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sexta-feira, dezembro 04, 2009

Roma | Criação da "Aliança dos Movimentos Nacionais Europeus"


Os partidos nacionalistas com assento no Parlamento Europeu, decidiram constituir uma aliança, visando unir esforços no combate às ameaças políticas e sociais que ensombram o futuro da Europa, comprometido pelos esforços dos interesses Mundialistas e pela subordinação dos europeus a sistemas de crenças e de vida que nos estão a conduzir à decadência e à autodestruição.

A conjugação de sinergias acordada pelos partidos que pretendem integrar a «Aliança dos Movimentos Nacionais Europeus», representa um marco histórico em prol da defesa da Autonomia Política e Cultural, da Justiça, da Identidade, do Futuro e da Herança Espiritual dos povos do velho continente.

Para além da Frente Nacional francesa, do Partido Nacional Britânico, e do partido húngaro Jobbik, também os austríacos do FPO, os italianos da Fiamma Tricolore, os belgas da Frente Nacional e os suecos do Partido Nacional Democrata irão englobar este projecto promissor.

O Partido Nacional Renovador, que desde a sua fundação mantém vínculos estreitos com figuras cimeiras do nacionalismo e com os partidos nacionalistas de primeiro plano, foi formalmente convidado e irá fazer parte desta aliança de partidos nacionalistas europeus.

A cerimónia de assinatura que terá lugar no próximo dia 5 de Dezembro em Roma, contará com a presença do Presidente do PNR, José Pinto-Coelho e do Vice-Presidente e Responsável pelas Relações Externas, Pedro Frade.

FONTE

sexta-feira, janeiro 02, 2009

III Guerra Mundial


A ministra israelita dos Negócios Estrangeiros, Tzipi Livni, disse hoje em Paris que as tréguas propostas por França entre Israel e o Hamas não são necessárias porque não existe nenhuma crise humanitária na Faixa de Gaza.
A hipocrisia dos sionistas esta contida neste comentário, palavras para quê.
Lembro-me de uma história que conta a conversa de uma mãe judia com o seu filho que tinha sido chamado para servir no exército do Czar contra os Turcos.
“Não te esforces muito” dizia-lhe a mãe. Mata um turco e descansa, mata outro turco e descansa novamente.
“Mas e mãe e se um turco me mata” exclamou o filho.
Matar-te? Porque? O que é que tu lhe fizes-te? Retorquiu a mãe.

Isto não é uma piada (nem estamos em tempos de piadas). É uma lição de psicologia. Lembrei-me quando estas declarações.

O verdadeiro efeito desta operação perpetrada pelos sionistas não vai ser expressa em factos materiais e quantitativos. Assim tantos mortos, assim muitos feridos, assim muita destruição. É expresso em resultados psicológicos que não podem ser medidos, e por isso são inacessíveis às mentes de generais e políticos. Quanto mais cresceu o ódio, quantos mais potenciais bombistas suicidas foram produzidos, quanta gente jurou a vingança?

A política belicista de americanos e israelitas, ajudados pelos lacaios que recrutam em todo o mundo, particularmente junto dos tratantes europeus, vai conduzindo o planeta para um clima de guerra global, favorável à Nova Ordem Mundial e aos planos sionistas para governar o mundo.
É dever de todos os homens livres lutar para que o Protocolo dos Sábios do Sião não vingue, evitando assim o holocausto.

segunda-feira, outubro 06, 2008

Kosovo é Servia


Os órgãos de informação ocidentais difundiram a imagem de que a Sérvia invadiu a província de Kosovo, realizando por conseguinte um acto de agressão contra a população local. Ocorre que Kosovo sempre pertenceu à Sérvia, sendo um lugar sagrado para os de fé cristã-ortodoxa, com grande força simbólica para a maioria dos Sérvios. Não se tratou, pois, de uma invasão estrangeira seguida de ocupação militar.
Após a declaração da independência os governos europeus lacaios do imperialismo sionista americano, principal mentor, impulsionador e causador, de uma guerra fratricida, apressaram-se a apoiar as teses dos estados unidos, apoiando o estraçalhar do território Sérvio.
Portugal, julgávamos nós iria adoptar outra posição, mais desalinha de Washington, mais independente e justa. No entanto tratou-se de mais um exercício de hipocrisia a que este governo já nos habituou, aguardaram cobardemente a tomada de uma posição, mas agora obedecendo aos amos e senhores, preparam-se para se juntar ao bando de servilistas que apoiam a independência.
Os USA e seus lacaios criam, invadem ou modificam fronteiras a seu belo prazer, a Europa refém de toda a máquina imperialista, ou aplaude de pé ou não encontra coragem para se lhe opor.

sexta-feira, novembro 16, 2007

Por uma estratégia mundial anti globalização


Os cinquenta anos de dominação mundial dos Estados Unidos constituíram na Europa um sistema politico, cultural, económico e social com mo qual tendem a identificar-se e a associar-se as elites europeias. Partidos, sindicatos, intelectuais, representantes religiosos, banqueiros e grandes industriais e por conseguinte as forças armadas que devido à sua natureza são as que mais se identificam com a defesa dos “valores” euro atlânticos, não só no nosso espaço cultural como também naqueles países mais próximos que querem neutralizar.
Num sistema capitalista estado confunde-se com mercado e as forças armadas são hoje bastiões da globalização. Não devemos esquecer que o sistema legaliza politicamente a tirania do mercado. Da mesma maneira que as forças dominantes usurpam a sociedade civil legitimando socialmente essa tomada do poder pelas elites que puseram o estado e o povo ao serviço do capital apátrida, estado e mercado regime politico e sistema económico confundem-se até ao ponto de hoje e à vista dos recentes episódios de histeria anti terrorista de massas, estar-mos perante produtos ideológicos de uma nova aliança entre o regime partidocrático e os trustes mediático capitalistas, que através da sua propaganda nos dão a sensação que as massas estão completamente impermeabilizadas a qualquer iniciativa politica anti sistema.
Por outro lado qualquer oposição ao atlantismo e ao sistema sionistas imperialista deve ter presente que, no respeita à Europa ela passa por seguir a defesa dos estado e pátrias europeias tentando implementar a Europa das nações, como melhor antídoto à globalização e à dominação dos USA e nunca situar-se numa posição defensiva o que seria à partida perder a “guerra”. Nós, os revolucionários nunca devemos combater com o sentimento de derrota. Gostem, ou não gostem, estamos imersos num território colonial ocupado, geopoliticamente. O inimigo teve muito tempo e meios suficientes para verificar a sua segurança em relação à dos outros, ela consubstancia-se na possibilidade de ele poder atentar contra as liberdades individuais. Pouco importa que alguns dirigentes num rasgo de consciência ou fugindo-lhe a boca para a verdade digam que “ na guerra fria quem triunfou foi o capitalismo e não a democracia” ( Mário Soares) porque os canais educativos da burguesia não tem qualquer pejo em criar e fomentar este tipo de equações: Estados Unidos + Europa = Ocidente; Ocidente + Capitalismo + liberdades = democracia. Nada mais simples e eficaz.
Não é pois admitindo os valores das democracias capitalistas e o seu liberalismo de estado que nos vamos opor á constituição de um “patriotismo atlântico” de que o Tratado de Lisboa parece ser mais um braço. Não devemos cair em velhas mentiras da guerra psicológica desenhada pelo Pentágono e pela CIA que levou a que muitos anti comunistas acreditassem que a sua pátria era a NATO.
Nem antes nem agora podemos considerar a NATO como nossa pátria. Antes pelo contrário a Europa deve procurar unir-se do Atlântico aos Urais procurando criar uma verdadeira frente anti globalização e se preciso for estabelecer alianças com outros povos.