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quarta-feira, maio 12, 2010

Queima das Fitas – A coisa está preta


A organização da Queima das Fitas de Coimbra, porque mais preocupada em fazer grandes lucros, que depois não têm o devido retorno nas secções que em promover os músicos e a música portuguesa, colocou no seu cartaz os Buraca Som Sistema. Nada temos contra a música africano, quando produzida nos seus países de origem. Não aceitamos é que sub-produtos da cultura americano, sejam promovidos e apoiados pelo sistema em detrimento dos artistas portugueses e da musica portuguesa.
Sabemos que estas bandas alógenas colocam nas letras das suas músicas muito de racismo anti-branco e arrastam para os seus concertos muitos “jovens” dos bairros problemáticos da grande Lisboa, com os arrastões e a criminalidade subsequente.
Os sinais da invasão já se notam em Coimbra, com alguns acampamentos selvagens e a passagem de grupos com sinais claros de pertencerem a gangues organizados.
Os estudantes de Coimbra habituados a lidar com africanos que estão na cidade para estudarem, gente que não causa problemas, serão presa fácil de criminalidade organizada que na Quarta e Quinta-feira “visitará” a cidade.
Estaremos atentos a eventuais arrastões e outras manifestações racistas que por certo acompanharão esta “visita”.
Pelo sim pelo não tenham muito cuidado

quinta-feira, maio 06, 2010

Assalto rendeu 2.500 euros



Seis mulheres, um homem e uma criança, de nacionalidade estrangeira, entraram ontem, por volta das 10H30, no Restaurante Califa para “beberem café”. Começaram por encomendar a Amadeu Gomes, proprietário, “sandes, refrigerantes, chocolates...”, para levarem. Tudo parecia normal, até ao momento em que duas das mulheres foram à cozinha. Naquele espaço estavam na banca as chaves do primeiro piso (casa do empresário) e um telemóvel. Conversa fiada, até que a mulher de Amadeu Gomes reparou que as chaves tinham desaparecido.
Tarde demais. Quando veio chamar o marido, já o grupo estava de partida numa viatura automóvel, cor “verde-garrafa”, descreveu Amadeu Gomes. Contudo, o dono do restaurante ainda conseguiu retirar 25 euros das mãos de uma das mulheres, porque depois de consumirem também queriam sair sem pagar. O grupo, elas com cerca de 30 anos, o homem com pouco mais de 20 e criança de oito anos, não saiu de mãos vazias. Depois de terem remexido a habitação de Amadeu Gomes, subtraíram pulseiras, anéis e relógios, num total de 2.500 euros, disse o empresário ao DIÁRIO AS BEIRAS.
Fonte policial referiu, por sua vez, que durante a manhã de ontem foi dado conhecimento, no posto da GNR de Montemor-o-Velho, um furto em Verride, num outro estabelecimento comercial, do qual foi furtada uma carteira, desconhecendo-se os valores.

Mais benefícios do multiculturalismo, da imigração descontrolada e do clima de impunidade com que o sistema premeia certos grupos étnicos.

terça-feira, maio 04, 2010

Mais tráfico de droga no local do costume com os protagonistas do costume


Investigação começou há cerca de dois meses e conduziu agora à detenção de um trio de traficantes, liderado por uma mulher de 45 anos. A senhora será a “herdeira” de um “negócio” familiar que assumiu, na sequência da detenção de outros familiares, nomeadamente do marido e de um dos filhos. A apoiá-la tinha dois outros elementos da família, dois jovens, um rapaz com 21 anos e uma rapariga com 26.
Mais uma vez um brilhante trabalho da PJ foi frustrado pelas medidas de coação aplicadas.
Mais uma vez aqueles a quem o sistema oferece casa, comida e roupa lavada, pagam a benesses com criminalidade.
Não vos parece que é tempo de dizer basta.
Não os parece que não basta rezingar.
Ontem no Bairro da Rosa amanhã num local perto de si.
Juntem-se aos nacionalistas.

quarta-feira, março 10, 2010

Associação vítima dos “anti-racistas” do costume


O planalto do Ingote até podia ser um bairro pacífico e acolhedor para quem lá vive. No entanto está transformado num imenso supermercado de droga, com cenas de tiros e violência e visitas constantes de gente pouco recomendável.
No ânsia de integrar gente que não o quer fazer o sistema atribui casas a famílias de etnia cigana no s Bairros sociais que construiu na zona. Se algumas famílias aproveitaram bem a oferta que iria melhorar as suas condições de vida, muitas outros aproveitando-se do dinheiro pagão por todos nós, para além de se dedicarem á criminalidade espalham o terror e arranjam problemas um pouco por toda a zona.
A Associação Filarmónica do Planalto do Ingote, farta dos conflitos sociais protagonizados por gente de etnia cigana, resolveu em Assembleia Geral, proibir a sua filiação na colectividade. Fosse a proibição dirigida a uma qualquer família portuguesa e cairia no esquecimento sem levantar grandes ondas, no entanto como foi dirigida e muito bem para quem não quer ser integrado e causa constantemente problemas logo teve a atenção dos racistas anti- brancos, aqueles que só erguem a sua voz para proteger criminosos, imigrantes ilegais e outras modernices, normalmente patrocinadas por partidos de esquerda, tão solícitos em defender os estrangeiros em detrimento dos trabalhadores portugueses.
Estas organizações racistas, envolvidas em esquemas pouco claros, como é caso da atribuição de residências no município de Lisboa, merecem sempre o nosso repudio, porque para nós os portugueses estarão sempre primeiro.
Endereçamos a nossa solidariedade à Associação Filarmónica do Planalto do Ingote, todo e nosso apoio e força, para que não desistam de um direito que é natural. Todos temos o direito nos proteger e aos nossos de possíveis ataques contra a o património e contra a integridade física. Portugal é dos portugueses.

quinta-feira, janeiro 28, 2010

Contrato local de Segurança


Aproveitando a confusão, deitam a mão a tudo o que podem

Os assaltos são feitos à “luz do dia”, durante a manhã ou à tarde. Em grupo, os larápios invadem as lojas de roupas e outros artigos para noivos e deitam a mão a tudo o que podem. As mulheres viram-se para os vestidos de gala e eles para os fatos.

Uma funcionária de uma das lojas visadas, na Rua das Padeiras, relatou ao Diário de Coimbra que o grupo de assaltantes, de etnia cigana, é normalmente constituído por sete pessoas, entre homens, mulheres e mesmo crianças. Às vezes, os elementos variam, embora uma das mulheres seja sempre a mesma. E é esta que se costuma dirigir à funcionária presente na loja na tentativa de a distrair enquanto os restantes elementos tentam deitar a mão ao que podem. Foi isto que aconteceu há cerca de 15 dias, embora dessa vez os larápios tenham abandonado o estabelecimento de “mãos a abanar”.

Noutras ocasiões são as crianças do grupo que tentam desviar as atenções das potenciais vítimas para que os outros elementos possam agir.

Segundo apurámos, algumas das mulheres que fazem parte do grupo de assaltantes trazem um saco preso à cintura com um elástico, dissimulado entre as saias, e onde colocam a roupa furtada.

Normalmente o grupo abandona as lojas calmamente pois uma fuga rápida chamaria a atenção de quem circula junto aos estabelecimentos.

domingo, dezembro 06, 2009

Mil uniculturalistas


O multiculturalismo defendido pelo sistema é um uniculturalismo disfarçado. Eles não pretendem preservar a cultura e identidade de povos e nações, a sua real intenção é criar uma só raça, uma só identidade, enfim globalizar, para acabando com as diferenças e melhor poder injectar a sua cultura decadente e putrefacta. Este mundo novo fará as delícias de qualquer multinacional, uma vez que pode produzir em massa, para um gosto mais ou menos homogéneo.
O resultado do referendo na Suiça, longe de ser entendido como uma reacção lógica e natural de um povo à perca de identidade, uma revolta contra o que a Nova Ordem Mundial em nome do enriquecimento de alguns lhes tenta impingir, sofre as criticas dos fazedores de opinião que o sistema arregimenta para tentar justificar o injustificável.
Já muitas vezes me insurgi contra a invasão do Iraque e do Afeganistão, já ergui bem alto a minha voz contra o genocídio dos povos palestinianos o holocausto dos “bons”. Sou um confesso seguidor dos governantes do Irão e abomino a campanha sórdida que os media ao serviço do sistema fazem contra este país. No entanto não quero a Turquia na Europa nem quero a invasão cultural protagonizada por muçulmanos. Eu defendo a independência dos povos a sua identidade e cultura, mas muitos dos que dos que me acusam de islamofobia, estão do outro lado da barreira e apoiam sem reservas a politica americana e dos seus aliados no que concerne ao Médio Oriente.
Então posso dizer com segurança os islamofobos são eles, e o multiculturalista sou eu.

domingo, novembro 29, 2009

Abaixo o multiculturalismo


A Suíça aprovou hoje, por mais de 57 por cento, os apelos da extrema-direita a que seja proibida a construção de novos minaretes no país, indicam os resultados oficiais do referendo efectuado nos 26 cantões.
Mais um grito e bem sonante contra a multiculturalismo que a pouco e pouco destrói a identidade europeia e contra a sua causa principal a imigração descontrolada, também responsável pelo desemprego, pelos baixos salários, pela diminuição dos direitos dos trabalhadores e pelo aumento da criminalidade.
Finalmente a Europa começa a acordar da longa noite que o sistema lhe impingiu e percebe que, o multiculturalismo do sistema é afinal uniculturalismo. É a destruição de todas as culturas dos povos, para sobre os seus escombros edificar a cultura da Nova Ordem Mundial.
Multiculturalismo sim, enquanto ele significar a manutenção da identidade cultural de cada povo de cada nação. Podemos admirar a identidade e cultura de um determinado povo, raça ou etnia, mas só enquanto tal admiração não colocar em causa a nossa cultura. Não é a reaccionária teoria do orgulhosamente só, sabemos que a identidade e a cultura sofrem alterações, que muitas vezes as culturas, as identidades, sofrem influencias externas, não nos conformamos é com mudanças por decreto ou invasão ou muito menos quando os interesses obscuros do capital estão por detrás dessas alterações.
Esperemos que esta atitude corajosa dos suíços seja o início de uma nova era para a Europa. Uma Europa dos europeus e para os europeus. Uma Europa onde a imigração seja controlada e restringida a picos pontuais de falta de mão de obra.

terça-feira, novembro 24, 2009

Mais benefícios do multiculturalismo


Estando o negócio da sucata, dos submarinos e da fraude bancária monopolizado pelos políticos do sistema, um grupo de empreendedores imigrantes resolveu abrir uma empresa dedicada á extorsão.
Mais uma vez se provam os benefícios do multiculturalismo e da imigração, sendo certo neste particular os imigrantes estavam mesmo fazendo aquilo que a esmagadora maioria dos portugueses não quer fazer.

A esquerda moderna


Os apoios à maternidade (como a prestação do abono pré-natal) atribuídos aos agregados familiares mais carenciados não terão aumentos em 2010.
De um governo abortistas não poderíamos esperar outra medida. Entretanto e financiadas por todos nós, com direito a licença em casa as abortadeiras profissionais continuam a gozar de todos os privilégios e borlas.
Este sistema, refém de bandeiras da esquerda moderna, da burguesia decadente e promíscua que a forma, não para de atentar contra a natalidade, contra a família, contra a tradição o orgulho pátrio e a identidade.
Fechar maternidades para abrir clínicas de aborto, casamento dos homossexuais, vender Portugal ao estrangeiro, conspurcar e desvirtuar a nossa história, multiculturalismo é que estão na moda, estão na ordem do dia da esquerda moderna, que afinal faz o trabalho sujo da Nova Ordem Mundial que hipocritamente diz combater.

quarta-feira, setembro 16, 2009

O multiculturalismo provoca o aumento dos conflitos sociais


Aquilo que terá sido um aparente ajuste de contas, em Anadia, deixou um homem entre a vida e a morte. O cidadão bielorusso, de 46 anos, foi agredido violentamente, segunda-feira, pelas 23H00, na sua casa, na rua dos Olivais, por outro homem. O suposto autor, também do Leste europeu, de 36 anos, tem residência na Vacariça, localidade já no vizinho concelho da Mealhada.

quinta-feira, setembro 10, 2009

A ameaça do multiculturalismo


A existência de tumultos raciais é hoje uma realidade conhecida de todos os que, infelizmente, vivem em sociedades que protagonizam a integração racial, e que desse modo contrariam a ordem natural da vida. Tais tumultos ocorrem um pouco por todo o lado, ainda que se dê especial importância aos ocorridos na Europa, já que esta sofre no momento os efeitos da imigração massiva (e ilegal) de alienígenas vindos da Ásia e de África, que nos pretendem impor a nós, europeus, na nossa terra, os seus modos de vida e as suas culturas.
Mas não se pense que esses conflitos são apenas causados pela distribuição desproporcional da riqueza, como querem fazer crer os marxistas. Os conflitos entre povos com identidades diferentes também são comuns nos países chamados socialistas, como são por exemplo o Tibete (parte integrante da China vermelha), a União Soviética e a França.

O que os marxistas e os seus mentores liberais não entendem é que o conceito de «alienação» de que eles tanto usam e abusam opera não só a nível económico, mas também a nível orgânico, promovendo a alienação cultural e social. Com efeito, isto produz uma situação de «falsa consciência» que é invariavelmente aproveitada pelas organizações mundialistas, ao mesmo tempo que provoca a instabilidade e um clima de fraco entendimento entre raças diferentes, que frequentemente as leva a se confrontarem.

Quando os povos são alienados das suas culturas, tornam-se influenciáveis e mais fáceis de explorar pela sociedade de consumo. O multiculturalismo é originado pela integração de diversas micro-culturas, cada uma com as suas próprias idiossincrasias e que, uma vez misturadas, perdem as suas raízes deixando por isso mesmo de existir.

Portugal possui uma cultura rica e tradições fortes. É verdade que foram cometidos no passado alguns erros, mas isso não invalida que nos orgulhemos dele. Devemos aprender com o passado, mas não podemos carregá-lo como uma albarda nas nossas costas. Nem podemos deixar que um sentimento de culpa ou piedade igualitária prejudique as nossas decisões a tal ponto de inviabilizar a existência da nossa própria cultura. Devemos gerar a coragem e a confiança respeitando as tradições e mantendo a fidelidade à Pátria.

As populações alienígenas cujos sentimentos e condutas não coloquem os interesses do nosso país em primeiro lugar não têm o direito de permanecer em solo português.

Se a actual promoção do multiculturalismo continuar, então Portugal, certamente, perderá a sua identidade cultural. É isso que não estamos dispostos a permitir que aconteça. Desde logo, defendemos uma acção eficaz que altere a actual situação que, a nós portugueses de verdadeira estirpe, nos repugna profundamente: a subversão e o aviltamento da cultura nacional pelo americanismo que diariamente nos invade, a adopção de modelos (políticos, económicos, de conduta social) estrangeiros e a existência de comunidades estranhas à nossa cultura e destino.

Ofensiva, n.º 2, Julho/Setembro 1990

quinta-feira, julho 23, 2009

Duas pessoas esfaqueadas na Baixa


Um casal terá sido esfaqueado anteontem à tarde, em plena Baixa. Dois feridos foram transportados pelo INEM.
Uma rixa entre duas pessoas terminou ontem, ao final da tarde, com dois feridos. Cerca das 19H00, os vestígios da violência – algumas marcas de sangue – eram ainda visíveis na calçada do largo. Faustino Santos Costa, morador na Baixa, presenciou a cena: “Um indivíduo de raça negra – que geralmente anda embriagado – começou à navalhada às pessoas que estavam sentadas num banco”. De acordo com a testemunha, a arma branca teria cerca de 14 centímetros e o indivíduo – que tem cerca de 35 anos e terá antecedentes criminais – começou, alegadamente, a desferir golpes aos homens que permaneciam naquela área. No entanto, segundo apurou o DIÁRIO AS BEIRAS junto de uma entidade policial, tudo terá começado com uma rixa entre duas pessoas.
No entanto, três pessoas ficaram feridas, duas das quais foram transportadas para os HUC. Ainda de acordo com a mesma testemunha, “uma das vítimas ficou ferida no abdómen e outra no pescoço”. A terceira vítima – aquela que não terá sido transportada pela equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) – estaria ferida num braço.
Ontem, um grupo de pessoas que geralmente frequenta aquela zona não deixou de fazer acusações sobre a personalidade “violenta” do agressor e lançou duras críticas à falta de segurança na Baixa da Coimbra. “Ele bate nos idosos e nas crianças. É um perigo para a sociedade e ninguém faz anda. É uma vergonha”, disse, por seu turno, José Lucas de Sousa, morador em Eiras, mas que costuma passar parte do seu tempo no Largo das Ameias.
Também um comerciante daquela zona da cidade – que preferiu não ser identificado – manifestou a sua preocupação com a falta de segurança que diz existir na cidade e defendeu ser necessário o reforço do número de agentes da Polícia de Segurança Pública e dos patrulhamentos nos locais mais problemáticos.
A PSP de Coimbra esteve no local e deteve o indivíduo. No entanto, o DIÁRIO AS BEIRAS tentou, ao longo da tarde de anteontem, contactar aquela força policial para obter mais informações sobre este episódio. Tentativas que se revelaram infrutíferas. O mesmo aconteceu em relação ao INEM.

quarta-feira, julho 22, 2009

Pura hipocrisia


São 45 mil os imigrantes que obtiveram a nacionalidade portuguesa ao abrigo da nova lei de estrangeiros, que entrou em vigor em Dezembro de 2006, revelou ontem o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira.
Esta forma de fazer portugueses por decreto lei, não respeitando os laços sanguíneos e um presente envenenado que o capital dá aos imigrantes e uma forma de promover o multiculturalismo que em breve trecho se vai converter em uniculturalismo para satisfação das grandes multinacionais e da sua constante procura de poder fazer produção em massa.
Num país que tem 500.000 desempregados parece uma paradoxo estar a autorizar a entrada de mais imigrantes ou incentivar a sua “nacionalização”.
Mas a resposta do sistema não se faz esperar; Vêm fazer aquilo que os portugueses não querem fazer. Esta frase gritada aos setes ventos propagandeada pelos média e adornada com algumas “flores” vai a pouco e pouco entrando na cabeça de todos os nós. A máquina de propaganda da Nova Ordem Mundial transforma muita mentira em verdades inquestionáveis.
Mas esta verdade universal é fácil de rebater. Em primeiro lugar porque não vemos muitos imigrantes nas profissões ditas desgastantes e onde o esforço físico é mais intenso, poucos são aqueles que trabalham nas pescas, nas minas ou mesmo nos campos. Em segundo lugar os nossos emigrantes ocupam no estrangeiro as mesmíssimas profissões que o grosso dos imigrantes. Fazem-no porque lá fora são melhore pagos do que em Portugal. Reparem que escrevi “melhor” porque a exploração continua, lá fora como neste recanto os ordenados ou são muito mais baixos que os dos autócnes, ou fazem horas de trabalho sem serem remunerados, ou o pagamento tem um retorno escondido na renda da casa e ou alimentação. A onda continua de país em país. As pressões demográficas os desenraizamentos, o desemprego são constantes na Europa, gerando conflitos sociais e raciais, mas cumprindo de forma eficaz aquilo para que serve a imigração; Servir o capitalismo em mão-de-obra barata e ser uma arma eficaz no combate às reivindicações laborais.
Enquanto a situação não for invertida, estão de parabéns a esquerda e a direita, que de mãos dadas numa associação que mostra que uns e outros são exactamente a mesma coisa, perpetuam a exploração selvagem do homem pelo homem.

sexta-feira, julho 17, 2009

De volta




Depois de uns dias de ausência, motivados por umas curtas férias e pela incompetência de meu servidor de internet, estou novamente de volta.
Nestes dias de ausência as noticias foram muitas. Policias baleados, graças ao clima de impunidade que o sistema nos quer impingir, lutas étnicas na China motivadas pelo multiculturalismo, prontamente reprimidas pelos democratas comunistas.
Dizem para ai as más-línguas que a ASAE foi extinta, ganharam os produtos portugueses, sobretudo os de cariz tradicional, perderam as grandes multinacionais, para quem estes senhores pareciam querer trabalhar.
Aqui na zona de Coimbra a criminalidade não pára de aumentar, particularmente no concelho de Cantanhede onde os assaltos a multibancos já são praticamente diários. O povo vai dando mostras de desespero, que resultará dentro em breve em justiça popular, com os excessos próprios de grupos descontrolados.
Estivemos particularmente activos no que toca à co-incineração e com vista aos próximos períodos eleitorais demos duas entrevistas que em breve publicaremos aqui.
Continuamos a apelar a todos os nacionalistas, a todos aqueles que são opositores ao sistema, para se unirem aos nacionalistas para colaborarem com o PNR, a única voz, que ousa opor-se aos novos senhores do Templo. É tempo de juntar todos em torno de um projecto de cariz patriótico, com profundas ideologias de cariz social e Identitário.

terça-feira, fevereiro 17, 2009

Multiculturalismo é uniculturalismo


Ao longo dos tempos o capital tem encontrado formas de aumentar as suas mais valias. Quer recorrendo à organização do trabalho ou à inovação tecnológica. No entanto é no recurso à mão-de-obra barata e nas formas de a perpetuar que o sistema mais esforços tem feito ou onde pelo menos mais expedientes tem sido utilizados.
A imigração é talvez o mecanismo mais utilizado pelo capital, no intuito de aumentar a oferta de mão e consequentemente fazer baixar os salários. Ao longo dos tempos a “importação” massiva de mão-de-obra tem sido a melhor arma contra as justas reivindicações dos trabalhadores. Foi assim durante a construção dos caminhos-de-ferro americanos quando o capital combateu as lutas operárias, com vagas e vagas de trabalhadores chineses e mexicanos e só assim se compreende que nos nossos tempos conquistas como a idade de reforma, ou os horários de trabalho, estejam a ser postas em causa somente porque a burguesia reinante possui nos bancos de suplentes, mais uma grande quantidade de jogadores que não hesitará em por a jogar caso a oposição às reformas assim o justifique.
Para perpetuar a sua mina de oiro o capital, com a ajuda do capitalismo de estado, não hesita mesmo em conceder a nacionalidade aos imigrantes. As justificações são das mais variadas, mas o fim é só um promover o uniculturalismo. è o dois em um do capital, por um lado obter mão de obra barata, por outro eliminar as culturas e identidades e submeter todos a cultura dominante, que não é nem mais nem menos a regida pelo imperialismo sionista americano. A breve trecho, grande parte da população mundial, perderá a diversidade cultural e étnica, mais um passo que só vai beneficiar a fabricação em massa e juntamente com as migrações ajudar no aumento das mais valias. A Nova Ordem Mundial, não dá nada a ninguém se acoberto de muito boas intenções, procura justificar a imigração, o multiculturalismo e a atribuição de nacionalidade, só o faz porque todas estas manobras são o caminho seguro para o aumento dos seus lucros.
Se as suas intenções fossem sinceras, ajudariam de facto os países do Terceiro Mundo e não colocariam no poder as suas marionetas corruptas.
A imigração é escravatura dos tempos modernos, as cartas de alforria são a atribuição de nacionalidade portuguesa, as masmorras os bairros sociais e a grilhetas são colocadas pelos empresários corruptos que os exploram.
Um dia o sistema vai cair de maduro, os primeiros sinais já se notam, nessa altura todos os homens vão poder ganhar dignamente a sua vida sem terem que abandonar o solo pátrio.

domingo, novembro 16, 2008

Alemanha: Islamização


Este sábado foi eleito um novo líder do partido os Verdes: Cem Özdemir o primeiro turco a ocupar esse cargo num partido alemão, digamos assim um “Barack Obama” da Alemanha. Num país com 2,4 milhões de pessoas de origem ou nacionalidade turca, esta eleição constitui um grande marco histórico. Porém não se deve ignorar o facto de muitos turcos se terem naturalizado , daí poderem dar voto a Özdemir, sem os quais muito provavelmente não teria chegado onde chegou. Os Verdes, nomeadamente o político Christian Ströbele, já tinham exigido anteriormente um feriado muçulmano na Alemanha . Em contrapartida defendem a abolição de um feriado cristão e a sua substituição pelo muçulmano como sinal de consideração pelos muçulmanos que vivem na Alemanha. Isto duas semanas depois do assassinato do realizador holandês Theo van Gogh por um muçulmano radical. Agora com um líder turco é que este projecto fan(t)á(s)tico deve seguir em frente…

quinta-feira, outubro 02, 2008

Seis lotes com traficantes de droga


A violência é uma realidade bem conhecida do Bairro da Rosa. Latente algumas vezes, visível, ganhou nos últimos tempos contornos novos.
Mas as queixas dos moradores não se ficam por aqui.
Humidade, armários estragados e muitos bichos, essencialmente baratas, falta de iluminação, são alguns dos problemas apontados e que muitos dizem já ter encontrado quando para lá foram morar.
Os moradores queixarem-se também da «falta de higiene» dos vizinhos e de o facto de alguns manterem «animais perigosos» dentro dos apartamentos.

sexta-feira, setembro 19, 2008

Os gangues das favelas


Primeiro Comando de Portugal (PCP). O clone do Primeiro Comando da Capital, fundado nos anos noventa por um grupo de prisioneiros de São Paulo, instalou-se na margem sul de Lisboa. É composto por jovens provenientes das favelas brasileiras, para quem a violência é um modo de vida. Têm hino no YouTube e agregam-se na internet, onde mostram alguns dos produtos do crime. Desafiam as autoridades e congregam o gosto pelas armas.
Continuamos a sentir os benefícios do multiculturalismo e da imigração descontrolado que o sistema nos tenta impingir.
Com o aparecimento deste grupo criminoso é de esperar a criação de novos grupos. Assim, mais dia, menos dia, seremos confrontados com grupos como o Bloco de Esterco (BE), Primeiros no Sequestro (PS), Primeiros Salteadores e Delinquentes (PSD) ou Carjaking Damaia Serviços (CDS).

quinta-feira, agosto 21, 2008

Burlões furtaram ouro em Santa Comba Dão


A proprietária de uma ourivesaria em Santa Comba Dão foi ontem burlada em perto de dois mil euros. Maria Carminda ficou incrédula quando se apercebeu que o ouro tinha sido levado, sem que ela ou qualquer um dos clientes na loja se apercebessem.
Os burlões, segundo a proprietária, teriam entre 35 e 40 anos e não pareciam portugueses.
Mais uma mostra dos benefícios multiculturais e da imigração descontrolada.
Portugal não pode ter as suas fronteiras escancaradas à imigração que actualmente assola os países da Europa. A entrada de imigrantes sem qualquer controlo é hoje em grande medida responsável pelo aumento da criminalidade, pela existência de largas zonas de miséria e violência urbana e ainda pelo crescente clima de insegurança que se vive nas vilas e cidades portuguesas. Os imigrantes ilegais e delinquentes devem ser repatriados para os respectivos países de origem em condições dignas e humanas. Para evitar a imigração “disfarçada”, o direito de asilo será exclusivamente concedido a quem demonstrar que se enquadra nesse regime, o reagrupamento familiar será suprimido e a naturalização obedecerá a critérios exemplares.
Connosco, Portugal será português.