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segunda-feira, junho 15, 2009

Saúde SA


As reformas na saúde iniciadas em governos PSD e continuadas pelos governos PS, têm degradado continuamente o já débil serviço nacional de saúde.
Por razões meramente economicistas, foi implementada uma politica de terra queimada, que está a ter o apogeu, sua força máxima neste governo “socialista”.
A estratégia é bem clara, transferir a área da saúde para o sector privado, com os naturais prejuízos que esta medida vai causar aos mais desfavorecidos.
Em Coimbra o PS encontrou um comissário politico que seguiu á letra e com fanatismo toda esta linha de pensamento. Ao fechar de forma irresponsável, SAPs, maternidades e hospitais o Fernando Regateiro, debilitou seriamente os serviços de saúde nesta zona do país, fazendo tudo cair nos hospitais centrais e que provoca demoras intermináveis nas urgências, listas de espera de meses para consultas, o caos em termos de circulação automóvel nas zonas próximas dos hospitais de Coimbra.
Como pagamento o Sr. “Eng” deu-lhe a promoção final, encarregando-o de espalhar a sua incompetência pelos HUC. O resultado está à vista e contra ele se levanta a voz dos professores universitários. A bem deste hospital universitário e da saúde em Coimbra e na região esperemos que a justiça seja feita.

quinta-feira, março 19, 2009

“Crise nos hospitais está ser escondida”



A Secção Regional do Centro (SRC) da Ordem dos Médicos considera que «o Governo esconde das populações a verdadeira dimensão da crise nos hospitais» e repara que, seis meses depois de efectuado um pedido nesse sentido, a Câmara Municipal de Coimbra continua sem estar representada nos conselhos de administração dos hospitais da cidade. Na opinião de José Manuel Silva, este elemento seria um «verdadeiro e genuíno provedor do utente», com direito de opinião sobre as medidas de gestão – ainda que sem poder de decisão – e com capacidade de denúncia do que considerasse menos bom.
Num comunicado de imprensa emitido ontem, a SRC da Ordem dos Médicos recorda que, «na sequência das fundamentas preocupações sobre o montante do capital estatutário dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC)», em Setembro do ano passado, contactou a autarquia no sentido desta poder propor ao Governo a nomeação de um vogal não executivo para integrar os conselhos de administração dos três hospitais EPE (entidade pública empresarial) do concelho. Isto porque a representação da edilidade está prevista no estatuto dos hospitais EPE.
A Câmara de Coimbra manifestou junto do Ministério a Saúde a vontade de ter representantes no Centro Hospitalar de Coimbra, nos Hospitais da Universidade de Coimbra e no Instituto Português de Oncologia. Todavia, diz a SRC da Ordem dos Médicos, «seis meses depois o Governo ainda não deu qualquer resposta».
Carlos Encarnação confirma isso mesmo. Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara «também estranha» a ausência de resposta. Por seu turno, o Ministério da Saúde, através do gabinete de imprensa, garante que «o único caso em que não confirmou o nome indicado [pela autarquia] foi o do Barreiro» e que «não há mais nenhum nome a que não tenha sido dada resposta».
O autarca de Coimbra contra-argumenta que, nos termos da lei, a Câmara comunica que quer ter representantes, esperando depois que o Ministério solicite, por escrito os nomes. A justificação da tutela também não colhe junto do presidente da SRC da Ordem dos Médicos, que diz desconhecer ainda notícias de nomeação de qualquer representante de autarquia para os Conselhos de Administração (CA) dos hospitais.

Cumpra-se a lei
«A manifesta falta de vontade do Governo em cumprir a lei legítima a especulação sobre as razões subjacentes. Estará o Governo a procurar esconder das populações a verdadeira dimensão da crise nos hospitais? Terá medo de uma voz independente e defensora dos doentes nos CA dos hospitais EPE?», aponta o comunicado da Ordem dos Médicos.
Segundo José Manuel Silva, esta posição da SRC surge porque a Ordem está «muito preocupada com a dimensão da crise nos hospitais públicos e com o seu futuro». Os profissionais de saúde «defrontam-se com cada vez mais e maiores dificuldades em prestar uma assistência de qualidade aos doentes, por falta de recursos técnicos, que não são adquiridos, e humanos, que não são contratados pelo sector público em número suficiente», refere e nota de imprensa.
O SRC da Ordem apela aos cidadãos – de Coimbra e não só – que exijam o cumprimento da lei em vigor e a nomeação para os CA dos representantes das autarquias. «São vogais não executivos mas têm acesso a informações importantes, podem zelar pelos interesses dos cidadãos e terão como primeira preocupação os doentes e não os números», sustenta José Manuel Silva.

FONTE

sexta-feira, janeiro 30, 2009

Fechar maternidades públicas para abrir privadas


Sabemos, tem vindo a publico que o sector privado vai abrir várias maternidades. A Ministra da Saúde já o admitiu, dizendo até que os prematuros não poderiam fazer parte do “negócio” , dado que exigiria recursos que só as maternidades publicas possuem condições para com segurança fazer este tipo de partos.
A nós parece-nos mais uma prenda aos privados, estes fazem o que é fácil e ficam com os lucros, o estado faz o mais difícil e pagamos todos nós.
É natural que estas maternidades privadas encontrem mercado, sobretudo nos locais onde o governo encerrou maternidades. Calculamos mesmo que os primeiros locais serão Elvas e Figueira da Foz, a primeira porque os portugueses preferem ter os seus filhos na sua terra, na segunda porque não param os nascimentos na estrada. Já perdemos a conta ao numero de bebes que nasceram no caminho da Figueira da Foz para Coimbra, o que temos em conta e esperamos que todos os portugueses tenham em conta, é que esta é a segurança que o governo advoga para mães e bebés. O bloco de partos do Hospital da Figueira não tinha condições, mas uma ambulância é mais seguro.

quarta-feira, janeiro 07, 2009

Independente de Cantanhede


Já muitas vezes o escrevi e manifestei em público, que a imprensa regional ainda não embarcou na censura por omissão ou no politicamente correcto.
Alguns jornais regionais têm mesmo a coragem de publicar artigos das mais diversas tendências politicas, isto é fazer jornalismo sério e independente.
O Jornal Independente de Cantanhede, enquadra-se a meu ver neste grupo de jornais. Abriu desde o primeiro momento as portas ao que escrevo e na sua ultima edição fez o favor de publicar um artigo que escrevi, que neste particular poderia ter sido da autoria de qualquer cidadão. No entanto outros artigos corajosamente publicados por este órgão de informação, reflectem bem a minha tendência politica o que mais uma vez faz jus ao nome do jornal.
Os meus sinceros agradecimentos pela confiança manifestada na minha pessoa e os votos de que continuem a fazer jornalismo.

terça-feira, dezembro 30, 2008

Dador compatível é o grande desejo de família de Vila Nova de Anços

Isabel Mendes só tem desejo para 2009: que o filho encontre um dador compatível, de forma a tornar possível um transplante de medula, que lhe salve a vida e garanta o futuro.
O jovem, de Vila Nova de Anços, concelho de Soure, padece de leucemia. A doença foi-lhe detectada no princípio do ano. «Andava pálido e sem forças», recorda a mãe, que o levou ao médico, o qual, depois dos necessários exames, acabou por dar à família o pior dos diagnósticos: leucemia, para a qual a única solução é realização de um transplante de medula, que deveria ser feito até ao final do ano. Já foram várias as sessões de quimioterapia a que o jovem foi submetido, mas o problema apenas foi momentaneamente minorado. A solução passa, necessariamente, por um transplante, que ainda não foi possível.
Optimista, Isabel Mendes continua a acreditar que é possível encontrar um dador, que salve o futuro do seu filho e para 2009 apenas tem um desejo. As lágrimas e a emoção cortam-lhe a voz, mas juntamente com as 12 passas, ao som das últimas 12 badaladas do ano, Isabel só tem um pensamento: encontrar um dador compatível para o filho.
A espera tem sido longa e morosa, mas a mãe mantém acesa a chama da esperança, apesar do insucesso de todas as campanhas que já se realizaram. E foram muitas. Ao todo terão sido mais de seis mil pessoas que se mobilizaram e disseram “sim” a esta onda de solidariedade.
As primeiras acções, recorda Isabel Mendes, começaram em Maio, na Figueira da Foz. Ao longo de meses, especialmente aos fins-de-semana, a família de Vila Nova de Anços contou com a colaboração dos bombeiros voluntários e da Cruz Vermelha, que organizaram acções de recolha de sangue, para fazer posteriormente o teste de compatibilidade ao nível da medula.
Assim, o distrito foi “passado a pente fino”, ao mesmo tempo que o Centro de Histocompatibilidade, a funcionar nos Hospitais da Universidade de Coimbra, recebia um outro conjunto de dadores voluntários, solidários com o jovem de Vila Nova de Anços.
Destaque especial merece uma acção realizada no passado dia 8 de Novembro, um sábado, em que o Centro de Histocompatibilidade abriu propositadamente as portas, de forma a poder receber todos aqueles que durante a semana não tinham possibilidade de ali se deslocar. Durante um dia inteiro as instalações mantiveram-se a abarrotar de gente, vinda dos mais variados pontos da região, com autocarros a deslocarem-se com potenciais dadores que quiseram deixar o seu registo de boa-vontade.
Isabel Mendes não arredou pé das instalações, satisfeita com a adesão de muitas centenas de voluntários que chegaram a todo o momento. Enfermeiros, médicos e assistentes sociais não tiveram “mãos a medir”, para dar resposta a esta verdadeira onda de solidariedade.

Um apelo de esperança
Todavia, apesar de mais de seis mil dadores “rastreados”, a tão ansiada resposta não chegou, pois ainda não foi localizado um dador compatível. Isabel Mendes não perde a esperança, e acredita que é possível “o milagre”. Lembra que, nesta quadra festiva «há muita gente de férias, que eventualmente pode querer juntar-se a esta causa». Faz, por isso, mais um apelo, no sentido de permitir que novos e outros voluntários se dirijam ao Centro de Histocompatibilidade (edifício de tijolo, localizado à entrada dos HUC), e se submetam ao teste. Basta uma pequena amostra de sangue, recolhida depois do preenchimento de um formulário. Aqui reside a última esperança de Isabel Mendes, que agradece, reconhecida, a gigantesca cadeia de solidariedade que se gerou, desde Maio, em redor do filho, infelizmente sem resultados práticos até ao momento.
Entretanto, de acordo com a mãe, a equipa médica que acompanha o jovem está disposta a avançar com a intervenção recorrendo, face à não existência de alternativas, aos pais, que apresentam entre 40 a 50 por cento de compatibilidade. Indicadores que, todavia, o Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa, onde se deverá realizar o transplante, entende serem demasiado “curtos”, representando um enorme risco de rejeição, conforme nos esclareceu a mãe, que continua à espera, dividida entre a angústia e a esperança. No “sapatinho” o Menino Jesus não deixou o tão ansiado presente, resta agora que o novo ano traga consigo uma resposta. Ao bater da meia-noite, Isabel Mendes vai engolir as passas com um único desejo no coração: um dador compatível para o filho.

FONTE

quinta-feira, outubro 16, 2008

Ministério Público de olhos postos no novo Pediátrico


O Ministério Público abriu uma averiguação cautelar acerca das obras das futuras instalações do Hospital Pediátrico de Coimbra, soube o “Campeão”.

A averiguação cautelar ou preventiva pode ditar a abertura de um inquérito ou nem sequer corresponder a uma fase embrionária de investigação, funcionando como meio de recolha de informação destinada a aferir se há indícios da prática de crime.

A Polícia Judiciária, a coadjuvar o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Coimbra, já pediu esclarecimentos e documentação à Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro, sucessora da Direcção-Geral de Instalações e Equipamentos de Saúde (DGIES), em 2005, como dona da obra.

A 28 de Agosto de 2008, o “Campeão” dedicou um dossiê ao assunto, onde assinalava que a construção poderá custar mais 20 milhões de euros (derrapagem de 53 por cento sobre o montante da adjudicação).

Antes, a 24 de Abril, o nosso Jornal aludiu a um documento da empresa Planege, cujo teor apontava para um desvio de 25,3 por cento. A ARS admitiu, na altura, que a derrapagem do valor dos encargos em relação ao montante da adjudicação era de “cerca de 18 por cento”.

Chamada a assessorar a DGIES na fase que precedeu a abertura do processo concursal, a Planege interveio, posteriormente, na revisão de fundações e estruturas e, mais tarde, foi incumbida de fiscalizar a empreitada.

O concurso foi lançado em 27 de Abril de 2004 e a adjudicação ocorreu em 18 de Janeiro de 2005 (a um mês das eleições legislativas).

Em relatório enviado, este ano, à Planege, o empreiteiro alertou para a “ocorrência futura de possíveis patologias (maleitas) na obra”, fazendo notar que elas poderão apresentar “uma tendência de agravamento com o normal desenrolar dos trabalhos”.

“É de uma patente anormalidade que um concurso desta dimensão e relevância tenha sido lançado com base num projecto de execução tão insuficiente e deficiente”, alega o Agrupamento Construtor do Hospital Pediátrico (formado pelas empresas Somague e Bascol).

Argamassa de que nem o fornecedor dá garantias face à utilização, betonagem feita num dia e descofragem lateral executada no dia seguinte, tijolos de qualidade inferior e aplicados por molhar, uso de pré-aros de portas em madeira alegadamente atingida pelo fogo e supressão de trabalhos com pagamento ao empreiteiro de metade do valor dos mesmos, eis, em síntese, a narração de um documento a que o “Campeão” teve acesso.

Um professor auxiliar da Universidade de Coimbra, Luís da Costa Neves, co-autor do projecto de fundações e estruturas do Pediátrico, sugeriu à ARS a realização de uma auditoria, sustentando que ela deverá contemplar a análise do modo de execução dos trabalhos, dos materiais empregues e dos eventuais desvios em relação ao projecto que serviu de base ao concurso.

A sugestão foi ditada pela gravidade que Costa Neves imputa a declarações inseridas num relatório enviado pelo empreiteiro à Planege.

Num documento a que o nosso Jornal acedeu, o docente universitário alega que não há projecto capaz de resistir à falta de qualidade na execução e adverte para o provável aparecimento de patologias.

Água?

A alegada existência de água no subsolo do local da obra veio a revelar-se um insondável «mistério», mas, ainda assim, pôs a empreitada a marcar passo no segundo semestre de 2005 e impediu o cumprimento do cronograma a prever a conclusão dos trabalhos em Setembro de 2007.

Em Abril de 2005, o empreiteiro indicou ter detectado “dois poços de significativa dimensão” e, volvido um mês, a fiscalização aludiu à “existência de um veio de água significativo não denunciado no relatório geotécnico e geológico”.

Num documento intitulado “Modificações de planeamento e sobrecustos associados”, datado de Novembro de 2007, o Agrupamento Construtor do Hospital Pediátrico de Coimbra (ACHPC) invoca ter havido, alguns meses antes, “presença significativa de água”.

Acerca do item drenagem de águas freáticas no pavimento térreo do corpo 10, escreveu Tadeu Cruz, da Planege, em meados de Agosto de 2006, tratar-se de um assunto que não merecia qualquer comentário, por “caber totalmente” ao ACHPC resolvê-lo.

“Não se trata de águas freáticas, mas de águas das chuvas que se acumularam no pavimento por o empreiteiro não ter criado zonas para a respectiva recolha ou para que as mesmas escoassem por gravidade”, sustentou o engenheiro Tadeu Cruz.

A 15 de Novembro de 2006, a fiscalização concluiu que “a solução proposta” pelo empreiteiro era “a mais aconselhável” na medida em que evitava a instalação de um poço de bombagem permanente das águas freáticas.

Rios Vilela, ex-titular da DGIES, chegou a defender ser necessário “desmistificar o problema da água no solo”, tendo preconizado a respectiva drenagem para a ribeira de Coselhas. “Trata-se de um problema insignificante e de fácil resolução técnica”, sustentou.

Luís da Costa Neves e o arquitecto Matos Veloso (cujo ateliê formou um consórcio com o de Francisco Conceição e Silva para elaboração do projecto inicial) disseram ao “Campeão” nunca ter havido um volume de água capaz de justificar os problemas invocados pelo empreiteiro.

sexta-feira, outubro 03, 2008

NOVO RUMO


Uma ruptura de stock de fraldas nos HUC terá levado a que alguns pacientes tenham sido embrulhados em lençóis.

sexta-feira, julho 18, 2008

Anadia - Utentes do Hospital contra "protocolo da traição"


A comissão de utentes do Hospital de Anadia contesta o acordo que no final da próxima semana será assinado entre o Ministério da Saúde e a autarquia.

Para demonstrar o seu descontentamento, a comissão agendou um protesto para a próxima quarta-feira, dia 23.

O acordo prevê a substituição da actual ambulância de serviço básico por uma de suporte avançado de vida, que irá funcionar entre a meia-noite e as 8h00 da manhã.

José Paixão, da comissão de utentes “Unidos pela Saúde”, diz que assim fica por cumprir a reivindicação de um serviço de atendimento permanente durante 24 horas, por isso, classifica o acordo de "traidor".
Dia 23 estarei presente na Anadia para me juntar ao protesto. Felizmente há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não.

domingo, junho 22, 2008

Serviço Nacional de Saúde


Mais um exemplo do serviço nacional de saúde xuxialista. Sócrates e o seu SNS moderno e eficiente estão aqui bem retratados.

sábado, junho 14, 2008

Saúde fashion


O primeiro-ministro, José Sócrates, criticou hoje quem pensa que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) «deve continuar igual» ao que era quando foi criado, frisando que o Governo investe num sistema «mais moderno e sofisticado».
Perfeitamente de acordo Sr. José o SNS não está igual, mudou para pior.
Está mais sofisticado, apesar das horas de espera nas urgências não faltam as televisões as pulseiras e os métodos de Manchester.
Está mais sofisticado, apesar dos muitos dias de espera para uma consulta, porque recebemos cartas e telefonemas a avisar o dia e uma vez nas longas horas de espera a aguardar a hora para sermos vistos pelo medico, lá está novamente a televisão, a rádio e uma rima de revistas cor de rosa geralmente do tempo da Maria Cachucha.
Está mais moderna e sofisticada porque a avaliar sobre alguns relatórios o INEM bate recordes de velocidade só possíveis em provas de fórmula 1.
Está moderna porque e sofisticada porque já é possível efectuar partos em plena estrada.
Enfim está mau, mas está fashion, está rosa, esta sensível.

domingo, maio 18, 2008

Estou na dúvida


O José Sócrates foi hoje assistido nas urgências do Hospital de Santo António.
Quanto tempo terá ficado à espera?
Será que o Sistema de Manchester tem algum tipo de pulseira para primeiro-ministro?
Em caso afirmativo. Será que a cor é rosa?