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terça-feira, março 02, 2010

Roma não paga a traidores



"A câmara de Lisboa discute na quarta-feira a contratação da empreitada de restauro e remodelação da Casa dos Bicos para a instalação da Fundação José Saramago, no valor de 2.2 milhões de euros(sem IVA)."
“Roma Não paga a traidores” a frase passou de moda e a tradição já não é o que era. Os novos romanos, os novos senhores do templo, só pagam a traidores a desertores e a corruptos.
São os novos ventos da modernidade que permitem que com dinheiros públicos se patrocine a Fundação de um iberista convicto de uma traidor que acha que estamos melhor governados por Madrid que por Lisboa. Só este simples facto seria o bastante para que o escritor medíocre fosse proibido de entrar em Portugal, mas os comparsas da maçonaria no poder, vão dar-lhe mais uma comenda.
Um profundo grito de revolta deve sair do peito de todos os patriotas, aqueles que generosamente ofereceram a sua vida para que Portugal fosse uma Nação livre e independente dêem estar a dar voltas nos túmulos.
A nova Roma pode pagar a traidores, mas os portugueses, aqueles que amam a sua Pátria, devêm tirar de este acto terrorista e antipatriótico as devidas ilações.
Proponho desde já uma grande manifestação frente à casa dos bicos, eles podem pagar a traidores, mas devem ficar a saber que nós não concordamos.

segunda-feira, janeiro 21, 2008

O triunfo dos porcos


O défice orçamental do ano passado vai ser revisto e baixa e vai ficar abaixo dos 2,4%.
Todos sabemos à custa de quem o governo está conseguir estes resultados. Basta ver que devido aos “erros” no cálculo da inflação já é o quarto ano que os portugueses são aumentados abaixo deste índice.
Seria eticamente recomendável, sobretudo num país que diz caminhar para o socialismo, que a revisão salarial fosse acima da inflação principalmente no que toca aos salários mais baixos, promovendo assim a melhoria de condições de vida de muitos trabalhadores e trabalhando para diminuir as clivagens que no caso de Portugal são absolutamente escandalosas. Vivemos num país onde o salário médio é inferior ao salário mínimo da muitos países da Europa onde dizem que estamos integrados, mas onde e numa afronta a quem vive em condições abaixo do limiar da pobreza os salários dos gestores onde se incluem os do sector estatal são superiores aos dos congéneres europeus. Se fizermos também uma consulta aos lucros do grande capital constatamos também que eles não sentiram a crise antes pelo contrário e que em conta partida as pequenas e medias empresas que são a espinha dorsal do tecido produtivo, vivem com a corda e o credo na garganta. Caminhamos de facto para o socialismo tão bem descrito no Triunfo dos Porcos.