O Banif Investimento, o Santander Totta e o Deustche Bank estão a negociar financiamentos com consórcios interessados em concorrer à construção e exploração do novo aeroporto da Ota e à privatização da maioria do capital da ANA.
É com o grande capital que o governo xuxialista trabalha.
É para o grande capital que o governo xuxialista trabalha.
É com e para o grande capital que o governo xuxialista nos trabalha.
quinta-feira, abril 05, 2007
quarta-feira, abril 04, 2007
Os fechadores
Começaram nas escolas passaram às maternidades depois aos SAPs e urgências de seguida atiram-se às esquadras agora estão numa de tribunais.
A Maria Alice e os seus capangas querem fechar tudo.
A Maria Alice e os seus capangas querem fechar tudo.
Pelo direito à diferença, contra o racismo
Por Alain de Benoist & Charles Champetier (in “Manifesto para um Renascimento Europeu”)
Não se pode definir o racismo como a preferência pela endogamia, que é algo que procede da livre escolha dos indivíduos e povos (o povo judeu, por exemplo, deve a sua sobrevivência à recusa do casamento misto).
Face à inflação de discursos simplificadores, propagandísticos e moralizantes, é preciso voltar ao verdadeiro sentido das palavras: o racismo é uma teoria que postula que entre as raças existem diferenças qualitativas de tal ordem que seria possível distinguir-se raças globalmente “superiores” e raças globalmente “inferiores”, ou que o valor de um indivíduo se deduz inteiramente da sua pertença a uma raça, ou que o facto racial constitui o factor central de explicação da história humana. Estes três postulados podem ser defendidos em conjunto ou separadamente. Os três são falsos. Se é verdade que as raças existem e divergem em relação a critérios estatísticos isolados, não há entre elas diferenças qualitativas absolutas. Por outro lado, não existe nenhum paradigma que determine a espécie humana e permita hierarquizar globalmente as várias raças. Finalmente, é evidente que o valor de um indivíduo reside, antes de tudo, nas suas próprias qualidades.
O racismo não é uma doença do espírito, engendrada pelo preconceito ou pela superstição “pré-moderna”, como nos diz a fábula liberal que remete para a irracionalidade a fonte de todo o mal social: o racismo é uma doutrina errónea, historicamente fechada, cuja origem se deve procurar no positivismo científico, que pretendia medir “cientificamente” o valor absoluto das sociedades humanas, e no evolucionismo social, que tende a descrever a história da humanidade como uma história unitária dividida em diversos “estados”, cada um dos quais correspondendo a diferentes etapas do “progresso” (e em que determinados povos seriam, provisória ou definitivamente, mais “avançados” que outros).
Face ao racismo, há um anti-racismo universalista e um anti-racismo diferencialista. O primeiro conduz indirectamente aos mesmos resultados que o próprio racismo que denuncia: ao ser tão alérgico como este último às diferenças, o anti-racismo universalista não reconhece aos povos mais do que a sua comum pertença à espécie, e tende a considerar as suas identidades específicas como transitórias ou secundárias. Ao reduzir o Outro ao Igual, numa perspectiva estritamente assimilacionista, torna-se incapaz, por definição, de reconhecer e respeitar a alteridade em si mesma. Pelo contrário, o anti-racismo diferencialista, no qual o GRECE se revê, considera que a humanidade é valiosa pela sua irredutível pluralidade. Assim, esforça-se por outorgar um sentido positivo ao universal, não contra a diferença, mas sim a partir dela.
Para a nossa corrente de pensamento, a luta contra o racismo não passa pela negação das raças nem pela vontade de as fundir num conjunto indiferenciado, mas sim pela recusa simultânea da exclusão e da assimilação. Nem apartheid, nem melting-pot: aceitação do outro enquanto outro, numa perspectiva dialogante de mútuo enriquecimento.
FONTE
Não se pode definir o racismo como a preferência pela endogamia, que é algo que procede da livre escolha dos indivíduos e povos (o povo judeu, por exemplo, deve a sua sobrevivência à recusa do casamento misto).
Face à inflação de discursos simplificadores, propagandísticos e moralizantes, é preciso voltar ao verdadeiro sentido das palavras: o racismo é uma teoria que postula que entre as raças existem diferenças qualitativas de tal ordem que seria possível distinguir-se raças globalmente “superiores” e raças globalmente “inferiores”, ou que o valor de um indivíduo se deduz inteiramente da sua pertença a uma raça, ou que o facto racial constitui o factor central de explicação da história humana. Estes três postulados podem ser defendidos em conjunto ou separadamente. Os três são falsos. Se é verdade que as raças existem e divergem em relação a critérios estatísticos isolados, não há entre elas diferenças qualitativas absolutas. Por outro lado, não existe nenhum paradigma que determine a espécie humana e permita hierarquizar globalmente as várias raças. Finalmente, é evidente que o valor de um indivíduo reside, antes de tudo, nas suas próprias qualidades.
O racismo não é uma doença do espírito, engendrada pelo preconceito ou pela superstição “pré-moderna”, como nos diz a fábula liberal que remete para a irracionalidade a fonte de todo o mal social: o racismo é uma doutrina errónea, historicamente fechada, cuja origem se deve procurar no positivismo científico, que pretendia medir “cientificamente” o valor absoluto das sociedades humanas, e no evolucionismo social, que tende a descrever a história da humanidade como uma história unitária dividida em diversos “estados”, cada um dos quais correspondendo a diferentes etapas do “progresso” (e em que determinados povos seriam, provisória ou definitivamente, mais “avançados” que outros).
Face ao racismo, há um anti-racismo universalista e um anti-racismo diferencialista. O primeiro conduz indirectamente aos mesmos resultados que o próprio racismo que denuncia: ao ser tão alérgico como este último às diferenças, o anti-racismo universalista não reconhece aos povos mais do que a sua comum pertença à espécie, e tende a considerar as suas identidades específicas como transitórias ou secundárias. Ao reduzir o Outro ao Igual, numa perspectiva estritamente assimilacionista, torna-se incapaz, por definição, de reconhecer e respeitar a alteridade em si mesma. Pelo contrário, o anti-racismo diferencialista, no qual o GRECE se revê, considera que a humanidade é valiosa pela sua irredutível pluralidade. Assim, esforça-se por outorgar um sentido positivo ao universal, não contra a diferença, mas sim a partir dela.
Para a nossa corrente de pensamento, a luta contra o racismo não passa pela negação das raças nem pela vontade de as fundir num conjunto indiferenciado, mas sim pela recusa simultânea da exclusão e da assimilação. Nem apartheid, nem melting-pot: aceitação do outro enquanto outro, numa perspectiva dialogante de mútuo enriquecimento.
FONTE
segunda-feira, abril 02, 2007
Europa e Ocidente: colonialismo e neocolonialismo
Um texto excelente que o Rodrigo em boa hora traduziu e que nos remete para uma questão que já aqui abordei. A imigração é a escravatura dos últimos séculos, e como se pode ler no texto é muito mais nefasta pois o amo não é visível e esconde-se na capa dos direitos humanos e no anti-racismo.
domingo, abril 01, 2007
Noticia de última hora

A informação veiculada aqui e que dava como certa a minha entrada para o Diário de Noticias, afinal não se concretizou. Opiniões diferentes relativamente à pequena que me ia secretariar fizeram gorar o projecto. O Fernando Madaíl tinha uma recomendação do SOS Racismo para uma jovem ucraniana com formação em table dance, eu não concordei com a ideia pois já tinha contactado a Odete Santos que é uma pessoa muito mais divertida e para bailarina já me chega a Maria Alice.
Como tal fico-me pelo blogue, com um pedido de desculpas à Odete que fica agora desempregada e a viver do magro sustento da reforma da AR. Odete não desesperes, não voltes ao mundo do espectáculo, fica-te pelo programa Os Grandes Portugueses, tens de sair em grande.
Parabéns
Está na Hora

A hipocrisia a mentira e o abuso são comuns na classe politica do sistema. O princípio tantas vezes repetido (não estou de acordo com as tuas ideias, mas estou disposto a lutar para que as possas dizer) contrasta com a mentira a censura e a mistificação a que o sistema nos vai habituando. O sistema não é como o pintam, sendo até injusto autoritário, perverso, pugnando pela adoração ao culto da ignorância tantas vezes demonstrado pela forma como está a nossa educação.
Não é agradável falar destas coisas que nos desiludem e deprimem, no entanto temos de ter consciência e denunciar o que se passa no nosso país.
Não devemos no entanto baixar os braços ou pôr-nos a chorar pensando que tudo está perdido. Temos de mostrar a nossa indignação e lutar; porque Portugal não é da classe politica que nos governa.
Os políticos do sistema acreditam que com os seus bonitos discursos e soluções superficiais, conseguem enganar-nos e adormecer-nos a fim de aceitarmos o absurdo que aqueles que foram eleitos para acautelar os interesses da nação, podem fazer tudo o que lhes dá na real gana e destruir pouco a pouco o nosso país.
Está na hora de fazer-mos valer os nossos direitos e mostrar que o poder social é que comanda o poder politico. Isto não é só uma critica aos que desistiram de lutar, mas também uma promessa de projectarmos ideias, de estarmos na primeira linha da luta, porque a nossa vontade e a nossa missão é lutar por um Portugal melhor, nunca esquecendo que nessa luta tu és importante.
O EIXO DO MAL
Acabei agora mesmo de ver o programa.
Um fartote de rir.
O melhor que a esquerda caviar já produziu.
Que se repita na SIC comédia.
Um fartote de rir.
O melhor que a esquerda caviar já produziu.
Que se repita na SIC comédia.
Frase do dia
«Os homossexuais têm problemas médicos de tipo genético ou problemas de gestão das próprias pulsões sexuais. É necessário então impor barreiras, limites, antes que a nossa sociedade caia na decadência dos zoófilos e pedófilos.»
Richard Wertenschlag, Gran-Rabino de Lyon, « Le Figaro » del
16/02/07
FONTE
Richard Wertenschlag, Gran-Rabino de Lyon, « Le Figaro » del
16/02/07
FONTE
Justiça onde paras?
FIM
Devido a problemas relacionados com a minha vida particular e profissional, decidi por um fim ao blogue, como tal hoje será o meu ultimo dia de blogoesfera.
A todos os que durante cerca de uma ano o visitaram o meu obrigado e até sempre.
A todos os que durante cerca de uma ano o visitaram o meu obrigado e até sempre.
sábado, março 31, 2007
Co-incineração em Souselas só com novo Estudo de Impacte Ambiental
Recurso do Governo não teve provimento. Tribunal da Relação reforça decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra e obriga Ministério do Ambiente a fazer novo Estudo de Impacte Ambiental se quiser avançar com a co-incineração na Cimpor, em Souselas.
Um grande vitória do povo de Souselas e de todos os que lutam contra a co-incineração. Face a este despacho o governo vai ser obrigado a fazer novo estudo de impacto ambiental. O novo estudo a que o governo sempre fugiu vai chumbar a co-incineração, uma vez que as novas regras Europeias a que Portugal aderiu recentemente, obrigam a ter em conta alguns aspectos que não eram previstos na altura do primeiro estudo.
A co-incineração não é só perniciosa para Souselas e para o Outão mas para todo o país, pois do processo da queima resulta a produção de substâncias altamente cancerígenas (dioxinas, furanos, etc.) que para além de ficarem impregnadas no cimento, são ainda disseminadas para a atmosfera. É um método rejeitado pela Convenção de Estocolmo que foi assinada pelo governo português. Acrescente-se ainda que o parecer da comissão científica nomeada pelo governo é altamente questionável, uma vez que estava previsto que os seus membros fossem remunerados com chorudos ordenados enquanto dura-se a co-incineração.
Um grande vitória do povo de Souselas e de todos os que lutam contra a co-incineração. Face a este despacho o governo vai ser obrigado a fazer novo estudo de impacto ambiental. O novo estudo a que o governo sempre fugiu vai chumbar a co-incineração, uma vez que as novas regras Europeias a que Portugal aderiu recentemente, obrigam a ter em conta alguns aspectos que não eram previstos na altura do primeiro estudo.
A co-incineração não é só perniciosa para Souselas e para o Outão mas para todo o país, pois do processo da queima resulta a produção de substâncias altamente cancerígenas (dioxinas, furanos, etc.) que para além de ficarem impregnadas no cimento, são ainda disseminadas para a atmosfera. É um método rejeitado pela Convenção de Estocolmo que foi assinada pelo governo português. Acrescente-se ainda que o parecer da comissão científica nomeada pelo governo é altamente questionável, uma vez que estava previsto que os seus membros fossem remunerados com chorudos ordenados enquanto dura-se a co-incineração.
Maternidade da Figueira da Foz
No último mês, três bebés vieram ao mundo entre ambulâncias e garagens.
Terá sido para isto que o “ministro” mandou encerrar a maternidade?
Terá sido para isto que o “ministro” mandou encerrar a maternidade?
Drogados e agarrados de todo o mundo uni-vos

Foi anunciada a Marcha Global Marijuana Porto 2007, uma iniciativa que defende a legalização da marijuana, que apresentou o seu manifesto e anunciou, a 5 de Maio, que o Porto se junta pela primeira vez a várias cidades do mundo.
Financiados por algum grande criminoso do narcotráfico, alguns agarrados ao charro ajudados pelo PCP e pelo BE, pretendem a todo o custo tentar legalizar o negócio da droga. Eu já vi um filme igual mas passado com outro protagonista; O aborto. As outras personagens são basicamente as mesmas, com uma pequena diferença no financiador pois neste particular o bago veio das clínicas de aborto.
Preocupante também é o facto de um dos promotores da marcha pró charro ser um "professor" universitário, infelizmente é gente deste calibre que está encarregada de educar os nossos filhos. Até parece que já estou a ver uma aula dada por este toxicodependente, tudo sentado no chão umas charradas uns risquinhos para snifar e vá de dar cachaporra na sociedade, provavelmente à porta o “professor” tem um carrinho topo de gama, pago com o dinheiro do papá, e ganho a explorar uns imigrantes ilegais.
Ninguém pára a onda

Os pseudo educadores do povo estão de cabeça feita contra esta onda de nacionalismo que nos últimos dias deu à costa deste nosso país.
Ainda mal refeitos da vitória de Salazar, eis que aparece um outdor que faz transbordar o copo sempre cheio de fel dos antifascistas.
Jornalistas e políticos de todos os quadrantes do sistema unem voz contra o fascismo e o avanço do mesmo.
A descrença contra o actual regime está à muito instalada, por uma lado porque os novos Srs. do templo nunca conseguiram cumprir as promessas que fizeram no dia 25 de Abril e por outro lado porque o povo já percebeu que a grande maioria quer é governar-se à custa da Nação e não servi-la.
A classe politica saída do 25 de Abril despreza as massas, chega até a admoestar o povo quando acha que este não se comporta como devia, ou seja não se comporta de acordo com os valores do sistema. Do alto das suas cátedras e da sua soberba buscam explicações rebuscadas para movimentos socais que escapam ao seu controlo.
A classe politica no poder sente que o fim está próximo, pelo que vai intensificará os meios de repressão que tem ao seu alcance, tentará a todo o custo evitar o inevitável.
O futuro faz – se nas ruas lutando para encontrar uma solução para este mundo em ruína espiritual e material. Para isso é preciso identificar-nos com as lutas populares onde quer que elas estejam. Mesmo que sectoriais, mesmo que estejam a ser alvo de aproveitamento politico por parte de dum quadrante politico do sistema. Só aparecendo nos podemos impor.
sexta-feira, março 30, 2007
Acca Larentia: todos contra

A 7 de janeiro de 1978, às seis da tarde prepara-se uma distribuição de propaganda da secção do M.S.I (Movimento Sociale Italiano) – FdG (Fronte della Gioventú) da via Acca Larentia, no bairro Appio Tuscolano. É uma secção de fronteira que faz uma acção politica com uma forte componente social num bairro populoso e popular. Estamos em plenos “Anos de Chumbo” e as escaramuças com os “compagni” estão na ordem do dia, mas apesar de tudo aparece um grupo considerável de jovens militantes. Às seis e vinte, saem da porta blindada os militantes Franco Bigonzetti, Francesco Ciavatta e Vincenzo Segneri. O fogo cruzado de cinco ou seis pessoas equipadas com armas automáticas mata Franco Bigonzetti. Segneri, apesar de ferido a um braço, reentra e fecha às suas costas a porta blindada. Francesco Ciavatta, ferido, procura abrigo na escadaria que fecha a rua. Seguem-no e disparam outra vez, de perto. Agoniza por uns 20 minutos no frio escuro de Janeiro e não chegará vivo ao hospital. A notícia espalha-se, chegam todos os jovens militantes, chegam também os jornalistas que começam a fazer perguntas e chega por fim a Polícia. Alguém, dizem, apaga com malvadez o cigarro no sangue. Os rapazes, já desesperados, carregam. Carregam também os Carabinieri, que disparam gás lacrimogéne, tudo isto em poucos metros de estrada. O capitão dos Carabinieri Sivori aponta a sua beretta e preme o gatilho. A arma encrava. Pede emprestada uma outra pistola de um subalterno e dispara a altura de homem. Atinge na nuca Stefano Recchioni, de vinte anos, guitarrista dos Janus, militante da secção da Fdg de Colle Oppio, que morrerá a 9 de janeiro de 1978. A sensação de ter todos contra, de não poder chegar a pactos com ninguém, que seguirá a chacina dos três jovens, marca a direita radical.
Os “Nuclei Armati per il Contropotere Territoriale” (Núcleos Armados para o Contrapoder Territorial) reivindicam o atentado, mas não passam de uma das tantas siglas fantasmas do terrorismo de esquerda. O Capitão Sivori vai de férias por ordem de Cossiga, na altura ministro do interior. Depois de Acca Larentia, muitos escolherão conscientemente consumar inúteis e trágicas vinganças. Por sua vez, a cada 7 de Janeiro na rua Acca Larentia, a direita radical e não conforme recorda os seus mortos com o ritual do “PRESENTE”.
FONTE
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