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terça-feira, dezembro 08, 2015

Ramais da Lousã e da Figueira/Pampilhosa

A desculpa da bitola Europeia já não pega como pretexto para não reactivar os Ramais da Lousã e da Figueira da Foz-Pampilhosa. Aquilo que se implementou em Cádis, com recurso a veículos CAF-Urbos, bitensão e de 1668mm, abre caminho à reposição da via, exploração temporária com Diesel - se necessário - e electrificação 25 kV 50 Hz, plenamente compatível com 600 ou 750V cc, nos troços urbanos em Coimbra-cidade ou no que lhe queiram adicionar à posteriori. Com o Urbos é possível ir de Serpins (e Góis) à F. da Foz, tudo através de linhas de 1668mm e em plena compatibilidade com a logística e transporte de mercadorias. A aplicação de travessas 1668+1435mm, assim como os próprios veículos permitirem plena aptidão a um processo de migração de bitola, em data in
certa. Foi o que se fez em Cádis.

terça-feira, agosto 28, 2012

METRO MONDEGO

Ontem, Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo levaram mais um murro no estômago e desta feita com a ajuda de gente que devia lutar pela região e deixar de lado a subserviência partidária. Com efeito, as aspirações dos presidentes dos municípios de Miranda do Corvo (PSD) e Lousã (PS) no sentido de se conferir prioridade à irreversibilidade da ferrovia no SMM - Sistema de Mobilidade do Mondego (Metro) - foram «chumbadas» pelo coordenador de um grupo de trabalho incumbido de proceder à reprogramação do projecto. O coordenador, Carlos Encarnação (anterior presidente de Câmara Municipal de Coimbra - CMC), teve a votar com ele os representantes da CP e Refer, pequenas accionistas da sociedade Metro Mondego (MM), bem como os representantes da Ferbritas e Ferconsult. Os líderes dos municípios lousanense e mirandense, Luís Antunes e Fátima Ramos, respectivamente, votaram contra o relatório produzido pelo referido grupo de trabalho; o actual presidente da CMC, João Paulo Barbosa de Melo, aprovou as conclusões, embora se tenha abstido numa votação (parcelar) atinente ao investimento, a curto prazo, de 15 milhões de euros provenientes do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). Encarnação levou assim por diante o seu propósito de atribuir prioridade à construção, em Ceira, do Parque de Máquinas e Oficinas (PMO) e à realização de trabalhos na ponte da Portela. De uma comissão feita por encomenda, não podíamos esperar outra coisa que não fossem manobras para adiar a obra. Sempre defendemos que, neste particular, em primeiro lugar estavam as obras para recolocar os carris no Ramal da Lousã e depois a conclusão de todo o projecto do MM. Entendeu a comissão começar as obras pelo telhado, para melhor servir os interesses de um governo que não aposta na ferrovia. Não podemos concordar com esta afronta e com a traição de Calos Encarnação e da Câmara Municipal de Coimbra. Apelamos assim para que todos os nacionalistas, bem como o povo das zonas servidas pelo Ramal, marquem presença na terça-feira dia 4, às 21h, no Centro Social Comunitário de Miranda do Corvo, onde se realiza uma reunião do Movimento Cívico Lousã Miranda para analisar as deliberações da comissão presidida por Carlos Encarnação e definir acções futuras do Movimento.

quarta-feira, outubro 19, 2011

Queixa-crime Metro Mondego/ Ramal da Lousã



Por iniciativa dos cidadãos Jaime Ramos e Mário Nunes foi apresentada uma queixa-crime relativa ao desmantelamento do Ramal da Lousã. Apresentada contra incertos, não vão certamente faltar “incertos” para incluir no rol. Os mesmos “incertos” que nos últimos anos destruíram quilómetros de ferrovia e acabaram com mais de 11000 postos de trabalho.
Desde a primeira hora solidarizamo-nos com a luta dos utentes deste Ramal, pelo que aplaudimos a corajosa iniciativa destes dois cidadãos.

quarta-feira, maio 25, 2011

PNR PROPAGANDA



Camaradas e amigos
Estamos na recta final da campanha e tudo indica que o saldo vai ser positivo, uma vez que não param de chegar os pedidos para aderir ao PNR e é cada vez maior o número de visitas às páginas e blogues, bem como os soldados políticos envolvidos na campanha eleitoral.

Agora importa pedir a ajuda de todos num esforço final.

Sexta-feira dia 27 vamos fazer distribuição de propaganda nos concelhos de Penacova e Poiares. Saída de Cantanhede pelas 16.30 e encontro com camaradas de Coimbra pelas 16.45.

Domingo dia 29 saida de Cantanhede pelas 09.30, encontro com os camaradas de Coimbra pelas 10.00 junto ao Mercado Municipal, para visitarmos, Miranda do Corvo, Lousã, Condeixa, Montemor-o-velho e Figueira da Foz.
Finalmente nesse mesmo dia vamos também efectuar colagens.

Portugal precisado PNR, mas o PNR precisa de ti!

terça-feira, dezembro 28, 2010

Marcha lenta vai percorrer A1 em protesto contra a suspensão das obras do Metro Mondego


Os utentes da Linha da Lousã participam na próxima sexta-feira de manhã, último dia do ano, numa marcha lenta na auto-estrada do Norte contra a suspensão das obras do Metro Mondego, que estavam em curso desde o início do ano.

Os protestos, têm como exigência fundamental mínima reivindicar “uma ligação sobre carris entre Serpins (Lousã) e a Estação Velha (Coimbra), exactamente como existia antes do início de todo o processo do Metro Mondego”.

Os nacionalistas do distrito representando o PNR vão estar presentes. Faz tua as causas do povo e junta-te a nós.

quarta-feira, dezembro 08, 2010

Movimento Cívico de Cidadãos de Lousã e Miranda convoca reunião aberta


Movimento Cívico de Cidadãos de Lousã e Miranda convoca
Reunião aberta 18 de Dezembro pelas 9 h 30m no cinema de Miranda
CONTRA A IRRESPONSABILIDADE MARCHAR, MARCHAR
CONTRA O TERRORISMO LUTAR, LUTAR


A decisão de arrancar os carris, destruir o ramal da Lousã e agora suspender as obras é um acto de terrorismo .
Para esta reunião que terá lugar no Cinema de Miranda, em frente á antiga estação do ramal da Lousã, no sábado 18 de Dezembro, o Movimento Cívico convida todos os interessados e utilizadores desta ferrovia e os grupos de cidadãos que ao longo dos últimos anos se envolveram na discussão em torno do futuro do Ramal da Lousã: Comissão de Utentes do Ramal da Lousã, Grupo de Defesa do ramal da Lousã, Cidadãos de Lousã.
È fundamental que todos os interessados possam contribuir com ideias que obriguem a classe politica (autarquias, assembleia da republica, governo e presidente da republica) a cumprir com as promessas e reinstalar um sistema de transporta ferroviário entre Serpins e Estação Velha em Coimbra.
Para esta reunião o Movimento Cívica convida todos os gestores, executivos e não executivos da Metro Mondego, incluindo aqueles que solicitaram a sua demissão.
O Movimento Cívica espera que todos os partidos e nomeadamente o PP,PSD,PS, PCP e BE se façam representar bem como todos os Deputados á Assembleia da Republica, particularmente aqueles que já mostraram estar sensibilizados para o problema grave que todos vivemos.
O Movimento Cívico convida também todos os presidentes de Câmara e vereadores dos três municípios envolvidos: Coimbra, Lousã e Miranda a comparecer.
O Movimento Cívico convida também os mandatários distritais e concelhios dos anunciados candidatos a Presidente da Republica a que compareçam . As eleições presidenciais, os candidatos e os seus apoiantes não podem silenciar o crime que está a ser cometido contra o Ramal da Lousã/ Metro Mondego. Os candidato não se podem alhear dos problemas reais dos portugueses e do maior atentado alguma vez cometido contra os cidadãos de Coimbra, Lousã e Miranda.
A decisão anunciada na comunicação social de o Governo suspender a realização do investimento para o Metro Mondego é um acto de terrorismo contra a região.
O Movimento Cívico convida os juristas da região a estudar um processo judicial que leve a julgamento os autores deste crime.
Vivemos num Estado de Direito que não pode tolerar este atentado terrorista.
Numa guerra é possível que exércitos destruam infra-estruturas fundamentais a um território. Num período de paz só terroristas destroem equipamentos públicos necessários ao dia a dia das pessoas.
O sistema judicial deve estudar as atrocidades cometidas neste processo, com mau uso de dinheiro dos contribuintes, e condenar os culpados por este crime.O Movimento Cívico de cidadãos de Lousã e Miranda

sábado, dezembro 04, 2010

Os nacionalistas estão na rua os meninos estão na net


Terminou com bastante sucesso mais uma manhã de activismo no Distrito de Coimbra.
As acções de panfletagem são o melhor meio de propaganda uma vez que permitem interagir com o povo, sobretudo quando o panfleto faz referência a causas locais. Com efeito hoje mais do que uma vez se juntaram pequenos grupos de pessoas e com eles debatemos as questões ligadas ao Metro de Coimbra e ao prematuro encerramento da linha da Lousã, bem como outros temas da actualidade.
Vamos continuar com este tipo de acções no Distrito e exortamos os camaradas de outros pontos do país a seguir o nosso exemplo, vão ficar surpreendidos com o acolhimento dado pelo povo, sobretudo quando tratarem questões locais, isto é quando fizerem sua a causa do povo.

terça-feira, novembro 30, 2010

Caravana Nacionalista


No próximo sábado dia 4 o PNR de Coimbra vai organizar uma caravana nacionalista para percorrer vários concelhos do Distrito efectuando uma acção de panfletagem.
Todos os nacionalistas e patriotas que quiserem participar nesta acção que vai percorrer os concelhos de Coimbra, Miranda do Corvo, Lousã, Condeixa, Soure e Montemor o Velho devem contactar-nos para o telemóvel 961488375, enviar um e-mail para PNRCoimbra@gmail.com, ou comparecer ás 9 horas na Praça 8 de Maio em Coimbra.
Temos que levar ao povo o exemplo de tenacidade e coerência, de constância e crença. Temos que trazer a “Espada” numa mão, para frontal e corajosamente enfrentar aqueles que nos destroem e correr com eles, mas também a “Chama” na outra mão, para mostrar aos portugueses que há um caminho, um horizonte e um desígnio nacional. Numa palavra: somos a grande Alternativa! Não dizemos não, por dizer, por oposição ou para ser do contra. Dizemos não!, aos actuais (des)caminhos e aos seus mentores, que nos estão a levar claramente ao abismo, para poder dizer sim! à única Alternativa que reerga Portugal.

quarta-feira, novembro 10, 2010

Governo quer pôr autocarros a circular no Ramal da Lousã


O Governo quer pôr autocarros a circular no Ramal da Lousã, transformando-o num canal rodoviário único para transporte de passageiros da Lousã e Miranda do Corvo de (e para) Coimbra, terminando, portanto, de vez com a ligação ferroviária entre estes três concelhos.
Já temos escrito que este governo e os restantes políticos do sistema são constituídos por dois grupos de pessoas, o grupo dos manifestamente incapazes e o grupo dos manifestamente capazes de tudo. Temos dificuldade em escolher o grupo a que pertence este secretário de estado, tal é a completa loucura da proposta sou os negócios de sucata escondidos na mesma.
O assunto do MM está ser discutido na AR, mas não podemos adormecer. Temos de sair para rua e protestar. Temos e mostrar que com o povo de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã esta gente incapaz ou capaz de tudo não brinca.

terça-feira, novembro 09, 2010

Metro Mondego



Mais uma vez somos confrontados com meias palavras deste desgoverno. O que podemos ler no Diário de Coimbra, são desculpas esfarrapadas, promessas vagas ao estilo dos 150000 empregos.
Duvido que com este governo o projecto vá para a frente, tenho também sérias dúvidas quanto à posição dos outros partidos do sistema, que enquanto podem fazer o seu folclore mediático estão com as causas do povo, mas que rapidamente as esquecem passado pouco tempo. Os exemplos são muitos; onde estão os contestatários da co-incineração, do fecho de muitas unidades ou serviços de saúde, do encerramento do Ramal Pampilhosa Figueira, agora que no parlamento e com maioria podiam alterar muita coisa?
É preciso que o povo saia à rua e porque se o governo e o sistema gastam rios de dinheiro com Fundações, Centenários da república, Cimeiras da NATO e TGVs, algum dinheiro têm de ter e pelo menos para a parte do MM que diz respeito à ligação Sepins Coimbra.

segunda-feira, outubro 25, 2010

Queremos o nosso Metro


O projecto do metro ligeiro de superfície no distrito de Coimbra, que serve os Concelhos de Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra, já tem mais de três décadas e, após avanços e recuos, obteve finalmente luz verde do Governo.

As obras avançaram e foram arrancados os carris da antiga Linha da Lousã. Depois disso, o Governo gerou um cenário de indefinição quanto ao futuro do projecto. E aquilo que ao princípio pareciam suspeitas em torno de um processo muito pouco claro, tornam-se agora evidências: está tudo parado por ordem do Governo!

Muitas questões que envolvem este processo, merecem ser colocadas.
Que dizer das expropriações selvagens efectuadas ao longo da linha? Dos logradouros de prédios cortados ao meio? Das garagens deitadas abaixo? Das linhas ripadas para sul ou para norte, consoante o gosto do freguês? Muito dinheiro se tem esbanjado ao contribuinte!
Porque motivo, correram os processos de expropriação no Tribunal Central Administrativo em Lisboa e não nas Comarcas da Lousã ou de Coimbra?

Isto, já para não se falar das alterações do traçado da linha desde S. José a fim de passarem por algumas urbanizações da Solum e culminar em frente ao Dolce Vita, a contento de empresários e empreiteiros, que venderam os seus andares a preços de especulação. Um caso por certo a merecer a atenção das autoridades competentes.

Não se compreende, também, o abandono da actual bitola dos carris, que, desligando-nos da rede ferroviária nacional, destrói-se, 100 anos depois, o legado do Caminho de Ferro, que no passado permitiu a Miranda do Corvo e à Lousã darem o salto em frente.

Sem Comboio, e sem Metro de superfície, irão os transportes alternativos resolver a situação? Não!
O Metro de Coimbra é uma obra estruturante para os Concelhos de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã, servindo centenas de trabalhadores, estudantes e demais população para quem este é o único meio de transporte. Iria também servir para desviar muito trânsito das ruas de Coimbra superlotadas e sem condições de alargamento, ajudando assim a resolver problemas de trânsito e poluição.

É lamentável a dualidade de critérios dos Governantes, que teimam em gastar rios de dinheiro com o TGV, somente para agradar aos senhores da Europa e a uns poucos privilegiados, mas bloqueiem uns tostões para uma obra tão essencial para o nosso Distrito, travando-a por tempo indeterminado.

É lamentável que se tenha desmantelado a linha de comboio quando já se sabia que não seria possível a sua remodelação.

Os Nacionalistas fazem sua, a causa do povo!

Em primeiro lugar, as obras que servem quem mais precisa; só depois, as obras para quem até já tem muito bons meios de transporte para se deslocar.

Colabore nesta acção de propaganda descrregue o cartaz ou participe na distribuição do panfleto.

PNR

quinta-feira, setembro 23, 2010

Desculpas esfarrapadas



Desta vez, os trabalhos de preparação do Orçamento de Estado para 2011 serviram de desculpa para o governo mais uma vez não se fazer representar na Assembleia Geraldo Metro Mondego.
É desta forma que o PS e o seu governo tratam Coimbra, Miranda do Corvo, Lousã e o Distrito. Estamos a pagar caro o facto de um dia nos termos oposto à co-incineração, amenina querida do Sr. Pinto de Sousa.
É bem patente o desinvestimento Distrito e os encerramentos cirúrgicos. Desde pequenas unidades de saúde ao encerramento selvagem das urgências no Hospital de Cantanhede ou do Bloco de Partos do Hospital da Figueira da foz que para além de diminuírem a qualidade dos cuidados de saúde em muitos pontos do Distrito causam o caos no hospitais de Coimbra. Falemos também na linha de Comboio que liga a Pampilhosa à Figueira encerrada para remodelações já amais de dois anos e onde nem um estudo ainda foi feito.
Para Coimbra o governo envia poluição e pretendia com o apoio da Câmara (PSD) de Coimbra cortar a Mata do Choupal a meio provavelmente para dar inicio à destruição da mata tão cobiçada pelos especuladores imobiliários.
Lembramos também a atitude hipócrita da Oposição com assento parlamentar no que toca aos particulares que elencamos, se nalguma altura se manifestou foi por puro interesse partidário, por folclore mediático na caça ao voto, uma vez que ainda não agendou discussões ou fez alguma proposta no sentido de inverter alguma destas perniciosas situações.
Os nacionalistas porque fizeram sua a causa do povo vão criar mecanismos no sentido de que alguns destes assuntos pendentes e altamente prejudiciais para o Distrito sejam pelo menos discutidos na AR.
A breve trecho daremos conta da estratégia para relançar a discussão e provavelmente obrigarmos a que algumas medidas sejam tomadas.

sexta-feira, setembro 03, 2010

Mais benefícios do multiculturalismo e da imigração descontrolada


Duas mulheres e três homens de nacionalidade romena, acompanhados por um bebé, furtaram 1.400 euros de produtos de beleza e higiene em dois espaços comerciais de Miranda e da Lousã.

Ministério Público pediu a condenação de um imigrante acusado de ter morto à facada um outro imigrante, em Dezembro do ano passado, na freguesia do Louriçal (Pombal). O homem, de 41 anos, de nacionalidade ucraniana, é acusado, também, pelo crime de ofensa à integridade física qualificada e detenção de arma proibida.


Pedir a expulsão desta gente depois de cumprida a pena de prisão é de todo o direito, no entanto para aqueles que não sofrem os benefícios da criminalidade praticada por eles e para aqueles que enchemos bolsos à custa da exploração de imigrantes dizer estas verdades é xenofobia e racismo.
Os números dão-nos razão e a esmagadora maioria dos portugueses já dizem baixinho aquilo que os nacionalistas gritam bem alto, é tarefa de todo o solado político tentar fazer a aproximação, fazer sua a causa do povo.

sexta-feira, agosto 20, 2010

Montemor é o concelho do distrito onde encerram mais escolas


Das 701 escolas que encerram no país, 40 são do distrito de Coimbra, oito delas em Montemor-o-Velho. Autarca afirma que processo foi “pacífico”
No distrito de Coimbra são 40 as escolas básicas do 1.o ciclo que vão encerrar no ano lectivo de 2010/2011, na sequência do reordenamento da rede escolar. Montemor-o-Velho é o concelho onde mais escolas – 8 – já não vão abrir as portas a partir de Setembro, seguindo-se Penela e Penacova, com cinco estabelecimentos de ensino.
De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, no município o processo foi «pacífico», «negociado» e teve sempre presente «condições alternativas» com vista à melhoria das condições de ensino das crianças. Luís Leal explicou que os alunos de metade das escolas que agora encerram – Abrunheira, Ereira, Verride e Gatões – serão reintegrados no novo Centro Educativo, que resulta de um investimento do município e do Parque Escolar, com uma oferta educativa desde o pré-escolar ao 12.o ano.
Frequentada ultimamente por alunos de etnia cigana, a escola de Pelichos estava já sem crianças, com Bebedouro e Liceia a apresentarem-se para o ano lectivo de 2010/2011 com um número escasso de inscrições, que tornou o encerramento inevitável, continuou o autarca social-democrata, confirmando alguma resistência no caso da EB 1 de Liceia. No entanto, foi alcançado um acordo e as crianças passam a estudar a «1500 metros», na vizinha escola do Viso, enquanto as de Bebedouro vão para Resgatados e as de Faíscas para a EB 2,3 de Arazede.
Estiveram ainda em risco de encerramento as escolas de Ribeira dos Moinhos e da Torre, mas a oposição da Câmara Municipal e da comunidade fez com que o Ministério da Educação recuasse na intenção de as fechar, pelo menos no ano lectivo que arranca em Setembro, concluiu Luís Leal.

Pombal perde nove escolas
e Mealhada encerra sete
Tal como o Diário de Coimbra tinha adiantado, a lista divulgada na página da Internet da Direcção Regional de Educação do Centro (DREC) confirma que, no concelho de Coimbra, encerram Pereiros, na freguesia de Castelo Viegas, e Vila Pouca, que pertence a Ameal. Condeixa também fica sem duas escolas e Oliveira do Hospital e Soure, sem três. Em Penacova, Penela e Tábua encerram cinco e, em Vila Nova de Poiares, uma. Na sequência do reordenamento da rede escolar, Arganil, Cantanhede, Góis, Lousã e Pampilhosa da Serra não sofrem alterações, de acordo com a listagem do Ministério da Educação, que confirma o encerramento de 701 escolas do 1.o ciclo: 384 no Norte, 152 no Centro, 121 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 32 no Alentejo e 12 no Algarve.
Na área da Direcção Regional de Educação do Centro (DREC), Pombal é o concelho mais afectado, com nove estabelecimentos a fechar portas, sendo ainda de destacar as sete escolas que Mealhada vai perder, grande parte para dar lugar ao novo Centro Educativo da Pampilhosa. Os alunos de Vimeira farão uma deslocação inferior a um quilómetro, para Casal Comba, e os de Cavaleiros são reintegrados em Barcouço, num processo que o presidente da Câmara Municipal, Carlos Cabral, também classifica de «pacífico».

Ministra garante que processo
foi “bem conduzido”
A ministra da Educação rejeitou as críticas ao processo de reorganização da rede escolar, assegurando que o processo foi «bem conduzido», que «nada foi feito à pressa» e que o acordo com os municípios foi «integralmente» cumprido. Na conferência de imprensa realizada no final da reunião de Conselho de Ministro, Isabel Alçada adiantou que «todas as condições que estão no acordo serão asseguradas».
Já a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) lamentou que o Governo tenha ignorado a discordância de algumas autarquias, alertando para as perturbações que a decisão poderá criar na abertura do ano escolar. «Acreditamos que o processo não será resolvido de forma pacífica (…). Vamos reagir a esta situação, que poderá criar alguma perturbação no início do ano lectivo», avisou o presidente da Comissão de Educação da ANMP, António José Ganhão.
«Admitindo que serão, de facto, 701 escolas a encerrar, o pressuposto é o cumprimento de um protocolo assinado entre municípios e o Ministério da Educação. [Segundo o documento], se os municípios estivessem em desacordo, este teria de ser fundamentado», referiu o responsável,
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) acusou o Governo de manter a postura do «quero, posso e mando» ao decidir encerrar centenas de escolas, num processo que classifica de «pouco transparente».

Escolas que encerram :
COIMBRA – Vila Pouca e Pereiros
FIGUEIRA DA FOZ – Ferreira-a-Nova, Porto Godinho, Ribas e Tromelgo
MIRA – Barra
MIRANDA DO CORVO – Espinho
MONTEMOR-O-VELHO – Abrunheira, Bebedouro, Ereira, Faíscas, Liceia, Pelichos, Gatões e Verride
OLIVEIRA DO HOSPITAL – Casal do Abade, Avô e Gramaços
PENACOVA – Chelo, Miro, Travanca, Espinheira e Gondolim
PENELA – Carvalhal, Podentes, Cerejeiras, Fetais e Rabaçal
SOURE – Casal do Marachão, Cavaleiros e Paleão
TÁBUA – São João da Boavista, Covelo de Cima, Espadanal, Covas e Vila Seca
VILA NOVA DE POIARES - Algaça

FONTE

terça-feira, julho 20, 2010

Todos os caminhos vão dar a Lisboa



Começa a crescer a mobilização popular contra a paralisação das obras do Metro Mondego.
Assim associamo-nos ao apelo de muitos conimbricenses para que o dia em que se entregar em Lisboa o dossiê das assinaturas consignadas na petição Pública, encerremos no distrito todo o comércio, toda a indústria, todos os restantes sectores da economia local, e marchemos sobre Lisboa para, junto ao Parlamento, pacificamente, demonstrarmos a nossa revolta perante esta ignomínia.
Não feche a porta ao protesto e não se deixe ficar apenas pela subscrição. Na hora em que a cidade de Coimbra mais precisa de si, da sua força, em nome da cidadania colectiva, faça mais do que pode em nome da nossa dignidade ultrajada.
Por Coimbra, tudo!

quinta-feira, julho 15, 2010

Petição contra a paralisação e/ou adiamentos no projecto do Metro Mondego


O projecto do metro ligeiro de superfície no distrito de Coimbra já tem mais de três décadas. Depois de muitos avanços e recuos, finalmente o Governo deu luz verde e as obras já avançaram. Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra são os concelhos por onde o metropolitano vai passar. Foram arrancados os carris da antiga Linha da Lousã e mais tarde o Governo deixou pairar no ar um cenário de indefinição quanto ao futuro do projecto. Porquê assinar esta petição? Porque estamos cansados de avanços e recuos, porque é inadmissível que a obra pare agora (numa altura em que já foram retirados os carris da antiga linha), porque Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã precisam deste projecto para potenciarem o seu desenvolvimento e, principalmente, porque o Governo tem de honrar os seus compromissos e a sua palavra numa lógica de respeito pelos cidadãos. Motivos mais do que suficientes para levarmos esta petição à Assembleia da República.

PETIÇÃO (FAÇA O DOWNLOAD, ASSINE E ENVIE PARA O DIÁRIO DE COIMBRA)

Nota: O inexplicável adiamento das obras do Metro Mondego tem de ser discutido e “chumbado” na Assembleia da República Para que isso possa acontecer, assine a petição que hoje voltamos a distribuir na edição impressa do Diário de Coimbra e recolha o máximo de assinaturas junto dos seus amigos, vizinhos e familiares. Esta folha pode ser fotocopiada as vezes que precisar. A petição, assinada, deve ser entregue nas instalações do Diário de Coimbra na rua da Sofia, na rua Adriano Lucas, ou nas nossas delegações da Figueira da Foz e de Cantanhede. Pode ainda ser enviada por correio para Diário de Coimbra – Rua Adriano Lucas – 3020-264 Coimbra.Para qualquer dúvida pode contactar o Diário de Coimbra por telefone (239 499 900) ou por email ( redac@diariocoimbra.pt ).

O PNR Coimbra apoia inteiramente esta petição.
Lamentamos que para os ricos e poderosos o governo pense no projecto do TGV e para os trabalhadores que utilizam a linha da Lousã tenham projectado e encerramento da linha.
Lembramos também que para além da petição é preciso manifestar na rua a nossa indignação contra mais este projecto que juntando a projectos como a co-incineração, a travessia do Choupal, o encerramento de escolas e estabelecimentos de saúde, vem mais uma vez prejudicar o povo do Distrito

terça-feira, março 09, 2010

PORREIRO PÁ!


O número de desempregados no distrito de Coimbra “bateu um recorde histórico” ao ultrapassar 20 000, segundo dados avançados hoje (dia 5) pela União de Sindicatos, da CGTP.

“Em apenas um mês, de Dezembro de 2009 a Janeiro de 2010, o número de desempregados subiu 6,97 por cento, passando de 18 913 para 20 232”, de acordo com números oficiais do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) citados pela União de Sindicatos de Coimbra.

No distrito, o concelho de Coimbra é o que apresenta maior número total de desempregados (6 826), seguindo-se o da Figueira da Foz (3 6 37), Cantanhede (1 518) e Montemor-o-Velho (1 182).

Abaixo do milhar vêm os concelhos de Oliveira do Hospital (926), Lousã (914), Soure (790), Mira (646), Penacova (632), Condeixa-a-Nova (599), Miranda do Corvo (568), Tábua (552) e Arganil (530). Com menos de meio milhar estão os concelhos de Vila Nova de Poiares (376), Penela (244), Góis (175), e Pampilhosa da Serra (117).

No período em análise, registou-se um acréscimo de 460 desempregados em Coimbra (7,23 por cento), de 234 na Figueira da Foz (6,88), de 93 em Montemor-o-Velho (8,54), de 81 em Cantanhede (5,64), de 70 em Soure (9,72), de 69 em Oliveira do Hospital, de 62 na Lousã (7,28), de 39 em Condeixa (6,96), Mira (6,43) e em Miranda do Corvo (7,37), de 35 em Penacova (5,86), de de 24 em Arganil (4,74), de 22 em Tábua (4,15), de 16 em Penela (7,02), de 15 em Poiares (4,16), de 14 em Góis (8,70) e de 7 em Pampilhosa da Serra (6,36 por cento).

“Os receios que desde há muito vêm sendo manifestados, infelizmente, confirmaram-se e aí estão os resultados dos vários encerramentos de empresas ocorridos no distrito, com maior incidência no que resta do tecido produtivo e a ausência de medidas concretas em defesa do emprego”, refere a União de Sindicatos de Coimbra.

FONTE

terça-feira, março 02, 2010

Saúde de sucata


O Centro de Saúde de Miranda do Corvo tem estado na ordem do dia das preocupações do povo de Miranda do Corvo. É que desde a reorganização do sistema de saúde a nível nacional, que levou ao fecho de algumas urgências e outras valências, os mirandenses viram-se privados das urgências permanentes no Centro de Saúde no município e esperam até agora que lhes sejam “dadas” as especialidades prometidas há cerca de dois anos e que ainda não foram implementadas.
Na altura de encerramento das urgências prometeram [o Governo] que criariam consultas especializadas. Seria uma forma de compensarem um pouco o encerramento das urgências e prometeram que iam criar essas consultas, começando imediatamente pela oftalmologia.
O fecho das urgências permanentes do Centro de Saúde de Miranda, somado à falta de médicos na extensão de saúde de Semide tem obrigado a que os mesmos profissionais que assistem os utentes do centro de saúde tenham de desdobrar horários para poderem atender os de Semide.
«O Centro de Saúde de Semide neste momento está sem médicos. São os médicos de Miranda que, para além de resolverem a situação de Miranda, vão, com algum destacamento, a Semide.
Mais promessas xuxialistas que ficaram por cumprir, mais saúde de sucata, produto de um governo de sucata inserido num sistema de sucata.

sexta-feira, janeiro 15, 2010

Casos Pontuais


Três homens encapuzados esperaram que a loja fechasse e, sob ameaça de uma arma de fogo levaram todo o dinheiro. Um assalto em Montemor que “decalca” os de Condeixa e de Miranda do Corvo.
Lembramos que são brasileiros os criminosos que andam a “decalcar” nos supermercados da região. Mais uma vez se prova que criminalidade e imigração andam de mão dadas.

Foi a segunda vez no espaço de apenas uma semana que a Scrapluso, empresa de recolha e abate de automóveis sedeada na zona industrial de Cantanhede, foi assaltada, sofrendo prejuízos de milhares de euros. A última investida àquela empresa aconteceu ontem de madrugada e tem, provavelmente, a “assinatura” dos mesmos meliantes que executaram o primeiro assalto, fez ontem precisamente uma semana, uma vez que o móbil do crime foi o mesmo, ou seja, peças de automóveis, ferramentas, combustível.
Mais um assalto em Cantanhede, que certamente “controlado” mas que deve ser aceite por todos em nome da modernidade.
Nós, os nacionalistas continuamos a não aceitar essa modernidade, a modernidade que nos trás imigração que deve ser controlada, a modernidade que justifica o crime, que deve ser combatido.
A solução é simples, penas severas com factor dissuasor da criminalidade, expulsão imediata dos imigrantes criminosos e ilegais

sábado, novembro 21, 2009

MIRANDA DO CORVO - Utentes da Linha da Lousã manifestam-se em frente à Câmara


Uma nova concentração-protesto do Movimento de Defesa do Ramal da Lousã (MDRL) realiza--se amanhã, em Miranda do Corvo, junto ao edifício da Câmara Municipal, a partir das 15h00.
A iniciativa, segundo os organizadores, pretende «promover o esclarecimento e tomada de posição dos utentes face ao anunciado encerramento desta linha ferroviária, com graves consequências para as condições de vida de milhares de pessoas dos concelhos da Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra que diariamente utilizam este meio de transporte».

FONTE