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terça-feira, dezembro 08, 2015

Ramais da Lousã e da Figueira/Pampilhosa

A desculpa da bitola Europeia já não pega como pretexto para não reactivar os Ramais da Lousã e da Figueira da Foz-Pampilhosa. Aquilo que se implementou em Cádis, com recurso a veículos CAF-Urbos, bitensão e de 1668mm, abre caminho à reposição da via, exploração temporária com Diesel - se necessário - e electrificação 25 kV 50 Hz, plenamente compatível com 600 ou 750V cc, nos troços urbanos em Coimbra-cidade ou no que lhe queiram adicionar à posteriori. Com o Urbos é possível ir de Serpins (e Góis) à F. da Foz, tudo através de linhas de 1668mm e em plena compatibilidade com a logística e transporte de mercadorias. A aplicação de travessas 1668+1435mm, assim como os próprios veículos permitirem plena aptidão a um processo de migração de bitola, em data in
certa. Foi o que se fez em Cádis.

terça-feira, agosto 28, 2012

METRO MONDEGO

Ontem, Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo levaram mais um murro no estômago e desta feita com a ajuda de gente que devia lutar pela região e deixar de lado a subserviência partidária. Com efeito, as aspirações dos presidentes dos municípios de Miranda do Corvo (PSD) e Lousã (PS) no sentido de se conferir prioridade à irreversibilidade da ferrovia no SMM - Sistema de Mobilidade do Mondego (Metro) - foram «chumbadas» pelo coordenador de um grupo de trabalho incumbido de proceder à reprogramação do projecto. O coordenador, Carlos Encarnação (anterior presidente de Câmara Municipal de Coimbra - CMC), teve a votar com ele os representantes da CP e Refer, pequenas accionistas da sociedade Metro Mondego (MM), bem como os representantes da Ferbritas e Ferconsult. Os líderes dos municípios lousanense e mirandense, Luís Antunes e Fátima Ramos, respectivamente, votaram contra o relatório produzido pelo referido grupo de trabalho; o actual presidente da CMC, João Paulo Barbosa de Melo, aprovou as conclusões, embora se tenha abstido numa votação (parcelar) atinente ao investimento, a curto prazo, de 15 milhões de euros provenientes do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). Encarnação levou assim por diante o seu propósito de atribuir prioridade à construção, em Ceira, do Parque de Máquinas e Oficinas (PMO) e à realização de trabalhos na ponte da Portela. De uma comissão feita por encomenda, não podíamos esperar outra coisa que não fossem manobras para adiar a obra. Sempre defendemos que, neste particular, em primeiro lugar estavam as obras para recolocar os carris no Ramal da Lousã e depois a conclusão de todo o projecto do MM. Entendeu a comissão começar as obras pelo telhado, para melhor servir os interesses de um governo que não aposta na ferrovia. Não podemos concordar com esta afronta e com a traição de Calos Encarnação e da Câmara Municipal de Coimbra. Apelamos assim para que todos os nacionalistas, bem como o povo das zonas servidas pelo Ramal, marquem presença na terça-feira dia 4, às 21h, no Centro Social Comunitário de Miranda do Corvo, onde se realiza uma reunião do Movimento Cívico Lousã Miranda para analisar as deliberações da comissão presidida por Carlos Encarnação e definir acções futuras do Movimento.

quarta-feira, outubro 19, 2011

Queixa-crime Metro Mondego/ Ramal da Lousã



Por iniciativa dos cidadãos Jaime Ramos e Mário Nunes foi apresentada uma queixa-crime relativa ao desmantelamento do Ramal da Lousã. Apresentada contra incertos, não vão certamente faltar “incertos” para incluir no rol. Os mesmos “incertos” que nos últimos anos destruíram quilómetros de ferrovia e acabaram com mais de 11000 postos de trabalho.
Desde a primeira hora solidarizamo-nos com a luta dos utentes deste Ramal, pelo que aplaudimos a corajosa iniciativa destes dois cidadãos.

terça-feira, setembro 13, 2011

A CP quer “livrar-se” do transporte rodoviário nos Ramais da Lousã e Pampilhosa/ Figueira














Empresa apresentou proposta para deixar de se responsabilizar pelas alternativas em linhas com a da Lousã ou Figueira-Pampilhosa
São cerca de 2,4 milhões de euros por ano, os custos assumidos pela CP para assegurar o transporte em autocarros nos locais onde as linhas já não funcionam e que levaram a empresa a apresentar uma proposta à tutela e ao Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres (IMTT) no sentido de alterar esta situação.
Considerando que não se trata de simples interrupções temporárias para obras, mas de situações em que a questão se prolonga, a CP entende que devem ser as empresas de transporte rodoviário a assegurar as viagens. Em causa estão a Linha do Corgo, onde as despesas com o transporte rodoviário são de 7.346 euros/mês, a Linha do Tâmega de 11.096 euros/mês e na Guarda-Covilhã 10.798 euros/mês. Na ligação Figueira da Foz - Pampilhosa, a CP gasta 15.817 euros/mês e a fatia maior vai para o Ramal da Lousã, que liga Coimbra a Serpins e que custa 154 mil euros por mês.
Os boys que “administram a CP, a clientela partidária que os partidos do alterne vão colocando nos lugares de decisão desta empresa, continuam a brindar-nos com as suas tiradas falaciosas e a tentar impingir-nos os argumentos viciados do costume na tentativa de cobrir os seus erros e a sua incapacidade de gestão.
O comboio é o transporte mais seguro mais barato e se movido a electricidade o menos poluente. Só uma administração formada com gente manifestamente incapaz ou manifestamente capaz de tudo, não conseguiu rentabilizar a CP.
Livremo-nos pois destes desgovernados administradores muitos com ligações e interesses em empresas de transporte rodoviário e dos desgovernantes que os nomearam.

terça-feira, dezembro 28, 2010

Marcha lenta vai percorrer A1 em protesto contra a suspensão das obras do Metro Mondego


Os utentes da Linha da Lousã participam na próxima sexta-feira de manhã, último dia do ano, numa marcha lenta na auto-estrada do Norte contra a suspensão das obras do Metro Mondego, que estavam em curso desde o início do ano.

Os protestos, têm como exigência fundamental mínima reivindicar “uma ligação sobre carris entre Serpins (Lousã) e a Estação Velha (Coimbra), exactamente como existia antes do início de todo o processo do Metro Mondego”.

Os nacionalistas do distrito representando o PNR vão estar presentes. Faz tua as causas do povo e junta-te a nós.

quarta-feira, dezembro 08, 2010

Movimento Cívico de Cidadãos de Lousã e Miranda convoca reunião aberta


Movimento Cívico de Cidadãos de Lousã e Miranda convoca
Reunião aberta 18 de Dezembro pelas 9 h 30m no cinema de Miranda
CONTRA A IRRESPONSABILIDADE MARCHAR, MARCHAR
CONTRA O TERRORISMO LUTAR, LUTAR


A decisão de arrancar os carris, destruir o ramal da Lousã e agora suspender as obras é um acto de terrorismo .
Para esta reunião que terá lugar no Cinema de Miranda, em frente á antiga estação do ramal da Lousã, no sábado 18 de Dezembro, o Movimento Cívico convida todos os interessados e utilizadores desta ferrovia e os grupos de cidadãos que ao longo dos últimos anos se envolveram na discussão em torno do futuro do Ramal da Lousã: Comissão de Utentes do Ramal da Lousã, Grupo de Defesa do ramal da Lousã, Cidadãos de Lousã.
È fundamental que todos os interessados possam contribuir com ideias que obriguem a classe politica (autarquias, assembleia da republica, governo e presidente da republica) a cumprir com as promessas e reinstalar um sistema de transporta ferroviário entre Serpins e Estação Velha em Coimbra.
Para esta reunião o Movimento Cívica convida todos os gestores, executivos e não executivos da Metro Mondego, incluindo aqueles que solicitaram a sua demissão.
O Movimento Cívica espera que todos os partidos e nomeadamente o PP,PSD,PS, PCP e BE se façam representar bem como todos os Deputados á Assembleia da Republica, particularmente aqueles que já mostraram estar sensibilizados para o problema grave que todos vivemos.
O Movimento Cívico convida também todos os presidentes de Câmara e vereadores dos três municípios envolvidos: Coimbra, Lousã e Miranda a comparecer.
O Movimento Cívico convida também os mandatários distritais e concelhios dos anunciados candidatos a Presidente da Republica a que compareçam . As eleições presidenciais, os candidatos e os seus apoiantes não podem silenciar o crime que está a ser cometido contra o Ramal da Lousã/ Metro Mondego. Os candidato não se podem alhear dos problemas reais dos portugueses e do maior atentado alguma vez cometido contra os cidadãos de Coimbra, Lousã e Miranda.
A decisão anunciada na comunicação social de o Governo suspender a realização do investimento para o Metro Mondego é um acto de terrorismo contra a região.
O Movimento Cívico convida os juristas da região a estudar um processo judicial que leve a julgamento os autores deste crime.
Vivemos num Estado de Direito que não pode tolerar este atentado terrorista.
Numa guerra é possível que exércitos destruam infra-estruturas fundamentais a um território. Num período de paz só terroristas destroem equipamentos públicos necessários ao dia a dia das pessoas.
O sistema judicial deve estudar as atrocidades cometidas neste processo, com mau uso de dinheiro dos contribuintes, e condenar os culpados por este crime.O Movimento Cívico de cidadãos de Lousã e Miranda

sábado, dezembro 04, 2010

Os nacionalistas estão na rua os meninos estão na net


Terminou com bastante sucesso mais uma manhã de activismo no Distrito de Coimbra.
As acções de panfletagem são o melhor meio de propaganda uma vez que permitem interagir com o povo, sobretudo quando o panfleto faz referência a causas locais. Com efeito hoje mais do que uma vez se juntaram pequenos grupos de pessoas e com eles debatemos as questões ligadas ao Metro de Coimbra e ao prematuro encerramento da linha da Lousã, bem como outros temas da actualidade.
Vamos continuar com este tipo de acções no Distrito e exortamos os camaradas de outros pontos do país a seguir o nosso exemplo, vão ficar surpreendidos com o acolhimento dado pelo povo, sobretudo quando tratarem questões locais, isto é quando fizerem sua a causa do povo.

quarta-feira, novembro 10, 2010

Governo quer pôr autocarros a circular no Ramal da Lousã


O Governo quer pôr autocarros a circular no Ramal da Lousã, transformando-o num canal rodoviário único para transporte de passageiros da Lousã e Miranda do Corvo de (e para) Coimbra, terminando, portanto, de vez com a ligação ferroviária entre estes três concelhos.
Já temos escrito que este governo e os restantes políticos do sistema são constituídos por dois grupos de pessoas, o grupo dos manifestamente incapazes e o grupo dos manifestamente capazes de tudo. Temos dificuldade em escolher o grupo a que pertence este secretário de estado, tal é a completa loucura da proposta sou os negócios de sucata escondidos na mesma.
O assunto do MM está ser discutido na AR, mas não podemos adormecer. Temos de sair para rua e protestar. Temos e mostrar que com o povo de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã esta gente incapaz ou capaz de tudo não brinca.

sábado, outubro 23, 2010

METRO MONDEGO



Descarregue este cartaz e divulgue-o nos Concelhos do Distrito de Coimbra. Não aceitamos que se pare esta obra. Não aceitamos que se gastem avultadas verbas com o TGV, mas não se invista naquilo que realmente importa: o bem estar das populações.

Divulgue o PNR e as suas propostas: pela qualidade de vida dos habitantes de Coimbra!

terça-feira, julho 20, 2010

Todos os caminhos vão dar a Lisboa



Começa a crescer a mobilização popular contra a paralisação das obras do Metro Mondego.
Assim associamo-nos ao apelo de muitos conimbricenses para que o dia em que se entregar em Lisboa o dossiê das assinaturas consignadas na petição Pública, encerremos no distrito todo o comércio, toda a indústria, todos os restantes sectores da economia local, e marchemos sobre Lisboa para, junto ao Parlamento, pacificamente, demonstrarmos a nossa revolta perante esta ignomínia.
Não feche a porta ao protesto e não se deixe ficar apenas pela subscrição. Na hora em que a cidade de Coimbra mais precisa de si, da sua força, em nome da cidadania colectiva, faça mais do que pode em nome da nossa dignidade ultrajada.
Por Coimbra, tudo!

quarta-feira, junho 23, 2010

Um Metro chamado desejo


As obras do Metro podem estar em risco. Na semana passada, o secretário de Estado dos Transportes terá pedido ao administrador da sociedade Metro Mondego (MM) que estudasse cenários alternativos ao sistema actual e à calendarização apresentada pelo Governo. Na base de tudo isto estão as negociações que envolvem o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC).
O pior dos cenários que estará a ser estudado. Prevendo-se mesmo a paragem e suspensão das obras em curso no Ramal da Lousã, o que provocará o atraso de vários anos na reposição do serviço de transporte público/ferroviário no ramal ou “mesmo a sua morte”.
Os governos do Sr. Pinto de Sousa sempre trataram o distrito de Coimbra abaixo de cão.
Começaram por nos impingir o perigo público que é a co-incineração, encerraram estabelecimentos de saúde, provocando o caos nos hospitais de Coimbra e Figueira os únicos que ainda não encerraram, projectaram uma estrada que iria ser o princípio da destruição do Choupal e por fim depois de sucessivos adiamentos da obra do Metro, dão o dito por não dito e aproveitam a onda para quem sabe encerrar o Ramal da Lousã seguindo as pisadas do nefasto encerramento da Ramal, Coimbra, Pampilhosa, Figueira.
Os partidos da oposição muito tenuemente e sobretudo através dos autarcas lá vão protestante, mas tendo sempre o cuidado de aplacar a febre mas não eliminar a doença.
Uma onda de protestos deve sair à rua contra o governo e contra este sistema, que só tem olhos para as obras faraónicas que beneficiam Lisboa e não se preocupa com o interior cada vez mais desertificado, onde não faz nem deixa chegar o progresso.

sexta-feira, janeiro 22, 2010

Linha da Lousã aguentou 103 anos


Segundo as Beiras: Metro interrogado na cidade...
Enquanto obras avançam no Ramal.


Agora conheça o outro lado da notícia:

Depois das dúvidas iniciais, levantadas pelos mirandenses e pelo MDRL, depois do Ramal estar encerrado para obras, eis que o Presidente da Câmara Municipal de Coimbra vem a terreiro, dar o dito por não dito e dizer que o fim da ferrovia deveria de ter sido adiado(!) Pasme-se...

Alguém anda a brincar com o dinheiro de todos nós.

Bem recentemente, às Beiras, no cinema mirandense, o Secretário de Estado dos Transportes, Carlos Correia da Fonseca, deixou no ar, a hipótese de a possibilidade do projecto poder vir a sofrer uma paragem, devido às condicionantes financeiras! Está lá tudo na página 2, do dia 19 de Janeiro de 2010, das Beiras.


Mas, vírgula (leu bem) entretanto esclareceu que ainda estão à espera dos estudos finais de procura e da análise económica da linha (ena pá tanto estudo!). Direi mais vinte anos de estudos...

Já ao Diário de Noticias, do passado dia 2 de Janeiro, o Presidente da CMC frisou que não se conforma com o fim anunciado da ferrovia (sic)…

E ainda que ainda está mais incrédulo pela indefinição sobre o traçado citadino do metro em Coimbra, a Linha do Hospital, ele por certo, melhor que ninguém lá saberá do que fala.


Só que agora já não dá para voltar atrás, porque os carris começaram a ser levantados.


Vamos ver como termina toda esta história e se daqui por dois anos, temos ou não metro nos carris?

Ou será que temos mais uma escandaleira à portuguesa, com direito a primeiras páginas dos jornais, televisão e sermos motivo de chacota dos nossos parceiros europeus, vai uma aposta?


E agora, o Diário de Noticias do passado dia 2 de Janeiro de 2010:

Não há dúvidas, o Rei D. Carlos era um homem de vistas largas legou-nos uma obra para o futuro.
Cento e três anos depois, os coveiros (do PS) de Portugal divertem-se a encerrar o país.


FONTE

sábado, novembro 21, 2009

MIRANDA DO CORVO - Utentes da Linha da Lousã manifestam-se em frente à Câmara


Uma nova concentração-protesto do Movimento de Defesa do Ramal da Lousã (MDRL) realiza--se amanhã, em Miranda do Corvo, junto ao edifício da Câmara Municipal, a partir das 15h00.
A iniciativa, segundo os organizadores, pretende «promover o esclarecimento e tomada de posição dos utentes face ao anunciado encerramento desta linha ferroviária, com graves consequências para as condições de vida de milhares de pessoas dos concelhos da Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra que diariamente utilizam este meio de transporte».

FONTE

terça-feira, novembro 17, 2009

Não TRAMem a nossa linha


Dezenas de pessoas manifestaram-se ontem, em Coimbra, contra o encerramento, em breve, do ramal ferroviário da Lousã, para a instalação de um metropolitano, por entenderem que isso é prejudicial e os transportes alternativos não satisfazerem. O denominado Movimento de Defesa do Ramal da Lousã que, nos últimos anos, se opõe ao projecto, aproveitou a tarde de ontem para sensibilizar os utentes que chegavam à Estação de S. José, em Coimbra, para os riscos com o projecto.
Entretanto, estão já marcadas mais duas concentrações promovidas pelo MDRL. No próximo domingo, às 15h00, em frente à Câmara Municipal de Miranda do Corvo. No dia 1 de Dezembro, à porta dos Paços do Concelho da Lousã, no acto de lançamento de um livro sobre os 100 anos do ramal e véspera do encerramento do primeiro troço para o arranque das obras.
O PNR de Coimbra faz sua esta causa do povo e ai procurar estar presente nas futuras acções de protesto.

FONTE

domingo, novembro 15, 2009

Concentração em defesa do Ramal da Lousã


No próximo dia 16, segunda-feira, em Coimbra, junto à estação de S. José, vai ter lugar uma concentração - tribuna pública promovida pelo Movimento de Defesa do Ramal da Lousã.
A iniciativa deste movimento cívico decorre a partir das 17 horas e tem em vista promover a informação, debate e tomada de posição dos utentes face ao anunciado encerramento desta linha ferroviária, com graves consequências para as condições de mobilidade de milhares de pessoas dos concelhos da Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra.
Convidamos a participar nesta acção de esclarecimento e protesto, solicitando também colaboração na divulgação junto dos v/ contactos

Saudações ferroviárias de
A Comissão Promotora do MDRL

__________________________________________________________
Senhores da CP | Metro | Refer

Não nos tramem mais a vida!
RAMAL NÃO PODE ENCERRAR
sem antes garantir transportes com segurança, qualidade e dignidade
Dia 16 (segunda), 17 – 18h30, junto a S. José
CONCENTRAÇÃO – PROTESTO
Tribuna Pública
MENTIRAS NÃO!
Como podem propagandear um prazo de 2 anos para uma obra dividida em mais de 10 empreitadas, a maioria por adjudicar e sem ainda ter sido lançado o PMO (parque de manutenção e oficinas)?
UTENTES EXIGEM RESPEITO
pelo direito à mobilidade para acesso ao trabalho, ao ensino, à saúde.
NÃO ACEITAMOS ser cobaias num negócio de 300 milhões.
Chega de malbaratar dinheiros públicos!
Dia 16, PROTESTAMOS em defesa dos nossos direitos
Movimento de Defesa do Ramal da Lousã

(ramaldalousa@gmail.com)

quarta-feira, novembro 11, 2009

A luta do MDRL e em defesa do Ramal da Lousã


«Informamos que, na reunião dos Moinhos foi decidido avançar com uma concentração junto à Estação de S. José, no próximo dia 16 de Novembro de 2009, segunda-feira, a partir das 17 horas, tendo em vista protestar contra o anunciado encerramento do Ramal, sem que se conheça o calendário global das várias empreitadas e que seja garantido que a interrupção do serviço seja a mínima indispensável.
A título de exemplo, foi lembrado que, ainda nem foi lançada a empreitada (a cargo da CP) para a construção do parque de manutenção e oficinas (PMO), onde deveria ser entregue o material circulante. Tanto quanto se sabe, também ainda não existe DIA (Declaração de Impacte Ambiental) para a instalação deste PMO no Sobral de Ceira em local (em cima duma ribeira!) que carece de alteração do PDM.


Foi também decidido reclamar uma informação detalhada sobre os ditos transportes alternativos, horários e tempos de percurso e exigir que sejam antes garantidas condições de segurança e de qualidade no serviço a prestar.


É claro que para garantir o êxito desta acção de protesto vamos ter de trabalhar nos próximos dias.


Saudações Ferroviárias»
MDRL


É claro que a luta do MDRL merece ser apoiada por todos nós, mirandenses, lousanenses e conimbricences, que utilizamos o comboio no passado e que continuamos a utilizar no presente e desejamos continuar a utilizar no futuro.
Contudo, muitos ses, se levantam ao virar da esquina, num processo muito pouco claro, desde o princípio, vivemos neste momento uma crise económica sem precedentes a nível mundial e muitas questões se levantam no horizonte, será que haverá dinheiro para concluir a obra?
Avizinha-se um choque petrolífero sem precedentes até então, hoje, vamos arrancar carris, para amanhã, os colocarmos outra vez no sítio?


Porque será que a Áustria e a Suíça estão a restringir o transporte rodoviário de mercadorias?
Porque motivo estes países estarão a utilizar a via férrea para o efeito?
Em Miranda do Corvo a CP destruiu o Cais de Mercadorias que tinha em nome do progresso.


E que dizer das expropriações selvagens efectuadas ao longo da linha, logradouros de prédios cortados ao meio, garagens abaixo, linhas ripadas para sul ou para norte, consoante o gosto do freguês, muito dinheiro há para gastar neste país.
Porque motivo correram os processos de expropriação no Tribunal Central Administrativo em Lisboa?
Porque motivo os processos de expropriação não correram na comarca da Lousã?
Isto, para não falarmos das alterações do traçado da linha desde S. José, passando por algumas urbanizações da Solum, para culminar em frente ao Dolce Vida, a contento de empresários e empreiteiros, que venderam os seus andares a preços imbatíveis. Um caso por certo a merecer a atenção das autoridades competentes.


Muitas dúvidas se levantam na mente dos utilizadores do comboio, com as obras, quantas horas serão precisas para entrar em Coimbra?
Estarão os patrões dispostos a pactuar com atrasos constantes?
Muitos despedimentos irão haver?
Ou correrão o risco as vilas da Lousã e de Miranda do Corvo, de um êxodo em massa?
Está tudo a contar com o ovo no cú da galinha, com a venda dos apartamentos depois do metro estar concluído, mas por certo que muitos apartamentos ficarão por vender. Se as coisas estão como estão basta dar uma volta pela vila de Miranda do Corvo, como será daqui por quatro anos?
Porque motivo pretende a CP deixar a exploração comercial do Ramal da Lousã, se os comboios circulam à pinha?


Chegarão os transportes alternativos para as encomendas?
Duvido...
No entanto, não se compreende o abandono da actual bitola, vamos deixar de estar ligados à rede ferroviária nacional, cem anos depois destrói-se o legado da Monarquia ao país, o Caminho de Ferro, que no passado permitiu a Miranda do Corvo e à Lousã darem o salto em frente.


Espero, pois que não se repita a história de 1932, depois de vários adiamentos, vários orçamentos e muitos estudos, a linha do Ramal da Lousã não passou de Serpins, quando deveria ter chegado a Arganil.


Por estas e outras razões, este blogue está com o MDRL na sua luta, pois merece o apoio de todos nós, em todas as suas iniciativas.


Mário Nunes

sexta-feira, novembro 06, 2009

Ramal da Lousã


O Movimento da Defesa do Ramal da Lousã vai manifestar-se em Coimbra, no dia 16 de Novembro, para exigir o calendário das obras de requalificação daquela linha centenária e garantias de qualidade nos transportes alternativos.

segunda-feira, outubro 05, 2009

MIRANDA DO CORVO - Concentração em defesa do Ramal da Lousã


O Movimento de Defesa do Ramal da Lousã reuniu ontem com a população de Miranda do Corvo e decidiu marcar mais uma medida de protesto, a realizar em Coimbra.
Em principio o protesto está marcado para o dia 19, esperando o MDRL uma forte adesão de todos os utentes da linha.