Está de parabéns Manuel Azinhal pelo terceiro aniversário do
O Sexo dos Anjos.
segunda-feira, julho 31, 2006
Partidocracia
O Centro de Saúde de Arganil entrou ontem em funcionamento, um ano e meio depois de ter sido inaugurado, em vésperas de eleições.
O sistema fez uma “inauguração de paredes”, perfeitamente "eleitoralista".
O sistema fez uma “inauguração de paredes”, perfeitamente "eleitoralista".
Pombal – Cavaco diz que não é com milagres que o país avança
Presente nas cerimónias das Festas do Bodo, que decorrem até hoje, o chefe de Estado apelou “às nossas próprias forças” para tornar Portugal competitivo.
Cavaco Silva evocou a lenda de N.ª Sr.ª de Jerusalém, que está na origem das Festas do Bodo de Pombal, para dizer que actualmente, em Portugal, “não podemos esperar um novo milagre do Bodo”, considerando que “os desafios que enfrentamos têm de ser ultrapassados com as nossas próprias forças”.
Nem vai lá com Cavacos, Sócrates e outros políticos do sistema.
Os regimes partidocráticos só conseguiram perdurar, na medida em que o mecanismo foi falseado, isto é, em que artifícios escondidos asseguravam o funcionamento. No momento em que a partidocracia é real e sinceramente consequente com os seus princípios, corre para a anarquia. Esta última hipótese é sustentada pelos neomarxistas que reclamam em altos gritos uma «democracia» total, isto é, a perfeita anarquia de que contam ser os únicos senhores.
Uma longa prática do partidocratismo conduz ao desgaste de uma nação. O partidocratismo baseia todo o seu estilo apenas na astúcia, e esta é inoperante se não se apoiar na força.
O partidocratismo ignorou os ensinamentos da História, e a sua febril agitação conduziu-o a perder contacto com as realidades. Em virtude de desenvolver, hipertrofiar as suas qualidades de astúcia, de negociação, e de associar estas práticas a crenças falsamente humanitárias, debilita-se e corre para a sua própria perda.
O uso prolongado deste sistema conduz a uma selecção falsa. As elites deste sistema têm eminentes qualidades de velhacaria mas, por não conservarem as da virilidade, de nada servem. O sistema torna-se um fim em si próprio, a função apaga a missão.
O partidocratismo na fase à qual assistimos neste momento, está fora da nação. É a guarda pretoriana dos partidos.
As qualidades exigidas para a profissão de politiqueiro partidocrático — e, como tal, as exigidas para o recrutamento de equipas de renovação — constituem as próprias condições da morte do sistema. Todo o jogo político do sistema é uma competição de demagogia. A longo prazo este estilo de combate deve levar todos os que o praticam à exclusão de toda a forma de luta. A selecção final saída desta competição é tóxica.
O partidocratismo teve um segundo sopro de vida quando aceitou no seu jogo o comunismo e quando pensou poder vencê-lo pelo desgaste, pelo cansaço, pela manha, pela corrupção. Este foi corrompido pelas delícias da vida, como o socialismo o foi pela vida burguesa. Mas o parlamentarismo quis limitar-se a opor a astúcia ao marxismo, que associa esta à força, daí o seu ressurgimento sob novas fórmulas.
Nenhuma reforma do partidocratismo é possível, está condenado a desaparecer por causa das suas práticas de falsa selecção. Hoje, na Europa, os homens que reúnem as qualidades da força e da inteligência, quer dizer, as da virtude no sentido tradicional do termo estão fora da classe dirigente, o que é sinal de próximas alterações.
Cavaco Silva evocou a lenda de N.ª Sr.ª de Jerusalém, que está na origem das Festas do Bodo de Pombal, para dizer que actualmente, em Portugal, “não podemos esperar um novo milagre do Bodo”, considerando que “os desafios que enfrentamos têm de ser ultrapassados com as nossas próprias forças”.
Nem vai lá com Cavacos, Sócrates e outros políticos do sistema.
Os regimes partidocráticos só conseguiram perdurar, na medida em que o mecanismo foi falseado, isto é, em que artifícios escondidos asseguravam o funcionamento. No momento em que a partidocracia é real e sinceramente consequente com os seus princípios, corre para a anarquia. Esta última hipótese é sustentada pelos neomarxistas que reclamam em altos gritos uma «democracia» total, isto é, a perfeita anarquia de que contam ser os únicos senhores.
Uma longa prática do partidocratismo conduz ao desgaste de uma nação. O partidocratismo baseia todo o seu estilo apenas na astúcia, e esta é inoperante se não se apoiar na força.
O partidocratismo ignorou os ensinamentos da História, e a sua febril agitação conduziu-o a perder contacto com as realidades. Em virtude de desenvolver, hipertrofiar as suas qualidades de astúcia, de negociação, e de associar estas práticas a crenças falsamente humanitárias, debilita-se e corre para a sua própria perda.
O uso prolongado deste sistema conduz a uma selecção falsa. As elites deste sistema têm eminentes qualidades de velhacaria mas, por não conservarem as da virilidade, de nada servem. O sistema torna-se um fim em si próprio, a função apaga a missão.
O partidocratismo na fase à qual assistimos neste momento, está fora da nação. É a guarda pretoriana dos partidos.
As qualidades exigidas para a profissão de politiqueiro partidocrático — e, como tal, as exigidas para o recrutamento de equipas de renovação — constituem as próprias condições da morte do sistema. Todo o jogo político do sistema é uma competição de demagogia. A longo prazo este estilo de combate deve levar todos os que o praticam à exclusão de toda a forma de luta. A selecção final saída desta competição é tóxica.
O partidocratismo teve um segundo sopro de vida quando aceitou no seu jogo o comunismo e quando pensou poder vencê-lo pelo desgaste, pelo cansaço, pela manha, pela corrupção. Este foi corrompido pelas delícias da vida, como o socialismo o foi pela vida burguesa. Mas o parlamentarismo quis limitar-se a opor a astúcia ao marxismo, que associa esta à força, daí o seu ressurgimento sob novas fórmulas.
Nenhuma reforma do partidocratismo é possível, está condenado a desaparecer por causa das suas práticas de falsa selecção. Hoje, na Europa, os homens que reúnem as qualidades da força e da inteligência, quer dizer, as da virtude no sentido tradicional do termo estão fora da classe dirigente, o que é sinal de próximas alterações.
Verba do Sobral Cid usada para apoiar Académica
A Inspecção-Geral de Saúde detectou irregularidades na gestão de verbas por parte dos administradores do Hospital Sobral Cid.
As melhores instituições legais, as estruturas de um Estado, nada podem se não forem apoiadas, reforçadas pela existência de uma moral, de um estilo de vida, de uma disciplina de sociedade. A abundância de leis, na partidocracia decadente, demonstra que só a coerção consegue manter esse edifício podre.
As melhores instituições legais, as estruturas de um Estado, nada podem se não forem apoiadas, reforçadas pela existência de uma moral, de um estilo de vida, de uma disciplina de sociedade. A abundância de leis, na partidocracia decadente, demonstra que só a coerção consegue manter esse edifício podre.
domingo, julho 30, 2006
Comboio humanitário atacado


Um comboio de ajuda humanitária foi atacado esta sexta-feira, no Sul do Líbano, por aviões israelitas.
Mais uma prenda com muito “amor” do terrorismo sionista.
sábado, julho 29, 2006
sexta-feira, julho 28, 2006
Vôo militar dos EUA gera protestos na Grã-Bretanha

A hipocrisia dos Estados Unidos relativamente ao conflito entre Israel e Líbano, está bem documentada nesta notícia.
Enquanto cinicamente apelam à paz, pelas costas continuam a fornecer munições a Israel. Para os defensores do imperialismo americano, mais uma prova de que devem arrepiar caminho. Porque hoje o Líbano amanhã Portugal, é preciso travar a cobiça e o expansionismo, americano-sionista.
quinta-feira, julho 27, 2006
Co-incineração
O secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, afirmou quarta-feira em Setúbal que o «debate político a favor da co-incineração está ganho» e que a oposição já não tem argumentos nem capacidade inventiva para travar o processo, noticia a agência Lusa.
O debate político pode estar ganho, mas o povo saberá ganhar nas ruas o que os partidos do sistema cozinharam.
O debate político pode estar ganho, mas o povo saberá ganhar nas ruas o que os partidos do sistema cozinharam.
Grupo Recreativo Mirandense
O grupo comemora hoje a suas bodas de diamante.
A actividade principal do grupo é a Banda Filarmónica, que vive, actualmente, um dos momentos altos da sua história, com uma orquestra pujante e jovem, uma escola de música muito participada e um entusiasmo militante ímpar.
Para mais uma associação que luta para promover a cultura no nosso pais , os nossos votos sinceros de parabéns e que contém por muitos anos.
A actividade principal do grupo é a Banda Filarmónica, que vive, actualmente, um dos momentos altos da sua história, com uma orquestra pujante e jovem, uma escola de música muito participada e um entusiasmo militante ímpar.
Para mais uma associação que luta para promover a cultura no nosso pais , os nossos votos sinceros de parabéns e que contém por muitos anos.
Mais uma fábrica a fechar
Encerra no final do mês a Fábrica das Alcatifas da Lousã Carvalhos L.da, que foi uma das empresas mais sólidas do país no sector têxtil. Chegou a empregar 250 pessoas e a produzir 8.000 metros quadrados de alcatifa por dia. O negócio foi decaindo e actualmente apenas 30 funcionários asseguram a produção.
A falta de protecção á nossa industria, a concorrência de produtos vindos de países onde os factores de produção tornam os produtos mais baratos, muitas vezes através do recurso a mão-de-obra escrava ou infantil, vão a pouco e pouco diminuindo o tecido empresarial em Portugal. O caminho está aberto ás grandes multinacionais apátridas.
As promessas de Abril vão a pouco e pouco caindo, os ricos estão cada vez mais ricos, os pobres e mesmo a classe média sobrevivem, os políticos do sistema como hiena s e abutres participam do festim.
Da garganta sai-me um grito de revolta. Eu estou disposto a lutar pela minha liberdade.
«Dizer liberdade é dizer força, poder, potência sobre alguém ou sobre alguma coisa. Se prolongarmos esta ideia, ainda vaga de uma potência até ao seu ponto de aplicação social ou pessoal, que encontramos nós? (…): é uma autoridade…
Quando a doutrina liberal põe em oposição liberdade e autoridade, ela opõe termos que não representam senão uma só e a mesma coisa, em dois estados da sua produção.»
«Que é, pois, uma liberdade? Um poder. Aquele que nada pode, de modo algum é livre. (…)
CHARLES MAURRAS
A liberdade é um estado conquistado, uma condição garantida pela força. Tudo o que existe na natureza é livre, na medida em que se faz respeitar.
A liberdade é tudo quanto há de mais ameaçado na ordem da natureza. Tudo o que cerca uma liberdade tem interesse em contestá-la ou em suprimi-la. Pode-se e deve-se mesmo afirmar que é mais correcto falar em liberdades do que em liberdade, no singular.
Os homens, as nações, são livres, na medida em que são capazes, pela sua força, de fazer valer e respeitar esse estado.
O caminho da liberdade passa pelo do poder. A liberdade dos fracos é uma ingenuidade para utilização demagógica e eleitoral: Os fracos nunca foram livres e nunca o serão. Só existe a liberdade para os fortes.
O que quer ser livre deve ser poderoso. Cada uma das nossas liberdades foi adquirida após numerosos combates sangrentos e cada uma delas só será mantida, na medida em que pudermos fazer demonstração de força susceptível de desencorajar os que quiserem privar-nos dela. Sabemos como estas liberdades estão perpetuamente ameaçadas. Quer como indivíduo, quer como nação, sabemos que a fonte da liberdade é o poder.
Se quisermos conservar a primeira devemos cultivar a segunda. São inseparáveis.
A falta de protecção á nossa industria, a concorrência de produtos vindos de países onde os factores de produção tornam os produtos mais baratos, muitas vezes através do recurso a mão-de-obra escrava ou infantil, vão a pouco e pouco diminuindo o tecido empresarial em Portugal. O caminho está aberto ás grandes multinacionais apátridas.
As promessas de Abril vão a pouco e pouco caindo, os ricos estão cada vez mais ricos, os pobres e mesmo a classe média sobrevivem, os políticos do sistema como hiena s e abutres participam do festim.
Da garganta sai-me um grito de revolta. Eu estou disposto a lutar pela minha liberdade.
«Dizer liberdade é dizer força, poder, potência sobre alguém ou sobre alguma coisa. Se prolongarmos esta ideia, ainda vaga de uma potência até ao seu ponto de aplicação social ou pessoal, que encontramos nós? (…): é uma autoridade…
Quando a doutrina liberal põe em oposição liberdade e autoridade, ela opõe termos que não representam senão uma só e a mesma coisa, em dois estados da sua produção.»
«Que é, pois, uma liberdade? Um poder. Aquele que nada pode, de modo algum é livre. (…)
CHARLES MAURRAS
A liberdade é um estado conquistado, uma condição garantida pela força. Tudo o que existe na natureza é livre, na medida em que se faz respeitar.
A liberdade é tudo quanto há de mais ameaçado na ordem da natureza. Tudo o que cerca uma liberdade tem interesse em contestá-la ou em suprimi-la. Pode-se e deve-se mesmo afirmar que é mais correcto falar em liberdades do que em liberdade, no singular.
Os homens, as nações, são livres, na medida em que são capazes, pela sua força, de fazer valer e respeitar esse estado.
O caminho da liberdade passa pelo do poder. A liberdade dos fracos é uma ingenuidade para utilização demagógica e eleitoral: Os fracos nunca foram livres e nunca o serão. Só existe a liberdade para os fortes.
O que quer ser livre deve ser poderoso. Cada uma das nossas liberdades foi adquirida após numerosos combates sangrentos e cada uma delas só será mantida, na medida em que pudermos fazer demonstração de força susceptível de desencorajar os que quiserem privar-nos dela. Sabemos como estas liberdades estão perpetuamente ameaçadas. Quer como indivíduo, quer como nação, sabemos que a fonte da liberdade é o poder.
Se quisermos conservar a primeira devemos cultivar a segunda. São inseparáveis.
quarta-feira, julho 26, 2006
Câmara festeira
A Orquestra Clássica do Centro (OCC) e o Departamento de Cultura da Câmara de Coimbra promovem, amanhã, no Teatro da Cerca de S. Bernardo, um concerto de homenagem a Carlos Encarnação, o presidente do Município.
Não haja duvida, os políticos do sistema tem todos a mania das grandezas. O povo continua a pagar estas homenagens encomendadas, sim porque a crise é só para alguns.
Não haja duvida, os políticos do sistema tem todos a mania das grandezas. O povo continua a pagar estas homenagens encomendadas, sim porque a crise é só para alguns.
Câmara caloteira

Três anos após a inauguração da sede da delegação da Figueira da Foz da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), a Câmara Municipal local ainda não saldou uma alegada dívida de "cerca de 90 mil euros" à instituição.
Danos colaterais
Quatro observadores das Nações Unidas morreram esta terça-feira à noite no bombardeamento aéreo israelita do seu posto em khiam, no Sul do Líbano, revelaram os serviços de segurança libaneses e o embaixador norte-americano na ONU, John Bolton, escreve a agência Lusa.
Dano colaterais porque não são israelitas, caso contrário seria terrorismo, racismo, holocausto, ou inquisição.
Dano colaterais porque não são israelitas, caso contrário seria terrorismo, racismo, holocausto, ou inquisição.
terça-feira, julho 25, 2006
BLOCO CENTRAL & Cª
O encerramento, no distrito de Coimbra, de 38 empresas nos últimos quatro anos, seis delas já em 2006, com o consequente desaparecimento de 5650 postos de trabalho, fez aumentar para cerca de 17 mil o número de desempregados inscritos nos centros de emprego, sendo a grande parte mulheres (mais de 9500).
Estes números foram conseguidos com a “ajuda” do Bloco Central e demais associados.
Os portugueses precisam perceber o logro, a campanha da venda da banha de cobra, muito bem montada. Falar em socialismo e depois atacar o povo.
A nação socialista interessa-se pelos que produzem. Defendo a sua hegemonia na vida económico-política do Estado. Se há uma classe vertical particularmente interessante é a dos trabalhadores. Amanhã, o comando estará nas suas mãos.
Na República Social dos Trabalhadores não haverá que falar de «direito ao trabalho» mas sim de «obrigação de trabalho».
A classe média e a burguesia oferecem-nos espécimes interessantes, cheios de iniciativa, duros no trabalho, criadores, desde o operário até ao chefe de empresa.
Esta espécie de homens constitui a classe dos produtores e criadores de trabalho e de riqueza. Outra faceta desta burguesia são os especuladores, borguistas, parasitas, tudo isso é a sua parte desonesta.
Leis sobre trabalho obrigatório deveriam ser aplicadas sem hesitação. Os filhos ociosos e inúteis desta burguesia apodrecida trocarão o seu carro de «sport» pela pá e as discotecas pelo campo de trabalho, que fará deles homens.
Portanto, dividido a burguesia em elementos positivos e negativos e evito a generalização estéril e injusta, que consistiria em aprovar ou condenar em bloco uma das actuais classes sociais.
A classe operária também tem os seus inúteis e contém — em potência —, no seu seio, exploradores pelo menos tão ávidos como alguns dos que conhecemos hoje. Apresenta igualmente os seus elementos socialmente pouco positivos, como o desempregado crónico, o burocrata, com o seu clero politiqueiro. A luta contra o parasitismo constituir uma tarefa importante entre as que o socialismo que defendo tem por fim.
Sou partidário da livre iniciativa e da economia livre, na medida em que a liberdade não é desordem e desregramento. Além disso, os imperativos estratégicos devem ter prioridade sobre a livre concorrência.
Estes números foram conseguidos com a “ajuda” do Bloco Central e demais associados.
Os portugueses precisam perceber o logro, a campanha da venda da banha de cobra, muito bem montada. Falar em socialismo e depois atacar o povo.
A nação socialista interessa-se pelos que produzem. Defendo a sua hegemonia na vida económico-política do Estado. Se há uma classe vertical particularmente interessante é a dos trabalhadores. Amanhã, o comando estará nas suas mãos.
Na República Social dos Trabalhadores não haverá que falar de «direito ao trabalho» mas sim de «obrigação de trabalho».
A classe média e a burguesia oferecem-nos espécimes interessantes, cheios de iniciativa, duros no trabalho, criadores, desde o operário até ao chefe de empresa.
Esta espécie de homens constitui a classe dos produtores e criadores de trabalho e de riqueza. Outra faceta desta burguesia são os especuladores, borguistas, parasitas, tudo isso é a sua parte desonesta.
Leis sobre trabalho obrigatório deveriam ser aplicadas sem hesitação. Os filhos ociosos e inúteis desta burguesia apodrecida trocarão o seu carro de «sport» pela pá e as discotecas pelo campo de trabalho, que fará deles homens.
Portanto, dividido a burguesia em elementos positivos e negativos e evito a generalização estéril e injusta, que consistiria em aprovar ou condenar em bloco uma das actuais classes sociais.
A classe operária também tem os seus inúteis e contém — em potência —, no seu seio, exploradores pelo menos tão ávidos como alguns dos que conhecemos hoje. Apresenta igualmente os seus elementos socialmente pouco positivos, como o desempregado crónico, o burocrata, com o seu clero politiqueiro. A luta contra o parasitismo constituir uma tarefa importante entre as que o socialismo que defendo tem por fim.
Sou partidário da livre iniciativa e da economia livre, na medida em que a liberdade não é desordem e desregramento. Além disso, os imperativos estratégicos devem ter prioridade sobre a livre concorrência.
CRISE ! QUE CRISE?
Manuel Alegre com reforma milionária
Mais de três mil euros mensais por poucos meses de trabalho na RDP. Vice-presidente da AR garante que não se lembrava que tinha direito à reforma e diz que vai receber «um terço» enquanto for deputado.
Mais de três mil euros mensais por poucos meses de trabalho na RDP. Vice-presidente da AR garante que não se lembrava que tinha direito à reforma e diz que vai receber «um terço» enquanto for deputado.
segunda-feira, julho 24, 2006
O CHUCHALISTA
Não são carne, nem peixe, os chuchalistas,
São vírus parasita do sistema
Que tem no compadrio único lema
E se propaga célere nas listas
São mestres do disfarce e vigaristas,
De todas as campanhas são o tema,
Poluem um partido, entram no esquema,
Conhecem do poder todas as pistas.
Exímio defensor do capital,
Tem um perfil e pose democrata
Quando prega o amor ao social.
Ó chuchalista fino e de gravata,
Pra pregares aos pobres a moral,
Precisas de ter mesmo muita lata!
Pilhado aqui
São vírus parasita do sistema
Que tem no compadrio único lema
E se propaga célere nas listas
São mestres do disfarce e vigaristas,
De todas as campanhas são o tema,
Poluem um partido, entram no esquema,
Conhecem do poder todas as pistas.
Exímio defensor do capital,
Tem um perfil e pose democrata
Quando prega o amor ao social.
Ó chuchalista fino e de gravata,
Pra pregares aos pobres a moral,
Precisas de ter mesmo muita lata!
Pilhado aqui
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