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segunda-feira, janeiro 18, 2010

Mais casos decalcados


Decalcados por brasileiros ou decalcados de um assalto efectuado por brasileiros, o que é certo é que os assaltos a supermercados sucedem-se na região.
Decalcados ou pontuais, estes benefícios da modernidade já são um lugar comum na Zona Centro outrora pacifica e segura. A segurança, como bem comum, é divulgada e assegurada através de um conjunto de convenções sociais, denominadas medidas de segurança. Nesta altura do campeonato, a humanidade sofre grandes e graves retrocessos civilizacionais, a segurança dos cidadãos é posta em causa em nome de valores que só beneficiam uma pequena parte da população. Pregam-nos a igualdade mas obrigam-nos a vier na diferença.
Os nacionalistas nunca deixaram de se bater contra a criminalidade e pela segurança dos cidadãos.
Uma das principais preocupações e anseios do homem foi e será sempre obter segurança para si e para os seus. Noutros tempos cabia a cada família zelar pela sua segurança. Com o decorrer dos tempos grande parte das preocupações com a segurança passaram para quem dirigia os destinos das nações, sendo este considerado um avanço civilizacional. Nos nossos dias tirando pequenos grande parte da gestão da segurança está nas mãos do estado, que cada vez mais se demite dessa função. No entanto esse mesmo estado secundado pelo sistema, não permite e tenta dissuadir os cidadãos de zelarem pela sua segurança. São tempos felizes e de abastança, para os criminosos, sobretudo para os de colarinho branco que agem a coberto de licenças e alvarás passados pelo sistema.

sexta-feira, novembro 20, 2009

Como cão por vinha vindimada


Vários indivíduos, em três viaturas, procederam a diversos assaltos, durante a madrugada de ontem, em estabelecimentos comerciais na EN 109, percorrendo o “caminho” desde o concelho de Soure ao distrito de Leira.
O modelo nacional de segurança pública abriu falência e já não responde eficazmente às ameaças modernas e crescentes do crime organizado, gangues violentos, ou até do terrorismo. Para o PNR é imperioso revalorizar a função da polícia, sem meios técnicos e humanos para fazer face ao crime crescente. Este regime é um paraíso para os criminosos e um verdadeiro inferno para os polícias e os portugueses indefesos. O sentimento geral é que os polícias são desapoiados e os criminosos protegidos. É necessário inverter esse paradigma e criar condições para que ninguém, em Portugal, tenha medo de circular em certas zonas do país.
A Justiça constitui, porventura, a mais nobre função do Estado. Seria impensável imaginar há alguns anos a situação extrema de degradação a que chegou a Justiça em Portugal. O diagnóstico que fazemos diz-nos que estamos hoje perante uma moderna forma de totalitarismo, que vai avançando em surdina, e que tem construído a Justiça sob o desígnio de interesses obscuros e contrários ao interesse Nacional. A Justiça é hoje responsável, em grande parte, pelo atraso económico do país. Os processos não avançam, os julgamentos demoram anos, e muitos casos, quase sempre relacionados com políticos, nem chegam a sair da gaveta. Entendemos necessária uma reforma no sector da Justiça. Não tanto orgânica, como tem sido discutido pelos tecnocratas, mas sobretudo a nível de transparência, agilização de processos, e na "limpeza" que é urgente e necessária efectuar em vários sectores da sociedade, a começar pela própria Justiça.

terça-feira, abril 01, 2008

Addio, adieu, aufwiedersehen, Goodbye


O tribunal de Pombal condenou a 11 anos e meio de prisão o brasileiro que matou a mulher, com uma facada, em Maio de 2007. José António Amaral pretende ir cumprir a pena para o Brasil.
Vai e não voltes, leva um amigo também.

terça-feira, dezembro 18, 2007

Disciplina partidária


A Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Pombal censurou o "comportamento político" dos dois vereadores que tem na Câmara Municipal e retirou-lhes a "confiança política". Em causa está o facto de Sérgio Leal e Rui Miranda terem requerido a suspensão dos seus mandatos à revelia do próprio partido. Mais, os dois teceram fortes críticas à direcção do partido, referindo que se sentem "amordaçados" e que a "disciplina partidária tem limites".

quarta-feira, novembro 21, 2007

Contra o capital luta radical


Por toda a Europa os trabalhadores estão a perder direitos. Portugal não foge à rega e é até mesmo o exemplo mais triste desta onda de atentados contra o direito dos trabalhadores.
Deslocalização de fábricas, fecho de unidades industrias depois de o patrão ter enchido bem os bolsos, normalmente com grandes dívidas aos trabalhadores são o dia a dia no nosso país
Tomem nota só desta noticia e de esta.
Isto só acontece porque existe um clima de impunidade no nosso país, o capital manda no poder e sabe que pode manipular a seu jeito que nada de mal lhes pode acontecer.
Por outro lado os trabalhadores são diariamente vítimas de chantagem, quer pelo recurso ao fecho quer acenando com a mão-de-obra barata ou escrava conseguida através da imigração.
Bem pregam os sindicatos ao serviço do capitalismo de estado, mas uma estranha aliança foi estabelecida entre patronato e sindicatos, entre capital e ditadura sobre o proletariado. Tu não me chateias muito e eu permito a tua existência. O acordo funciona em pleno os sindicalistas tornam-se burocratas ao serviço do regime tendo como única função dar aos trabalhadores que estão lutando pelos seus direitos, mas refreando sempre os seus ímpetos e nunca pondo em causa o sistema que os oprime.