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terça-feira, maio 11, 2010

Os anti-praxe no Cortejo da Queima das Fitas.


É sabido que por Coimbra, ainda existem alguns anti-praxistas, normalmente ligados a alguns sectores de extrema-esquerda, com ligações aos grupos que recentemente ameaçaram de morte o Presidente da Republica e o Primeiro-ministro. São grupos formados por portugueses e não só e com fortes ramificações nos bairros problemáticas e ao consumo de droga.
Já tínhamos detectado em Coimbra a ligação de alguns espanhóis a esses grupos conotados com movimentos anarquistas, mas fazem amizades em muita gente do BE e nalgumas franjas do PCP.
Apesar do reforço da vigilância por parte da PSP ter dado frutos, ainda assim dez das 99 viaturas que participaram no desfile foram alvo de fogo posto.
A táctica já não é nova e sempre foi usada pelos anti.praxistas, aqueles que são contra a “violência” da praxe e depois praticam actos ainda mais violentos. Aqueles que são contra a praxe, mas é vê-los no dia do cortejo a mendigar bebidas aos ocupantes dos carros.
Nesta queima o acto criminoso foi encomendado a um cidadão espanhol, que ajudado pela droga, movido pelo ódio e ao abrigo do Programa Erasmus, tentou fazer parar a Queima.
Sosseguem o grelo a Queima está para durar, porque é dos estudantes é do povo de Coimbra. Porque SÓ FITAS SÓ CAPAS.

segunda-feira, setembro 29, 2008

Dura Praxis sed Praxis


Para que as instituições ligadas ao ensino superior deixem de perseguir A PRAXE enquanto "ritual" e compreendam a importância DA PRAXE, no contexto das nossas vidas académicas, tentando assim contribuir para a eliminação dos casos que a envergonham, assim como para a divulgação e massificaçâo dos bons momentos e exemplos proporcionados pela PRAXE.

Assine aqui a petição.

segunda-feira, março 31, 2008

Que droga!


O Bloco de Esquerda vai propor à comissão de Educação da Assembleia da República a criação de uma linha verde de denúncia de praxes violentas e a intervenção pedagógica do Ministério do Ensino Superior.
Se a linha também permitir que se façam denúncias de consumo de drogas e apesar do carácter “bufesco” da mesma até vou apoiar.
Agora não se admirem que no meio de uma alucinação um jovem do berloque faça um telefonema a dizer que está ser atacado por centenas de indivíduos vestidos de preto. É que quando a branca bate, as alucinações são muitas.