segunda-feira, dezembro 04, 2006

Pequenos hospitais sem urgências


O ministro da saúde prepara-se para fechar mais urgências.
Dêem-se ao trabalho e vão espreitar a urgência dos hospitais centrais. Vão deparar com um “espectáculo” indescritível, vergonhoso e inaceitável, apenas comparavel à ante câmara de entrada de um formigueiro, onde além dos doentes se movimentam dezenas de familiares.
Por outro lado os nossos bombeiros vão começar a fazer de parteiros e de médicos, tais serão os casos em que durante a viagem para o hospital, onde vão ter de prestar cuidados, muito para além da sua formação.
Este ministro este governo andam a “tratar-nos da saúde”. É preciso vir para a rua e protestar, é preciso resistir. Temos de ser nós a 2tratar de saúde” ao governo xuxialista.

Reforma compulsiva?

A Companhia de Operações Especiais da GNR está a treinar o Grupo de Intervenção e Segurança Prisional (GISP), um corpo de elite, para intervir em casos de extrema violência e de tomada de reféns nas cadeias.O último treino, com a duração de duas semanas, terminou na última sexta-feira, em instalações cedidas pelo Exército, na Escola Prática de Infantaria, em Mafra.

O chefe desta força de elite da Guarda Prisional, que, por razões de segurança, não pode ser identificado, disse ao Correio da Manhã que o perigo é crescente nas cadeias portuguesas: “No dia-a-dia, deparamo- -nos com situações cada vez mais violentas, graças à presença de reclusos altamente perigosos, ligados ao crime organizado e às Máfias de Leste”, garante.

Depois destas declarações, é muito natural que quem as proferiu seja um sério candidato à reforma compulsiva.

ALAMEDA DIGITAL



Surgiu um novo número, o terceiro, da Alameda Digital.

domingo, dezembro 03, 2006

"Manias" e escolhas

O Euro Ultramarino lança-me um desafio ao qual já tinha respondido há poucos dias, lembro no entanto que alguns daqueles que desafiei ainda não se confessaram publicamente.
Por mail o Restaurador da Independência lançou-me outro repto, nomear os melhores blogues de 2006. Dentro em breve terminarei a minha votação.
Aproveito para divulgar a eleição e o desafio:
• Melhor Blogue de Vila Viçosa (para aqueles que acompanham de perto os blogues Calipolenses);
• Melhor Blogue Alentejano;
• Melhor Blogue Nacional;
• Melhor Blogue Individual Masculino;
• Melhor Blogue Individual Feminino;
• Melhor Blogue Colectivo;
• Melhor Blogue Humorístico;
• Melhor Blogue Temático;
• Melhor Blogue Desportivo;
• Blogue Revelação do Ano;
• Melhor Blogger;
• Melhor Template.
Como regulamento, refiro que não devem votar nos vossos próprios blogues e em blogues colectivos que participem. Devem votar até ao dia 20 de Dezembro deste ano para a contagem de votos e classificação. Deverão indicar 3 blogues por cada categoria.

Apelo ainda que caso vos seja possível que divulguem esta eleição para os melhores blogues 2006.

Desde já agradeço a vossa atenção e colaboração, e fico à espera dos vossos votos.

Juventude sacrificada, velhice abandonada


Governo vai rever subsídio que seria atribuído aos combatentes

Gala de Natal dos Bombeiros da Mealhada


FONTE

O país está a mudar


Só os críticos que passam a vida a difamar o Governo é que não reparam que o país está diferente. É isso que dizem os ministros e Sócrates. Eu também vejo algumas mudanças. Em Coimbra o país mostra que está a mudar: a fila para a cozinha económica não aumentou muito, no entanto agravaram-se as necessidades extremas e é cada vez maior o número dos que não têm dinheiro para pagar a refeição. Há portugueses a passar fome, mas para este flagelo social, não existe nenhum choque tecnológico, nenhuma sala de chuto nem flexisegurança.

Lisboa - Tiroteio em colectividade de Marvila


A criminalidade anda de braço dado com a imigração descontrolada.
Por mais que o sistema tente encobrir, os factos acabam por pôr a nu a realidade que nos querem esconder.
Todos os dias os jornais trazem noticias de crimes perpetrados por imigrantes, sendo que são cada vez mais violentos.
Ignorar que a imigração tem aumentado a criminalidade é tão errado como ver em cada imigrante um criminoso.
Nós sabemos fazer a distinção. Os imigrantes são tão vítimas do sistema como nós.
No entanto para a escumalha que a coberto de um sistema permissivo, invade o nosso país e o põe a ferro e fogo, só existe um caminho repatriação já.

FÓRUM TERCEIRA VIA


Um novo fórum está desde hoje on line.
Inscreva-se, divulgue, participe.

sábado, dezembro 02, 2006

MULHER & ABORTO


A APFN congratula-se com a presença, em Portugal, de Norma McCorvey, mais conhecida por "Roe", responsável pela liberalização do aborto nos E.U.A.
Espera que, à semelhança de Roe, e seguindo o seu exemplo, os promotores da liberalização do aborto em Portugal também abram os olhos à realidade e passem a lutar pela dignidade da mulher, lutanto pela sua protecção assim como do(s) seu(s) filho(s).
Nunca é tarde para mudar mas, quanto mais tarde, pior!

2 de Dezembro de 2006
APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas

Rua 3A à Urbanização da Ameixoeira
Área 3, Lote 1, Loja A
1750-084 Lisboa

Tel: 217 552 603- 917 219 197

Fax: 217 552 604

TERCEIRA VIA


O SG Buiça, sempre que visita este meu humilde espaço fica horrorizado com as minhas posições anti capitalistas sobretudo quando elas dão “machadadas” no seu expoente máximo o imperialismo sionista americano.
Chega mesmo a questionar se um dia não serão aqui publicadas no blogue fotos da fina flor do marxismo.
Fique descansado que nunca me verá na companhia de tal gente, pois como demonstra a foto, os capitalistas de estado procuram sempre outras companhias.
O caricato da questão está sobretudo no facto de expressões como “lacaios do imperialismo americano”, provocarem sempre comichões quer na direita quer na esquerda. Para os primeiros é estranho que defendendo valores tradicionais a corrente politica em que me insiro defenda também acerrimamente os trabalhadores e um regime em que estes detenham o poder. Para os segundos trata-se do uso abusivo de expressões por eles “patenteadas”, causando-lhes também estranheza esta nossa grande preocupação pela justiça social.
É uma nova ordem que nasce por todo o mundo, a que associo o termo Terceira Via, e que não tem na sua base ideológica o materialismo, nem como base politica a partidocracia.
A Revolução Francesa de 1789 foi o primeiro acontecimento a impulsionar o materialismo para um cenário mundial. Nos dois séculos seguintes, esta tendência sistemática para negar na teoria e na prática a realidade da Alma e do Espírito, cresceu nas suas diversas formas, ao ponto de hoje ameaçar cobrir todo o globo. O Materialismo, na sua guerra contra o Espírito, tem tomado diversas formas: uns têm promovido os seus objectivos com grande subtileza, enquanto outros têm-se caracterizado por uma alarmante falta de arte, mas ambos têm contribuído, com maior ou menor grandeza, para o crescente declínio da Humanidade. As formas que, no nosso tempo, têm provocado mais estragos são: Capitalismo e o Capitalismo de Estado. Cada um destes credos materialistas de base é filosoficamente errado e desacreditado na prática. Mais, qualquer destes sistemas é condenável sem reserva, e afirma pelo que me oporei a todas as formas de Materialismo.
Se o materialismo é a base ideológica do sistema a partidocracia é a base politica.
Neste particular os regimes partidocráticos só conseguiram perdurar, na medida em que o mecanismo foi falseado, isto é, em que artifícios escondidos asseguravam o funcionamento. No momento em que a partidocracia é real e sinceramente consequente com os seus princípios, corre para a anarquia. Esta última hipótese é sustentada pelos neomarxistas que reclamam em altos gritos uma «democracia» total, isto é, a perfeita anarquia de que contam ser os únicos senhores.
Uma longa prática do partidocratismo conduz ao desgaste de uma nação. O partidocratismo baseia todo o seu estilo apenas na astúcia, e esta é inoperante se não se apoiar na força.
O partidocratismo ignorou os ensinamentos da História, e a sua febril agitação conduziu-o a perder contacto com as realidades. Em virtude de desenvolver, hipertrofiar as suas qualidades de astúcia, de negociação, e de associar estas práticas a crenças falsamente humanitárias, debilita-se e corre para a sua própria perda.
O uso prolongado deste sistema conduz a uma selecção falsa. As elites deste sistema têm eminentes qualidades de velhacaria mas, por não conservarem as da virilidade, de nada servem. O sistema torna-se um fim em si próprio, a função apaga a missão.
O partidocratismo na fase à qual assistimos neste momento, está fora da nação. É a guarda pretoriana dos partidos.
As qualidades exigidas para a profissão de politiqueiro partidocrático — e, como tal, as exigidas para o recrutamento de equipas de renovação — constituem as próprias condições da morte do sistema. Todo o jogo político do sistema é uma competição de demagogia. A longo prazo este estilo de combate deve levar todos os que o praticam à exclusão de toda a forma de luta. A selecção final saída desta competição é tóxica.
O partidocratismo teve um segundo sopro de vida quando aceitou no seu jogo o comunismo e quando pensou poder vencê-lo pelo desgaste, pelo cansaço, pela manha, pela corrupção. Este foi corrompido pelas delícias da vida, como o socialismo o foi pela vida burguesa. Mas o parlamentarismo quis limitar-se a opor a astúcia ao marxismo, que associa esta à força, daí o seu ressurgimento sob novas fórmulas.
Os que estão deste lado da baricada lutam pela República Social dos Trabalhadores, ou seja por uma nação socialista.
A nação socialista interessa-se pelos que produzem. Queremos a sua hegemonia na vida económico-política do Estado. Se há uma classe vertical particularmente interessante é a dos trabalhadores. Amanhã, o comando estará nas suas mãos.
Na República Social dos Trabalhadores não haverá que falar de «direito ao trabalho» mas sim de «obrigação de trabalho».
A classe média e a burguesia oferecem-nos espécimes interessantes, cheios de iniciativa, duros no trabalho, criadores, desde o operário até ao chefe de empresa.
Esta espécie de homens constitui a classe dos produtores e criadores de trabalho e de riqueza. Outra faceta desta burguesia são os especuladores, borguistas, parasitas, tudo isso é a sua parte desonesta.
Leis sobre trabalho obrigatório serão aplicadas sem hesitação. Os filhos ociosos e inúteis desta burguesia apodrecida trocarão o seu carro de «sport» pela pá e as discotecas pelo campo de trabalho, que fará deles homens.
Portanto, dividimos a burguesia em elementos positivos e negativos e evitamos a generalização estéril e injusta, que consistiria em aprovar ou condenar em bloco uma das actuais classes sociais.
A classe operária também tem os seus inúteis e contém — em potência —, no seu seio, exploradores pelo menos tão ávidos como alguns dos que conhecemos hoje. Apresenta igualmente os seus elementos socialmente pouco positivos, como o desempregado crónico, o burocrata, com o seu clero politiqueiro. A luta contra o parasitismo constituirá uma tarefa importante entre as que o nosso socialismo tem por fim.
Somos partidários da livre iniciativa e da economia livre, na medida em que a liberdade não é desordem e desregramento. Além disso, os imperativos estratégicos devem ter prioridade sobre a livre concorrência

Orfeon Académico de Coimbra distinguido na Gala Amália Rodrigues


O Orfeon Académico de Coimbra recebeu o prémio Amália Rodrigues para a categoria “Música Sinfónica”. A gala realizou-se no Teatro Municipal S. Luíz, em Lisboa

CRISE! QUE CRISE?

Lucros da Galp crescem 7% para 723 milhões

Mais de 150 crianças usadas em assaltos no multibanco


Há duas semanas, a PSP do Porto surpreendeu dois menores romenos precisamente por assaltos a utilizadores de caixas multibanco. Trata-se de uma rapariga de 12 anos e um rapaz de 10, que, num período de cinco dias, reincidiram no crime. Têm, no entanto, o benefício de ser inimputáveis, em razão da idade, pelo que não podem ser formalmente detidos - no máximo, apenas podem ser levados ao Tribunal de Menores para aplicação de medidas cautelares.

TAVEIRO - Agricultores querem limpeza da Vala do Sul

Os nossos governantes perdem muitas vezes o nosso tempo e dinheiro em estudos e mais estudos, que normalmente nunca servem para nada, ou então servem para fechar serviços.
Se descessem do alto da sua cátedra e ouvissem quem está no terreno muito dinheiro se pouparia e evitavam-se muitas asneiras.
Como neste caso em que “fala” quem sabe.
O mais certo é não serem ouvidos. Depois da tragédia ninguém vai ter culpa. Quanto à melhor e maior produção agrícola, o sistema quer lá saber, se calhar até são campos para fechar.

sexta-feira, dezembro 01, 2006

Proprietário foi algemado, amordaçado e agredido


Uma ourivesaria situada na Rua Cândido dos Reis (entre o Casino e o Jardim) foi ontem assaltada na Figueira da Foz tendo os assaltantes algemado e amordaçado o proprietário, desferindo-lhe ainda algumas facadas no rosto e nos olhos deixando-o gravemente ferido.

A ourivesaria em causa, localizada na Rua Cândido dos Reis, é antiga, mas muita gente desconhece, pois situa-se no interior de uma residência com janelas para a rua, que funcionam durante o dia como expositores/montra. Pelo que fomos sabendo no local, falava-se de dois indivíduos que, depois de esvaziarem o cobre fugiram de carro a alta velocidade.
Durante a semana a vizinhança diz que foi frequente ver dois indivíduos, com aparência de estrangeiros, andarem por ali, mas não dando azo a qualquer suspeita. Ontem, cerca das 9h25, deu-se o assalto e foi o proprietário que, mesmo algemado e amordaçado, veio à janela pedir socorro. Os dois indivíduos, que aparentavam cerca de 30 anos e ser de Leste, entraram na ourivesaria com uns papeis, sugerindo ao proprietário fazer um determinado contrato. Como recusou, começaram a agredi-lo.

Marcha Comemorativa do 1º de Dezembro no Porto

quinta-feira, novembro 30, 2006

REAL PANTEÃO DOS BRAGANÇAS – ARTE E MEMÓRIA


Está a chegar às bancas o novo livro lançado pela Antília Editora. Da autoria de Paulo Dias, licenciado em história pela Universidade de Lisboa.
O autor expõe com grande riqueza de pormenores as circunstancias históricas, politicas, sociais e morais que determinaram a importância das exéquias e pompas fúnebres dos Príncipes e infantes da Casa de Bragança e certas atitudes perante a morte, os cultos prestados às pessoas reais.

Informações: E-Mail

D. João IV


Filho de D. Teodósio, duque de Bragança e de D. Ana Velasco, casou em 1633 com D. Luísa de Gusmão, espanhola da casa de Medina Sidónia.

Já em 1638, os conjurados da Revolução de 1640 tinham procurado obter a aceitação de D. João para uma revolta contra Espanha. Mas as hesitações, ou cautelas, do duque fizeram levantar a hipótese de se conseguir o regresso do infante D. Duarte, solução que falhou, tendo-se mesmo encarado a instauração de uma república, nos moldes da das Províncias Unidas.

A verdade é, que depois da sua aclamação como rei a 15 de Dezembro de 1640, todas as hesitações desapareceram e D. João IV fez frente às dificuldades com um vigor que muito contribuiu para a efectiva restauração da independência de Portugal. Da actividade global do seu reinado, deveremos destacar o esforço efectuado na reorganização do aparelho militar - reparação das fortalezas das linhas defensivas fronteiriças, fortalecimento das guarnições, defesa do Alentejo e Beira e obtenção de material e reforços no estrangeiro; a intensa e inteligente actividade diplomática junto das cortes da Europa, no sentido de obter apoio militar e financeiro, negociar tratados de paz ou de tréguas e conseguir o reconhecimento da Restauração; a acção desenvolvida para a reconquista do império ultramarino, no Brasil e em Africa; a alta visão na escolha dos colaboradores; enfim, o trabalho feito no campo administrativo e legislativo, procurando impor a presença da dinastia nova.

Quando morreu, o reino não estava ainda em segurança absoluta, mas D. João IV tinha-lhe construído umas bases suficientemente sólidas para vencer a crise. Sucedeu-lhe D. Afonso VI, seu segundo filho.