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sexta-feira, outubro 30, 2009

Novas oportunidades?


Como eu digo, como podem as gerações dos nossos filhos ser competentes, quando a minha geração é desqualificada e foi a formadora deles?
Aos desqualificados, não interessa a qualificação dos alunos… pois que se lhe descobrem os podres…
A educação é um mundo fechado onde reinam os déspotas com poder e sem qualificações!
(Quando convêm arranja-se uma lei limitada no tempo para arranjar equivalências com base nos políticos, que nós aclamamos, e, que depois são parte do problema – Rui Vilar… era dos políticos mais influentes no país á época – continua a ser influente apesar de retirado da política activa, quando foi nomeado para o éden da Gulbenkian) ).

Currículo oficial distribuído:

Ministra da Educação, Drª. Isabel Alçada (Maria Isabel Girão de Melo Veiga Vilar)
Escritora, 59 anos, licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Mestre em Análise Social da Educação pela Universidade de Boston.
Ex-administradora da Fundação de Serralves (2000-2004).
Professora Adjunta da Escola Superior de Educação de Lisboa, exerce actualmente funções como Comissária do Plano Nacional de Leitura.

A realidade:

A Sra. Dra. Isabel Alçada (que além de excelente escritora de livros – currículo profissional – tem a virtude de estar casada com Rui Vilar – currículo político), apresenta como currículo de governante o que está acima.
Cerca de 200 pessoas como ela, frequentaram na (ida) década de 80, um curso de Verão (duração de 02 meses), na Universidade de Boston.
Esses senhores, todos eles ligados às ESE’s - Escolas Superiores de Educação, voltaram para Portugal (depois do estio).
As ESE’s, em pleno desenvolvimento de uma fraude, que foram e são os Institutos Politécnicos, precisavam de mestres para lhes atribuir a categoria de Professores Adjuntos (porque nos Inst. Polit. chega o mestrado para se ser Prof. Coordenador - Topo da Carreira).
Assim, dirigiram-se a algumas Universidade de província (Évora, Algarve, Minho, etc.) para aí obterem equivalência para os seus cursos de Verão de 02 meses - da Universidade de Boston, para mestrados (grau académico acima da Licenciatura).
A certa altura, creio que em 1987 ou 1988, o Ministro da Educação da altura (Roberto Carneiro?) pôs fim a esta vergonha mas, cerca de duas centenas (200) de falsos mestres iniciavam as suas carreiras nos Inst. Politécnicos - IP’s.
Foi o caso da “nossa” Sra. Dra. Isabel Alçada.
E é ela a Ministra da Educação (que decide os destinos deste sector, desta área ou destes assuntos (se assim preferirem) sem importância nenhuma...

Recebido por E-mail

segunda-feira, agosto 24, 2009

O PS é que induca o sistema é que instroi


A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, afirmou hoje que os resultados escolares do ano lectivo 2008/2009 revelam uma "redução para metade do abandono e insucesso escolar" nos últimos anos.
Logo de seguida vem a FENPROF coma descoberta da polvora, respondendo a ministra que os “sucessos” não se devem a facilitismo.
Neste particular todos querem ser donos da verdade, sobretudo nos tempos que correm onde um ou mais votos podem significar um ou mais tachos para os boys do sistema.
A análise do estado da educação não deve ser vista somente pelo prisma quantitativo mais sim e também pelo prisma qualitativo. Aqui chegamos a uma conclusão, que à medida que o sucesso escolar aumenta que a escolaridade aumenta a qualidade de ensino diminui. É um facto, apesar de hoje muita mais gente sair das escolas com mais anos de estudo, o seu nível de cultura e educação tem diminuído de forma quase inversamente proporcional.
As políticas de esquerda que nos pretendiam fazer crer que era possível caminhar alegremente para escola, caíram de podres. Ensinar e educar não se faz sem disciplina, castigar pode ser gostar de alguém ao contrário das teorias bacocas de certos psicólogos. A direita uma vez no poder podia ter invertido o rumo dos acontecimentos, mas não o fez por duas razões. A primeira prende-se com a partilha do poder e neste caso a cultura e a educação foram entregues à esquerda e como tal não interessa aos poderes instituídos afrontar os acordos que sustentam o sistema. Em segundo lugar a direita viu nesta anarquia em que se tornou o ensino, uma óptima forma de recorrendo a analise quantitativa, recolher votos e simpatias. Hoje todo a gente pode aspirar a ter um canudo, ainda que nada saiba ou tenha de se formar a um domingo. Qual melhor forma de cativar os pais, o filho passar todos os anos e um dia ser formado, ainda que depois vá para caixa de algum supermercado?
É possível ter escolaridade obrigatória até ao 12º ano, é possível continuara formar nas nossas Universidades.
O futuro dos jovens portugueses está comprometido porque, frequentemente, a falta de formação profissional os impede de obter um emprego. É preciso que os jovens portugueses tenham futuro. Para isso é necessário restabelecer, na escola e na universidade, as noções de trabalho e de mérito, condições indispensáveis para obter os diplomas com valor. A reabilitação do trabalho manual e o incremento da aprendizagem são igualmente fundamentais para permitir que cada jovem português tenha o seu emprego.
Após a revolução de 1974, o poder instituído no país fez passar a ideia, insistentemente, de que o anterior regime tinha contribuído para o défice educacional em Portugal e que a partir daí as coisas seriam diferentes. Passados 30 anos sobre a revolução, podemos concluir que a educação nunca recebeu do poder político a atenção merecida, levando a que a qualidade do nosso ensino tenha decaído, sendo a nossa escola dominada pelo facilitismo e pelo desleixo.
É confrangedor verificar que inúmeros jovens portugueses ao chegarem às universidades cometem erros de primária, com dificuldades em efectuar simples cálculos aritméticos e com baixos níveis de cultura. Também relevante, é a ausência total de valores, nomeadamente de valores patrióticos.
A escola perdeu a credibilidade e o respeito de outros tempos.
Os alunos passam de ano sem quase nada saber e sem quase nada terem feito. A insegurança tomou conta das escolas e a violência sobre os professores tornou-se uma situação vulgar.
Desde há trinta anos a esta parte, que já assistimos a inúmeras reformas do nosso ensino, sem que nenhuma tenha conseguido chegar ao fim e atingido os seus objectivos. Cada vez que muda o Ministro, muda tudo, não havendo um mínimo de expectativa de continuidade e de estabilidade.
Os professores deixaram de ser respeitados, passaram a ser mal remuneradas e todos os anos sofrem do pesadelo das colocações, acabando, muitas vezes, por serem colocados longe da sua residência habitual e da sua família.
Muitos professores não conseguem colocação e acabam no desemprego. Esta situação deve-se, por um lado, a um exagerado número de pessoas que todos os anos terminam os seus cursos nas universidade e a uma forte queda da natalidade em Portugal.

O PNR propõe-se:
> Voltar a fazer da escola um local respeitado, onde domine a exigência, a disciplina e os valores patrióticos;
> Apostar no ensino da língua portuguesa e da história de Portugal logo a partir do ensino básico;
> Introduzir uma cadeira de cultura geral a partir do primeiro ano do ensino secundário;
> Fazer do professor, alguém que tem de ser respeitado no exercício das suas funções, expulsando do ensino público todos aqueles que cometam actos de agressão contra professores;
> Acabar com o actual sistema de colocação dos professores, introduzindo um novo que os coloque na zona do seu local de residência, não os obrigando a afastar-se da sua família;
> Em articulação com o Ministério do Ensino Superior, suspender alguns cursos que se destinam a formar professores para o ensino básico e secundário;
> Obrigar todas as escolas, públicas e privadas, a hastear uma bandeira nacional na entrada principal;
> Incentivar a natalidade nas famílias portuguesas, para aumentar os alunos nas nossas escolas.
> Reforçar a componente técnico-profissional.
> Implementar exames obrigatórios no final do 4º ano do ensino básico, no final do 6º e 9º anos do ensino secundário e no final do 11º e 12º anos do ensino complementar.
> Premiar os alunos e professores que se distingam nas áreas das ciências exactas e tecnológicas: Matemática, Física, Química, Informática.

O ensino superior português tem vindo a sofrer, nos últimos tempos, de uma forte perda de qualidade, a todos os níveis. O ensino passou a ser encarado como um negócio altamente rentável, para professores e universidades, em detrimento da qualidade do ensino e da preparação dos alunos para o exercício de uma actividade profissional.
Actualmente, temos as universidades portuguesas, públicas e privadas, preenchidas com cursos que não têm mercado de trabalho e nos quais os jovens perdem quatro/cinco anos da sua vida, para depois se aperceberem que os mesmos são completamente inúteis para o seu futuro.
É urgente adaptar os cursos universitários à realidade do nosso mercado de trabalho e fazer dos professores universitários, alguém que também tem que ser constantemente avaliado no exercício da sua profissão. As universidades, nomeadamente as privadas, têm que ter como prioridade a qualidade do ensino e não, simplesmente, o negócio.
O PNR é frontalmente contra as quotas nas universidades portuguesas para imigrantes. Não é aceitável que jovens portugueses não consigam entrar no ensino superior público e haja estrangeiros que o consigam.
O PNR propõe-se:
> Suspender ou encerrar, todas as licenciaturas que não tenham mercado de trabalho;
> Criar um departamento, no Ministério do Ensino Superior, que trate, exclusivamente, da avaliação e inspecção constante das nossas universidades, públicas e privadas, devendo ser encerradas/requalificadas todas aquelas que não ofereçam um ensino superior de qualidade;
> Fazer do professor universitário, alguém que, no exercício da sua função, tem que ser constantemente avaliado e, em caso disso, aplicar sanções por ter falhado no desempenho da sua profissão;
> Retirar Portugal do Tratado de Bolonha que visa uniformizar todo o ensino superior europeu;
> Substituir o sistema de quotas para imigrantes, por vagas residuais para estes, depois de todos os alunos portugueses terem sido colocados.
> Obrigar as universidades, públicas e privadas, a hastearem a bandeira nacional na sua entrada principal.
> Reforçar o Ensino Politécnico e Tecnológico com ampliação da rede de infra-estruturas educativas e reformulação da carreira de investigador.

quarta-feira, abril 15, 2009

O Senhor Albino da CONFAP

LEMBRAM-SE DO "REPRESENTANTE DOS PAIS", O SR ALBINO, APOIANDO A MINISTRA LURDES ???

LEIAM
!



Assim se compram os apoios!
Sem palavras! (Sobre a CONFAP do Sr. Albino)

Para que conste e porque muita gente não sabe, a CONFAP (Confederação Nacional das Associações de Pais) recebeu do Gabinete da
Ministra da Educação duas tranches de 38.717,50 euros cada uma, no segundo semestre de 2006, conforme publicação no Diário da República N. 109 de
6/6/2007 (pág. 15720). Recebeu ainda mais 39.298,25 euros no primeiro semestre de 2007, conforme publicação no DR N. 201, de 18/10/2007(Pág. 30115). Trata-se da única organização que recebe verbas directamente do Gabinete da Ministra. Com um apoio destes, o que se pode esperar do sr. Albino Almeida? Mais de 150.000 euros por ano é muito dinheiro.

O sr. Albino é apenas e só um assalariado do Ministério da Educação (por sinal, muito bem pago com os nossos impostos - vergonhoso, sra. ministra!!!
Sr. PM!!!!!!!).

Vamos denunciar

Reencaminha para que todos saibam o que se passa !!!

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Escândalo NO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO


Comentários? Para quê?


E VIVA PORTUGAL.


Isto é uma sem vergonha!!!

Deputados a prof. titular

Os deputados do PS estão contra os professores, mas querem ser titulares sem
porem os pés na escola.

Que pouca VERGONHA!!!!!!
Retirado da Ordem Trabalhos hoje ME / Plataforma:
Ponto 8.


Acesso à categoria de Professor Titular para os Professores
em exercício de funções ou actividades de interesse público,
designadamente, enquanto Deputados à Assembleia da República e ao
Parlamento Europeu, Autarcas, Dirigentes da Administração Pública,
Dirigentes de Associações Sindicais e Profissionais.
Agora é que não percebo nada!
Mas agora já se pode 'atingir o topo'... mesmo estando 'fora' da escola?
Todas as mudanças que o ME quis fazer não foi para acabar com 'isso'?
Não ia ser titular apenas quem provasse, 'no terreno', a sua excelência?
Dizem uma coisa, fazem outra... a toda a hora!
Depois de se terem 'esquecido' dos que antes estiveram nessas funções,
no primeiro concurso....: mais um concurso extraordinário? ou só conta
daqui para a frente, e os «tristes» que ficaram para trás?
Tem que ser o tribunal a dar-lhes razão?
O novo 4º escalão será, provavelmente, para os
'Professores-titulares-avaliadores'.
Deste modo, cria um 'estatuto' diferente para quem é avaliador e foge
às incompatibilidades de avaliador e avaliado concorrerem às mesmas
cotas.
Quantos chegaram a titular por haver uma vaga na escola e não ter mais
ninguém a concorrer, no entanto escolas houve em que colegas com quase
o dobro dos pontos não acederam a PT porque não havia vaga, e com isto
só quero dizer e afirmar da injustiça desta peça, monstruosamente
montada e maquiavelicamente posta em prática que é a dos professores
titulares.
Esta proposta do PM é inaceitável?!!!!!
Espero que professores e sindicatos estejam bem conscientes desta
proposta que é verdadeiramente ofensiva, para não dizer outra coisa!
Tenhamos dignidade e não nos deixemos vender.
Esta é das respostas mais repugnantes jamais feitas por um governo.
Oferecem tachos a sindicalistas, boys e girls das direcções gerais dos
vários ministérios, há uma tentativa de oferecer aos professores
avaliadores um 'acesso' ao 4º escalão de titular.
*Chegamos ao limite da indecência e a resposta só pode ser uma*:
revisão do ECD, anulação da divisão da carreira e combate total a esta
avaliação.

DEVEMOS OBRIGAR OS SINDICATOS A REJEITAR LIMINARMENTE ESTAS PROPOSTAS!

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

A ministra quer o ensino português igual ao finlandês?



A ministra quer o ensino português igual ao finlandês?
Nós também!!
É só corrigir estes pequenos pormenores...

"À atenção Senhora Ministra da Educação"

A propósito do sistema de Ensino da Finlândia, veja, Senhora Ministra, se consegue perceber as 9 diferenças:

1. Na Finlândia as turmas têm 12 alunos;

2. Na Finlândia há auxiliares de accção educativa acompanhando constantemente os professores e educandos;

3. Na Finlândia, os pais são estimulados a educar as crianças no intuito de respeitarem a Escola e os Professores;

4. Na Filândia os professores têm tempo para preparar aulas e são profissionais altamente respeitados.

5. Na Finlândia as aulas terminam às 3 da tarde e os alunos vão para
casa brincar, estudar, usufruir do seu tempo livre;

6. Na Finlândia o ensino é totalmente gratuito inclusivamente os LIVROS, CADERNOS E OUTRO MATERIAL ESCOLAR;

7. Na Finlândia todas as turmas QUE TÊM ALUNOS com necessidades educativas especiais, têm na sala de aula um professor especializado a acompanhar o aluno que necessita de apoio;

8 . Na Finlândia não há professores avaliadores, professores avaliados nem Inspectores.!!!!!

9. Na Finlândia não há professores de primeira e de segunda;


Conseguiu perceber as diferenças???

quarta-feira, janeiro 28, 2009

Gato escondido ......


Este governo é perito em atirar areia para os olhos aos portugueses. Para além das comissões de estudo que não são mais que funcionários ao serviço do PS e que tanto mal tem feito à saúde, segurança e educação dos portugueses, o PS entrou em desvario total na tentativa de tornar a ter uma maioria absoluta.
Na semana passada as páginas dos Jornais encheram-se com a notícia que a OCDE tinha elogiado a politica deste governo relativamente ás “reformas” implementadas no primeiro ciclo do ensino básico. O primeiro-ministro tão dado a folclores mediáticos e a festivais de corta fitas, fez um elogio público à ministra da tutela, largamente difundido pelos media.
Agora veio a publico que o “estudo” tinha sido encomendado a peritos internacionais independentes, liderada pelo Prof. Peter Matthews. A avaliação que realizaram em Portugal segue de perto a metodologia e abordagem que a OCDE tem utilizado para avaliar as políticas educativas em muitos países-membros ao longo dos anos."
As fontes documentais são quase todas dos organismos do ME. Os 4 peritos portugueses consultados são todos próximos ou militantes do PS. O Relatório baseou-se num relatório prévio feito pelo Ministério da Educação. E os 7 municípios ouvidos são todos do PS menos um que é do Major Valentim Loureiro, um independente que gosta de elogiar a ministra da educação e que tem em comum com José Sócrates a mania de oferecer eletrodomesticos. Ora digam lá: por maior que sejam os curricula vitae dos autores do Relatório e por maior consideração que tenhamos (e eu tenho) para com o percurso académico dos 4 peritos nacionais consultados (João Formosinho, Isabel Alçada, Rosa Martins e Lucília Salgado), que credibilidade é que este Relatório pode merecer?
Nota: os municípios ouvidos foram: Guimarães (PS); Santo Tirso (PS); Amadora (PS); Ourique (PS); Lisboa (PS); Portimão (PS); Gondomar (Independente). Podemos afirmar, sem estarmos enganados, que Valentim Loureiro é o mais socialista de todos os independentes. Não deixa passar uma oportunidade para elogiar José Sócrates e a Ministra da educação.

sexta-feira, novembro 21, 2008

Declaração da ministra da Educação sobre avaliação dos professores


A melhoria dos resultados dos alunos, a redução do abandono escolar e a observação de aulas deixam de ser critérios obrigatórios na avaliação de desempenho dos professores.
De salientar também o compromisso da ministra em aligeirar a burocracia neste processo
O que nos espanta é que só agora os iluminados do Ministério da Educação, tenho tido o discernimento para mudarem as regras do jogo. Das duas três ou são incompetentes ou pretendiam passagens administrativas para os alunos ou as duas coisas que é o mais certo.
Neste particular ganharam os nossos jovens e ganharam os professores e pais.
Mas a caminha não pode ficar por aqui, ainda falta lutar contra a falta de autoridade nas escolas e por um ensino que se livre de uma vez por todas da batuta marxista, afinal a principal causadora de toda esta cegada.

terça-feira, novembro 11, 2008

Ovos de Fafe


Alunos da Escola Secundária de Fafe atiraram hoje ovos ao carro da ministra da Educação, numa manifestação que levou Maria de Lurdes Rodrigues a desistir de presidir a uma cerimónia de entrega de diplomas, disse fonte policial.
A sinistra ministra mais uma vez pode comprovar que estudantes e professores estão plenamente de acordo com as reformas que está a implementar.

quinta-feira, outubro 16, 2008

Parabéns

Numa altura tão cheia de dificuldades, em que a maioria dos portugueses não conseguem esticar o ordenado até ao fim do mês para pagar as contas do gás e da electricidade, a Exma. Senhora Dr.ª Maria de Lurdes Rodrigues, digníssima Ministra da Educação, comprou muito recentemente um apartamento num prédio a carecer de obras, pela insignificante quantia de cerca de 500.000 Euros (Cem mil contos em moeda antiga).
Para o efeito nem teve que vender o apartamento que habita numa periferia de Lisboa.
O citado apartamento situa-se na Av. de Roma, n.º 20, 5º. (do lado oposto à Livraria Bertrand)
A escritura está na Primeira Conservatória de Registo Predial de Lisboa.
Saudemos a Sra. Ministra pelo seu sucesso …

domingo, setembro 21, 2008

A OCDE DESMENTE O MINISTÉRIO


O que o Ministério sabe mas esconde cobardemente, de forma a virar os portugueses menos esclarecidos contra os que trabalham dia a dia para dar um futuro melhor aos filhos dos outros.

'Os PROFESSORES em Portugal não são assim tão maus...'


Consulte a última versão (2006) do Education at a Glance, publicado pela OCDE
.

Se for à página 58, verá desmontada a convicção generalizada de que os professores portugueses passam pouco tempo na escola e que no estrangeiro não é assim.
É apresentado, no estudo, o tempo de permanência na escola, onde os professores portugueses estão em 14º lugar (em 28 países), com tempos de permanência nas escolas. superiores aos:


japoneses,


húngaros,


coreanos,


espanhóis,


gregos,


italianos,


finlandeses,


austríacos,


franceses,


dinamarqueses,


luxemburgueses,


checos,


islandeses



noruegueses!

No mesmo documento de 2006 poderá verificar, na página 56, que os professores portugueses estão em 21º lugar (em 31 países) quanto a salários!
Na página 32 poderá verificar que, quanto a investimento na educação em relação ao PIB, estamos num modesto 19º lugar (em 31 países) e que estamos em 23º lugar (em 31 países) quanto ao investimento por aluno.

E isto, o M.E. não manda publicar...
Não tem problema. Já estamos habituados a fazer todos os serviços.
Nós divulgamos aqui e passamos ao maior número de pessoas possível, para que se divulgue e publique a verdade.

quarta-feira, junho 18, 2008

Violência nas escolas


Maria de Lurdes Rodrigues considerou hoje que a violência nas escolas não é um fenómeno grave, conforme tinha referido o Procurador-geral da República, Pinto Monteiro.
Se todos os professores alunos e funcionários, tivessem um corpo de Guarda-costas para os acompanhar às escolas como tem a Sra. Ministra, também teriam a mesma opinião sobre a violência nas escolas.

segunda-feira, abril 28, 2008

À ATENÇÃO DOS PROFESSORES E DOS SINDICATOS


Numa comunicação escrita, datada de 15 de Abril de 2008, o Presidente do CE da EB 2/3 D. João I da Baixa da Banheira informa os docentes do seguinte:

Apesar das faltas legalmente equiparadas a serviço lectivo não contarem para efeitos da falta de assiduidade ao nível de avaliação, no entanto, de acordo com o que consta na ficha de avaliação de desempenho de 7/04/ 2008, o ponto A.2 do Anexo XIII – empenho para a realização das aulas previstas: compensações, permutas, preparação das substituições – remete para todo o serviço lectivo distribuído (total de aulas previstas). Ora, de acordo com este anexo, terá de se registar o número de aulas que não foi leccionado, independentemente das razões que originaram as faltas. Assim, continua o Presidente desta Escola, as aulas não leccionadas acabam por incidir na avaliação de cada docente, independentemente de ter sido leccionada toda a matéria curricular, podendo até agravá-la. E, para ultrapassar esta situação, terão de se aplicar modalidades compensatórias já implementadas na Escola, tal como a permuta e a reposição do serviço lectivo [reprodução não textual, mas fiel ao enunciado escrito].

Se todos os Conselhos Executivos seguirem a referida Escola – e ver-se-ão forçados, a curto prazo, a fazê-lo – esta ilegalidade que o ME, através de um Regulamento, lhes impõe executar, revoga o artigo 103.º do ECD, pois retira-lhe efeito útil.

Imaginem as subsequentes situações:

1. O docente faltou por motivo de greve.

Esse dia é-lhe descontado no vencimento. Ao "exigirem-lhe" que reponha o número de aulas em falta, a greve ficou sem efeito útil. Mais grave ainda: trabalha e não recebe, ou seja, repõe as aulas não leccionadas, mas não lhe repõem o pagamento do dia de greve.

2. O docente faltou por motivo de nojo.

Não recebe o subsídio de refeição correspondente aos dias em falta. Repõe as aulas não leccionadas, mas não recebe o subsídio de refeição correlativo.

3. O professor não lecciona por motivo de visita de estudo.

O professor que foi em visita de estudo organizada por outro grupo disciplinar tem de repor as aulas não leccionadas apesar de nesse dia ter trabalhado mais horas do que as referenciadas no seu horário de trabalho.

Caros colegas:

Temos de lutar contra esta aberração legislativa de compensar as aulas não leccionadas, pois põem em causa o princípio constitucional da igualdade.

Conhecem algum médico, juiz ou operário que seja obrigado a repor as horas que justificadamente não trabalhou?

Em Direito ensinaram-me que as leis inferiores não revogam leis superiores; que o respeito pela hierarquia das leis é um dos fundamentos de um Estado de Direito Democrático.

Ou ensinaram-me mal ou, pelos vistos o Estado de Direito Democrático não existe.

Vítor Barros

quarta-feira, abril 16, 2008

PETIÇÃO AOS SINDICATOS


Os professores estão contra o acordo firmado entre os sindicatos e o governo.
Traídos por aqueles que os dizem defender e enganados pelo executivo que nos desgoverna, procuram mobilizar-se para enfrentar a negociata traiçoeira.
A Ministra, o governo precisavam a todo o custo de parar com a contestação, os sindicatos caíram na armadilha ou não.
Desde o primeiro minuto que apoiei as reivindicações dos professores até porque esta luta não é só deles, está em causa muito mais que a sua avaliação. Por uma escola onde ensine e não se passem simplesmente diplomas, pelo regresso da educação às escolas, professores, pai e alunos a mesma luta.
Passe por aqui e deixe o seu apoio, leve um amigo também.

domingo, abril 13, 2008

Diz Não a este acordo


Dia 15, o já famoso dia D, será, segundo os sindicatos, o dia em que vão explicar o acordo aos professores. Não sei que tipo de explicação poderá haver nem a quantos ou quais professores isso será feito. Era importante que todos procurassem falar com os sindicatos e os informassem se desejam ou não que o acordo com a Sinistra Ministra seja assinado no dia 17. É importante que haja uma enorme mobilização dos professores para recusarem este acordo que mais não é que a aceitação deste modelo de avaliação, para o sistema de carreiras, para o processo de gestão e para tudo o mais que querem impor aos professores. Esta Ministra tem mostrado não ter qualquer consideração por uma carreira a que chamou de “professorzecos” e a quem tem tratado abaixo de cão. Será possível haver algum acordo com tal gente?
Digam NÃO à assinatura deste acordo.
Como já aqui tinha escrito todo este movimento sai da lógica dos sindicatos e dos partidos. Como tal os professores não aceitam de bom grado as habituais negociatas entre sindicatos e governo, até porque têm más recordações. Como também já o escrevi muitas vezes, os sindicatos fazem parte do sistema, a sua missão suprema é fazer-nos acreditar que estão lutando ao nosso lado, no entanto e sobretudo nos últimos anos os burocratas que deles se apossaram, nada mais fazem que controlar os trabalhadores numa atitude manifestamente contra-revolucionária.
É na rua que se resolvem os problemas dos trabalhadores, não nos gabinetes bem equipados com ar condicionado e sofás apeláveis dos lacaios do sistema.

sábado, abril 12, 2008

Sindicatos e Ministério da Educação chegaram a acordo


Depois de mais de sete horas de negociações, o Ministério da Educação e os sindicatos chegaram a acordo. Maria de Lurdes Rodrigues sublinhou a "aproximação" e a plataforma sindical fala em "grande vitória dos professores". Este ano lectivo, a avaliação de desempenho terá apenas em conta quatro parâmetros, aplicados de igual forma em todas as escolas.
Os professores estão de parabéns conseguiram fazer recuar a ministra.
Mais uma vez fica provado que é na rua que ganham as batalhas. Também neste particular assistimos a algo de novo foram os profissionais da classe que lideraram a luta os sindicatos limitaram-se a ir a reboque.
Mas a contenda ainda não terminou, é preciso continuara a lutar por uma melhor ensino, por uma escola que não se limite a ser um mero local onde se passam diplomas e onde se trabalhe unicamente para as estatísticas.

domingo, abril 06, 2008

DIA D


O 3º período lectivo será marcado por intensa mobilização dos professores, incluindo o regresso ao protesto de rua, caso o ME mantenha esta política de ofensiva contra os docentes e contra a escola pública.
Para já, está anunciado um Dia D (de debate, em todas as escolas do País) no dia 15 de Abril, que assumirá a forma de plenário nacional descentralizado, a realizar nas sedes dos agrupamentos, a partir das 10h30, ao abrigo da lei sindical, e em que será discutida a situação geral e de cada escola e também as propostas para a continuação da luta (greve - em que moldes? nova manifestação nacional?); as Segundas-Feiras de Protesto nos dias 14, 21 e 28 de Abril e 5 de Maio, respectivamente no Norte, Centro, Grande Lisboa e Sul; e Marchas Regionais, no dia 17 de Maio, à mesma hora, nas cidades do Porto, Coimbra, Lisboa, Évora, Funchal, Ponta Delgada e Angra do Heroísmo.

quarta-feira, abril 02, 2008

É HORA!


Segundo ouvi dizer, na próxima sexta-feira a Ministra da Educação vai reunir com todos os Presidentes dos Conselhos Executivos e Presidentes dos Conselhos Pedagógicos de todas as escolas.

Segundo consta, não há ordem de trabalhos! Por que será?

ESSE SERÁ UM MOMENTO ÚNICO NO PROCESSO QUE OPÕE OS PROFESSORES E EDUCADORES PORTUGUESES AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO!

ESSE SERÁ UM MOMENTO-CHAVE PARA O SUCESSO FINAL DE TUDO O QUE MAIS DE 100.000 PROFISSIONAIS REIVINDICARAM NA MARCHA DE 8 DE MARÇO DE 2008, EM LISBOA.

ESSE PODERÁ SER UM MARCO HISTÓRICO NA EDUCAÇÃO EM PORTUGAL, ASSIM OS PARTICIPANTES DEMONSTREM FIRMEZA (DE HERÓIS, SE FOR NECESSÁRIO!).

NAS ESCOLAS, VAMOS TODOS AOS CONSELHOS EXECUTIVOS "EXIGIR" AOS COLEGAS - NOSSOS REPRESENTANTES, ELEITOS POR NÓS - QUE, NESSA REUNIÃO, TOMEM UMA POSIÇÃO DE FORÇA INABALÁVEL!

VAMOS FAZER SENTIR, AOS NOSSOS REPRESENTANTES, QUE QUEREMOS QUE LEVEM AO CONHECIMENTO DA SRA. MINISTRA A NOSSA DETERMINAÇÃO EM NÃO ABRANDAR A LUTA!

...e, se forem todos de LUTO, a Sra. Ministra pode não ouvir, mas há-de ver!

FONTE

Também nos chegou via email esta petição. Faça favor de a assinar.