Mostrar mensagens com a etiqueta Ensino. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ensino. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, outubro 15, 2010

Acção de Propaganda em Cantanhede



Esta noite e como forma de protesto contra a falta de qualidade da alimentação servida nos refeitórios, levamos a efeito uma acção de colagens nas Escolas do 1º Ciclo do Agrupamento de Cantanhede.
Mais acções de propaganda estão previstas para o Concelho e para o Distrito. Os interessados em colaborar devem contactar as estruturas locais do partido

sexta-feira, outubro 01, 2010

Protestos estudantis


Os estudantes da Universidade de Coimbra vão adoptar, a partir de agora, uma postura mais “agressiva” na luta por uma melhor acção social escolar, arrastando consigo os colegas das outras associações académicas do país. Reunidos na madrugada de ontem em Assembleia Magna, os alunos aprovaram mais de uma dezena de moções.
Esta onda de protestos até merecia a nossa aprovação, sabendo quanto este sistema e este governo prejudicaram o ensino superior.
Mas confrontados com uma das reivindicações certamente ditada pela esquerda moderna e anti-portugueses, perdemos logo a vontade de qualquer apoio. Segundo a moção aprovada, a manifestação terá também como reivindicações centrais «a redução imediata da propina, mais financiamento para o Ensino Superior, igualdade de acesso à acção social por parte dos estudantes nacionais e estrangeiros.
Este apoio a estudantes estrangeiros, sabendo quão curtas são as verbas para a acção social, mostra mais uma vez uma falta de respeito pelos estudantes nacionais.
Para que estudantes estrangeiros reivindica a esquerda apátrida apoios? Para os Erasmus? Que juntam férias ao estudo? Para os estudantes dos PALOPs, já tão beneficiados com as vagas cativas?
Quem deve apoiar os estudantes estrangeiros são os governos dos seus países: Sabemos com quanto luxo vive a gentalha que se instalou no poder nas ex-colónias. Não é justo pedir aos estudantes portugueses mais sacrifícios, quando os governos dos estudantes estrangeiros podem facilmente apoiar a sua estada em Portugal
Também é importante que se denuncie a criação de vagas para estudantes dos PALOPs, se numa data altura se justificava, para criar licenciados nesses países, hoje perde o significado uma vez que passados tantos anos ela licito esperar que já se tivessem criado universidades nesses países para educar os seus. Mas não, Portugal continua a ser o mecenas e a pactuar com enriquecimento de muito corrupto que desvia para proveito próprio as verbas que devia canalizar para o ensino.
Neste rectângulo à beira mar plantado, dinheiro não falta para apoiar quem não merece, para os portugueses continua a faltar tudo.

quinta-feira, setembro 30, 2010

EB1 DE CANTANHEDE“REFEIÇÕES NÃO AGRADAM E AS CRIANÇAS PASSAM FOME


Uma escola de Cantanhede volta ser notícia por razões nada dignificantes.
Já não é de hoje a preocupação dos pais relativamente á comida, aos funcionários e refeitórios. Promessas e desculpas sã o sempre muitas, a obra é que nunca aparece.
Sabemos perfeitamente que as autarquias lutam com falta de verbas, como tal procuram fornecedores que pratiquem preços mais baixos, o que na esmagadora maioria dos casos significa pior qualidade.
Que se poupe em alguns serviços tem o nosso completo apoio, mas quando a poupança serve para esbanjar noutros serviços e prejudica crianças, é dever de todos erguer bem alto a voz para protestar.

quarta-feira, setembro 15, 2010

As escolas do sistema


Escolas sem auxiliar. Uma funcionária com quatro horas para distribuir por três escolas. Pais preocupados com a segurança, higiene e transporte dos alunos do 1º. ciclo
Pais que são empregados de limpeza. Que ajudam a transportar as crianças para os almoços. Que tomam conta de crianças enquanto outros pais não chegam. Que passaram o dia preocupados com a segurança dos filhos. Está a ser «insustentável» o arranque do ano lectivo em algumas escolas do 1.o ciclo do concelho onde apenas está colocada uma (e por algumas horas) ou não existe nenhuma auxiliar de acção educativa para ajudar nas actividades escolares.
Foi rápido o governo com a colaboração de algumas autarquias no que toca a encerrar escolas por razões meramente economicistas e sem olhar a questões qualitativas, é lento e arrogante no que toca a criar condições para que as escolas funcionem condignamente. Vamos a ver se a falta de funcionários não vai ser a desculpa para fechar mais alguns estabelecimentos de ensino.

FONTE

sábado, julho 31, 2010

As minorias do sistema.


Há mais de sete meses que as juntas de freguesia de Paredes não recebem, da Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), o pagamento das refeições dos alunos do ensino pré-escolar. Há autarquias credoras de verbas a rondar os 70 mil euros, mas é nas mais pequenas que o atraso provoca mais transtorno.
O melhor do mundo são as crianças e quando um sistema, um estado, um governo não olha pelas suas, significa que se abstiveram da maior das prioridades, velar por quem não se pode defender.
O sistema elegeu as suas minorias e as crianças não fazem parte delas. São MINORIAS grandiosas… são pessoas em pequena quantidade que produzem uma repercussão maior do que a maioria da população.
As minorias por eles beneficiadas são as elites, as oligarquias, os barões, os imigrantes, os homossexuais,as abortadeiras profissionais, as classes altas, etc. A minoria da população e neste particular as crianças, entretanto, são esquecidas.

segunda-feira, junho 28, 2010

O diploma é o inimigo mortal da cultura


Nos últimos dias este desgoverno lançou para a rua mais uma pérola política, alias no seguimento de outras pérolas deste e de outros desgovernos. Ficámos a saber que pretendia fechar as escolas com menos de 21 alunos pondo assim em risco um universo de 900 escolas.

A visão economicista sobrepõe-se aos interesses das crianças, porque para este governo e para este sistema os olhos estão virados apenas para as suas minorias.

Ler mais

quinta-feira, junho 17, 2010

Escolas a fechar ensino a piorar


O possível encerramento de três escolas básicas no concelho de Arganil, nomeadamente em Folques, Pomares e Secarias, merece o nosso protesto.

Na Educação, a mentalidade economicista não pode sobrepor-se às necessidades de Portugal. É preciso denunciar, pois, o fecho de escolas pelo “crime” de terem menos de 20 alunos.

Por que razões têm os alunos e suas famílias de responder pelas políticas desastrosas que conduziram à desertificação do interior e à quebra assustadora do crescimento demográfico?

O fecho de centenas de escolas (assim como o encerramento de serviços de saúde) configura um grave crime contra o interior. Em nome de errados critérios economicistas, dificulta-se a vida a quem ainda vive no interior cada vez mais desertificado e faz-se um convite a que os casais jovens abandonem as suas terras ou não queiram ter filhos.

Não são estas as minhas prioridades. As verbas torradas em Magalhães e outras fantasias serviriam perfeitamente para viabilizar as escolas condenadas.

Comigo, esta medida não passaria. Quero combater a desertificação do interior, favorecer o incremento da natalidade e lutar pela qualidade de vida e de ensino dos alunos.

segunda-feira, maio 10, 2010

AS ESCOLAS DO SISTEMA


Empenhado em mostrar trabalho, mais do que em dar condições para ensinar e pressionado pelo lobby do cimento, o sistema construi ao longo dos anos muitas escolas sem qualidade sem dignidade e inclusive onde abundavam os matérias perigosos para a saúde.
Exemplo desse desnorte é a Escola EB 23 de Cantanhede. O projecto é cópia fiel de uma escola nórdica, onde não faltam até locais para colocar os skis, mas onde falta a comodidade dessas mesmas escolas.
Bem têm lutado pais por uma solução há muito prometida, mas o sistema anda mais ocupado com os TGVs, que em nada vão beneficiar os portugueses, não tendo tempo para meia dúzia de jovens.
Para os portugueses o sistema o governo invoca a crise, para dizer ámen a Bruxelas e fazer um favor a Espanha esbanja dinheiro.
Endurecer a luta é a única solução para serem ouvidos, o sistema treme a cada sinal de descontentamento do povo, porque é sabe que esses sinais são o princípio do fim.

quinta-feira, novembro 12, 2009

Novas oportunidades?


Não estavam doentes, mas comeram canja durante mais de uma semana. A denúncia foi feita pelo pai de uma aluna que frequenta a Escola Básica (EB) do 1.oºCiclo da Solum. «Venho informar-vos que neste estabelecimento escolar há mais de uma semana que é servida canja todos os dias a todos os alunos ao almoço (crianças do 1.oºao 3.oº ciclo)», era uma das frases escritas no e-mail enviado, na noite de anteontem, para o Diário de Coimbra.
Uma situação no mínimo vergonhosa, como vergonhosa é a resposta da câmara. Este país é uma vergonha e os seus governantes são uma nódoa.
Os políticos do sistema só se lembram do povo em altura de eleições, depois cai tudo no esquecimento, fingem não saber dos assuntos, porque estão muito ocupados a tratar da sua vidinha e da vidinha dos seus correligionários.

quarta-feira, outubro 21, 2009

Avaliação dos professores


“Não podemos esperar mais”. O alerta partiu hoje de seis blogues animados por docentes e quatro movimentos independentes de professores, que subscrevem um manifesto em prol da suspensão urgente do modelo de avaliação.
O modelo de avaliação dos professores já parece uma manta de retalhos, pois foram muitas as alterações introduzidas. É tempo dos partidos da oposição, agora com maioria parlamentar acabarem com este modelo de tão má memória.
Sabemos que grande parte dos problemas das escolas se deve a politicas de esquerda, que pouco a pouco foram tirando autoridade aos professores e a um seguidismo intelectual de que enferma todo o sistema no que toca às matérias a ensinar.
Precisamos de restaurar a autoridade do professor, precisamos de uma escola onde se aprenda e não uma produtora de diplomas, precisamos de conteúdos de ensino que reflictam a verdade, a ciência e a historia.
Os professores têm de ser avaliados, como qualquer outra classe profissional, que essa avaliação sirva separar o trigo do joio. Que essa avaliação sirva para afastar do ensino os maus professores e premiar os bons. Que essa avaliação não se baseia em critérios igualitaristas, tão nefastos na melhoria profissional de qualquer classe.
Temos de deixar de ver a escola como um imenso recreio, como uma máquina de fazer diplomas.
Os professores precisam de autoridade, as passagens de ano não devem ser administrativas, como convida o actual legislação, o ensino deve ser diversificado, para podermos dar cursos técnicos aos menos capazes e para que quem entre nas Universidade esteja realmente preparado para as dificuldade inerentes a um curso superior.
O professor tem que voltar a ser um exemplo para todos nós e não um companheiro mais velho, a quem se pode faltar ao respeito e que muitas vezes não se dá ao respeito.

terça-feira, outubro 20, 2009

Novas Oportunidades


Nos próximos dias, a Universidade de Coimbra poderá ter mais uma aluna a desistir do curso por impossibilidade económica. Magalie Sobral, a cursar a licenciatura em Francês/Inglês na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC), tem uma história complexa para contar. Mas o resumo é até bastante linear: "mal informada" pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional e pela Segurança Social, a jovem estudante não concorreu no ano lectivo 2008/2009 à atribuição de bolsa de estudo por, supostamente, a sua condição de "desempregada" lhe possibilitar a "isenção" de propinas. Ficou há algumas semanas a saber que tem mais de 900 euros de propinas a pagar e que, se tal não acontecer, não poderá inscrever-se no ano lectivo que já teve início.
Enquanto isto, meninos bem endinheirados, mas com país que conseguiram ludibriar os Serviços Sociais, passeiam-se pela Universidade com carros topo de gama e uma bolsa do escalão máximo.
A coisa está preta e cada vez pior.

segunda-feira, agosto 24, 2009

O PS é que induca o sistema é que instroi


A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, afirmou hoje que os resultados escolares do ano lectivo 2008/2009 revelam uma "redução para metade do abandono e insucesso escolar" nos últimos anos.
Logo de seguida vem a FENPROF coma descoberta da polvora, respondendo a ministra que os “sucessos” não se devem a facilitismo.
Neste particular todos querem ser donos da verdade, sobretudo nos tempos que correm onde um ou mais votos podem significar um ou mais tachos para os boys do sistema.
A análise do estado da educação não deve ser vista somente pelo prisma quantitativo mais sim e também pelo prisma qualitativo. Aqui chegamos a uma conclusão, que à medida que o sucesso escolar aumenta que a escolaridade aumenta a qualidade de ensino diminui. É um facto, apesar de hoje muita mais gente sair das escolas com mais anos de estudo, o seu nível de cultura e educação tem diminuído de forma quase inversamente proporcional.
As políticas de esquerda que nos pretendiam fazer crer que era possível caminhar alegremente para escola, caíram de podres. Ensinar e educar não se faz sem disciplina, castigar pode ser gostar de alguém ao contrário das teorias bacocas de certos psicólogos. A direita uma vez no poder podia ter invertido o rumo dos acontecimentos, mas não o fez por duas razões. A primeira prende-se com a partilha do poder e neste caso a cultura e a educação foram entregues à esquerda e como tal não interessa aos poderes instituídos afrontar os acordos que sustentam o sistema. Em segundo lugar a direita viu nesta anarquia em que se tornou o ensino, uma óptima forma de recorrendo a analise quantitativa, recolher votos e simpatias. Hoje todo a gente pode aspirar a ter um canudo, ainda que nada saiba ou tenha de se formar a um domingo. Qual melhor forma de cativar os pais, o filho passar todos os anos e um dia ser formado, ainda que depois vá para caixa de algum supermercado?
É possível ter escolaridade obrigatória até ao 12º ano, é possível continuara formar nas nossas Universidades.
O futuro dos jovens portugueses está comprometido porque, frequentemente, a falta de formação profissional os impede de obter um emprego. É preciso que os jovens portugueses tenham futuro. Para isso é necessário restabelecer, na escola e na universidade, as noções de trabalho e de mérito, condições indispensáveis para obter os diplomas com valor. A reabilitação do trabalho manual e o incremento da aprendizagem são igualmente fundamentais para permitir que cada jovem português tenha o seu emprego.
Após a revolução de 1974, o poder instituído no país fez passar a ideia, insistentemente, de que o anterior regime tinha contribuído para o défice educacional em Portugal e que a partir daí as coisas seriam diferentes. Passados 30 anos sobre a revolução, podemos concluir que a educação nunca recebeu do poder político a atenção merecida, levando a que a qualidade do nosso ensino tenha decaído, sendo a nossa escola dominada pelo facilitismo e pelo desleixo.
É confrangedor verificar que inúmeros jovens portugueses ao chegarem às universidades cometem erros de primária, com dificuldades em efectuar simples cálculos aritméticos e com baixos níveis de cultura. Também relevante, é a ausência total de valores, nomeadamente de valores patrióticos.
A escola perdeu a credibilidade e o respeito de outros tempos.
Os alunos passam de ano sem quase nada saber e sem quase nada terem feito. A insegurança tomou conta das escolas e a violência sobre os professores tornou-se uma situação vulgar.
Desde há trinta anos a esta parte, que já assistimos a inúmeras reformas do nosso ensino, sem que nenhuma tenha conseguido chegar ao fim e atingido os seus objectivos. Cada vez que muda o Ministro, muda tudo, não havendo um mínimo de expectativa de continuidade e de estabilidade.
Os professores deixaram de ser respeitados, passaram a ser mal remuneradas e todos os anos sofrem do pesadelo das colocações, acabando, muitas vezes, por serem colocados longe da sua residência habitual e da sua família.
Muitos professores não conseguem colocação e acabam no desemprego. Esta situação deve-se, por um lado, a um exagerado número de pessoas que todos os anos terminam os seus cursos nas universidade e a uma forte queda da natalidade em Portugal.

O PNR propõe-se:
> Voltar a fazer da escola um local respeitado, onde domine a exigência, a disciplina e os valores patrióticos;
> Apostar no ensino da língua portuguesa e da história de Portugal logo a partir do ensino básico;
> Introduzir uma cadeira de cultura geral a partir do primeiro ano do ensino secundário;
> Fazer do professor, alguém que tem de ser respeitado no exercício das suas funções, expulsando do ensino público todos aqueles que cometam actos de agressão contra professores;
> Acabar com o actual sistema de colocação dos professores, introduzindo um novo que os coloque na zona do seu local de residência, não os obrigando a afastar-se da sua família;
> Em articulação com o Ministério do Ensino Superior, suspender alguns cursos que se destinam a formar professores para o ensino básico e secundário;
> Obrigar todas as escolas, públicas e privadas, a hastear uma bandeira nacional na entrada principal;
> Incentivar a natalidade nas famílias portuguesas, para aumentar os alunos nas nossas escolas.
> Reforçar a componente técnico-profissional.
> Implementar exames obrigatórios no final do 4º ano do ensino básico, no final do 6º e 9º anos do ensino secundário e no final do 11º e 12º anos do ensino complementar.
> Premiar os alunos e professores que se distingam nas áreas das ciências exactas e tecnológicas: Matemática, Física, Química, Informática.

O ensino superior português tem vindo a sofrer, nos últimos tempos, de uma forte perda de qualidade, a todos os níveis. O ensino passou a ser encarado como um negócio altamente rentável, para professores e universidades, em detrimento da qualidade do ensino e da preparação dos alunos para o exercício de uma actividade profissional.
Actualmente, temos as universidades portuguesas, públicas e privadas, preenchidas com cursos que não têm mercado de trabalho e nos quais os jovens perdem quatro/cinco anos da sua vida, para depois se aperceberem que os mesmos são completamente inúteis para o seu futuro.
É urgente adaptar os cursos universitários à realidade do nosso mercado de trabalho e fazer dos professores universitários, alguém que também tem que ser constantemente avaliado no exercício da sua profissão. As universidades, nomeadamente as privadas, têm que ter como prioridade a qualidade do ensino e não, simplesmente, o negócio.
O PNR é frontalmente contra as quotas nas universidades portuguesas para imigrantes. Não é aceitável que jovens portugueses não consigam entrar no ensino superior público e haja estrangeiros que o consigam.
O PNR propõe-se:
> Suspender ou encerrar, todas as licenciaturas que não tenham mercado de trabalho;
> Criar um departamento, no Ministério do Ensino Superior, que trate, exclusivamente, da avaliação e inspecção constante das nossas universidades, públicas e privadas, devendo ser encerradas/requalificadas todas aquelas que não ofereçam um ensino superior de qualidade;
> Fazer do professor universitário, alguém que, no exercício da sua função, tem que ser constantemente avaliado e, em caso disso, aplicar sanções por ter falhado no desempenho da sua profissão;
> Retirar Portugal do Tratado de Bolonha que visa uniformizar todo o ensino superior europeu;
> Substituir o sistema de quotas para imigrantes, por vagas residuais para estes, depois de todos os alunos portugueses terem sido colocados.
> Obrigar as universidades, públicas e privadas, a hastearem a bandeira nacional na sua entrada principal.
> Reforçar o Ensino Politécnico e Tecnológico com ampliação da rede de infra-estruturas educativas e reformulação da carreira de investigador.

terça-feira, julho 28, 2009

Lésbica pedófila continua a dar aulas


Ana Margarida, professora de Português na Escola EB2/3 André Soares, em Braga, foi condenada a dois anos e meio de prisão, com pena suspensa, por abuso sexual de uma menor. O juiz não aplicou qualquer pena acessória à docente de 38 anos que, apesar de ter sido suspensa de funções aquando da abertura do inquérito judicial, poderá agora voltar a leccionar e já em Setembro.
A DREN e os Sindicatos aceitam plenamente esta situação escudando-se na lei. Mais uma vez aqui se prova que os únicos culpados do estado caótico a que chegou o nosso ensino são os sucessivos governos e os sindicatos de sector.

quarta-feira, junho 24, 2009

Propina cada vez mais perto dos mil euros



996,85 euros. O valor da propina máxima no próximo ano lectivo está afixado. Um valor que, a avaliar pela lógica dos últimos anos, será o adoptado pela Universidade de Coimbra.
Somando a isto o preço proibitivo dos livros, o elevo preço das casas e os atrasos incompressíveis na entrega das bolsas, percebemos que cada vez mais o ensino universitário é para quem pode e não para quem merece.
As propinas eram para aumentar a qualidade das faculdades, lembram-se? Mas lembrem-se sempre de mais esta mentira do sistema.

domingo, junho 21, 2009

PROFESSORES EM LUTA



Este vídeo é parte de um trabalho que está a ser desenvolvido no sentido de trazer para primeira página a questão das reformas destruidoras promovidas pelo Ministério da Educação.

O objectivo é conseguir o maior número de visualizações possível, para que o vídeo passe a ter destaque na página principal do Sapo Vídeos. Quem sabe se não conseguimos mais uma atenção nos media nacionais.

O vídeo que se segue já esteve no YouTube mas (estranhamente) foi bloqueado.

Basta um clique para o voto contar.

quinta-feira, junho 18, 2009


A Junta de Nogueira do Cravo foi ontem literalmente “invadida” por dezenas de pessoas que pediram explicações ao presidente sobre a EB1 de Senhor das Almas.
No local, estavam muitos encarregados de educação e familiares das crianças que frequentam a decrépita Escola do 1º Ciclo de Ensino Básico (1º CEB) de Senhor das Almas.
Em causa, está um protesto que a comunidade educativa local decidiu fazer contra o Agrupamento de Escolas Brás Garcia de Mascarenhas (AEBGM) que, segundo afirmaram vários pais, terá manifestado a intenção de deslocalizar alguns dos alunos daquele estabelecimento de ensino para as EB 1 de Santa Ovaia e Nogueira do Cravo.
A população local, unida neste protesto, não quer sequer ouvir falar na hipotética solução, e recusa-se a que os alunos sejam transferidos para Santa Ovaia ou para a sede da freguesia, já que – conforme argumentam – a EB 1 de Nogueira do Cravo “está superlotada e a cantina não reúne condições”.
Frequentada por mais de 20 alunos, a EB 1 de Senhor das Almas funciona em deficientes condições físicas e com apenas uma sala de aulas, onde as crianças passam praticamente cinco horas seguidas, umas no período da manhã e outras no da tarde.
Embora as turmas sejam pequenas, os dois professores daquele estabelecimento de ensino são responsáveis – sempre na mesma e única sala – pelas aulas com alunos de dois anos distintos. É uma situação cada vez menos usual e que vai contra as orientações definidas pelo Ministério da Educação.
Para impedir a saída de alunos da EB1 de Senhor das Almas, muitos dos pais presentes naquela reunião sugeriram a construção de uma nova sala de aulas e não deixaram de atribuir responsabilidades à Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, pelo facto de a autarquia oliveirense “não se interessar” por aquela escola.
Por todo o país o parque escolar está degradado. Escolas onde chove, sanitários deficientes ou em mau estado, cantinas inadequadas onde são servidas refeições muito duvidosas. Mas para o sistema as crianças pouco ou nada importam e o dinheiro é muitas vezes canalizado para obras mediáticas, porque o que interessa são os votos e os tachos.

sábado, maio 30, 2009

Por uma escola melhor


Este governo seguindo a politica dos governos anteriores, pretendia dar a machada final do ensino em Portugal. As reformas não visavam, melhorar a disciplina na escola, não visavam ensinar de facto os jovens, a jogada baseada no caos em que a escola se tornou pretendia à custa de uma suposta avaliação, facilitar a vida aos que não estudam, pretendia nivelar por baixo, como é apanágio desta camarilha que governa Portugal desde o dia 25 de Abril.
Os professores não desistiram, lutaram, levando muitas vezes a reboque os burocratas dos sindicatos traidores.
Neste momento as reformas deste governo para o ensino, são uma manta de retalhos, tais tem sido os recuos e fintas para trás.
Não acreditamos que outro governo, outra administração formada por partidos do sistema, altere alguma coisa sobre a avaliação, vão aproveitar a onda e tentar continuar, a “avaliar” os professores para não terem de avaliar os alunos.
Não sou contra a avaliação de desempenho, mas nos noutros moldes, visando a melhoria da classe profissional e não a sua subserviência, como tal apoiei a manifestação de hoje, como as que futuramente se fizerem em nome de uma escola melhor.

segunda-feira, maio 25, 2009

PROFESSORES EM LUTA


O Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores (MUP) e a Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino (APEDE) juntam-se à manifestação nacional do próximo sábado “contra as políticas de um ministério e de um Governo que tudo fizeram para desprestigiar e humilhar a profissão docente”, mas dizem que “esta forma de luta de pouco valerá se não for integrada num plano mais vasto, coerente e determinado”.

Apesar de dizerem que a unidade é essencial, criticam que “se procurem silenciar outras perspectivas de luta e se imponham falsos unanimismos”, pelo que insistem na “divulgação pública das propostas de luta aprovadas nas reuniões de consulta aos professores”.

“Recusamos a ideia de que esta luta se vai arrastar por tempo indeterminado, sem radicalização, e com um passo de caracol ritmado por negociações sindicais incapazes de oferecer resultados visíveis”, lê-se num comunicado conjunto das duas associações.

Mais uma vez saudamos a justa luta dos professores por uma escola melhor e sobretudo o afastamento dos traidores dos sindicados que só procuram proveitos partidários e já mostraram bem do que são capazes. Os sindicatos vão procurar continuar com o folclore mediático, que dá votos aos partidos que representam, os professores precisam de caminhar unidos cada vez mais longe desta camarilha radicalizando a luta se preciso for.

quarta-feira, maio 20, 2009

Indisciplina na escola


Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque, lança petição para responsabilização legal dos pais pelo absentismo e indisciplina dos filhos


O presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque, Viana do Castelo, lançou esta semana uma petição por alterações legislativas que responsabilizem "efectivamente" os pais nos casos de absentismo, abandono e indisciplina escolar.

"A legislação tem que criar mecanismos administrativos e judiciais, desburocratizados, efectivos e atempados de responsabilização dos pais e encarregados de educação em casos de indisciplina escolar, absentismo e abandono, modificando a lei que consagra o Estatuto do Aluno e outras leis conexas", disse à Lusa Luís Braga, presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque e autor do texto.

Este professor de história escreveu um texto a que chamou "Petição pela responsabilização efectiva das famílias nos casos de absentismo, abandono e indisciplina escolar", disponível aqui.

Em dois dias, recolheu quase 1000 assinaturas. O objectivo é reunir quatro mil para "obrigar" a Assembleia da República a discutir a questão em plenário. "Na prática, o que defendo é que os encarregados de educação têm de ser responsabilizados pela educação ou não educação dos alunos", disse o docente.

"Os mecanismos criados devem traduzir-se em medidas sancionatórias às famílias negligentes, como multas, retirada de prestações sociais e, no limite, efeitos sobre o exercício das responsabilidades parentais, como é próprio de uma situação que afecta direitos fundamentais de pessoas dependentes", salienta a moção.

"Actualmente, a única coisa que um professor pode fazer se um aluno faltar sucessivamente é um teste de recuperação para avaliar as dificuldades da criança e isto não é nada", disse Luís Braga.

A petição colheu já assinaturas de pessoas que, para além do nome, escrevem diversos comentários. "Sou mãe e exijo que os meus direitos sejam assegurados" e "a educação passa pela família", são alguns dos 'recados' deixados pelos peticionários.

"No momento presente, as faltas e actos de indisciplina são pouco eficazmente sancionados, tendo-se optado por medidas de tipo pedagógico, com fortes entraves burocráticos e com pouca eficácia junto dos agentes dos actos em causa", refere a petição.


NOTA: Esta petição deve ser assinada com o nome completo, uma vez que também têm de referir o nº do BI e e-mail, para poder ser considerada legalmente válida e aceite na Assembleia da República.