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terça-feira, fevereiro 16, 2010

Cafetaria dos HUC assaltada ontem


A madrugada de ontem foi “animada” nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC). Alguém conseguiu deslocar-se até ao piso -2 do edifício principal, onde está instalado a cafetaria dos funcionários, arrombar portas, destruir o cofre e levar do seu interior todo o dinheiro que, alegadamente, seria o fundo de maneio para que pudessem funcionar, durante o dia de ontem, os vários espaços de refeição daquela unidade hospitalar.
Já o tínhamos denunciado e os factos mais uma vez nos dão razão. Nos HUCs gasta-se rios de dinheiro com a segurança sendo o retorno praticamente nulo, visto os seguranças desta unidade hospitalar terem sido praticamente reduzidos à função de arrumadores de carros, após a responsabilidade desta área ter passado pelas mãos de uma administradora ligada ao BE.
São dezenas de unidades que passam o dia sem fazer nada. No entanto o serviço custa rios de dinheiro.
Podem agradecer à esquerda descontraída que na generalidade não gosta de seguranças nem de nada que tenha a ver com a autoridade.

segunda-feira, junho 15, 2009

Saúde SA


As reformas na saúde iniciadas em governos PSD e continuadas pelos governos PS, têm degradado continuamente o já débil serviço nacional de saúde.
Por razões meramente economicistas, foi implementada uma politica de terra queimada, que está a ter o apogeu, sua força máxima neste governo “socialista”.
A estratégia é bem clara, transferir a área da saúde para o sector privado, com os naturais prejuízos que esta medida vai causar aos mais desfavorecidos.
Em Coimbra o PS encontrou um comissário politico que seguiu á letra e com fanatismo toda esta linha de pensamento. Ao fechar de forma irresponsável, SAPs, maternidades e hospitais o Fernando Regateiro, debilitou seriamente os serviços de saúde nesta zona do país, fazendo tudo cair nos hospitais centrais e que provoca demoras intermináveis nas urgências, listas de espera de meses para consultas, o caos em termos de circulação automóvel nas zonas próximas dos hospitais de Coimbra.
Como pagamento o Sr. “Eng” deu-lhe a promoção final, encarregando-o de espalhar a sua incompetência pelos HUC. O resultado está à vista e contra ele se levanta a voz dos professores universitários. A bem deste hospital universitário e da saúde em Coimbra e na região esperemos que a justiça seja feita.

quinta-feira, junho 04, 2009

Administração xuxialista


Depois de paralisar completamente o sistema de saúde no Distrito, recorrendo ao encerramento ou encurtamento dos serviços de muitas unidades de saúde o actual Presidente do Conselho de Administração dos HUC, pretende agora dar a machadada final numa das poucos coisas boas que o distrito ainda tinha e arrasar por completo a qualidade dos serviços prestados nos HUC.
Muitas vozes já se levantaram contra as alterações propostas para este hospital, as negociatas em vista estão a pôr a ferro e fogo esta unidade hospital e a fazer perigar a qualidade da mesma.
Os xuxialistas continuam a tratar-nos da saúde, por incompetência, por seguidismo, pelos jobs for the boys.

segunda-feira, maio 25, 2009

O PS continua tratar-nos da saúde


O serviço de Cirurgia Cardiotorácica dos Hospitais da Universidade de Coimbra, é um modelo dentro deste hospital, e é uma referência no nosso país e no estrangeiro. Sem listas de espera, altamente profissional o modelo criado devia servir de exemplo para outros serviços para outros hospitais.
Infelizmente neste país e neste sistema, competência, dedicação e profissionalismo são qualidades a abater e como tal a administração socialista que governo os HUC quer nivelar por baixo um dos poucos departamentos de saúde que funciona neste país. Sabemos quão solícito a cumprir ordens do ministério é o administrador dos HUC, todos sentimos na pele a sua politica de terra queimada no que toca ao fecho de unidades de saúde, quando desempenhou funções na Administração Regional. Cumpriu bem as ordens de Lisboa, com um grande zelo e dedicação.
Tem razão o Dr.: Manuel Antunes em querer bater com a porta o que lhe estão a fazer é a paga pelo seu profissionalismo, competência e dedicação, ou então está a pagar pelo seu amor a Coimbra, nomeadamente no que em comum fazemos a luta contra o “negócio” da co-incineração.

sexta-feira, março 07, 2008

Um tiro no porta-aviões


O secretário de Estado Adjunto e da Saúde esteve ontem em Coimbra para divulgar a produção e desempenho económico dos hospitais da região Centro. Os resultados dos HUC foram “excelentes”. Para o secretário de estado os resultados foram “excelentes” porque os HUC conseguiram poupar dinheiro. Não estando em causa a necessidade de gastar o dinheiro bem gasto nem o profissionalismo de todos os que trabalham nos HUC, podemos dizer que a montanha pariu um rato. Eu gostava de ver os HUC no topo, por outras razões e não só por estas.
Basta passar algum tempo nesta unidade hospital para verificar que de excelente não tem nada.
Começamos pelo transito que é o cartão de visita à partida e à chegada, caótico e preocupante.
Caótico porque para além de não fluir e por vezes fazer filas enormes, tem o seu clímax num estacionamento de por os cabelos em pé, onde milhares de viaturas são estacionadas de uma forma anárquica. Preocupante porque caso um dia haja uma situação em que seja requerida a presença dos bombeiros, estes pura e simplesmente não o vão poder fazer porque as suas viaturas não passam.
Quem por ventura tiver o azar de “cair” nas urgências vai entrar no inferno, longas horas de espera amontoados de doentes e acompanhantes, enfim um caos.
Ir a uma consulta também é uma aventura digna de um livro, dias e dias de espera para não dizer meses, por fim no dia anunciado entre uma amalgama de gente que enche os átrios as salas de espera e os elevadores, lá se faz a consulta nunca na hora marcada e onde é preciso passar por uma série de procedimentos burocráticos, bichas e mais bichas.
Outro tanto haveria que dizer acerca das visitas, da falta de segurança, das longas listas de espera para uma operação.
Os HUC são realmente um grande porta-aviões, que mete agua por muitos lados, apesar dos esforços dos seus trabalhadores para a bombear. Falta-lhe a protecção do resto da esquadra que há muito foi desmantelada ou tornado inoperacional pelo almirantado.
A esquadra e o porta-aviões navegavam um pouco ao sabor da corrente comandados por marinheiros de água doce que nunca passaram alem da barra do Tejo.
Com a sua protecção (Centros de saúde, urgências etc.) em grande parte inoperacionais, só podemos esperar uma coisa um dois tiros porta-aviões ao fundo. Nesta batalha naval, os erros sucedem-se, sem uma pequena mostra de os não repetir e reparar, o problema parece residir aqui; a vida é tratada como um jogo.

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Saúde - Prognostico muito reservado


Os portugueses vão perder cerca de 300 mil consultas por ano nos centros de saúde devido à deslocação dos médicos de família para consultas nos hospitais. Esta é uma consequência directa do fecho de algumas Urgências hospitalares e Serviços de Atendimento Permanente (SAP), decidido pelo Ministério da Saúde, acusa a Ordem dos Médicos.
Como exemplo do que consideram ser a «farsa das consultas abertas», a Ordem dos Médicos estima que o centro de saúde de Cantanhede perca 30 mil consultas programadas por ano com o fecho da urgência do hospital e subsequente abertura de uma consulta aberta.
Com o encerramento da urgência de Cantanhede, a Ordem considera que as urgências dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) serão sobrecarregadas.
«As urgências dos HUC não têm espaço físico nem condições para receber mais doentes do que recebe, de forma a tratar doentes com dignidade de seres humanos», declarou José Manuel Silva.
Para a Ordem, «multiplicando o que se passa em Cantanhede», serão centenas de milhar as consultas programadas nos centros de saúde que serão eliminadas.
O bastonário em exercício lamentou a «saga de encerramentos» na área da saúde, considerando que ainda não se concretizou a abertura de nenhum dos postos previstos para ter urgência básica.

quarta-feira, novembro 28, 2007

Ainda a insegurança nos HUC


A concelhia do PSD descobriu agora que existe insegurança nos HUC e evidentemente está muito preocupada, se o governo fosse PSD o episódio seria protagonizado pela concelhia do PS. Este teatro do faz de conta onde numa altura um faz de oposição e um de governo, para depois trocarem os papeis, já passa na televisão da nossa vida vai para demasiados anos. Parece que as responsabilidades ou erros cometidos desaparecem quando vão para a oposição travestindo-se nos maiores defensores dos portugueses. O que é fato é que quando saltam para o poleiro esquecem imediatamente as promessas e persistem nos mesmos erros.
A insegurança nos HUC não é de hoje, tem vindo a degradar-se ao longo dos anos em administrações nomeadas por PS e PSD. Diga-se em abono da verdade que a altura de maior bandalheira e insegurança é da responsabilidade de uma administradora ligada ao BE que retirou à segurança quase todas as funções de fiscalização e controle, outra coisa não seria de esperar da esquerda chique. Na altura houve mesmo uma caça à segurança sendo muitos vigilantes despedidos, apenas porque procuravam fazer o melhor possível, o seu trabalho. O que é certo é que passados mais de dez anos nada foi mudado as empresas acomodaram-se, porque este tipo de situação não lhes trás problemas, os responsáveis têm mais que fazer e toda a espécie de gente entra e saia nos HUC, sucedendo-se os episódios de roubos, de visitas fora de horas de intromissões no serviço.
O mais caricato é que toda a gente parecia viver feliz com este estado de coisas e não fora agora a morte de uma senhora ninguém questionava o que está à vista de todos.
Não sei o que vai mudar em termos de segurança nos HUC, mas sei o que devia mudar, mas para que isso aconteça é preciso mexer com poderes instituídos, o que não é fácil, correndo-se o risco de o baraço quebrar para o lado do mais fraco o segurança.

FONTE

segunda-feira, novembro 26, 2007

Mulher morre agredida nos HUC

Uma mulher de 45 anos perdeu a vida, quando se encontrava numa sala de espera dos HUC após ter sido agredida por um indivíduo. Família da vítima reclama por justiça.

Durante muitos anos desempenhei funções de chefia em empresas de segurança que prestaram serviço nos HUC
Os níveis de segurança foram-se degradando com o tempo, apesar de eu ter alertado para o facto. Hoje podemos dizer que apesar dos milhares de contos gastos em segurança (à cerca de 10 anos eram 10000), ela praticamente não existe. Limitam-se a ser mais arrumadores de carros que outra coisa.
Lembro-me perfeitamente que era costume alguns dos desfavorecidos desta sociedade utilizarem o hospital como dormitório, no entanto quando tal foi detectado, imediatamente se tomaram medidas para resolver a situação. Não é possível dizer que com um verdadeiro serviço de segurança este caso não tivesse acontecido, não existe segurança a 100%, mas que seria muito difícil de acontecer disso não duvido
Para haver segurança têm de haver algumas restrições à liberdade.
Um serviço de segurança que opere num hospital tem de ter presente que está num local onde por vezes, funcionários doentes e até visitantes estão num estado emocional fora do normal.
Considero que nos HUC a segurança já era, pois qualquer pessoa pode entrar livremente nas instalações sem ser questionada. È de admirar que casos como este ou outros ilícitos não sejam mais frequentes nesta unidade hospitalar