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quinta-feira, novembro 10, 2016

Nacionalistas de Coimbra

Os nacionalistas do distrito de Coimbra, vão reunir no próximo dia 15 de Novembro pelas 21.00. A reunião é aberta a simpatizantes do partido. O tema central da reunião será a preparação das próximas eleições autárquicas. Como já foi anunciado o PNR vai concorrer à Câmara de Coimbra e à Assembleia Municipal e algumas Juntas de Freguesia ainda a estudar. Se concorda com as nossas posições pode e deve juntar-se a nós nesta reunião. Mais informações por mensagem privada ou pelo telemóvel 922 091 301.

quarta-feira, dezembro 05, 2012

CAMPANHA DE APOIO FINANCEIRO AO PNR

Quer que as coisas realmente mudem em Portugal? Acredita que o Nacionalismo é a verdadeira alternativa a este Regime de destruição nacional? Então, aja em consequência e colabore no crescimento e afirmação do PNR. Se quer que isto mude, ajude! O PNR, ao contrário dos cinco partidos instalados na Assembleia da República, não tem qualquer ajuda ou subvenção pública. Vive exclusivamente das quotas dos militantes. Ao contrário daqueles, que são diariamente divulgados na comunicação social e apresentados como única escolha, o PNR tem as portas fechadas quase por completo ao acesso à comunicação social, impossibilitando que a imensa maioria dos Portugueses o conheça. Ao contrário deles, o PNR não tem meios financeiros para realizar uma divulgação maciça de propaganda. O simples facto de existirmos como partido implica uma série de compromissos de ordem financeira, com custos fixos que, embora não tendo visibilidade, são fundamentais e consomem a quase totalidade dos nossos recursos. Não nos podemos contentar em sobreviver: temos que crescer! Portugal, precisa do PNR, mas nós precisamos do seu apoio financeiro. Pense nisso. Se quer que isto mude, ajude! FAÇA UM DONATIVO
por Vale Postal, ou Cheque e envie-o para: Apartado 8076, 1804-001 Lisboa por transferência bancária para a conta PNR MILLENNIUM BCP NIB – 0033 0000 00278492433 05 Nota | Informe do seu contributo para geral@pnr.pt Mais informações ou esclarecimentos | geral@pnr.pt ou tel. 96 437 82 25

terça-feira, maio 03, 2011

PNR celebrou o 1º de Maio em Coimbra e iniciou campanha eleitoral



O PNR celebrou ontem o “Dia do Trabalho Nacional”, pela primeira vez em Coimbra, dando continuidade ao objectivo de levar acções de rua ou encontros de esclarecimento a diversos pontos do país.

Com a já habitual celebração do 1º de Maio, o PNR quer evocar todos os agentes do trabalho e do tecido produtivo nacional, contrapondo esta atitude integral e de cooperação das várias partes à luta de classes promovida pela esquerda. Além disso, neste ano em particular, pretendeu o PNR dar início à campanha para as Legislativas de Junho, tendo-se procedido a uma larga distribuição de propaganda, ao longo do dia, nas ruas de Coimbra.

Antes do desfile, três dezenas de apoiantes do partido, confraternizaram num pique-nique que proporcionou aos presentes cerca de duas horas de agradável convívio, ao qual se seguiu uma distribuição de folhetos até ao começo do desfile que partiu às 4 horas da Av. Fernão de Magalhães.



Assim que várias dezenas de Nacionalistas se preparavam para dar início à comemoração do “Dia do Trabalho Nacional”, foram informados pelas autoridades, que o Governo Civil de Coimbra autorizara em simultâneo e no mesmo local, uma acção promovida por sindicatos afectos à CGTP e esta do PNR!…

Tendo sido ambas as partes alertadas pelas forças da ordem para se evitar qualquer tipo de provocação ou desacato, é bom de ver que os apoiantes do PNR além de nunca terem tido, como é habitual, o mais leve sinal de provocação, aguentaram firmemente diante dos apupos, gritos, palavras de ‘desordem’ e gestos vindos da outra manifestação encostada à nossa.

De salientar que os discursos previstos para o final do desfile, proferidos pelo Cabeça de Lista do PNR por Coimbra, Vítor Ramalho e pelo Presidente do Partido, José Pinto-Coelho, se realizaram envoltos numa confusão acústica, de pura provocação, gerada pelos carros de som e gritaria hostil dos manifestantes comunistas. Para todos os efeitos, nunca o PNR iria desistir da sua acção, à qual acabaram por se juntar vários populares curiosos, manifestamente interessados em ouvir a nossa mensagem, e de entre os quais, muitos deles manifestavam clara concordância e simpatia.

A comunicação social esteve fortemente representada, tendo presenciado tudo e feito entrevistas. Mas como de costume, nem um só canal de televisão noticiou aquilo que os jornalistas presenciaram, levando-nos novamente a denunciar a censura e o boicote vergonhoso às nossas acções.

Resta saber o que foram lá fazer… ainda que a resposta seja óbvia: foram à procura de qualquer desacato por parte do PNR. Mas como este cenário nunca o proporcionamos, pura e simplesmente optam por nos silenciar.

sexta-feira, março 11, 2011

ACÇÂO DE PROPAGANDA




Vamos novamente para a rua fazer uma acção panfletária no dia 13 de Março.
Ponto de Encontro Café Central em Cantanhede pelas 09 horas, com passagens por Arazede, Tocha, Mira e Vagos onde nos encontramos com camaradas de Aveiro.
Junta-te aos nacionalistas por que Portugal precisa de ti.

Informações:
E-mail PNRCimbra@gmail.com
Telemóvel961488375

domingo, março 06, 2011

Encontro Nacionalista em Oliveira do Hospital



Dia 20 de Março
Aproveitando a Feira do Queijo que nesse fim-de-semana se realiza nesta localidade do Distrito, vamos promover um almoço seguido de uma acção de propaganda.

Pontos de Encontro

Coimbra - 11 horas frente á Rodoviária Nacional
Oliveira do Hospital – 12 horas no Jardim do Município

Mais informações:

E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375

segunda-feira, fevereiro 21, 2011

Reunião Nacionalista em Leiria | 27 Fevereiro



Militantes e simpatizantes do PNR no Distrito de Leiria vão efectuar uma reunião de trabalho, no dia 27 de Janeiro de 2011, pelas 15 horas.

Seguir-se-á uma acção de distribuição de propaganda.

Os interessados em participar na reunião que visa debater estratégias para o próximo ano devem contactar:
PNRLeiria@gmail.com
Telemóvel 96 148 83 75

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

PNR em Oliveira do Hospital


No próximo domingo vamos promover mais um encontro, desta feita em Oliveira do Hospital, para uma pequena acção panfletária e para contacto com simpatizantes da zona da beira Serra.
Se estiver interessado em participar no encontro deve contactar-nos através do:
E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375

sexta-feira, janeiro 28, 2011

"Vamos contribuir para um novo outdoor do PNR"


Como diz o povo, quem "não aparece, esquece".
O PNR tem a razão do seu lado e uma mensagem forte, única e frontal. Não podemos deixar de aparecer.
Queremos publicar um novo outdoor em Março, mas para tal precisamos de verba.
Como se sabe, não temos qualquer tipo de subvenção ou apoio e vivemos exclusivamente de quotas, facto que nos leva a recorrer a campanhas de donativos para fazer face a este tipo de iniciativas.
Quer ver o PNR passar a mensagem? Pois quaisquer 5 euros fazem a diferença... Contribua!

Portugal precisa do PNR; o PNR precisa de si!

Faça um depósito em:

MILLENNIUM BCP
NIB 0033 0000 00278492433 05

sexta-feira, dezembro 31, 2010

VIVE A CHAMA


Neste ano que termina recordemos todos os portugueses que deram a vida para que o nosso país fosse hoje livre e independente.
Recordemos também todos os heróis da causa nacionalista que já partiram e aqueles camaradas que estão na prisão pagando o facto de lutarem pelo seu país e pelo seu povo.
Façamos dos seus actos uma lição de vida e vamos viver ardentemente a chama.
É hora! Nas mais diversas causas populares ou nos grandes temas nacionais é preciso militar, é preciso ser um soldado político.

O regime apresenta característicos sinais de desagregação. A putrefacção apoderou-se de todas as suas estruturas. Mas não irá desaparecer de cena, por algum alçapão da história, por sua própria iniciativa. Se nada puser cobro a isto, continuará indefinidamente esta trágica palhaçada dos que entram e dos que saem sem que nunca alguém note a diferença. E os portugueses terão que continuar a esfolar-se para viver numa terra onde não arranjam casa nem emprego e onde a inflação lhes consome tudo o que conseguem ganhar, enquanto os seus políticos se divertem com várias eleições ao ano e com governos ao semestre, corno tem acontecido nestes últimos anos.

Não temos portanto o direito de esperar mais tempo. É a hora de nos empenharmos sem reservas no combate ao que tem vigorado. Para isso é preciso inflamar o país na chama de um nacionalismo renovado, que una as forças vivas da nação num projecto de regeneração que possa atrair o consenso de todos os que não possuem interesses na manutenção da actual situação. E quase todos preenchemos essa condição.
Será um nacionalismo activo e dinâmico, pleno de juventude e alegria, contagiando a nação inteira com o entusiasmo e a confiança de quem cumpre uma grande missão; um nacionalismo popular, atento às necessidades e aos problemas do povo, permanentemente solidário com os que clamam por justiça; um nacionalismo do nosso tempo, sintetizando em harmonia perfeita as verdades eternas da tradição com a forma e o rosto que a modernidade lhes exige; um nacionalismo forte e viril, transbordante de vigor e energia, espalhando pelo exemplo a esperança e a fé num Portugal melhor; enfim, um nacionalismo que seja a expressão orgânica do descontentamento nacional, capaz de acordar nos portugueses aquele espírito heróico que os conduziu nas grandes tarefas históricas. Nenhum esforço colectivo será fértil, nenhuma gesta vitoriosa, se não soubermos criar a atmosfera adequada, se não comungarmos todos numa temperatura espiritual elevada, que fortifica os ânimos e torna os homens inacessíveis ao desalento.

Os povos, como os homens, precisam de quem os estimule, de quem os esclareça, de quem os comande; o nacionalismo português tem que fornecer à nação aquela chama, aquele suplemento de alma, sem a qual ela não poderá superar a crise em que se encontra mergulhada, e que é sem dúvida a mais grave de toda a nossa história.

Essa missão imensa, essa tarefa hercúlea, compete aos nacionalistas portugueses cumpri-la; essa a nossa honra; esse o destino do nacionalismo português.

quarta-feira, dezembro 15, 2010

Propaganda em Mira e Vagos


No próximo dia 19 de Dezembro vamos efectuar uma acção panfletária nos concelhos de Mira e Vagos.
Quem nos quiser acompanhar pode contactar-nos:

PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375
Facebook

segunda-feira, outubro 25, 2010

GREVE GERAL de 24 de NOVEMBRO


A Greve Geral de 24 de Novembro
Sendo embora este assunto um pouco controverso no meio nacionalista é necessário que dele se fale.
Devido a uma certa apatia e à influência da extrema-direita reaccionária, muitos nacionalistas e sobretudo as suas organizações tê deixado que o pior inimigo dos trabalhadores, a esquerda, tenha tomado conta e até liderado a luta dos trabalhadores. Com efeito a falácia romântica da esquerda ganha e ganhará pontos junto dos trabalhadores enquanto aqueles que realmente os defendem ficarem pasmados no gueto.
Interlocutores oficiais do governo e representantes oficiais dos trabalhadores, os sindicatos negociam oficialmente as leis anti-operárias e assinam os documentos oficiais que impõem, com a força do Estado, a lógica do capital (a lógica de rentabilidade) às condições de vida dos trabalhadores. O sindicato funciona em termos de economia nacional, subordinando-se à lógica do sistema capitalista. E se essa lógica exige mais sacrifícios, cabe aos sindicatos defendê-los perante os trabalhadores, em nome de um "realismo" que consiste apenas em considerar a crise económica como um "evento natural" – como um terramoto ou uma onda de frio – e o capitalismo como um fenómeno eterno da natureza, mesmo na sua forma mais hedionda o capitalismo de estado, como último recurso para perpetuar a exploração quando as contradições sociais são profundas.
É chegada a hora de os nacionalistas entrarem na luta, de uma vez por todas tomarem a sua liderança e conduzirem os trabalhadores em união com as outras classes produtivas a um sistema com mais Pátria e à justiça social.
Que futuro comece no dia 24 pelo apoio à Greve Geral, pela participação nas manifestações, traçando desde já planos para uma futura liderança destas lutas, porque também aqui só o nacionalismo é solução.

quarta-feira, agosto 25, 2010

Encontro Nacionalista em Coimbra



O encontro visa promover o convívio entre militantes e simpatizantes do PNR do Distrito de Coimbra e delinear estratégias políticas para o Distrito.

Ponto de encontro: Praça 8 de Maio

Mais informações sobre este evento:
...E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375

domingo, agosto 15, 2010

Encontro Nacionalista em Alcobaça


Reuniram-se hoje em Alcobaça 20 militantes e simpatizantes do PNR.
O encontro visava debater estratégias para o Distrito e promover o convívio entre nacionalistas.
Foram programadas várias iniciativas para a zona.
No final realizou-se uma visita ao Mosteiro de Alcobaça.
No próximo dia 11 de Setembro vamos realizar mais um encontro no Distrito.
Desta feita o evento terá lugar em Leiria. O ponto de encontro será junto à entrada do recinto da feira onde montaremos uma banca.
Este encontro para além de uma acção panfletária visa sobretudo recolher assinaturas para a candidatura de José Pinto Coelho às eleições presidenciais e iniciar-se-á às 09horas.
Mais informações sobre este evento:
E-mail PNRLeiria@gmail.com
Telemóvel 961488375

domingo, agosto 08, 2010

Encontro Nacionalista em Alcobaça


O encontro visa promover o convívio entre militantes e simpatizantes do PNR do Distrito de Leiria e delinear estratégias políticas para o Distrito.

Mais informações:
E-mail PNRLeiria@gmail.com
Telemóvel 961488375

O encontro terá lugar no próximo dia 15 pelas 15 horas junto ao Mosteiro de Alcobaça

sexta-feira, junho 18, 2010

Apoiar a candidatura de José Pinto Coelho


Campanha Nacional de Recolha de Assinaturas para propor a candidatura de José Pinto-Coelho à Presidência da República
As candidaturas à Presidência da República necessitam de ser propostas por um mínimo de 7.500 eleitores.
Ajude a tornar possível a candidatura de José Pinto-Coelho
Seja proponente da candidatura! Para o efeito, deve preencher dois documentos: subscrever uma Declaração de Propositura e obter, na Junta de Freguesia onde está recenseado, uma certidão de inscrição no recenseamento eleitoral.

Descarregue para o seu computador os dois documentos, em formato PDF:

- Declaração de Propositura
- Requerimento de Certidão de Eleitor

Uma vez na posse da Certidão e preenchida a Declaração de Propositura, pedimos-lhe que nos envie os documentos para:
Apartado 8076
1804-001 Lisboa

Nota: se não se recordar do seu número de eleitor, pode obtê-lo online consultando a Base de Dados do Recenseamento Eleitoral.

quarta-feira, junho 16, 2010

RAZÕES DA MINHA CANDIDATURA !


Apresento a minha candidatura à Presidência da República num momento difícil da nossa vida colectiva.
Portugal é um velho país livre e independente, com fronteiras definidas desde o século XIII, que colaborou na obra civilizadora da Europa, mas que hoje se encontra dilacerado por interesses mesquinhos e egoístas.

Reflecti bastante sobre a oportunidade desta candidatura, tanto que fui sempre avesso ao próprio regime republicano. Porém, numa época em que a governação é exercida pelos piores inimigos históricos da nossa Pátria, os Portugueses têm o direito de eleger um candidato nacionalista, católico e verdadeiramente suprapartidário — um candidato que represente o Portugal de sempre contra os desertores, os economicistas, os videirinhos, e que entenda o corpo histórico, territorial e humano da Pátria como sagrado.
Numa época de mundialismo sem freio, é preciso sentir em português o que não é de sentir senão em português, e pensar em português o que só em português pode e deve ser pensado.

Sou nacionalista. Amo — sem conta, peso e medida — o espaço em que nasci. Acredito piamente que o apego ao talhão natal constitui, em si mesmo, um factor de progresso. O nacionalismo que advogo, porém, não se determina por propósitos passadistas ou retrógrados. Firma-se nos valores de sempre para construir um Portugal novo, recomeçando tudo em «segunda edição» revista e melhorada. O objectivo que hoje nos deve animar é este: responder à afundação da nacionalidade mediante uma segunda fundação da mesma — e libertar Portugal da pior ralé de governantes que lhe tocou em azar.
Sou católico. Respeito as outras crenças, mas não renego a minha, nem posso omitir as raízes cristãs de Portugal e da Europa.
Sou verdadeiramente suprapartidário como só um nacionalista o pode ser. Não estou nem nunca estive comprometido com os partidos do sistema, responsáveis todos eles pela situação caótica em que nos achamos. Como nacionalista, vejo mais alto que os partidos. Sinto a necessidade de agregar em vez de dividir, reunindo à minha volta compatriotas de todos os quadrantes políticos. Que se junte a mim quem vier por bem.

Os Portugueses têm o direito de eleger um Presidente que, em caso algum, promulgaria a lei do aborto. Os Portugueses têm o direito de eleger um Presidente que, em caso algum, promulgaria a lei dos casamentos homossexuais.

Os Portugueses têm, enfim, o direito de eleger um Presidente que não seja laico e ateu, e ainda menos um fingido que, depois de apaparicar o Papa durante quatro dias com falinhas mansas, anunciou logo a seguir a promulgação dos casamentos gay.
Por isso vemos, com meridiana clareza, que o único candidato apresentado como sendo de direita é, afinal, do centro-esquerda. Ora, quem quiser ser de direita tem de vestir-lhe a pele a tempo inteiro — e não apenas às vezes ou quando dá jeito.

Portugal precisa de um chefe de Estado que denuncie e se não deixe levar por qualquer das utopias que, da saúde à educação, foram experimentadas em mais de 30 anos de irresponsabilidade política. Rejeito a utopia e a possibilidade de construção teórica de sociedades perfeitas. Tais tentativas têm levado irreversivelmente a modelos repressivos e policiais, nos antípodas dos fins pretendidos.
Portugal necessita de um chefe de Estado que defenda a propriedade e a iniciativa privada, sem cair nos excessos socialistas e nacionalizantes tão em voga, mas também sem impor o programa liberal, desregulado e antinacional.

A hora exige um chefe de Estado que se preocupe com o problema terrível do desemprego, que aflige 700 mil Portugueses, vítimas dos desvarios, do despesismo, da corrupção, das políticas económicas erradas — e que não podem ser ajudados por aqueles que os condenaram à crise e à fome.

A hora impõe um Presidente preocupado com a defesa da Família e o gravíssimo problema da natalidade em Portugal.
Impõe também um Presidente que saiba enfrentar a questão da insegurança e criminalidade crescentes.

Portugal precisa de um Presidente que não se cale perante os actos sórdidos de pedofilia ou de corrupção.
Portugal necessita, enfim, de um chefe de Estado que não tenha medo de assumir-se como nacionalista, e que considere a Nação como um valor fundamental, denunciando a Europa de Bruxelas e as «transferências» de soberania nacional.
Durante décadas, sempre a gastar mais do que produzimos, fizeram-nos acreditar que seríamos defendidos e sustentados pelos ricos da União Europeia, sem nada em troca. A primeira factura já chegou — e outras virão.


É por isso imperioso que o chefe de Estado insista na necessidade de Portugal manter uma capacidade produtiva mínima, na agricultura, nas pescas, na indústria, para conseguir pelo menos produzir o que come.
Eis as razões por que me candidato. Não aspiro ao cargo como um um direito, mas pretendo exercê-lo como um dever. Em suma, proponho-me defender e representar Portugal e os Portugueses dentro de um espírito de permanência e, ao mesmo tempo, de vanguarda; em bases de constante fidelidade e também de contínuo desafio; segundo linhas de continuidade histórica e linhas de inovadora e incessante renovação.


Por Portugal — e mais nada!

José Pinto-Coelho
Lisboa, 10 de Junho de 2010