quarta-feira, dezembro 19, 2007

Em direcção a uma Frente Nacional Comunista


Entrevista a Alain Soral

Há já alguns meses, este sociólogo e escritor de combate empenhou-se no combate político com a firme vontade de se exprimir livremente sobre os temas que leva a peito. Uma coisa é clara, Alain Soral não é consensual. O seu empenhamento pela Frente Nacional fez correr muita tinta e agitou o pequeno mundo da net. Mesmo sendo bastante cépticos sobre a vontade do partido de Jean Marie Le Pen em contribuir para o nascimento de uma alternativa credível ao sistema capitalista, quisemos oferecer-lhe a ocasião de apresentar as suas ideias e as suas propostas. Isto porque uma vez que para lá das polémicas vãs, dos anátemas ideológicos e dos slogans ocos, queríamos dar-lhe a ocasião de expor claramente nas nossas colunas, as razões e os objectivos da sua adesão. Pensamos que as pessoas que nos lêem, terão o espírito suficientemente aberto e livre para elaborarem a sua própria opinião sobre a escolha sincera de um homem que queimou os seus barcos.

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Anadia: Manifestação contra o encerramento das Urgências


A população do concelho de Anadia vai sair à rua, no próximo domingo, dia 23, pelas 15h00, para se manifestar contra o encerramento das Urgências do Hospital de Anadia. A concentração tem lugar em frente à Câmara Municipal de Anadia, seguindo-se depois o desfile até à entrada das Urgências.

Saúde - Prognostico muito reservado


Os portugueses vão perder cerca de 300 mil consultas por ano nos centros de saúde devido à deslocação dos médicos de família para consultas nos hospitais. Esta é uma consequência directa do fecho de algumas Urgências hospitalares e Serviços de Atendimento Permanente (SAP), decidido pelo Ministério da Saúde, acusa a Ordem dos Médicos.
Como exemplo do que consideram ser a «farsa das consultas abertas», a Ordem dos Médicos estima que o centro de saúde de Cantanhede perca 30 mil consultas programadas por ano com o fecho da urgência do hospital e subsequente abertura de uma consulta aberta.
Com o encerramento da urgência de Cantanhede, a Ordem considera que as urgências dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) serão sobrecarregadas.
«As urgências dos HUC não têm espaço físico nem condições para receber mais doentes do que recebe, de forma a tratar doentes com dignidade de seres humanos», declarou José Manuel Silva.
Para a Ordem, «multiplicando o que se passa em Cantanhede», serão centenas de milhar as consultas programadas nos centros de saúde que serão eliminadas.
O bastonário em exercício lamentou a «saga de encerramentos» na área da saúde, considerando que ainda não se concretizou a abertura de nenhum dos postos previstos para ter urgência básica.

terça-feira, dezembro 18, 2007

Mortágua, Santa Comba e Tábua ficam sem urgências nocturnas


Uma ambulância SIV (Suporte Imediato de Vida) vai substituir os SAP nocturnos nos centros de saúde dos três concelhos.

Pouco a pouco o partido xuxilista ajudado nalguns caos pelos xuxial “democratas”, vai fechando unidades de saúde. Tudo isto em nome da melhoria dos serviços.
Eles até podem enganar alguém, a medida pode até não prejudicar quem tem possibilidade de pagar a despesa numa clínica privada, mas com os Hospitais de Coimbra a rebentar pelas costuras (a espera chega a demorar doze horas) e com a manifesta falta de meios em caso de múltiplas urgências a nossa saúde, chegamos à conclusão que a saúde esta doente. Se os casos de partos em ambulâncias se repetem, vamos agora ser confrontados com mortes durante as viagens.
O governo fecha as urgências em zonas do interior e em zonas urbanas de média dimensão e não acrescenta nenhuma medida, para melhorar o atendimento e o funcionamento dos serviços de urgência dos grandes centros urbanos que já hoje não respondem às necessidades das populações.
O grande problema é que também na saúde, o governo se rege por critérios puramente economicistas. Ninguém coloca em causa a necessidade de fazer uma gestão melhor dos gastos com o Serviço Nacional de Saúde. O que está em causa é encontrar saídas, sem cuidar de garantir o acesso à saúde em condições dignas.
Não se pode começar a mudar pelo que é mais fácil, os encerramentos, quando se devia começar pelo que é mais preciso e inadiável: o reforço da rede de emergência hospitalar e a requalificação dos actuais hospitais e serviços, para agilizar e organizar urgências polivalentes.
Tenho em crer que a seguir esta política de que, pouca gente não vale uma unidade de saúde aberta qualquer dia recusa os serviços de saúde a famílias pequenas. Já estou a imaginar a triagem: «Pai, mãe e filho? Só? Não é preciso médico de família, há poucas probabilidades de precisarem de serviço médico. Só as famílias grandes é que precisam. Vivem atafulhadas, alimentam-se de pouco, tossem uns para cima dos outros. Médicos só para as famílias grandes!»
E que não adoeçam todos de uma vez que o Sótôr não se pode demorar que tem já gente à espera em casa e ganha muito mais.

Disciplina partidária


A Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Pombal censurou o "comportamento político" dos dois vereadores que tem na Câmara Municipal e retirou-lhes a "confiança política". Em causa está o facto de Sérgio Leal e Rui Miranda terem requerido a suspensão dos seus mandatos à revelia do próprio partido. Mais, os dois teceram fortes críticas à direcção do partido, referindo que se sentem "amordaçados" e que a "disciplina partidária tem limites".

“Avós e Netos no Desporto”

Jogos Tradicionais e Populares

Barcelona: Novas detenções

Ontem em Barcelona amanhão num lugar perto de si.
Sem perder tempo o sistema responde. Em vez de combater o crime vai provavelmente legaliza-lo. Primeiro-ministro de Espanha vai reabrir o debate de modificação da lei do aborto, uma promessa eleitoral de 2004 não cumprida e que tinha permanecido «esquecida» no programa para as eleições de 2008.
Em breve Portugal seguirá o exemplo.

MANGUALDE - Operárias aguardam cartas de despedimento



As funcionárias da fábrica de Mangualde que, na sexta-feira, anunciou, por comunicado, a cessação de actividade deverão receber, nos próximos dias, a carta de despedimento.

domingo, dezembro 16, 2007

Aviso à navegação

Porque os comentários existentes no texto "Nacionaleiros", ultrapassaram o debate politico para passarem aos insulto e aos ataques pessoais, resolvi elimina-los bem como não permitir mais comentários. Fica assim reposto um dos princípios deste blogue. A nossa liberdade termina onde começa a dos outros.
Peço desculpa a alguns camaradas cujos comentários foram apagados e acabaram assim por pagar pelos “pecadores”.
De futuro todos s comentários que tiverem ataques pessoais serão imediatamente apagados.

sábado, dezembro 15, 2007

Inflação rouba 35 euros a salário médio


Os portugueses têm sérias razões para estar preocupados com a tendência generalizada do aumento dos preços em 2007. A inflação média de 2007 em Novembro situava-se nos 2,4 por cento, acima dos 2,1 por cento previstos pelo Governo, o que implicará uma perda anual de 35 euros para os trabalhadores com o salário médio mensal de 840 euros, ou seja, que auferem 11760 euros ao ano. A redução no poder de compra torna-se ainda mais acentuada por força das fortes subidas das prestações mensais da casa, em consequência do disparar das taxas de juro.
Deste governo e deste sistema só temos a esperar mais do mesmo, isto é mais miséria e pior situação económica. Não se iludam no entanto, a crise vai ser só para alguns, porque alguns, poucos vão continuar a aumentar a riqueza. Denunciaremos sempre essas situações que vão começar a vir a lume quando as empresas começarem a publicar os resultados deste ano.
Com um salário médio igual ou inferior ao salário mínimo da esmagadora maioria dos nossos “companheiros” do tratado, cada vez mais nos afastamos da Europa.
Com os grandes salários muito maiores do que a esmagadora maioria dos salários dos congéneres europeus cada vez aumentamos o fosso social em Portugal.
Com a constante perca do poder de compra dos trabalhadores cada vez mais aumentamos as situações de miséria.
Com um sistema que todos os anos ou não querer, ou sabe prever a inflação, só podemos estar preocupados (leiam a noticia e vejam os “enganos” dos últimos dez anos).
Mas se essa preocupação não se traduzir em acções de rua que visem num primeiro momento impedir a concretização das politicas anti sociais do governo e num segundo a mudança do sistema, então significa que baixamos os braços e que o poder politico, qual correia de transmissão do capital, vai poder continuar com o seu modelo de “desenvolvimento”, que outra coisa não visa senão a exploração dos trabalhadores e a sua submissão à nova ordem mundial.

sexta-feira, dezembro 14, 2007

Bipolarização


PS e PSD cozinham entre si diversos diplomas, para caminharem a curto médio prazo para um sistema onde só seja possível existirem dois partidos.
Depois da aprovação de uma lei que extinguirá os partidos com menos de 5 mil militantes, segue-se um novo diploma que reduzirá substancialmente os eleitos para as autarquias.
É a copia mais ou menos disfarçada do modelo americano. O sistema representado em larga maioria por estes dois partidos que são os principais responsáveis pela crise e pelas crises que temos vindo a sofrer ao longo de trinta anos, preparam-se assim para vencer na secretaria aquilo que não conseguiam nas urnas.
Embora os burgueses destes dois partidos e dos outros do sistema que nunca souberam ou não quiseram fazer-lhes uma verdadeira oposição gritem aos quatro ventos que vivemos numa democracia a pratica demonstra o contrário.
Se já éramos colonizados pelo american way of life, vamos ser agora mais uma cópia do sistema eleitoral yankee.
Pode estar descansado o Sr. Bush e toda a camarilha sionista imperialista, Portugal esta a dar passos largos para a integração no sonho americano, os estados unidos da terra onde os mundialistas possam ser policias, governantes e patrões onde a população mundial que não seja da linhagem “superior” será levada à escravatura pelo capital.
Os sinais bem preocupantes estão à vista.

ACIC defende estudos de impacte comercial para grandes superfícies


Acções de sensibilização e apelo à união em torno da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) na contestação ao novo regime de Licenciamento Comercial têm dominado as últimas iniciativas da Associação Comercial e Industrial de Coimbra (ACIC). A mobilização, que principiou em Braga na semana passada com uma assembleia-geral dos associados da CCP, passa pela congregação de forças das diversas associações do sector a nível nacional, sendo que em Coimbra culminou na terça-feira com a realização de uma reunião de comerciantes e associações, entre as quais se incluía a Associação dos Industriais de Hotelaria e Restauração do Centro, nas instalações da ACIC.
Demonstrar o desagrado dos agentes económicos do chamado comércio tradicional em relação ao ante-projecto de lei do Licenciamento Comercial e influenciar a sua alteração são os grandes desígnios da campanha liderada pela CCP.
O novo regime jurídico de licenciamento das unidades de dimensão relevante tenderá, acusou o presidente da direcção da ACIC, Paulo Mendes, para a liberalização dos espaços comerciais, colocando em xeque a sobrevivência das pequenas actividades económicas, normalmente instaladas nas zonas históricas.
“Está em causa a liberalização quase total do licenciamento das grandes superfícies”, referiu na segunda-feira em conferência de Imprensa o dirigente, sublinhando que o ante-projecto “entrega praticamente às câmaras municipais o ónus do licenciamento”, sendo certo que estas já estão financeiramente bastante debilitadas e carentes de fontes de receita.
“A nossa intenção é fazer pressão para que este projecto de lei não siga para a frente, tal qual está”, acrescentou, defendendo que, à semelhança das grandes obras, se devia realizar estudos de impacte comercial para “a instalação de unidades de determinada dimensão”.
A ausência de referências no novo regime jurídico em relação à obrigatoriedade de os municípios definirem as chamadas “cartas do comércio” é igualmente motivo de preocupação, sendo que as associações consideram que cada câmara devem definir a sua, estipulando onde e que tipo de actividade comercial se deve instalar. O novo decreto de lei também é omisso quanto “à taxa [referida na lei 12/2004] que por cada metro quadrado das unidades de dimensão relevante revertia para um fundo a favor do comércio”. “Ora este fundo não existe e foi complemento eliminado neste projecto de lei”, criticou Paulo Mendes, que preconiza a reabilitação dos centros das cidades como a melhor solução para “a abertura de novas unidades comerciais e de serviços hoteleiros”.
Numa altura em que o comércio já se debate com grandes dificuldades, as alterações previstas no âmbito do novo regime jurídico de licenciamento das grandes superfícies não são vistas como um bom augúrio para o futuro do sector.
A Lei dos Saldos em vigor, a manutenção do Imposto de Valor Acrescentado em 21 por cento e o eventual alargamento dos horários de funcionamento dos estabelecimentos comerciais são outros dos aspectos contestados por parte das associações do sector.

FONTE

quinta-feira, dezembro 13, 2007

Dom António Luís de Meneses



Dom António Luís de Meneses, primeiro marquês de Marialva e terceiro conde de Cantanhede, (13 de Dezembro de 1596 — 16 de Agosto de 1675) foi um fidalgo e militar português.

Foi um dos elementos mais activos para a Restauração da independência (1640), dela tomando parte desde a fase da conspiração até às negociações do tratado que encerrou a guerra com Castela.

Em 1641, participou na defesa da Beira, formando um terço de infantaria que comandou como Mestre-de-campo. No Alentejo tomou parte em quase todas as batalhas e escaramuças contra os castelhanos. Em 1644 tomou a vila de Valencia de Alcántara que se manteve portuguesa até 1688. Comandou as tropas portuguesas na batalha de Montes Claros e, juntamente com o conde de Schomberg, infligiu aos espanhóis uma pesada derrota, acabando praticamente com a guerra da Restauração.

Membro do Conselho de Estado e do Conselho de Guerra, Veador da Fazenda e Governador das Armas da Praça de Cascais, a partir de 1643 respondeu pelas obras de reforço da barra do rio Tejo.

AJUDA

Este blogue não serve apenas para denunciar ou publicar as nossas opiniões. Neste caso pedimos a todos que nos ajudem a ajudar alguém que tem de ser operado e precisa sangue tipo B negativo. É um tipo de sangue muito raro mas há quem o tenha. Multipliquem-se em contactos e façam, por favor, passar a informação. Se tiverem boas noticias contactem urgente Luiz Carvalho 931085403 ou Pedro Ribeiro 222041893. Podem faze-lo também por fax: 22059125.

E nunca esqueçam de uma coisa: amanhã podem ser vocês a precisar. Gostamos de mais da vida , por isso não esqueçamos que os outros podem precisar de umas gotas de sangue para continuar a viver. Ajudem, por favor.

Vai e não voltes


Para estes sem duvida que o caminho tem de ser o da expulsão.

E esta?


O mesmo governo que promove a droga nas prisões prepara-se agora para proibir o fumo de tabaco.
Os responsáveis prisionais não sabem como vão aplicar a lei. Nós sugerimos que implementem um programa de troca de filtros e mortalhas, assim com assim fica tudo igual.

NOVAS OPORTUNIDADES

O governo bem grita em que a criminalidade está a diminuir que está controlada.
No entanto as noticias desmentem a história do executivo, neste e noutros campos da política nacional os factos encarregam-se de desmontar a desinformação governamental.
Ontem aqui e aqui amanhã num lugar perto de si, um criminoso pode actuar.

quarta-feira, dezembro 12, 2007

Os melhor Blogs de 2007


1. Podem participar na votação todos os bloggers que mantenham blogues activos, com um ou mais postes publicado no último mês

2. Cada blogger deverá referenciar 5 nomes para cada uma das seguintes categorias:

- Melhor Blog Individual
- Melhor Blog Colectivo
- Melhor Blog Temático
- Melhor Blog
- Melhor Blogger

A cada menção corresponde um 1 voto


3. Cada blogger só poderá votar uma vez, e deverá publicar as menções no seu blog da forma que melhor lhe aprouver, enviando-as posteriormente para o seguinte e-mail:
o_cao_que_morde@hotmail.com

No e-mail, para além das escolhas, deverão indicar o link para o post onde efectuaram as nomeações.

A data limite para a publicação e envio das votações: 15/01/20084.

De forma a reduzir alguns constrangimentos e desplantes, e a evitar algumas cortesias desnecessárias, são considerados votos nulos:

- Os votos dos blogger em si próprios ou nos blogues em que participa
- Os votos nos companheiros e/ou companheiras de blog
- Os votos no Blog O Cão Que Morde.

No dia 20 de Janeiro serão anunciados os vencedores e disponibilizadas todas as votações neste Blog.

Apelamos à divulgação desta iniciativa junto a todos os bloggers interessados em reconhecer publicamente o esforço, a dedicação, e o talento para a arte de blogar de alguns dos seus congéneres.

Cursos para todos ("Gandas Oportunidades")

Pergunte-nos como

Salário mínimo para 2008


O valor do salário mínimo para o próximo ano vai ser hoje discutido em reunião de concertação social. Actualmente, está nos 403 euros.
Os parceiros assinaram com o Governo um acordo que estabelece que o ordenado mínimo deverá atingir 500 euros mensais em 2011.Mas a Confederação da Indústria portuguesa quer rever esta meta.
A CIP avisa que o aumento terá um impacto negativo em muitos sectores. Quanto aos sindicatos, estão naturalmente contra qualquer renegociação.•
Está previsto a salário mínimo aumentar para 426,5 euros em 2008.
Feitas bem as contas uma larga faixa dos trabalhadores portugueses vão ter para o ano o seu ordenado aumentado em 23,5 euros.
Não chega a um euro por dia e vai dar para comprar pouco mais que uma bica.No entanto se estivermos atentos aos jornais verificamos que nas grandes empresas os lucros não param de aumentar e de uma maneira escandalosa face à crise.
Mesmo numa pequena empresa, um euro por dia não vai trazer nenhum impacto negativo, da mesma maneira que um euro por dia não vai trazer nenhum impacto positivo no bolso do trabalhador.
Para quem não acredita na luta de classes temos aqui um bom exemplo.
De um lado o capital, do outro os trabalhadores, mal representados é certo, mas lutando, mais do que por aquilo que é justo, para saírem de um salário de miséria, que não permite ter uma vida condigna.
Não sou a favor de um aumento louco, mas não tenho dúvidas em afirmar que este aumento é de loucos, melhor dizendo é de hipócritas.
O patronato tem de se convencer que os trabalhadores merecem um justo salário, se para isso tiver de se desfazer do carrinho topo de gama ou da vivenda no Algarve, pouco me importa, já vive num luxo bem grande e é altura de contribuir para uma sociedade mais justa. Se por via de um aumento alguma empresa tiver que fechar, que a entreguem aos trabalhadores eles saberão geri-la e fazer o que o patrão não sabia ou não queria fazer.
Para que o capital se submeta ao trabalho temos de lutar por salários mais justos, de uma forma pensada e faseada é preciso fazer justiça social o que não se consegue certamente com aumentos que correspondem a menos de um euro por dia. Uma forma justa e equilibrada de fazer os aumentos pode ser feita tendo como referencia a inflação. Assim subindo os salários uns pontos acima da inflação tenho a certeza que o único impacto negativo que a medida terá será nas idas dos capitalistas ao lupanar lá do sitio.

Destruíram-se 50 mil empregos em apenas dois anos e meio

O presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal traçou ontem um panorama sombrio sobre a actividade comercial no país, o que se prova pelos 50 mil desempregados nos últimos dois anos e meio.

terça-feira, dezembro 11, 2007

Nacionaleiros


Uma besta peçonhenta prospéra dentro do movimento nacionalista. Agarrados ao teclado do computador ou do telemóvel, anonimamente ou em surdina, conspiram, difamam mentem, com um único propositado lançar duvidas nas hostes nacionalistas para provocar cisões e as enfraquecer.
Basta passar neste blogue e ler o que escrevem sobre mim, para chegarem à triste conclusão que essa escumalha agora virou baterias para o meu lado. Se o meu passado não falasse por mim certamente poderiam criar algumas dúvidas. Sempre caminhei no mundo como um guerreiro e não vão ser cobardes que assinam como anónimos, mas que já estão referenciados que me vão fazer alguma mossa.
Só vos peço que leiam o que lá se escreve, para que fique para memória futura, para que finalmente percebam toda uma manobra cobarde que outra coisa não visa que prejudicar a TIR. Estes nacionaleiros dizem-se anti-sistema, mas no fundo prestam um óptimo serviço aqueles que dizem combater. Um dia serão agraciados com uma comenda qualquer, nalguma sinistra loja.
Tenho pena que o autor do blogue, permita que mentiras calunias e insultos possam permanecer nos comentários, isso não o dignifica nem dignifica o blogue nem a causa nacional. A nossa liberdade termina onde começa a dos outros.

CASTELO BRANCO - Monumento de volta à rotunda



O Núcleo de Castelo Branco da Liga dos Combatentes comemora, sábado, 84 anos, com a reinstalação do Monumento ao Combatente, na rotunda situada na Quinta Nova.

segunda-feira, dezembro 10, 2007

Este ano não vai haver presépio!...

Este ano não vai haver presépio!...

Lamentamos mas:

- Os Reis Magos lançaram uma OPA sobre a manjedoura e esta foi retirada do estábulo até decisão governamental.

- Os camelos estão no governo.

- Os cordeirinhos estão tão magros e tão feios que não podem ser exibidos.

- A vaca está louca e não se segura nas patas.

- O burro está na escola básica a dar aulas de substituição.

- Nossa Senhora e São José foram chamados à escola básica para avaliar o burro.

- A estrelinha de Belém perdeu o brilho porque o Menino Jesus não tem tempo para olhar para ela.

- O Menino Jesus está no Politeama em actividades de enriquecimento curricular e o tribunal de Coimbra ordenou a sua entrega imediata ao pai biológico

A situação sócio económica em África


A situação sócia económica actual do fértil e esperançoso continente negro é muito mais que deprimente é inquietante. Recentemente vieram a publico alguns dados da política económica do mundialismo nesta torturada área do planeta. Sobe o significativo título a pior receita do FMI o Diário EL MUNDO, ilustra-nos sobre os “resultados” de “ajuda” selvagem por parte do Banco Mundial sobre a sua nova colónia africana.
Calcula-se que actualmente existam em africa 218 milhões de pobres. Este é mesmo o único continente onde a pobreza tem crescido. Face a isto os próprios mundialistas reconhecem implicitamente o fracasso da sua gestão em África. As sempre interessadas receitas económicas do Ocidente fracassaram. Não somente em Africa como eles gostavam mas também na América e na Ásia, onde as politicas estão levando à ruína isto é à dependência global dos usurários ocidentais e dentro em pouco esta politica vai tocar à Europa com o Tratado de Lisboa às costas.
A aplicação do chamado programa de Ajuste Estrutural (PAE) desenhado pelo FMI e o Banco Mundial conseguiu que a esmagadora maioria dos países africanos experimentassem o maior retrocesso de toda a economia mundial. Claro que a pergunta que fazemos é se os mundialistas não pretendiam mesmo outra coisa que não o perpetuar a dependência neocolonialista do Terceiro Mundo, e a submissão ao capitalismo financeiro representado pelas suas instituições usurárias.
Na actual conjuntura os países africanos dependentes dos créditos do FMI e do Banco Mundial e para poder pagar esta divida, o Terceiro Mundo transfere milhares de dólares por dia. A divida externa converteu-se em África como na América Latina num dos principais elementos de dominação e exploração das economias das novas nações que surgiram após o processo de descolonização por parte das potencias imperialistas ocidentais. O que feitas as contas significa que ao colonialismo Europeu sucedeu o neocolonialismo financeiro ocidental de dimensões planetárias agora conhecido por mundialismo.
Certamente alguns supostos “camaradas” dirão que me interessa, que pena, mas nós nada temos a ver com os problemas africo asiáticos de sub capazes de construir o seu caminho próprio. Estão seguros do que defendem? Nunca pensaram que o actual emagrecimento de recursos naturais e humanos de que padece o terceiro mundo e cujo único responsável é o mundialismo, contra o qual esses camaradas dizem lutar, já produz à varias décadas um interminável fluxo migratório sobre o ocidente plutocrático branco sionizado no qual sobrevivemos como peças de museu e que alguns hoje se apressam a defender, qual mercenários baratos ao serviço das multinacionais sionistas americanas?
Já devem certamente ter ficado horrorizados com os barcos negreiros que os insuspeitos jornalistas do sistema fazem o favor de nos mostrar. Esta gente só imigra por que espera melhorar asa suas condições de vida escapando dos seus países com a única intenção de sobreviver a qualquer preço.
Por outro lado no Ocidente, alguns meninos provenientes da esquerda burguesa, féis nesta ocasião ao seu papel de moralistas sociais do capitalismo “ilustrado”, humanitário, liberal progressista e soft constituem-se no bastião militante de uma espécie de mundialismo fino e amável, agrupado num curioso conceito de ingerência humanitária e espelhado num conjunto de instituições nascidas na maioria do dia para a noite para receber as habituais subvenções estatais e denominadas ONG`s.
De resto o papel destas ONG´s não é o de mudar o processo de espoliação nem denunciar as praticas aberrantes do neocolonialismo financeiro ou o imenso negocio de trafico de armas destinadas ás guerras civis conscientemente fomentadas pelos interesses mundialistas na zona ou questionar as mais valias ganhas com a “reconstrução” das zonas afectadas pela guerra ( com os recentes casos da Bósnia ou do Iraque); nada disso. A ingerência humanitária não é mais que a outra cara da moeda do princípio da ingerência politica económica militar desenvolvida pelo mundialismo, desde que terminou o chamado processo de descolonização.
Podemos afirmar que o negócio derivado da ajuda humanitária e da ajuda de reconstrução é tão grande e tão rentável para os interesses imperialistas que para enumera-lo aqui é praticamente impossível. Basta pensar quem beneficia com esse vasto fluxo de capitais, que em teoria deviam reverter para a melhoria das condições de vida dos países receptores da ajuda mas que na realidade pela própria estrutura do mercado financeiro internacional volta como que por efeito de boomerang a engrossar as arcas da alta finança mundial, é o negocio perfeito.
Para terminar e esboçando uma nova chave da dominação e exploração sionista sobre africa, reproduzimos a noticia que apareceu no mesmo jornal “El Mundo” e intitulada “ Israel treina a ditadura na Nigéria”. Na notícia relatam-se as andanças da empresa israelita TANDU, uma daquelas muitas firmas de acessória militar com sede em Israel que também treinou em 1992 as unidades antiterroristas da Ertzaintza e que também treinou os esquadrões da morte do ditador Sani Abacha, outro “bom” aliado do ocidente sionista e partidocrático. Na realidade a empresa em questão excedeu-se na sua missão escandaloso apoio do parlamento israelita. Os esquadrões de Sani Abacha chegaram a ser armados pela El Shabak (policia politica de Israel). Esta ligação foi no entanto encerrada pelo parlamento, mas como diz Eyal Dotán um dos proprietários da TANDU sem papas na língua “Enquanto Africa for Africa, haverá sempre trabalho para a TANDU”.
Esta frase é reveladora do que está acontecendo em Africa, só que os termos inverteram-se.
Na realidade enquanto a TANDU, Israel, Estados Unidos e demais aliados necessitarem de trabalho, isto é de negócio, coisa que lhes está na alma Africa continuara a ser Africa. Não esquecer que os mundialistas necessitam de cobrar os astronómicos interesses da sua usura global, mas conhecida por divida externa, Africa continuará a ser Africa. E enquanto as senhoras da caridade da consciência culpada da sociedade ocidental necessitarem de espiar os seus pecados, com a piedade, haverá sempre ONGs para chegar onde o longo braço militar e económico do ocidente não alcance, como os missionários do tempo colonial, porque hoje como ontem Africa continua a ser Africa, e de uma maneira ou de outra sempre paga. Pelo menos até hoje.

«Por favor parem de ajudar África!»




No passado dia 06/07/2005, na revista Alemã “Der Spiegel”, sob o título “Pelo amor de Deus, parem de ajudar África!”, um africano, especialista em economia e profundo conhecedor das realidades africanas, James Shikwati, do Quénia, afirma numa entrevista ao jornalista de Hamburgo Thilo Thielke que a ajuda internacional só alimenta a corrupção e impede que a economia se desenvolva, que destrói e acaba com a produção agrícola e industrial e causa desemprego, consequentemente criando mais miséria e mais dependência.
Afirma este africano lúcido que a ajuda ao continente africano é mais prejudicial que benéfica, realçou os efeitos desastrosos da política de desenvolvimento ocidental na África, falou sobre governantes corruptos e a tendência de exagerar por interesse o já de si grave problema da Sida.

Burocracias gigantescas e inoperacionais são financiadas com o dinheiro da ajuda dos países ocidentais. A corrupção e a complacência são promovidas, os africanos aprenderam a ser mendigos, e tornam-se parasitas e dependentes.

Além disso, a ajuda ao desenvolvimento enfraquece os mercados locais em toda a parte e mina o espírito empreendedor que é fundamental em qualquer sociedade dando origem a que os países que receberam mais ajuda ao desenvolvimento também são os que estão actualmente em pior situação.

Por mais absurdo que à primeira vista possa parecer, a ajuda ao desenvolvimento é uma das principais causas dos problemas de África. Se o Ocidente cancelasse esses pagamentos, o povo, os africanos comuns, nem sequer perceberiam. Somente os funcionários públicos e dos programas de ajuda o sentiriam e seriam atingidos. Ao serem obrigados a encontrar sozinhos as soluções para os seus problemas, os africanos têm a possibilidade de recuperar a dignidade perdida e, eventualmente, a de abrir caminhos originais e novas soluções à sua escala e ao seu ritmo para evoluir. Afirma Shikwati: «Quando há uma seca numa região do Quénia, os políticos corruptos pedem imediatamente mais ajudas. O pedido chega ao Programa Mundial de Alimentação da ONU, que é uma agência maciça de “apparatchiks” que estão na situação absurda de, por um lado, dedicarem-se à luta contra a fome, e por outro enfrentar o desemprego onde a fome é eliminada.

É muito natural que eles aceitem de bom grado o pedido de mais uma ajuda, e não é raro que peçam um pouco mais de dinheiro ou alimento do que o governo africano solicitou originalmente. Eles encaminham esse pedido ao seu quartel-general, e em pouco tempo, se a ajuda for alimentar, milhares de toneladas de milho ou outro cereal são embarcadas para a África. Esse milho acaba em determinada altura num porto como por exemplo o de Mombasa. Uma parte do alimento em geral vai directamente para as mãos de políticos corruptos e sem escrúpulos, que em primeira-mão o distribuem na sua própria tribo para manter a lealdade tribal em alta e ajudar sua próxima campanha eleitoral. A outra parte da carga termina no mercado negro, onde o milho é vendido a preços extremamente baixos. Os agricultores locais podem guardar os arados; ninguém consegue concorrer com os preços de mercado ditados por esta concorrência desleal originada pelo programa de alimentação da ONU. E como os agricultores cedem diante dessa pressão e deixam de semear, o Quénia não terá reservas a que recorrer se houver uma seca e fome no próximo ano. É um ciclo simples mas fatal.

Se não existissem as ajudas, os quenianos, seriam obrigados a iniciar relações comerciais com outros Países africanos seus vizinhos, como o Uganda, Tanzânia, Moçambique, etc., para lhes comprar alimentos. Esse tipo de comércio é vital para África pois obrigaria a melhorar as infra-estruturas, enquanto tornaria mais permeáveis as fronteiras nacionais, que, aliás, até foram artificialmente traçadas pelos europeus. Também os obrigaria a legislar a favor da economia de mercado e levaria a acordos internacionais que favorecessem o comércio e a circulação de bens.

A fome não deveria ser um problema na maioria dos países ao sul do Sahara pois nestes países existem vastos recursos naturais como petróleo, ouro, diamantes. Nos países industrializados existe a sensação de que África naufragaria sem a ajuda ao desenvolvimento. Será assim? A África já existia antes das ajudas aparecerem.

Até a sida é um grande negócio, talvez o maior negócio da África. Não há nada capaz de gerar tanto dinheiro de ajudas quanto as fotografias das criancinhas e os números chocantes sobre a sida. Em África esta é em primeiro lugar uma doença política. Milhões de dólares e euros destinados ao combate à sida estão guardados em contas bancárias, nos próprios países e noutras partes do mundo, e não foram gastos naquilo a que se destinavam. Os governantes e políticos ficaram cheios de dinheiro, e continuam a desviar o máximo possível em proveito próprio.

O falecido tirano da República Centro Africana, Jean Bedel Bokassa, resumiu cinicamente tudo isso dizendo: “O governo francês paga por tudo no nosso país. Nós pedimos dinheiro aos franceses, eles mandam, nós recebemos e então gastamos”.

Todos os anos chegam ao Quénia e a outros países rios de dinheiro, alimentos e roupa usada doada por cidadãos Ocidentais que querem ajudar os africanos. Shikwati pergunta: Porquê enviar para África essas montanhas de roupas e agasalhos? Ninguém passa frio no clima africano!

A quase totalidade dela não é entregue ao povo. Em vez disso aparece a preços irrisórios à venda nos chamados mercados Mitumba e por isso os costureiros tradicionais perdem o seu único ganha-pão. Eles estão na mesma situação que os agricultores. Ninguém no mundo de baixos salários de África pode ser eficiente o bastante para acompanhar o ritmo e os preços a que são vendidos os produtos doados. Em 1997 havia 137 mil trabalhadores empregados na indústria têxtil da Nigéria. Em 2003 o número tinha caído para 57 mil. Os resultados são iguais em todas as outras regiões onde o excesso de ajuda e os frágeis mercados africanos entram em colisão.

Quando inquirido sobre se uma retirada neste momento dos programas de ajuda internacionais não iria aumentar a miséria e o desemprego, o economista rematou: África precisa dar os primeiros passos na modernidade por conta própria. Deve haver uma mudança de mentalidade. Têm de parar de se auto-considerar mendigos. Hoje em dia os africanos só se vêem como vítimas, como coitadinhos. Por outro lado, ninguém pode realmente imaginar um africano como um honesto e próspero homem de negócios. Para mudar a situação actual, seria útil que as organizações de ajuda saíssem.

É verdade que, se, ou quando o fizerem, muitos empregos serão imediatamente perdidos. Mas que empregos? Empregos que foram criados artificialmente, para começar, e que distorcem a realidade. Os empregos nas organizações estrangeiras de ajuda são muito bem pagos e como tal muito apreciados, e estas organizações são muito selectivas na escolha dos candidatos. Quando uma organização de ajuda precisa de um motorista, dezenas de pessoas candidatam-se. Como é inaceitável que o motorista só fale a sua língua tribal, o candidato também deve falar inglês,
português, alemão ou francês fluentemente, ser minimamente instruído, bem-educado sobre o ponto de vista ocidental e ter boas maneiras. Então acaba-se com um jovem licenciado africano como motorista a conduzir o carro de um funcionário da ajuda, distribuindo comida europeia e levando, como consequência, os agricultores locais a deixar seu trabalho. É simplesmente surreal! Se se quer realmente combater a pobreza, deveriam parar totalmente a ajuda ao desenvolvimento e dar a África a oportunidade de garantir por si mesma a sua subsistência e sobrevivência.

Actualmente a África é como uma criança que chora imediatamente quando há algo errado a pedir ajuda à Mãe ou ao Pai.

A África tem que erguer-se sobre os próprios pés.»

Que titulo?


No início do ano novo, os centros de saúde de Vouzela e São Pedro do Sul vão encerrar durante a noite. Para assistência aos doentes e transporte para Viseu, é disponibilizada uma ambulância do INEM.
alegada demora de mais de uma hora na chegada de uma ambulância do INEM para socorrer um homem, que apresentava sintomas de ataque cardíaco, na noite de sábado, no Bairro Sá Carneiro, em Oeiras, vai ser alvo de uma queixa do irmão da vítima, Serafim Cerdeira. Vítor Manuel Cerdeira queixou--se, na noite de sábado de uma forte dor no peito e a família ligou para o 112.
Depois da despistagem feita pelo CODU chegou ao local, cerca de sete minutos depois, uma ambulância dos Bombeiros Voluntários de Paço d’Arcos, cuja tripulação, após uma primeira avaliação, terá chamado o INEM. A vítima acabou por falecer e a família diz que o INEM demorou mais de uma hora a chegar.
Agora que titulo para este poste? Simplex? Novas oportunidades? Fleximedicina

Sentimentos anti-árabes e discriminação crescem em Israel

da Efe, em Jerusalém

A Associação pelos Direitos Civis (ADC) denuncia, ao começar hoje a Semana dos Direitos Humanos em Israel, um aumento de mais de 50% dos incidentes racistas e de hostilidade da maioria judaica contra a minoria árabe.

Trata-se de um relatório anual que analisa os resultados de diversas pesquisas e enquetes, indicou a diretora dessa instituição, Rachel Benziman, que afirmou que a intensificação dessa hostilidade contra os cidadãos árabes "é muito clara, e não casual".

Mais de 50% dos israelenses se negariam a viver em um mesmo prédio com vizinhos árabes e uma porcentagem similar acredita que o Estado deveria promover a emigração desses cidadãos.

Essas pessoas ouvidas também não aceitariam visitantes árabes em seu lar nem permitiriam a seus filhos brincar com crianças árabes, segundo os diferentes pesquisas reunidas pela ADC.

Os sentimentos anti-árabes se duplicaram em geral, segundo a ADC, que não descreve o contexto político em que se produzem, como é o conflito da comunidade judaica com os palestinos dos territórios ocupados, cuja causa nacional está plenamente identificada política e emocionalmente com a comunidade árabe de Israel.

No ano passado foi registrado um aumento de 26% no número de incidentes racistas contra a comunidade árabe, cujos membros, diz o relatório, são humilhados nos controles de segurança do aeroporto internacional, pois, apesar serem cidadãos do país, são tratados como "elementos perigosos".

A minoria árabe que representa 20% da população do Estado israelense recebe tratamento semelhante em outros locais públicos por "razões de segurança".

A segurança é o argumento velado que as autoridades usam para impedir a entrada de funcionários da comunidade árabe em organismos cujas atividades são reservadas, embora este ano, pela primeira vez nos últimos anos, se incorporou ao Governo central um ministro árabe, o titular de Cultura e Esportes, Ghaleb Majadale.

A ADC acrescenta em seu relatório que mais de dois terços dos adolescentes da maioria judaica, "sob um bombardeio de estereótipos e imagens de cunho racista nos meios de comunicação", pensam que os árabes são menos inteligentes, incultos e violentos.

"Ninguém pode se surpreender com tudo isto", disse hoje o deputado árabe Mohamad Barakeh, líder do Partido Hadash.

"Estes resultados são conseqüência natural das calúnias lançadas por líderes políticos (alusão aos da direita nacionalista judaica) e à política racista exercida em relação aos árabes por consecutivos Governos israelenses", acrescentou.

A comunidade árabe --com 1.100.000 membros, mais de 90% muçulmanos e o restante de cristãos-- conta com 10 entre os 120 representantes do Parlamento (Knesset), que admitiu alguns projetos de lei que deslegitimam essa minoria perante o plenário, como no caso de condicionar seus direitos sociais a que prestem serviço nas Forças Armadas ou em benefício da comunidade.

Entre os judeus o serviço militar é obrigatório, mas não entre os árabes, eximidos sob o argumento de que poderiam ser obrigados a ter de combater seus "irmãos". Alguns vêem nesta isenção um ato de apreensão e discriminação negativa.

"A primeira obrigação de um regime democrático é respeitar as minorias e garantir-lhes a igualdade de direitos", disse à rádio pública a diretora da ADC.

O relatório não inclui pesquisas entre os árabes sobre sua percepção sobre os de origem judaica.

Os dirigentes da comunidade árabe também rejeitam os projetos de lei, não sancionados ainda, que em troca do serviço militar obrigariam seus jovens a prestar serviços civis à comunidade em hospitais e outros organismos públicos.

Outro desses projetos exigiria que os legisladores árabes jurassem fidelidade ao "Estado judeu".

Os dirigentes da minoria árabe afirmam que o Estado de Israel é um "Estado de todos seus cidadãos", e que sustentar a idéia de que Israel é o "Estado do povo judeu" é uma manifestação racista.

FONTE

Esgotos no rio


Os esgotos da vila do Lorvão estão a desaguar, sem tratamento, numa ribeira afluente do Mondego. E é deste rio, em Coimbra, que é captada água destinada a milhares de consumidores. Mas a Águas do Mondego garante que não há riscos para a saúde pública. Na ribeira, a água corre límpida até ao exacto ponto onde um tubo descarrega águas residuais, dejectos humanos e restos de alimentos.
A poluição das águas é um tipo de poluição causado pelo lançamento de esgotos residenciais ou industriais não tratados em cursos de água (rios, lagos ou mares) ou ainda pelo lançamento de fertilizantes agrícolas, em quantidade demasiada alta que o corpo da água não pode absorver naturalmente. A poluição altera as características da água enquanto a contaminação pode afectar a saúde do consumidor da água. Assim uma água pode estar poluída sem estar contaminada. Quando a quantidade de lixo é maior do que a quantidade de depuração da água, dizemos que a água está poluída.
A solução que deve ser tomada a fim de evitar esses transtornos é tratar o esgoto produzido antes de lançá-lo nos rios ou mares, diminuindo assim a matéria orgânica, as substâncias tóxicas e os agentes patogénicos.
Infelizmente o sistema assina protocolos e acordos, mas na prática, tarda em ter unidades de tratamento em quantidade e qualidade suficientes.

domingo, dezembro 09, 2007

TIR PORTALEGRE


As colagens em Portalegre começam a dar os primeiros resultados. Um grupo de simpatizantes da TIR começa a organizar-se afim de constituir um núcleo.
No próximo mês e em dia ainda a acertar terá lugar nesta cidade alentejana um almoço seguido de uma reunião onde será oficialmente criado o núcleo.
Se simpatizas connosco, se queres realmente fazer alguma coisa pela tua região e pelo teu pais,contacta-nos
.

Prognósticos só no final do jogo


A HISTÓRIA DE TODA sociedade até hoje é a história de luta de classes". "As ideias dominantes de uma época sempre foram as ideias das classes dominantes". "O poder de Estado moderno não é mais do que um comité, que administra os negócios comuns do conjunto da classe burguesa". "Os trabalhadores não têm pátria". " [Numa revolução comunista], os proletários não têm nada a perder se não as suas grilhetas". "Em lugar da velha sociedade burguesa, com suas classes e suas oposições de classes,surge uma associação na qual o livre desenvolvimento de cada um é a condição para o livre desenvolvimento de todos".
A frase acima transcrita é um sumário de todo o pensamento marxista.Poderá nalguns casos explicar o desenvolvimento das sociedades, embora não consiga explicar a questão da luta de classes nos primórdios da humanidade.
Nas sociedades comunitárias a questão da luta de classes não se punha uma vez que as diferenças sócias ainda que existentes eram muito ténues. No entanto podemos estudar a historia à luz do materialismo histórico a partir do momento em que as classes dominantes e as dominadas tiveram consciência, isto é essa consciência só foi possível quando uns e outros puderam contactar as diferenças sócias que os separavam.
Assim podemos considerar que a luta de classes existe pura e simplesmente e que como o próprio Marx o admitiu não foi inventada por ele, e quanto mais o topo da pirâmide cresce e se alonga, maior é a tensão social. Também é um dado assente que sendo o marxismo um inimigo da propriedade privado o capitalismo o não é menos. Basta ver a evolução das riquezas nos últimos anos para contactar que a pouco e pouco a propriedade vai passando para as mãos de umas poucas famílias. Mas o maior erro do marxismo deu-se quando se pôs a fazer futurismo.
Com base no materialismo dialéctico, teoria que Marx nunca explicou convenientemente, acreditaram os marxistas que a sociedade iria evoluir para o socialismo e depois para o comunismo. Marx chegou até a prever que em principio seria na Inglaterra que se iria dar a primeira revolução, isto devido ao avançado estado do sector secundário e à existência de uma larga franja de proletários.
O primeiro erro deu-se aqui uma vez que apesar das faíscas constantes entre operários e patrões nenhuma revolução se deu neste pais e contra todas as teorias a ideologia marxista vingou sempre em países onde o sector primário ainda dominava plenamente.
A historia apesar de poder ser "empurrada" pela luta de classes também se faz da vontade dos homens e o socialismo na Rússia na China e nos demais países que a ele aderiram acabou por ser um fracasso, uma vez que a exploração continuou, sendo o patrão substituído pelo funcionário do partido. Em Portugal também os comunistas sonharam com o poder e durante algum tempo tiveram a ilusão de o deter.
Esse período negro da nossa historia ainda hoje faz sentir nalguns sectores da nossa economia as suas consequências nefastas. Mas os comunistas estavam condenados ao fracasso em Portugal, não porque um grupo de militares fez o 25 de Novembro, esse revolta militar serviu mais para salvar o sistema que para combater o comunismo. O comunismo estava condenado ao fracasso em primeiro lugar porque grande parte dos quadros comunistas ou eram burgueses intelectuais ou elementos da aristocracia operaria, destas duas classes sociais podem sair bons revolucionários, mas também saem muitos reaccionários. Era esta a base do PC Russo e sabemos bem como depois dominaram os outros trabalhadores. Mas o principal factor de fracasso do comunismo esteve no pressuposto de que os operários não tinham nada a perder.
No Portugal pôs 25 de Abril salvo uma pequena mancha nas cinturas industriais de Lisboa e Porto não existia operariado, havia sim aquilo que Marx designou por pequena burguesia assalariada, isto é trabalhadores por conta de outrem mas que no final do trabalho iam amanhar a seu pedaço de terra ou que a possuíam na aldeia natal. Ora estes tinham muito a perder com a "ditadura do proletariado" e foram os mesmos que pela pressão e por vezes pela força impediram que em Portugal se implantasse aquilo que podemos designar de ditadura sobre o proletariado.
Marx enganou-se ao fazer futurismo, os seus seguidores não o souberam ler e entender, nada de novo também aqui, sobretudo nas novas gerações comunistas, que podem ter lido muita coisa mas certamente pouco ou nada da doutrina marxista

Maior Presépio Animado do País


Com cerca de 250m2 e 90 figuras de madeira que podem ser apreciadas em movimento graças a um mecanismo de fios auxiliado por um motor que lhe “dão vida”.
Para pequenos e graúdos verem em Penela, todos os dias entre 8 de Dezembro de 2007 e 6 de Janeiro de 2008.
Horário: De 2ª a 6ª-feira das 14h00 às 19h00; sábados e domingos, das 10h00 às 19h00
Local: Castelo de Penela

Salazar: Museu or Not Museu?


A questão do Museu Salazar continua na ordem do dia.
Muitos querem ser esclarecidos e por duvidas outros porque compreendem o povo e estão com o povo passam para a barricada do sim.
O blogue Denuncia Coimbrã lançou-me um desafio, que aceitei de boa vontade, falar sobre o Museu é sempre bom.
Aproveito para agradecer ao conterrâneo a oportunidade.

sábado, dezembro 08, 2007

Júdice acusa novo bastonário de "dar cabo da profissão"


Esta notícia é no mínimo caricata ou é a prova de como o vil metal pode mudar uma pessoa.
Eu que pensava já ter visto tudo sou agora surpreendido com o ex-fascista Júdice a chamar o actual bastonário da sua ordem de Mussolini.
O medo do Sr. Júdice e de outros como ele que têm engordado à custa da advocacia é que a mama se acabe. Têm medo que o Marinho cumpra mesmo o prometido, isto é lutar por uma justiça para todos e não para alguns privilegiados.
Esta candidatura teve desde já uma coisa boa foi independente e supra-partidária.
Que soprem ventos de mudança à Mussolini ou à Hugo Chávez, tanto me faz é preciso é mudar e para melhor porque para pior já basta assim.
O actual bastonário representa a luta do povo contra os poderosos, da justiça para todos contra a justiça para alguns.
É uma luta difícil desigual mas que é preciso travar em nome da justiça social e pela socialização da justiça.
Dizem que a Justiça é cega. Pois em Portugal, sabemos todos, alem de cega, ela é lenta. Lenta em prejuízo dos pobres e lenta em benefício dos poderosos

Miranda do Corvo: Autarquia denuncia contaminação do Rio Ceira


A Câmara de Miranda do Corvo denunciou hoje que foram detectados focos de poluição na maior captação de água no concelho, no Rio Ceira, que abastece 70 por cento da rede pública.

Andam a tratar-nos da saúde


O anunciado fecho nocturno das urgências de Cantanhede e o fecho das urgências de Anadia e Tábua vão ser mais três machadas no já deficiente sistema de saúde.
Bem prega o incompetente ministro da saúde que vão haver melhorias, só se for para os cofres do estado pois as populações vão sentir na pele e na carteira mais este rude golpe.
Os hospitais de Coimbra rebentam pelas costuras, uma urgência dura em media seis a sete horas. Provavelmente vão começar a morrer pessoas em casa, visto os méis de socorro serem escassos e as alternativas poucas ou nulas e não sou eu que o digo são os profissionais através da sua ordem.
Na Anadia e em Tábua ainda se luta contra a medida em Cantanhede pelos vistos está tudo perdido, uma vez que a Câmara ao contrario do que prometeu aos munícipes acabou por negociar e mal o fecho temporário das urgências. Sabemos quanto nos tem prejudicado as santas alianças PS, PSD, ainda recentemente o vimos no que toca à justiça. Estes dois partidos que detêm o poder há muitos anos tem pouco a pouco entregado Portugal ao grande capital, na saúde está mesmo à vista fechar unidades hospitalares estatais para que possam abrir clínicas privadas. Quem tem dinheiro é bem servido, quem não tem vai para as longas filas e listas de espera.

É fartar vilanagem

A classe politica que nos últimos anos se apoderou do poder em Portugal cada vez tem menos vergonha.
A eles tudo é permitido, as leis a posturas foram feitas para serem cumpridoras pelos outros, porque as iminências estão acima da lei.
Tudo isto a propósito desta notícia, que pode parecer uma futilidade, mas que define bem o que se passa no país real.

sexta-feira, dezembro 07, 2007

Todos Iguais, Todos Patriotas


Portugal tem hoje cerca de um milhão de habitantes de origem africana negra.

A grande maioria é já ou será a breve trecho, com a nova lei da nacionalidade, portuguesa. O País é pois multi-racial.

Em Lisboa e vale do Tejo estes cidadãos são uma parte não desprezível da população jovem, responsável portanto pela renovação geracional.

Estão cá e não vão a lugar nenhum, que este é o País em que muitos já nasceram e o único que têm.

Que muitos não se identificam com ele, que o modelo integracional, que nunca saiu do papel, falhou clamorosamente, ou que o sistema educacional apresenta gravíssimas falhas no que a estes portugueses, e não só, diz respeito são factos conhecidos.

Nenhuma espécie de luta contra a imigração resolve os factos acima mencionados. A demografia não mente e quem não quiser aceitar a realidade pode fazê-lo mas à custa de um verdadeiro autismo politico.

Os modernos Estados são quando muito comunidades de destino expressas num viver e querer comuns e não unidades pretensamente homogéneas de um ponto de vista rácico.Quem é o responsável pela desagregação social, a cor da pele dos cidadãos ou o capitalismo periférico nacional?

Quanto a nós e decididamente o segundo. Os avós destes portugueses foram importados como mão de obra para obviarem à falta de braços decorrente da guerra colonial e mesmo depois desta terminar o processo continuou a replicar-se ao longo dos anos em ondas de choque sucessivas.

O modelo que lhes foi imposto é uma clonagem do anteriormente aplicado aquando do êxodo da população rural para as cidades. Os mesmos baixos salários, o mesmo trabalho não especializado, a mesma baixa literacia, os mesmos bairros da lata ou sociais e sobretudo as mesmíssimas fracas para não dizer inexistentes, possibilidades de ascensão social para si e para os seus descendentes.

É portanto um racismo económico próprio das periferias das grandes metrópoles aquele a que se assiste hoje em Portugal. O capitalismo não pode resolver o problema porque é ele que o gera devido ao seu próprio funcionamento. Os filhos dos pobres e remediados de todas as cores e credos são educados pela mesma MTV, pelas mesmas novelas e séries, pelo mesmo “american way of life”, pela ideologia da competição selvagem, dinheiro fácil e sucesso a qualquer preço visíveis pela ostentação de objectos de consumo. E são estas e não outras as causas dos fenómenos urbanos de delinquência.

Qualquer destes jovens portugueses não tem sentido de comunidade que vá para além da malta da escola e do bairro.

Ou é encontrado um caminho alternativo que englobe todos aqueles que são portugueses, apostando em valores sãos traduzidos numa Pátria comum aonde a todos sem excepção são dadas oportunidades iguais à partida, ou então tornar-nos-emos muito em breve numa comunidade burocrática-administrativa. Ou seja seremos um arremedo de Estado, gerente de uma massa alienada e não uma Nação.

FONTE

António Marinho Pinto, novo bastonário da Ordem dos Advogados


O Jornal “As Beiras” publica hoje uma entrevista como o novo bastonário da ordem dos advogados.
Conheço o Dr. Marinho dos velhos tempos em que eu frequentava o Café Trianon em Coimbra. Na nossa juventude estivemos sempre em campos opostos, tendo havido até alguns períodos de mal entendidos sobretudo na altura de reimplantação das tradições académicas.
Sempre o conheci como uma pessoa frontal que não tinha medo de dizer o que pensava, não se preocupando com o politicamente correcto.
Sempre foi um homem de esquerda e espero que os anos lhe tenham humanizado o pensamento.
Posto isto e analisando a entrevista não posso estar mais de acordo com o meu conterrâneo.
Desejo-lhe muito sucesso e que consiga atingir os objectivos a que se propõem.
Termino este texto exactamente com as mesmas palavras que o Manuel, mas acrescentando uma palavra de esperança. Os demagogos caracterizam-se geralmente por não terem as respostas para os problemas que levantam, mas frequentemente levantam problemas verdadeiros. Esperemos não estar na presença de mais um demagogo.

Ministro do Ambiente satisfeito com autorização para co-incineração em Souselas


O ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia, manifestou-se hoje satisfeito com a decisão do Supremo Tribunal Administrativo, que autorizou a co-incineração em Souselas, indeferindo a providência cautelar interposta pela Câmara Municipal de Coimbra.
"A co-incineração é uma prática corrente em toda a Europa e Portugal não deve ser excepção", afirmou também o ministro do Ambiente.
Isto não é verdade uma vez que muitos países europeus estão a abandonar a co-incineração de realçar também que o nosso país aderiu recentemente à Convenção de Estocolmo onde a co-incineração é mencionada como pratica a abandonar. Para aquilo que lhes dá jeito os xuxialistas agarram-se aos protocolos e convenções que assinaram com a Europa, mas quando os tratados não lhes interessam metem-nos na gaveta e não vá alguém descobrir-lhes a careca.
"Esta psicose que alguns alimentam em Portugal e com a qual infelizmente muitos ganham a vida ou fazem política, através de disseminarem o terror e assustarem as populações, não tem qualquer cabimento", considerou Nunes Correia, manifestando o apoio do Governo à decisão do Supremo Tribunal Administrativo.
A psicose só pode estar na cabeça do Sr. Ministro e quem parece querer ganhar a vida com a co-incineração é o PS uma vez que contra tudo e contra todos insiste em avançar com esta aventura.
A co-incineração não passará porque o povo de Souselas e do Outão saberão dar na rua a resposta que os tribunais parecem não queres dar.

O 1º de Dezembro da TIR


A associação Terra, Identidade, Resistência achou por bem assinalar o passado dia 1 de Dezembro com uma pequena conferência cuja temática focava o que fazer “Pela Independência da Europa”, além do camarada A. que discursou em nome da TIR participaram também dois camaradas estrangeiros – assinalando deste modo a necessária cooperação entre patriotas europeus para salvaguardar o futuro de todas as nações europeias – que assinalaram quais as suas opiniões, realçando que estas não eram necessariamente as das suas respectivas organizações. Os oradores convidados foram o camarada S. do partido britânico National Front (partido que comemorou em Março deste ano o seu 40º aniversário) e o camarada E. do partido espanhol Alianza Nacional, os dois discursos defendiam pontos de vista antagonistas, estratégias e modos de estar na política bastante diferentes, o que só enriqueceu o debate posterior.
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quinta-feira, dezembro 06, 2007

Autarquias são o principal foco de corrupção


Palavras para quê?

Olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço


As máquinas de guerra descontroladas fizeram sempre atropelos e atentado aos direitos humanos. No entanto a ditadura de um só sentido teima em só ver os erros de uns e esconde a todo o custo os de outros
Nos últimos tempos noticias de violações aparecem todos os dias, como pode ser comprovado aqui e aqui.
Seja o exército ocupante americano ou as tropas comuno-angolanas as acções são as mesmas. Quando vejo esta gente a falar de direitos humanos até me dá vontade de vomitar.
De salientar também as acções da tropa fandanga angolana para combater a imigração. Se o mesmo se passa-se em Portugal já a comandita da esquerda chique á direita reaccionária estaria a gritar e a esperniar, mas como se passa numa ex-colónia a ordem é esconder e calar à força.

Abaixo-assinado em Maiorca a favor da GNR


Populares de Maiorca estão a subscrever um abaixo-assinado contra a saída da GNR. A petição começou ontem a ser distribuída em vários locais da freguesia, não obstante ainda não haver uma decisão acerca do futuro do posto daquela força de segurança instalado na vila de Maiorca.
A GNR está em Maiorca há cerca de 50 anos. Entretanto, a reestruturação da unidade poderá pôr em causa a sua continuidade naquela freguesia da zona Norte do concelho. Neste momento, o posto tem um efectivo de oito militares, tendo perdido, recentemente, três elementos para o recém-criado centro de formação na Figueira.
O movimento popular que colocou em circulação o abaixo-assinado também pretende realizar uma manifestação contra o eventual fecho do quartel da GNR.
O clima de insegurança aumenta em todo país a resposta do poder è fechar postos da GNR e esquadras de policia, é preciso lutar contra este estado de coisas, que mobiliza milhares de policias para uma cimeira qualquer, mas que em nome de qualquer défice pretende deixar as populações à mercê dos criminosos. Um código que liberta a escumalha e falta de policiamento de proximidade, são as formas que o governo encontrou para combater a criminalidade.

Porque dizemos Não ao Aborto


Descrição: O texto deste caderno corresponde a um discurso pronunciado por Pino Rauti no parlamento italiano em 1976. Pino Rauti, figura destacada do meio nacionalista italiano, explica os fundamentos ideológicos que levam os nacionalistas a recusar o aborto. Numa altura em que no nosso País se legalizou o aborto, torna-se mais do que nunca necessário afirmar os fundamentos que nos levam a recusar tal prática.

Formato: A5
Páginas: 35
Preço: 3 €

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quarta-feira, dezembro 05, 2007

«Debate a favor da co-incineração está ganho», diz Governo


O secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, afirmou quarta-feira em Setúbal que o «debate político a favor da co-incineração está ganho» e que a oposição já não tem argumentos nem capacidade inventiva para travar o processo.
O partido xuxialista recorre á mentira e ao embuste para tentar iludir os cidadãos e fazer passar a negociata da co-incineração.
Mas as afirmações rosas do Rosas são fáceis de desmontar, faça-se uma consulta popular em Souselas e Outão e o resultado será de certeza um grande não à queima de lixos tóxicos, votos a favor poucos muito poucos, apenas os daqueles que não se importam de prejudicar a saúde dos seus conterrâneos para agradarem ao Sr. Licenciado em engenharia.
O debate está longe de estar ganho, os ganhos coma a Co-incineração é que ainda não entraram nos cofres dos seus apoiantes e o povo de Souselas do Outão e muitos portugueses saberão dar a resposta na rua a esta aventura sem nexo.

Não ao Protocolo Modificativo do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa


A petição continua a crescer.
Já assinou? Já divulgou? Ou quer começar a escrever 'Hoje', 'Húmido', 'Hilariante' sem 'h', quer começar a escrever palavras como 'Acção' sem 'c' mudo nem palavras como 'Baptismo' sem 'p' mudo? Eu quero continuar a escrever em Português tal como o conheço agora. E o meu caro leitor?

terça-feira, dezembro 04, 2007

53 trabalhadoras na rua a poucos dias do Natal


As 53 trabalhadoras da fábrica de confecções Dergui, no Paul (Covilhã), foram despedidas depois do patrão ter anunciado que não vai reabrir a unidade.
A fábrica Derqui foi selada a 20 de Novembro por ordem judicial, dado que a administração não compareceu na unidade nesse dia para tratar de um processo de execução de dívida. Entretanto, os administradores fizeram saber, através dos respectivos advogados, que não vão reabrir a fábrica e despediram as trabalhadoras, que encaram a situação como uma má notícia, com o Natal à porta.
Este ano foi farto em fechos de pequenas e medias unidades fabris, por um lado porque os capitalistas fartos de chupar o sangue a carne aos trabalhadores contribuíram para tal, por outro lado porque o avanço do grande capital esta fazendo grandes estragos nas unidades mais fracas.
Em suma os burgueses a encherem o papo e os trabalhadores no desemprego e miséria.
O rumo ao socialismo prometido por Abril está ser metido na gaveta. Os primeiros “socialistas” só queriam constituir um regime onde o patrão fosse substituído pelo funcionário do partido isto é a ditadura sobre o proletariado, os segundos estão apostados em manter a exploração e as agravar as diferenças sociais, uns e outros são as duas cabeças da mesma besta chamada capital.

II JORNADAS DA APVG


Vai decorrer, no Auditório da Junta de Freguesia da Sé de Braga, nos dias 5 e 6 de Dezembro de 2007, as II JORNADAS DA APVG da PERTURBAÇÂO DE STRESS PÓS TRAUMÁTICO, UMA ABORDAGEM BIOPSICOSSOCIAL.

Morreu o Fernando


A notícia colheu de surpresa todos quantos, pouco antes das nove da noite, estavam no Café Avenida: o Fernando não resistiu e já não vai ser sujeito à intervenção de neurocirurgia que tinha marcada, em Lisboa, para o dia 17 de Dezembro. O dedicado empregado de mesa, que meia Coimbra conhece e se habituou a ter como amigo, morreu, assim, aos 61 anos, cerca de três semanas depois de ter sido internado, nos HUC, vítima de múltiplos aneurismas.
De seu nome completo António Fernando Pereira Soares, marcou uma época, na vida dos cafés de Coimbra. A sua vida foi passada no Avenida, na Afonso Henriques, onde esteve cerca de quatro décadas. Viu, por exemplo, nascer a boite etc..., ali mesmo em frente, praticamente quando começou a trabalhar. Viveu intensamente as emoções da crise académica e, depois, os tempos convulsivos da revolução. Muitas vezes até altas horas da manhã. A certa altura, vão lá quase 30 anos, um brutal acidente surpreendeu-o. Mas resistiu, depois de já ninguém acreditar que sobreviveria.
E voltou ao Avenida. Para recuperar o seu espaço de fumador inveterado, portista inflexível e cúmplice de muitas pequenas e grandes histórias da vida de todos e de cada um. Mas, a cidade e a sociedade não eram mais as mesmas e o Fernando não era apenas o bigodudo de bandeja no braço e cerveja a sair. A sua extraordinária dimensão humana é, por todos, reconhecida. Descansa em paz meu bom amigo.

FONTE

segunda-feira, dezembro 03, 2007

Investimento privado na saúde não pára de crescer



Até 2009, Portugal passará de uma oferta de duas mil para cinco mil camas hospitalares no privado. Ou seja, um quinto das actuais vagas públicas, fruto de pelo menos 22 investimentos lançados desde o ano passado. O futuro Hospital da Terra Quente, em Mirandela, é um exemplo. O único que se assume claramente como uma alternativa ao encerramento de serviços públicos. O resto - um investimento exponencial num sector que já passou dos mil milhões de euros de facturação - vai atrás das classes menos desfavorecidas aquelas que, insatisfeitas com a oferta pública, compram seguros. Dois milhões de portugueses. Para já.
Para quem não acreditava os números falam por si, a privatização da saúde faz parte das políticas deste governo. O socialismo há muito guardado na gaveta e uma clara distinção na saúde; hospitais topo de gama para quem pode pagar, bichas e listas de espera para a esmagadora maioria dos portugueses.
Uma coisa é certa as coisas pioram de dia para dia. Esperemos que os portugueses comecem a acordar da longa noite da partidocracia e que uma onda de revolta comece a destruir os pilares deste sistema burguês

Portos da Figueira da Foz na mira dos ladrões

Na zona do porto de pesca têm ocorrido roubos. Um dos armadores que opera na Figueira da Foz garante que “têm havido assaltos a armazéns de peixe”. Porém, “que se saiba, as embarcações têm sido poupadas”, ressalva. Ainda na zona portuária, fonte do porto comercial assevera que, recentemente, foi furtado material dos estaleiros das obras que ali decorrem. Malaquias Domingues Comandante do Porto assegura que desconhece estes casos, se conhece-se é que seria de estranhar e mesmo que tivesse conhecimento isso não ia adiantar nada.

Convenção da ONU sobre as Alterações Climáticas


Em Bali os representantes do capital estão a debater as alterações climáticas e a “tentar” magicar um acordo que substitua o de Quioto.
É a reunião da mentira e da farsa a começar pelo vestuário, onde parece ser proibido o casaco e gravata, como se o não usar o uniforme do dia a dia pudesse modificar alguma coisa. Esta burguesia folclórica, travestida de ambientalistas não podia ser mais ridícula.
Sabendo que os Estados Unidos e a China dois dos maiores emissores de gases nunca ratificaram o anterior tratado, sabendo que os países que excedem as quotas podem comprar “ar puro” a outros países, só podemos classificar esta convenção como a convenção da farsa.
Enquanto o vil metal dominar o mundo enquanto uma nova ordem mundial não lhe suceder os atentados ao ambiente vão-se suceder, o lucro a usura não se comovem com camadas do ozono, verde, água ou outra coisa qualquer. O mundialismo não para porque o rio esta poluído, porque existe uma lixeira por perto, porque a população de uma pequena aldeia ou mesmo de uma grande cidade tem a sua saúde ameaçada por uma fabrica qualquer.
Certamente entre as treze mil pessoas que vão participar na convenção estará muita gente interessada em mudar o estado de coisas, mas foi uma viagem em vão, melhor será aproveitarem a clima fazerem umas minis férias isto é imitarem o que vão fazer os gordos burgueses e todo o circo montado onde não faltaram muitas das “estrelas” em acções de promoção pessoal.

Crise! Qual crise?


Lucros da Corticeira Amorim crescem quase 15% para 14,7 milhões

DGS identificou duas clínicas ilegais de aborto

Então o referendo não ia acabar com o aborto ilegal?
Qualquer dia descobrem que dez semanas não chegam e depois é sempre a seguir, até ao dia em que se podem nascer os com tendências homossexuais, para a droga, ou o crime.

domingo, dezembro 02, 2007

1º de Dezembro


Andei a dar uma volta aqui pelos blogues da praça e salvo poucas e honrosas excepções, quase ninguém fez referência ao dia 1º de Dezembro. Se tiverem o trabalho de ver o panorama do ano passado não faltam em muitos deles hinos, divulgação ou exaltação do dia.
As causas podem ser muitas esquecimento, a greve, as mini férias ou talvez a vergonha de terem ficado agarrados ao sofá.

1º de Dezembro


Num ambiente de franca camaradagem estive no Porto nas comemorações do 1º de Dezembro realizadas pela TIR.
A conferência excedeu as expectativas, pelos temas abordados e pelas diversas opiniões sobre o futuro da Europa, embora em muitos pontos coincidentes, elas eram de alguma forma opostas na forma como os oradores perspectivam o futuro europeu.
O concerto também foi muito bom, revelando as três bandas um bom reportório e qualidade.
Enfim uma óptima tarde passada na companhia dos meus camaradas.
Saudações especiais ao camarada Inglês e aos camaradas Espanhóis pela visita.

O Grupo Caras Direitas completou ontem cem anos de vida


Evocar o passado, homenagear o presente e pensar o futuro
O Grupo Caras Direitas completou ontem cem anos de vida, uma efeméride marcante no associativismo figueirense, uma colectividade que possui um dos melhores patrimónios no concelho e que muito tem contribuído para o desenvolvimento cultural, recreativo e desportivo da Figueira da Foz

sábado, dezembro 01, 2007

O crime está a “baixar”

Por muito que o poder politico berre, por muito que tente esconder, o crime não pára de aumentar, sobretudo o crime violento.
Os assaltos os tiroteios estão e a “baixar por todo o país, sobretudo em zonas onde o policiamento é deficiente ou praticamente inexistente.
Algumas zonas do nosso país são um autêntico chamariz para a escumalha. Medidas concretas para travar o crime crescente não existem, antes pelo contrário, os legisladores dão sinais que parecem querer incentiva-lo.
Agora foi em Febres e na Lousã, amanhã será num lugar perto de si.

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1º de Dezembro

Líder xiita acusa EUA de «projectos diabólicos para a região»


Beirute – O líder xiita libanês, Mohammed Hussein Fadlallah, afirmou que no Líbano existem «todos os ingredientes para uma guerra» e acusou os Estados Unidos da América de terem «projectos diabólicos para a região».

Em entrevista, publicada hoje no jornal francês Liberation, Fadlallah declarou que «Será muito difícil encontrar uma saída para a crise [libanesa] enquanto os Estados Unidos tiverem tantos projectos diabólicos na região».

Fadlallah afirmou que, apesar das forças políticas estarem divididas entre a maioria parlamentar, na qual há vários sunitas, e os xiitas, na oposição, «não existem divergências» entre as duas comunidades.

O Líbano, que atravessa uma crise política, enfrenta agora novas dificuldades devido à falta de consenso entre as forças parlamentares para escolher um novo presidente do país.

Segundo Fadlallah, o problema libanês é os EUA, «O nosso problema é os Estados Unidos», que, após «semear a discórdia entre sunitas e xiitas iraquianos, querem fazer o mesmo em nosso país», disse Fadlallah.

FONTE