Este blogue não serve apenas para denunciar ou publicar as nossas opiniões. Neste caso pedimos a todos que nos ajudem a ajudar alguém que tem de ser operado e precisa sangue tipo B negativo. É um tipo de sangue muito raro mas há quem o tenha. Multipliquem-se em contactos e façam, por favor, passar a informação. Se tiverem boas noticias contactem urgente Luiz Carvalho 931085403 ou Pedro Ribeiro 222041893. Podem faze-lo também por fax: 22059125.
E nunca esqueçam de uma coisa: amanhã podem ser vocês a precisar. Gostamos de mais da vida , por isso não esqueçamos que os outros podem precisar de umas gotas de sangue para continuar a viver. Ajudem, por favor.
quinta-feira, dezembro 13, 2007
E esta?
NOVAS OPORTUNIDADES
O governo bem grita em que a criminalidade está a diminuir que está controlada.
No entanto as noticias desmentem a história do executivo, neste e noutros campos da política nacional os factos encarregam-se de desmontar a desinformação governamental.
Ontem aqui e aqui amanhã num lugar perto de si, um criminoso pode actuar.
No entanto as noticias desmentem a história do executivo, neste e noutros campos da política nacional os factos encarregam-se de desmontar a desinformação governamental.
Ontem aqui e aqui amanhã num lugar perto de si, um criminoso pode actuar.
quarta-feira, dezembro 12, 2007
Os melhor Blogs de 2007

1. Podem participar na votação todos os bloggers que mantenham blogues activos, com um ou mais postes publicado no último mês
2. Cada blogger deverá referenciar 5 nomes para cada uma das seguintes categorias:
- Melhor Blog Individual
- Melhor Blog Colectivo
- Melhor Blog Temático
- Melhor Blog
- Melhor Blogger
A cada menção corresponde um 1 voto
3. Cada blogger só poderá votar uma vez, e deverá publicar as menções no seu blog da forma que melhor lhe aprouver, enviando-as posteriormente para o seguinte e-mail:
o_cao_que_morde@hotmail.com
No e-mail, para além das escolhas, deverão indicar o link para o post onde efectuaram as nomeações.
A data limite para a publicação e envio das votações: 15/01/20084.
De forma a reduzir alguns constrangimentos e desplantes, e a evitar algumas cortesias desnecessárias, são considerados votos nulos:
- Os votos dos blogger em si próprios ou nos blogues em que participa
- Os votos nos companheiros e/ou companheiras de blog
- Os votos no Blog O Cão Que Morde.
No dia 20 de Janeiro serão anunciados os vencedores e disponibilizadas todas as votações neste Blog.
Apelamos à divulgação desta iniciativa junto a todos os bloggers interessados em reconhecer publicamente o esforço, a dedicação, e o talento para a arte de blogar de alguns dos seus congéneres.
Salário mínimo para 2008

O valor do salário mínimo para o próximo ano vai ser hoje discutido em reunião de concertação social. Actualmente, está nos 403 euros.
Os parceiros assinaram com o Governo um acordo que estabelece que o ordenado mínimo deverá atingir 500 euros mensais em 2011.Mas a Confederação da Indústria portuguesa quer rever esta meta.
A CIP avisa que o aumento terá um impacto negativo em muitos sectores. Quanto aos sindicatos, estão naturalmente contra qualquer renegociação.•
Está previsto a salário mínimo aumentar para 426,5 euros em 2008.
Feitas bem as contas uma larga faixa dos trabalhadores portugueses vão ter para o ano o seu ordenado aumentado em 23,5 euros.
Não chega a um euro por dia e vai dar para comprar pouco mais que uma bica.No entanto se estivermos atentos aos jornais verificamos que nas grandes empresas os lucros não param de aumentar e de uma maneira escandalosa face à crise.
Mesmo numa pequena empresa, um euro por dia não vai trazer nenhum impacto negativo, da mesma maneira que um euro por dia não vai trazer nenhum impacto positivo no bolso do trabalhador.
Para quem não acredita na luta de classes temos aqui um bom exemplo.
De um lado o capital, do outro os trabalhadores, mal representados é certo, mas lutando, mais do que por aquilo que é justo, para saírem de um salário de miséria, que não permite ter uma vida condigna.
Não sou a favor de um aumento louco, mas não tenho dúvidas em afirmar que este aumento é de loucos, melhor dizendo é de hipócritas.
O patronato tem de se convencer que os trabalhadores merecem um justo salário, se para isso tiver de se desfazer do carrinho topo de gama ou da vivenda no Algarve, pouco me importa, já vive num luxo bem grande e é altura de contribuir para uma sociedade mais justa. Se por via de um aumento alguma empresa tiver que fechar, que a entreguem aos trabalhadores eles saberão geri-la e fazer o que o patrão não sabia ou não queria fazer.
Para que o capital se submeta ao trabalho temos de lutar por salários mais justos, de uma forma pensada e faseada é preciso fazer justiça social o que não se consegue certamente com aumentos que correspondem a menos de um euro por dia. Uma forma justa e equilibrada de fazer os aumentos pode ser feita tendo como referencia a inflação. Assim subindo os salários uns pontos acima da inflação tenho a certeza que o único impacto negativo que a medida terá será nas idas dos capitalistas ao lupanar lá do sitio.
terça-feira, dezembro 11, 2007
Nacionaleiros

Uma besta peçonhenta prospéra dentro do movimento nacionalista. Agarrados ao teclado do computador ou do telemóvel, anonimamente ou em surdina, conspiram, difamam mentem, com um único propositado lançar duvidas nas hostes nacionalistas para provocar cisões e as enfraquecer.
Basta passar neste blogue e ler o que escrevem sobre mim, para chegarem à triste conclusão que essa escumalha agora virou baterias para o meu lado. Se o meu passado não falasse por mim certamente poderiam criar algumas dúvidas. Sempre caminhei no mundo como um guerreiro e não vão ser cobardes que assinam como anónimos, mas que já estão referenciados que me vão fazer alguma mossa.
Só vos peço que leiam o que lá se escreve, para que fique para memória futura, para que finalmente percebam toda uma manobra cobarde que outra coisa não visa que prejudicar a TIR. Estes nacionaleiros dizem-se anti-sistema, mas no fundo prestam um óptimo serviço aqueles que dizem combater. Um dia serão agraciados com uma comenda qualquer, nalguma sinistra loja.
Tenho pena que o autor do blogue, permita que mentiras calunias e insultos possam permanecer nos comentários, isso não o dignifica nem dignifica o blogue nem a causa nacional. A nossa liberdade termina onde começa a dos outros.
segunda-feira, dezembro 10, 2007
Este ano não vai haver presépio!...
Este ano não vai haver presépio!...
Lamentamos mas:
- Os Reis Magos lançaram uma OPA sobre a manjedoura e esta foi retirada do estábulo até decisão governamental.
- Os camelos estão no governo.
- Os cordeirinhos estão tão magros e tão feios que não podem ser exibidos.
- A vaca está louca e não se segura nas patas.
- O burro está na escola básica a dar aulas de substituição.
- Nossa Senhora e São José foram chamados à escola básica para avaliar o burro.
- A estrelinha de Belém perdeu o brilho porque o Menino Jesus não tem tempo para olhar para ela.
- O Menino Jesus está no Politeama em actividades de enriquecimento curricular e o tribunal de Coimbra ordenou a sua entrega imediata ao pai biológico
Lamentamos mas:
- Os Reis Magos lançaram uma OPA sobre a manjedoura e esta foi retirada do estábulo até decisão governamental.
- Os camelos estão no governo.
- Os cordeirinhos estão tão magros e tão feios que não podem ser exibidos.
- A vaca está louca e não se segura nas patas.
- O burro está na escola básica a dar aulas de substituição.
- Nossa Senhora e São José foram chamados à escola básica para avaliar o burro.
- A estrelinha de Belém perdeu o brilho porque o Menino Jesus não tem tempo para olhar para ela.
- O Menino Jesus está no Politeama em actividades de enriquecimento curricular e o tribunal de Coimbra ordenou a sua entrega imediata ao pai biológico
A situação sócio económica em África

A situação sócia económica actual do fértil e esperançoso continente negro é muito mais que deprimente é inquietante. Recentemente vieram a publico alguns dados da política económica do mundialismo nesta torturada área do planeta. Sobe o significativo título a pior receita do FMI o Diário EL MUNDO, ilustra-nos sobre os “resultados” de “ajuda” selvagem por parte do Banco Mundial sobre a sua nova colónia africana.
Calcula-se que actualmente existam em africa 218 milhões de pobres. Este é mesmo o único continente onde a pobreza tem crescido. Face a isto os próprios mundialistas reconhecem implicitamente o fracasso da sua gestão em África. As sempre interessadas receitas económicas do Ocidente fracassaram. Não somente em Africa como eles gostavam mas também na América e na Ásia, onde as politicas estão levando à ruína isto é à dependência global dos usurários ocidentais e dentro em pouco esta politica vai tocar à Europa com o Tratado de Lisboa às costas.
A aplicação do chamado programa de Ajuste Estrutural (PAE) desenhado pelo FMI e o Banco Mundial conseguiu que a esmagadora maioria dos países africanos experimentassem o maior retrocesso de toda a economia mundial. Claro que a pergunta que fazemos é se os mundialistas não pretendiam mesmo outra coisa que não o perpetuar a dependência neocolonialista do Terceiro Mundo, e a submissão ao capitalismo financeiro representado pelas suas instituições usurárias.
Na actual conjuntura os países africanos dependentes dos créditos do FMI e do Banco Mundial e para poder pagar esta divida, o Terceiro Mundo transfere milhares de dólares por dia. A divida externa converteu-se em África como na América Latina num dos principais elementos de dominação e exploração das economias das novas nações que surgiram após o processo de descolonização por parte das potencias imperialistas ocidentais. O que feitas as contas significa que ao colonialismo Europeu sucedeu o neocolonialismo financeiro ocidental de dimensões planetárias agora conhecido por mundialismo.
Certamente alguns supostos “camaradas” dirão que me interessa, que pena, mas nós nada temos a ver com os problemas africo asiáticos de sub capazes de construir o seu caminho próprio. Estão seguros do que defendem? Nunca pensaram que o actual emagrecimento de recursos naturais e humanos de que padece o terceiro mundo e cujo único responsável é o mundialismo, contra o qual esses camaradas dizem lutar, já produz à varias décadas um interminável fluxo migratório sobre o ocidente plutocrático branco sionizado no qual sobrevivemos como peças de museu e que alguns hoje se apressam a defender, qual mercenários baratos ao serviço das multinacionais sionistas americanas?
Já devem certamente ter ficado horrorizados com os barcos negreiros que os insuspeitos jornalistas do sistema fazem o favor de nos mostrar. Esta gente só imigra por que espera melhorar asa suas condições de vida escapando dos seus países com a única intenção de sobreviver a qualquer preço.
Por outro lado no Ocidente, alguns meninos provenientes da esquerda burguesa, féis nesta ocasião ao seu papel de moralistas sociais do capitalismo “ilustrado”, humanitário, liberal progressista e soft constituem-se no bastião militante de uma espécie de mundialismo fino e amável, agrupado num curioso conceito de ingerência humanitária e espelhado num conjunto de instituições nascidas na maioria do dia para a noite para receber as habituais subvenções estatais e denominadas ONG`s.
De resto o papel destas ONG´s não é o de mudar o processo de espoliação nem denunciar as praticas aberrantes do neocolonialismo financeiro ou o imenso negocio de trafico de armas destinadas ás guerras civis conscientemente fomentadas pelos interesses mundialistas na zona ou questionar as mais valias ganhas com a “reconstrução” das zonas afectadas pela guerra ( com os recentes casos da Bósnia ou do Iraque); nada disso. A ingerência humanitária não é mais que a outra cara da moeda do princípio da ingerência politica económica militar desenvolvida pelo mundialismo, desde que terminou o chamado processo de descolonização.
Podemos afirmar que o negócio derivado da ajuda humanitária e da ajuda de reconstrução é tão grande e tão rentável para os interesses imperialistas que para enumera-lo aqui é praticamente impossível. Basta pensar quem beneficia com esse vasto fluxo de capitais, que em teoria deviam reverter para a melhoria das condições de vida dos países receptores da ajuda mas que na realidade pela própria estrutura do mercado financeiro internacional volta como que por efeito de boomerang a engrossar as arcas da alta finança mundial, é o negocio perfeito.
Para terminar e esboçando uma nova chave da dominação e exploração sionista sobre africa, reproduzimos a noticia que apareceu no mesmo jornal “El Mundo” e intitulada “ Israel treina a ditadura na Nigéria”. Na notícia relatam-se as andanças da empresa israelita TANDU, uma daquelas muitas firmas de acessória militar com sede em Israel que também treinou em 1992 as unidades antiterroristas da Ertzaintza e que também treinou os esquadrões da morte do ditador Sani Abacha, outro “bom” aliado do ocidente sionista e partidocrático. Na realidade a empresa em questão excedeu-se na sua missão escandaloso apoio do parlamento israelita. Os esquadrões de Sani Abacha chegaram a ser armados pela El Shabak (policia politica de Israel). Esta ligação foi no entanto encerrada pelo parlamento, mas como diz Eyal Dotán um dos proprietários da TANDU sem papas na língua “Enquanto Africa for Africa, haverá sempre trabalho para a TANDU”.
Esta frase é reveladora do que está acontecendo em Africa, só que os termos inverteram-se.
Na realidade enquanto a TANDU, Israel, Estados Unidos e demais aliados necessitarem de trabalho, isto é de negócio, coisa que lhes está na alma Africa continuara a ser Africa. Não esquecer que os mundialistas necessitam de cobrar os astronómicos interesses da sua usura global, mas conhecida por divida externa, Africa continuará a ser Africa. E enquanto as senhoras da caridade da consciência culpada da sociedade ocidental necessitarem de espiar os seus pecados, com a piedade, haverá sempre ONGs para chegar onde o longo braço militar e económico do ocidente não alcance, como os missionários do tempo colonial, porque hoje como ontem Africa continua a ser Africa, e de uma maneira ou de outra sempre paga. Pelo menos até hoje.
«Por favor parem de ajudar África!»

No passado dia 06/07/2005, na revista Alemã “Der Spiegel”, sob o título “Pelo amor de Deus, parem de ajudar África!”, um africano, especialista em economia e profundo conhecedor das realidades africanas, James Shikwati, do Quénia, afirma numa entrevista ao jornalista de Hamburgo Thilo Thielke que a ajuda internacional só alimenta a corrupção e impede que a economia se desenvolva, que destrói e acaba com a produção agrícola e industrial e causa desemprego, consequentemente criando mais miséria e mais dependência.
Afirma este africano lúcido que a ajuda ao continente africano é mais prejudicial que benéfica, realçou os efeitos desastrosos da política de desenvolvimento ocidental na África, falou sobre governantes corruptos e a tendência de exagerar por interesse o já de si grave problema da Sida.
Burocracias gigantescas e inoperacionais são financiadas com o dinheiro da ajuda dos países ocidentais. A corrupção e a complacência são promovidas, os africanos aprenderam a ser mendigos, e tornam-se parasitas e dependentes.
Além disso, a ajuda ao desenvolvimento enfraquece os mercados locais em toda a parte e mina o espírito empreendedor que é fundamental em qualquer sociedade dando origem a que os países que receberam mais ajuda ao desenvolvimento também são os que estão actualmente em pior situação.
Por mais absurdo que à primeira vista possa parecer, a ajuda ao desenvolvimento é uma das principais causas dos problemas de África. Se o Ocidente cancelasse esses pagamentos, o povo, os africanos comuns, nem sequer perceberiam. Somente os funcionários públicos e dos programas de ajuda o sentiriam e seriam atingidos. Ao serem obrigados a encontrar sozinhos as soluções para os seus problemas, os africanos têm a possibilidade de recuperar a dignidade perdida e, eventualmente, a de abrir caminhos originais e novas soluções à sua escala e ao seu ritmo para evoluir. Afirma Shikwati: «Quando há uma seca numa região do Quénia, os políticos corruptos pedem imediatamente mais ajudas. O pedido chega ao Programa Mundial de Alimentação da ONU, que é uma agência maciça de “apparatchiks” que estão na situação absurda de, por um lado, dedicarem-se à luta contra a fome, e por outro enfrentar o desemprego onde a fome é eliminada.
É muito natural que eles aceitem de bom grado o pedido de mais uma ajuda, e não é raro que peçam um pouco mais de dinheiro ou alimento do que o governo africano solicitou originalmente. Eles encaminham esse pedido ao seu quartel-general, e em pouco tempo, se a ajuda for alimentar, milhares de toneladas de milho ou outro cereal são embarcadas para a África. Esse milho acaba em determinada altura num porto como por exemplo o de Mombasa. Uma parte do alimento em geral vai directamente para as mãos de políticos corruptos e sem escrúpulos, que em primeira-mão o distribuem na sua própria tribo para manter a lealdade tribal em alta e ajudar sua próxima campanha eleitoral. A outra parte da carga termina no mercado negro, onde o milho é vendido a preços extremamente baixos. Os agricultores locais podem guardar os arados; ninguém consegue concorrer com os preços de mercado ditados por esta concorrência desleal originada pelo programa de alimentação da ONU. E como os agricultores cedem diante dessa pressão e deixam de semear, o Quénia não terá reservas a que recorrer se houver uma seca e fome no próximo ano. É um ciclo simples mas fatal.
Se não existissem as ajudas, os quenianos, seriam obrigados a iniciar relações comerciais com outros Países africanos seus vizinhos, como o Uganda, Tanzânia, Moçambique, etc., para lhes comprar alimentos. Esse tipo de comércio é vital para África pois obrigaria a melhorar as infra-estruturas, enquanto tornaria mais permeáveis as fronteiras nacionais, que, aliás, até foram artificialmente traçadas pelos europeus. Também os obrigaria a legislar a favor da economia de mercado e levaria a acordos internacionais que favorecessem o comércio e a circulação de bens.
A fome não deveria ser um problema na maioria dos países ao sul do Sahara pois nestes países existem vastos recursos naturais como petróleo, ouro, diamantes. Nos países industrializados existe a sensação de que África naufragaria sem a ajuda ao desenvolvimento. Será assim? A África já existia antes das ajudas aparecerem.
Até a sida é um grande negócio, talvez o maior negócio da África. Não há nada capaz de gerar tanto dinheiro de ajudas quanto as fotografias das criancinhas e os números chocantes sobre a sida. Em África esta é em primeiro lugar uma doença política. Milhões de dólares e euros destinados ao combate à sida estão guardados em contas bancárias, nos próprios países e noutras partes do mundo, e não foram gastos naquilo a que se destinavam. Os governantes e políticos ficaram cheios de dinheiro, e continuam a desviar o máximo possível em proveito próprio.
O falecido tirano da República Centro Africana, Jean Bedel Bokassa, resumiu cinicamente tudo isso dizendo: “O governo francês paga por tudo no nosso país. Nós pedimos dinheiro aos franceses, eles mandam, nós recebemos e então gastamos”.
Todos os anos chegam ao Quénia e a outros países rios de dinheiro, alimentos e roupa usada doada por cidadãos Ocidentais que querem ajudar os africanos. Shikwati pergunta: Porquê enviar para África essas montanhas de roupas e agasalhos? Ninguém passa frio no clima africano!
A quase totalidade dela não é entregue ao povo. Em vez disso aparece a preços irrisórios à venda nos chamados mercados Mitumba e por isso os costureiros tradicionais perdem o seu único ganha-pão. Eles estão na mesma situação que os agricultores. Ninguém no mundo de baixos salários de África pode ser eficiente o bastante para acompanhar o ritmo e os preços a que são vendidos os produtos doados. Em 1997 havia 137 mil trabalhadores empregados na indústria têxtil da Nigéria. Em 2003 o número tinha caído para 57 mil. Os resultados são iguais em todas as outras regiões onde o excesso de ajuda e os frágeis mercados africanos entram em colisão.
Quando inquirido sobre se uma retirada neste momento dos programas de ajuda internacionais não iria aumentar a miséria e o desemprego, o economista rematou: África precisa dar os primeiros passos na modernidade por conta própria. Deve haver uma mudança de mentalidade. Têm de parar de se auto-considerar mendigos. Hoje em dia os africanos só se vêem como vítimas, como coitadinhos. Por outro lado, ninguém pode realmente imaginar um africano como um honesto e próspero homem de negócios. Para mudar a situação actual, seria útil que as organizações de ajuda saíssem.
É verdade que, se, ou quando o fizerem, muitos empregos serão imediatamente perdidos. Mas que empregos? Empregos que foram criados artificialmente, para começar, e que distorcem a realidade. Os empregos nas organizações estrangeiras de ajuda são muito bem pagos e como tal muito apreciados, e estas organizações são muito selectivas na escolha dos candidatos. Quando uma organização de ajuda precisa de um motorista, dezenas de pessoas candidatam-se. Como é inaceitável que o motorista só fale a sua língua tribal, o candidato também deve falar inglês,
português, alemão ou francês fluentemente, ser minimamente instruído, bem-educado sobre o ponto de vista ocidental e ter boas maneiras. Então acaba-se com um jovem licenciado africano como motorista a conduzir o carro de um funcionário da ajuda, distribuindo comida europeia e levando, como consequência, os agricultores locais a deixar seu trabalho. É simplesmente surreal! Se se quer realmente combater a pobreza, deveriam parar totalmente a ajuda ao desenvolvimento e dar a África a oportunidade de garantir por si mesma a sua subsistência e sobrevivência.
Actualmente a África é como uma criança que chora imediatamente quando há algo errado a pedir ajuda à Mãe ou ao Pai.
A África tem que erguer-se sobre os próprios pés.»
Que titulo?

No início do ano novo, os centros de saúde de Vouzela e São Pedro do Sul vão encerrar durante a noite. Para assistência aos doentes e transporte para Viseu, é disponibilizada uma ambulância do INEM.
alegada demora de mais de uma hora na chegada de uma ambulância do INEM para socorrer um homem, que apresentava sintomas de ataque cardíaco, na noite de sábado, no Bairro Sá Carneiro, em Oeiras, vai ser alvo de uma queixa do irmão da vítima, Serafim Cerdeira. Vítor Manuel Cerdeira queixou--se, na noite de sábado de uma forte dor no peito e a família ligou para o 112.
Depois da despistagem feita pelo CODU chegou ao local, cerca de sete minutos depois, uma ambulância dos Bombeiros Voluntários de Paço d’Arcos, cuja tripulação, após uma primeira avaliação, terá chamado o INEM. A vítima acabou por falecer e a família diz que o INEM demorou mais de uma hora a chegar.
Agora que titulo para este poste? Simplex? Novas oportunidades? Fleximedicina
Sentimentos anti-árabes e discriminação crescem em Israel
da Efe, em Jerusalém
A Associação pelos Direitos Civis (ADC) denuncia, ao começar hoje a Semana dos Direitos Humanos em Israel, um aumento de mais de 50% dos incidentes racistas e de hostilidade da maioria judaica contra a minoria árabe.
Trata-se de um relatório anual que analisa os resultados de diversas pesquisas e enquetes, indicou a diretora dessa instituição, Rachel Benziman, que afirmou que a intensificação dessa hostilidade contra os cidadãos árabes "é muito clara, e não casual".
Mais de 50% dos israelenses se negariam a viver em um mesmo prédio com vizinhos árabes e uma porcentagem similar acredita que o Estado deveria promover a emigração desses cidadãos.
Essas pessoas ouvidas também não aceitariam visitantes árabes em seu lar nem permitiriam a seus filhos brincar com crianças árabes, segundo os diferentes pesquisas reunidas pela ADC.
Os sentimentos anti-árabes se duplicaram em geral, segundo a ADC, que não descreve o contexto político em que se produzem, como é o conflito da comunidade judaica com os palestinos dos territórios ocupados, cuja causa nacional está plenamente identificada política e emocionalmente com a comunidade árabe de Israel.
No ano passado foi registrado um aumento de 26% no número de incidentes racistas contra a comunidade árabe, cujos membros, diz o relatório, são humilhados nos controles de segurança do aeroporto internacional, pois, apesar serem cidadãos do país, são tratados como "elementos perigosos".
A minoria árabe que representa 20% da população do Estado israelense recebe tratamento semelhante em outros locais públicos por "razões de segurança".
A segurança é o argumento velado que as autoridades usam para impedir a entrada de funcionários da comunidade árabe em organismos cujas atividades são reservadas, embora este ano, pela primeira vez nos últimos anos, se incorporou ao Governo central um ministro árabe, o titular de Cultura e Esportes, Ghaleb Majadale.
A ADC acrescenta em seu relatório que mais de dois terços dos adolescentes da maioria judaica, "sob um bombardeio de estereótipos e imagens de cunho racista nos meios de comunicação", pensam que os árabes são menos inteligentes, incultos e violentos.
"Ninguém pode se surpreender com tudo isto", disse hoje o deputado árabe Mohamad Barakeh, líder do Partido Hadash.
"Estes resultados são conseqüência natural das calúnias lançadas por líderes políticos (alusão aos da direita nacionalista judaica) e à política racista exercida em relação aos árabes por consecutivos Governos israelenses", acrescentou.
A comunidade árabe --com 1.100.000 membros, mais de 90% muçulmanos e o restante de cristãos-- conta com 10 entre os 120 representantes do Parlamento (Knesset), que admitiu alguns projetos de lei que deslegitimam essa minoria perante o plenário, como no caso de condicionar seus direitos sociais a que prestem serviço nas Forças Armadas ou em benefício da comunidade.
Entre os judeus o serviço militar é obrigatório, mas não entre os árabes, eximidos sob o argumento de que poderiam ser obrigados a ter de combater seus "irmãos". Alguns vêem nesta isenção um ato de apreensão e discriminação negativa.
"A primeira obrigação de um regime democrático é respeitar as minorias e garantir-lhes a igualdade de direitos", disse à rádio pública a diretora da ADC.
O relatório não inclui pesquisas entre os árabes sobre sua percepção sobre os de origem judaica.
Os dirigentes da comunidade árabe também rejeitam os projetos de lei, não sancionados ainda, que em troca do serviço militar obrigariam seus jovens a prestar serviços civis à comunidade em hospitais e outros organismos públicos.
Outro desses projetos exigiria que os legisladores árabes jurassem fidelidade ao "Estado judeu".
Os dirigentes da minoria árabe afirmam que o Estado de Israel é um "Estado de todos seus cidadãos", e que sustentar a idéia de que Israel é o "Estado do povo judeu" é uma manifestação racista.
FONTE
A Associação pelos Direitos Civis (ADC) denuncia, ao começar hoje a Semana dos Direitos Humanos em Israel, um aumento de mais de 50% dos incidentes racistas e de hostilidade da maioria judaica contra a minoria árabe.
Trata-se de um relatório anual que analisa os resultados de diversas pesquisas e enquetes, indicou a diretora dessa instituição, Rachel Benziman, que afirmou que a intensificação dessa hostilidade contra os cidadãos árabes "é muito clara, e não casual".
Mais de 50% dos israelenses se negariam a viver em um mesmo prédio com vizinhos árabes e uma porcentagem similar acredita que o Estado deveria promover a emigração desses cidadãos.
Essas pessoas ouvidas também não aceitariam visitantes árabes em seu lar nem permitiriam a seus filhos brincar com crianças árabes, segundo os diferentes pesquisas reunidas pela ADC.
Os sentimentos anti-árabes se duplicaram em geral, segundo a ADC, que não descreve o contexto político em que se produzem, como é o conflito da comunidade judaica com os palestinos dos territórios ocupados, cuja causa nacional está plenamente identificada política e emocionalmente com a comunidade árabe de Israel.
No ano passado foi registrado um aumento de 26% no número de incidentes racistas contra a comunidade árabe, cujos membros, diz o relatório, são humilhados nos controles de segurança do aeroporto internacional, pois, apesar serem cidadãos do país, são tratados como "elementos perigosos".
A minoria árabe que representa 20% da população do Estado israelense recebe tratamento semelhante em outros locais públicos por "razões de segurança".
A segurança é o argumento velado que as autoridades usam para impedir a entrada de funcionários da comunidade árabe em organismos cujas atividades são reservadas, embora este ano, pela primeira vez nos últimos anos, se incorporou ao Governo central um ministro árabe, o titular de Cultura e Esportes, Ghaleb Majadale.
A ADC acrescenta em seu relatório que mais de dois terços dos adolescentes da maioria judaica, "sob um bombardeio de estereótipos e imagens de cunho racista nos meios de comunicação", pensam que os árabes são menos inteligentes, incultos e violentos.
"Ninguém pode se surpreender com tudo isto", disse hoje o deputado árabe Mohamad Barakeh, líder do Partido Hadash.
"Estes resultados são conseqüência natural das calúnias lançadas por líderes políticos (alusão aos da direita nacionalista judaica) e à política racista exercida em relação aos árabes por consecutivos Governos israelenses", acrescentou.
A comunidade árabe --com 1.100.000 membros, mais de 90% muçulmanos e o restante de cristãos-- conta com 10 entre os 120 representantes do Parlamento (Knesset), que admitiu alguns projetos de lei que deslegitimam essa minoria perante o plenário, como no caso de condicionar seus direitos sociais a que prestem serviço nas Forças Armadas ou em benefício da comunidade.
Entre os judeus o serviço militar é obrigatório, mas não entre os árabes, eximidos sob o argumento de que poderiam ser obrigados a ter de combater seus "irmãos". Alguns vêem nesta isenção um ato de apreensão e discriminação negativa.
"A primeira obrigação de um regime democrático é respeitar as minorias e garantir-lhes a igualdade de direitos", disse à rádio pública a diretora da ADC.
O relatório não inclui pesquisas entre os árabes sobre sua percepção sobre os de origem judaica.
Os dirigentes da comunidade árabe também rejeitam os projetos de lei, não sancionados ainda, que em troca do serviço militar obrigariam seus jovens a prestar serviços civis à comunidade em hospitais e outros organismos públicos.
Outro desses projetos exigiria que os legisladores árabes jurassem fidelidade ao "Estado judeu".
Os dirigentes da minoria árabe afirmam que o Estado de Israel é um "Estado de todos seus cidadãos", e que sustentar a idéia de que Israel é o "Estado do povo judeu" é uma manifestação racista.
FONTE
Esgotos no rio

Os esgotos da vila do Lorvão estão a desaguar, sem tratamento, numa ribeira afluente do Mondego. E é deste rio, em Coimbra, que é captada água destinada a milhares de consumidores. Mas a Águas do Mondego garante que não há riscos para a saúde pública. Na ribeira, a água corre límpida até ao exacto ponto onde um tubo descarrega águas residuais, dejectos humanos e restos de alimentos.
A poluição das águas é um tipo de poluição causado pelo lançamento de esgotos residenciais ou industriais não tratados em cursos de água (rios, lagos ou mares) ou ainda pelo lançamento de fertilizantes agrícolas, em quantidade demasiada alta que o corpo da água não pode absorver naturalmente. A poluição altera as características da água enquanto a contaminação pode afectar a saúde do consumidor da água. Assim uma água pode estar poluída sem estar contaminada. Quando a quantidade de lixo é maior do que a quantidade de depuração da água, dizemos que a água está poluída.
A solução que deve ser tomada a fim de evitar esses transtornos é tratar o esgoto produzido antes de lançá-lo nos rios ou mares, diminuindo assim a matéria orgânica, as substâncias tóxicas e os agentes patogénicos.
Infelizmente o sistema assina protocolos e acordos, mas na prática, tarda em ter unidades de tratamento em quantidade e qualidade suficientes.
domingo, dezembro 09, 2007
TIR PORTALEGRE

As colagens em Portalegre começam a dar os primeiros resultados. Um grupo de simpatizantes da TIR começa a organizar-se afim de constituir um núcleo.
No próximo mês e em dia ainda a acertar terá lugar nesta cidade alentejana um almoço seguido de uma reunião onde será oficialmente criado o núcleo.
Se simpatizas connosco, se queres realmente fazer alguma coisa pela tua região e pelo teu pais,contacta-nos
.
Prognósticos só no final do jogo

A HISTÓRIA DE TODA sociedade até hoje é a história de luta de classes". "As ideias dominantes de uma época sempre foram as ideias das classes dominantes". "O poder de Estado moderno não é mais do que um comité, que administra os negócios comuns do conjunto da classe burguesa". "Os trabalhadores não têm pátria". " [Numa revolução comunista], os proletários não têm nada a perder se não as suas grilhetas". "Em lugar da velha sociedade burguesa, com suas classes e suas oposições de classes,surge uma associação na qual o livre desenvolvimento de cada um é a condição para o livre desenvolvimento de todos".
A frase acima transcrita é um sumário de todo o pensamento marxista.Poderá nalguns casos explicar o desenvolvimento das sociedades, embora não consiga explicar a questão da luta de classes nos primórdios da humanidade.
Nas sociedades comunitárias a questão da luta de classes não se punha uma vez que as diferenças sócias ainda que existentes eram muito ténues. No entanto podemos estudar a historia à luz do materialismo histórico a partir do momento em que as classes dominantes e as dominadas tiveram consciência, isto é essa consciência só foi possível quando uns e outros puderam contactar as diferenças sócias que os separavam.
Assim podemos considerar que a luta de classes existe pura e simplesmente e que como o próprio Marx o admitiu não foi inventada por ele, e quanto mais o topo da pirâmide cresce e se alonga, maior é a tensão social. Também é um dado assente que sendo o marxismo um inimigo da propriedade privado o capitalismo o não é menos. Basta ver a evolução das riquezas nos últimos anos para contactar que a pouco e pouco a propriedade vai passando para as mãos de umas poucas famílias. Mas o maior erro do marxismo deu-se quando se pôs a fazer futurismo.
Com base no materialismo dialéctico, teoria que Marx nunca explicou convenientemente, acreditaram os marxistas que a sociedade iria evoluir para o socialismo e depois para o comunismo. Marx chegou até a prever que em principio seria na Inglaterra que se iria dar a primeira revolução, isto devido ao avançado estado do sector secundário e à existência de uma larga franja de proletários.
O primeiro erro deu-se aqui uma vez que apesar das faíscas constantes entre operários e patrões nenhuma revolução se deu neste pais e contra todas as teorias a ideologia marxista vingou sempre em países onde o sector primário ainda dominava plenamente.
A historia apesar de poder ser "empurrada" pela luta de classes também se faz da vontade dos homens e o socialismo na Rússia na China e nos demais países que a ele aderiram acabou por ser um fracasso, uma vez que a exploração continuou, sendo o patrão substituído pelo funcionário do partido. Em Portugal também os comunistas sonharam com o poder e durante algum tempo tiveram a ilusão de o deter.
Esse período negro da nossa historia ainda hoje faz sentir nalguns sectores da nossa economia as suas consequências nefastas. Mas os comunistas estavam condenados ao fracasso em Portugal, não porque um grupo de militares fez o 25 de Novembro, esse revolta militar serviu mais para salvar o sistema que para combater o comunismo. O comunismo estava condenado ao fracasso em primeiro lugar porque grande parte dos quadros comunistas ou eram burgueses intelectuais ou elementos da aristocracia operaria, destas duas classes sociais podem sair bons revolucionários, mas também saem muitos reaccionários. Era esta a base do PC Russo e sabemos bem como depois dominaram os outros trabalhadores. Mas o principal factor de fracasso do comunismo esteve no pressuposto de que os operários não tinham nada a perder.
No Portugal pôs 25 de Abril salvo uma pequena mancha nas cinturas industriais de Lisboa e Porto não existia operariado, havia sim aquilo que Marx designou por pequena burguesia assalariada, isto é trabalhadores por conta de outrem mas que no final do trabalho iam amanhar a seu pedaço de terra ou que a possuíam na aldeia natal. Ora estes tinham muito a perder com a "ditadura do proletariado" e foram os mesmos que pela pressão e por vezes pela força impediram que em Portugal se implantasse aquilo que podemos designar de ditadura sobre o proletariado.
Marx enganou-se ao fazer futurismo, os seus seguidores não o souberam ler e entender, nada de novo também aqui, sobretudo nas novas gerações comunistas, que podem ter lido muita coisa mas certamente pouco ou nada da doutrina marxista
Maior Presépio Animado do País

Com cerca de 250m2 e 90 figuras de madeira que podem ser apreciadas em movimento graças a um mecanismo de fios auxiliado por um motor que lhe “dão vida”.
Para pequenos e graúdos verem em Penela, todos os dias entre 8 de Dezembro de 2007 e 6 de Janeiro de 2008.
Horário: De 2ª a 6ª-feira das 14h00 às 19h00; sábados e domingos, das 10h00 às 19h00
Local: Castelo de Penela
Salazar: Museu or Not Museu?

A questão do Museu Salazar continua na ordem do dia.
Muitos querem ser esclarecidos e por duvidas outros porque compreendem o povo e estão com o povo passam para a barricada do sim.
O blogue Denuncia Coimbrã lançou-me um desafio, que aceitei de boa vontade, falar sobre o Museu é sempre bom.
Aproveito para agradecer ao conterrâneo a oportunidade.
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