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domingo, setembro 06, 2009

Quem faz um cesto……


De quando em vez o sionismo inventa mais um holoconto, para tentar diabolizar os países que lhes ousam fazer frente.
Alguém acredita na versão dos terroristas da MOSSAD? Sabemos que o Irão faz fronteira com a Rússia, como tal seria despropositado dar meia volta ao mundo para fazer a entrega.
Mas será que ao Irão não é permitido ter mísseis antiaéreos de topo? Se a outros países tal é permitido porque será que a Nova Ordem Mundial pretende excluir o Irão? Porque existe o perigo de serem utilizados? Comessem então por os proibir nos países que já os usaram, porque quem faz um cesto faz um cento.

segunda-feira, agosto 11, 2008

Conselheiros militares Israelitas na Geórgia

Interessante e esclarecedor artigo de Serge Dumont, correspondente do “Temps” em Telavive.
Quarto produtor mundial de equipamento militar, Israel tornou-se um dos três principais fornecedores de armas à Geórgia. Para além dos aviões espiões, como um que foi abatido há quatro meses pelo exército russo, a indústria militar israelita tem entregado lança roquetes e equipamento electrónico destinado a melhorar o desempenho dos caças-bombardeiros Sukhoi e dos helicópteros Scorpion da Geórgia.
Há cerca de um ano, o ministro da Defesa georgiano, fez uma passagem por Israel antes de regressar ao seu país, na altura esteve em cima da mesa de conversações a encomenda de carros de Combate Merkava, o ultimo grito da produção militar do Estado hebraico, mas os E.U. opuseram-se ao negócio, por temer que o mesmo fosse considerado uma provocação por Moscovo. Mas Washington já lavou as mãos como Pilatos, quando Israel vendeu milhares de metralhadoras Tabor, assim como mísseis terra ar para o exército georgiano
Em 2007, vários oficiais superiores do exército israelita, foram recrutados como "assessores" dos seus colegas georgianos. Os mais famosos são a General Israelita Ziv e Tenente-coronel Gal Hirsh. O primeiro comandou as operações militares na Faixa de Gaza, quando foi ocupada por Israel. O segundo foi o responsável das operações na área Ramallah, no início da segunda Intifada. Ficou célebre por ter ordenado que os Carros de Combate, colocados em Psagot, região sobranceira a Ramallah, abrissem fogo várias vezes por dia. Prestou serviço na fronteira com o Líbano tendo sido noticia pelo facto de o Hezbollah, lhe ter raptado dois soldados em Julho de 2006. A sua fraca prestação na segunda guerra com Líbano levou à sua demissão.
Poucas horas depois da eclosão do conflito entre a Rússia e a Geórgia, as autoridades israelitas terão ordenado a esses ex-militares para serem discretos. Além disso, Ministro dos Negócios Estrangeiros, Tzipi Livni, terá proposto ao seu colega da Defesa Ehud Barak o congelamento dos contratos para fornecimento de armas.
"Israel pisa leve", diz colunista militar Allon Ben David Harel. "É claro, as suas vendas de armas representam um negócio muito valioso uma vez que Geórgia paga em rubis a mais forte das moedas. Mas a Rússia tem meios para pressionar Israel. Ela poderia, por exemplo, reforçar a sua cooperação militar com o Irão ou a Síria vender armas sofisticadas sabendo muito bem que parte será para os armazéns do Hezbollah. Esta perspectiva faz suores frios aos nossos dirigentes que estão tentando sair do pântano, sem ofender georgianos e sem dar a impressão de flexão perante Moscovo. "