sábado, abril 15, 2006

Grupo Etnográfico recria tradição centenária


Os Feijões que matavam a fome uma vez por ano

Vale mais cair em graça que ser engraçado


Avisámos nove vezes o Ministério da falta de verba.

Figueira da Foz-Reflorestação da Serra da Boa Viagem



A Tertúlia, movimento informal de cidadãos da Figueira da Foz, promove, dia 29, uma campanha cívica de reflorestação da Serra da Boa Viagem, desafiando os figueirenses a participar numa plantação colectiva de pinheiros mansos. A iniciativa, articulada com as entidades públicas que tutelam a serra e o seu coberto florestal, está marcada para as 10h00 na Casa da Vela, onde, numa faixa de terreno preparada para o efeito, cada cidadão poderá plantar “o ‘seu’ pinheirinho”, sendo os rebentos das árvores distribuídos no local. Segundo uma nota divulgada pela Tertúlia - Espaço Aberto ao Debate, o movimento já entregou largas de dezenas de rebentos de pinheiro manso aos participantes num debate recente sobre esta matéria, mas tem ainda cerca de duas centenas para oferecer a 29 de Abril no local, aconselhando apenas os interessados em participar a levar pelo menos uma pequena pá.
Veja aqui

ANGOLA E PORTUGAL A MESMA LUTA


Angola continua a registar uma invasão desenfreada de cidadãos vindos de vários países africanos, sobretudo da República Democrática do Congo, que atravessam as fronteiras rumo às zonas de exploração mineira e aos principais centros urbanos.
A informação foi avançada, ontem, em Luanda, pelo chefe de estado maior da Polícia de Guarda Fronteiras, o sub-comissário, Delfim Calulo, na abertura do seminário de “capacitação de chefes de estado maior e oficiais de operações da Polícia de Guarda Fronteiras”.
“Temos consciência que muito há que fazer, a curto, médio e longo prazo para estancarmos esta imigração ilegal que em certa medida só vem criar grandes problemas de instabilidade, económica, ecológica e política, para além da distorção da nossa cultura”, adiantou Delfim Calulo que falava em representação do comandante da respectiva instituição policial, o comissário Alberto Jorge Antunes.
FONTE

Os deputados mais «gazeteiros»


Carrilho, Marques Mendes, Portas e Jerónimo entre os mais faltosos. Um deputado do PSD foi o que mais faltou. Justificações de ausência só serão conhecidas para a semana.

NUNCA ME ENGANARAM


Veja aqui

sexta-feira, abril 14, 2006

COIMBRA



Situada na margem direita do Rio Mondego, no ponto Oeste-Este, e deixando a zona montanhosa, Coimbra vai espraiar-se numa vasta planície aluvial, situada a 196 quilómetros a Norte de Lisboa e a 115 a Sul do Porto.
O nome primitivo, Aeminium, de origem celta, atesta a origem remota do burgo. Embora fosse um centro de menor projecção que a cercana Conímbriga, Coimbra teve um notável desenvolvimento na época romana, como têm revelado os diversos achados arqueológicos.
Devido à sua posição geográfica, Coimbra foi um importante entreposto comercial entre o Sul, islâmico, e o Norte, cristão, tendo-se aqui estabelecido uma forte comunidade moçárabe que, depois da reconquista definitiva da cidade, em 1064, por Fernando Magno de Leão, levou a efeito, sob égide do Conde Sesnando, a reorganização deste território.
Já no século XII, Coimbra apresentava uma estrutura urbana característica de outras cidades portuguesas localizadas em sítios alcandorados: a cidade alta, intramuros, designada por Alta ou Almedina, onde viviam os aristocratas, os clérigos e mais tarde os estudantes, e os bairros ribeirinhos, do arrabalde, a Baixa buliçosa, com uma população ligada ao comércio, ao artesanato ou mesmo à industria e aos transportes.
A história da cidade desde meados do século XVI a meados do século XX girou sempre em torno da Universidade. É apenas no século XIX que a cidade rompe definitivamente com o seu casco muralhado, crescendo pelas cumeadas e ao longo dos vales. Hoje a Universidade já não tem o relevo de outrora na via económica da cidade, que, para além do comércio e serviços, pretende assumir um papel de relevo no panorama industrial da Região.

Mais sobre Coimbra

MOVIMENTO 560


É fundamental apoiar a produção nacional!
Os portugueses vivem hoje num clima de crise, desde o desemprego, à nossa fraca economia
é certo que quem mais sofre somos nós, mas o que certamente muitas vezes não nos passa pela cabeça é que podemos ter uma certa culpa nesta grave situação. Frequentemente, quando vamos às compras, tentamos ir à procura do produto mais barato, mas o que agora é barato, pode vir a curto prazo, a tornar-se muito caro para todos nós. Desde a mais pequena especiaria ao peixe que comemos, o nosso mercado está inundado por produtos fabricados no estrangeiro. Tendo normalmente esses países uma economia mais forte que a nossa, conseguem vender os seus produtos a um preço mais baixo e, desta forma, somos levados, a comprá-los. Mas, quando o fazemos, estamos a contribuir para um maior crescimento das exportações desses fabricantes estrangeiros e, sem dúvida, por vezes, a tirar postos de trabalho no nosso país. Quando não compramos produtos nacionais e compramos artigos estrangeiros, os nossos fabricantes são obrigados a subir o preço dos seus produtos para compensar as quebras de produção. Ora se os produtos concorrentes já eram mais baratos na origem, isto faz com que os nossos fiquem ainda mais caros. E sendo mais caros, ninguém os compra. Toda esta situação leva posteriormente ao encerramento de muitas empresas e consequentemente ao crescimento do desemprego.

MOVIMENTO 560

O VIRA CASACAS


O líder da federação de Coimbra do PS, Victor Baptista, distanciou-se da anterior recusa da co-incineração em Souselas, concelho de Coimbra, afirmando que esta continuará a ser uma cidade com saúde.

quarta-feira, abril 12, 2006

Divagando

O secretário de Estado Adjunto da Justiça, Conde Rodrigues, explicou na manhã desta quarta-feira, no Parlamento, que a falta de dinheiro para pagar algumas das contas da Polícia Judiciária deve-se a uma gestão deficiente da direcção financeira, acrescentando que o director financeiro é um dos substituídos.
Conheço pessoalmente o anterior Director da PJ, é uma pessoa de uma honestidade a toda a prova.Foi certamente o melhor ou um dos melhores directores que já passaram por este corpo policial.
O secretario de estado tenta agora tapar o sol com uma peneira, e fá-lo de uma maneira que põe em causa o bom-nome da equipe agora demitida.
O único “erro” do Dr. Cabral e dos seus colaboradores directos foi terem-se oposto á instrumentalização da PJ, foi terem saído em defesa da instituição.

Em matéria de criminalidade ficamos a saber que o SEF acredita ter desmantelado uma rede de auxílio à imigração ilegal que, com a colaboração de um funcionário público português, terá conseguido centenas de vistos de trabalho fraudulentos.
Esta rede dirigida por imigrantes com origem nos países de leste, obtinha contratos de trabalho junto de empresários da construção civil.
Mais uma vez que se prova que a imigração sem controlo só beneficia os corruptos que cada vez mais crescem no nosso país.

Entretanto com o aproximar das mini férias os deputados deste país resolveram debandar mais cedo, deixando a Assembleia sem quórum.
Triste pátria que tens esta gente com tua representante.

Quem luta pela nossa maternidade?!


Pergunta o blogue Confraria das Bifanas

XENOFOBIA?!

A Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial criticou a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE ) por ter adoptado o critério "nacionalidade" na inspecção efectuada aos restaurantes chineses, no âmbito da qual foram encerrados 14 estabelecimentos.
A isto chamo racismo e xenofobia pela positiva.
Existem em Portugal uma série de organismos e instituições, que de uma forma oportunista, saem a terreiro não vendo que com a sua atitude acabam somente por defender os criminosos e prevaricadores.
Será que teriam a mesma atitude se a operação visasse, fiscalizar um grupo de tascas, ou os restaurantes de comida Alentejana, por exemplo?
A operação visava inspeccionar restaurantes chineses, caso se baseasse em critérios de nacionalidade, deviam ter também ter visitado as lojas chinesas,
onde sem duvida encontrariam também muitos casos para contra-ordenação , ou mesmo de ilícito criminal.