segunda-feira, outubro 01, 2007

O Barbeiro de Coimbra, uma opereta em dois actos


Desta vez Figaro chama-se Sócrates e em vez de ajudar o Conde de Almaviva a conquistar Rosina Coimbra, nesta adaptação, vai tentar fazer-lhes a folha!

Sócrates Figaro tinha vivido dois ou três anos com Rosina Coimbra, mas esta nunca lhe tinha dado a merecida importância. Levado pela ambição e ciume rumou para junto do poder. Na corte, Sócrates tirou um curso e chegou a comandante supremo dos destinos do país.
Apesar de não ver Rosina Coimbra Rosina Coimbra há muito tempo, Sócrates Figaro achava que estava na altura de se vingar. E enviou-lhe o lixo para ser incinerado, e retirou-lhe as joias. E até os amigos de Sócrates Figaro se mostraram indignados perante tamanha canalhice.
A não perder... Conseguirá Rosina Coimbra resistir a Sócrates Figaro?

FONTE

CRISE! QUAL CRISE?

Os lucros da Semapa cresceram 116 por cento para os 71,5 milhões de euros no primeiro semestre

Crime disse ela

Este país á beira mar plantado bateu no fundo quando os politicos do sistema fizeram a negociata do novo Código. Podemos dizer que o único objectivo do legislador foi libertar a escumalha.

domingo, setembro 30, 2007

LUTA PELOS TEUS DIREITOS



E tu que andas sempre no corte e costura, não pode ser só ter a lingua afiada.
Anda ajudar-nos a distribuir este cartaz.
TIR NORTE 965341225

PSD


Paz pão povo e liberdade
Todos sempre unidos no caminho da SOMAGE

sexta-feira, setembro 28, 2007

Lobo nazi em liberdade

Quando o movimento nacionalista começa a ganhar credibilidade, quando o esforço de alguns começa a dar resultados, aparece sempre um iluminado que dá uma ajuda ao sistema, que lhe entrega de mão beijada as armas para nos combater.
Nacionalismo não é racismo. O antisemitismo prejudica o combate contra o sionismo da mesma maneira que o sionismo prejudica o justo direito do povo judeu viver em paz.
Ser revolucionário lutar pela causa nacionalista é participar nas manifestações nas reuniões nas acções de propaganda é participar nas estruturas locais nos clubes nas associações é levar a mensagem de esperança a todos e fazer nossa a causa do povo. Outro tipo de acções, sobretudo aquelas que longe de nos tornarem mais fortes só servem para autopromoção devem ser sempre condenadas.

MICRO CAUSA

Ontem pelas 21.30 estive presente na Assembleia de Freguesia de Cantanhede, onde tive a oportunidade para alertar este orgão para o mau estado em que se encontrão os Parques Infantis da cidade. Gostei de estar presente nesta reunião, a partidarite não veio ao encontro pelo que pude ver um grupo de cidadãos realmente empenhados no desenvolvimento da sua terra.

Bando dos quatro


Acta secreta explica processo que levou à cimeira dos Açores

BANAL



"…Se a nação mais poderosa do mundo é governada por um cretino, o resto dos governantes não pode fazer outra coisa senão imitá-lo…" - Luís Sepúlveda in "Uma História Suja" (2004)

E tão banais se tornam os actos que definem uma sociedade, tão banal é o mau exemplo que vem de cima, excepto o aparato das aparências, a formalidade do queixume das excelências, que tudo, quase tudo, caminha para a banalização normal.

Já por aqui escrevi que a democracia me parece cada vez mais uma maçã podre, não só no seu âmago escondido, no caroço, alastrando impunemente, à luz do dia, pela indecência generalizada: a obstinação de algumas decisões perante o estado endémico da nação – com a Ota e o TGV à cabeça –, como se da nossa salvação se tratasse; o beneplácito do mundo empresarial sem estofo para entender e respeitar o país além dos seus lucros privados; as mãos quentes da esfrega dos consórcios bancários; uma oposição que veste o casaco da oposição menor para o que chama combate político e se resume a birras sem chama; tudo por junto me diz que a desgraça é grande, imensa, quanto os silêncios – rumamos à deriva, suspensos de um anúncio qualquer sobre uma porra qualquer, menor, sempre.

Oiço cada vez mais as vozes erguerem-se por não sermos a província que falta a Espanha, neste lado do Atlântico. Não o seremos já, miseravelmente, entregues às vicissitudes da nossa tristeza e mau fado?

Citam-me o que os Filipes por aqui deixaram, a forma como fomos segurados na beira do precipício que Alcácer Quibir adensou, e eu lembro-me de Roma e das indicações que os generais levavam a César: “por lá, na Ibéria, informavam-no, há um povo estranho que não sabe nem se deixa governar. Metidos no cativeiro, conseguem engendrar entre eles lutas e morte, em que vez de se unirem perante o invasor”. Continuamos assim, entregues ao vomitado dos telejornais com ministros dentro.

Em Portugal gostamos da esfinge social e psicológica do bom malandro, o marialva romântico que nos calha, o pintas que empresta decoração às pequenas estórias que se contam nos arraiais e nos salões, o Zé do Telhado que faz de Robin Wood e Santo António das moçoilas a um tempo. Por aqui, não é ladrão quem rouba, é ladrão quem é apanhado, e quem se safa e dá um pulo por uma ambição qualquer é um desenrascado que luta pelos seus, valha-nos isso o que valer em camadas coladas de ranço cultural.

Será que Sócrates é engenheiro? Será que o seu teste de inglês técnico foi justo para uma A4 escorreita? Será que depois deste texto assinado vou sentir na pele um processo disciplinar enquanto cidadão, por ter emitido a minha opinião num país livre, de charruas[1] perseguidas? Será que noventa e nove por cento dos portugueses, que não estão inscritos no PS e na sua máquina de produzir empregos, vão acordar um destes próximos dias com resmas de processos disciplinares por se rirem das façanhas de um governo, assessorado pelos brilhantes crânios da propaganda política que povoam todo os gabinetes governamentais, para camuflar o trajecto de um currículo pouco brilhante e disparates novelescos sem fim? Será que antecipei este tempo, quando aqui escrevi sobre a banalidade que pode ser chegar ao cargo de secretário-geral de um partido com vista de São Bento para a cidade ribeirinha que é Lisboa?

Não vou bater mais no ceguinho, cito o povo. Mas deixo aqui a questão que tem faltado. A tese aceite tem a ver com o diploma atribuído por quem de direito, ponto final. O que se passou, nos corredores e nos gabinetes, as facilidades e as mentiras é passado traduzido em direitos adquiridos. Perguntem, por isso, ao senhor empertigado, que nunca esteve inscrito na Ordem dos Engenheiros, qual o seu currículo profissional antes de ter entrado no autocarro do poder. Valeria a pena saber.

Coube ao ministro da Ciência e do Ensino Superior, qual funcionário de secretaria dar-nos explicações sobre o famoso diploma, que não lembram ao diabo. Na sequência cronológica (posso dizer isto, não posso?), foi retirada à Universidade Independente o reconhecimento de utilidade pública. Só agora, depois de tantos e bons serviços prestados aos rapazes do poder?

Agora que o nosso engenheiro Sócrates vai presidir aos destinos (?) da Europa que simula união, preparem-se para a sua entronização, esperem o laudatório disponível para consumo mediático, o sorriso banal ao lado dos chanceleres europeus que as agências se encarregarão de divulgar para a posteridade. Cuidem-se, depois de ontem, no debate mensal na AR, ter sido pedido no meio da crispação habitual, tento na língua e mãos quedas à oposição – há quem lhe chame consenso.

Iremos ficar mais europeus depois destes seis meses de simulacro, com mais saúde, mais justiça, mais dinheiro nos bolsos? Não, mas vamos fazer de conta que somos tão bons como os melhores e, como noutros tempos cinzentos e sem liberdade, iremos estar à beira dos acontecimentos como mirones profissionais que nos ensinaram a ser, de bandeirinhas em punho, ufanos por coisa nenhuma. Espero que os sindicatos, apesar do verão e das férias, saibam estar à altura do seu vínculo histórico. Mas os tempos são outros e até as greves gerais, por aqui (estava eu em França), são repartidas.

A competência dos eleitos não é fiscalizada e os seus imensos e cândidos disparates não são travados por nenhuma estrutura do chamado poder democrático, neste sistema que nos cabe – malefícios de uma maioria instalada pelo voto avulso dos que ainda votam.

Depois dos camelos – faço parte dos autóctones – ao sul do Tejo e de um ministro das Obras Públicas de disparates sem controlo, a Ota anda de opinião em opinião, balouçando ao sabor dos interesses dos lobbies esfomeados pelo dinheiro que vem de Bruxelas e que o povo português há-de soltar dos seus impostos (os maravilhosos estádios de futebol às moscas, que tanto prestígio nos deram, arrasam os orçamentos dos municípios comprometidos, conduzidos pela visão de um efémero ministro do desporto, de seu nome Sócrates) Repito-me: quando eles falam em progresso e futuro, temos o presente entalado.

Apetecia-me por tudo isto voltar a citar Eça de Queirós e os maneirismos saloios que nos acompanham pelos séculos. Sorrio com cinismo e recordo e proponho um texto de Guerra Junqueiro, que tem andado por aí a rolar na net, incluso em “Pátria” (1896).

Regressando à epopeia que a Otas nos vai trazer, um remake já se sente da saga descobridora quinhentista, vejo que a estratégia do governo se baseia em deixar todos a falar até os opostos se esvaírem na arena. Entretanto, lá para os lados de Alenquer, na A1, as obras de viadutos para todos os lados estão concluídas, a lembrar que o trabalho está a ser feito para os compromissos estabelecidos.

Ridícula é a guerra aberta entre presidentes de câmara que puxam o tapete do futuro aeroporto para os seus municípios, aduzindo razões e conselhos. A história do progresso que se vende aos eleitores submete tudo e todos os interesses.

António Costa foi promovido a candidato a próximo presidente da Câmara Municipal de Lisboa. Provavelmente o mais lúcido governante desta administração, competente e comedido a um tempo, está fora da fotografia governamental – há sombras que incomodam, sabe-se.

Chegado à campanha, talvez com a pedra no sapato de ter há pouco despido a casaca de outro poder, banalizou-se com uma eloquente tirada sobre a estapafúrdia colocação do aeroporto de Lisboa na Baixa ou em Monsanto. Então António, será da proximidade com o Lino das Obras? Nisto, João Soares, tem sido taxativo: Lisboa, a capital, não pode perder o seu aeroporto.

A mim, que vejo e sofro obras na Portela em contínuo há mais de duas décadas, não me agrada ver gastar o dinheiro que não temos, satisfazendo os interesses das corporações de empresários da teta do Estado, numa imensa terraplanagem das margens inundáveis do Tejo. A hipótese Portela mais um agrada-me, adapta-se à nossa condição financeira.

Não acredito nesse crescimento de passageiros prometido para os próximos anos – só se for em emigrantes que voam em companhias de baixo custo, a caminho de outras paragens. Basta uma nova ameaça terrorista, um atentado qualquer, e o receio instala-se à volta do globo. É por isso bom incluir esta componente nos estudos feitos, sem foguetes, sem frenesim, sem folclore.

Um aviso: os aeroportos só ficam dentro das cidades quando os autarcas e os especuladores se entendem para urbanizar, construir e somar taxas municipais, um desenvolvimento exemplar à beira dos rugidos das turbinas e da chiadeira dos travões dos jactos. Ao que parece, o povo, que segue os conselhos das imobiliárias, gosta.

Duas banalidades a culminarem este jejum de escrita e intervenção cívica.

Sobre o Allgarve, que me custa a levar a sério, acreditem, só me cabe dizer que está all parvo no país em que vivo, alimentando as banalidades em que soçobram os noticiários de referência da paróquia. E já agora: porque não Portugall?

É modernaço, dá para tudo e todos os disparates que o povo sanciona no sossego da espera, desde essa manhã de nevoeiro histórico.

Leio uma local do Diário Digital de hoje e pergunto-me se estou esquecido no tempo, revivendo o primeiro de Abril. Depois de uma segunda leitura e alguma pesquisa, confirmo a tirada do ministro da saúde mais sorridente deste governo: se os remédios estão fora de prazo podemos dá-los aos pobres.

Por hoje, nada mais tenho para vos dizer.

[1] Fernando Charrua é o nome do professor que está na origem da boutade política mais ridícula de que há memória.
António Manuel Ribeiro
Setúbal na Rede, 28 de Junho de 2007

quinta-feira, setembro 27, 2007

Aberto Concurso Comidas e Bebidas Latada 2007

Estão abertos os concursos para a exploração comercial de Comidas e Bebidas nas Noites da Latada 2007. O caderno de encargos respectivo está disponível na secretaria da Associação Académica de Coimbra no horário de expediente ou pode ser pedido através do endereço electrónico joaopita@gmail.com. O concurso das comidas está aberto até dia 1 de Outubro (data de expedição dos correios) e o das bebidas até dia 2 de Outubro (data de expedição dos

RUI PEDRO


Porque esta mãe não tem a ajuda dos merdia nem do governo Inglês toda a ajuda é pouca.

Comprar em saldo na Feira das Reduções em Cantanhede



A 4 de Outubro arranca mais uma edição da Feira das Reduções de Cantanhede, com descontos que podem chegar aos 80%. Em paralelo decorre uma Feira das Velharias.

O estado da Educação.

Basta!
Ao contrário provavelmente da maioria dos pais e encarregados de educação portugueses ainda não me demiti, distraí, alienei responsabilidades e não tenciono abdicar das mesmas, dos meus deveres e dos meus direitos. Provavelmente, por também ser dos poucos a sentir a crise, não recebo qualquer subsidio do governo deste País, incluindo o abono de família, e, como tal, só ontem comprei e consultei detalhadamente o Livro de Português a ser utilizado, repito: a PORTUGUÊS, pela minha filha, 6º. ano. Sei, pelo que ouço, pretender o Senhor Ministro da Administração Interna, com o restante governo, presumo, educar as mentalidades das nossas crianças. Eu recuso-lhe essa pretensão. Mesmo porque nada me diz ter o referido Senhor qualquer mérito especial, ético, moral ou intelectual, para assumir um papel que me compete a mim e à Família. Mas sei que a máquina funciona e está lá. Teimosamente resisto. Não aceito. Teimosamente, mesmo sabendo o que tal implica num País de medo, silêncios e omissões, dizer NÃO e recusar, combatendo, o pensamento politicamente correcto. E exigir uma Escola que ensine, o que se não verifica, deixando a EDUCAÇÃO para os Pais. Aliás, só assim se entendem as programadas alterações ao programa disciplinar, persistentemente insistindo em enfiar a " Educação Sexual " com nota de avaliação, já no sexto ano, onde se dá destaque à tolerância e diversidade sexual, bem como à contracepção sem referir, naturalmente, uma Educação Sexual assente nos princípios da Abstinência e da Castidade. À Escola não cabe " educar ". Muito menos partindo o normativo de quem só nos pode merecer dúvidas e reticências.
Para já, o registo que me leva hoje a postar e, no seguimento, ir activar junto de todas as entidades o pedido para que seja retirado o referido livro de PORTUGUÊS atribuído à minha filha, bem como ao reembolso do valor que paguei. De língua, da língua e dos seus autores, PORTUGUESES, pouco ou nada está presente. Um ou outro nome habitual e suficientemente suspeito, como Letria. Estrangeiros, muitos. Como os assuntos que nada têm a ver com Língua Portuguesa. Editora, Plátano, " Português em linha ". O que temos?
Referências a datas especiais. Ao acaso. O dia dos namorados, o carnaval, santos populares: nunca, em parte nenhuma, por acaso, o DIA DE PORTUGAL!
Biografias, diários, personagens históricas. Muitas, portuguesas, rareiam. Não faltam os nomes maiores de um certo pensamento cultural, assente na pretensa arte degenerada, Picasso e Charlot que, sendo questionáveis enquanto artistas, mais o serão enquanto Homens. Com a língua portuguesa, não vejo nada a propósito.
Por fim, abreviando, páginas e páginas com Anne Frank, onde são mais do que visíveis os erros pedagógicos e a escandolosa manipulação ideológica. Se querem falar de crimes e bombas é curioso o esquecimento cirúrgico de Dresden, Hiroshima, a referência ao Goulag soviético ou ao Cambodja de Pol Pot. Normal num Governo que vai receber Mugabe e apadrinha Angola, inadmissivel em quem, como eu, pretende educar a filha com outros preceitos e referências. Em especial quando o livreco informa que a Alemanha nazi invadiu a Holanda em 1946, página 85. Lapidar.
Mais haverá a apontar. Os pés de página com referências a pedir ao professor para estabelecer ligação de músicas aos telemóveis dos alunos. Por exemplo. Penso que basta o apontado. Sabemos, todos, como vai a Educação em Portugal. Mesmo os aparentemente distraídos. Este livro prova-o à saciedade e é um insulto a qualquer encarregado de educação mais responsável.
Vou, como afirmei, actuar legalmente em tudo o que me for possível para denunciar e alterar esta situação concreta. Conto com o apoio e solidariedade de todos. A luta, esta luta é a de todos os que recusam a morte anunciada da nossa Educação e do nosso País.

FONTE

OS LOBOS

No site Planet Rugby, está a decorrer uma votação internacional para eleger a Equipa que mais impressionou no mundial de Rugby. Neste momento, Portugal está em 2º lugar mas temos de chegar ao 1º. Votem nos "lobos" e reencaminhem este mail...

Só vamos atrás da Namíbia.............o sitio para votar é no fim da páginaem "Which of the RWC ´minnows´ impressed you most?"

Depois de votar, pode ver qual a classificação actual

De que estamos à espera para votar por Portugal ?????

Ao menos aí, ficaremos em primeiro lugar, uma forma simpática e simples de homenagearmos e agradecermos a estes rapazes!

Hasta Ahora e Para Siempre


Dedicado muito especialmente aos merceeiros do materialismo dialéctico, à esquerda e à direita.

Os primeiros por terem arruinado com o seu esquematismo e a sua ânsia de poder o pensamento de Marx e de Lenine, conduzindo a Revolução a um capitalismo de Estado.

Os segundos por se terem aproveitado desta distorção para denegrir o verdadeiro socialismo, apresentando a exploração do homem pelo homem como um facto incontornável, natural e perene, falsificando a história da humanidade. A mera construção ideológica destrutiva, que o capitalismo realmente é, logrou converter o Estado em sua correia de transmissão.

Capitalistas os dois.

“O estímulo moral, a criação de uma nova consciência socialista, é o ponto em que nos devemos apoiar, para aonde nos devemos dirigir e no qual devemos pôr o ênfase.

O estímulo material é o remanescente do passado, é aquilo com que temos de contar, mas ao qual há que ir tirando a preponderância na consciência das gentes à medida que avance o processo. Um está em decidido processo de ascensão; o outro deve estar em decidido processo de extinção.

O estímulo material não participará na nova sociedade que se cria, extinguir-se-á no caminho e há que preparar as condições para que o tipo de mobilização que hoje é efectiva, vá perdendo cada vez mais a sua importância e a vá ocupando o estímulo moral, o sentido do dever, a nova consciência revolucionária.”

Ernesto “Che” Guevara
Discurso na fábrica de têxteis Ariguanabo
24 de Março de 1963

Em boa hora o TIR publicou este texto de Che, ele serve perfeitamente para dar resposta aos "historiadores" que por aqui tem passado.

quarta-feira, setembro 26, 2007

TIR - PORTO


A TIR tem um cartaz contra o emprego precário no norte (111 mil empregos precários em 7 anos).
Temos voluntários para ajudar?
porto@resistente.org

Banco Santander Totta assaltado

Um indivíduo de cara destapada e armado de caçadeira de canos serrados assaltou, ontem de manhã, o Banco Santander Totta da Mealhada. Na fuga, utilizou um potente Audi TT, conduzido por um cúmplice que o aguardava no exterior.
A segurança é subjectiva como dizem os mentirosos do sistema.

Alimentos transgénicos: factos, mitos e senso comum

Porque o assunto merece um amplo debate. Vejam por favor este artigo. O debate segue dentro de momentos.

terça-feira, setembro 25, 2007

O CAPITAL


As quinhentas maiores empresas de Portugal aumentarão os seus lucros em 40%.
O governador do Banco de Portugal ganha mais que o congénere dos USA.
A crise é só para alguns e esses alguns de barriga cheia dizem que temos de fazer contenções.
Se não queres viver como um cordeiro revolta-te.

Castanheira Barros


Não tenho palavras para classificar a forma como o PSD e os merdia têm tratado a candidatura do Dr. Castanheira Barros à presidencia do PSD. è a censura por omissão muito mais negra que a censura do lápis azul.
Embora em muitos assuntos eu e o Dr. Castanheira Barros estejamos em campos opostos, ou talvez não, não posso deixar de fazer lutar que o mesmo tem sido o rosto mais visivel na luta conra a co-inceneração. Tenho privado várias vezes com o Dr. Castanheira Barros pessoa por que tenho estima e admiração, que este tratamento o faça refletir, sobretudo para a podridão que é hoje a partidocracia.
Estas eleições servem para mostrar a democracia de que è feito o PSD, compra de votos,e mais compras de votos, no final sem se lembrarem dos insultos que proferiram uns contra os outros vão calmamente jantar, sem que o repasto e o vizinho provoque qualquer azia.