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sexta-feira, março 05, 2010

Para este peditório já dei


O partido representa a extrema-direita reaccionária é o grande vencedor das eleições locais na Holanda.
É um amigo dos terroristas sionistas e como tal nunca terá o meu apoio.
Uma coisa é estar contra a islamização da Europa, outra é não perceber os perigos do sionismo e dos seus lacaios.
A Europa é dos europeus, é preciso defende-la das invasões patrocinadas pelo sistema, que não são mais que um cópia do modelo americano. Como sabemos este modelo é controlado pela máfia sionista através dos ses poderosos lobbys. A mesma máquina terrorista que assassina nos campos da Palestina, que invade países soberanos como o Iraque ou o Afeganistão, que causa conflitos sociais um pouco por todo o mundo muçulmano, vende-nos e impinge-nos os seus modelos.
Numa zona do planeta combatem o islamismo, noutra zona patrocinam a sua geminação e crescimento.
Lutar por uma Europa livre, è lutar contra todas as tentativas de aculturação que o mundialismo nos tenta impingir, pelo que lutar contra o mundialismo é lutar contra o sionismo imperialista principal face dessa hedionda dominação.

sexta-feira, outubro 16, 2009

Sionismo e Cia.


O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas adoptou esta manhã, por larga maioria, as conclusões do relatório Goldstone, que acusa tanto Israel como o movimento palestiniano Hamas de terem cometido crimes de guerra durante a última ofensiva em Gaza.
Votaram contra o documento Os USA porque não se sabe se é Israel que manda neste país ou o contrário, a Itália do mafioso Berlusconi e a “democrática e progressista” Holanda, tão moderna para a porcaria e bandalheira e tão atrasada noutras coisas.
Israel ameaça como de costume e Autoridade Palestina na e Hamas estão satisfeitos, afinal os seus crimes são uma gota de agua comparados com os dos sionistas.
Esperemos agora pela ida a Tribunal.

sexta-feira, junho 05, 2009

Extrema-direita consegue forte subida na Holanda


É surpreendente ver que certas pessoas que se dizem combatentes anti sistema se agarrem à velha clivagem esquerda / direita.
Podemos compreender, que os media tenham necessidade de usar esta classificação simplista, para enquadrar todos os movimentos mais ou menos atípicos ou contestatários. Afinal fazem o seu papel de reduzir às normas estabelecidas os não alinhados que escapem à sua lógica ideológica. Mas porque é que os dissidentes deste sistema adoptam o vocabulário do seu adversário para se definirem? Por ser politicamente correcto? Que é importante inscreverem-se numa tradição ou num campo, para se situarem no imaginário colectivo? Estes argumentos não são válidos perante a realidade do Se.XXI. pois nós não fazemos parte do jogo politico do sistema, pelas nossas ideias, pela no praxis, nós somos mesmo a negação desse sistema.
Este tipo de classificação nascida durante a Revolução Francesa, não serve nem é indispensável á nossa reflexão politica. Já não existem valores e ideias que pertençam de maneira definida à família da direita ou da esquerda. O capitalismo com a democracia liberal reconciliou estas duas tendências e reforçou a sua colaboração com o sistema. Assim a oligarquia económica e mediática, tendo as mãos livres pode reforçar o seu domínio.
Hoje em dia é possível ver um gordo burguês de foice e martelo ao peito ou um operário a militar num partido democrata cristão.
As notícias de hoje dão conta que a extrema-direita quase ganhou as eleições na Holanda, embora não conheça o programa político do Partido para a Liberdade do Povo Holandês (PVV), algo me separa desde já desta formação politica.
Não concordo com a entrada da Turquia na Europa, já aqui expliquei porquê. No entanto muito me distancia deste partido no que toca a islamofobia. Estou certo que existem movimentos radicais islâmicos e que os mesmos são um perigo para a civilização ocidental, mas também não duvido que a agua e adubo que alimenta esses grupos é a politica dos países ocidentais em relação ao mundo islâmico, concretamente as colagens ao pensamento imperialista sionista dos Estados Unidos e do seu satélite ( ou será o contrario) Israel.
A liberdade religiosa é um principio porque todos devemos lutar, não faço juízos de valor acerca de qualquer religião, exceptuando quando os seus seguidores fazendo uma leitura errada da mesma defendem ideias imperialista, terroristas. Sionismo e radicalismo islâmico devem ser combatidos, como devem ser combatidas todas as politicas que ponham em causa a paz e a independência das nações.
Os nacionalistas lutam por uma Europa dos europeus, não por razões racistas ou de índole religiosa, mas porque estão certos que o multiculturalismo e a imigração, são prejudiciais para os seus e para os povos imigrantes.
O capitalismo colocou em marcha uma grande campanha, por um lado criar legiões de desempregados, que move a seu belo prazer, por outro lado promover o uniculturalismo que uma vez submetido á cultura dominante, possa criar costumes e usos muito iguais o que facilita produção em massa e aumento das mais valias.
a globalização cultural, alimenta a económica da mesma forma que a económica alimenta a cultural.
Defender a diversidade das culturas, sem a aberração do orgulhosamente só, defender que cada uma tem ao direito a viver feliz no seu país de origem é a única solução para combater a exploração do homem pelo homem e derrubar de vez o actual paradigma defendido por capitalistas e capitalistas de estado.
Podem alguns nacionaleiros celebrarem estas vitórias eu pelo contrário não me revejo em partidos da extrema-direita reaccionária.

segunda-feira, dezembro 08, 2008

Países baixos


Um grupo de homossexuais holandeses organiza o festival Natal Cor-de-Rosa, no qual participam duas Virgens Maria e dois Josés. Outras atracções são um mercado e uma pista de skate.
Continuam as provocações do lobby gay.
Se alguma organização toca mesmo que de forma indelével as frágeis criaturas, logo todo o sistema sai a rua para protestar. No entanto provocações deste género gozam da benevolência, dos novos senhores do templo.
Os países baixos são de facto a fonte de muitos dos males que atingem a sociedade. Não esquecer que talvez ligado a esta gentalha, existe hoje na Holanda um partido que defende a pedofilia. Enfim este sistema está cada vez mais hipócrita.