domingo, outubro 01, 2006

Batalha do Buçaco e Penacova


A ler no Blogue Bem Dizer Penacova.

APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas


Comunicado

Titanic

Bruxelas volta à normalidade após várias noites de motins

A morte de Fayçal Chaaban, um criminoso de 25 anos que se encontrava detido na prisão de Vorst (Bruxelas), em circunstâncias alegadamente “suspeitas” levou ao desencadear de uma série de motins na capital da Bélgica. No passado dia 24 de Setembro (Domingo) de madrugada, cerca de 10 carros foram incendiados em Bruxelas e na noite seguinte (25 de Setembro) vários carros e montras foram vandalizados e uma loja e cinco carros foram incendiados. A polícia deteve 10 “jovens”, que entretanto foram libertados.

A violência voltou a Bruxelas na noite de 26 de Setembro. Desta vez os motins centraram-se na zona de Marollen, perto da Estação Midi. Grupos de “jovens” atiraram pedras aos transeuntes e a carros que passavam, as janelas de carros estacionados foram partidas, paragens de autocarro desfeitas, carros incendiados e uma loja foi saqueada. Foram também lançados dois cocktails molotov contra o hospital S. Pedro, um dos principais de Bruxelas. A polícia deteve 45 amotinados, sendo que um deles será julgado por ter atacado o dono de uma loja. Segundo Freddy Thielemans, presidente da câmara de Bruxelas, os 45 “jovens” detidos eram já conhecidos pela polícia, sendo responsáveis por 242 crimes.

Na noite de 27 de Setembro a polícia deteve 53 “jovens”, incluindo 19 menores, no bairro de Marollen, palco de violentos motins na noite anterior. A situação parece, para já, ter regressado à “normalidade”.

Fonte: Brussels Journal

sexta-feira, setembro 29, 2006

quinta-feira, setembro 28, 2006

28 de Setembro

Convém não esquecer esta data.
O sistema começou a aprender neste dia como se construía uma inventona.
De então para cá tem vindo a refinar a estratégia, que na altura serviu para levar ao poder o estalinismo. Hoje em dia a história é mais bem montada por exemplo com 150 000 empregos.

Vinte meses à espera de consulta no hospital

O sistema com o andar dos anos vai vendendo o país ao capitalismo.
Sectores da economia que deviam estar nas mãos do Estado, vão a pouco e pouco sendo privatizados.
Nem a saúde escapa às negociatas. O actual ministro veio acelerar a tendência, ao ponto de algumas clínicas privadas já se perfilharem para substituir as unidades que vão fechando.
Casos como este vão ser habituais.
Quem pode tem vai ter saúde, quem não pode vai arrastar-se nas intermináveis listas de espera dos hospitais e terá a saúde que o sistema muito bem quiser.

Movimento “Nascer na Figueira” entrega na ARS mais de 8 mil assinaturas

O Movimento “Nascer na Figueira” vai entregar ao presidente da ARS, o abaixo-assinado contra o encerramento do bloco de partos. E aproveita para questionar se o Governo vai investir na unidade de cuidados intensivos polivalentes, para manter o Serviço de Urgência.

MANIFESTAÇÃO DE POLÍCIAS


Apelo para a sua presença na manifestação de polícias no dia 28 de Setembro, com início às 17.30 horas na Praça do Comércio, associando-se a estes, às suas famílias.
Devemos estar solidários com os agentes António Ramos e António Cartaxo, vítimas de perseguição injusta por parte do sistema, apenas por ousarem dizer as verdades!
Devemos estar solidários com os agentes da polícia que lutam por condições dignas de trabalho, face a uma criminalidade crescente, claramente associada à imigração descontrolada.

quarta-feira, setembro 27, 2006

Nacionalização

Durante a tarde de ontem, a Johnson Controls anunciou o encerramento por fases da unidade de Nelas, até Julho de 2007, deixando cerca de 650 pessoas desempregadas.
O capitalismo investe no estrangeiro com o único fim de pagar salários inferiores. É nesse aspecto que o capitalismo de puro proveito é frequentemente incívico e antinacional.
Estas práticas são contrárias aos interesses nacionais, por um lado, e permitem a chantagem em relação à mão-de-obra assalariada, por outro.
Os próprios interesses financeiros exercem simultaneamente a chantagem e a corrupção em relação aos governos europeus, sob a ameaça de lock-out ou de «transferências de indústria».
Os grandes «trusts» mundiais deverão ser combatidos por duas razões peremptórias: a primeira, pela prática que consiste em expatriar indústrias de interesse estratégico; a segunda, pelo processo de comprimir os salários argumentando que, eles são mais baixos nos países subdesenvolvidos, travando assim toda a expansão social
Se tivéssemos um governo preocupado com o povo, a fabrica seria imediatamente nacionalizada e a gestão entregue a uma comissão de trabalhadores.
Como quem manda em Portugal é o grande capital apátrida os nossos governantes metem o rabo entre as pernas. Afinal o ordenado deles está garantido.

FONTE

LATADA 2006


O ambiente que antecede a latada já está ao rubro.
Esperemos que a festa seja rija e que se liberte dos problemas do ano passado.
Cinco mil caloiros praxados nas ruas

Cultura e desporto dão início à Festa das Latas

Recinto da Latada sofre alterações

Cartaz da Latada apresentado



Conforme forem surgindo noticias, iremos actualizando o blogue.
Não deixe no entanto de visitar as últimas actualizações do blogue.
Veja aqui

terça-feira, setembro 26, 2006

Exemplo

O novo primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, prometeu esta terça-feira acelerar as reformas estruturais lançadas pelo seu antecessor.
Apesar de ser um dos países mais desenvolvidos do mundo, o Japão atravessa desde há alguns anos uma fase de abrandamento da economia, ligada ao envelhecimento da população, e tem actualmente uma dívida pública que atinge os 170 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).
Para dar o exemplo da importância que atribui à política orçamental rigorosa lançada pelo seu antecessor, e nomeadamente «à redução das despesas inúteis», Shinzo Abe anunciou hoje a intenção de reduzir o seu salário de primeiro-ministro em 30 por cento e os salários dos seus ministros em 10 por cento.
Sr. Eng. José Sócrates tenha a coragem de seguir este exemplo. Quem manda pode.

A estratégia da mentira

A ler no BATALHA FINAL

Comunicado da APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas



Obviamente!

No fim da semana passada, o Ministro da Saúde Correia de Campos (MSCC), através de entrevista à Lusa e artigo de opinião no "Público", teve a oportunidade de, mais uma vez, manifestar a sua visão sobre o contributo da sua acção para fazer face à "evolução dramática da natalidade" (PM à AR, em 27/4/06).
No jornal "Público", apontou vários caminhos que deverão ser seguidos "para os jovens casais desatarem a procriar", "se quisermos passar dos 1,4 para 1,8 filhos por mulher em idade fértil".
1.4 para 1.8?
Mas o MSCC não sabe ainda que o valor desejável é 2.1 ou superior? Onde é que foi inventar 1.8?
E isto é "desatar a procriar"?
Já na entrevista à Lusa, manifestou o seu "enorme desagrado" por, com a actual lei, "apenas se praticarem 1.000 abortos por ano nos hospitais públicos", atribuindo-o à "relutância de médicos, enfermeiros e administrativos do sector", quando comparado com o que se passa em Espanha, com uma lei idêntica à anterior! Atribuiu esse facto a "uma razão muito simples: em Espanha, o sistema público de saúde tem uma grande participação do sector convencionado e foi organizado um modelo em que se paga a IVG (aborto) praticada pelo sector privado a um preço definido."
"Isto levou a que as clínicas privadas especializadas se organizassem e oferecessem estes serviços com alta qualidade e a preços relativamente acessíveis", precisou o MSCC.
Para percebermos melhor o alcance do pensamento do MSCC, em Espanha realizam-se mais de 80.000 abortos por ano ao abrigo da tal lei parecida com a nossa, com o tal enorme empenho do sector privado. Uma vez que a população espanhola é 4 vezes superior à portuguesa, o MSCC só se sentirá realizado quando Portugal passar dos 1.000 para os 20.000 abortos por ano, 19.000 dos quais com o desejado empenho do sector privado pago pelo dinheiro dos contribuintes!
Uma vez que o número anual de nascimentos é de 109.000, a que corresponde a taxa de 1.4, o MSCC quer ver reduzido este número para 90.000, a que corresponderá uma taxa de 1.15... (curiosamente a taxa que foi conseguida pelos "nuestros hermanos" com a tal ajuda do sector privado). Conseguirá, deste modo, fechar mais umas maternidadezitas, poupando mais uns cobres para financiar as clínicas abortivas privadas.
Para o MSCC, os dinheiros públicos devem ser prioritariamente gastos a abortar, financiando o gigantesco negócio das clínicas abortivas, enquanto verdadeiros doentes, alguns filhos dos tais "jovens casais que não podem desatar a procriar", vêm as comparticipações dos medicamentos e consultas a diminuírem!
Não há uma única reclamação de, a alguém, ter sido recusado o recurso ao aborto dentro do previsto na lei! Não há uma única mulher presa por ter abortado! Pelo contrário, existem milhares de reclamações pelos péssimos serviços prestados a doentes verdadeiros, assim como pelas péssimas condições em que muitos profissionais procuram fazer milagres! Mas o MSCC acusa-os da sua relutância em "fechar os olhos" e "contornar a lei" para que se façam mais abortos"! E espera que o sector privado, pago por dinheiros públicos, o faça!
Isto é próprio de um "Ministro da Saúde"?
Pelo contrário, não há uma única mulher que tenha sido dissuadida de matar o seu filho na barriga e foi apoiada pelas associações de apoio a grávidas em risco, que se tenha arrependido ou apresentado queixa por não o ter feito!
Não será melhor um maior apoio a este trabalho tão meritório, feito com imensas dificuldades?
Mas se isto até parece razoável para o MSCC, já não o é para o simples cidadão Correia de Campos (scCC)!
Na referida entrevista à Lusa, o MSCC afirma que se vai empenhar a fundo na campanha pela liberalização do aborto, mas como simples cidadão! Ou seja, enquanto o PM está preocupado pela dramática evolução da taxa de natalidade, o scCC, investido como MSCC, está a usar o cargo para tornar a situação ainda mais dramática!
Para, tanto o scCC como o MSCC, a gravidez é uma doença sexualmente transmissível, cujo combate é prioritário!
A APFN questiona:
O que pensa o Ministro das Finanças sobre a utilização que o seu ainda colega MSCC pensa em dar aos tão escassos dinheiros públicos, reduzindo ainda mais o número de futuros contribuintes?
O que pensa o Ministro do Trabalho e Segurança Social desta tão grande militância para ratar ainda mais a base da abusivamente designada "pirâmide etária", arrumando de vez com o famigerado e já viciado Relatório de Sustentabilidade da Segurança Social?
Como é que o Primeiro-Ministro irá passar a classificar a previsível queda da taxa de natalidade com tanto empenho do ainda seu Ministro da Saúde? O que pensa fazer perante tanta cegueira e falta de senso?

Só pode ser "Obviamente, demito-o"!

24 de Setembro de 2006

APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas

Manifestação Anti-Racista no Porto



Para o Sistema o racismo é uma via de sentido único, logo tem todo o gosto em nos fazer pagar, através dos nossos impostos,os insultos gratuitos da peça "os negros", um manifesto exemplo de racismo, só que neste caso anti-branco.
Dia 30 de Setembro de 2006 pelas 21h vamos protestar contra esta situação frente ao Teatro Nacional São João, na Praça da Batalha, onde esta peça está em cena. O pedido de autorização já deu entrada no respectivo Governo Civil.

É fartar vilanagem II

Funcionários consulares apresentam queixa-crime contra o MNE

É fartar vilanagem

Escola de Mira e DREC “ofereceram” vaga a vereadora