quarta-feira, janeiro 31, 2007
terça-feira, janeiro 30, 2007
Movimento "Parque Verde" Petição

To: Ex.mo Senhor Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz
Petição
No âmbito da revisão do P.D.M. e do Plano de Urbanização relativa ao espaço correspondente ao Horto Municipal e Parque de Campismo.
Os abaixo-assinados, conscientes de que urge defender as escassas zonas arborizadas ainda existentes na cidade, vêm por este meio e ao abrigo do previsto na Lei nº 43/90, de 10/08, apresentar a seguinte petição:
O espaço correspondente ao Horto Municipal e Parque de Campismo está classificado no Regulamento do Plano de Urbanização da Figueira da Foz como “ espaço urbanizável” (art. 33º da Portaria nº 519/95, de 31/10).
Segundo o referido Regulamento, nesse local, são possíveis construções com 6 pisos.
Esta classificação poderá ser sinónimo da sua destruição a curto ou médio prazo.
Após os fatídicos incêndios de 1993 e 2 de Outubro de 2005, as áreas arborizadas da Serra da Boa Viagem ficaram, na quase totalidade, reduzidas a cinzas.
Há necessidade redobrada de manutenção daquele pequeno pulmão arborizado, sobretudo quando se assiste a um crescendo na devastação de zonas arborizadas próximas daquele local, para dar lugar a futuras urbanizações.
Não existem razões de ordem demográfica ou de outra natureza que justifiquem a manutenção da classificação deste espaço como urbanizável.
Esta área verde arborizada, além da beleza paisagística, é uma importante fonte de oxigénio e de amenização do clima existente na cidade, que é imprescindível conservar intacta para as gerações vindouras.
Em face do exposto, o referido espaço deverá continuar com as finalidades para que foi criado, porém, a sua classificação no Plano de Urbanização, deverá ser alterada para zona verde ou espaço de equipamentos de lazer e desporto.
Assine aqui
Desejos
O Ministro da Saúde seguia em viagem para Lisboa e a certa altura disse para o motorista:
M. da S.- Ambrósio apetece-me algo
Motorista – Tomei a liberdade de fechar um maternidade e duas urgências senhor.
M.da S.- Ambrósio adivinhas sempre os meus desejos
M. da S.- Ambrósio apetece-me algo
Motorista – Tomei a liberdade de fechar um maternidade e duas urgências senhor.
M.da S.- Ambrósio adivinhas sempre os meus desejos
segunda-feira, janeiro 29, 2007
CARTA DE UMA PROFESSORA
No número 1784 do Jornal Expresso, publicado no passado dia 6 de Janeiro, o colunista Miguel Sousa Tavares desferiu um violentíssimo ataque contra os professores (que não queriam fazer horas de substituição), assim como contra os médicos (que passavam atestados falsos) e contra os juízes (que, na relação laboral, pendiam para os mais fracos e até tinham condenado o Ministério da Educação a pagar horas extraordinárias pelas aulas de substituição).Em qualquer país civilizado, quem é atacado tem o direito de se defender. De modo que a professora Dalila Cabrita Mateus, sentindo-se atingida, enviou ao Director do Expresso, uma carta aberta ao jornalista Miguel Sousa Tavares. Contudo, como é timbre dum jornal de referência que aprecia o contraditório, de modo a poder esclarecer devidamente os seus leitores, o Expresso não publicou a carta enviada.
Aqui vai, pois, a tal Carta Aberta, que circula pela Net. Para que seja divulgada mais amplamente, pois, felizmente, ainda existe em Portugal liberdade de expressão. «Não é a primeira vez que tenho a oportunidade de ler textos escritos pelo jornalista Miguel Sousa Tavares. Anoto que escreve sobre tudo e mais alguma coisa, mesmo quando depois se verifica que conhece mal os problemas que aborda. É o caso, por exemplo, dos temas relacionados com a educação, com as escolas e com os professores. E pensava eu que o código deontológico dos jornalistas obrigava a realizar um trabalho prévio de pesquisa, a ouvir as partes envolvidas, para depois escrever sobre a temática de forma séria e isenta. O senhor jornalista e a ministra que defende não devem saber o que é ter uma turma de 28 a 30 alunos, estando atenta aos que conversam com os colegas, aos que estão distraídos, ao que se levanta de repente para esmurrar o colega, aos que não passam os apontamentos escritos no quadro, ao que, de repente, resolve sair da sala de aula. Não sabe o trabalho que dá disciplinar uma turma. E o professor tem várias turmas. O senhor jornalista não sabe (embora a ministra deva saber) o enorme trabalho burocrático que recai sobre os professores, a acrescer à planificação e preparação das aulas. O senhor jornalista não sabe (embora devesse saber) o que é ensinar obedecendo a programas baseados em doutrinas pedagógicas pimba, que têm como denominador comum o ódio visceral à História ou à Literatura, àsCiências ou à Filosofia, que substituíram conteúdos por competências, que transformaram a escola em lugar de recreio, tudo certificado por umMinistério em que impera a ignorância e a incompetência. O senhor jornalista falta à verdade quando alude ao «flagelo do absentismo dos professores, sem paralelo em nenhum outro sector de actividade, público ou privado». Tal falsidade já foi desmentida com números e por mais de uma vez. Além do que, em nenhuma outra profissão, um simples atraso de 10 minutos significa uma falta imediata. O senhor jornalista não sabe (embora a ministra tenha obrigação de saber) o que é chegar a uma turma que se não conhece, para substituir uma professora que está a ser operada e ouvir os alunos gritarem contra aquela «filha da puta» que, segundo eles, pouco ou nada veio acrescentar ao trabalho pedagógico que vinha a ser desenvolvido. O senhor jornalista não imagina o que é leccionar turmas em que um aluno tem fome, outro é portador de hepatite, um terceiro chega tarde porque a mãe não o acordou (embora receba o rendimento mínimo nacional para pôr o filho a pé e colocá-lo na escola), um quarto é portador de uma arma branca com que está a ameaçar os colegas. Não imagina (ou não quer imaginar) o que é leccionar quando a miséria cresce nas famílias, pois «em casa em que não há pão, todos ralham e ninguém tem razão». O senhor jornalista não tem sequer a sensibilidade para se por no lugar dos professores e professoras insultados e até agredidos, em resultado de umclima de indisciplina que cresceu com as aulas de substituição, nos moldes em que estão a ser concretizadas.O senhor jornalista não percebe a sensação que se tem em perder tempo, fazendo uma coisa que pedagogicamente não serve para nada, a não ser parafazer crescer a indisciplina, para cansar e dificultar cada vez mais o estudosério do professor. Quando, no caso da signatária, até podia continuar a ocupar esse tempo com a investigação em áreas e temas que interessam ao país. O senhor jornalista recria um novo conceito de justiça. Não castiga o delinquente, mas faz o justo pagar pelo pecador, neste caso o geral dos professores penalizados pela falta dum colega. Aliás, o senhor jornalista insulta os professores, todos os professores, uma casta corporativa com privilégios que ninguém conhece e que não quer trabalhar, fazendo as tais aulas de substituição. O senhor jornalista insulta, ainda, todos os médicos acusando-os de passar atestados, em regra falsos. E tal como o Ministério, num estranho regresso ao passado, o senhor jornalista passa por cima da lei, neste caso o antigo Estatuto da Carreira Docente, que mandava pagar as aulas de substituição. Aparentemente, o propósito do jornalista Miguel Sousa Tavares não era discutir com seriedade. Era sim (do alto da sua arrogância e prosápia) provocar os professores, os médicos e até os juízes, três castas corporativas. Tudo com o propósito de levar a água ao moinho da política neoliberal do governo, neste caso do Ministério da Educação. Dalila Cabrita Mateus, professora, doutora em História Moderna e Contemporânea».
Aqui vai, pois, a tal Carta Aberta, que circula pela Net. Para que seja divulgada mais amplamente, pois, felizmente, ainda existe em Portugal liberdade de expressão. «Não é a primeira vez que tenho a oportunidade de ler textos escritos pelo jornalista Miguel Sousa Tavares. Anoto que escreve sobre tudo e mais alguma coisa, mesmo quando depois se verifica que conhece mal os problemas que aborda. É o caso, por exemplo, dos temas relacionados com a educação, com as escolas e com os professores. E pensava eu que o código deontológico dos jornalistas obrigava a realizar um trabalho prévio de pesquisa, a ouvir as partes envolvidas, para depois escrever sobre a temática de forma séria e isenta. O senhor jornalista e a ministra que defende não devem saber o que é ter uma turma de 28 a 30 alunos, estando atenta aos que conversam com os colegas, aos que estão distraídos, ao que se levanta de repente para esmurrar o colega, aos que não passam os apontamentos escritos no quadro, ao que, de repente, resolve sair da sala de aula. Não sabe o trabalho que dá disciplinar uma turma. E o professor tem várias turmas. O senhor jornalista não sabe (embora a ministra deva saber) o enorme trabalho burocrático que recai sobre os professores, a acrescer à planificação e preparação das aulas. O senhor jornalista não sabe (embora devesse saber) o que é ensinar obedecendo a programas baseados em doutrinas pedagógicas pimba, que têm como denominador comum o ódio visceral à História ou à Literatura, àsCiências ou à Filosofia, que substituíram conteúdos por competências, que transformaram a escola em lugar de recreio, tudo certificado por umMinistério em que impera a ignorância e a incompetência. O senhor jornalista falta à verdade quando alude ao «flagelo do absentismo dos professores, sem paralelo em nenhum outro sector de actividade, público ou privado». Tal falsidade já foi desmentida com números e por mais de uma vez. Além do que, em nenhuma outra profissão, um simples atraso de 10 minutos significa uma falta imediata. O senhor jornalista não sabe (embora a ministra tenha obrigação de saber) o que é chegar a uma turma que se não conhece, para substituir uma professora que está a ser operada e ouvir os alunos gritarem contra aquela «filha da puta» que, segundo eles, pouco ou nada veio acrescentar ao trabalho pedagógico que vinha a ser desenvolvido. O senhor jornalista não imagina o que é leccionar turmas em que um aluno tem fome, outro é portador de hepatite, um terceiro chega tarde porque a mãe não o acordou (embora receba o rendimento mínimo nacional para pôr o filho a pé e colocá-lo na escola), um quarto é portador de uma arma branca com que está a ameaçar os colegas. Não imagina (ou não quer imaginar) o que é leccionar quando a miséria cresce nas famílias, pois «em casa em que não há pão, todos ralham e ninguém tem razão». O senhor jornalista não tem sequer a sensibilidade para se por no lugar dos professores e professoras insultados e até agredidos, em resultado de umclima de indisciplina que cresceu com as aulas de substituição, nos moldes em que estão a ser concretizadas.O senhor jornalista não percebe a sensação que se tem em perder tempo, fazendo uma coisa que pedagogicamente não serve para nada, a não ser parafazer crescer a indisciplina, para cansar e dificultar cada vez mais o estudosério do professor. Quando, no caso da signatária, até podia continuar a ocupar esse tempo com a investigação em áreas e temas que interessam ao país. O senhor jornalista recria um novo conceito de justiça. Não castiga o delinquente, mas faz o justo pagar pelo pecador, neste caso o geral dos professores penalizados pela falta dum colega. Aliás, o senhor jornalista insulta os professores, todos os professores, uma casta corporativa com privilégios que ninguém conhece e que não quer trabalhar, fazendo as tais aulas de substituição. O senhor jornalista insulta, ainda, todos os médicos acusando-os de passar atestados, em regra falsos. E tal como o Ministério, num estranho regresso ao passado, o senhor jornalista passa por cima da lei, neste caso o antigo Estatuto da Carreira Docente, que mandava pagar as aulas de substituição. Aparentemente, o propósito do jornalista Miguel Sousa Tavares não era discutir com seriedade. Era sim (do alto da sua arrogância e prosápia) provocar os professores, os médicos e até os juízes, três castas corporativas. Tudo com o propósito de levar a água ao moinho da política neoliberal do governo, neste caso do Ministério da Educação. Dalila Cabrita Mateus, professora, doutora em História Moderna e Contemporânea».
Preocupante
O Presidente da Câmara da Mealhada instado a comentar a onda de assaltos que varre o concelho, optou por desvalorizar dizendo que os assaltos não eram preocupantes. Claro que muito mais preocupante é uma pessoa que ocupa esta posição fazer afirmações deste género.
domingo, janeiro 28, 2007
SOS Racismo
O SOS promoveu em Coimbra um encontro.
Esta organização que a meu ver promove o racismo em vez de o combater, também quer impor a lei da rolha, isto é impedir que os jornais digam a verdade.
A imigração descontrolada tem aumentado a criminalidade, sobretudo a criminalidade violenta, esta gentalha não quer que isto se saiba, pouco lhes importa as vítimas eles querem encobrir os criminosos.
Participam no encontro 12 jovens, de várias nacionalidades, com idades entre os 16 e os 20 anos, que residem em bairros sociais de Coimbra e Figueira da Foz, «o que os torna vítimas de discriminação e estigmatização por parte da população». Sem por em causa a idoneidade destes “jovens” podemos também afirmar que as populações de Coimbra e Figueira da Foz têm sentido na pele os assaltos e a violência perpetrados por jovens oriundos dos mesmos bairros.
Esta organização que a meu ver promove o racismo em vez de o combater, também quer impor a lei da rolha, isto é impedir que os jornais digam a verdade.
A imigração descontrolada tem aumentado a criminalidade, sobretudo a criminalidade violenta, esta gentalha não quer que isto se saiba, pouco lhes importa as vítimas eles querem encobrir os criminosos.
Participam no encontro 12 jovens, de várias nacionalidades, com idades entre os 16 e os 20 anos, que residem em bairros sociais de Coimbra e Figueira da Foz, «o que os torna vítimas de discriminação e estigmatização por parte da população». Sem por em causa a idoneidade destes “jovens” podemos também afirmar que as populações de Coimbra e Figueira da Foz têm sentido na pele os assaltos e a violência perpetrados por jovens oriundos dos mesmos bairros.
sábado, janeiro 27, 2007
A vitória é difícil mas é nossa

Os Betos de Esquerda através de um bufo, formado nas melhores escolas do KGB, iniciaram uma campanha contra o blogue Pela Vida, os jornalistas medíocres que servem o sistema logo pegaram na deixa e divulgaram a notícia.
Resultado o número de visitas aos blogues aumentou e os portugueses puderam ver a "intolerância" que se prega no blogue e nos blogues de quem lá escreve.
No meu caso particular a intolerância assenta no combate à co-incineração, ao fecho de urgências SAPs e maternidades, à denúncia e protesto contra o fecho de algumas unidades fabris do distrito.
Nunca ninguém me viu participar em acções de formação de desobediência civil, nem nunca fui detido no país vizinho por pretender participar em manifestações violentas, também nunca fiz parte de nenhum grupo terrorista, nem fumo droga nas reuniões em que participo.
Se o objectivo do BE e dos jornalistas ao seu soldo era calar-nos o tiro saiu-lhes pela culatra.
Ninguém os pára ?
“Três homens assaltaram ontem uma perfumaria no centro de Cantanhede. O alarme do estabelecimento disparou, mas os meliantes ainda tiveram tempo de esvaziar as prateleiras e fugir sob os olhares dos vizinhos.”
“Companhia Encerrado para Obras foi ontem assaltada após espectáculo no Museu da Física. Pouco dinheiro é certo, mas para quem já tem pouco…”
Uma onda de assaltos e criminalidade varre o distrito. Noticias como estas eram raras nos jornais da região agora são praticamente diárias.
As forças de segurança não tem, meios para suster esta vaga criminosa. A justiça tarda e é ineficaz. Os criminosos vêm a sua vida facilitada por leis que os protegem, e por amigos infiltrados no sistema.
“Companhia Encerrado para Obras foi ontem assaltada após espectáculo no Museu da Física. Pouco dinheiro é certo, mas para quem já tem pouco…”
Uma onda de assaltos e criminalidade varre o distrito. Noticias como estas eram raras nos jornais da região agora são praticamente diárias.
As forças de segurança não tem, meios para suster esta vaga criminosa. A justiça tarda e é ineficaz. Os criminosos vêm a sua vida facilitada por leis que os protegem, e por amigos infiltrados no sistema.
sexta-feira, janeiro 26, 2007
Aborto: Sim ou Não
No próximo dia 1 de Fevereiro (5ª feira), pelas 21.00horas, a Santa Casa da Misericórdia de Cantanhede, vai realizar no seu auditório, uma conferência debate subordinada ao tema “ Aborto: Sim ou Não”.
Co-incineração: nova providência cautelar
As Câmaras de Setúbal, Sesimbra e Palmela vão entregar no início da próxima semana uma nova acção no tribunal para suspender o licenciamento da cimenteira Secil para co-incinerar na fábrica do Outão (Arrábida), disse o advogado do processo.
"O objectivo desta nova providência cautelar é impedir que seja feito um novo estudo de impacte ambiental que possa, eventualmente, permitir à Secil prosseguir com a co-incineração", adiantou à agência Lusa o advogado que representa as três câmaras, Castanheira Barros.
"Esta nova providência cautelar, que vai ser entregue segunda ou terça- feira, pretende suspender os efeitos dos três licenciamentos [licenças ambiental do Instituto do Ambiente e licenças de instalação e de exploração do Instituto de Resíduos] concedidos à Secil para avançar com a co-incineração", explicou Castanheira Barros.
O advogado vai alegar ao tribunal, entre outros fundamentos, que a co-incineração é uma nova actividade da cimenteira e não constitui apenas uma substituição do combustível usado na produção do cimento.
"Sendo uma nova actividade é necessário um licenciamento industrial. Além disso, o facto de a Secil estar a co-incinerar viola Plano Director Municipal porque a zona está classificada como indústria extractiva, o que não abrange a co-incineação", explicou.
"O objectivo desta nova providência cautelar é impedir que seja feito um novo estudo de impacte ambiental que possa, eventualmente, permitir à Secil prosseguir com a co-incineração", adiantou à agência Lusa o advogado que representa as três câmaras, Castanheira Barros.
"Esta nova providência cautelar, que vai ser entregue segunda ou terça- feira, pretende suspender os efeitos dos três licenciamentos [licenças ambiental do Instituto do Ambiente e licenças de instalação e de exploração do Instituto de Resíduos] concedidos à Secil para avançar com a co-incineração", explicou Castanheira Barros.
O advogado vai alegar ao tribunal, entre outros fundamentos, que a co-incineração é uma nova actividade da cimenteira e não constitui apenas uma substituição do combustível usado na produção do cimento.
"Sendo uma nova actividade é necessário um licenciamento industrial. Além disso, o facto de a Secil estar a co-incinerar viola Plano Director Municipal porque a zona está classificada como indústria extractiva, o que não abrange a co-incineação", explicou.
Monte Formoso - Moradores preocupados com consumo de droga
Quando alguns locais de Monte Formoso são autênticas salas de chuto e supermercados de droga, e aqueles que deviam fazer parte integrante da resolução do problema baixam os braços. Só podemos concluir que este país está saque.
As autoridades sabem o que se passa neste bairro, mas pouco ou nada fazem para combater o flagelo da droga. Está tudo preparado para que dentro em dias se assista também à liberalização da droga.
FONTE
As autoridades sabem o que se passa neste bairro, mas pouco ou nada fazem para combater o flagelo da droga. Está tudo preparado para que dentro em dias se assista também à liberalização da droga.
FONTE
"Vida no Ventre: gémeos, trigémeos e quadrigémeos".

No próximo dia 4 de Fevereiro, domingo, às 20:00, no Canal National Geographic da TV Cabo, será transmitido o excelente documentário "Vida no Ventre: gémeos, trigémeos e quadrigémeos".
É favor divulgar!
Quem não tem TV Cabo, é favor organizar-se no sentido de assistir a este documentário junto de amigos que tenham.
Quem tiver, é favor convidar amigos e conhecidos para assistir na sua casa.
Trata-se de um documentário a NÃO PERDER!
Contribuirá decididamente para o esclarecimento sereno que se pretende e é desejado por todos quantos estão envolvidos na campanha para o próximo referendo, independentemente da posição que defendem.
Para mais informação, podem já consultar a programação.
A APFN aproveita para agradecer à National Geographic a execução deste excelente documentário e a sua exibição ao público português.
APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas
Rua 3A à Urbanização da Ameixoeira
Área 3, Lote 1, Loja A
1750-084 Lisboa
Tel: 217 552 603 - 919 259 666 - 917 219 197
Fax: 217 552 604
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