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sexta-feira, agosto 26, 2011

BASTA DE CRIMINALIDADE


Um homem de 36 anos, funcionário de um café na Baixa de Coimbra, ficou ferido em consequência de uma discussão tida ontem, cerca das 9h00, no Monte Formoso, tendo sido assistido nos Hospitais da Universidade Coimbra.
De acordo com fonte da PSP de Coimbra, a vítima, residente no Bairro da Rosa, estaria a subir, a pé, a Rua Cidade de Poitiers, no Monte Formoso, em direcção ao Planalto do Ingote, quando foi abordado por três indivíduos, na casa dos 20 anos, que seguiam, de carro, no mesmo sentido.

Estas notícias começam a ser um lugar-comum, revelando que a criminalidade violenta alastra como um vírus por todo o país, sobretudo, mas não só, nas zonas problemáticas como as do Planalto do Ingote, onde os criminosos patrocinados pelo sistema têm casas onde não pagam renda, e outros benefícios que não são extensíveis a quem trabalhada.

Será normal que as pessoas tenham que mudar de hábitos de vida por se sentirem inseguras? Que deixem de frequentar a sua praia e temam utilizar os transportes públicos?
Não! Não podemos consentir que o ambiente de insegurança tome conta das nossas ruas e nos prive da liberdade e de uma vida com qualidade, em Segurança. Não há qualidade de vida onde a preocupação, medo e angústia nos perturbam o dia-a-dia.
A criminalidade crescente é um factor alarmante que, ao contrário de merecer a melhor atenção dos governantes, tem sido sistematicamente ignorada. Só o PNR tem coragem de encarar este flagelo de frente e apontar as suas causas e soluções, através de um programa claro e corajoso.

A classe política corrupta que nos desgoverna não conhece estes problemas, eles vivem noutro mundo…dos seus condomínios fechados não sentem a criminalidade dos nossos bairros (não usufruindo assim dos “benefícios” da criminalidade que nos impingiram), com os seus carros de luxo e motoristas particulares não conhecem os crimes que diariamente acontecem um pouco por todo o nosso Portugal, …é altura de dizer BASTA!

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

BASTA DE CRIMINALIDADE


Mais de duas centenas de notas bancárias de Portugal e de vários países da América Latina, África, Ásia e Europa, assim como uma grande quantidade de moedas estrangeiras de colecção foram apreendidas terça-feira em Coimbra, na sequência de buscas domiciliárias encetadas pela PSP.
As apreensões ocorreram na sequência de diligências efectuadas pelas Brigadas da Esquadra de Investigação Criminal de Coimbra, especializadas em crimes de furtos, e no âmbito de um inquérito em investigação iniciado em fins de Julho de 2010, na sequência de um assalto a uma residência em Santo António dos Olivais, de onde furtaram armas de fogo.
A Polícia apreendeu igualmente 76,11 gramas de cocaína, 86 gramas de heroína, uma balança de precisão, um revólver, 50 cartuchos de caçadeira, munições, 1700 euros, relógios, máquinas fotográficas, medalhas de colecção, objectos em ouro e prata, canetas, uma mala de cabedal contendo uma máquina de filmar, telemóveis e um IPhone.
Os possuidores dos artigos foram constituídos arguidos no processo, sublinhou a PSP, sem especificar, dando conta que vai continuar com as diligências para identificar os proprietários dos objectos apreendidos.
Será normal que as pessoas tenham que mudar de hábitos de vida por se sentirem inseguras? Que deixem de frequentar a sua praia e temam utilizar os transportes públicos?
Não! Não podemos consentir que o ambiente de insegurança tome conta das nossas ruas e nos prive da liberdade e de uma vida com qualidade, em Segurança. Não há qualidade de vida onde a preocupação, medo e angústia nos perturbam o dia-a-dia.
A criminalidade crescente é um factor alarmante que, ao contrário de merecer a melhor atenção dos governantes, tem sido sistematicamente ignorada. Só o PNR tem coragem de encarar este flagelo de frente e apontar as suas causas e soluções, através de um programa claro e corajoso.

domingo, junho 06, 2010

Assaltos em Cantanhede


Meliantes partiram a porta de vidro da empresa Lisete Simões – Serviços e Limpezas e “limparam”, do escritório, mais de dois mil euros e quatro telemóveis.
Os amigos do alheio voltaram à cidade de Cantanhede, e, desta vez, escolheram o Centro Comercial Rossio, na Praça Marquês de Marialva, e a empresa de serviços e limpezas de Lisete Simões, provavelmente por saberem que esta empresa será a única no centro comercial dotada de um escritório e susceptível de guardar dinheiro.
Se os larápios assim pensaram, acertaram “na mouche” e não terão demorado mais que escassos minutos até consumarem o assalto, que terá ocorrido entre a meia-noite e as 7h00 da madrugada de ontem.
Os mesmos meliantes que assaltaram a Lisete Simões – Serviços de Limpeza, depois de “limparem” o escritório desta empresa, desceram à garagem subterrânea do Centro Comercial Rossio com o fim de furtarem um veículo para uma fuga rápida.
A melhoria da Segurança, em todos os seus aspectos, não passa apenas pelo aumento do número dos agentes em serviço nas Forças Policiais, passa, antes de mais, pelas condições que lhes sejam dadas para o exercício das suas missões e por uma adequação das penas à gravidade dos crimes. Ou seja, o Código Penal, no seu todo, terá de ser uma força dissuasora da criminalidade.
Contrariamente ao que muitos propalam, por inconfessados interesses, a acção das Polícias é altamente positiva, mesmo lutando com múltiplas dificuldades.
Mas essa acção não é apoiada pelos Tribunais, não por culpa dos juízes mas por força da Lei que os limita. Impõe-se uma revisão realista do Código Penal que, sem desrespeitar os Direitos do Homem, respeite os direitos fundamentais dos cidadãos pacíficos e cumpridores.
Estes têm que se sobrepor forçosamente a qualquer tipo de direitos dos criminosos, dada a vaga crescente de crimes de grande violência, sobretudo nas zonas urbanas. A criminalidade associada a bandos juvenis é outro fenómeno em ascensão.
Portugal é um dos principais “entrepostos” da droga que entra na Europa. Quem o diz é o Gabinete para os Assuntos Internacionais da Droga e da Coacção Legal, órgão do Departamento de Estado norte-americano, no seu relatório anual.
Isto significa que, apesar dos esforços das nossas polícias, a droga continua a entrar. Acreditamos que, com os meios de que dispõem, as apreensões que têm vindo a ser feitas – que são vultosas – representam um esforço enorme, difícil de avaliar por quem está de fora. E esse esforço é significativamente maior quanto são poucos e fracos os meios de que dispõem para o combate.
Os fluxos migratórios desregrados, também têm contribuído em muito para o aumento da criminalidade, até mesmo da criminalidade organizada e de alto grau de violência.
O PNR propõe-se:
• Modernizar os meios de luta contra os crimes e delitos, e reforçar os meios humanos e materiais ao dispor das forças policiais.
• Revalorizar as remunerações dos agentes da lei, e libertá-los das funções puramente administrativas, que devem ser confiadas a outros funcionários.
• Colocar em prática uma política de prevenção dos crimes e delitos, através da inversão dos fluxos migratórios, do reforço da célula familiar, e da educação cívica nas escolas.
• Promover o repatriamento dos estrangeiros delinquentes para cumprirem pena nos seus países de origem.
• Promover a utilização das polícias municipais para o combate ao crime localizado.
• Reestruturar o Serviço Nacional de Bombeiros e o Serviço Nacional de Protecção Civil.
• Reestruturar a PSP e a GNR.

quarta-feira, janeiro 20, 2010

Contrato local de Segurança


Mal os políticos do sistema abriram a boca, para gabar a videovigilância na baixa e o aumento da segurança proveniente desta medida e puderam ver ao vivo e a cores os benefícios da imigração descontrolada, das fronteiras escancaradas.
Com efeito um trio com sotaque italiano visitou ontem algumas joalharias da baixa e aproveitando o clima de impunidade que graça neste país, forneceu-se com algumas jóias.
Felizmente nenhum ourives tentou impedir os assaltos, caso contrário estria agora na cadeia enquanto a escumalha assaltante seria solta para continuara sua actividade.
Entre estrangeiros e nacionais, são cada vez mais os que se dedicam a esta lucrativa profissão do gamanço, estou mesmo em crer que fazem parte dos 150000 empregos que o outro prometeu.

quarta-feira, outubro 07, 2009

Contrato Local de Segurança


Mais uma vez o Contrato Local de Segurança provou a sua eficácia.
Eram três assaltantes, estavam encapuzados e faziam-se transportar
numa carrinha preta. Deram um prejuízo de 50 mil euros
«Esvaziaram quase tudo», disse, desolado, o proprietário da Perfumaria David, na Baixa de Coimbra, assaltada na madrugada de ontem.
A falta de meios e efectivos que a PSP de Coimbra nestes tempos enfrenta aliadas a legislação que propicia a criminalidade, põe em causa qualquer tentativa de tornar a baixa de Coimbra segura.
É vergonhoso o que se passa em Coimbra e por todo o país, a condição mais que essencial ao homem e que nos tempos modernos não devia sofrer nem uma beliscadura é posta em causa em nome de uma suposta modernidade.
Os ricos e poderosos vivendo nos condomínios de luxo, para os quais não falta efectivos policias, não sentem na pele a criminalidade crescente e como tal nada fazem para a combater, pese embora os discursos de intenção muito inflamados que fazem em alturas de caça ao voto.

terça-feira, março 31, 2009

ONDA DE CRIMES SEM PAUSA


Uma onda de crime varre o distrito e a região. Hoje novamente e como infelizmente já é habitual, mais assaltos a juntar à contagem negra.
Vale a pena relembrar o que o PNR propõe em termos de segurança e de justiça.

ADMINISTRAÇÃO INTERNA E SEGURANÇA

A melhoria da Segurança, em todos os seus aspectos, não passa apenas pelo aumento do número dos agentes em serviço nas Forças Policiais, passa, antes de mais, pelas condições que lhes sejam dadas para o exercício das suas missões e por uma adequação das penas à gravidade dos crimes. Ou seja, o Código Penal, no seu todo, terá de ser uma força dissuasora da criminalidade.
Contrariamente ao que muitos propalam, por inconfessados interesses, a acção das Polícias é altamente positiva, mesmo lutando com múltiplas dificuldades.
Mas essa acção não é apoiada pelos Tribunais, não por culpa dos juízes mas por força da Lei que os limita. Impõe-se uma revisão realista do Código Penal que, sem desrespeitar os Direitos do Homem, respeite os direitos fundamentais dos cidadãos pacíficos e cumpridores.
Estes têm que se sobrepor forçosamente a qualquer tipo de direitos dos criminosos, dada a vaga crescente de crimes de grande violência, sobretudo nas zonas urbanas. A criminalidade associada a bandos juvenis é outro fenómeno em ascensão.
Portugal é um dos principais “entrepostos” da droga que entra na Europa. Quem o diz é o Gabinete para os Assuntos Internacionais da Droga e da Coacção Legal, órgão do Departamento de Estado norte-americano, no seu relatório anual.
Isto significa que, apesar dos esforços das nossas polícias, a droga continua a entrar. Acreditamos que, com os meios de que dispõem, as apreensões que têm vindo a ser feitas – que são vultosas – representam um esforço enorme, difícil de avaliar por quem está de fora. E esse esforço é significativamente maior quanto são poucos e fracos os meios de que dispõem para o combate.
Os fluxos migratórios desregrados, também têm contribuído em muito para o aumento da criminalidade, até mesmo da criminalidade organizada e de alto grau de violência.
O PNR propõe-se:
• Modernizar os meios de luta contra os crimes e delitos, e reforçar os meios humanos e materiais ao dispor das forças policiais.
• Revalorizar as remunerações dos agentes da lei, e libertá-los das funções puramente administrativas, que devem ser confiadas a outros funcionários.
• Colocar em prática uma política de prevenção dos crimes e delitos, através da inversão dos fluxos migratórios, do reforço da célula familiar, e da educação cívica nas escolas.
• Promover o repatriamento dos estrangeiros delinquentes para cumprirem pena nos seus países de origem.
• Promover a utilização das polícias municipais para o combate ao crime localizado.
• Reestruturar o Serviço Nacional de Bombeiros e o Serviço Nacional de Protecção Civil.
• Reestruturar a PSP e a GNR.

JUSTIÇA

O Sistema Judicial Português é lento e burocrático e em consequência disso encontra-se perto da paralisação e da rotura pela acumulação de processos.
Por isso é imperioso reestruturar o Sistema Judicial por forma a aumentar a sua eficácia e operacionalidade.
Esta reestruturação deve passar pela especialização dos Tribunais, em função da natureza dos crimes e pelo aumento dos Juízes para instrução e julgamento dos casos de média e grande complexidade.
Para casos simples e de pequena complexidade, a sua apreciação deveria ser cometida a Juízes adjuntos ou delegados para cujo provimento poderiam concorrer advogados com formação adequada; isto simplificaria a tramitação processual e em consequência a rapidez de decisão.
Por outro lado, impõe-se rever a legislação processual, simplificando a burocracia e o próprio Código Penal, adaptando-as ao contexto actual e aproveitando-se a experiência de casos mediáticos recentes e agravando-se as penas para crimes de extrema gravidade como o tráfico de droga, o tráfico e exploração de seres humanos, a pedofilia, a violação, a corrupção, o roubo e extorsão, o banditismo e a associação criminosa, os crimes fiscais e os crimes praticados por imigrantes aos quais, consoante a sua gravidade, poderia ser aplicada a pena de expulsão, que funcionaria como dissuasora e contribuiria para melhorar a segurança dos portugueses.
Também importante para o PNR seria a generalização dos julgamentos com jurados, para aumentar os instrumentos de decisão dos Juízes, minimizarem-se os erros judiciais e em consequência melhorar a Justiça.
O PNR propõe-se:
> Reestruturar o Sistema Judicial e reforçar a independência da Justiça
> Aumentar a operacionalidade dos Tribunais
> Rever e melhorar a legislação processual e o Código Penal, com agravamento das penas para crimes de grande gravidade
> Implementar os julgamentos com jurados
> Remodelar as infra-estruturas prisionais

segunda-feira, março 30, 2009

A montanha pariu um rato


A PSP montou uma mega operação de “segurança” por todo o país, Coimbra também teve direito ao folclore mediático.
Sem problemas, sem abdicarmos da verdade e sem cairmos no politicamente correcto, estas operações de charme que tentam mostrar ao portugueses que se combate a criminalidade, tem só e um único resultado encher os cofres do estado à custa das multas passadas aos contribuintes, lá podem apanhar um ou outro criminoso de meia tigela e pouco mais, pelo que para nós esta operação devia chamar-se “Nós providenciamos dinheiro para os cofres do Estado”.
Em Coimbra a policia esteve particularmente activa nas casas de diversão nocturna, apanhou uns perigosos indivíduos a exercer segurança sem para isso estarem habilitados e pouco mais. Há muito tempo que a noite de Coimbra e inexplicavelmente, está na mira das autoridades policiais e camarárias. O ambiente da noite coimbrã é normalmente pacífico, frequentado por estudantes e onde muitos deles fazem umas horas de trabalho para poderem pagar os cada vez mais caros estudos. Para onde se devia voltar o apoio, a segurança faz-se tábua rasa. Os olhos não se viram para certos espaços que parecem ter mais direitos que os outros, a fiscalização não é formativa antes pelo contrário, o que interessa como no trânsito, como na criminalidade são as coimas, as multas e nada mais.

domingo, dezembro 28, 2008

Os assaltos a residências poderão ter crescido em 2008 entre 4 a 5% face ao ano transacto.


Os dados recolhidos pela PSP e pela GNR apontam para que o número de assaltos a residências regresse ao nível de 2006 (23.314 assaltos) depois de em 2007 ter recuado (menos 990 assaltos), com apenas 22.324 ocorrências. (...)


As forças de segurança não desresponsabilizam os proprietários das casas assaltas, já que muitas das vezes os assaltos são conseguidos devido a incúria ou descuido dos próprios proprietários.

"Grande parte destes crimes no interior das habitações [são] concretizados por descuido dos proprietários", diz o comissário Paulo Flor, acrescentando que "muitas das vezes começam no facto de os proprietários não trancarem as portas quando se ausentam por breves minutos ou, quando estão no seu interior, não terem o vício positivo de as trancar".

Nós sabemos que o Sr. Comissário tem que ter o mesmo discurso que os sistema, caso contrário fica retido na carreira ou corre mesmo o risco de ser reformado compulsivamente, como aconteceu a um seu colega que teve a coragem de dizer que a imigração tinha contribuído para o aumento da criminalidade.
Mas nós contrariamente a muitos que se acomodaram ou que colaboram com sistema não temos medo de dizer a verdade porque só ela é verdadeiramente revolucionária.

A responsabilidade do aumento dos assaltos a residências deve-se unicamente ao sistema e ás suas politicas de combate e prevenção da criminalidade.

domingo, outubro 26, 2008

Cena de assalto repetiu-se no Minipreço


A cena repetiu-se, exactamente 15 dias depois do primeiro assalto. A loja do Minipreço em Eiras foi novamente assaltada sexta-feira, levando os assaltantes cerca de 300 euros apenas, mas instalando o pânico em clientes e ampliando o medo que os funcionários já sentem. Cerca das 20h30, dois indivíduos encapuzados entraram na loja e, sob ameaça de arma de fogo, exigiram à funcionária da caixa – na altura apenas uma – todo o dinheiro ali existente. Não demorariam mais do que cinco minutos, arrancando logo de seguida, na viatura de um terceiro elemento que os aguardaria à porta.
Segundo o que o Diário de Coimbra conseguiu apurar, na loja estariam ainda perto de duas dezenas de clientes, inclusive pessoas acompanhadas de crianças. A maioria estaria já na fila para pagar, tendo assistido a toda a cena. O medo e o pânico levaram mesmo uma das clientes a necessitar de observação médica, através do INEM que deslocou meios para o local.
A forma de actuação dos assaltantes terá sido, de acordo com as informações recolhidas pelo nosso jornal, em tudo idêntica à do último assalto, a 10 de Outubro. A repetição é, aliás, motivo de medo acrescido para clientes e até funcionários. Apesar dos indivíduos serem rápidos e usarem as armas como forma de ameaça, a situação é imprevisível.
«Como seria se alguém tivesse oferecido resistência, se algum cliente tivesse feito frente ao assaltante», questionava-se ontem na loja. Esta sexta-feira, e tal como na outra vez, a Polícia de Segurança Pública esteve no local, bem como a Polícia Judiciária (PJ), que recolheu provas e impressões digitais. Por envolver armas de fogo, o crime ficará sob a alçada da PJ.
O Minipreço está na Estrada de Eiras desde Março último. O facto da zona ser uma loja pouco “escondida” e longe da estrada, bem como a proximidade de alguns dos bairros problemáticos da cidade têm sido apontados por funcionários e clientes para explicar os assaltos.


FONTE

sexta-feira, setembro 05, 2008

Coimbra segura


Foi agitada a madrugada de ontem em Coimbra, com um PSP agredido no Planalto do Ingote.
Como já temos denunciado a criminalidade não só aumentou como alastra por todo o país. Também mais uma vez fica provado que as operações de cosmética que o governo utiliza para nos fazer crer que combate a criminalidade.
Sabemos que na generalidade o trabalho da policia tem sido muito grande e com muito êxito. No entanto é nos tribunais, é na justiça que se tem que procurar grande parte da solução para o problema. Deve dizer-se que a legislação parece querer beneficiar mais o criminoso que a vitima, no entanto muitos dos que são responsáveis pela interpretação da lei, fazem-no de forma que só incentiva a criminalidade.
Lembramos que o PNR Coimbra fez recentemente uma acção de protesto contra a criminalidade, a Zona do Bairro do Ingote foi a escolhida. Os nacionalistas estão atentos a este flagelo e vão começar uma série de reuniões com habitantes do bairro, com vista a recolher elementos que permitam colaborar para que este e outro local de país sejam rapidamente um lugar seguro.

domingo, março 16, 2008

Seguranças baleados em Coimbra


Sábado violento numa discoteca da cidade, com desacatos a terminarem em tiroteio. Suspeito dos disparos foi detido pela Polícia, mas acabou por conseguir fugir. Está identificado, enquanto os dois homens atingidos pelas balas de borracha estão livres de perigo.
Em primeiro lugar convêm esclarecer que os seguranças em questão estavam na discoteca como clientes, pois já tinham terminado o seu serviço no bar onde trabalham.
As pessoas em questão fazem o favor de ser meus amigos e são um exemplo de profissionalismo, de boa conduta e convivência.
Infelizmente neste país é mais fácil comprar uma arma ou droga que tabaco.
Infelizmente neste país cada vez mais a policia esta vocacionada para passar multas e não para proteger os cidadãos e fazer cumprir a lei.
A classe política corrupta que nos desgoverna não conhece estes problemas, eles vivem noutro mundo…dos seus condomínios fechados não sentem a criminalidade dos nossos bairros (não usufruindo assim dos “benefícios” da falta de segurança que nos impingiram), com os seus carros de luxo e motoristas particulares não conhecem os “arrastões” que diariamente acontecem nos transportes públicos, com os colégios particulares onde estudam os seus filhos, não imaginam as condições degradantes de muitas das escolas públicas e da insegurança de que são vítimas os nossos filhos…é altura de dizer BASTA!
Esperemos serenamente que a justiça faça o seu papel. Nós saberemos tirar ilações do que se vai seguir e neste caso jurar solenemente que a culpa não vai morrer solteira.

terça-feira, março 11, 2008

“Ponham alarme, otários!”


As escolas básicas 2, 3 de Ceira e de S. Silvestre (Coimbra) foram assaltadas durante o fim-de-semana. Os ladrões deixaram mensagens em tom sarcástico.
Quando a insegurança persiste no tempo criando a sensação de medo constante, reduzindo a auto-estima, a insegurança pode ser um verdadeiro distúrbio social
O sentimento de insegurança em Portugal cresceu em 2007, com dois em cada cinco cidadãos a sentirem-se mais inseguros. De acordo com o estudo “Segurança, Protecção de Dados e Privacidade em Portugal”, recentemente divulgado, 71 por cento dos portugueses consideram que a segurança piorou no ano passado e mais de metade destes prevêem que a situação se agrave este ano..
Nos últimos dias as notícias sucedem-se, assassinatos, roubos, assaltos à mão armada, vandalismo etc.
O poder responde com medidas de cosmética desvalorizando os números tentado enganar os portugueses.
O desnorte é de tal ordem que até na grande criminalidade as estruturas não conseguem dar resposta. O caso do terrorismo é paradigmático, volta que não volta Portugal é visitado por organizações terroristas, as policias de outros países tem essa noção, no entanto neste caso como nos outros a politica é a de meter a cabeça no buraco, ou melhor dizendo meter o assunto no buraco. Ainda recentemente o secretário-geral da GCS assegurava: «não existe qualquer suspeita de actividade terrorista em Portugal e muito menos quaisquer factos que levem a acreditar que existem células terroristas no nosso país».
Quem mais usa a retórica como máscara mais depressa a deixa cair quando se tornam evidentes as consequências negativas das suas políticas.
A escumalha age com impunidade na certeza que dificilmente será apanhada, e que dificilmente será castigada.
Quando se protege mais os criminosos que as vitimas. Quando muita gente já nem participa os crimes pois sabe que nada será feito e que só ira ter trabalha e aborrecimentos. Só resta à sociedade tomar em suas mão a sua segurança.

quarta-feira, novembro 28, 2007

Ainda a insegurança nos HUC


A concelhia do PSD descobriu agora que existe insegurança nos HUC e evidentemente está muito preocupada, se o governo fosse PSD o episódio seria protagonizado pela concelhia do PS. Este teatro do faz de conta onde numa altura um faz de oposição e um de governo, para depois trocarem os papeis, já passa na televisão da nossa vida vai para demasiados anos. Parece que as responsabilidades ou erros cometidos desaparecem quando vão para a oposição travestindo-se nos maiores defensores dos portugueses. O que é fato é que quando saltam para o poleiro esquecem imediatamente as promessas e persistem nos mesmos erros.
A insegurança nos HUC não é de hoje, tem vindo a degradar-se ao longo dos anos em administrações nomeadas por PS e PSD. Diga-se em abono da verdade que a altura de maior bandalheira e insegurança é da responsabilidade de uma administradora ligada ao BE que retirou à segurança quase todas as funções de fiscalização e controle, outra coisa não seria de esperar da esquerda chique. Na altura houve mesmo uma caça à segurança sendo muitos vigilantes despedidos, apenas porque procuravam fazer o melhor possível, o seu trabalho. O que é certo é que passados mais de dez anos nada foi mudado as empresas acomodaram-se, porque este tipo de situação não lhes trás problemas, os responsáveis têm mais que fazer e toda a espécie de gente entra e saia nos HUC, sucedendo-se os episódios de roubos, de visitas fora de horas de intromissões no serviço.
O mais caricato é que toda a gente parecia viver feliz com este estado de coisas e não fora agora a morte de uma senhora ninguém questionava o que está à vista de todos.
Não sei o que vai mudar em termos de segurança nos HUC, mas sei o que devia mudar, mas para que isso aconteça é preciso mexer com poderes instituídos, o que não é fácil, correndo-se o risco de o baraço quebrar para o lado do mais fraco o segurança.

FONTE

quinta-feira, novembro 22, 2007

Manter a segurança exige a “colaboração de todos”


Capitão responsável pelo Destacamento de Cantanhede da GNR, Marco Santos, explicou ao DIÁRIO AS BEIRAS alguns dos factores que levam ao aumento da criminalidade.
Falou muito, disse muito pouco. Ou o Sr. Capitão pretende chegar longe na hierarquia e por isso tem de ser politicamente correcto ou tem medo de falar, pois os saneamentos andam ai.
O crime não diminui em Cantanhede, antes pelo contrário o que acontece como já tenho escrito, é que muita gente não o participa às autoridades, pois sabe de antemão que a queixa se vai perder nos corredores das policias, dos tribunais ou do novo código.
Basta passar junto aos prédios que confinam com as Escolas Básica e Secundária, para vermos jovens a fumar droga. Basta darmos uma volta à noite pelo concelho e não vermos um único guarda, a não ser nalguma operação stop para angariar dinheiro e ajudar no combate ao défice.
A segurança é de facto um trabalho de todos, baseia-se sobretudo na prevenção, e neste particular as nossas forças policiais falham redondamente, não por culpa própria mas por culpa da política do sistema e da falta de efectivos.
O clima de medo e de impunidade que todos sentimos, cria um sentimento de revolta que a breve trecho se vai traduzir numa “colaboração” mais notória a criação de milícias populares para guardar o que é nosso, porque o estado guarda é os gordos burgueses que alimentam ou se alimentam do sistema.