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sábado, novembro 06, 2010

O capitalismo de estado mostra as suas garras


Não se pode acusar o capitalismo de ser materialista ateu, desumanizado, consumista, apátrida, etc. e depois enveredar pelos mesmos defeitos. Marxismo é o espelho do capitalismo, não vem combatê-lo mas justificá-lo!
Com efeito capitalismo e capitalismo de estado são as duas cabeças da hidra peçonhenta chamada imperialismo.
A chegada do Presidente chinês a Portugal veio acompanhada de uma estranha notícia. O governo comunista imperialista Chinês, pretende comprar a divida portuguesa.
Sabemos como tem sido prejudicial à nossa economia a concorrência desleal das lojas e produtos chineses, podemos então avaliar quais serão s custos que os nossos credores vão exigir.
Mais, o proteccionismo ao imperialismo comunista não fica por aqui, para além de receberem com honras de estado o representante do regime mais repressivo ao cimo da terra ainda proíbem uma manifestação da Amnistia Internacional. No entanto mesmo dia autorizaram uma manifestação de comerciantes chineses. Os estrangeiros podem manifestar-se os portugueses não.
Portugal e a Europa estão a saque. Dois colossos imperialistas sugam-lhe o sangue e comem-lhe a carne. China e USA ajudados pelos lacaios dos governos europeus governam-se à custa de uma Europa fraca e a várias velocidades.
Tianamem, Tibete, Iraque ou Afeganistão, devem estar sempre na nossa memória como formas hediondas de ocupação e imperialismo, mas devemos também ter em conta que a ocupação não sendo militar e ficando-se económica, muitas vezes mascarada de ajuda internacional, também deve ser combatida e denunciada em nome da independência nacional, da cultura e identidade dos povos.

quinta-feira, junho 03, 2010

4 de Junho de 2010 --21º Aniversário do massacre de Tiananmen


Nos primeiros meses de 1989 os estudantes universitários de Pequim começaram a mostrar a sua insatisfação perante a corrupção dos responsáveis chineses, exigindo reformas políticas e económicas. As suas revindicações suscitaram um apoio público crescente e a pouco e pouco começaram a ter lugar manifestações por toda a China. Depressa o movimento alastrou a todo o País. As autoridades não conseguiram deter este movimento e as tensões foram aumentando, principalmente em Pequim, até que em 20 de Maio foi imposta a lei marcial.

Na noite de 3 de Junho tropas fortemente armadas e centenas de tanques de guerra puseram-se em movimento em Pequim, para “limpar” os manifestantes pró-democracia. Muitos civis desarmados, incluindo crianças e idosos, foram mortos por disparos das tropas. Alguns eram meros curiosos que se encontravam nas ruas de acesso à Praça de Tiananmen, onde se concentravam os manifestantes. No dia 4 de Junho as tropas acabaram por controlar Pequim.

Num relatório oficial divulgado no fim de Junho de 1989, as autoridades chinesas reconheciam que mais de 3.000 civis tinham sido feridos e que mais de 200, incluindo 36 estudantes, tinham morrido. Embora os números exactos sejam desconhecidos, há inúmeros indícios de que os dados oficiais são demasiado baixos.

Imediatamente após a repressão militar começou uma caça a todos aqueles que pudessem ter estado envolvidos nas manifestações. Muitos civis foram detidos, torturados e enviados para prisões após julgamentos injustos, sob a acusação de delitos “contra-revolucionários”. As famílias foram perseguidas ocultando que familiares seus tinham sido mortos ou estavam presos na sequência das manifestações pró-democracia. Embora
já sejam toleradas as expressões de luto por parte das Mães de Tiananmen, dezenas de pessoas continuam detidas desde essa ocasião e muitos estão exilados. Todos os anos várias pessoas são detidas ou enviadas para Campos de Reeducação pelo Trabalho (detenção administrativa, sem julgamento) por tentarem assinalar publicamente o acontecimento. Um jornalista, Shi Tao, cumpre uma pena de 10 anos de prisão por ter enviado para os EUA, através da Yahoo, um resumo dum comunicado do Departamento Central de Propaganda da China com directivas sobre o modo como os jornalistas deveriam abordar o 15º aniversário da repressão na praça de Tiananmen. A Yahoo facultou a conta de utilizador ao Governo Chinês, o que constituiu uma das peças fundamentais da sua condenação em tribunal.

O activista dos direitos humanos, Tan Zuoren, foi condenado a 5 anos de prisão, em 9 de Fevereiro de 2010 por ter criticado, através de artigos colocados “on line”, a forma como o Partido Comunista da China e o Governo têm tratado os problemas relacionados com a repressão na Praça de Tiananmen em 1989.
2- Acção em Lisboa no dia 4 de Junho de 2010
O Governo Chinês tem-se recusado a levar a cabo um inquérito aberto, independente e imparcial aos acontecimentos dos dias 3-4 de Junho, apesar dos apelos dos governos estrangeiros. Mas é necessário que a justiça acabe por prevalecer e que as vítimas e suas famílias não sejam esquecidas. Nesse sentido a Amnistia Internacional - Secção Portuguesa - promove uma manifestação em Lisboa, no próximo dia 4 de Junho, 6ª feira, com início às 18horas, no Largo do Chiado, em frente à saída da estação do metropolitano Baixa-Chiado.

Pretende-se alertar o público em geral e a Embaixada da China em Portugal para a necessidade de fazer justiça às vítimas do 4 de Junho de 1989 e para que acabem as perseguições a todos aqueles que têm tentado lembrá-las, dentro da China. Também se pretende fazer uma homenagem às Mães de Tiananmen, cujos filhos foram mortos durante aqueles acontecimentos e que durante anos e anos tiveram de esconder a sua dor.

Será distribuída informação, colhidas assinaturas num abaixo - assinado e exibidos cartazes com fotos de vítimas. Junto a algumas das fotos haverá um ramo de
6 rosas brancas e 4 vermelhas. Estas flores são o símbolo das Mães de Tiananmen. As rosas brancas representam a pureza do coração dos mortos em Tiananmen e as vermelhas a sua paixão.

AI-Portugal, 2 de Junho de 2010

Para mais informações contactar Maria Teresa Nogueira, Telem: 91 952 1266.

quinta-feira, agosto 06, 2009

Aqui se vê a face do PCP


Todos conhecemos o apego do Partido Comunista ao regime que governa China. Os elogios são rasgados, ao ponto de tentarem branquear Tianamen ou defenderem a ocupação militar do Tibete.
Em Portugal o Partido Comunista fala de direitos humanos e de liberdade, coisa que todos sabemos, não abunda nem mesmo nada na China.
Será que o Partido Comunista e em relação aos recentes acontecimentos envolvendo bancos, negociatas, negócios escuros, falcatruas, que tanto defraudaram os investidores e depositantes,preconiza as mesmas penas que os amigos chineses?

quinta-feira, junho 25, 2009

Assassinos imperialistas fora de Portugal


Os nossos governantes parecem ter um fetiche por assassinos corruptos, eles lá saberão porque.
Depois da visita de José Eduardo dos Santos segue-se agora a visita do Presidente Chinês.
Vem negociar a entrada de mais produtos chineses, para tentar acabar de vez coma industria e o comércio nacional.
Seria bom que os nossos governantes se lembrassem da baixa qualidade dos produtos chineses, da falta de segurança dos mesmos e que os baixos custos dessas mercadorias são obtidos à custa de trabalho escravo e infantil. Seria bom que lembrassem também Tianamen e o Tibete. Mas não o farão certamente porque a hipocrisia politica a que estão submetidos não o permite.
No entanto espero bem e procurarei estar presente, que se dê as boas vindas a este politico, que se lhe cause um bom amargo de boca, com uma manifestação a fazer lembrar todos os crimes que o seu país já cometeu e continua a cometer.

domingo, maio 31, 2009

Tiananmen, 20 anos depois


A Nova Ordem Mundial já fez as pazes com Tianamen em nome das trocas comerciais e das mais valias que tem com o regime comunista chinês.
Nós nunca vamos deixar esquecer o massacre de Tianamen e lembraremos que o comunismo o marxismo-leninismo, a esquerda mais ou menos moderna são herdeiras destas tradições e como tal coniventes com um regime politico responsável por mais de 100 milhões de mortos.
Não esqueçam a altura pós 25 de Abril, quando a esquerda que se apossou do poder ajudada pela tropa fandanga, queria meter os “contra-revolucionários” no Campo Pequeno, as razões eram exactamente as mesmas que as invocadas pelos companheiros chineses.

terça-feira, junho 05, 2007

Tiananmen


A China continua a silenciar por completo o massacre da praça de Tiananmen, 18 anos depois. O Governo comunista fez avançar os carros de combate no centro de Pequim, contra os milhares de estudantes que exigiam a democracia para o mais populoso país do mundo. A 4 de Junho de 1989, centenas de pessoas morreram na sangrenta repressão do protesto e nas perseguições que se seguiram.
Não devemos, não podemos deixar esquecer o crime horrendo perpetrado pelo comunismo chinês.