Sete anos de prisão foi a sentença para o “cabecilha” de um grupo que fez sete assaltos em cinco dias. Três elementos foram absolvidos e um condenado a pena suspensa.
O advogado dos queixosos queria uma pena menor. Apela até para que se modifiquem algumas coisas que se passam na justiça.
Eu também acho que sim. Para começar, penas mais duras para quem comete este tipo de crimes.
Fonte
quarta-feira, maio 31, 2006
Continuam a "tratar-nos da saúde"
A saúde dos portugueses pouco ou nada importa a este governo.
A fobia do fecho de unidades de saúde é uma paranóia sem nexo, apenas ditada por doutrinas economicistas.
Fazem tábua rasa sobre a opinião das populações, mas querem fazer crer que estão a governar para o povo.
Agora correm boatos que vão encerrar a extensão de saúde de Vil de Matos, Coimbra.
Espero que o povo, que anda adormecido, abra de vez os olhos e encerre para sempre a “torneira” que alimenta este sistema.
A fobia do fecho de unidades de saúde é uma paranóia sem nexo, apenas ditada por doutrinas economicistas.
Fazem tábua rasa sobre a opinião das populações, mas querem fazer crer que estão a governar para o povo.
Agora correm boatos que vão encerrar a extensão de saúde de Vil de Matos, Coimbra.
Espero que o povo, que anda adormecido, abra de vez os olhos e encerre para sempre a “torneira” que alimenta este sistema.
terça-feira, maio 30, 2006
Anda tudo louco?!
O primeiro partido declaradamente pedófilo foi criado hoje na Holanda, o NVD (Amor ao próximo, Liberdade e Diversidade), o qual tem como objectivo permitir a pornografia infantil e as relações sexuais entre adultos e crianças.
«Educar as crianças significa também acostumá-las ao sexo. Proibir deixa as crianças mais curiosas», afirmou Ad van den Berg, 62, fundador do partido, em entrevista ao jornal holandês Algemeen Dagblad.
No respectivo site na Internet, o partido afirma que qualquer pessoa que tiver completado 16 anos deveria poder interpretar filmes pornográficos e que a maioridade sexual deveria ser diminuída para os 12 anos.
(Que a Holanda era um país liberal já se sabia. Agora imagine-se juntar a prostituição de montra, as drogas de café ou chá, mais a pedofilia. Sugestão: erga-se um muro em volta do país e faça-se dele uma gigantesca prisão ou manicómio. E sem deixar ninguém fugir, pois claro!)
Pilhado no TOCA E FOGE
«Educar as crianças significa também acostumá-las ao sexo. Proibir deixa as crianças mais curiosas», afirmou Ad van den Berg, 62, fundador do partido, em entrevista ao jornal holandês Algemeen Dagblad.
No respectivo site na Internet, o partido afirma que qualquer pessoa que tiver completado 16 anos deveria poder interpretar filmes pornográficos e que a maioridade sexual deveria ser diminuída para os 12 anos.
(Que a Holanda era um país liberal já se sabia. Agora imagine-se juntar a prostituição de montra, as drogas de café ou chá, mais a pedofilia. Sugestão: erga-se um muro em volta do país e faça-se dele uma gigantesca prisão ou manicómio. E sem deixar ninguém fugir, pois claro!)
Pilhado no TOCA E FOGE
Futebol faz parar deputados

Para quem já está habitualmente parado a diferença não será muita.
Antes parados que a fazer as asneiras do costume.
Já agora não se esqueçam do andebol, do basquetebol, do atletismo, do judo, do rugby, do ténis e do pau com os ursos.
Pelo distrito
A imprensa distrital é hoje forte em noticias nada agradáveis.
O distrito de Coimbra e a zona Centro, eram noutros tempos, locais de algum sossego e onde a criminalidade era pouca.
Infelizmente, o sistema que os nossos políticos criaram para nós, afastou a oferta de trabalho do Distrito, mas em contrapartida tem trazido muito do pior em termos de segurança.
Três indivíduos, oriundos da Guiné, foram detidos por suspeita de falsificação de documentos e auxílio à imigração ilegal. Os suspeitos, com idades entre os 25 e os 30 anos, “circulavam” na zona de Coimbra e Grande Lisboa.
Continua a saga do enriquecimento através da imigração ilegal. Portugal e a Europa, nada fazem para travar este fluxo, que apenas serve a redes de tráfico humano e os empresários corruptos. É a escravatura do sec. XXI disfarçada de fins humanitários.
Mas não se ficam por aqui as tristes notícias. A mesma quantidade de detenções, desta feita ligadas ao crime de tráfico de droga. Voltamos à mesma conversa. Outro tipo de criminalidade para a qual o sistema não tem resposta. O “negócio” faz-se à descarada, nas barbas das autoridades que impotentes vão fazendo o que podem, porque mais não lhes deixam, emperrados nos direitos humanos dos criminosos, porque o povo; esse não tem direitos.
Por outro lado o sistema e os seus aliados, punem “ exemplarmente” quem se atreva a afronta-los. A benevolência, a compreensão e outros chavões, que os novos Senhores do templo usam para desculpabilizar a escumalha que todos os dias põem em risco a nossa segurança, desaparece por milagre e as punições ganham contornos de perseguição politica.
O distrito de Coimbra e a zona Centro, eram noutros tempos, locais de algum sossego e onde a criminalidade era pouca.
Infelizmente, o sistema que os nossos políticos criaram para nós, afastou a oferta de trabalho do Distrito, mas em contrapartida tem trazido muito do pior em termos de segurança.
Três indivíduos, oriundos da Guiné, foram detidos por suspeita de falsificação de documentos e auxílio à imigração ilegal. Os suspeitos, com idades entre os 25 e os 30 anos, “circulavam” na zona de Coimbra e Grande Lisboa.
Continua a saga do enriquecimento através da imigração ilegal. Portugal e a Europa, nada fazem para travar este fluxo, que apenas serve a redes de tráfico humano e os empresários corruptos. É a escravatura do sec. XXI disfarçada de fins humanitários.
Mas não se ficam por aqui as tristes notícias. A mesma quantidade de detenções, desta feita ligadas ao crime de tráfico de droga. Voltamos à mesma conversa. Outro tipo de criminalidade para a qual o sistema não tem resposta. O “negócio” faz-se à descarada, nas barbas das autoridades que impotentes vão fazendo o que podem, porque mais não lhes deixam, emperrados nos direitos humanos dos criminosos, porque o povo; esse não tem direitos.
Por outro lado o sistema e os seus aliados, punem “ exemplarmente” quem se atreva a afronta-los. A benevolência, a compreensão e outros chavões, que os novos Senhores do templo usam para desculpabilizar a escumalha que todos os dias põem em risco a nossa segurança, desaparece por milagre e as punições ganham contornos de perseguição politica.
segunda-feira, maio 29, 2006
A Questão de Olivença é reportada pela CIA (“The World Factbook")
Divulgação 06-2006
A Questão de Olivença é reportada pela CIA (“The World Factbook")
O Relatório Informativo da CIA de 2006 (“The World Factbook") dá notícia dolitígio que opõe Portugal e Espanha a propósito de Olivença:«Disputes - international: Portugal does not recognize Spanish sovereigntyover the territory of Olivenza based on a difference of interpretation of
the 1815 Congress of Vienna and the 1801 Treaty of Badajoz»
O assunto é explicado por Carlos Luna (membro da Direcção do GAO), em
artigo que se transcreve:
AS HESITAÇÕES DA C.I.A.
Tudo começou em 2003. A instituição norte-americana C.I.A. publica, desde há muito, uma espécie de relatório anual, o "The World Factbook", agora na"Internet". Esse relatório, actualizado anualmente, contém dados de todo o tipo sobre todos os países e territórios do mundo. Como estatística. Não se trata de uma selecção com intuitos políticos, ainda que, como sabemos, nada seja neutro neste mundo.
No que toca a disputas territoriais, eram assinaladas mais de 160,incluindo
discordâncias fronteiriças entre o México e os próprios Estados Unidos. O que era novidade era a inclusão de mais uma disputa. De facto,lia-se, no que a Portugal dizia respeito: "Portugal tem periodicamente reafirmado reivindicações sobre os territórios em redor da cidade deOlivença (Espanha)".
Claro que, no que a Espanha se referia, também era assinalada a disputa:"Os
habitantes de Gibraltar votaram esmagadoramente em referendo contra o"acordo de total partilha de soberania" discutido entre a Espanha e o Reino Unido para mudar trezentos anos de governo da colónia; Marrocos protesta contra o controle espanhol sobre os enclaves costeiros de Ceuta, Melilla, o Peñon de Velez de la Gomera, as ilhas de Peñon de Alhucemas, as ilhas Chafarinas e as águas circundantes; Marrocos rejeita também o traçado unilateral de uma linha média a partir das Canárias em 2002 para estabelecer limites à exploração de recursos marinhos e interdição de
refugiados; Marrocos aceitou que os pescadores espanhóis pescassem temporariamente na costa do Sahará Ocidental, depois de um derrame de crude
ter sujado bancos de pesca espanhóis; Portugal tem periodicamente reafirmado reivindicações sobre os territórios em redor da cidade de
Olivenza (Espanha)".
A disputa de Olivença surgia, pois, naturalmente, entre outras reivindicações ibéricas e mais de uma centena e meia de outras por todo o mundo.
As reacções em Espanha, todavia, excederam o compreensível. Vários jornais noticiaram que a C.I.A. comparava Olivença a Caxemira e a Gaza, e davam a entender que a C.I.A. via movimentos terroristas (?) na Terra das Oliveiras. Chegou-se ao cúmulo de se fazerem entrevistas com autoridades locais, que troçaram da estupidez da C.I.A. e desafiaram os seus agentes a procurar terroristas por aqueles lados. Nenhum, mas nenhum mesmo, jornal ou revista espanhóis publicou o texto original da C.I.A.! E isto apesar de todos terem recebido, repetidas vezes, o mesmo, em inglês, castelhano,português, e catalão !
O mais bizarro sucederia no ano seguinte. A C.I.A. reformulou o seu relatório, e, no que toca a Olivença, 2004 viu surgir a espantosa afirmação de que "alguns grupos portugueses mantêm reivindicações adormecidas sobre os territórios cedidos a Espanha em redor da Cidade de Olivenza". Note-se que este discurso é, quase palavra por palavra, o discurso "oficial" espanhol sobre este contencioso.
Era possível, todavia, fazer pior. Em 2005, desaparecia do relatório da C.I.A. qualquer referência a Olivença. Portugal, no que toca a disputas/reivindicações internacionais, surgia classificado com um "none"(isto é, "nenhuma"; uma só palavra...talvez para poupar espaço...
A bizarria ia mais longe. Um pequeno mapa de Espanha acompanhava o texto sobre este país. Pela primeira vez, Olivença surgia nele. Ao lado de cidades como Córdova, Sevilha, Granada, Madrid (naturalmente), Valladolid,e outras, todas capitais de províncias, não o sendo a cidade em litígio.Duma forma afinal cómica, o Mapa não mostrava cidades como Badajoz,Cáceres, Mérida, Salamanca, ou Pamplona. Era evidente que "Olivenza" foraincluída, digamos, "à força".
O que causa espanto e indignação neste caso é a facilidade com que aC.I.A., tida como a mais poderosa e "sabedora" organização de informaçõesdo mundo, antes decerto de se informar, por exemplo, junto do Governo Português, se foi aparentemente deixando "seduzir" por pontos de vistaespanhóis.
Felizmente, em 2006, a situação foi recolocada em termos, em geral,correctos. Decerto "alguém" do Estado Português, verificando o erro, se deu ao trabalho de informar a C.I.A. de que Portugal mantém mesmo reservas sobre a soberania espanhola em Olivença. Recorde-se que esta questão ganhou nova importância com o Alqueva, dados os problemas ligados à posse das águas no Guadiana.
Assim, desde Maio de 2006, pode-se ler na "CIA Homepage", sobre Portugal,no que toca a disputas internacionais, o seguinte: "Portugal não reconhecea soberania espanhola sobre o território de Olivença com base numa diferença de interpretação do Congresso de Viena de 1815 e do Tratado de Badajoz de 1801." No que a Espanha diz respeito, pode ler-se : "em 2003, os habitantes de Gibraltar votaram esmagadoramente, por referendo, a favor depermanecerem como colónia britânica, e contra uma solução de "partilha total de soberania", exigindo também participação em conversações entre o Reino Unido e a Espanha. A Espanha desaprova os planos do Reino Unido no sentido de dar maior autonomia a Gibraltar; Marrocos contesta o domínio da,Espanha sobre os enclaves costeiros de Ceuta, Melilla, e sobre as ilhas Peñon de Velez de la Gomera, Peñon de Alhucemas e Ilhas Chafarinas, e as águas adjacentes; Marrocos funciona como a mais importante base de migração ilegal do Norte de África com destino a Espanha; Portugal não reconhece a soberania espanhola sobre o território de Olivença com base numa diferença de interpretação do Congresso de Viena de 1815 e do Tratado de Badajoz de 1801."
A ver vamos se esta "versão", que é razoavelmente correcta, se mantém, e se o Estado Português estará atento a novas "alterações".Na verdade, o conflito (pacífico) fica circunscrito às suas verdadeiras dimensões: um entre outros da Península Ibérica, e entre mais de centena e meia de outros por esse mundo fora, que os interessados deverão resolver quando surgir ocasião. Como deve ser sempre.O que, afinal, já tinha sido escrito em 2003.
Estremoz, 28-Maio-2006
Carlos Eduardo da Cruz Luna
Lisboa, 28-05-2006.
Grupo dos Amigos de Olivença
A Questão de Olivença é reportada pela CIA (“The World Factbook")
O Relatório Informativo da CIA de 2006 (“The World Factbook") dá notícia dolitígio que opõe Portugal e Espanha a propósito de Olivença:«Disputes - international: Portugal does not recognize Spanish sovereigntyover the territory of Olivenza based on a difference of interpretation of
the 1815 Congress of Vienna and the 1801 Treaty of Badajoz»
O assunto é explicado por Carlos Luna (membro da Direcção do GAO), em
artigo que se transcreve:
AS HESITAÇÕES DA C.I.A.
Tudo começou em 2003. A instituição norte-americana C.I.A. publica, desde há muito, uma espécie de relatório anual, o "The World Factbook", agora na"Internet". Esse relatório, actualizado anualmente, contém dados de todo o tipo sobre todos os países e territórios do mundo. Como estatística. Não se trata de uma selecção com intuitos políticos, ainda que, como sabemos, nada seja neutro neste mundo.
No que toca a disputas territoriais, eram assinaladas mais de 160,incluindo
discordâncias fronteiriças entre o México e os próprios Estados Unidos. O que era novidade era a inclusão de mais uma disputa. De facto,lia-se, no que a Portugal dizia respeito: "Portugal tem periodicamente reafirmado reivindicações sobre os territórios em redor da cidade deOlivença (Espanha)".
Claro que, no que a Espanha se referia, também era assinalada a disputa:"Os
habitantes de Gibraltar votaram esmagadoramente em referendo contra o"acordo de total partilha de soberania" discutido entre a Espanha e o Reino Unido para mudar trezentos anos de governo da colónia; Marrocos protesta contra o controle espanhol sobre os enclaves costeiros de Ceuta, Melilla, o Peñon de Velez de la Gomera, as ilhas de Peñon de Alhucemas, as ilhas Chafarinas e as águas circundantes; Marrocos rejeita também o traçado unilateral de uma linha média a partir das Canárias em 2002 para estabelecer limites à exploração de recursos marinhos e interdição de
refugiados; Marrocos aceitou que os pescadores espanhóis pescassem temporariamente na costa do Sahará Ocidental, depois de um derrame de crude
ter sujado bancos de pesca espanhóis; Portugal tem periodicamente reafirmado reivindicações sobre os territórios em redor da cidade de
Olivenza (Espanha)".
A disputa de Olivença surgia, pois, naturalmente, entre outras reivindicações ibéricas e mais de uma centena e meia de outras por todo o mundo.
As reacções em Espanha, todavia, excederam o compreensível. Vários jornais noticiaram que a C.I.A. comparava Olivença a Caxemira e a Gaza, e davam a entender que a C.I.A. via movimentos terroristas (?) na Terra das Oliveiras. Chegou-se ao cúmulo de se fazerem entrevistas com autoridades locais, que troçaram da estupidez da C.I.A. e desafiaram os seus agentes a procurar terroristas por aqueles lados. Nenhum, mas nenhum mesmo, jornal ou revista espanhóis publicou o texto original da C.I.A.! E isto apesar de todos terem recebido, repetidas vezes, o mesmo, em inglês, castelhano,português, e catalão !
O mais bizarro sucederia no ano seguinte. A C.I.A. reformulou o seu relatório, e, no que toca a Olivença, 2004 viu surgir a espantosa afirmação de que "alguns grupos portugueses mantêm reivindicações adormecidas sobre os territórios cedidos a Espanha em redor da Cidade de Olivenza". Note-se que este discurso é, quase palavra por palavra, o discurso "oficial" espanhol sobre este contencioso.
Era possível, todavia, fazer pior. Em 2005, desaparecia do relatório da C.I.A. qualquer referência a Olivença. Portugal, no que toca a disputas/reivindicações internacionais, surgia classificado com um "none"(isto é, "nenhuma"; uma só palavra...talvez para poupar espaço...
A bizarria ia mais longe. Um pequeno mapa de Espanha acompanhava o texto sobre este país. Pela primeira vez, Olivença surgia nele. Ao lado de cidades como Córdova, Sevilha, Granada, Madrid (naturalmente), Valladolid,e outras, todas capitais de províncias, não o sendo a cidade em litígio.Duma forma afinal cómica, o Mapa não mostrava cidades como Badajoz,Cáceres, Mérida, Salamanca, ou Pamplona. Era evidente que "Olivenza" foraincluída, digamos, "à força".
O que causa espanto e indignação neste caso é a facilidade com que aC.I.A., tida como a mais poderosa e "sabedora" organização de informaçõesdo mundo, antes decerto de se informar, por exemplo, junto do Governo Português, se foi aparentemente deixando "seduzir" por pontos de vistaespanhóis.
Felizmente, em 2006, a situação foi recolocada em termos, em geral,correctos. Decerto "alguém" do Estado Português, verificando o erro, se deu ao trabalho de informar a C.I.A. de que Portugal mantém mesmo reservas sobre a soberania espanhola em Olivença. Recorde-se que esta questão ganhou nova importância com o Alqueva, dados os problemas ligados à posse das águas no Guadiana.
Assim, desde Maio de 2006, pode-se ler na "CIA Homepage", sobre Portugal,no que toca a disputas internacionais, o seguinte: "Portugal não reconhecea soberania espanhola sobre o território de Olivença com base numa diferença de interpretação do Congresso de Viena de 1815 e do Tratado de Badajoz de 1801." No que a Espanha diz respeito, pode ler-se : "em 2003, os habitantes de Gibraltar votaram esmagadoramente, por referendo, a favor depermanecerem como colónia britânica, e contra uma solução de "partilha total de soberania", exigindo também participação em conversações entre o Reino Unido e a Espanha. A Espanha desaprova os planos do Reino Unido no sentido de dar maior autonomia a Gibraltar; Marrocos contesta o domínio da,Espanha sobre os enclaves costeiros de Ceuta, Melilla, e sobre as ilhas Peñon de Velez de la Gomera, Peñon de Alhucemas e Ilhas Chafarinas, e as águas adjacentes; Marrocos funciona como a mais importante base de migração ilegal do Norte de África com destino a Espanha; Portugal não reconhece a soberania espanhola sobre o território de Olivença com base numa diferença de interpretação do Congresso de Viena de 1815 e do Tratado de Badajoz de 1801."
A ver vamos se esta "versão", que é razoavelmente correcta, se mantém, e se o Estado Português estará atento a novas "alterações".Na verdade, o conflito (pacífico) fica circunscrito às suas verdadeiras dimensões: um entre outros da Península Ibérica, e entre mais de centena e meia de outros por esse mundo fora, que os interessados deverão resolver quando surgir ocasião. Como deve ser sempre.O que, afinal, já tinha sido escrito em 2003.
Estremoz, 28-Maio-2006
Carlos Eduardo da Cruz Luna
Lisboa, 28-05-2006.
Grupo dos Amigos de Olivença
O figurão da semana

A concentração bancária em Portugal é comparável à de outros países de pequena dimensão. A situação é normal para um país da nossa dimensão. É um sector onde há concorrência." Foi assim que Vítor Constâncio, governador do Banco de Portugal, respondeu ontem ao diagnóstico feito na quarta-feira pelo presidente da Autoridade da Concorrência, segundo o qual o sector bancário nacional evidencia um dos mais elevados níveis de concentração da Europa.
Afinal havia outra

Timor-Leste é um intrincado de etnias e grupos linguísticos. Há 16 línguas nacionais e outros tantos dialectos. Os grupos em confronto ‘lorosae’ e ‘loromono’ incluem as três principais etnias do país: makasai, dunak e kaladi.
domingo, maio 28, 2006
A Portuguesa
O Último Reduto escreve sobre a forma como é tratado o Hino Nacional durante os jogos de futebol.
Hoje ao assistir à queda da selecção de sub 21 e pude constatar, que também os jogadores não o fazem da forma mais correcta. Coisas do futebol moderno onde os “dinheiros” estão acima de outros valores.
Não fiquem a pensar que eu acho que todos os jogadores de futebol, são todos iguais, certamente muitos jogaram por amor à camisola. Agora lanço um desafio a todos. Existe alguma semelhança entre a forma de viver o Hino Nacional, quando assistimos a um jogo da nossa equipe de rugby? O fervor patriótico o amor à pátria esta bem patente na forma como vivem o momento.
Enfim coisas dos tempos que correm.
Hoje ao assistir à queda da selecção de sub 21 e pude constatar, que também os jogadores não o fazem da forma mais correcta. Coisas do futebol moderno onde os “dinheiros” estão acima de outros valores.
Não fiquem a pensar que eu acho que todos os jogadores de futebol, são todos iguais, certamente muitos jogaram por amor à camisola. Agora lanço um desafio a todos. Existe alguma semelhança entre a forma de viver o Hino Nacional, quando assistimos a um jogo da nossa equipe de rugby? O fervor patriótico o amor à pátria esta bem patente na forma como vivem o momento.
Enfim coisas dos tempos que correm.
sábado, maio 27, 2006
sexta-feira, maio 26, 2006
Museu de Tanoaria abre as portas ao público

Dia 28 de Maio é inaugurado o Museu da Tanoaria na Quinta da Paiva em Miranda do Corvo, este é um passo importante no desenvolvimento do Núcleo Museológico da A.D.F.P.
Cinco freguesias de Cantanhede em risco de perder extensões de saúde
São Caetano, Corticeiro de Cima, Vilamar, Murtede e Bolho podem perder extensões de saúde.
Continua a saga do fecho de serviços de saúde. Continua a visão economicista relativamente à política de saúde.
Quanto tempo mais, os portugueses vão deixar estar à frente dos destinos da nação, gente deste calibre?
Incompetentes, seguidistas, traidores, vendedores da banha da cobra.
Continua a saga do fecho de serviços de saúde. Continua a visão economicista relativamente à política de saúde.
Quanto tempo mais, os portugueses vão deixar estar à frente dos destinos da nação, gente deste calibre?
Incompetentes, seguidistas, traidores, vendedores da banha da cobra.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


