quarta-feira, maio 09, 2007

Líder distrital do CDS-PP acusada de peculato e branqueamento de capitais


Sónia Sousa Mendes, de 64 anos, começou a ser julgada no Tribunal Judicial da Lousã, acusada de ter cometido os crimes de peculato e branqueamento de capitais, quando desempenhava funções de técnica auxiliar principal na área da acção social na Escola Secundária da Lousã (ESL), entre 1995 e 1999.
O Ministério Público (MP) acusa a líder distrital do CDS-PP de Coimbra de, em três anos, se ter apoderado de mais de 14.000 euros, correspondentes a pagamentos de transporte efectuados por alunos e que deveriam ser entregues à Câmara Municipal da Lousã, entidade responsável pelo transporte dos estudantes. A autarquia pagava integralmente os custos com os transportes dos alunos, mas aqueles que frequentavam o ensino secundário (do 10.º ao 12.º ano) tinham de pagar metade do valor do passe, dinheiro que deveria ser posteriormente enviado para os cofres do município.
Segundo a acusação, desde o início do ano lectivo de 1996-1997 até Dezembro de 1999, «a arguida recebeu com regularidade, da parte da esmagadora maioria dos alunos que frequentavam o ensino secundário na ESL, a quantias por eles devidas, para pagamento desses transportes, sempre em numerário». Acrescenta o MP que, «ao contrário do que era seu dever enquanto funcionária da ESL, a arguida não encaminhou esses montantes, que recebera dos alunos, para a respectiva tesouraria, ou para qualquer outro departamento ou secção da escola, ou mesmo para a Câmara Municipal da Lousã».
Segundo a acusação, Sónia Sousa Mendes é também suspeita de se aproveitar do estatuto de responsável pela gestão do refeitório e do bar daquele estabelecimento de ensino para se apropriar de géneros alimentícios. De acordo com o MP, «em data não apurada de Abril de 1999, pelas 9h00, aproveitando a ausência da cozinheira, a arguida esvaziou a despensa, levando todos os produtos que ali estavam armazenados».

COIMBRA-Artesãos de todo o país reúnem-se na cidade

A VII Feira de Artesanato de Coimbra abre as portas ao público na próxima sexta-feira, na Praça da República, onde quase cem artesãos de todo o país irão apresentar os mais diversos produtos, como cestaria, tapeçaria, olaria, bijuteria, instrumentos de corda, tamancos, chinelos, bordados, brinquedos, cerâmica ou rendas, entre outros trabalhos.
A feira prolonga-se até dia 17 e constitui uma grande mostra do artesanato nacional, contando este ano com a presença de artesãos dos Açores.
Em paralelo, um programa de animação irá oferecer actuações de ranchos folclóricos e uma mostra de doçaria.

CO-INCINERAÇÃO

Professores universitários apoiam nova acção judicial

domingo, maio 06, 2007

Contra a Droga, Contra todas as Drogas


Dia três de Maio de 2007 a TIR-Porto levou a cabo na Invicta mais uma acção de colagem de cartazes, desta feita contra o tráfico de droga.

Esclareçamos desde já a nossa posição. Para nós um traficante é igual a um assassino. Se alguém administra doses letais de um veneno, duma vez ou às porções, a outrem, provocando a sua morte é um envenenador ou envenenadora e se julgado culpado ou culpada, é-o de assassinato.

Não vemos diferença nenhuma na acção de um traficante, com a agravante de que o faz pensando no lucro que aí irá obter. Nenhum Estado digno desse nome pode tolerar isto. Enquanto os traficantes souberem que corrompendo, ameaçando, pondo outros a seu mando no seu lugar, dirigindo os seus negócios da prisão, ou escapando à justiça através de advogados pagos a peso de ouro, poderão ter uma hipótese de continuar a gozar o seu dinheiro sujo, nada mudará.

Defendemos sem rebuço a pena de morte para estes casos, para estes verdadeiros assassinos de massas, ainda que para isso e para outros casos se tenha que recorrer à figura da transição constitucional.

quinta-feira, maio 03, 2007

Co-incineração - Nova acção popular avança contra a Cimpor em Coimbra

Um grupo de cidadãos de Coimbra vai mover uma acção popular contra a Cimpor com o objectivo de impugnar os três licenciamentos (ambiental, de instalação e de exploração) concedidos pelo Ministério do Ambiente no final de 2006 para a queima de resíduos perigosos na fábrica de Souselas. A iniciativa surge no mesmo dia em que o tema foi debatido no Parlamento com a presença do primeiro-ministro.
A acção invoca três fundamentos para impugnar as licenças: a falta do prévio licenciamento industrial à fábrica da Cimpor em Souselas; a violação do Plano Director Municipal de Coimbra, que não prevê a actividade de ‘‘valorização energética de resíduos”, o termo técnico referido na legislação em vigor; e o facto de os três licenciamentos, concedidos pelo Instituto do Ambiente e pelo Instituto dos Resíduos, terem como pressuposto o despacho do Ministério do Ambiente que dispensou a Cimpor do estudo de impacto ambiental da co-incineração de resíduos perigosos.
‘‘Queremos desmascarar a demagogia do discurso de José Sócrates no debate realizado no Parlamento sobre o assunto”, afirmou ao Expresso o advogado José Castanheiro Barros, um dos autores da Acção Popular, que afirma que a queima de resíduos perigosos ‘‘em pleno aglomerado populacional de Souselas liberta substâncias altamente cancerígenas, como dioxinas e furanos, questão a que o primeiro-ministro e os deputados não se referiram”. Os outros autores da acção são Lopes Porto (presidente da Assembleia Municipal de Coimbra), Manuel Antunes (antigo mandatário de Cavaco Silva), Natalino Simões (economista) e Vítor Ramalho (instrutor de artes marciais).
FONTE

1º de Maio de 2007


O PNR celebrou o 1º de Maio, Dia do Trabalho Nacional, com um desfile em Lisboa, entre o Largo do Rato e o Marquês de Pombal, onde o Presidente proferiu um discurso que pode ser lido aqui.

Câmara e junta utilizam aterro clandestino

Vivemos mesmo num país do Terceiro Mundo, governado por incompetentes. Noticias como esta deviam provocar revolta e repudio.

Minas e armadilhas


A PJ está muito preocupada com o facto dos jovens puderem aprender a fazer explosivos na net. O assunto esta na ordem do dia, pois foram detectados vários casos de fabrico artesanal de engenhos explosivos na Zona Centro.
Jovem não gastes tempo nem dinheiro com formação informática. Inscreve-te num acampamento do BE e terás formação completa,apoio psicológico e possibilidade de mostrares as tuas capacidades em eventos de carácter nacional
As acções de formação são patrocinadas pelas FARC.
Colocação garantida após o curso em qualquer sede do BE ou do PCP.

Nova lei do tabaco

Deixa o cigarro e agarra-te ao charro.
Larga a nicotina adere à heroína.
Fecha o café abre uma sala de chuto.
Não vendas tabaco dedica-te ao narcotráfico.

segunda-feira, abril 30, 2007

A necessidade e a deturpação da luta de classes


Assistimos actualmente a uma perda de direitos, cada vez mais flagrante, dos trabalhadores. Este aumento de precariedade não é algo que se restrinja a Portugal, afecta todo o nosso continente mas com algum relevo mais os países da Zona Euro.

Esta crise laboral deve-se, em grande parte, ao excesso de mão de obra disponível – seja ela nacional ou imigrante, isso é irrelevante neste caso – causada pelo aumento do desemprego e tem consequências graves para os trabalhadores que ainda vão mantendo um emprego uma vez que estes, como toda a gente, tem a sua vida empenhada à Banca e vão cedendo nos seus direitos de modo a manterem o seu emprego.

A luta de classes nunca foi tão urgente como agora e é de estranhar que algumas iniciativas ditas revolucionárias comemorem o dia de amanhã, Dia do Trabalhador, colocando em pé de igualdade os trabalhadores e os patrões. É uma igualdade artificial que nunca existiu e, devido à natureza humana, nunca existirá! Os que exploram nunca permitirão que os explorados subam de nível, isso colocaria em risco os seus lucros.

Também é de estranhar que as duas principais centrais sindicais, a UGT e a CGTP, também tenham eliminado as palavras “luta de classes” do seu vocabulário, cada vez mais obediente e muito politicamente correcto.

Actualmente todo o trabalho é precário, ninguém é indispensável e torna-se cada vez mais difícil entrar para os quadros das empresas – recordo que actualmente abundam os contactos a prazo de 3 meses a 3 anos – bem como do Estado que, gerido como se de uma empresa se tratasse, tem também o lucro e o saldo das suas dívidas à banca (o famoso défice que não nos deixa de tanga, mas mesmo com o dito cujo de fora) como principal objectivo das suas políticas económicas em vez do bem estar dos seus cidadãos, que tudo pagam com os seus impostos.

O título deste ensaio menciona também a deturpação da luta de classes, pois actualmente o Sistema que nos rege, através das mobilizações – transferência de fábricas e de outros recursos (como centrais de atendimento) para países estrangeiros com mão de obra barata – deturpou a luta de classes, assistimos a uma luta de classe entre trabalhadores do mesmo ramo que residem em países diferentes auferindo vencimentos diferentes, principal causa da emigração/imigração.

Claro que em nome da solidariedade socialista, infelizmente praticamente inexistente, os trabalhadores espanhóis em teoria recusariam que uma fábrica mudasse as suas instalações para esse país se isso afecta negativamente os trabalhadores do país que a perde – e isso é possível uma vez que os sindicatos fazem parte de associações internacionais (que para nada servem). Mas o capitalismo selvagem ataca em todas as frentes, em todas as raças, em todas as nações, e a solidariedade é secundária quando surge a oportunidade de novos postos de trabalho.

Esta deturpação da luta de classes é também flagrante na importação de mão de obra barata em que trabalhadores imigrantes, com as mesmas qualificações, aceitam trabalhar por um ordenado inferior ao dos trabalhadores nacionais. Os sectores da prestação de serviços e da construção civil são os mais afectados, os imigrantes romenos trabalham em Portugal mais barato que os portugueses, os portugueses emigram para Espanha onde trabalham mais barato que os espanhóis, os espanhóis seguem para França e um longo etc., cria-se assim uma situação de luta de classes artificial que afecta apenas os trabalhadores deixando no seu conforto burguês os patrões.

Acreditamos que esta situação se deve em muito, se não só, ao facto das elites que governam este país viverem numa realidade que não é a da população que regem. Notem que os nossos políticos auferem bons ordenados, vivem em condomínios privados, colocam os seus filhos em estabelecimentos privados, frequentam hospitais privados, viajam em primeira classe… enfim, os nossos homens públicos muito pouco têm de público. De realçar também que muitos dos nossos políticos, quiçá todos, antes de o serem e depois de o serem trabalhavam em empresas privadas, normalmente como gestores.

Ou seja, a nossa classe política é toda de alta e sem os removermos do poder nada irá mudar, as classes baixas (ou ainda existe classe média?) têm de levantar as calcinhas, arregaçar as mangas e deitar abaixo os grandes senhores. Não adianta manter a votação nos partidos com assento na Assembleia, pois todos eles são financiados por empresas privadas nas suas campanhas eleitorais, mudam os nomes e os rostos dos deputados e dos ministros mas são todos moscas da mesma criação.

A luta de classes é, actualmente, mais necessária do que alguma vez foi. Bem gostaríamos nós de obrigar os nossos ministros e deputados a viverem um mísero mês com o ordenado mínimo nacional, ou quem sabe um ano. Certamente que assim ficariam cientes da realidade do povo português, que precisa de pão e tecto e dispensa bem TGVs e aeroportos internacionais uma vez que, com os seus rendimentos, apenas os senhores da elite os poderão utilizar mas que são pagos por todos nós, trabalhadores submetidos ao esclavagismo pela Banca e pelo grande capital, através dos nossos impostos.

Trabalhadores, a Pátria espera por nós! Que os nossos filhos beneficiem do Socialismo que nos é negado e dum futuro que, cada vez mais, nos querem roubar! Não por nós, mas pelas crianças, pelos portugueses de amanhã!


FONTE

ABRIL...PRISÕES MIL!


Somos um grupo de ex-presos políticos do pós 25 de Abril e queremos contar a verdade, incómoda, doa a quem doer.
Este site estará em construção permanente, aberto às memórias e testemunhos de quem viveu a injustiça e sofreu a repressão ilegítima por motivos políticos, num tempo em que a liberdade de expressão e a liberdade de acção política eram bandeiras do “processo revolucionário”.

1 de Maio, Dia do Trabalho Nacional


Manifestação | 1 de Maio | 16 horas | Largo do Rato
Desfile até ao Marquês de Pombal e discurso do Presidente do PNR


A justiça social, o combate ao capitalismo selvagem, mas também o combate à luta de classes, são “bandeiras” que os Nacionalistas reclamam para si.
Nessa medida, a nossa jornada não é sectária, mas integral. É uma “jornada de luta pelo Trabalho Nacional”:
- Porque nos importa a dignidade do trabalhador português;
- Porque defendemos os empregos com salários justos para os portugueses;
- Porque trabalhador, é o assalariado, assim como o profissional liberal e o patrão;
- Porque defendemos as empresas portuguesas;
- Porque defendemos a nossa agricultura, pescas, comércio…;
- Porque defendemos os meios de produção e sectores estratégicos nas mãos da Nação.
Por tudo isto, combatemos a ideia comunista de luta de classes e exaltação do proletariado.
Pelo contrário, exaltamos o proletariado, sim, mas em conjunto e em pé de igualdade de dignidade, com todos os restantes agentes do Trabalho Nacional.
Porque a Nação precisa de todos os portugueses. Porque todos os portugueses devem, em conjunto, engradecer a sua Nação.
Por isso, no dia 1º de Maio, vamos proclamar bem alto:
Os portugueses estão em primeiro lugar!
Portugal aos portugueses!
Nação e Trabalho!

domingo, abril 29, 2007

RESISTIR



“Se digo esta ou aquela coisa não me agrada estou protestando. Se me ocupo, ao mesmo tempo, tentar que algo que não gosto não volte a ocorrer, estou resistindo. Protesto quando digo que não volto a colaborar. Resisto quando me ocupo de que também os demais não colaborem.”

Jerónimo


O “camarada operário” Jerónimo de Sousa está muito incomodado com os movimentos de “extrema-direita” e com a recente manifestação em Santa Comba Dão, outra coisa não seria de esperar deste defensor da “democracia” e das “amplas liberdades”. O partido do “camarada operário” (com umas mãos mais macias que uma top model), responsável através de um dos satélites por diversas provocações ao povo de Santa Comba Dão que tiveram o ultimo episodio vai para dois meses, que está associado à destruição de estatuas utilizando explosivos e por ter as mãos sujas de sangue com o assassinato de uma mãe de família em 1980, pretende dar lições de liberdade e democracia, ele que é herdeiro de um regime que é responsável por 100 milhões de mortos.
O Partido Comunista, tem nos últimos tempos ainda que veladamente incentivado ao ódio e violência, tendo os seus apelos, sido bem interpretado pela escumalha que no dia da “liberdade” pôs Lisboa a ferro e fogo. Também é preciso não esquecer que este partido teve a ousadia de convidar para a Festa do Avante as FARC, organização ligado ao narcotráfico ao assassinato e sequestro. Por ultimo mas não menos importante esta organização comunista comandou e organizou o período da nossa história onde a liberdade e o direito dos cidadãos mais foram reprimidos. Nunca devemos esquecer o período do PREC.
Face ao acima exposto penso que a Procuradoria-geral da Republica deveria investigar este partido com vista à sua posterior ilegalização.

Santa Comba Dão-Libertem a memoria


Depois de ver os vídeos, um só comentário hoje fizemos nossa a causa do povo.

sábado, abril 28, 2007

PENA E ESPADA


Num momento particularmente difícil para o seu dono, o blogue Pena e Espada faz hoje três anos.
Um grande abraço de solidariedade para o Duarte, com a certeza que nunca estará só na luta contra a ditadura de pensamento único.