cinco e, em Vila Nova de Poiares, uma. Na sequência do reordenamento da rede escolar, Arganil, Cantanhede, Góis, Lousã e Pampilhosa da Serra não sofrem alterações, de acordo com a listagem do Ministério da Educação, que confirma o encerramento de 701 escolas do 1.o ciclo: 384 no Norte, 152 no Centro, 121 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 32 no Alentejo e 12 no Algarve.
Na área da Direcção Regional de Educação do Centro (DREC), Pombal é o concelho mais afectado, com nove estabelecimentos a fechar portas, sendo ainda de destacar as sete escolas que Mealhada vai perder, grande parte para dar lugar ao novo Centro Educativo da Pampilhosa. Os alunos de Vimeira farão uma deslocação inferior a um quilómetro, para Casal Comba, e os de Cavaleiros são reintegrados em Barcouço, num processo que o presidente da Câmara Municipal, Carlos Cabral, também classifica de «pacífico».

Ministra garante que processo
foi “bem conduzido”
A ministra da Educação rejeitou as críticas ao processo de reorganização da rede escolar, assegurando que o processo foi «bem conduzido», que «nada foi feito à pressa» e que o acordo com os municípios foi «integralmente» cumprido. Na conferência de imprensa realizada no final da reunião de Conselho de Ministro, Isabel Alçada adiantou que «todas as condições que estão no acordo serão asseguradas».
Já a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) lamentou que o Governo tenha ignorado a discordância de algumas autarquias, alertando para as perturbações que a decisão poderá criar na abertura do ano escolar. «Acreditamos que o processo não será resolvido de forma pacífica (…). Vamos reagir a esta situação, que poderá criar alguma perturbação no início do ano lectivo», avisou o presidente da Comissão de Educação da ANMP, António José Ganhão.
«Admitindo que serão, de facto, 701 escolas a encerrar, o pressuposto é o cumprimento de um protocolo assinado entre municípios e o Ministério da Educação. [Segundo o documento], se os municípios estivessem em desacordo, este teria de ser fundamentado», referiu o responsável,
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) acusou o Governo de manter a postura do «quero, posso e mando» ao decidir encerrar centenas de escolas, num processo que classifica de «pouco transparente».

Escolas que encerram :
COIMBRA – Vila Pouca e Pereiros
FIGUEIRA DA FOZ – Ferreira-a-Nova, Porto Godinho, Ribas e Tromelgo
MIRA – Barra
MIRANDA DO CORVO – Espinho
MONTEMOR-O-VELHO – Abrunheira, Bebedouro, Ereira, Faíscas, Liceia, Pelichos, Gatões e Verride
OLIVEIRA DO HOSPITAL – Casal do Abade, Avô e Gramaços
PENACOVA – Chelo, Miro, Travanca, Espinheira e Gondolim
PENELA – Carvalhal, Podentes, Cerejeiras, Fetais e Rabaçal
SOURE – Casal do Marachão, Cavaleiros e Paleão
TÁBUA – São João da Boavista, Covelo de Cima, Espadanal, Covas e Vila Seca
VILA NOVA DE POIARES - Algaça

FONTE

sábado, julho 31, 2010

As minorias do sistema.


Há mais de sete meses que as juntas de freguesia de Paredes não recebem, da Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), o pagamento das refeições dos alunos do ensino pré-escolar. Há autarquias credoras de verbas a rondar os 70 mil euros, mas é nas mais pequenas que o atraso provoca mais transtorno.
O melhor do mundo são as crianças e quando um sistema, um estado, um governo não olha pelas suas, significa que se abstiveram da maior das prioridades, velar por quem não se pode defender.
O sistema elegeu as suas minorias e as crianças não fazem parte delas. São MINORIAS grandiosas… são pessoas em pequena quantidade que produzem uma repercussão maior do que a maioria da população.
As minorias por eles beneficiadas são as elites, as oligarquias, os barões, os imigrantes, os homossexuais,as abortadeiras profissionais, as classes altas, etc. A minoria da população e neste particular as crianças, entretanto, são esquecidas.

segunda-feira, junho 28, 2010

O diploma é o inimigo mortal da cultura


Nos últimos dias este desgoverno lançou para a rua mais uma pérola política, alias no seguimento de outras pérolas deste e de outros desgovernos. Ficámos a saber que pretendia fechar as escolas com menos de 21 alunos pondo assim em risco um universo de 900 escolas.

A visão economicista sobrepõe-se aos interesses das crianças, porque para este governo e para este sistema os olhos estão virados apenas para as suas minorias.

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segunda-feira, maio 10, 2010

AS ESCOLAS DO SISTEMA


Empenhado em mostrar trabalho, mais do que em dar condições para ensinar e pressionado pelo lobby do cimento, o sistema construi ao longo dos anos muitas escolas sem qualidade sem dignidade e inclusive onde abundavam os matérias perigosos para a saúde.
Exemplo desse desnorte é a Escola EB 23 de Cantanhede. O projecto é cópia fiel de uma escola nórdica, onde não faltam até locais para colocar os skis, mas onde falta a comodidade dessas mesmas escolas.
Bem têm lutado pais por uma solução há muito prometida, mas o sistema anda mais ocupado com os TGVs, que em nada vão beneficiar os portugueses, não tendo tempo para meia dúzia de jovens.
Para os portugueses o sistema o governo invoca a crise, para dizer ámen a Bruxelas e fazer um favor a Espanha esbanja dinheiro.
Endurecer a luta é a única solução para serem ouvidos, o sistema treme a cada sinal de descontentamento do povo, porque é sabe que esses sinais são o princípio do fim.

sexta-feira, março 19, 2010

Bater no fundo


Segurança Social está a pedir restituição dos apoios. Escolas deveriam ter feito prova automática.
Este país definitivamente bateu no fundo, na administração publica nos governos no parlamento, nas autarquias, nas empresas publicas, vegetam dois tipos de boys, dois grupos parasitas políticos. O grupo dos manifestamente incapazes e o grupo dos manifestamente capazes de tudo.

quarta-feira, outubro 21, 2009

Avaliação dos professores


“Não podemos esperar mais”. O alerta partiu hoje de seis blogues animados por docentes e quatro movimentos independentes de professores, que subscrevem um manifesto em prol da suspensão urgente do modelo de avaliação.
O modelo de avaliação dos professores já parece uma manta de retalhos, pois foram muitas as alterações introduzidas. É tempo dos partidos da oposição, agora com maioria parlamentar acabarem com este modelo de tão má memória.
Sabemos que grande parte dos problemas das escolas se deve a politicas de esquerda, que pouco a pouco foram tirando autoridade aos professores e a um seguidismo intelectual de que enferma todo o sistema no que toca às matérias a ensinar.
Precisamos de restaurar a autoridade do professor, precisamos de uma escola onde se aprenda e não uma produtora de diplomas, precisamos de conteúdos de ensino que reflictam a verdade, a ciência e a historia.
Os professores têm de ser avaliados, como qualquer outra classe profissional, que essa avaliação sirva separar o trigo do joio. Que essa avaliação sirva para afastar do ensino os maus professores e premiar os bons. Que essa avaliação não se baseia em critérios igualitaristas, tão nefastos na melhoria profissional de qualquer classe.
Temos de deixar de ver a escola como um imenso recreio, como uma máquina de fazer diplomas.
Os professores precisam de autoridade, as passagens de ano não devem ser administrativas, como convida o actual legislação, o ensino deve ser diversificado, para podermos dar cursos técnicos aos menos capazes e para que quem entre nas Universidade esteja realmente preparado para as dificuldade inerentes a um curso superior.
O professor tem que voltar a ser um exemplo para todos nós e não um companheiro mais velho, a quem se pode faltar ao respeito e que muitas vezes não se dá ao respeito.

quinta-feira, setembro 17, 2009

DREC irredutível em transferir alunos do Senhor das Almas


Uma comitiva de mais de 40 pessoas, incluindo crianças, realizou ontem uma viagem infrutífera, desde Senhor das Almas, Oliveira do Hospital, até Coimbra, onde ouviram, da boca da Directora Regional de Educação, a decisão definitiva de que os alunos dos 3.o e 4.o nos de escolaridade terão que frequentar as aulas na vizinha localidade de Nogueira do Cravo.
Esta notícia não nos pode deixar indiferentes uma vez que é mais uma mostra da forma como PS e PSD tratam a educação e prova que os discursos inflamados destes dois partidos em vésperas de eleições, não passam de falácias para angariar votos.
PS e PSD têm a mesma visão economicista da educação e não hesitam nem hesitarão em fechar mais escolas no futuro. Pouco lhes interessa se vão prejudicar a qualidade de ensino ou a vida das crianças, afinal por decreto-lei, por fax e nem que seja a um domingo, qualquer um se pode formar neste país.
Os fundadores do actual regime viram na Educação um instrumento essencial para mudar a sociedade e criar o "homem novo". Ao longo de três penosas décadas experimentou-se toda a sorte de teorias românticas, construtivistas e xuxiialistas. Inculcou-se a ideia de que o ensino deve basear-se no princípio do prazer, sendo mais importante a diversão dos alunos do que a aprendizagem das matérias. Os castigos escolares foram reduzidos ao mínimo ou substituídos por acções de recuperação. Os exames, os trabalhos de casa e outras provas afins foram igualmente reduzidas, ou mesmo banidas, por serem no entender dos “cientistas da educação” uma fonte de stress para os alunos.
O Estado tem sufocado em Portugal a liberdade de ensinar e de aprender, condicionando política e ideologicamente as técnicas didácticas e os próprios manuais escolares. Parece que toda a “máquina” da Educação está ao serviço do laicismo, do republicanismo e do xuxialismo.
No espaço de poucos anos, passou-se de uma “escola centrada no professor” para uma “escola centrada no aluno”. Foi pior a emenda que o soneto. O PNR entende que é preciso construir uma escola centrada no conhecimento, no saber e na aprendizagem das matérias.

segunda-feira, agosto 24, 2009

O PS é que induca o sistema é que instroi


A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, afirmou hoje que os resultados escolares do ano lectivo 2008/2009 revelam uma "redução para metade do abandono e insucesso escolar" nos últimos anos.
Logo de seguida vem a FENPROF coma descoberta da polvora, respondendo a ministra que os “sucessos” não se devem a facilitismo.
Neste particular todos querem ser donos da verdade, sobretudo nos tempos que correm onde um ou mais votos podem significar um ou mais tachos para os boys do sistema.
A análise do estado da educação não deve ser vista somente pelo prisma quantitativo mais sim e também pelo prisma qualitativo. Aqui chegamos a uma conclusão, que à medida que o sucesso escolar aumenta que a escolaridade aumenta a qualidade de ensino diminui. É um facto, apesar de hoje muita mais gente sair das escolas com mais anos de estudo, o seu nível de cultura e educação tem diminuído de forma quase inversamente proporcional.
As políticas de esquerda que nos pretendiam fazer crer que era possível caminhar alegremente para escola, caíram de podres. Ensinar e educar não se faz sem disciplina, castigar pode ser gostar de alguém ao contrário das teorias bacocas de certos psicólogos. A direita uma vez no poder podia ter invertido o rumo dos acontecimentos, mas não o fez por duas razões. A primeira prende-se com a partilha do poder e neste caso a cultura e a educação foram entregues à esquerda e como tal não interessa aos poderes instituídos afrontar os acordos que sustentam o sistema. Em segundo lugar a direita viu nesta anarquia em que se tornou o ensino, uma óptima forma de recorrendo a analise quantitativa, recolher votos e simpatias. Hoje todo a gente pode aspirar a ter um canudo, ainda que nada saiba ou tenha de se formar a um domingo. Qual melhor forma de cativar os pais, o filho passar todos os anos e um dia ser formado, ainda que depois vá para caixa de algum supermercado?
É possível ter escolaridade obrigatória até ao 12º ano, é possível continuara formar nas nossas Universidades.
O futuro dos jovens portugueses está comprometido porque, frequentemente, a falta de formação profissional os impede de obter um emprego. É preciso que os jovens portugueses tenham futuro. Para isso é necessário restabelecer, na escola e na universidade, as noções de trabalho e de mérito, condições indispensáveis para obter os diplomas com valor. A reabilitação do trabalho manual e o incremento da aprendizagem são igualmente fundamentais para permitir que cada jovem português tenha o seu emprego.
Após a revolução de 1974, o poder instituído no país fez passar a ideia, insistentemente, de que o anterior regime tinha contribuído para o défice educacional em Portugal e que a partir daí as coisas seriam diferentes. Passados 30 anos sobre a revolução, podemos concluir que a educação nunca recebeu do poder político a atenção merecida, levando a que a qualidade do nosso ensino tenha decaído, sendo a nossa escola dominada pelo facilitismo e pelo desleixo.
É confrangedor verificar que inúmeros jovens portugueses ao chegarem às universidades cometem erros de primária, com dificuldades em efectuar simples cálculos aritméticos e com baixos níveis de cultura. Também relevante, é a ausência total de valores, nomeadamente de valores patrióticos.
A escola perdeu a credibilidade e o respeito de outros tempos.
Os alunos passam de ano sem quase nada saber e sem quase nada terem feito. A insegurança tomou conta das escolas e a violência sobre os professores tornou-se uma situação vulgar.
Desde há trinta anos a esta parte, que já assistimos a inúmeras reformas do nosso ensino, sem que nenhuma tenha conseguido chegar ao fim e atingido os seus objectivos. Cada vez que muda o Ministro, muda tudo, não havendo um mínimo de expectativa de continuidade e de estabilidade.
Os professores deixaram de ser respeitados, passaram a ser mal remuneradas e todos os anos sofrem do pesadelo das colocações, acabando, muitas vezes, por serem colocados longe da sua residência habitual e da sua família.
Muitos professores não conseguem colocação e acabam no desemprego. Esta situação deve-se, por um lado, a um exagerado número de pessoas que todos os anos terminam os seus cursos nas universidade e a uma forte queda da natalidade em Portugal.

O PNR propõe-se:
> Voltar a fazer da escola um local respeitado, onde domine a exigência, a disciplina e os valores patrióticos;
> Apostar no ensino da língua portuguesa e da história de Portugal logo a partir do ensino básico;
> Introduzir uma cadeira de cultura geral a partir do primeiro ano do ensino secundário;
> Fazer do professor, alguém que tem de ser respeitado no exercício das suas funções, expulsando do ensino público todos aqueles que cometam actos de agressão contra professores;
> Acabar com o actual sistema de colocação dos professores, introduzindo um novo que os coloque na zona do seu local de residência, não os obrigando a afastar-se da sua família;
> Em articulação com o Ministério do Ensino Superior, suspender alguns cursos que se destinam a formar professores para o ensino básico e secundário;
> Obrigar todas as escolas, públicas e privadas, a hastear uma bandeira nacional na entrada principal;
> Incentivar a natalidade nas famílias portuguesas, para aumentar os alunos nas nossas escolas.
> Reforçar a componente técnico-profissional.
> Implementar exames obrigatórios no final do 4º ano do ensino básico, no final do 6º e 9º anos do ensino secundário e no final do 11º e 12º anos do ensino complementar.
> Premiar os alunos e professores que se distingam nas áreas das ciências exactas e tecnológicas: Matemática, Física, Química, Informática.

O ensino superior português tem vindo a sofrer, nos últimos tempos, de uma forte perda de qualidade, a todos os níveis. O ensino passou a ser encarado como um negócio altamente rentável, para professores e universidades, em detrimento da qualidade do ensino e da preparação dos alunos para o exercício de uma actividade profissional.
Actualmente, temos as universidades portuguesas, públicas e privadas, preenchidas com cursos que não têm mercado de trabalho e nos quais os jovens perdem quatro/cinco anos da sua vida, para depois se aperceberem que os mesmos são completamente inúteis para o seu futuro.
É urgente adaptar os cursos universitários à realidade do nosso mercado de trabalho e fazer dos professores universitários, alguém que também tem que ser constantemente avaliado no exercício da sua profissão. As universidades, nomeadamente as privadas, têm que ter como prioridade a qualidade do ensino e não, simplesmente, o negócio.
O PNR é frontalmente contra as quotas nas universidades portuguesas para imigrantes. Não é aceitável que jovens portugueses não consigam entrar no ensino superior público e haja estrangeiros que o consigam.
O PNR propõe-se:
> Suspender ou encerrar, todas as licenciaturas que não tenham mercado de trabalho;
> Criar um departamento, no Ministério do Ensino Superior, que trate, exclusivamente, da avaliação e inspecção constante das nossas universidades, públicas e privadas, devendo ser encerradas/requalificadas todas aquelas que não ofereçam um ensino superior de qualidade;
> Fazer do professor universitário, alguém que, no exercício da sua função, tem que ser constantemente avaliado e, em caso disso, aplicar sanções por ter falhado no desempenho da sua profissão;
> Retirar Portugal do Tratado de Bolonha que visa uniformizar todo o ensino superior europeu;
> Substituir o sistema de quotas para imigrantes, por vagas residuais para estes, depois de todos os alunos portugueses terem sido colocados.
> Obrigar as universidades, públicas e privadas, a hastearem a bandeira nacional na sua entrada principal.
> Reforçar o Ensino Politécnico e Tecnológico com ampliação da rede de infra-estruturas educativas e reformulação da carreira de investigador.

terça-feira, julho 28, 2009

Lésbica pedófila continua a dar aulas


Ana Margarida, professora de Português na Escola EB2/3 André Soares, em Braga, foi condenada a dois anos e meio de prisão, com pena suspensa, por abuso sexual de uma menor. O juiz não aplicou qualquer pena acessória à docente de 38 anos que, apesar de ter sido suspensa de funções aquando da abertura do inquérito judicial, poderá agora voltar a leccionar e já em Setembro.
A DREN e os Sindicatos aceitam plenamente esta situação escudando-se na lei. Mais uma vez aqui se prova que os únicos culpados do estado caótico a que chegou o nosso ensino são os sucessivos governos e os sindicatos de sector.

domingo, junho 21, 2009

PROFESSORES EM LUTA



Este vídeo é parte de um trabalho que está a ser desenvolvido no sentido de trazer para primeira página a questão das reformas destruidoras promovidas pelo Ministério da Educação.

O objectivo é conseguir o maior número de visualizações possível, para que o vídeo passe a ter destaque na página principal do Sapo Vídeos. Quem sabe se não conseguimos mais uma atenção nos media nacionais.

O vídeo que se segue já esteve no YouTube mas (estranhamente) foi bloqueado.

Basta um clique para o voto contar.

quinta-feira, junho 18, 2009


A Junta de Nogueira do Cravo foi ontem literalmente “invadida” por dezenas de pessoas que pediram explicações ao presidente sobre a EB1 de Senhor das Almas.
No local, estavam muitos encarregados de educação e familiares das crianças que frequentam a decrépita Escola do 1º Ciclo de Ensino Básico (1º CEB) de Senhor das Almas.
Em causa, está um protesto que a comunidade educativa local decidiu fazer contra o Agrupamento de Escolas Brás Garcia de Mascarenhas (AEBGM) que, segundo afirmaram vários pais, terá manifestado a intenção de deslocalizar alguns dos alunos daquele estabelecimento de ensino para as EB 1 de Santa Ovaia e Nogueira do Cravo.
A população local, unida neste protesto, não quer sequer ouvir falar na hipotética solução, e recusa-se a que os alunos sejam transferidos para Santa Ovaia ou para a sede da freguesia, já que – conforme argumentam – a EB 1 de Nogueira do Cravo “está superlotada e a cantina não reúne condições”.
Frequentada por mais de 20 alunos, a EB 1 de Senhor das Almas funciona em deficientes condições físicas e com apenas uma sala de aulas, onde as crianças passam praticamente cinco horas seguidas, umas no período da manhã e outras no da tarde.
Embora as turmas sejam pequenas, os dois professores daquele estabelecimento de ensino são responsáveis – sempre na mesma e única sala – pelas aulas com alunos de dois anos distintos. É uma situação cada vez menos usual e que vai contra as orientações definidas pelo Ministério da Educação.
Para impedir a saída de alunos da EB1 de Senhor das Almas, muitos dos pais presentes naquela reunião sugeriram a construção de uma nova sala de aulas e não deixaram de atribuir responsabilidades à Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, pelo facto de a autarquia oliveirense “não se interessar” por aquela escola.
Por todo o país o parque escolar está degradado. Escolas onde chove, sanitários deficientes ou em mau estado, cantinas inadequadas onde são servidas refeições muito duvidosas. Mas para o sistema as crianças pouco ou nada importam e o dinheiro é muitas vezes canalizado para obras mediáticas, porque o que interessa são os votos e os tachos.

sábado, maio 30, 2009

Por uma escola melhor


Este governo seguindo a politica dos governos anteriores, pretendia dar a machada final do ensino em Portugal. As reformas não visavam, melhorar a disciplina na escola, não visavam ensinar de facto os jovens, a jogada baseada no caos em que a escola se tornou pretendia à custa de uma suposta avaliação, facilitar a vida aos que não estudam, pretendia nivelar por baixo, como é apanágio desta camarilha que governa Portugal desde o dia 25 de Abril.
Os professores não desistiram, lutaram, levando muitas vezes a reboque os burocratas dos sindicatos traidores.
Neste momento as reformas deste governo para o ensino, são uma manta de retalhos, tais tem sido os recuos e fintas para trás.
Não acreditamos que outro governo, outra administração formada por partidos do sistema, altere alguma coisa sobre a avaliação, vão aproveitar a onda e tentar continuar, a “avaliar” os professores para não terem de avaliar os alunos.
Não sou contra a avaliação de desempenho, mas nos noutros moldes, visando a melhoria da classe profissional e não a sua subserviência, como tal apoiei a manifestação de hoje, como as que futuramente se fizerem em nome de uma escola melhor.

segunda-feira, maio 25, 2009

PROFESSORES EM LUTA


O Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores (MUP) e a Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino (APEDE) juntam-se à manifestação nacional do próximo sábado “contra as políticas de um ministério e de um Governo que tudo fizeram para desprestigiar e humilhar a profissão docente”, mas dizem que “esta forma de luta de pouco valerá se não for integrada num plano mais vasto, coerente e determinado”.

Apesar de dizerem que a unidade é essencial, criticam que “se procurem silenciar outras perspectivas de luta e se imponham falsos unanimismos”, pelo que insistem na “divulgação pública das propostas de luta aprovadas nas reuniões de consulta aos professores”.

“Recusamos a ideia de que esta luta se vai arrastar por tempo indeterminado, sem radicalização, e com um passo de caracol ritmado por negociações sindicais incapazes de oferecer resultados visíveis”, lê-se num comunicado conjunto das duas associações.

Mais uma vez saudamos a justa luta dos professores por uma escola melhor e sobretudo o afastamento dos traidores dos sindicados que só procuram proveitos partidários e já mostraram bem do que são capazes. Os sindicatos vão procurar continuar com o folclore mediático, que dá votos aos partidos que representam, os professores precisam de caminhar unidos cada vez mais longe desta camarilha radicalizando a luta se preciso for.

quarta-feira, maio 20, 2009

Indisciplina na escola


Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque, lança petição para responsabilização legal dos pais pelo absentismo e indisciplina dos filhos


O presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque, Viana do Castelo, lançou esta semana uma petição por alterações legislativas que responsabilizem "efectivamente" os pais nos casos de absentismo, abandono e indisciplina escolar.

"A legislação tem que criar mecanismos administrativos e judiciais, desburocratizados, efectivos e atempados de responsabilização dos pais e encarregados de educação em casos de indisciplina escolar, absentismo e abandono, modificando a lei que consagra o Estatuto do Aluno e outras leis conexas", disse à Lusa Luís Braga, presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque e autor do texto.

Este professor de história escreveu um texto a que chamou "Petição pela responsabilização efectiva das famílias nos casos de absentismo, abandono e indisciplina escolar", disponível aqui.

Em dois dias, recolheu quase 1000 assinaturas. O objectivo é reunir quatro mil para "obrigar" a Assembleia da República a discutir a questão em plenário. "Na prática, o que defendo é que os encarregados de educação têm de ser responsabilizados pela educação ou não educação dos alunos", disse o docente.

"Os mecanismos criados devem traduzir-se em medidas sancionatórias às famílias negligentes, como multas, retirada de prestações sociais e, no limite, efeitos sobre o exercício das responsabilidades parentais, como é próprio de uma situação que afecta direitos fundamentais de pessoas dependentes", salienta a moção.

"Actualmente, a única coisa que um professor pode fazer se um aluno faltar sucessivamente é um teste de recuperação para avaliar as dificuldades da criança e isto não é nada", disse Luís Braga.

A petição colheu já assinaturas de pessoas que, para além do nome, escrevem diversos comentários. "Sou mãe e exijo que os meus direitos sejam assegurados" e "a educação passa pela família", são alguns dos 'recados' deixados pelos peticionários.

"No momento presente, as faltas e actos de indisciplina são pouco eficazmente sancionados, tendo-se optado por medidas de tipo pedagógico, com fortes entraves burocráticos e com pouca eficácia junto dos agentes dos actos em causa", refere a petição.


NOTA: Esta petição deve ser assinada com o nome completo, uma vez que também têm de referir o nº do BI e e-mail, para poder ser considerada legalmente válida e aceite na Assembleia da República.

terça-feira, maio 19, 2009

Eu conto stora se isso a excita


Uma aula de “cidadania” que mais parece saída de um filme porno.
Felizmente esta professora faz parte daquela minoria que urge afastar das nossas escolas.
Sua Excelência a Sr. Dr. pode até ter andado muitos anos a queimar as pestanas, mas de pouco lhe valeu em termos de formação pessoal.
De gente porreirinha está o inferno cheio. O que nos faz falta são professores competentes e bem formados, para sabermos que os nossos filhos são ensinados mas também educados e não de gente mal amada que parece aproveitar as aulas para uns momentos de prazer ou para descarregar frustrações.

terça-feira, março 17, 2009

Apartheid?


O sistema entra em rota de colisão com o modelo que criou. A necessidade de mão-de-obra barata para diminuir os custos de produção e aumentar as mais valias, fez com que o sistema recorresse á imigração descontrolada. Depois e face a uma onda de imigração, não sabe e não pode combater a criminalidade os grupos raciais, os conflitos sócias que dai advieram.
Agora recorre a um apartheid de contentor, sabemos bem quem vai ser o beneficiado.
Para manter o onda a legião de desempregados que o sistema usa e abusa a seu belo prazer, os políticos do sistema a soldo dos lobbys instituídos a tudo vai recorrer para manter os fluxos imigratórios, mesmo que para isso seja necessário descriminar pela positiva.
Não tenhamos dúvidas, no contentor as aulas vão ser de faz de conta, para rapidamente dar um diploma aos alunos, é assim um programa Novas Oportunidades, mas ainda mais soft e levado na descontracção e brincadeira.
Enquanto não forem impostas restrições à imigração, enquanto todos os imigrantes não respeitarem a nossa lei e costumes, casos com este não vão parara de aumentar e a descriminação pela positiva, a imposição aos portugueses de certas regras em nome da convivência vão manter-se. Não tenhamos ilusões a mina de oiro que é a imigração vai ser defendida pelo sistema com unhas e dentes e se preciso for passarão por cima dos portugueses para a defender, casos preocupantes não faltam os sinais estão à vista.

quinta-feira, março 05, 2009

O Blog do 9ºB da Escola EB 2,3 de Cantanhede


Este blogue é feito nas aulas de Área de Projecto. Vale a pena passarem por lá e deixar um comentário de apoio ao trabalho destes alunos.

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Escândalo NO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO


Comentários? Para quê?


E VIVA PORTUGAL.


Isto é uma sem vergonha!!!

Deputados a prof. titular

Os deputados do PS estão contra os professores, mas querem ser titulares sem
porem os pés na escola.

Que pouca VERGONHA!!!!!!
Retirado da Ordem Trabalhos hoje ME / Plataforma:
Ponto 8.


Acesso à categoria de Professor Titular para os Professores
em exercício de funções ou actividades de interesse público,
designadamente, enquanto Deputados à Assembleia da República e ao
Parlamento Europeu, Autarcas, Dirigentes da Administração Pública,
Dirigentes de Associações Sindicais e Profissionais.
Agora é que não percebo nada!
Mas agora já se pode 'atingir o topo'... mesmo estando 'fora' da escola?
Todas as mudanças que o ME quis fazer não foi para acabar com 'isso'?
Não ia ser titular apenas quem provasse, 'no terreno', a sua excelência?
Dizem uma coisa, fazem outra... a toda a hora!
Depois de se terem 'esquecido' dos que antes estiveram nessas funções,
no primeiro concurso....: mais um concurso extraordinário? ou só conta
daqui para a frente, e os «tristes» que ficaram para trás?
Tem que ser o tribunal a dar-lhes razão?
O novo 4º escalão será, provavelmente, para os
'Professores-titulares-avaliadores'.
Deste modo, cria um 'estatuto' diferente para quem é avaliador e foge
às incompatibilidades de avaliador e avaliado concorrerem às mesmas
cotas.
Quantos chegaram a titular por haver uma vaga na escola e não ter mais
ninguém a concorrer, no entanto escolas houve em que colegas com quase
o dobro dos pontos não acederam a PT porque não havia vaga, e com isto
só quero dizer e afirmar da injustiça desta peça, monstruosamente
montada e maquiavelicamente posta em prática que é a dos professores
titulares.
Esta proposta do PM é inaceitável?!!!!!
Espero que professores e sindicatos estejam bem conscientes desta
proposta que é verdadeiramente ofensiva, para não dizer outra coisa!
Tenhamos dignidade e não nos deixemos vender.
Esta é das respostas mais repugnantes jamais feitas por um governo.
Oferecem tachos a sindicalistas, boys e girls das direcções gerais dos
vários ministérios, há uma tentativa de oferecer aos professores
avaliadores um 'acesso' ao 4º escalão de titular.
*Chegamos ao limite da indecência e a resposta só pode ser uma*:
revisão do ECD, anulação da divisão da carreira e combate total a esta
avaliação.

DEVEMOS OBRIGAR OS SINDICATOS A REJEITAR LIMINARMENTE ESTAS PROPOSTAS!