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quarta-feira, fevereiro 10, 2010

Lançamento do livro: Rodrigo Emílio - Antologia Poética.


Conta com uma actuação de José Campos e Sousa e os conferentes Manuel Varella e José Valle de Figueiredo.

Dia 20 de Fevereiro, na Sociedade Histórica da Independência Portuguesa, no Palácio da Independência, sito ao Largo de São Domingos, n.º 11, às 17 horas, em Lisboa.


Antologia poética de Rodrigo Emílio, com organização e introdução de Bruno Oliveira Santos e prefácio de António Manuel Couto Viana, publicada pela Areias do Tempo.

“(…) o que mais caracteriza a poesia de Rodrigo Emílio é precisamente esse dom da construção certeira, o domínio verbal e o plástico jogo de palavras, num sortilégio poético ao alcance de poucos. (…)”
“Esta antologia reúne assim poemas de uma voz única, alheia a escolas e correntes literárias.”

Bruno Oliveira Santos

N.º de páginas: 292
PVP: 10€


Encomende aqui ou directamente pelo email areiasdotempo@gmail.com

terça-feira, janeiro 05, 2010

Livro: Antologia Poética de Rodrigo Emílio


A editora Areias do Tempo homenageia o Rodrigo Emílio com esta edição da Antologia Poética que inclui colaborações de António Manuel Couto Viana com uma brilhante Carta-Prefácio e a extraordinária Introdução de Bruno Oliveira Santos.
São 294 páginas de cultura lusíada pelo preço de 10€!
Os pedidos devem ser feitos para: areiasdotempo@gmail.com

segunda-feira, novembro 30, 2009

Concerto de José Campos e Sousa, dia 4 de Dezembro


4 de Dezembro, 6ª Feira, às 21H 30, José Campos e Sousa, acompanhado pelo contrabaixista Gonçalo Couceiro Feio, estará a cantar na SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, ao Rossio em Lisboa.
O tema central será o seu mais recente CD: “São Nuno de Santa Maria - Por Portugal, e mais nada”, mas também serão interpretados temas do CD « Rodrigamente Cantando » acabado de reeditar.
Aguarda-se a presença dos amigos - e se os amigos levarem com eles outros amigos, tanto melhor.

quinta-feira, fevereiro 19, 2009

Faria ontem 65 anos


Uma avaria no sistema de internet tem dificultado a actualização do blogue.
Mas os amigos servem para as ocasiões e o Nonas nisso tem sido exemplar.
Mais vale tarde que nunca e prestemos a devida homenagem ao Rodrigo, na certeza que os Heróis da Causa nunca serão esquecidos.

sexta-feira, março 28, 2008

Rodrigo Emílio: 2004-2008


Abro a caixa de correio electrónico e a primeira mensagem é do Nonas, lembra-nos a todos o nosso saudoso Rodrigo Emílio.
O Rodrigo estará sempre presente pelas palavras que não se ausentam. Pela postura que nos guiará.

Quando eu morrer,
não haja alarme!
Não deitem nada,
a tapar-me:
— nem mortalha.

Deixem-me recolher
à intimidade da minha carne,
como quem se acolhe a um pano de muralha
ou a uma nova morada,
talhada pela malha
da jornada...

— E que uma lágrima me valha...!
Uma lágrima — e mais nada...

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

RODRIGO EMILIO


Sempre que a Pátria decreta
Vem-nos de Deus o recado
- E veste-se cada poeta
De soldado.



Rodrigo Emílio nasceu em Lisboa a 18 de Fevereiro de 1944.
O Rodrigo estará sempre presente, mais do que recorda-lo é preciso servir a Causa que ele sempre abraçou.

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Mais um jantar/serão cheio de EmCanto!



No dia 16, às 20 horas na Quinta de São João do Marco, na Castanheira do Ribatejo (EN 1, km 29).

A inscrição (35€) deverá ser feita até ao dia 10 de Fevereiro para a Exma. Sr.ª D. Maria Bobone Mira: telem - 91 909 50 90 ou para o email mbobonemira@yahoo.com.br

Entre os poetas cantados estão Camões, Fernando Pessoa, António Sardinha, Alfredo Pimenta, António Manuel Couto Viana e Rodrigo Emílio!

sábado, novembro 24, 2007

O maior prosador futurista português


Por Rodrigo Emílio

Os homens públicos são aqueles que o público conhece menos…”, afirmou certa vez António Ferro e com carradinhas de razão, diga-se, já que, quando assim falava, falava ele com inteiro conhecimento de causa e também com inteiro conhecimento de efeitos. No seu caso pessoal, resulta entretanto inadmissível que a imagem dele enquanto artista – e grande artista literário foi! – permaneça mergulhada na sombra projectada pelo seu vulto de político e homem público igualmente fora-de-série. O fenómeno, ainda assim, não deixará de ter, também ele, a sua explicação – que é porventura esta: António Ferro foi tão portentoso no domínio da criação estética pura, como no da chamada poesia da acção, onde o seu génio altamente empreendedor se exprimiu em bases culturais de espectacular e desbordante e proficiente pragmatismo. Faces que eram do mesmíssimo rosto, muito natural se torna que a mais visível delas – a mais exterior, digamos mesmo: a mais mundana das duas – ficasse a dar mais nas vistas do que a outra; e que, em detrimento da sua obra de criação escrita, prioridade viesse a ser dada à sua obra de intervenção activa. À primeira vista, a coisa aceita-se, de certo modo, se bem que essas duas facetas maiúsculas de António Ferro fossem entre si complementares.

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