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domingo, fevereiro 24, 2008

Hugo Chávez: “A Venezuela não reconhecerá o Kosovo”


O presidente Hugo Chávez anunciou que o seu governo não reconhece a independência do Kosovo e apelou a outros países que não reconhecessem a decisão unilateral que tomaram os kosovares. “Não reconhecemos a independência do Kosovo… protestamos contra isso”, afirmou Chávez num discurso emitido pelas cadeias de rádio e televisão.
O mandatário expressou que era “sumariamente perigosa” a decisão de independência tomada pelos kosovares porque “pode culminar num novo desastre” e desencadear uma guerra na região. “Não compreendo como existem países que aceitam isto. Será que a Itália, por exemplo, gostaria que… o sul da Itália se declarasse independente, que um congresso regional se declarasse independente, (gostariam) a França, a Inglaterra ou algum país da América Latina”, expressou o mandatário.
Os Estados Unidos foram um dos países que reconheceram a independência do Kosovo, declarada Domingo, outros países que a reconheceram foram também a Grã Bretanha, a França e a Alemanha.
“Fazemos um apelo a que não seja reconhecido, utilizem os mecanismos de diálogo político… e que esta decisão seja revogada. O Kosovo é uma região da Sérvia, isso está reconhecido pela história e pela geografia, não se pode aceitar este acto”, acrescentou ainda.
Atribuiu também a decisão dos kosovares a um “plano imperial para continuar a debilitar os países do mundo”.

sábado, dezembro 29, 2007

Começou a operação Emanuel


Às 15 e 20 horas da tarde desta uma sexta-feira com o arranque dos motores e a descolagem dos dois helicópteros Russos, começou o processo do salvamento da ex- congressista colombiana, Consolation González de Perdomo, Clara Rojas e do seu filho Emanuel, nascido entretanto no cativeiro.
Nos helicópteros viajarão os delegados do comité internacional da Cruz Vermelha, que quando chegarem a Villavicencio serão recebidos pelo alto-comissário para a paz Luis Carlos Restrepo.
“Os helicópteros vão cheios de esperança, fé”, disse o presidente de Venezuela, Hugo Chavez, uma vez que chegados a Villavicencio existe a forte possibilidade de os três sequestrados estarem muito brevemente junto dos seus familiares.
Tinha-se previsto inicialmente que comité humanitário viajaria até uma base avançada mas o presidente Chávez minutos antes de se iniciar a operação humanitária informou que se decidiram que esta comissão permaneceria no território da Venezuela até que as Forças Armadas Revolucionárias de Colômbia (FARC) dessem as coordenadas do local onde seria possível encontrar Consolation González, Clara Rojas e seu filho Emanuel.
“É muito provável que este sábado os comissários saiam. Não é preciso que vão até Villavicencio para que as coordenadas lhes sejam comunicadas”, disse o Chefe de Estado Venezuelano, ao mesmo tempo que mencionava a possibilidade de no processo do salvamento das três pessoas sequestradas, ser necessário recorrer a operações terrestres.
O presidente Chávez também disse que tinham informação segura, que aviões americanos estariam fiscalizando a zona de salvamento e controlando as comunicações.
“Esperemos que estes “factores” não interferem na operação. Eu tenho a fé em que esta pode terminar de forma feliz”, assinalou o Presidente Venezuelano.


FONTE

sábado, dezembro 08, 2007

Júdice acusa novo bastonário de "dar cabo da profissão"


Esta notícia é no mínimo caricata ou é a prova de como o vil metal pode mudar uma pessoa.
Eu que pensava já ter visto tudo sou agora surpreendido com o ex-fascista Júdice a chamar o actual bastonário da sua ordem de Mussolini.
O medo do Sr. Júdice e de outros como ele que têm engordado à custa da advocacia é que a mama se acabe. Têm medo que o Marinho cumpra mesmo o prometido, isto é lutar por uma justiça para todos e não para alguns privilegiados.
Esta candidatura teve desde já uma coisa boa foi independente e supra-partidária.
Que soprem ventos de mudança à Mussolini ou à Hugo Chávez, tanto me faz é preciso é mudar e para melhor porque para pior já basta assim.
O actual bastonário representa a luta do povo contra os poderosos, da justiça para todos contra a justiça para alguns.
É uma luta difícil desigual mas que é preciso travar em nome da justiça social e pela socialização da justiça.
Dizem que a Justiça é cega. Pois em Portugal, sabemos todos, alem de cega, ela é lenta. Lenta em prejuízo dos pobres e lenta em benefício dos poderosos