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quarta-feira, dezembro 16, 2009

60 Casos pontuais


Todos os dias rouba um automóvel. Ou quase. No domingo, abalroou um carro- -patrulha da PSP e pôs-se em fuga. Ontem foi a vez de uma viatura da GNR ficar danificada, após mais uma perseguição mal sucedida.
Segundo as estatísticas já são para cima de sessenta o s carros roubados, cada vez que é presente a tribunal sai em liberdade graças às leis feitas pelos políticos do sistema.
Agora se fizer um roubo na baixa de Coimbra, poderá ser visto ao vivo e a cores nas televisões do sistema. Um imenso Big Brother montado a pretexto da criminalidade, mas cujo fim principal é vigiar o povo, isto é controlar movimentos que possam pôr em causa o sistema.
este sistema estes políticos nunca vão combater a criminalidade, porque bem guardados nos seus condomínios de luxo não sentem os efeitos nefastas daquilo que nos tentam impingir.

quarta-feira, agosto 12, 2009

Furta carros em Coimbra para ir roubar gasóleo


Reincidente e com pena suspensa, jovem suspeito terá furtado mais de 20 automóveis
ao longo dos últimos dois meses no parque de estacionamento junto à Estação Velha
.
Mais um exemplo do clima de impunidade, que não nos cansamos nem cansaremos de denunciar.
Os nacionalistas e o seu partido o PNR são os únicos que não alinhando com o politicamente correcto vão gritando as verdades aos quatro ventos e só votando PNR nas próximas eleições é possível acabar com a criminalidade que o sistema não combate e que parece nos estar a impingir, como normal. Para podermos receber os subsídios de Bruxelas que só beneficiam meia dúzia de privilegiados temos que aceitar de bom grado a criminalidade, a imigração descontrolada, a legalização do aborto, a liberalização da droga, os atentados ao ambiente, os baixos salários, o desemprego, etc., etc. Já é tempo de dizer basta. Os nacionalistas há muito tempo que o dizem, junte-se a nós e diga-o bem alto também.

terça-feira, janeiro 13, 2009

BASTA DE CRIMINALIDADE


Criminalidade violenta, crimes de baixa densidade (simples) e sinistralidade rodoviária dispararam em 2008 na área geográfica do Destacamento da GNR de Cantanhede, que abarca Ançã, Praia de Mira, Tocha, Mira e Cantanhede. Os dados estatísticos foram ontem fornecidos ao Diário de Coimbra pelo comandante do Destacamento, Tenente Sandro Oliveira, que, mesmo assim, releva os números para uma aparente normalidade, atendendo a várias circunstâncias.
Relativamente à criminalidade, o balanço é positivo, pois este oficial considera que o que fez disparar os números «ligeiramente» para cima foi o pequeno roubo/furto de rua. Nesta vertente, o comandante do Destacamento de Cantanhede recorda que no Verão os postos da GNR receberam inúmeras queixas de furto de cobre, «sobretudo por parte da EDP» e, nos últimos meses de 2008, também houve um “pico” de furto de automóveis, «que fez aumentar as estatísticas».
“Nada de alarmante”
Quanto aos crimes violentos, aqueles que são praticados com armas de fogo e armas brancas, homicídios, roubos a bancos e postos de combustíveis, ofensas graves, etc., tiveram uma variante de (mais) três em relativamente a 2007, o que não é considerado muito significativo nem alarmante. «As áreas territoriais da nossa jurisdição (concelhos de Cantanhede, Mira e uma parte de Coimbra – S. João do Campo, Antuzede, Geria, através do posto de Ançã) não são muito assoladas pela criminalidade e a que ocorre é combatida eficazmente», garante Sandro Oliveira, sublinhando que os militares que comanda estão totalmente empenhados e motivados para transmitir às populações o sentimento de segurança de pessoas e bens. «Há crimes em todo o lado e estes nunca deixarão de ocorrer. No entanto o nosso papel é combater todo o tipo de criminalidade», observa o oficial. “Combate” que, aliás, tem sido eficaz, atendendo ao número de detenções efectuadas no último ano, quer pelas patrulhas, quer pela equipa do Núcleo de Investigação Criminal, que ascenderam a mais de uma centena.
Sabemos, não duvidamos do empenhamento dos militares da Guarda no combate à criminalidade; empenhamento muitas vezes frustrado, quando pouco tempo depois vêm os criminosos serem postos em liberdade. Alarmantes e preocupantes são as declarações do seu comandante, porque tenda desvalorizar o aumento da criminalidade, criando um sentimento de falsa segurança nas populações.
A cassete é sempre a mesma, são casos pontuais. Porreiro pá!