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terça-feira, março 02, 2010

Saúde de sucata


O Centro de Saúde de Miranda do Corvo tem estado na ordem do dia das preocupações do povo de Miranda do Corvo. É que desde a reorganização do sistema de saúde a nível nacional, que levou ao fecho de algumas urgências e outras valências, os mirandenses viram-se privados das urgências permanentes no Centro de Saúde no município e esperam até agora que lhes sejam “dadas” as especialidades prometidas há cerca de dois anos e que ainda não foram implementadas.
Na altura de encerramento das urgências prometeram [o Governo] que criariam consultas especializadas. Seria uma forma de compensarem um pouco o encerramento das urgências e prometeram que iam criar essas consultas, começando imediatamente pela oftalmologia.
O fecho das urgências permanentes do Centro de Saúde de Miranda, somado à falta de médicos na extensão de saúde de Semide tem obrigado a que os mesmos profissionais que assistem os utentes do centro de saúde tenham de desdobrar horários para poderem atender os de Semide.
«O Centro de Saúde de Semide neste momento está sem médicos. São os médicos de Miranda que, para além de resolverem a situação de Miranda, vão, com algum destacamento, a Semide.
Mais promessas xuxialistas que ficaram por cumprir, mais saúde de sucata, produto de um governo de sucata inserido num sistema de sucata.

quarta-feira, janeiro 14, 2009

As Obras ficaram a meio no Mosteiro de Semide


A Câmara Municipal de Miranda do Corvo, face à total inexistência de medidas que levem ao lançamento das obras da 2.ª fase da recuperação do Mosteiro de Semide, voltou a alertar o Governo e a Presidência da República para o estado de degradação em que se encontra este edifício, classificado como monumento nacional.

Segundo nota distribuída à comunicação social, o município mirandense considera que o que se está a passar com este processo é uma autêntica vergonha para o Estado. Foi gasto dinheiro na primeira fase do restauro e a obra ficou inacabada e sem qualquer utilidade.

Neste momento, através do QREN e como o IEFP tem estado disponível para comparticipar a obra dado que necessita de salas para formação profissional, não há razão para a obra não avançar. Recorde-se que numa das outras alas do Mosteiro são realizados cursos pelo CEARTE, que está contudo com carência de espaço.

FONTE

terça-feira, julho 15, 2008

Dois incêndios florestais no distrito de Coimbra


Dois fogos florestais deflagraram ontem nos concelhos de Miranda do Corvo (Semide) e na Figueira da Foz (Paião/Calvete). De acordo com fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro de Coimbra, o primeiro, em Semide, teve início às 16H50. No combate às chamas estiveram envolvidos 87 homens, apoiados por 19 veículos, um heli e um aerotanque. Cerca das 18H30, o incêndio estava circunscrito. Minutos antes, às 17H14, os bombeiros tinham recebido outro alerta para um fogo em Paião. Perto da hora de fecho desta edição, o incêndio estava a ser combatido por 63 elementos com 17 viaturas e dois helis. Em ambas as ocorrências, estiveram 12 corporações de bombeiros.
Começa o flagelo dos incêndios, neste ano com mais meios, mas com pouca prevenção. O erro continua ser o mesmo, começa-se a construir a casa pelo telhado.
Mais uma vez trabalho redobrado para os nossos valorosos bombeiros, que apesar da falta de material, de apoios e de reconhecimento, se agigantam dando por vezes a vida em defesa do nosso património.
Um dia terão o justo reconhecimento pelo seu heróico trabalho.

terça-feira, janeiro 22, 2008

“Roteiro para o Património”.



Naquela que foi a sua primeira deslocação oficial em 2008, Cavaco Silva iniciou ontem, em Coimbra, uma visita de dois dias à Beira e Douro Litoral, no âmbito das II Jornadas do “Roteiro para o Património”.
Saudamos com algumas reservas o patriotismo do Sr. presidente, é que se o mostrou na homenagem que fez ao fundador da nação, já o não demonstra quando vê o nosso país invadido cultural e economicamente pela vampiragem do imperialismo.
Depois no toca à defesa do património só lhe mostraram ou só quis ver a montra, ou melhor não olhou para debaixo do tapete onde existe muito lixo escondido. Uma visita a Semide impunha-se, pois as obras de reconstrução do Mosteiro bem precisam de um empurrãozinho e para terminar uma passagem pelo Mosteiro de Santa Maria de Seiça, na freguesia do Paião, verdadeira vergonha nacional, rematava na perfeição a visita de quem anda tão preocupado com o património.