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quinta-feira, novembro 26, 2009

Petição – Pela presença da Comunicação Social nas Reuniões da Câmara Municipal de Coimbra


Ao Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Coimbra
Ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Coimbra
Aos Partidos Políticos com Representação no Município de Coimbra

No início do actual mandato autárquico o Executivo da Câmara Municipal de Coimbra decidiu vedar a presença dos órgãos da comunicação social nas suas reuniões ordinárias, prática que vigorava desde 1980.

Esta decisão sendo legítima é, sem dúvida, politicamente condenável dado que reflecte um golpe na abertura e transparência que, cada vez mais, os cidadãos esperam e exigem dos decisores políticos.

A presença da comunicação social permitia facultar informação aos cidadãos sobre as deliberações da Câmara, o seu âmbito e o seu espírito e dava a conhecer os debates que levavam à formação das decisões que, sobre os mais variados aspectos, influenciam o seu quotidiano.

Sendo uma prática seguida ao longo de várias décadas, com Executivos de composição diversa, tornou-se numa regra que permitia um escrutínio mais intenso da actividade municipal e consequentemente um importante elemento caracterizador da vida politica local.

Obstar a que a comunicação social assista às reuniões da Câmara é um retrocesso democrático que não se esperava, que não é consentâneo com a prática de há muito seguida na Câmara de Coimbra, nem com o prestígio da Cidade.

Coimbra precisa, para o seu desenvolvimento, de um governo local cada vez mais competente e transparente e de um comunicação social forte e livre, sem peias nem mecanismos manipuladores da informação.

Por tudo isto os signatários não se conformam com a decisão da Câmara de não permitir que a comunicação social assista às suas reuniões e pedem, consequentemente, a revogação desta decisão.



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sexta-feira, agosto 07, 2009

Petição Em Defesa da Reserva Agrícola Nacional

Destinatário: Assembleia da Republica

Petição Em Defesa da Reserva Agrícola Nacional

Foi publicado em 31 de Março o Decreto-Lei nº 73/2009, que altera o regime da Reserva Agrícola Nacional.
Estas alterações não constituem um ( mais do que )necessário aperfeiçoamento do regime anterior, constituindo antes uma redefinição total do conceito de Reserva Agrícola Nacional.
As principais alterações introduzidas pelo diploma foram escamoteadas ao escrutínio público durante a preparação do diploma, como se pode verificar pelos textos dos comunicados dos Conselhos de Ministros de 27 de Novembro de 2008 e 29 de Janeiro de 2009.
Estes comunicados omitem quaisquer referências ao facto de o regime agora aprovado:
- permitir a incondicional florestação dos solos agrícolas;
- permitir excluir da RAN, áreas destinadas a habitação, actividades económicas, equipamentos e infra-estruturas, subalternizando a defesa dos poucos solos férteis do país a necessidades que podem ser colmatadas de outras formas;
- as numerosas utilizações de áreas da RAN para outros fins que viabiliza.

Acresce que sendo embora matéria legislativa que diz respeito à Rede Fundamental de Conservação da Natureza, nenhuma das organizações não governamentais de ambiente foi ouvida na respectiva elaboração.
Por essa razão os cidadãos abaixo identificados vêm pedir a todos os deputados que, em sede de apreciação do diploma pela Assembleia da República, nos termos da alínea c) do artigo 162º da Constituição da República Portuguesa, sejam introduzidas alterações que permitam garantir que o texto do diploma corresponde aos objectivos de preservação dos solos mais aptos para a actividade agrícola que nele estão identificados.
Compreende-se a necessidade de melhorar a articulação entre a florestação e a conservação dos solos agrícolas, mas a solução não pode ser a permissão de florestação, sem quaisquer condicionantes, em todos os solos agrícolas com o argumento de que não existe qualquer risco de destruição de solo agrícola seja qual for o tipo de florestação.
A opção do diploma, que consiste em considerar que a actividade florestal está incluída nas actividades agrícolas, tem ainda vários efeitos perversos na qualidade do diploma ao tornar incompreensíveis quer as normas técnicas de classificação de terras, quer várias disposições que foram claramente pensadas para as actividades agrícolas no sentido clássico e que perdem sentido ao incluir a florestação nas actividades agrícolas.
Compreende-se a necessidade de aperfeiçoar os mecanismos de ponderação de interesses quando exista conflito na prossecução de diferentes interesses públicos.
Mas não pode aceitar-se o principio de que é na delimitação técnica do que é a Reserva Agrícola que devem ser tidos em atenção outros usos do território, com muito mais plasticidade de localização.


Pelo contrário, é a materialização no território do interesse público ligado à resolução das carências de habitação, infra-estruturas, equipamentos e actividades económicas que deve ter em atenção não só a importância da conservação do solo agrícola como o facto da sua localização ser única, cada vez mais rara no contexto nacional, e insubstituível.

Nessas circunstâncias, somente a total ausência de alternativas de localização e a relevância do interesse público associadas a projectos específicos que visem resolver carências de habitação, infra-estruturas, equipamentos e actividades económicas, devidamente manifestadas em processos públicos, participados e transparentes, deveriam permitir derrogar o princípio da conservação dos solos agrícolas.

Assim sendo, os cidadãos abaixo identificados reiteram a necessidade de alargar o debate sobre a matéria, por forma a encontrar melhores soluções legislativas para a compatibilização dos diferentes interesses públicos afectados por esta revisão legal, a cuja imediata alteração apelam.

Os Peticionários

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terça-feira, fevereiro 24, 2009

Homenagem Filatélica a D. Nuno Álvares Pereira


Vencedor da Batalha dos Atoleiros e de Aljubarrota, o Condestável D. Nuno Álvares Pereira desempenhou um papel fundamental na resolução da crise de 1383-1385 com Castela e na consolidação da independência. Por isso sempre foi muito justamente considerado como um símbolo da independência nacional.

Nos últimos anos da sua vida, Nuno Álvares Pereira recolheu-se no Convento do Carmo, onde ingressou sob o nome de Irmão Nuno de Santa Maria e onde permaneceu até à morte, já com fama de Santo.

Nuno Álvares Pereira foi beatificado em 23 de Janeiro de 1918 pelo Papa Bento XV e é desde agora mais um Santo português.

A cerimónia de canonização do Beato Nuno de Santa Maria, D. Nuno Álvares Pereira, terá lugar no próximo dia 26 de Abril, em Roma. O anúncio foi feito pela Santa Sé, no final do Consistório de 21 de Fevereiro de 2009, presidido por Sua Santidade o Papa Bento XV.

Nós, abaixo assinados, propomos aos Correios de Portugal, que D. Nuno Álvares Pereira, figura de Herói e Santo, seja homenageada filatelicamente através da emissão de um INTEIRO POSTAL (Bilhete Postal dos CTT) com a sua iconografia e a emitir no dia da própria canonização.


Assine aqui

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

NÃO MATEM A MATA NACIONAL DO CHOUPAL EM NOME DA MODERNIZAÇÂO


Como resposta ao "licenciamento administrativo" do novo traçado do IC2 na Cidade de Coimbra, que obriga a uma nova travessia do Mondego entre a Ponte Açude e a Ponte Ferroviária, cuja consequência imediata, mas não única, é a amputação de parte da Mata Nacional do Choupal, um conjunto de cidadãos entendeu organizar-se com o objectivo de, por um lado, demonstrar o quão graves são as consequências deste projecto para Coimbra e para Portugal, e por outro, para através de um conjunto de iniciativas cidadãs pressionar os poderes públicos responsáveis pelo projecto, ou seja, o Governo e a Câmara Municipal de Coimbra, para não avançarem com o mesmo.
Neste sentido, informamos que no próximo dia 15 de Fevereiro, Domingo, entre as 11 e as 16 horas, se realizará na Mata Nacional do Choupal uma concentração cidadã que contará previsivelmente com a presença de largas centenas de pessoas para as quais a consumação das obras inerentes à solução prevista representa um grave atentado à sua cidadania, entendida enquanto identidade pessoal, construção de sentido de comunidade e direito à participação efectiva na decisão de afectação de recursos públicos.
Entretanto já está disponível uma petição online que deve merecer a sua assinatura e divulgação.

terça-feira, janeiro 20, 2009

Petição à Ministra da Educação organizada por Pais e Encarregados de Educação


A situação a que chegámos é talvez o culminar da "tomada de assalto" das escolas pela burocracia e pelas elites que fomos criando em muitos anos de políticas educativas atípicas para a própria condição humana. Ela reflecte bem o estado geral da educação em Portugal, e não augura nada de bom se não ponderarmos o rumo em que estamos lançados. Várias ameaças pairam sobre a educação nacional neste momento, sobre as quais tecemos as seguintes considerações:


a) Avaliação dos professores
Afirmamos a necessidade de um sistema de avaliação de desempenho, tanto para os professores como para as escolas enquanto instituições colectivas. A avaliação não é uma questão laboral mas sim uma questão educativa de fundo e uma indispensável ferramenta estratégica para a melhoria de competências e práticas pedagógicas e científicas, e para garantia da qualidade das aprendizagens.
Em consciência, não podemos concordar com sistemas de avaliação "fast-food", criados à luz de critérios economicistas, sem quadros independentes, formados e especializados na problemática educativa, e sem critérios e objectivos de longo prazo devidamente estabelecidos. É imperativo saber o que queremos da escola moderna e dos novos professores para saber o que vamos avaliar.
Consideramos prejudicial aos interesses dos nossos filhos e do futuro do país, um sistema de avaliação que visa pressionar o professor a facilitar a avaliação dos alunos. Os nossos filhos merecem uma preparação efectiva e não meramente estatística.As estatísticas de sucesso podem servir para abrilhantar relatórios, mas não servem os interesses dos nossos filhos nem o futuro do país.


b) O estatuto do aluno - em particular o novo regime de faltas

Não podemos concordar com o abandono de valores culturais essenciais para a formação do carácter individual e colectivo de uma sociedade de sucesso. Rigor, esforço, dedicação, dever, responsabilidade e disciplina estão cada vez mais longe da escola.
Consideramos uma grave subversão dos valores que a escola transmite quando se trata por igual situações que são antagónicas, premiando a irresponsabilidade e prejudicando o empenho. Não há sensação de justiça quando se equipara uma falta por doença ou motivo justificativo a uma simples "balda" ou "gazeta".
Acreditamos numa escola humanista, tolerante e geradora de solidariedade que seja capaz de dar todas as oportunidades a todos os alunos. Mas a escola nunca o será verdadeiramente se não for capaz de premiar a competência, reconhecer o esforço, e censurar o desleixo.
Apelando à serenidade e a meios de expressão em que prevaleça o respeito pela ordem pública e pela diferença de opinião, prestamos a nossa homenagem, admiração e solidariedade ao movimento estudantil e às associações de estudantes onde, afinal, o espírito crítico ainda sobrevive. É para nós um desejo que as novas gerações possam ser mais pró-activas (e menos passivas) no uso e reivindicação do seus direitos, liberdades e garantias, numa cultura de intervenção cívica própria das sociedades mais desenvolvidas.
Lamentamos profundamente e recusamos quaisquer atestados de menoridade ou de incapacidade crítica, implícitos nas insinuações de que os nossos filhos estão a ser manipulados. Aos que as fazem, lembramos as palavras de Epicleto: "Não devemos acreditar na maioria que diz que apenas as pessoas livres podem ser educadas, mas sim acreditar nos filósofos que dizem que só as pessoas educadas são livres".


c) Apelamos a um debate nacional, e a uma reflexão profunda

Em tempo de mudança, de uma Sociedade da Informação que se quer transformar em Sociedade do Conhecimento, da velha pessoa "reactiva" para a nova pessoa "pró-activa", que seja um verdadeiro agente de transformação, capaz de construir conhecimento, que aluno é que queremos?
Em tempo de mudança, dos velhos sistemas analógicos para a era digital, em que jovens teclam tão rápido num telemóvel ou num computador e em que nos habituámos a ver o mundo em mudança rápida e permanente até ficar bem diferente poucos anos depois de se ter iniciado o percurso escolar; que professor é que queremos?
Em tempo de mudança, o que é mais importante: traçar um perfil novo para o professor, o educando e as aprendizagens e acompanhar com uma avaliação honesta, sensata e rigorosa, ou avaliar sem se saber o que se está a avaliar porque não se sabe o que se quer? Que escola é que queremos?
Queremos a escola que Kant nos descreve, quando afirma "É por isso que se mandam as crianças à escola: não tanto para que aprendam alguma coisa, mas para que se habituem a estar calmas e sentadas e a cumprir escrupulosamente o que se lhes ordena, de modo que depois não pensem mesmo que têm de pôr em prática as suas ideias"?
Ou acreditamos em Tucídides, quando afirma "Não pensem que um ser humano possa ser muito diferente de outro. A verdade é que fica com vantagem quem tiver sido formado na escola mais rude"?

d) Afinal, o que é que queremos construir?! Afinal, o que é que queremos avaliar?! Resignamo-nos à mediocridade, à falta de meios, à falta de ambição?

A maior derrota é perder a capacidade de reflectir. Perder a oportunidade de parar para pensar, para dialogar. Essa perda afecta o homem e a sociedade no seu último elo: a sociabilidade.
Ao longo dos últimos anos temos vindo a assistir ao desaparecimento das ciências sociais e humanas dos currículos educativos. À luz daquilo em que se transformou a política - discursos e estatísticas - esta acabou por transformar a educação em Português e Matemática.
Como afirmou o reconhecido académico António Damásio, "(...) o ensino das Artes e das Humanidades é tão necessário quanto o ensino da Matemática e das Ciências,(...) Ciência e Matemática, por si, são insuficientes para formar cidadãos".
Não admira pois que alguns titulares de órgãos de soberania tenham "fracos índices de cultura social". São já fruto de políticas educativas avessas à própria condição de cidadania. Não mudemos nada, e imaginem como serão aqueles que nos governarão amanhã.
Resta-nos a esperança de que com o novo modelo de gestão, as escolas passem a responder perante a comunidade e não perante o sistema. Resta-nos a convicção de que com o reforço do peso dos pais e outros elementos da comunidade na gestão das escolas possamos, em conjunto com os professores e os nossos filhos, mudar um destino fatal.
Assim, e pelo exposto, os Pais e Encarregados de Educação abaixo assinado, requerem a Sua Ex.a a Ministra da Educação:
1. A suspensão do Decreto-Regulamentar 2/2008 de 10 de Janeiro, que regulamenta o regime de avaliação de desempenho do pessoal docente do pré-escolar e dos ensinos básico e secundário;
2. A urgente abertura de um processo negocial, que promova um amplo debate nacional e uma reflexão séria sobre os objectivos nacionais a atingir através das políticas educativas;
3. A abertura de um processo de revisão da lei 3/2008 de 18 de janeiro, que aprova o Estatuto do Aluno dos Ensinos Básico e Secundário, de forma a consagrar princípios de justiça e uma cultura de empenho, rigor, esforço e exigência na vida escolar dos nossos filhos e futuros pais, líderes e garantes deste país.

Subscreva esta petição aqui

terça-feira, dezembro 30, 2008

Petição

De uma forma ou de outra, é preciso mostrar aos sionistas e ao mundo, que ainda existe gente que se não se cala e que exige um imediato cessar-fogo.
Assine aqui a petição.

terça-feira, setembro 30, 2008

Cimenteira em Figueiró dos Vinhos (Aguda)

Está actualmente em estudo a construção de um cimenteira (dedicada à produção de clinquer) na freguesia de Aguda, concelho de Figueiró dos Vinhos, distrito de Leiria, Portugal.

Esta cimenteira será inserida numa das malhas mais verdes do nosso país, a região do pinhal interior. A área é composta por um conjunto de praias fluviais, faunas e floras ricas e diversificadas, únicas no país. Há actualmente toda uma componete túristica, amplamente estruturada, que tenta aproveitar da melhor forma possível todos os recursos naturais existentes.

A zona do pinhal é actualmente considerado um dos pulmões da europa, pelo que não o podemos deixar degradar-se.

A construção de uma infra-estrutura deste tipo vem em desencontro com tudo o que até agora se tem feito nesta região.



Assine aqui a petição

quarta-feira, setembro 24, 2008

DEVER PATRIÓTICO


As cidadãs e cidadãos abaixo assinados pretendem que o Estado Português cumpra o dever patriótico de trasladar para Portugal – para as suas terras de origem, de onde partiram para a Guerra do Ultramar / Guerra Colonial - os restos mortais dos Combatentes que morreram ao serviço da Pátria e ficaram enterrados em campas espalhadas pelos antigos territórios ultramarinos.
Assine aqui a petição

sábado, agosto 16, 2008

A nossa História é a nossa identidade.


Ao longo dos seus 800 anos da História, Portugal marcou o mundo pela inovação, pela bravura, pelo arrojo de entrar pelo oceano dentro e dar novos mundos ao mundo, pela valentia das suas gentes.

Foi só quando chegámos ao final do séc. XX que parece que passou a ser motivo de vergonha ser português e ter orgulho nisso. Para piorar tudo, a revolução marxista de 74 veio tornar oficial esta vergonha de ser patriota, promovendo-se ao mesmo tempo o esquecimento e ignorância da nossa história de forma propositada nas escolas e a falta de respeito aos grandes heróis portugueses.

Estamos em 2008, o séc. XXI está quase a completar a sua primeira década e eis que chega às livrarias esta "obra-prima" do ultraje e do achincalho aos valores mais elevados da nacionalidade: http://inepcia.com/historiadeportugal-directorscut/

Uma tentativa frustrada de fazer humor com tiques de extremismo esquerdista da autoria de um inconsequente desconhecido que algum esclarecido entendeu ter valor publicável.

Entre outras barbaridades, diz-se nas páginas desta História de Portugal, Directors' Cut que o Infante D. Henrique era gay, que o Mestre de Aviz era um cobarde e que Salazar era um incapaz. Estes são apenas alguns exemplos. Todo o livro é um atentado contra a Nação.

Este atentado à dignidade das nossas figuras históricas é ilegal. Publicar um livro destes é criminoso. Exigimos que os responsáveis sejam exemplarmente punidos. Faça-se o que é justo por Portugal, pelo nosso passado, pelo nosso futuro.

Portugal sempre!

Assine aqui a petição

domingo, maio 04, 2008

CONTRA O ACORDO ORTOGRÁFICO


«(...)sob o falso pretexto pedagógico de que a simplificação e uniformização linguística favoreceriam o combate ao analfabetismo (o que é historicamente errado), e estreitariam os laços culturais (nada o demonstra), lançou-se o chamado Acordo Ortográfico, pretendendo impor uma reforma da maneira de escrever mal concebida, desconchavada, sem critério de rigor, e nas suas prescrições atentatória da essência da língua e do nosso modelo de cultura. Reforma não só desnecessária mas perniciosa e de custos financeiros não calculados. Quando o que se impunha era recompor essa herança e enriquecê-la, atendendo ao princípio da diversidade, um dos vectores da União Europeia. Lamenta-se que as entidades que assim se arrogam autoridade para manipular a língua (sem que para tal gozem de legitimidade ou tenham competência) não tenham ponderado cuidadosamente os pareceres científicos e técnicos, como, por exemplo, o do Prof. Óscar Lopes, e avancem atabalhoadamente sem consultar escritores, cientistas, historiadores e organizações de criação cultural e investigação científica. Não há uma instituição única que possa substituir-se a toda esta comunidade, e só ampla discussão pública poderia justificar a aprovação de orientações a sugerir aos povos de língua portuguesa.(...)»

A assinar

sexta-feira, maio 02, 2008

Petição em Prol das Crianças Vítimas de Crimes Sexuais

A 3 de Janeiro tendo a Petição ultrapassado largamente as 4 000 assinaturas, remeteu-se carta ao Exmo. Presidente da República Portuguesa, Prof. Doutor Aníbal Cavaco Silva, na qual se expunha esta iniciativa e o âmago da Petição, solicitando-se uma audiência para a entrega da mesma - a carta foi recepcionada a 8 de Janeiro, como confirmado pelos CTT.


Posto o tempo de espera, que não pode ser indefinido, as acções urgem. Ainda sem a aguardada resposta da Presidência, a Petição com 13 072 assinaturas válidas (4 757 online e 8 315 manuscritas) foi entregue a 29 de Abril no Palácio de Belém, contra prova de recepção.


Apesar de entregue, esta acção cívica ainda não terminou. Há que acompanhar a tramitação da Petição para o "estabelecimento de medidas sociais, administrativas, legais e judiciais, que realizem o dever de protecção do Estado em relação às crianças confiadas à guarda de instituições, assim como as que assegurem o respeito pelas necessidades especiais da criança".


Agradecemos profundamente a TODOS os que de coração aberto se uniram nesta causa, contribuindo de diversas formas na sua divulgação e recolha de assinaturas. Sem vós, não se teria chegado aqui.


As crianças merecem, bem-hajam!

Pelo compadrio do CC&Cª

terça-feira, abril 29, 2008

Parecer sobre o Memorando da Plataforma com ME

Reunidos em assembleia, os professores desta Escola, abaixo assinados, após uma análise pormenorizada do Memorando de Entendimento entre a Plataforma Sindical e o Ministério da Educação, são de opinião que o mesmo não satisfaz as reivindicações dos docentes recentemente expressas na Marcha da Indignação do dia 8 de Março, a saber:

1. a imediata alteração do ECD, condição essencial para o prosseguimento das negociações;
2. a suspensão e renegociação do actual Modelo de Avaliação de Desempenho;
3. a revogação do novo Modelo de Gestão;
4. a eliminação da Prova de Ingresso na Carreira;
5. a revisão da legislação que enquadra o Ensino Especial.

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quinta-feira, abril 10, 2008

Ramal da Lousã


Todos os dias cerca de três mil pessoas utilizam o Ramal da Lousã em deslocações para o trabalho, para as escolas ou para aceder a diversos serviços públicos só disponíveis em Coimbra. É também uma ligação que poderia ser potenciada como factor de desenvolvimento do aparelho produtivo e da região. Incompreensivelmente, há quase vinte e cinco anos que não há qualquer tipo de investimento por parte das entidades públicas nesta linha.

As indefinições a que tem estado sujeito o projecto do Metro Mondego têm preenchido os órgãos de comunicação social durante as últimas semanas. É incompreensível como é que um projecto que já custou dezenas de milhões de euros ao orçamento de Estado continua envolto em contradições, que parecem ser tanto maiores quanto mais se vai conhecendo o projecto.

É ainda mais preocupante quando muitas das informações que são já conhecidas parecem demonstrar que os utentes que frequentam a actual ligação entre Coimbra-Parque e Serpins nada ficarão a ganhar com a transformação do Ramal em Metropolitano Ligeiro.

No dia 16 de Março realizou-se em Miranda do Corvo uma reunião de trabalho de utentes e outras pessoas que se têm preocupado com o futuro do Ramal da Lousã para discutir aspectos relativos às novas alterações que se anunciam para este troço ferroviário num futuro próximo.

Nesta reunião, em que participaram cerca de duas dezenas pessoas dos três concelhos servidos pelo ramal, saíram as seguintes iniciativas:

- Criação do “Movimento de Defesa do Ramal da Lousã”, incorporado por todos aqueles que assim o desejarem, no sentido de defender a modernização e electrificação do Ramal da Lousã, com a manutenção da ligação à rede ferroviária nacional.

- Lançamento de um abaixo-assinado, que estará disponível tanto em papel como na página de Internet, que defende a prévia ponderação da modernização e electrificação da linha antes de se avançar para transformações definitivas no Ramal.

- Marcação de uma nova reunião para dia 12 de Abril, aberta a todos os que quiserem participar, às 21.00 horas.

quinta-feira, abril 03, 2008

Grave atentado patrimonial na Guarda?


Segundo informações fidedignas que correm na cidade da Guarda, a única casa de projecto assinado por Raul Lino corre sérios riscos de vir a ser demolida ou de ruir a curto prazo.
Cumpre-nos, pois terçar armas para que tal não aconteça, exigindo da autarquia urgente actuação no sentido da preservação de um imóvel do maior interesse histórico-cultural. E que se aproveite a oportunidade para lançar mão à classificação de outros edifícios do Centro Histórico que constituem o encanto desta cidade altaneira.
Convido-a(o), pois, a assinar a petição que gizámos nesse sentido, endereçada ao Sr. Presidente da Câmara.

quarta-feira, abril 02, 2008

É HORA!


Segundo ouvi dizer, na próxima sexta-feira a Ministra da Educação vai reunir com todos os Presidentes dos Conselhos Executivos e Presidentes dos Conselhos Pedagógicos de todas as escolas.

Segundo consta, não há ordem de trabalhos! Por que será?

ESSE SERÁ UM MOMENTO ÚNICO NO PROCESSO QUE OPÕE OS PROFESSORES E EDUCADORES PORTUGUESES AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO!

ESSE SERÁ UM MOMENTO-CHAVE PARA O SUCESSO FINAL DE TUDO O QUE MAIS DE 100.000 PROFISSIONAIS REIVINDICARAM NA MARCHA DE 8 DE MARÇO DE 2008, EM LISBOA.

ESSE PODERÁ SER UM MARCO HISTÓRICO NA EDUCAÇÃO EM PORTUGAL, ASSIM OS PARTICIPANTES DEMONSTREM FIRMEZA (DE HERÓIS, SE FOR NECESSÁRIO!).

NAS ESCOLAS, VAMOS TODOS AOS CONSELHOS EXECUTIVOS "EXIGIR" AOS COLEGAS - NOSSOS REPRESENTANTES, ELEITOS POR NÓS - QUE, NESSA REUNIÃO, TOMEM UMA POSIÇÃO DE FORÇA INABALÁVEL!

VAMOS FAZER SENTIR, AOS NOSSOS REPRESENTANTES, QUE QUEREMOS QUE LEVEM AO CONHECIMENTO DA SRA. MINISTRA A NOSSA DETERMINAÇÃO EM NÃO ABRANDAR A LUTA!

...e, se forem todos de LUTO, a Sra. Ministra pode não ouvir, mas há-de ver!

FONTE

Também nos chegou via email esta petição. Faça favor de a assinar.

quinta-feira, março 27, 2008

Tibete livre


Em apenas 7 dias mais de um milhão de pessoas assinou a petição de que sobre os direitos humanos no Tibete. Esta petição vai ficar na história como a que mais rapidamente cresceu. Depois de décadas de injustiça o povo do Tibete pediu o apoio do mundo; o mundo está respondendo.
A China decidiu responder aos apelos do povo do Tibete com mais repressão e recusando o dialogo com o Dalai Lama e tentando impedir os outros de o fazerem. O dia 31 de Março foi declarado dia internacional para a acção, milhares de pessoas por todo o mundo vão marchar até às embaixadas e consulados da China.

Apoiantes do Tibete em Lisboa participarão no

Hora: 19 horas

Local: Comité Olímpico de Portugal

Travessa da Memoria, 36 - Ajuda

1300-403 Lisboa

A petição vai ser entregue dentro de 4 dias, o objectivo é atingir os 2 milhões de assinaturas. Por favor assine a petição e divulgue-a por email.

quarta-feira, março 19, 2008

URGENTE



Pelo mundo inteiro os cibernautas apoiam o apelo de S.S. Dalai Lama pela contenção e diálogo.
Avaaz.org é um site de advocacia global que lançou uma petição dirigida ao presidente Chinês Hu Jintao.
Mais de 100,000 pessoas a assinaram já, no entanto e nas próximas 36 horas pretendem chegar às 1,000,000 assinaturas. Com certeza o farão com a ajuda dos apoiantes do G.A.T.
Caso ainda não o tenham feito por favor assinem e divulguem também! Obrigada

PELO DIREITO À MEMÓRIA E PELO DEVER DE PRESERVAR UM MUSEU UNIVERSAL DE COIMBRA

A Sua Excelência
Presidente da Assembleia da Republica

O governo, com a cumplicidade do Reitor da Universidade de Coimbra, prepara-se para desmantelar o acervo do ex-Museu Nacional da Ciência e da Técnica Doutor Mário Silva. Este museu fundado em 1971, na Rua dos Coutinhos, em Coimbra, foi oficializado por decreto-lei nº347 de 12 de Maio de 1976, do Ministro Almeida Santos, pelo reconhecimento daquele grande físico e professor universitário.

Há cerca de dois anos com morte anunciada e com 7 funcionários "emprateleirados", tudo indica que o seu acervo, constituído por milhares de peças, algumas únicas no mundo, vão ser distribuídas ad hoc pelos vários museus nacionais. Quanto ao restante espólio de menor valia desconhece-se o seu trágico futuro, mas calcula-se. Quanto ao Palácio Saccadura Botte, adquirido durante a regência de Paulo Renato Trincão -1999-2002-, presume-se que o seu futuro será uma residência universitária.

Nestes termos, solicitamos muito respeitosamente os bons ofícios e a intervenção de V. Exa. no sentido de contribuir para que a actual situação seja objecto de um debate político claro e inequívoco que viabilize a resolução dos constrangimentos acima referidos, os quais afrontam o direito à cultura.
Não se limite a assinar, divulgue esta petição.