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sexta-feira, janeiro 30, 2009

Fechar maternidades públicas para abrir privadas


Sabemos, tem vindo a publico que o sector privado vai abrir várias maternidades. A Ministra da Saúde já o admitiu, dizendo até que os prematuros não poderiam fazer parte do “negócio” , dado que exigiria recursos que só as maternidades publicas possuem condições para com segurança fazer este tipo de partos.
A nós parece-nos mais uma prenda aos privados, estes fazem o que é fácil e ficam com os lucros, o estado faz o mais difícil e pagamos todos nós.
É natural que estas maternidades privadas encontrem mercado, sobretudo nos locais onde o governo encerrou maternidades. Calculamos mesmo que os primeiros locais serão Elvas e Figueira da Foz, a primeira porque os portugueses preferem ter os seus filhos na sua terra, na segunda porque não param os nascimentos na estrada. Já perdemos a conta ao numero de bebes que nasceram no caminho da Figueira da Foz para Coimbra, o que temos em conta e esperamos que todos os portugueses tenham em conta, é que esta é a segurança que o governo advoga para mães e bebés. O bloco de partos do Hospital da Figueira não tinha condições, mas uma ambulância é mais seguro.

sexta-feira, setembro 19, 2008

Fechar maternidades para abrir clínicas de aborto


Margarida nasceu na madrugada de ontem numa ambulância dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz. Foi o 11.º bebé a nascer fora de uma maternidade, desde o encerramento do bloco de partos do Hospital Distrital da Figueira, em Novembro de 2006.
Perante factos não existem argumentos, e fica provado que o fecho da maternidade da Figueira da Foz foi um erro, que os figueirenses estão a pagar bem caro.
No entanto convém ter presente que a politica governamental de apoio à maternidade permite que no Hospital desta localidade se possam fazer abortos.
Nada mais claro, este governo fecha maternidades para abrir clínicas de abortos.

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Nascer nas ruas ou nas ruas da amargura

Uma mulher deu ontem à luz um menino nas urgências do Hospital da Figueira da Foz, cujo bloco de partos encerrou em 2006, elevando para dez o número de nascimentos desde o fecho da valência hospitalar.
Desde o fecho do bloco de partos do Hospital Distrital de Figueira da Foz, pelo menos dez nascimentos, incluindo o de ontem, ocorreram na Figueira da Foz, fora de maternidades, três em plena auto-estrada para Coimbra e pelo menos três no serviço de Urgência do hospital.
As melhorias na saúde estão à vista.

terça-feira, janeiro 01, 2008

Bebé nasceu na auto-estrada


Uma mulher deu hoje à luz uma menina numa ambulância à entrada da auto-estrada Figueira da Foz Coimbra, a caminho da maternidade Bissaya Barreto, em Coimbra, disse fonte dos bombeiros da Tocha, citada pela Lusa.
A grávida seguia da povoação de Arazede (Montemor-o-Velho) para aquela maternidade, mas o bebé nasceu cerca das 19:30 dentro da ambulância, assistida no local por uma equipa do INEM.
O primeiro destino seria o bloco de partos do Hospital da Figueira da Foz, no entanto, como esta valência fechou há um ano, a grávida foi transportada para Coimbra.
Segundo o movimento de cidadãos «Nascer na Figueira», depois do encerramento do bloco de partos na Figueira da Foz, ocorreram sete nascimentos fora das maternidades, três em plena auto-estrada para Coimbra, aos quais se junta o de hoje e que por poucas horas não seria um dos primeiros bebés de 2008.
Estão à vista as melhorias da saúde prometidas pelo governo. No entender do Sr. Ministro a qualidade da assistência de uma ambulância é superior à de um hospital.
Convém também lembrar que fecharam o bloco de partos na Figueira, mas o hospital está autorizado a fazer abortos. É a politica da morte em detrimento da politica da vida.

FONTE

sábado, novembro 03, 2007

Um ano sem Maternidade!


Às zero horas de amanhã, dia 4, cumpre-se um ano sobre o encerramento da Maternidade do Hospital Distrital da Figueira da Foz (HDFF), por determinação da tutela. Um ano depois, a medida continua a causar polémica e a ser alvo da contestação popular. O Movimento Cívico "Nascer na Figueira" - que luta pela manutenção daquele serviço hospitalar - assinala hoje a data com duas iniciativas, o lançamento de um manifesto e a colocação de um outdoor na auto-estrada A14, em Maiorca, no sentido Figueira da Foz-Coimbra. Já o manifesto reitera o "descontentamento" do concelho face à medida governamental e destina-se a ser subscrito pelos cidadãos.

"Um ano de maternidade A14". É a frase inscrita no cartaz que hoje será colocado na acessibilidade que "passou a ser a maternidade dos bebés figueirenses".

"Um ano depois este manifesto e a nossa contestação continua a ser válida. A provar os nossos argumentos estão os sete casos de nascimentos em contexto extra-hospitalar ocorridos durante estes 12 meses", disse, ao JN, Silvina Queirós, porta-voz do grupo de cidadãos.

"Um por cento das crianças da Figueira da Foz nasceu fora de qualquer instituição prestadora de cuidados básicos ao parto e ao recém-nascido o que nos coloca na cauda da Europa. Apelamos a uma reavaliação no sentido da reabertura do serviço", exortou aquela responsável.

O encerramento do bloco de partos e as urgências de obstetrícia e ginecologia do HDFF, que levantou várias críticas entre a autarquia e os cidadãos, aconteceu a 04 de Novembro de 2006, altura em que as grávidas passaram a ser encaminhadas para as Maternidades Daniel de Matos e Bissaya Barreto, em Coimbra (42 quilómetros), e Hospital de Santo André, em Leiria (54 quilómetros).

terça-feira, junho 05, 2007

Por uma boa causa

Exmo. Sr. Ministro da Saúde:


Nós, abaixo assinados, vimos por este meio protestar contra o encerramento do bloco de partos do Hospital Distrital da Figueira da Foz, EPE.

Porque a política de saúde não deve só basear-se em conceitos quantitativos ou economicistas (de notar que nem assim a medida faz sentido, visto que os obstetras continuarão a trabalhar no hospital, nomeadamente em consultas, logo, nada se poupará!).

Porque com o deslocamento para Coimbra as famílias mais pobres vão ser penalizadas e o actual número de partos feitos em casa, sem as condições adequadas, aumentará substancialmente assim como a taxa de mortalidade nos recém-nascidos, quando o objectivo do governo deveria ser exactamente o oposto!


Diga não ao encerramento do bloco de partos do Hospital da Figueira da Foz!
Assine

domingo, junho 03, 2007

Vigília pelo bloco de partos



O bloco de partos e as urgências de obstetrícia e ginecologia do hospital da Figueira de Foz encerraram a 4 de Novembro de 2006. Desde então a população tem vindo a manifestar-se pela reabertura. Na sexta-feira houve nova concentração.
O bloco foi encerrado a 4 de Novembro de 2006 e já nasceram na auto estrada 4 crianças.
Os resultados estão à vista. Se é com nascimentos em ambulâncias que querem ter mais segurança, então [encerrar] não foi uma boa solução.

terça-feira, maio 29, 2007

quarta-feira, maio 23, 2007

Quinto bebé da Figueira a nascer fora do hospital

Uma menina nasceu numa ambulância estacionada na A14, quando a mãe era transportada da Figueira da Foz para uma maternidade de Coimbra. É o quinto caso de um bebé nascido num contexto extra-hospitalar desde que encerrou o bloco de partos figueirense, há menos de sete meses.
O argumento principal para o fecho do bloco de partos do Hospital da Figueira da Foz era a falta de condições do mesmo.
Passados sete meses constatamos que as condições mudaram e muito. Dia a dia caem por terra os argumentos para o encerramento desta unidade de saúde e de outras.
O Ministro da Saúde é talvez o pior elemento de um executivo medíocre.
Vamos continuar a lutar pela reabertura do bloco de partos.
Neste sentido vamos estar presentes na vigília que vai ser efectuada no dia 1 de Junho, na freguesia de S. Pedro. O encontro está marcado para depois das 20h00, estando o local «ainda em aberto», já que, por questões de segurança o presidente da câmara sugeriu que o encontro se realize no espaço da Junta de Freguesia e não junto ao hospital, como estava previsto.

sábado, março 31, 2007

Maternidade da Figueira da Foz

No último mês, três bebés vieram ao mundo entre ambulâncias e garagens.
Terá sido para isto que o “ministro” mandou encerrar a maternidade?

quarta-feira, março 21, 2007

Maternidade da Figueira da Foz

Mais um bebé nascido no interior de uma ambulância a caminho do Hospital. O menino nasceu em plena A14, numa ambulância dos bombeiros da Figueira da Foz, que seguia para Coimbra.
Os avisos foram muitos dos bombeiros do pessoal que trabalha na saúde, a população protestou, indiferente o Ministro levou a sua avante.
Os resultados estão à vista