terça-feira, março 06, 2007

TIR BASES ACTIVISTAS


«Se digo que esta ou aquela coisa não me agrada, estou protestando. Se me ocupo, ao mesmo tempo, a tentar que algo de que não gosto não volte a ocorrer, estou resistindo. Protesto, quando digo que não continuo a colaborar. Resisto, quando me ocupo de que também os demais não colaborem.» ULRIKE MEINHOF

I-NÃO ESPERAMOS POR NINGUÉM

Desprezamos os homens que, ante qualquer contingência, consideram sempre que é ainda demasiado cedo ou é já demasiado tarde.

Apresentam-se como estrategas apurados para mascarar o seu imobilismo. Procuram sempre desculpas para nada fazer. A revolução, desde que ultrapassa a especulação intelectual, deixa de os interessar. O mesmo é válido quando se trata de abrir os cordões à bolsa.

Outro erro clássico que é necessário denunciar, é o dos que julgam que uma revolução se anuncia pelo apoio de notáveis da sociedade solidária do regime que se quer varrer. A maior parte da “elite” de uma sociedade, quer por falta de carácter, quer simplesmente por interesse, a curto prazo, bem entendido, é neutra. Essa “elite” neutra não «faz política» e contenta-se em ser, com passividade mas com constância, «governamental». Não devemos protestar nem indignar-nos. Essa “elite” neutra, mais ou menos amorfa, teria tudo a perder desde que se comprometesse num empreendimento revolucionário. Uma revolução que parte ao assalto não deve contar com ela; uma revolução instalada na vitória não precisa de a requerer, ela apresentar-se-á por si própria, espontaneamente, com as suas ofertas de serviços.

Na realidade, nos factos, cada revolução traz consigo um nova elite dirigente — elite seleccionado pelo rigor do combate que acaba de terminar, após anos de lutas e perseguições. Dêem atenção à diferença entre a elite dirigente que comanda e o outra neutra que gere, que administra segundo uma linha geral recebida da primeira.

II-COMEÇAR SÓ

Há pessoas que, postas perante uma revolução, na sua génese, perante a proposta de uma «longa marcha politica», se retiram argumentando «que os outros não estão lá». A selecção de um pequeno número opera-se no arranque de um grande.

Nos escóis humanos e, em particular, com os escóis revolucionários, muito poucos atingem a idade adulta.

Esperar pelos outros, pelos «aliados», é comportamento de um seguidor e não de um precursor. É sobretudo quando um grupo se mete em marcha que se vêem aumentar as fileiras. Assim, na sua técnica de recrutamento o movimento deverá manifestar-se mesmo com os seus efectivos visivelmente incompletos, mesmo com objectivos vastíssimos e aparentemente grotescos em relação ao número.

Adiar eternamente o avanço com o pretexto de que ainda não se é suficientemente numeroso é condenar-se à inactividade definitiva. Os que são desencorajados pelo pequeno número não possuem as qualidades inerentes aos reais chefes, a capacidade de agir «em número desesperado» e a de fazer algo, no porque haja possibilidades de vencer, mas porque isso deve ser feito.

A diferença entre estes dois tipos de homem é facilmente observável, mesmo na vida corrente. É o sentido do dever activo.

Para o homem de dever, o seu compromisso nunca deve ser determinado pela certeza da vitória, ainda que ela fosse para outros; o seu compromisso deve ser um acto de fé, um acto de dever e o seu comportamento uma missão.

III-AGIR, SEM ESPERAR POR UM LÍDER

O membro ou o simpatizante, ou mesmo o militante, ao qual falta a perseverança, imputará o seu fracasso e o da sua secção a todas as causas imaginárias excepto á sua incapacidade.

Vemos isso nas diferentes secções de um só movimento em que uma se desenvolve admiravelmente e a outra de forma lamentável. Porquê procurar mais longe do que na qualidade da equipa dirigente da própria secção? Alguns, na sua inconsciência, querem que lhes seja fornecida não só a ideia (o que é evidentemente natural) mas também os membros. Existem assim, pretendentes a um posto de quadro elevado que estariam prontos a aceitar «a direcção de uma secção». São sempre os que seriam incapazes de formar uma secção.

É preciso afastar os medíocres pretensiosos, sem perda de tempo.

Um dos pretextos mais frequentemente utilizados para encobrir a incapacidade ou o desencorajamento é o facto de um movimento não ter o seu “Grande Líder”. Argumento sem valor para quem conhece a História e, sobretudo, a história dos partidos políticos. Os chefes nunca existem, portanto, antes do acontecimento e, só a posteriori, são consagrados como «dirigentes incontestados» ou «guias geniais». Durante o seu duro combate estes dirigentes foram constantemente retardados pela inveja e pela cegueira dos seus companheiros de combate. Os mesmos que hoje dissimulam a sua preguiça de pseudomilitantes e a sua incapacidade de pseudopolíticos com esta desculpa, são iguais aos que com os mesmos pretextos agiram como eles durante toda a história da humanidade.

Afirmações estéreis que mal escondem a recusa do esforço, a recusa da disciplina, do próprio trabalho. Esta fauna pertence à espécie do «só há que» e «se eu tivesse»...

IV-ORGANIZAR-SE ANTES OU DURANTE A ACTUAÇÃO?

O método do recrutamento «a quente» para o que se refere, pelo menos, ao quadro é catastrófico. Por recrutamento a quente entendemos o recrutamento em plena luta, improvisado. Ao procurar-se captar um acontecimento (quando pela boa estratégia se deve precedê-lo), enche-se a organização de anormais e de psicopatas. As asneiras praticadas por estes anormais, congenitamente inadequados, compromete a boa marcha das operações — leva-se a desordem às suas próprias fileiras e suscita-se a condenação da opinião pública.

O esquema correcto é o recrutamento de um quadro são — em tempo de paz ou em tempo calmo — e no momento da acção decisiva, a inclusão, na tropa, de elementos medíocres ou exaltados.

Distingamos entre o quadro e a massa. Os militantes mais perseverantes, mais disciplinados, mais eficazes, são os que na vida corrente conseguem arrumar-se facilmente ou se colocam bem. A revolução tem tantos momentos de depressão, de adversidade, logo tantas possibilidades de desencorajamento que deve ser necessariamente enquadrada por pessoas animadas por uma fé interior, pela fé na missão que devem cumprir.

O recrutamento a quente é uma solução fácil. A exibição atrai muita gente e suscita demasiadas vocações efémeras. Pelo contrário, o recrutamento a frio é terrivelmente ingrato, os candidatos são poucos.

A sua qualidade é contudo superior! São animados pelo conhecimento antecipado do acontecimento, pela fé da necessidade do combate, e são capazes de trabalhar sem a ajuda forçada de uma exaltação.

A preparação de uma revolução, não tem nada de exaltante para o senso comum.

Assim, pois, o recrutamento a frio em tempo de paz, em tempos de calma eufórica, é muito difícil quantitativamente. Mas, no entanto, esse recrutamento constitui uma necessidade imperiosa. Ao abrigo da legalidade do adversário, sob os sorrisos incrédulos dos amigos, sob os sarcasmos divertidos do regime que se crê inatingível, é preciso paciente e sistematicamente instalar, educar e treinar o aparelho da organização. Em virtude das próprias condições psicológicas ambientes, não exaltantes, só se devem esperar resultados qualitativos e nunca quantitativos.

As organizações revolucionárias são, então, movimentos de quadro. A conclusão é que é indispensável organizar-se antes e, sobretudo, não durante; é necessário instalar uma hierarquia desde o tempo de paz.

Uma organização deve enfrentar o acontecimento com toda a sua hierarquia criada há muito tempo. Querer improvisar uma revolução é correr para o fracasso. É nascer depois dos acontecimentos e tentar captá-los sem conseguir. É abordar a questão revolucionária sem quadros estruturados e sem doutrina.

É preciso também fugir-se, como da peste, dos oportunistas que saltam como para um autocarro em marcha.Aqueles que consideram, em tempo de paz, uma revolução ou uma insurreição impossíveis, recusando-se a participar na sua participação, surgem então para brincar aos «chefes». Perante a mais pequena adversidade esta gente fracassará e retrocederá.

A tarefa parece ridícula. Parece mesmo, por vezes, um fim para alguns, o que, nomeadamente permite seleccionar as vocações profundas, os caracteres perseverantes.

V– ORDEM NAS IDEIAS E NA ACÇÃO

Um movimento revolucionário deve apresentar, o mais cedo possível, um conjunto dialéctico quase definitivamente fixado aos seus militantes, em alguns pontos importantes e precisos. O compromisso do militante pressupõe então o conhecimento destes pontos e a sua obediência sem reserva a eles. Para que um militante possa, assim, comprometer-se incondicionalmente — essa é a condição da coesão da falange política —, é necessário que abandone numerosas opiniões consideradas como derivando da sua opção pessoal livre. Em troca, são-lhe permitidas opiniões pessoais sobre pontos considerados secundários. Estas são, de facto, a válvula de segurança nervosa, graças à qual se poderá submeter o grupo sob uma tensão máxima que aplica o dogma político.

A fixação do dogma é importante. Destina-se a impedir que ambições pessoais se disfarcem em diferendos ideológicos. Apresentados como tal aos militantes podem semear a divisão. Convém pois, antes da entrada em combate, marcar os pontos de dogma e manter-se neles.

É necessário combater com vigor a tentação da discussão estéril. Um homem que deseja tornar-se militante não tem que discutir um programa ideológico. Entra num movimento semelhante a uma ordem religiosa. O regulamento está definido antes do seu compromisso. Não há lugar para a palavra vã, para o escrúpulo pequeno-burguês, para o tormento moral pessoal, para a hesitação estética.

Quando num jornal ou na Internet, se pode seguir de uma página a outra, controvérsias entre elementos pretensamente da mesma área, é que chegamos à conclusão de como a discussão pueril pode ser contrária ao sentido político prático.

Os chefes políticos deixam-se frequentemente impressionar por observações que provêm de polemistas de profissão ou de elementos atormentados por uma perfeição ideal. O comando implica uma relativa surdez perante certas discussões. Estas observações, estas dúvidas, estas críticas, não correspondem aos sentimentos da grande massa dos melhores militantes. Para estes é necessária uma regra de vida, uma regra de conduta.

VI-DO GRUPO À EQUIPA

Um grupo político é diferente de uma equipa política. A segunda surge quando surge — alguns anos depois da primeira, O primeiro é heterogéneo, a segunda é homogénea.

O grupo tem um carácter precário. A equipa tem um carácter definitivo e permanente. Os homens que a compõem conhecem-se de longa data e o grupo original, depois de ter suportado abalos, alterações, purgas, abandonos, perseguições, decantou-se rejeitando os elementos fracos ou demasiado diferenciados, depois coagulou e tornou-se equipa.

Surge a importância de formar esta equipa, quando tudo está completamente calmo e mesmo o aparelho do Poder não prevê um futuro crítico para si. Preparar-se, organizar-se antes e jamais durante.

O grupo, um novo movimento atrai nos seus primeiros passos todos os instáveis, curiosos patológicos da política. Estes dão conselhos, discutem, resistem, criticam e, por fim, retiram sem ter auxiliado em nada.

É uma fase pela qual deve passar todo o grupo que nasce. Discutir divide. Lutar em conjunto une. Nunca é demais atrair a atenção do neófito sobre a importância do trabalho sem exibição. A sua carreira política começa pela lata de tinta para pintar ou pelo frasco de cola para os envios de publicações. Um método que deve, absolutamente, ser banido de uma organização é o cancro do direito ao voto quase imediato de quem entra, sem um tempo de prova. Não se vota sobre acções ou ideias mas sim sobre pessoas.

Este sistema tem um defeito fundamental, que é o de levar os homens a avaliarem-se e a dividirem-se. Os vencidos de uma votação, tratando-se de membros sem maturidade política, conservam cicatrizes de amor-próprio ferido e aproveitarão a primeira oportunidade para se vingar. Quando um organismo é formado quase exclusivamente por este tipo de candidatos a militante, caberá ao seu chefe solucionar as questões depois de se ter largamente informado.

A sua decisão será por vezes impopular — não importa, essa é a sua função. Suporta-se melhor esta, em particular nas organizações em desenvolvimento, se a autoridade vier do alto e as atribuições e graus forem designados ou cooptados.

Mais tarde, quando o grupo instável se tornou numa equipa homogénea, o sistema de voto será introduzido com sucesso. O mesmo para o militante que, passadas as suas provas, demonstrou qualidades para o poder exercer correctamente.

A experiência revela então que, raramente, na equipa, aparecem divergências, quando elas são frequentes no grupo.

Os mesmos homens, se tivessem acesso ao voto, no início, ter-se-iam combatido. Tempos mais tarde, os mesmos homens podem então «contabilizar» as suas opiniões e perspectivas, e verificar que são idênticas.

A unanimidade na acção, conseguida de início por uma força de autoridade, no seio do grupo, pode ser continuada mais tarde, então no seio da equipa pelo livre acordo.

VII-UMA ORGANIZAÇÃO DE COMBATE MODERNA E A SUA MOBILIDADE

Preparar uma organização centralizada, estruturada, hierarquizada, isto é, um aparelho pronto à intervenção imediata. É quase certo que esse aparelho será chamado — em virtude dos próprios acontecimentos — a substituir, em tempo de crise ou de pânico, os nossos governantes demasiado hesitantes, demasiado cobardes, demasiado comprometidos ou, simplesmente, demasiado enfeudados a uma potência extra-europeia. Ao primeiro sinal, ao primeiro apelo, deveremos poder responder com o envio de militantes enquadrados, organizados.

A extrema-direita é incapaz de desempenhar esta missão ou mesmo de a encarar. A sua autoridade não ultrapassa o seu pequeno círculo, que, aliás, não quer ultrapassar. A sua única função histórica é constituir um espantalho que o sistema utiliza com mestria.

Esta dá vontade de rir pelas suas estruturas baseadas na obsessão de uma feroz independência. A deslealdade é a regra, e o princípio de trabalho consiste em caluniar os seus «associados» e tentar tirar-lhes os seus membros. Assim, toda a agitação dos círculos «nacionalistas» consiste em modificar a repartição dos grupos sem que o total se altere. O grupo A rouba dez membros ao grupo B; do grupo C, vinte militantes tendem para o grupo D. Mas, quando se faz a soma dos grupos A, B, C, e D, verifica-se que é quase invariável desde há muitos anos. A autoridade nada mais fez do que degradar-se. É preciso saber que para tirar dez membros da organização A, o grupo B teve de prometer mais larga autonomia a esses dez trânsfugas a fim de lhes dar garantias. Assim de abandono em deserção, de traição em perfídia, a autoridade desintegrou-se.

O que é necessário para substituir este mito da coordenação das forças «anti-sistema» é uma organização integrada, centralizada. Uma das características de uma organização integrada é a sua ubiquidade. Está presente por todo o lado. Tem ouvidos por todo o lado, olhos em todo o sítio. Por toda a parte difunde uma doutrina idêntica e aplica regras semelhantes. Olhos em todo o sitio, e sobretudo com uma só boca.

VIII-A EQUIPA CONSCIENTE E ORGANIZADA

A equipa do poder sai, de facto, das equipas do «arranque insignificante». Os primeiros homens a compreender uma oportunidade são dotados de uma maior observação histórica. Por outro lado, dão prova de uma coragem física e moral muito maior, aderindo a um empreendimento arriscado ou mesmo perigoso. As leis de selecção apuraram um escol real. Estes homens que viveram anos sombrios ou difíceis, uma vez chegados ao poder não são facilmente impressionáveis

Assim, a vontade de algumas dezenas de homens pode fazer sair do nada, após uma luta longa e, por vezes forjada na adversidade, milhões de homens. Uma equipa determinada pode desmentir as previsões sensatas, a vontade pode vencer o cálculo.

A imagem mantida por muitos que se tomam por revolucionários é que a inteligência ou a indignação, ou as duas reunidas, podem coagular os elementos «sãos» de uma nação, que, depois de se terem «espontaneamente» coligado, designariam ou elegeriam um chefe ou chefes.

O processo é sempre ao contrário. O comando não é um fenómeno que segue mas que precede. O próprio poder não é efeito mas causa.

A consciência histórica da equipa revolucionária precede, de muito longe, a das massas. Também a consciência do acontecimento futuro e possível nasce no espírito dos chefes muito antes do que nos homens que formam a sua equipa. Trata-se de uma hierarquia natural da cronologia revolucionária.

O acontecimento é pressentido e querido por um homem ou por um punhado de homens. Em seguida, é anunciado ou provocado por uma equipa revolucionária. A vontade de comandar e de guiar precede no tempo a vontade de obedecer e de seguir. A vontade de comandar é um factor político nitidamente mais activo do que a vontade de marcar passo, e é este carácter activo, este vigor, que determina a ordem de aparecimento dos fenómenos, em primeiro lugar, e da hierarquia, em seguida.

Criar é fazer algo que não existe com elementos discordantes que, muitas vezes, resistem. Os grandes conjuntos históricos foram construídos pela imposição de uma força centralizadora, centrípeta, a grupos divididos, hesitantes e, por vezes, hostis,

As partidocracias desde há muito tempo têm os seus estatutos ou regras formais elegem ou designam os seus «chefes». Aqui a comunidade precedeu o «chefe». Quando é preciso fazer mais, algo de novo, não há nem comunidade preexistente, nem estatutos, nem regulamentos.

Uma revolução é um trabalho, antes de mais, de imaginação, depois, de vontade e, por fim, de acordo. É imposta; essa é a sua génese. Depois de muito tempo torna-se herança, recordação em comum.

O poder em si próprio é o comando por excelência, é o poder criador. O «poder» eleito é de gerência. Isto implica tipos de homens essencialmente distintos. A Comunidade a coagular, tem necessidade de chefes e não de gerentes. As regras que se lhe aplicam são as de uma organização revolucionária.

A vontade de comando será a causa da revolução socialista e precedê-la-á.

IX-NOCIVIDADE DAS ALIANÇAS

Uma organização homogénea e dinâmica recusa sempre a fusão, mas pode, pelo contrário, procurar alianças tácticas de carácter provisório.

Os melhores defensores dos «agrupamentos» políticos são, de facto, os que deles contam tirar proveito. Eu trago um tu trazes dez, juntamo-nos e, em seguida, dividimos tudo.

Se, por inconsciência, se aceita a fusão, o novo conjunto formado por duas equipas pequenas e homogéneas, forma, então, um novo grupo heterogéneo e instável, com uma autoridade contestada, porque é nova e frágil, porque não é aprovada. Todos os delicados fenómenos de evolução, do grupo para a equipa se repetem. Durante este período o novo grupo aumentado é menos forte do que uma das partes pelo facto de esta já ser uma equipa Por outro lado, a introdução de grupos ou equipas — mesmo as mais pequenas — no seio de uma equipa determinada implica para esta o perigo de aí ver introduzir feudalidades. Os que entram como grupo facilmente se reorganizam e constituem uma clientela às ordens dos seus elementos mais preponderantes, no seio do novo agrupamento para aí brincarem aos indisciplinados. O recrutamento deve fazer-se sempre individualmente e evitar os recrutamentos colectivos e organizados.

A coligação tem em si o gérmen da sua própria destruição. As formações estruturadas sob o signo do voto permanente, sob o signo das alianças, das federações, são, de antemão, batidas por uma pequena formação homogénea e unitária. Esta última é cem vezes mais manejável no terreno de acção. A sua mobilidade compensa largamente a sua inferioridade numérica.

De início, é grande a tentação entre os principiantes da política quanto ao recrutamento a todo o custo e, para isso, procedem a concessões ideológicas oportunistas crescentes. Quando se começa este caminho, acaba-se por solicitar humilde e modestamente o recrutamento. Junta-se a si o pior mas não militantes. Os plagiadores são frequentes na política, quer copiando o passado, quer copiando o presente. Levam ou enfraquecem algo mas, de facto, nada fazem de concreto.

Um teste de valor para um grupo revolucionário é a reacção unânime que desperta no seio de grupos reputados «amigos» ou «aliados». Far-se-á tudo para o sujar — dir-se-á que é composto por aventureiros, provocadores, agentes duplos, ambiciosos pessoais, loucos, tarados, paranóicos.

Um tal raciocínio unânime anuncia, de facto, o valor real pois é o dos invejosos e medíocres que sentem a superioridade dos outros mas que não podem resignar-se honestamente. A mesma prática aparece na luta entre grupos revolucionários. Desconfiem dos grupos consensuais. Se não têm inimigos é porque não ameaçam ninguém; a começar pelo regime.

X – O TRABALHO DAS TÉRMITES

Pode-se abater um regime sem batalha eleitoral espectacular, pelo desgaste, na medida em que esse regime está moralmente fatigado. É o que acontece hoje em dia.

Uma sociedade é a imagem da sua classe dirigente. Sabemos que esta não está pronta a morrer pelos seus privilégios. Para salvar os seus proveitos, manobrará, pagará mas não lutará.

Uma das técnicas da luta política, será, pois, a do trabalho subterrâneo. Não confundamos subterrâneo com clandestino e, muito menos, ilegal. O regime deve ser abatido mas inteligentemente.

A grande batalha, travada em terreno descoberto, ser-lhe-ia favorável. Dispõe, para isso, de um material pesado de que não dispomos — televisão, grande imprensa, instrução pública.

A grande batalha travada ligaria — provisoriamente — todas as tendências centrífugas e contraditórias do regime. O regime é uma maioria incontestável, mas uma maioria instável, dividida, inorganizada, bizantina. A força da uma minoria organizada e disciplinada é irresistível. Exerce a sua influência sobre cada um dos indivíduos isolados desta maioria, que se encontra assim isolada perante a totalidade ligada e coesa da minoria. O trabalho das térmites politicas é isento de ostentação, exige determinação e perseverança. Assim afasta aqueles cuja necessidade de glória trai o temperamento juvenil.

A vida política de uma nação concentra-se em alguns centros nervosos de informação, de sindicalismo, de movimentos de juventude. Introduzir-se nesses centros nervosos permite, um dia, organizar curto-circuitos. Um regime pode parecer forte, ter músculo, quer dizer, ter muitos polícias, muitos jornais; mas, para que servem esses músculos se os centros nervosos que conduzem o respectivo movimento, dando-lhe impulsos, são atacados, separados?

O trabalho de sapa, o trabalho das térmites, deverá fazer-se não só nas massas, mas no próprio coração dos centros nervosos do regime. Nada é mais fatigante do que a luta contra um adversário parcialmente invisível. Em dado momento, surge a psicose, a auto-intoxicação. Quem descobre que uma parede da sua casa está corroída pelas térmites imagina imediatamente que todas as paredes estão cheias de galerias e cria ele próprio o seu pânico, que conduz à evacuação espontânea do prédio.

A descoberta de algumas cumplicidades em torno e ao serviço de uma minoria coesa age como um veneno. O regime dispõe, é certo, de urna grande rede de aceitações e de cumplicidades, porém, estas estão divididas ou mesmo em concorrência. Na oposição há cumplicidades mais raras, mas ao serviço de um único objectivo.

XII- DA ADESÃO E DO COMPROMISSO

As grandes formações políticas clássicas exigem uma simples adesão. Pelo contrário, uma organização revolucionária exige o compromisso total.

A experiência ensina-nos que se pode contar muito mais com homens aos quais se pede algo do que com aqueles a quem se oferece algo.

Os grandes partidos oferecem lugares ou controvérsias bizantinas. No primeiro caso, recrutam oportunistas que se escaparão ao primeiro choque duro, pois não querem morrer pelas suas «ideias»; no segundo caso, atrai os intelectuais instáveis, numerosos na política. Uma organização revolucionária oferece certezas. Os grandes partidos parlamentares agitam-se em incertezas.

Uma organização revolucionária não pode limitar-se às adesões. O que importa é que esta se concretize, se materialize. O que distingue adesão de compromisso é, antes de mais, a aceitação do risco — a coragem de apresentar publicamente as suas ideias — e em seguida a contribuição financeira, o trabalho.

Um aderente, quando muito, vota no segredo da urna. Um comprometido começa por pagar e por militar, isto é, sacrifica a maior parte do tempo da sua vida privada, para a empregar na vida política.

O aderente pode fazer o mesmo em vários lados. A importância dada às discussões, às especulações estéreis, nas grandes formações políticas, contribui para aumentar a instabilidade crónica. De facto, esta gente é atingida pela necessidade da troca, de tudo pôr em dúvida, a todo o momento. Na realidade, o diálogo com eles é sem interesse, visto que não precisam de ser convencidos mas apenas de discutir, sempre à espera de se convencerem um dia. Assim é o aderente, um indivíduo cheio de reticências, ditas éticas para não se comprometer. Uma diferença notória entre a adesão e o compromisso é que a primeira pode ser ostentada em vários lados enquanto o segundo é único e total.

É-se comprometido com um só movimento mas pode-se ser aderente de várias «tendências». Um partido revolucionário deve aplicar-se a recrutar e enquadrar unicamente os comprometidos; cada um destes consagrará todo o seu tempo, toda a sua energia, à organização; não se dispersará, como faz o aderente, em várias actividades em geral «intelectuais». Intelectuais, porque não é perigoso nem fatigante.

TIR

Quem está contra o Novopress?


O Novopress quer ser um ponto de referência na rede da (in)formação alternativa. Os únicos inimigos do Novopress são o pensamento único e o politicamente correcto. São esses os nossos únicos alvos.
Todos os que de alguma forma censurarem ou bloquearem propositadamente este projecto estão na verdade a colaborar com os que todos os dias inundam as televisões e os jornais de banalidades e sensacionalismo. Os mesmos que nos controlam, nos tiram a liberdade, nos ditam as opiniões a seguir e as atitudes a tomar.
A verdade é esta: quem vê no Novopress um inimigo só pode estar do lado do pensamento único e do politicamente correcto

Agricultores à espera de água

O problema já é antigo. Tão antigo que os agricultores da margem esquerda do Mondego começam, finalmente, a perder a paciência. A falta de água numa zona do Rio Mondego, entre o Açude-Ponte e Pereira do Campo levou ontem à rua, mais precisamente ao Porto de Taveiro, cerca de uma centena de agricultores e proprietários, acompanhados das respectivas máquinas.
A situação já se arrasta há quase 30 anos (desde 1977), quando se iniciaram as obras no leito central do Mondego. Na altura, foi garantido aos agricultores água para a agricultura. No entanto, no início de 2006 o Instituto Nacional da Água (INAG) deixou de alimentar o canal de rega paralelo ao Mondego. Com esta situação, mais de mil proprietários têm as suas colheitas em risco.
Um dos agricultores explicava ontem que a limpeza do canal já deveria ter sido feita em Fevereiro, o que não aconteceu. Caso esses trabalhos não sejam desenvolvidos até meados deste mês, toda a produção de arroz, maioritária na zona, poderá ficar irremediavelmente atrasada. “Vamos começar a semear o arroz sem água?”, perguntava.
A “gota de água”, que desencadeou uma série de reuniões e protestos dos agricultores, foi a decisão, “unilateral”, do INAG de passar os trabalhos de limpeza para a Associação de Beneficiários das Obras do Mondego, que apresentou aos agricultores as facturas desses serviços. Os agricultores recusam-se a pagar. Desde então já enviaram uma exposição ao governador civil de Coimbra, assinada pelos presidentes das juntas de freguesia de S. Martinho do Bispo, Ribeira de Frades, Taveiro, Ameal, Arzila e Pereira do Campo e um abaixo-assinado, com centenas de assinaturas, também seguiu para as entidades competentes.
Como os pedidos não tiveram ainda resposta positiva, os agricultores consideram que se está “a esgotar a via do diálogo”, e alertam que a falta de água deixa mais de um milhar de pessoas em vias de não poder fazer agricultura. Sem adiantar quais as formas de luta que irão ser desenvolvidas, os agricultores garantiram que vão ser tomadas medidas para que o país não deixe estas pessoas morrer à fome.
Os proprietários sentem-se prejudicados em relação aos seus homónimos da margem direita: não podemos aceitar que haja dualidade de critérios dentro do Mondego.
Os agricultores entregaram aos deputados da Comissão Parlamentar do Poder Local, Ambiente e Ordenamento do território e da subcomissão de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas, que estão em visita à margem esquerda do Mondego e a outros locais adjacentes à obra de regadio do vale, na margem direita, um documento reivindicativo. “Se no prazo de oito dias não for apresentada uma solução os agricultores vão tomar as medidas que entenderem mais correctas, que podem passar por bloqueios

segunda-feira, março 05, 2007

Museu Salazar

As contas saíram furadas aos merdias e aos tradicionais agitadores da bandeira dos perigosos nazis. A população de Santa Comba Dão saiu à rua para dar o devido tratamento aos antifascistas aos amantes das amplas liberdades, que bem o provaram no período do PREC, onde as agressões as prisões as ocupações de casas, terrenos e fábricas eram quase diárias.
Fosse o museu sobre Lenine ou Estaline, esses déspotas assassinos e a camarilha que pretende impedir que se instale o museu andaria feliz e contente a angariar fundos para a homenagem.

sexta-feira, março 02, 2007

All You Need Is Love

Portas novamente no activo. Será que dentro em breve veremos uma culigação com o José?

A saudação romana

Por Pierre Sidos
A civilização é primeiramente a cortesia. Todos concordam em dizer que ser polido é a marca de um ser civilizado. Civilizado corresponde, por conseguinte, em primeiro lugar, em observar os usos societários, da educação e da cortesia. A saudação seja pela palavra, pela escrita ou pelo gesto, constitui assim os primeiros índicios da educação, do respeito, da diferença.

O símbolo mais corrente
Saudar alguém ou algo, é homenagear um ser, uma obra, um princípio. Entre as saudações as da cabeça ou da mão são as mais correntes. Desde há milénios, sempre que um homem compromete-se a servir, jure dizer a verdade, promete ter palavra, afirma a sua honestidade, encontra um amigo ou exprime a sua gratidão, levanta naturalmente o braço direito, mais ou menos elevado, com a mão bem aberta. Este sinal de compromisso, de boas-vindas, de amizade, é inegavelmente o símbolo mais usual da humanidade civilizada.

Do legionário de Roma ao bardo céltico, do atleta olímpico ao cavaleiro medieval, do federado do Campo de Marte ao soldado frente à bandeira, o braço direito levantado com a palma da mão visível foi e será o gesto ritual da humanidade autêntica, aquela que crê, que trabalha, que luta e joga de forma franca. Quanto ao emprego sistemático deste gesto no mundo político contemporâneo, do início da Itália mussoliniana ao estabelecimento da Espanha franquista, ou na própria França, é necessário compreender que a mão aberta brandida respondia à mão fechada, ao punho odioso e tenso dos marxistas de todas as obediências; opunha-se também à imagem da mão escondida, que designa a aliança das forças ocultas dirigentes e das potências do dinheiro gordo corruptor.

A imagem do Sol em direcção à terra
A mão direita aberta em dirigida para o céu, reflectindo espiritualmente a imagem do sol para a terra, não é um monopólio nacional ou partidário, mas uma parte do património da nossa civilização. Querer reduzir o seu uso a um país em especial ou a uma só categoria ideológica, pretendendo pôr no mesmo saco indistintamente todos os que a utilizaram ou que o fazem ainda, é o objectivo comum e interesseiro dos da mão fechada e da mão escondida, enquanto que apresentada ou estendida a mão aberta sempre foi um sinal universal de paz e de amizade. Para os franceses, sob formas variadas, a saudação romana ou olímpica foi utilizado desde a monarquia do Rei Saint-Luís à república do Marechal Pétain, incluindo durante o período entre as duas grandes guerras do século passado, aquando da grande 8ª Olímpiada, em 1924 em Paris, e na 11ª Olímpiada em 1936 em Berlim, onde toda a equipa nacional francesa participante cumprimentou unanimemente dessa forma a tribuna oficial. A saudação militar francesa pela apresentação do interior da mão direita, é o testemunho persistente deste gesto de sinceridade e de rectidão.

FONTE

quinta-feira, março 01, 2007

Jantar Convívio


Como já vem sendo hábito, os nacionalistas do distrito de Coimbra e não só vão reunir-se novamente para um jantar convívio.
No sábado dia 3 de Março junta-te a nós.
Informações pelo telemóvel 961488375

O PAÍS REAL e VIVA O 25 DE ABRIL

Mikis Mantakas, presente


A 28 de Fevereiro de 1975, MIKIS MANTAKAS, estudante grego de Medicina é assassinado na Praça Risorgimento (Roma) por activistas comunistas. Mikis, militante nacionalista do FUAN de 23 anos, estudava em Itália e participava na manifestação de protesto pelo brutal assassínio dos irmãos Mattei (cuja casa fora incendiada pelas Brigadas Vermelhas em Fevereiro de 1973). Foi morto a tiro durante um assalto à sede do MSI (Movimento Social Italiano) na Via Ottaviano.
FONTE

Confraria Gastronómica do Leitão da Bairrada no Buçaco

O Palace Hotel do Buçaco será palco do I Capítulo da Confraria Gastronómica do Leitão da Bairrada, que recebe em reunião magna no dia 3 de Março, no almoço de entronização dos novos confrades fundadores, da Associação que pretende defender os valores culturais e gastronómicos da Região Bairradina, tendo como grande ex-libres da mesa “o Leitão”, como verdadeiro embaixador da cultura gastronómica de um povo que se assume com características sociais e económicas muito peculiares.

quarta-feira, fevereiro 28, 2007

TODOS DIFERENTES TODOS IGUAIS

Decorrem esta tarde as eleições para a Assembleia Metropolitana de Coimbra. Tal como aconteceu em 2004, PSD, PS e PP apresentam uma lista única.
O algodão não engana. É tudo farinha do mesmo saco.

GNR receia confrontos entre neonazis e opositores à criação do Museu Salazar em Santa Comba Dão

A propósito desta noticia, fui contactado por uma jornalista do “Jornal O Publico” que pretendia saber se o Jantar Convívio de sábado tinha alguma coisa a ver com a alegada “contra manifestação”. Contrariamente aos “ pacíficos” antifascistas (sabemos quão pacíficos foram nos tempos do PREC) a nossa intenção é mesmo confraternizar e passar um pouco de tempo a discutir sobre o momento politico.
Não sei onde “nasceu” esta peregrina ideia da GNR, não encontro em nenhum site, blogue ou fórum qualquer movimentação para o dia 3 de Março, julgo no entanto que é preciso dar uma resposta a estes “democratas” e organizar um encontro de apoio à iniciativa de criar um museu sobre Salazar. A data de 28 de Abril parace-me bastante boa, uma vez que já é costume fazer-se uma romagem a Santa Comba Dão por altura do nascimento do estadista.

CRISE! QUAL CRISE?

Lucros da CGD crescem 36,5% para 733,7 milhões de euros

terça-feira, fevereiro 27, 2007

SOURE - Filha do presidente não precisou de estágio para entrar na Câmara


A denúncia parte do PSD local; embora sabendo que em muitas autarquias deste partido se passam escândalos do mesmo género, não posso deixar passar em claro a noticia.
A classe politica que depois do 25 de Abril tomou conta dos destinos da nação tem “engordado” à custa da mesma. Servem-se da Nação, não servem a Nação.

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Ou à moralidade ou comem todos

Então Sr Bush e neste caso fica calado?
Vamos lá a arranjar umas sanções, juntamente com um planeamento de ataque aéreo.
Ou à moralidade ou comem todos

De pequenino é que se torce o pepino

Neste caso o ditado popular devia ser alterado para: É de pequenino que se aprende a gamar o pepino ou então é de pequenino que se aprende a enganar o Zé Povinho.

Movimento "Parque Verde" Petição


Assine aqui a petição

Abertura às Trutas na Moura Morta

A Associação Portuguesa de Pesca à Pluma, com o apoio e colaboração da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares, vai realizar no próximo dia 3 de Março de 2007 (Sábado) na Moura Morta, um grande encontro / convívio de pesca à truta à pluma, sem morte dos exemplares capturados. A participação é gratuita, não sendo necessário o pagamento de qualquer inscrição para o efeito.

Lamas radioactivas e águas ácidas ameaçam Mondego

O aviso está dado. O governo como sempre desmente e tenta esconder a verdade, quando a tragedia se der a culpa vai morrer solteira.

Grupos nómadas suspeitos de vaga de furtos em residências

Uma politica de portas escancaradas, uma imigração descontrolada e uma justiça que não funciona, só podem resultar em casos deste tipo.

domingo, fevereiro 25, 2007

Urgências

Pelo que me é dado observar não foi o Ministro da “Saúde” que recuou no particular das urgências, Foram os autarcas que se venderam. Afinal é tudo farinha do mesmo saco.

Identidades…


Quando os Índios exaltam a sua identidade diz-se que é Cultura.
Quando os Negros exaltam a sua identidade diz-se que é Orgulho.
Quando os Judeus exaltam a sua identidade diz-se que é História.
Quando os Europeus exaltam a sua identidade diz-se que é Racismo.
FONTE

sexta-feira, fevereiro 23, 2007

MONTEMOR-O-VELHO 5.º Festival do Arroz e da Lampreia

46 mil visitantes e 65 mil refeições servidas. São os números que a organização do Festival do Arroz e da Lampreia estima para esta 5.ª edição. O festival tem este ano como novidade a gastronomia ao vivo por conceituados chefes de cozinha

Lanifícios queixam-se da China



De tempos a tempos a lei da Rolha falha e alguém diz umas verdades.
Os negócios da China são uma fraude; os baixos preços dos produtos chineses são conseguidos através de uma fraquíssima qualidade, de baixos salários, escravatura humana e trabalho infantil. O Sr. Eng.º foi à China negociar mais do mesmo e de certa maneira prejudicar a produção nacional.

Encontro do Não em Vagos

A Federação Portuguesa pela Vida promove este sábado, 24 de Fevereiro, em Vagos, um encontro com associações e representantes dos ex-Grupos Cívicos que na campanha do Referendo se envolveram pelo Não ao aborto, num encontro marcado para as 10:30h, no Colégio de Calvão, Vagos.

O encontro serve para «uma reflexão e definição de objectivos na dinâmica da "cultura da vida" e, do trabalho político e social que a nova realidade da legislação sobre o aborto irá implicar no futuro».

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Lampreia de regresso a terras de Penacova

É mais um fim-de-semana dedicado à promoção do arroz de lampreia, prato típico que, desde há vários anos, o município de Penacova tem vindo, com sucesso, a promover. São 10 restaurantes que este ano aderiram à iniciativa.
Porque se pretende promover a região e tudo o que de bom existe nela, no X Fim-de-
-semana da Lampreia é também aconselhado, a acompanhar o prato, um bom vinho do Dão ou da Bairrada e até o arroz usado pela restauração será de origem regional, através da colaboração da Associação de Orizicultores do Baixo Mondego que fornece o arroz carolino produzido no Baixo Mondego, o ideal para a confecção da lampreia, a sobremesa é constituída por doces conventuais (nevadas de Penacova e pastéis de Lorvão) e a água, também esta de fonte concelhia.

Novopress.info renovado


Depois de um período de alguma intermitência, o portal informativo NOVOPRESS PORTUGAL surge renovado e revitalizado. NOVOPRESS.PT regressa à luta para devidamente ocupar a sua trincheira, a trincheira da informação dissidente.

ESPAÇO DE INFORMAÇÃO
Num mundo de pensamento e informação de sentido único, um mundo em que a imprensa tem objectivos muitas vezes nebulosos e confusos; num mundo onde a manipulação e o espectáculo dominam a verdade e a realidade, é urgente e vital que uma informação alternativa, sem tabus, possa ser transmitida.
Este é o objectivo da Novopress: assumir-se como agência de informação internacional, iconoclasta e reactiva.

ESPAÇO DE CONVERGÊNCIA
Um projecto como a Novopress só faz sentido se existir enquanto eixo central de uma dinâmica rede de dissidência, enquanto ponto de passagem diário e obrigatória na Internet. Para isso, não basta o esforço da equipa que anima este sítio. É fundamental que todos os que estejam interessados na existência de um espaço de informação alternativo e independente colaborem com a Novopress, seja enviando notícias ou informações ou dando a conhecer este projecto através de sítios, blogues e fóruns.

ESPAÇO DE FORMAÇÃO
Por outro lado, vozes surgirão dizendo-nos que correremos o risco de falar para dentro, para o círculo fechado dos que frequentam os mesmos sítios e têm as mesmas opiniões. É verdade. No entanto, as potencialidades da internet permitem que este projecto esteja disponível em todo o planeta. Além disso, o Novopress pretende ser um espaço de aprendizagem, evolução e crescimento, livre de preconceitos e tabus. Enquanto houver uma única pessoa que aprenda alguma coisa com o nosso trabalho, este projecto vale a pena.

NOVOPRESS

terça-feira, fevereiro 20, 2007

OLIVENÇA NO LABIRINTO DA SAUDADE


No próximo dia 23-02-2007 (Sexta-Feira), às 21:30 horas, na Biblioteca Municipal de Grândola, será apresentado o livro OLIVENÇA NO LABIRINTO DA SAUDADE, pelo seu co-autor CARLOS CONSIGLIERI, da Direcção do Grupo dos Amigos de Olivença.
A sessão é organizada por Diogo Ventura e tem o apoio da Câmara Municipal de Grândola.
Convidam-se todos os amigos e apoiantes da causa de Olivença a participarem na inicitiva.

segunda-feira, fevereiro 19, 2007

No Hospital Pediátrico de Luanda há falta de tudo

Impressionante esta noticia sobre o hospital pediátrico de Luanda.
No entanto a fortuna pessoal do presidente de Angola e dos seus correligionários não para de aumentar, os lucros do neocolonialismo também não e muitos estudantes africanos formados nas nossas universidades nunca regressam ao País de origem.

POVO VALENTE


Cerca de duas mil pessoas manifestaram-se ontem em Valença num ruidoso protesto contra o encerramento das Urgências locais. Entre os sinos das igrejas a rebate e o soar das sirenes dos bombeiros, os manifestantes deram voz a uma sucessão infindável de gritos de revolta, ameaçando extremar a luta, depois de terem cortado ao trânsito a ponte internacional que faz a ligação a Espanha através da auto-estrada Porto-Valença (A3).
Se em todos os locais onde este governo fechou maternidades e urgências, a resposta tivesse sido esta, já a política de fechar serviços tinha mudado.
Na rua é que se ganham as batalhas, na rua é que se combate este governo.
O povo de Valença está de parabéns.

sábado, fevereiro 17, 2007

OS COMUNISTAS E AS MASSAS


As remessas de lucros e dividendos para fora do Brasil, de multinacionais e especuladores que operam no mercado de capitais brasileiro, triplicaram durante o governo Lula. Estas remessas foram de US$ 5,1 mil milhões de dólares em 2002 e agora, em 2006, saltaram para US$ 15,5 mil milhões (até Novembro, com as de Dezembro poderá chegar aos US$ 16 mil milhões).

Em 2006, pelo terceiro ano consecutivo, a revista 'Forbes' incluiu Fidel Castro entre os 10 homens mais ricos do planeta, com uma fortuna estimada em 900 milhões de dólares.

Aluga-se T0 nas Químicas

Este país é uma vergonha.
Para quando uma Presidência Aberta, um simplex ou outra coisa do género neste local.

Recordando Rodrigo Emílio


No dia 18 de Fevereiro faria anos o nossso eterno camarada Rodrigo Emílio, e por sua intenção será celebrada a Missa deste Domingo, na Basílica dos Mártires, ao Chiado, pelas 18h30 .
A Missa será celebrada pelo Rev. Cónego Armando Duarte e como é habitual no terceiro Domingo de cada mês será acompanhada pelo canto do grupo "In Nomine", composto por José Campos e Sousa (voz/viola/compositor), Bernardo Albuquerque Couto (guitarra portuguesa), Filipa Galvão Telles e Manuela Teles da Gama (voz).

Miguel Almeida vai convidar ministra da Cultura a visitar monumento no Paião


O deputado figueirense Miguel Almeida (PSD) continua à espera de uma resposta do Ministério da Cultura (MC) ao requerimento aí fez chegar, questionando a entidade sobre a existência, ou não, de um projecto de recuperação para o Mosteiro de Seiça. Mas, enquanto aguarda, Miguel Almeida equaciona outras hipóteses para salvar um património que classifica de “único” e sobre o qual não tem dúvidas: “Se estivesse em Lisboa há muito que estava recuperado”.

II Festival Gastronómico de Caça e Pesca

de 16 a 25 de Fevereiro
Ao levar a cabo esta iniciativa, a Câmara Municipal da Lousã mantém o seu esforço no sentido da criação de um turismo sustentável – a recuperação e promoção das nossas especificidades próprias – as tradições, o artesanato, a gastronomia, mas também o território e a paisagem (o saber fazer, o saber comer, o saber utilizar, o saber aproveitar) e, de certa forma, amigo do ambiente. A Serra da Lousã na sua imensa riqueza e diversidade é a imagem de marca. A gastronomia é uma das vertentes que se deve aproveitar, através da qualidade.

A caça e a pesca, ontem como hoje, são recursos à disposição, que cabe à região aproveitar e gerir, articulando-se os saberes que foram legados com as exigências das actuais gerações. Através deste Festival pretende-se que todos possam experimentar diversas iguarias características da região.

Co-incineração: Providência cautelar pede suspensão das licenças da Secil

As câmaras de Setúbal, Palmela e Sesimbra entregaram ontem no Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada mais uma providência cautelar contra a co-incineração, desta vez para suspender os licenciamentos atribuídos à Secil pelos Institutos do Ambiente e dos Resíduos.

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

DESEMPREGO


Segundo dados divulgados esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística, a taxa de desemprego estimada para o quarto trimestre de 2006 subiu 0,2 pontos percentuais face ao período homólogo, para 8,2 por cento. Isto significa que, por dia 445 portugueses ficaram sem emprego, sendo que estes dados revelam a maior taxa de desemprego dos últimos 20 anos.
Com o governo PS Portugal está de facto a levar um novo rumo.
A confiança depositada em Sócrates começa a dar resultados.

Director da CP despedido, indemnizado e de novo contratado

Manuel Lopes Marques, ex-director-geral de exploração e conservação da Refer – Rede Ferroviária Nacional, recebeu em Junho de 2006 uma indemnização de 210 mil euros para sair daquela empresa do Grupo CP – Comboios de Portugal e dois meses depois, em Outubro, ingressou na Rave – Rede Ferroviária de Alta Velocidade.

FONTE

CRISE! QUAL CRISE?

O lucro da Portucel quase duplicou no ano passado, para 124,7 milhões de euros, beneficiando da subida dos resultados operacionais e desagravamento dos resultados financeiros, anunciou esta quarta-feira a papeleira.

JUVENTUDE RASCA

Juventude Socialista (JS) vai representar o seu projecto de lei para que o casamento de homossexuais seja legalizado em Portugal. Ao JN, o líder da organização, Pedro Nuno Santos afirmou que este "foi um compromisso assumido pela JS" há um ano. Ora, foi exactamente a 15 de Fevereiro de 2006, que os deputados e direcção da estrutura socialista se comprometeram a só retomar esta iniciativa depois do referendo ao aborto.
A juventude xuxialista deve fazer estágios nos países baixos, pois de lá copia tudo o que de mau existe.
Qual vai ser a bandeira desta gentalha no futuro? Legalização da droga? Fundarem um partido pró pedofilia?
A sede de poder é tanta que na ânsia de poderem angariar mais uns votos descem baixo muito baixo mesmo.

O Soldado Político


Título: O Soldado Político
Autor: Derek Holland
Formato: A5
Páginas: 27
Preço: 2 €
Descrição: Este texto, editado pela primeira vez em 1984 no Reino Unido, e traduzido agora pela primeira vez para português, tornou-se imediatamente um enorme sucesso entre os militantes britânicos e pode já ser considerado um clássico do nacionalismo-revolucionário e do terceiro-posicionismo, tendo moldado toda uma geração de militantes. O apelo à devoção total à Causa Nacionalista que nele se faz não deixará, por certo, de inspirar todos quantos o leiam. [ler introdução aqui]
Edições Falcata

ALMOÇO CONVÍVIO EM LEIRIA


Venho por este meio informar que está organizado um almoço convívio a cargo da FN-Oeste para o dia 17 de Março, na cidade de Leiria.
Estão convidados todos os nacionalistas que queiram surgir sejam eles membros da FN ou não.


Esperamos que este seja um convívio importante onde possamos discutir e partilhar ideias sobre o futuro do movimento, aquilo que falta fazer, etc.
A quem marcar presença neste 1º convívio da FN-Oeste está garantido a oferta gratuita de guias "especializados" ao nosso magnífico Castelo e à nossa bela cidade, e também a oportunidade de em conjunto fazer a distribuição de propaganda pelos cidadãos Leirienses.

Têm até ao dia 10/11 de Março para marcar o vosso lugar. quanto ao preço do almoço, será cerca de 10 euros. Ainda não se podem dar certezas visto ainda não saber qual será o estabelecimento por ainda não ter o número de pessoas que virão.

Fica aqui o mapa do centro da cidade com o local de encontro

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

DRESDEN



O massacre é recordado aqui, aqui e também aqui

INFORMAÇÃO ALTERNATIVA


Um novo espaço a visitar

Baixo Mondego “varrido” dos apoios comunitários

O governo xuxialista não tem investido no Distrito de Coimbra. Obras e projectos fundamentais para a região têm sido metidos no saco do esquecimento.
O povo da região deve dar a devida resposta ao “governo”.
Proteste não fique em casa.

Campanha Anti-Aborto


O referendo fez-se. Não ganhou simplesmente o sim, ganhou o negócio. As hárpias do sistema vêm agora dizer-nos que será preciso um período de reflexão. Estamos mesmo a ver as clínicas privadas a darem alternativas a uma mulher, quando isso lhes estraga o negócio. A hipocrisia reina em Portugal. Doravante aborta-se legalmente a pedido até às dez semanas. Curiosamente o Estado abster-se-á, estamos certos, de promover a vida, atribuindo subsídios iguais ou superiores a quem pretenda ter a criança, quando comparados com os futuros pagamentos convencionados com clínicas privadas, para práticas abortistas.
Os resultados das zonas onde fizemos incidir a nossa distribuição são animadores quando comparados com a média distrital. Vão de algumas décimas até doze pontos percentuais. Claro está que não reivindicamos tal flutuação, mas basta-nos a consciência de que alguns possam ter mudado a sua opinião ou simplesmente ter ido votar não para nos congratularmos com o acontecido. À nossa escala fizemos o nosso melhor. Nada substitui a rua e o contacto directo com a população. A Luta Continua.
TIR

domingo, fevereiro 11, 2007

PELA VIDA


A avaliar pelas sondagens à boca das urnas, está legalizada a matança dos inocentes.
Durante vários meses travei uma dura luta aqui, no blogue Pela Vida e na rua na esperança de poder salvar algumas vidas.
A esquerda celebra a sua vitória, celebra a vitória da cultura da morte.
Mas a luta não acaba aqui, os guerreiros lutam até à última gota de sangue.
Devemos e podemos continuar a denunciar o extermínio.
PELA VIDA SEMPRE

Co-incineração: advogado afirma que validação dos testes no Outão "é irrelevante"

O advogado das autarquias que contestam a co-incineração de resíduos perigosos na cimenteira Secil afirmou hoje que a validação dos resultados dos testes pela Comissão de Acompanhamento Ambiental "é irrelevante", devido ao desconhecimento da composição química dos resíduos.
"A falta de indicação da composição química dos resíduos torna irrelevantes as conclusões apontadas pela Secil e pela Comissão de Acompanhamento Ambiental", disse hoje à Lusa o advogado Castanheira Barros, que representa as câmaras municipais de Palmela, Setúbal e Sesimbra, acrescentando que "sem se conhecer o teor de contaminação dos resíduos não se podem fazer extrapolações a partir das medições realizadas".

"As dioxinas, que são poluentes orgânicos persistentes, cujos efeitos cancerígenos subsistem durante décadas, são produzidas durante os processos de co-incineração de resíduos com cloro, sendo por isso fundamental saber, por exemplo, qual o teor de cloro dos resíduos queimados durante os testes", explicou o causídico.

Castanheira Barros falava à Lusa na sequência da validação dos testes de co-incineração pela Comissão de Acompanhamento Ambiental (CAA) da Secil que, depois de analisar o relatório da consultora SGS, que acompanhou a queima de lamas oleosas na cimenteira do Outão, concluiu não haver diferenças relevantes entre a co-incineração de resíduos industriais banais e perigosos.

A CAA revelou também terem sido cumpridas todas as normas estabelecidas para a recepção e armazenamento de resíduos, bem como todos os requisitos previstos nas licenças de exploração e ambiental e no decreto-lei 85/2005, sobre a co-incineração.

O advogado Castanheira Barros alega, no entanto, que "não existe nenhuma garantia de que os resíduos a queimar no futuro sejam idênticos aos que foram utilizados durante os testes de Dezembro de 2006".

Na opinião do advogado, o "sistema legal de auto-controlo das cimenteiras faz com que estas empresas sejam juiz em causa própria, uma vez que não é feita qualquer avaliação das respectivas emissões atmosféricas por parte de qualquer entidade pública".

Assumindo claramente estar "de pé atrás" em relação aos resultados apresentados pela Secil e pela Comissão de Acompanhamento Ambiental relativamente à queima de lamas oleosas em Dezembro do ano passado, Castanheira Barros lembrou que nos testes realizados há cerca de cinco anos, os resíduos foram misturados com uma grande quantidade de serrim.

O advogado salienta que, de acordo com um relatório da engenheira ambiental Fátima Nogueira, representante da Câmara Municipal de Setúbal, "os resíduos utilizados nos testes realizados pela Secil em Fevereiro/Março de 2002 foram misturados com serrim na percentagem de 80 por cento de serrim e 20 por cento de resíduos, pelo que só uma pequena parte do que foi queimado era propriamente resíduos perigosos
FONTE

sábado, fevereiro 10, 2007

Programa Desportivo da Queima da Fitas 2007

Já se encontra aberto o prazo de entrega de propostas de actividades/projectos do Programa Desportivo da Queima das Fitas 2007. Podem encontrar o regulamento nesta página.

Ver Regulamento aqui

Horas de espera no Pediátrico

O encerramento dos serviços de urgência dos Centros de Saúde e os surtos de infecções respiratórias que estão a atacar, particularmente, crianças muito pequenas, podem explicar as longas horas de espera na urgência do Pediátrico
Com efeito, o encerramento dos Serviços de Atendimento Permanente dos Centros de Saúde dos vários concelhos do distrito leva a que o Pediátrico sofra uma maior afluência de utentes. «Por um lado não há resposta nos Centros de Saúde, e por outro, como foi transmitido às pessoas esse encerramento (que só existe durante a noite), elas já nem procuram resposta nos serviços locais» e vão directamente para o Pediátrico, explica o director do serviço de urgência, considerando as mudanças na área da saúde introduzidas pelo Governo ao nível dos cuidados de saúde primários como uma «alteração negativa» que leva a uma «utilização incorrecta dos serviços».

BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE COIMBRA


Um por todos, todos por nós

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

PELA VIDA

A vida que espere que a morte tem prioridade!

No próximo dia 11 de Fevereiro teremos um referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado.
Em primeiro lugar, parece-me importante referir as situações específicas em que não é punível a interrupção da gravidez, para os leitores que não estão totalmente esclarecidos sobre esta situação que tem gerado enorme controvérsia e, acima de tudo, extremamente delicada. Nos termos do disposto nas alíneas a), b), c), e d) do n.º1 do Artigo 142.º do Código Penal não é punível a interrupção da gravidez efectuada por médico, ou sob a sua direcção, em estabelecimento de saúde oficial ou oficialmente reconhecido e com o consentimento da mulher grávida, quando, segundo o estado dos conhecimentos e da experiência da medicina: constituir o único meio de remover perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida; se mostrar indicada para evitar perigo de morte ou de grave e duradoura lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida e for realizada nas primeiras 12 semanas de gravidez; houver seguros motivos para prever que o nascituro virá a sofrer, de forma incurável, de doença grave ou malformação congénita, e for realizada nas primeiras 24 semanas de gravidez, comprovadas ecograficamente ou por outro meio adequado de acordo com as legis artis (dos médicos), excepcionando-se as situações de fetos inviáveis, caso em que a interrupção poderá ser praticada a todo o tempo; a gravidez tenha resultado de crime contra a liberdade e autodeterminação sexual e a interrupção for realizada nas primeiras 16 semanas.
Em segundo lugar, parece-me importante esclarecer um ponto que tem sido alvo de grande controvérsia. Fala-se em interrupção voluntária da gravidez. Ao contrário do que "muita boa gente" pode pensar, está correcto falar-se em interrupção voluntária da gravidez, dado que a palavra interromper pode ser entendida de duas formas distintas, isto é, tem um significado ambíguo. Por um lado, interromper significa impedir a continuação de alguma coisa, pôr termo a; Por outro lado, interromper significa suspender, parar momentaneamente. Deste modo, quando se refere à interrupção na questão que vai a referendo no próximo dia 11, esta deve ser entendida da primeira forma como referi anteriormente. No entanto, apesar de correcto, concordo com parte da doutrina quando afirma que, em vez de se ter falado em interrupção, se devia ter referido terminar (seguindo o exemplo de Inglaterra), uma vez que seria mais esclarecedor.
Em terceiro lugar, acho extremamente "engraçado" que se refira que a interrupção voluntária da gravidez seja uma opção da mulher. Meus senhores, e o pai não tem uma palavra a dizer?
Em quarto lugar, os defensores do SIM têm afirmado que este referendo trata-se unicamente de despenalizar a mulher. Caros leitores, este não é sem dúvida alguma um argumento que os defensores do SIM se possam agarrar com "unhas e dentes", dado que não haverá qualquer restrição ao aborto, se este for efectuado nas primeiras dez semanas em estabelecimento de saúde legalmente autorizado. Desta forma, não se está apenas a despenalizar o aborto, mas pura e simplesmente a liberalizá-lo até às dez semanas. E nem quero entrar na questão se só há vida humana às oito, às dez ou às doze semanas, dado que os próprios especialistas na matéria ainda não chegaram a um consenso e, para além disso, mesmo que não se considere uma vida humana, é um "projecto de vida". Já agora, aproveito para dizer que não entendo como um médico que, à partida, tem como função salvar vidas, consiga terminar uma vida (ou um "projecto" de vida).
Em quinto lugar, o nosso Serviço Nacional de Saúde tem listas de espera vergonhosas para um país que se diz desenvolvido. Há mulheres que esperam longos meses por uma operação para remover um cancro da mama e, quando é possível fazê-la, em certos casos já é tarde. Há meses ou até anos de espera para salvar vidas. E com o aborto? Será que tirar vidas vai ter prioridade sobre salvar vidas? Será que a morte tem prioridade sobre a vida? Parece-me que nesta sociedade cada vez mais vazia de valores e enormemente individualista é assim! Sendo a vida humana um direito inviolável, não devem incorrer em responsabilidade penal ou criminal, os indivíduos (uma vida humana constrói-se a dois, logo não pode ser só a mulher a ser responsável) que queiram violar este direito através de uma interrupção da gravidez (com excepção das situações já referidas anteriormente em que não é punível a interrupção da gravidez)? Porque senão incorrerem em responsabilidade penal ou criminal, não estaremos a tornar a vida humana um mero objecto, uma simples coisa? Parece-me que, se o Estado tem capacidade económica para financiar os abortos, deverá tê-lo também para apoiar as famílias mais carenciadas e, deste modo, o argumento das dificuldades económico-financeiras não deverão ser razão para aborto. Além disso, não será que as pessoas estão a pôr a carreira profissional, o sucesso pessoal, acima de uma direito que eu julgo ser inviolável?
E, na verdade, é o Estado, através dos impostos, que vai financiar todos estes abortos. Assim, todos nós, contribuintes, vamos ter que contribuir para tal. Além disso, o Sr. Primeiro-Ministro, Eng. José Sócrates, tão empenhado nesta questão, parece ter se esquecido por "momentos" de um facto: o envelhecimento da população portuguesa. É, sem dúvida alguma, uma política anti-natalista do Eng. José Sócrates, contribuindo significativamente para a diminuição da taxa de natalidade (a longo prazo veremos as repercussões que esta política poderá ter). Digo isto, por uma simples razão (e não com palpites mas com factos!): com a despenalização do aborto noutros países da Europa, o número de abortos aumentou significativamente.
Antes de terminar, não querendo ficar apenas pelas críticas, apresento algumas soluções para que não tenhamos abortos clandestinos: maiores campanhas de informação, de aconselhamento e de planeamento familiar, educação sexual nas escolas dadas por pessoas que tenham formação para tal e, acima de tudo, uma maior abertura por parte dos pais para falar com os filhos sobre estes temas (deixem-se de meias palavras e digam o que tem de ser dito!).
Termino, com uma afirmação que poderá parecer uma ingenuidade própria da minha idade. Mas, já que tanto se tem referido que cabe unicamente à mulher tomar a decisão de abortar ou não e, uma vez que vivemos num Estado de Direito Democrático, julgo, desta forma, ter o direito de afirmar: a vida que espere que a morte tem prioridade!

Francisco Monteiro da Silva

QUEIMA DAS FITAS DE COIMBRA 2007

Aviso - Inscrições para Cortejo dos Quartanistas

A Comissão Central da Queima das Fitas 2007, avisa todos os interessados que o período de inscrição dos carros decorrerá entre os dias 6 de Fevereiro a 9 de Março.
A inscrição decorre na sala da Queima das Fitas (Sala Sr. Dias) no 1º piso da AAC entre as 14:00 e as 17:00.

Polícia Judiciária investiga loja que vende drogas leves

A ideia só podia vir dos países baixos, alias tudo o que de mais baixo entra neste país é normalmente “made in Holanda”.

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

6ª Feira: Mega Encerramento em Braga

ABORTO CLANDESTINO

Muito se tem falado nos últimos dias sobre aborto clandestino.
Mas será que neste país à beira mar plantado, alguém acredita que não se saiba onde praticar um aborto? É mais que evidente que desde o continuo do tribunal mais remoto, passando pelo policia de giro, pelo segurança da policia judiciaria e terminando no mais alto funcionário da hierarquia judicial, todos sabem onde fica situada uma clínica de aborto.
A “clandestinidade” só foi mantida porque mais tarde ou mais cedo iria dar uma ajuda ao loby abortista.

O PIOLHO DA SOLUM


Para estes companheiros cá do burgo os meus sinceros parabéns.

NÃO FALTES

TODOS DIFERENTES TODOS IGUAIS


Elementos da Polícia Judiciária (PJ) realizaram hoje buscas na Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, numa investigação por suspeitas de tráfico de influências e peculato, adiantou à agência Lusa fonte da PJ

Nacionalistas PELA VIDA


Os nacionalistas de Coimbra têm feito uma intensa campanha pela vida, contra o aborto.
Com início no fim de Agosto, foram feitas acções de colagem ou distribuição de panfletos nos concelhos de Coimbra, Mira, Cantanhede, Figueira da Foz, Montemor-o-velho, Soure, Condeixa, Miranda do Corvo e Lousã.
Se não te identificas com o sistema junta-te a nós, mais combates se avizinham.

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

É tão fácil tornar felizes os Cidadãos . . .

NUM PAÍS QUALQUER.....

ou

EM QUALQUER PAÍS.... (da Eurolândia...)


Diz o Primeiro Ministro ao Chefe de Gabinete: "Vou atirar esta nota de 500 Euros pela janela e fazer feliz um dos nossos cidadãos".

"Sr. Primeiro Ministro, não acha preferível atirar 5 notas de 100 e fazer felizes 5 cidadãos?" -sugere o Chefe de Gabinete.

"Não faça isso, Sr. Primeiro-Ministro. Atire 50 notas de 10 e faça 50 cidadãos felizes!" - contrapõe o assessor de imagem.

Ouvindo tudo isto, reage, de pronto, a senhora de limpeza, com a objectividade e o pragmatismo femininos e a proverbial sabedoria popular: "Porque é que o senhor Primeiro Ministro não se atira da janela e faz felizes quase todos os cidadãos cá do nosso País? E ainda poupa os 500 euros... "

Pilhado aqui

Dois portugueses detidos por explorar imigrantes ilegais

A imigração descontrolada só serve para encher os bolsos dos empresários corruptos.
No entanto o sistema já prepara medidas para acabar com este flagelo. Vamos ter dentro em breve um referendo. A pergunta é a seguinte: “Concorda com a despenalização da exploração de imigrantes, se realizada, por opção do imigrante, nos primeiros dez anos, em estabelecimento de legalmente autorizado?”

Mais segurança, menos toxicodependentes

Moradores e comerciantes do Terreiro da Erva estão a recolher assinaturas num abaixo-assinado que pretende mais policiamento para o local.
Passe por uma casa comercial e assine. Vamos “limpar” as ruas de Coimbra.

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Aborto e civilização

O aborto voluntário vai tornar-se uma das grandes questões nas sociedades ocidentais. O regresso do tema à tolerante Holanda é só mais um sintoma. O interesse com que entre nós se vive o sim ou não no referendo é disso bom sinal. Há diversas formas de entrar no debate: desde a inconveniência ou ilicitude do aborto à fé religiosa, para cristãos com força de convicção de uma moral universal. Há outra posição que pretende ter validade universal:
a científica, embora também aqui as provas não sejam acessíveis à imensa maioria dos homens e mulheres, que as admite por fé (na ciência).
A minha preferida – na linha de artigo (1983) do filósofo Julián Marias – é outra, acessível a todos e independente de conhecimentos científicos ou teológicos que poucos possuem. É a visão antropológica, fundada na mera realidade do homem tal como se vê, vive e se compreende a si mesmo.
Trata-se da distinção decisiva entre “coisa” e “pessoa”, que se revela no uso da língua. Em todas as línguas há uma distinção essencial: entre “que” e “quem”, “algo” e “alguém”, “nada” e “ninguém”. Se entro numa casa onde não há nenhuma pessoa, direi: “não há ninguém”, mas não me ocorrerá dizer: “não há nada”, porque pode estar cheia de móveis, livros, lustres, quadros.
O que tem isto a ver com o aborto? Muito. Quando se diz que o feto é “parte” do corpo da mãe, é falso, porque não é parte: está “alojado” nela, melhor, implantado nela (nela e não meramente no seu corpo). Uma mulher dirá: “estou grávida”, nunca “o meu corpo está grávido”. Uma mulher diz:“vou ter um filho”; não diz: “tenho um tumor”.
A pergunta a referendar, ao usar, em vez de aborto provocado, “interrupção voluntária da gravidez”, não só abusa da hipocrisia como se esconde sob a capa de despenalização. Os advogados do sim não gostam da comparação, mas com isto os partidários da pena de morte vêem as dificuldades resolvidas.
Podem passar a chamar à tal pena – por forca ou garrote “interrupção da respiração” (e também são só uns minutos).
Há ainda as 10 semanas, como se para a criança fizesse diferença em que lugar do caminho se encontra ou a que distância, em semanas ou meses, da sua etapa da vida que se chama nascimento será surpreendida pela morte.
O mais estranho é que para os progressistas o aborto é visto como sinal de progresso, enquanto a pena de morte é de atraso. Dantes denunciavam a “mulher objecto”, agora querem legitimar a criança-objecto, a criança-tumor, que se pode extirpar, em nome do “direito de dispor dopróprio corpo”.
O direito (com bons propósitos) serve para nos impedir de entender “o que é aborto”. Por isso se mascara a sua realidade com fins convenientes ou pelo menos aceitáveis: o controle populacional, o bem-estar dos pais, a situação da mãe solteira, as dificuldades económicas, a conveniência de dispor de tempo livre, a melhoria da raça.
A tudo isto acrescem as tentativas de abolir as relações de maternidade e paternidade, reduzindo-as a mera função biológica sem duração para além do acto de geração, sem nenhuma significação pessoal entre o “eu”, o “tu” e o “ele(a)” implicados.
Felizmente, ao pôr-se a nu a grave dimensão da aceitação social do aborto, facilita-se o regresso de temas que os “progressistas” julgavam de direita e, por isso, ultrapassados: a família e a natalidade.
Não devemos estranhar que os mesmos que sempre se equivocaram sobre tudo, desde a natureza do regime soviético a Cuba, passando pelo fim do trabalho e as nacionalizações, se encontrem agora, de novo, unidos no “sim” ao aborto (e no “não” ao sofrimento dos animais). E, ontem como hoje, acompanhados de idiotas úteis. Alguns, pelos vistos, “liberais”, que desconhecem que a noção de liberdade para o liberalismo clássico é oposta à de “direito a ou de”. Para T. Jefferson os seres humanos são independentes, mas não da moral; se a desafiamos, não somos livres mas escravos, primeiro
das nossas paixões e depois possivelmente da tirania política. Que tipo de governo democrático poderá controlar homens que não podem controlar as suas próprias paixões? Situação que piorará com a ilusão do Estado contraceptivo e a liberalização das oportunidades para a irresponsabilidade.

José Manuel Moreira, Professor universitário

TIR PELA VIDA


Hoje à noite efectuamos uma acção de colagem de cartazes em todas as faculdades da Universidade de Coimbra.
No meio de muita propaganda pelo sim lá estão os cartazes do TIR a apelar ao NÃO.
Assim os nacionalistas revolucionários foram os únicos a fazer campanha pelo NÃO nas faculdades.
E tu! O que dizes-te hoje pela tua Pátria.
E se levantasses o cu do sofá e te juntasses a nós.
Faz tua a causa do povo.
Visita a nossa página, vai à secção de contactos e junta-te a nós.

domingo, fevereiro 04, 2007

Passear no Botânico só pagando



Depois do encerramento, a partir de ontem, aos fins- -de-semana e feriados, para diminuir custos, reabertura em pleno passará por taxar entrada aos visitantes. Durante todo o ano.
Obrigado Sr. Eng.º Sócrates, as centenas de pessoas que diariamente utilizam o jardim, para descanso, estudo, contacto com a natureza, agradecem.

PELA VIDA

Grandes Portugueses


Nos últimos dias tem aparecido aqui por Coimbra propaganda apelando ao voto no programa Grandes Portugueses. Localizada nas paragens de autocarros, tem a imagem de um “concorrente”, com uma ou duas frases, apela a que se vote na personagem em questão. Hoje dei uma volta pela cidade e só encontrei cartazes com imagens de D. Afonso Henriques, Luís de Camões e Vasco da Gama. Será que todos os outros foram esquecidos? Será que apelando ao voto nestes três grandes portugueses os censores da RTP pretendem combater o voto no Dr. Oliveira Salazar? Destes lacaios do sistema espero tudo.

ROTA DO AZEITE


Através da ROTA DO AZEITE levamos os nossos clientes a visitar e participar no processo de fabrico artesanal do azeite no vale do rio Ceira, desde o processo de apanha da azeitona, transporte, selecção, até à prensagem num lagar de varas movido a água.

Estranho

A Bragaparques tem sido notícia pela alegada tentativa de corrupção na Câmara de Lisboa, e Coimbra. É de estranhar que se fale dos negócios desta empresa em várias cidades «menos em Almada, que é uma Câmara da CDU e que tem um grande parque de estacionamento da mesma empresa mesmo em frente à Câmara».

PELA VIDA

sábado, fevereiro 03, 2007

Penedo da meditação

O lobo ibérico pode ser visto nos distritos de Aveiro, Viseu e Guarda isto segundo noticia dos jornais aqui do burgo; o Lino Ibérico pode ser visto no governo. Continuando numa de animais uma nova espécie poderá ser vista nos próximos dias em Portugal: O panda rosa choque uma espécie rara que trás à mistura baixos salários, trabalho infantil e escravo.
O tribunal que julgava os jovens que assaltavam gasolineiras resolveu dar-lhes uma segunda oportunidade; uma onda de assaltos varreu hoje a cidade de Coimbra; um pai adoptivo que não cumpriu uma ordem do tribunal teve uma pena muito superior àquela que é dada a muitos pedófilos.
A Maria Alice já regressou do oriente, a corrida não correu como esperava.

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

As urgências do Hospital de Cantanhede vão fechar


Apesar de ter recebido um estudo que contrariava todas as conclusões que levavam ao fecho das urgências, a comissão encarregada de “reestruturar” esta área acabou por decidir mais do mesmo.
Toda a análise da comissão foi baseada em números que estão há muito ultrapassados. Depois não tem em conta que na altura do Verão a população de Cantanhede quase que duplica. Por outro lado as urgências sofreram Há poucos meses uma remodelação que não foi nada barata.
Parece que a politica de redução de custos deste desgoverno passa por deixar morrer os cidadãos.
Isto já não vai lá com petições e contra estudos o povo tem que sair à rua e correr de vez com esta cáfila de incompetentes e medíocres que tomaram conta das rédeas na nação.
Criar uma contra-cultura ou, mais, uma estrutura de contra-poder dentro do actual sistema é uma necessidade básica, mas olhando para as tendências actuais realisticamente, concluímos que não haverá uma solução pacífica ou puramente política para os variados males da sociedade moderna.
Uma ideia abre caminho, uma esperança que é preciso restaurar. Chama-se Revolução, mas uma revolução justa, verdadeira, e há-de ser nacional e popular, patriótica e social. É preciso que ela de novo incendeie os corações, mobilize os esforços, congregue os sonhos e os desejos das almas despertas. Há-de ter o sabor e a força da juventude, a alegria e a verdade do povo em luta. Não me perguntem comos, porquês, quandos e ondes: sei apenas que ela é necessária porque é indispensável. Esgotados os homens, cansadas as almas, porque não acender uma esperança? Antes que seja tarde…

«...Se o proletário resiste e se esta resistência toma a forma de uma ofensiva violenta, não foi ele quem a começou; a opressão ou a exploração capitalista está em primeiro lugar» CHARLES MAURRAS

Aborto: OM será implacável contra objecção de consciência

O bastonário da Ordem dos Médicos avisou hoje que este organismo será implacável para com os clínicos que aleguem objecção de consciência para não realizarem abortos no sector público e que o façam no privado, por nessa circunstância serem pagos.

NÃO OBRIGADA


Plataforma Não Obrigada

Politica xuxialista

Para este governo um doente barato é aquele que morre antes de chegar ao Hospital.

Queima das Fitas 2007


Avisam-se todos os interessados que o Regulamento Geral de Participação no Cortejo da Queima das Fitas 2007 encontra-se disponível para fotocopiar na Papelaria/Fotocopiadora da AAC e disponível para download aqui.

AR PURO


O Jardim Botânico da Universidade de Coimbra vai encerrar aos fins-de-semana e feriados, em virtude do corte no financiamento público destinado ao ensino superior, anunciou, ontem, a Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCTUC), que alega não ter encontrado melhor solução para conseguir continuar a suportar os encargos com a estrutura.
Queres ar puro, queres estar em contacto com a natureza, vai para Souselas com o patrocínio da Agencia de Viagem Sócrates.

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

"Extrema-direita" sem responsabilidades no PE


Um cordão sanitário ou coisa que o valha impediu que os deputados nacionalistas no parlamento Europeu conseguissem lugares importantes. Um dia a corda rebenta e a música vai ser outra.
O sistema tudo faz para nos tentar calar, até a nossa televisão publica quando fala sobre as eleições presidenciais em França omite propositadamente o nome de Le pen , numa vergonhosa manobra censória.
Mas a marcha da história não pode ser parada vejam por exemplo as altas votações de Salazar no programa Grandes Portugueses, que só pode ser vista como uma grande ânsia de mudança que começa a morar no coração dos portugueses.
Uma guarda avançada de patriotas e nacionalistas está preparada para fazer história, uma vez que o poder instalado já dá mostras de cedência uma vez que deixou de estar em estado de comunhão com os destinos das nações.
Durante algum tempo, no entanto, o poder, através do instrumento da legalidade, poderá abusar das massas de carneiros, poderá recorrer a manobras sinuosas para adiara o seu fim. Mas, o divórcio entre o poder instalado e o futuro próximo de Portugal e da Europa está consumado. Só os que detêm a legitimidade vêm o objectivo, têm consciência, bem antes dos outros, da vida colectiva mais elevada da comunidade, enquanto o poder de facto, a legalidade, se assemelha ao míope que chafurda no presente imediato.

Manuel “Rotundas” provável à frente de novo organismo

Manuel Machado, ex-presidente da Câmara Municipal de Coimbra, foi convidado para presidir à futura Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), que funcionará na dependência do Ministério da Administração Interna, soube o “Campeão”de fontes ligadas ao processo.
A avaliar pelo que fez sobre esta matéria em Coimbra, lá vão aumentar os desastres, aliás esta nomeação já o é.

Conversas de Café - cappuccino em kibadachi*

Passe pelo blogue KØNTRÅŠTËS e leia a minha modesta contribuição para o tema Conversas de Café.

O SENTINELA

Sentinela alerta? Alerta está.

EUA Prepara-se Para Atacar o Irão a Partir da Bulgária e da Roménia


O Presidente Bush prepara-se para atacar as instalações nucleares do Irão antes do fim de Abril e as novas bases aéreas dos EUA na Bulgária e na Roménia serão usadas como apoio ao assalto, de acordo com um relatório oficial de Sofia. “Forças americanas podem usar as suas duas bases da Força Aérea na Bulgária e no litoral do Mar Negro, na Roménia e desencadear um ataque ao Irão em Abril,” referiu a agência noticiosa Búlgara Novinite. Independentemente do relatório da agência búlgara ser um subterfúgio táctico ou um acontecimento estratégico é difícil de analisar nesta fase. A notícia de Sofia, de preparações avançadas para a guerra no Mar Negro, é apoiada por alguns detalhes deprimentes…
Ver o resto da notícia aqui:
Veja também aqui toda a estratégia Norte Americana para o médio oriente e para o mundo.

Regicídio 1908-2007


Passe pelo Combustões e leia toda a história do atentado. Se quiser aprofundar a questão sugiro o livro Com permissão de Sua Majestade.

ACHA JUSTO?


Algrave PELA VIDA

Antena em Sepins pode ir a tribunal

O povo tem razão as Atenas devem ser colocadas fora do enquadramento urbano. Quanto à câmara não sabemos bem de que lado está.