terça-feira, janeiro 15, 2008

O imperialismo veio para ficar e ficou mesmo


O ministro iraquiano da Defesa, Abdul Qadir, estima que o seu país será capaz de assumir a responsabilidade pela sua própria segurança no ano de 2012, mas que até 2018 vai necessitar da ajuda de tropas estrangeiras para defender as suas fronteiras, segundo declarações do próprio ao "New York Times" durante uma visita aos USA.
A visita de Abdul Qadir aos Estados Unidos tem como objectivo, entre outros assuntos, a compra de armas para o novo Exército iraquiano (incluindo helicópteros, tanques e peças de artilharia).
A invasão termina daqui a uns anos, o imperialismo fica mais um pouco.

FÓRUM TERCEIRA VIA




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PETIÇÃO

To: Exmo. Senhor Presidente da República Portuguesa
Excelência

No exercício do direito de petição previsto na Constituição da República Portuguesa, verificado o cumprimento dos pressupostos legais para o seu exercício, vêm os signatários abaixo assinados, por este meio, expor e peticionar a V. Exa. o seguinte:

Somos um conjunto de cidadãos e de cidadãs, conscientes de que o abuso sexual de crianças não afecta apenas as vítimas mas toda a sociedade, e de que “a neutralidade ajuda o opressor, nunca a vítima. O silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado” (Elie Wiesel).

Estamos unido(a)s por um sentimento de profunda e radical indignação contra a pedofilia e abuso sexual de crianças, de acordo com a noção de criança do art. 1.º da Convenção dos Direitos da Criança, que define criança como todo o ser humano até aos 18 anos de idade, e partilhamos a convicção de que não há Estado de Direito, sem protecção eficaz dos cidadãos mais fracos e indefesos, nomeadamente, das crianças especialmente vulneráveis, a viver em instituições ou em famílias maltratantes.

Os direitos especiais das crianças são dotados da mesma força directa e imediata dos direitos e liberdades e garantias, previstos na Constituição da República Portuguesa, nos termos dos arts. 16.º, 17.º e 18.º da CRP e constituem uma concretização dos direitos à integridade pessoal e ao livre desenvolvimento, consagrados nos arts 25.º e 26.º da CRP, e do direito da criança à protecção do Estado e da sociedade (art. 69.º da CRP).

Indo ao encontro das preocupações reveladas por V. Exa. relativamente às investigações em curso sobre crimes de abuso sexual de crianças a viver em instituições, e também ao anterior apelo de Vossa Excelência para que não nos resignemos e que não nos deixemos vencer pelo desânimo ou pelo cepticismo face ao que desejamos para Portugal, sendo que é dever do Estado de fiscalizar a actividade e o funcionamento das instituições particulares de solidariedade social e outras instituições de reconhecido interesse público (art. 63.º, n.º 5 da CRP) e de criar condições económicas, sociais, culturais e ambientais para garantir a protecção da infância, da juventude e da velhice (art. 64.º, n.º 2, al.d) da CRP), vimos requerer a intervenção de V. Exa, através de uma mensagem à AR, ao abrigo do art. 133.º, al. d) da CRP, para a concretização dos seguintes objectivos:

1) A criação de uma vontade política séria, firme e intransigente no combate ao crime organizado de tráfico de crianças para exploração sexual e na protecção das crianças confiadas à guarda do Estado;

2) O empenhamento do Estado, na defesa dos direitos das crianças em perigo e das crianças vítimas de crimes sexuais, em ordem a assegurar a protecção e a promoção dos seus direitos;

3) O estabelecimento de medidas sociais, administrativas, legais e judiciais, que assegurem o respeito pela dignidade e necessidades especiais da criança vítima de crimes sexuais, testemunha em processo penal, que evitem a vitimização secundária e o adiamento desnecessário dos processos, e que consagrem um dever de respeito pelo sofrimento das vítimas, nos termos dos arts. 8.º e 9.º do Protocolo Facultativo à Convenção sobre os direitos da criança, relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis, documento ratificado pelo Estado Português, nomeadamente:
a) Proibição de repetição dos exames, dos interrogatórios e das perícias psicológicas;
b) O direito da criança à audição por videoconferência, sem «cara a cara» com o arguido;
c) O direito da criança se fazer acompanhar por pessoa da sua confiança sempre que tiver que prestar declarações;
d) Formação psicológica e jurídica especializada da parte das pessoas que trabalham com as vítimas, de magistrados e de pessoas que exercem funções de direcção em instituições que acolhem crianças, assim como de funcionário(a)s das mesmas;
e) Assistência às vítimas e suas famílias, particularmente a promoção da segurança e protecção, recuperação psicológica e reinserção social das vítimas, de acordo com o art. 39.º da Convenção sobre os Direitos da Criança e o art 9.º, n.º 3 do Protocolo Facultativo à mesma Convenção relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis;
f) Uma política criminal que dê prioridade à investigação de crimes de abuso sexual de crianças e de recurso ao sexo pago com menores de 18 anos;
g) Proibição da aplicação de pena suspensa ou de medida de segurança em regime aberto ou semi-aberto (ou tutelar educativa, no caso de o abusador ter menos de 16 anos), a abusadores sexuais condenados;
h) A adopção de leis, medidas administrativas, políticas sociais e programas de sensibilização e de informação da população, nomeadamente das crianças, sobre a prevenção da ocorrência de crimes sexuais e sobre os seus efeitos prejudiciais, no desenvolvimento das vítimas;

4) Proibições efectivas da produção e difusão de material que faça publicidade às ofensas descritas no Protocolo Facultativo à Convenção dos Direitos da Criança.

Requeremos a Vossa Excelência, que num discurso solene, dirigido às crianças, as cidadãs mais importantes do nosso país, assuma, para com elas, estes compromissos, prestando uma manifestação de solidariedade para com o sofrimento das vítimas, pois como disse Albert Camus “não é o sofrimento das crianças que se torna revoltante em si mesmo, mas sim que nada justifica tal sofrimento”.


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Edições Falcata apresentam “Discursos da Revolução”


A «Edições Falcata» tem alguns exemplares do livro “Discursos da Revolução” , de Benito Mussolini, para distribuição. Trata-se de um livro de quase 60 páginas, editado pelas Edições Réquila, e além dos discursos do Duce, inclui também um posfácio de António José de Brito, intitulado “A Actualidade do Fascismo”. A não perder!

Título: Discursos da Revolução

Autor: Benito Mussolini

Formato: A5

Páginas: +-50

Preço: 7 €

segunda-feira, janeiro 14, 2008

Governo para a rua


Embora com as devidas cautelas que nos merecem as sondagens, o Correio da Manhã revela que o PS, o governo e o primeiro-ministro, estão em queda nas intenções de voto dos portugueses.
Pela primeira vez as sondagens reflectem o país real. Agora é preciso não baixar os braços e continuar a protestar em cada serviço público que fecha em cada visita de um membro do governo. Temos de limpar a nódoa, temos de lhes tratar da saúde, porque da nossa já eles andam a tratar à demasiado tempo.

Robert Faurisson terá que ir novamente a tribunal


O revisionista francês Robert Faurisson terá que responder em tribunal pela acusação de ter participado na conferência de Teerão. Faurisson relatou que recebeu uma carta da polícia judiciária francesa (DCPJ) a requisitar a sua comparência perante o tribunal no dia 24 de Janeiro.

A 11 de Dezembro de 2006 a República Islâmica do Irão organizou uma conferência de dois dias intitulada “Holocausto: Visão Global”, de modo a aprofundar as alegações ocidentais a respeito desse incidente histórico, além Faurisson estiveram presentes dezenas de outros historiadores e investigadores oriundos de todo o mundo, entre eles a minha pessoa e, supostamente, o Nuno Rogeiro (se bem que eu só o tenha visto no avião destinado a Portugal).

Eu estava presente quando esta foto foi tirada, foi na altura em que um dos defensores da versão oficial do Holocausto (ao contrário do que indica a comunicação social, com excepção do Expresso na altura, que teve o cuidado de me contactar para verificar os factos estiveram presentes em número igual, e a ser desigual abundavam mais os historiadores crentes na versão oficial, historiadores revisionistas e historiadores crentes da versão oficial do Holocausto) repetia pela enésima vez, como estamos habituados, que o Holocausto aconteceu e pronto, não há nada discutir. Faurisson pediu a palavra e exigiu provas físicas, uma só prova física (creio que alguém entretanto colocou esse vídeo no youtube, mas não memorizei o titulo), é o que Faurisson pede há 32 anos e nunca ninguém a conseguiu apresentar.

Faurisson já foi condenado anteriormente por acusações de “negação do Holocausto” por um tribunal parisiense em Julho de 2006, processo referente a afirmações que efectuou no decorrer de uma entrevista a uma estação de televisão iraniana. Pela sua ousadia foi condenado a uma pena suspensa de três meses e uma multa de 7.500 euros.

Em entrevista ao canal iraniano, disponível por satélite, Sahar 1 em Fevereiro de 2005, Faurisson afirmou nunca ter existido uma única câmara de gás homicida nos campos alemães, “portanto todos esses milhões de turistas que visitam Auschwitz estão a visitar uma mentira, uma falsificação”, acrescentou ainda.

Em 1989, Faurisson foi hospitalizado por ter sido fisicamente agredido por um bando de judeus sionistas franceses, entre as diversas mazelas destacam-se as costelas e o maxilar partido, a agressão ocorreu na cidade de Vichy, enquanto Faurisson se encontrava a passear o seu cão.

Em 1991 foi afastado das suas funções de professor universitário ao abrigo da Lei Gayssot, uma lei francesa criada em 1990 que proíbe a manifestação de quaisquer dúvidas, mesmo indirectas, acerca do “holocausto”.

Flávio Gonçalves

domingo, janeiro 13, 2008

TIR-Portalegre


Dia 3 de Fevereiro em Portalegre irá decorrer um almoço nacionalista da TIR que visa a criação de um núcleo para esta mesma cidade. Desde já todos os camaradas estão convidados. Neste almoço espera-se também que algumas ideias para a região do alto Alentejo sejam discutidas .
Se simpatizas ou simplesmente tens alguma curiosidade junta te ao nosso almoço .
A luta estende-se por todo o pais e está na hora de arrancar nesta cidade um novo núcleo que seja capaz de fazer frente á falta de patriotismo e desinteresse continuo de uma grande parte da população .
Todos ao almoço …Todos por Portugal ….
Inscreve-te para o 969389258 ou para portalegreresistente@live.com.pt

Irão: Vídeo do “ataque” é falso


Depois das mentiras de Washington sobre o Iraque, agora Teerão diz que o vídeo apresentado recentemente acerca do ataque de navios iranianos foi falsificado.

O vídeo exibido pelo departamento de Defesa dos EUA na terça-feira mostrando três embarcações iranianas no Estreito de Ormuz é falso, de acordo com um porta-voz dos Guardas Revolucionárias. O oficial da Guarda disse que “O vídeo emitido pela Marinha dos EUA foi feito através de ficheiros históricos de vídeo e o som foi fabricado”.
De acordo com Reuters, uma das embarcações iranianas, uma lancha, respondeu com a mensagem “Vocês irão explodir depois de alguns minutos” à mensagem do navio de guerra dos EUA “Estão a entrar em perigo e pode ser sujeito a medidas defensivas”. Sem dúvida o lado norte-americano tem feito deste “incidente” motivo para atacar o Irão e bramir a espada, dizendo que no futuro tais eventos terão consequências mais graves.
No entanto, do lado de Teerão, é normal o acto de identificar navios estrangeiros no Estreito de Ormuz. Hoje, O Ministro de Defesa e Logística das Forças Armadas da República Islâmica do Irão, Mostafa Mohammad-Najjar, disse que o controle de navios pelo Irão neste estreito é uma tarefa rotineira.
“As forças navais iranianas sempre controlaram os navios estrangeiros e eles por sua vez têm de se identificar. É uma tarefa de rotina!”disse aos jornalistas. Quanto ao “incidente” com os navios norte-americanos, explicou que “Pedimos que eles se identificassem, eles responderam e continuaram no seu caminho”.
“A publicidade levantada pelos média ocidentais são testemunhos das suas acções de maldade”, acrescentou

sábado, janeiro 12, 2008

Ministro da “Saúde” em Coimbra


Correia de Campos vai estar nos dias 18 e 19 na cidade de Coimbra.
No dia 18, às 11h00, Correia de Campos inaugura a nova unidade de Cardiologia de Intervenção do Hospital dos Covões.
No dia 19, ás 09h30, terá uma reunião na sede da ARS-Centro, na Alameda Júlio Henriques.
Vamos receber o Sr. ministro como ele merece com uma grande manifestação de repúdio e desagravo.
Protestemos todos, contra o fecho dos SAPs, das maternidades, das urgências. Nos dias 18 e 19 todos os caminhos vão dar a Coimbra.

TIR - Coimbra


No dia 19 de Janeiro pelas 20.00 terá lugar em Coimbra mais um encontro nacionalista.
Um jantar procedido de uma reunião encontra-se aberto a todos os nacionalista e patriotas da Região Centro, bastando para tal que nos contactem através do mail.: coimbra@resistente.org ou do mail que se encontra disponível na coluna da direita.
Se não estás agarrado ao sofá, se queres fazer alguma coisa em defesa da tua região e do teu país junta-te a nós.

sexta-feira, janeiro 11, 2008

I ENCONTRO DE BLOGGERS NACIONALISTAS


Agora vamos lá a mandar as inscrições para o email que esta à vossa direita.
Irei actualizando aqui no blogue todas as inscrições.
Há Leitão e vinho da BY Rada.

Inglês técnico

O novo aeroporto vai ser construído em Allcochete

Festival de chanfana conta vender mais de seis mil doses

Tem início amanhã, em Vila Nova de Poiares, a 5ª edição da Semana da Chanfana. Até dia 21, o concelho prepara-se para repetir o sucesso das edições anteriores chamando a si milhares de pessoas para degustarem um dos mais típicos e genuínos pratos gastronómicos da região.

quinta-feira, janeiro 10, 2008

Traité the Lissabon



Com a prosápia que lhe é característica e recorrendo ao populismo que lhe está na alma, o primeiro ministro do capital pediu ao parlamento para votar o triste tratado que para vergonha de Portugal e dos portugueses vai ter o nome da nossa capital.
Em primeiro lugar se existe um consenso alargado nunca um referendo iria por em xeque a posição de Portugal, uma que o referendo nestas condições iria ser sufragado por uma larga maioria. Existe é sim um amplo consenso nos partidos europeístas, que lacaios dos centros de decisão instalados nos grandes países esperam receber dos amos algumas migalhas do repasto.
Em segundo lugar se Portugal disse não ao tratado não se estava a por numa posição de inferioridade, estava sim a mostrar uma forte cultura politica e mostrar à velha Europa que o país de navegadores não se vende nem se deixa submeter.
O PS rasgou os compromissos eleitorais só para poder ver implementado um tratado que se chama de Lisboa, mas poderia perfeitamente chamar-se de Alguidares de Baixo, o que nos interessa no tratado não é o seu nome mas sim o seu conteúdo.
Ainda há pouco tempo, o Primeiro-ministro a perguntas dos jornalistas e quando exibia eufórico o novo tratado dizia que este era igual ao anterior, agora por qual passe de mágica, já usa o argumento da diferença para justificar a quebra da promessa eleitoral.


LER TUDO

"A cidade inteira é um ponto negro em termos de mobilidade"

"Em termos de mobilidade, Coimbra inteira é um ponto negro. Mas a maioria das pessoas nem se dá conta disso, porque vê". A convicção é de Ana Morais, 25 anos, cega e ex-estudante de Jornalismo na Universidade de Coimbra (UC). A lista de problemas é longa "Carros mal estacionados, passeios com buracos, caixotes do lixo mal posicionados".

quarta-feira, janeiro 09, 2008

Sindicato de Jogadores contra naturalizados na Selecção


Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF), reuniu hoje com Gilberto Madail, tendo deixado bem vincado a ideia de ser contra a utilização de jogadores naturalizados na Selecção Nacional.

«Portugal tem jogadores em quantidade e em qualidade para representar a Selecção. Não é nada contra os estrangeiros, entendo é que temos valores em Portugal que conseguem defender com a mesma qualidade as nossas cores e a nossa identidade», afirmou Evangelista, à saída do encontro com o líder da Federação Portuguesa de Futebol.

Também o elevado número de estrangeiros a actuar no futebol português mereceu críticas por parte do líder do Sindicato, pelo que Joaquim Evangelista considera que o jogador nacional deveria ser mais privilegiado.

Sem racismos e em abono da verdade da justiça e da identidade este sindicalista pôs o dedo na ferida e não teve papas na língua. O exemplo devia servir a outros sindicatos que teimam em defender aqueles que dizem combater.
Não me admira que a matilha do costume saia à rua a pedir a cabeça do sindicalista. falar verdade em Portugal e em muitos lugares do mundo para além de um acto revolucionário começa a ser perigoso.

FONTE

CGTP Liberdade Sindical


Manuel Carvalho da Silva poderá abandonar a liderança da CGTP e não ser sequer candidato a secretário-geral no próximo congresso que se realiza a 15 e 16 de Fevereiro, devido às exigências impostas pelo PCP, quanto à composição da futura direcção.
Eu pensava que os sindicatos eram apartidários.
Eu pensava que a só a verdade é que era revolucionária.
Sempre ouvi o PCP negar qualquer interferência ou influência na CGTP.
Será que os foram os Kamaradas que aprenderam com o diz que é uma espécie de Eng.º ou foi este que aprendeu com eles.

Ele prometeu ele vai cumprir


O primeiro-ministro, José Sócrates, anuncia esta tarde formalmente a opção do Governo de ratificar o Tratado de Lisboa da União Europeia por via parlamentar.
Paulatinamente o Primeiro-ministro o governo e o PS vão cumprindo as promessas eleitorais.
As promessas que fez a uma matilha que o controla e que em nome dela vai cobardemente amordaçando, atemorizando e anestesiando toda uma sociedade?

Ele prometeu ele vai cumprir


Desde a subida de Sócrates ao poder, a economia portuguesa perdeu, em termos líquidos, 19 274 empregos. Estes resultados constam de um artigo publicado no Boletim Económico do Banco de Portugal, ontem divulgado.
O Primeiro-ministro tinha prometido 150 000, nós estamos em crer que até ao fim do mandato vai lá chegar.

terça-feira, janeiro 08, 2008

Cantanhede - Câmara quer avaliação à Consulta Aberta no hospital


Se digo que esta ou aquela coisa não me agrada, estou protestando. Se me ocupo, ao mesmo tempo atentar que algo que não gosto não volte a ocorrer, estou resistindo. Protesto quando digo que não continuo a colaborar. Resisto quando me ocupo de que também os demais não colaborem.
ULRIKE MEINHOF


O presidente da Câmara de Cantanhede vai enviar um documento ao ministro da Saúde, pedindo já, após três semanas de substituição do Serviço de Urgência do Hospital pela Consulta Não Programada, uma avaliação ao novo modelo de funcionamento. Menos comedidos, alguns membros da Assembleia Municipal, consideram já que foram enganados pela tutela.
Os digníssimos representantes da Câmara não foram enganados, quiseram ser enganados.
Estive presente na reunião promovida pela Câmara para debater o assunto e vim de lá com a certeza que iríamos perder as urgências ou ficar com um projecto tipo diz que é uma espécie de urgência.
Em primeiro lugar porque foi feita uma desculpabilização da comissão que fez o estudo sobre o Hospital de Cantanhede. Não pudemos passar a mão para quem em Lisboa e sentado num gabinete com um bom ar condicionado, agarrou numa régua e num esquadro, utilizou dados do tempo dos afonsinos e delineou um estudo, que parece ter sido feito por encomenda ou por atacado.
Por outro lado os eleitos para os órgãos de soberania local tem como missão zelar pelos interesses do povo que os elegeu e não alinhar na disciplina partidária.
Cantanhede quer devido a falta de acessibilidade, quer devida à distância, quer devido ao número de habitantes tem direito a ter urgências 24 horas e mais tem direito a um hospital de referência que sirva o concelho e muitos habitantes de concelhos vizinhos.
Isto só é possível porque para este ministro e para este governo as pessoas são números e este plano para as urgências insere-se na estratégia de redução dos serviços públicos de saúde, realizado à custa de cortes e apenas com a preocupação de fazer baixar a despesa pública sem olhar às consequências para a saúde dos portugueses. Foram as maternidades, depois os SAPs e agora as urgências.
Os Hospitais de Coimbra para onde estão a ser canalizados os nossos doentes não conseguem responder em tempo e dentro em pouco em qualidade a esta onda de urgências com lidam diariamente e sobretudo no período nocturno e fim de semana, casos lamentáveis como o de Aveiro, já povoam a mente de quem para lá é obrigado a deslocar-se.
O Governo tem funcionado como "um empreiteiro" que quer destruir um prédio, tira as telhas e as janelas para entrar as chuvas para o prédio se degredar e depois vem dizer que tem que se deitar a baixo o prédio.
Infelizmente os nossos edis foram na cantiga do ministro da saúde ou não quiseram lutar como esta a fazer a Câmara da Anadia, cabe pois ao povo de Cantanhede tomar nas suas mãos o que os outros não souberam fazer. Dirão alguns agora é tarde! Eu digo a esses velhos do Restelo nunca é tarde para lutar, porque a razão esta do nosso lado, porque a saúde é um direito e não um negócio.

Espera na Urgência acaba em pancada


O clima de exaltação que se tem vivido nos últimos dias nas Urgências do Hospital Infante D. Pedro, em Aveiro – onde no passado dia 2 morreu uma idosa de 85 anos após quatro horas à espera de assistência –, aqueceu ainda mais anteontem, tornando necessária a intervenção da PSP.
Situações como esta vão ser comuns nos nossos hospitais sobretudo nas alturas em que devido as “melhorias” introduzidas por este governo os SAPs e urgências dos hospitais regionais estão fechadas.
O governo anda realmente a tratar-nos da saúde.

segunda-feira, janeiro 07, 2008

Mortos em Guidage podem ser exumados no início de 2008

O primeiro trimestre de 2008 é a data apontada pela Liga dos Combatentes para a expedição a realizar a Guidage, no norte da Guiné, para análise, exumação e transladação dos restos mortais de dez militares mortos em combate a 23 de Maio de 1973 – três pára-quedistas, um dos quais José de Jesus Lourenço, de Fornos, Cadima, cinco soldados do exército e dois nativos. Ao contrário do que o planeado pelo grupo de cidadãos que avançou inicialmente com a intenção de resgatar os restos mortais dos militares portugueses, há cerca de um ano, as ossadas não serão encaminhadas directamente para Portugal.
Segundo a Liga dos Combatentes, instituição que entretanto chamou a si a responsabilidade pela operação, o que for encontrado no terreno será encaminhado para Bissau, capital da Guiné, e ficará sepultado “condignamente” num cemitério ou junto ao monumento ao soldado desconhecido. Ao Independente de Cantanhede, o general Camilo, da Liga dos Combatentes, explicou que a responsabilidade da transladação dos restos mortais dos militares para Portugal não pertence a esta instituição, mas sim às respectivas famílias. Serão elas que, caso estejam interessadas na transladação, devem efectuar esforços nesse sentido.

Uma semana de trabalhos

A Liga tem apenas responsabilidade na manutenção do local de sepultura com a devida dignidade”, esclarece. O militar justifica esta postura com as reduzidas verbas da instituição, bem como a impossibilidade de efectuar as transladações de todos os militares que foram sepultados nos países onde tombaram, quer durante a I Guerra Mundial, quer durante a Guerra Colonial.
A expedição ao norte da Guiné será feita por duas equipas, uma técnica e uma militar, e terá a duração de uma semana.
A equipa técnica será composta por seis elementos, técnicos forenses, através de um protocolo de colaboração estabelecido entre a Liga, o Instituto de Medicina Legal e o Departamento de Antropologia da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra. Saliente-se que integra a equipa uma antropóloga, irmã de um dos pára-quedistas em questão.
A equipa militar, composta por “dois ou três militares”, terá como função assegurar a segurança e todas as condições necessárias para a concretização da intervenção.

Muitas condicionantes

Refira-se que o equipamento necessário para a expedição já foi adquirido para o efeito em Março deste ano, salienta o responsável da Liga dos Combatentes.
O general Camilo ressalva, contudo, que apesar do local onde se sabe terem sido enterrados os corpos dos militares mortos em combate a 23 de Maio de 1973 (num cemitério improvisado nas imediações do então aquartelamento de Guidage, junto à fronteira com o Senegal) já ter sido identificado, não é certo que a expedição venha a encontrar os restos mortais.
Os únicos dados existentes relativos à localização das campas são as apresentadas num ‘croqui’ militar que podem não ser rigorosos, uma vez que existem “muitas versões” quanto aos procedimentos do enterro. Por outro lado, tendo o terreno em questão sido usado para cultivo, as ossadas podem já ter sido removidas.
Convém ainda salientar que, mesmo encontrando-se os restos mortais, não é certo que os resultados da perícia sejam conclusivos quanto à sua identificação.


FONTE

MSR distribui gratuitamente CDs em protesto anti-consumista



Os torrões não impediram a militância dos nossos camaradas do MSR em Sabadell (Barcelona): no passado dia 4 de Janeiro os militantes do MSR, em plena efervescência consumista (em Espanha as prendas são distribuídas no Dia de Reis e não no dia 25 de Dezembro, ao contrário de Portugal) um grupo de militantes dirigiu-se às portas dum concorrido centro comercial da cidade para oferecer um milhar de CDs musicais dos géneros mais variados, tudo isto de forma completamente gratuita. O MSR opõe-se à perda da magia destas festas: por todos os meios possíveis pressionam-nos para que compremos sem parar, que deitemos fora os nossos ordenados através dum consumismo estéril e materialista, de modo a que nos esqueçamos do que nos estão a fazer, que é a subida súbita dos preços, a subida descarada e sem sentido dos impostos, recomendam-nos coelho “porque sai mais barato” e depois culpam a inflação por “pagar-mos um euro de imposto quando tomamos dois cafés”. Não foi fácil realizar esta actividade de protesto, a qual tentaram boicotar os responsáveis pelo centro comercial, escandalizados com aquilo que lhes parece imoral: oferecer coisas no Natal sem intenções de lucro. Tão escandalizados ficaram que, inclusivamente, chamaram as “forças de manutenção da ordem pública” com as quais, obviamente, o MSR não teve qualquer problema. O MSR demonstrou assim a sua repulsa para com o consumismo, o abuso das grandes marcas e dos centros comerciais sobre nós e também contra uma classe política que nenhum interesse tem em fomentar a conservação das nossas tradições nem dos valores de solidariedade que eram próprios destas festas. Este Natal o MSR já lutou contra o materialismo… que nos seguintes o façamos todos!

AINDA O BCP vs CGD

O TABU QUE NINGUÉM FALA: BANCO COMERCIAL PORTUGUÊS A ARMA SECRETA PARA O CONTROLE DO DÉFICE DO ESTADO NO ANO 2008!

TIR – COIMBRA


No dia 19 de Janeiro pelas 20.00 terá lugar em Coimbra mais um encontro nacionalista.
Um jantar procedido de uma reunião encontra-se aberto a todos os nacionalista e patriotas da Região Centro, bastando para tal que nos contactem através do mail.: coimbra@resistente.org ou do mail que se encontra disponível na coluna da direita.
Se não estás agarrado ao sofá, se queres fazer alguma coisa em defesa da tua região e do teu país junta-te a nós.

domingo, janeiro 06, 2008

TIR - Comunicado da Direcção



A partir de hoje, dia 06/01/2008, todos os folhetos e cartazes da campanha contra o aborto bem como as duas faixas usadas em anteriores demonstrações, cujo fac simile é aqui reproduzido, sendo que o do folheto é igual ao constante no cartaz, são descontinuadas.
Assim sendo doravante quem quer que pretenda agir em nome da TIR realizando qualquer tipo de acção de propaganda munido de tais elementos age completamente à revelia da organização, não podendo portanto considerar-se como seu filiado ou simpatizante, nem tão pouco pretender encontrar-se de forma alguma mandatado ou apoiado, ainda que por aquesciência silênciosa, por parte desta associação politica.

A Direcção

“Em tempos de mentira universal, dizer a verdade é um acto revolucionário.”


Sobre a actual selecção nacional, João Pinto diz que os eleitos de Scolari têm condições para “continuar a ser respeitada a nível internacional”, mas manifesta-se contra a inclusão de jogadores naturalizados, “porque uma selecção deve ser genuína e deve haver um fio de identificação”.
Se não fosse intenção do jogador abandonar os relvados no final da época, só por tido a coragem de dizer o que pensa a esmagadora maioria dos portugueses, seria já crucificado e queimado na fogueira dos hereges

FONTE

Anadia promete protestar até à reabertura das urgências



"Logo no primeiro dia em que as urgências da Anadia encerraram tivemos casos de cidadãos daqui que foram às urgências de Coimbra e estiveram oito horas à espera de atendimento. Isto é inacreditável!" Quem faz esta denúncia é José Paixão, porta-voz do movimento Unidos Pela Saúde. Apesar de o serviço ter encerrado no dia 2, os utentes do Hospital José Luciano de Castro, na Anadia, não se conformam e prometem continuar os protestos. "Já temos iniciativas planeadas até à Páscoa", adianta José Paixão.
Na sexta-feira, terão sido cerca de 600 os que se manifestaram em mais uma vigília à porta do hospital. Desta vez, levaram dois caixões, "símbolo das macas que o senhor ministro nos quer der", conta este utente, referindo-se às promessas de Correia de Campos de que iria melhorar o serviço do hospital com, entre outras coisas, o reforço no número de macas e ambulâncias.

Em entrevista à RTP, o ministro da Saúde garantiu que as mudanças trarão mais-valias à população. Nas suas palavras, o hospital irá ganhar , entre outros, cirurgia ambulatória, consultas de saúde oral, consulta semanal de pediatria, equipa de apoio em cuidados paliativos e melhor equipamento de radiologia. Mas José Paixão contra-ataca: "A única coisa que nos prometeram e que ainda não temos é o serviço oral. O resto já tínhamos. E, ao contrário do que diz o ministro, temos vários médicos especialistas." E acrescenta: "Não há medida económica que justifique isto. O serviço da Anadia atendia 40 mil pessoas por ano. E a transferência para Coimbra é catastrófica, porque é um hospital já muito sobrecarregado. Antes, ficávamos 3 ou 4 horas à espera. Agora, além da viagem, que tem de ser feita às nossas custas, vamos ficar ainda mais horas à espera para fazer coisas que antes resolvíamos em dez minutos na Anadia."

O movimento Unidos pela Saúde acredita que tem "100% de razão" e que vai conseguir reabrir o serviço de urgências. A próxima vigília será já na quarta-feira e está a preparar uma manifestação em Lisboa, ainda este mês, na qual gostava de juntar os movimentos de outras localidades para protestarem junto à Assembleia da República. Também tem planos para passar o Carnaval junto ao hospital. "Temos uma imaginação muito fértil. E, ao contrário do que pensa o senhor ministro, não nos vamos cansar."


FONTE

2º Encontro Luso Espanhol de Cantares de Janeiras em Seia

No concelho de Seia, a tradição de cantar as janeiras potencia pela segunda vez, a dinamização do Encontro Luso Espanhol. A iniciativa terá lugar dia 12 de Janeiro, pelas 21h30, no Cine-Teatro da Casa Municipal da Cultura de Seia, com entrada livre.
O 2º Encontro Luso Espanhol de Cantares de Janeiras, conta com a presença dos grupos: Rancho Folclórico de Seia, Rancho Folclórico Os Pastores de São Romão, Rancho Folclórico do Cercal, Rancho Típico de S. Mamede de Infesta e Asociacion Cultural "L Charaiz Redondo", de Fuenteguinaldo Provincia de Salamanca.

sábado, janeiro 05, 2008

Portugal está a ter um novo rumo


Os presidentes das empresas portuguesas ganham, em média, 21,7 mil euros por mês, um valor 30 vezes superior ao rendimento salarial médio mensal dos trabalhadores por conta de outrem, que se situa nos 720 euros.
O fosso entre ricos e pobres atingiu uma dimensão inédita. As diferenças salariais entre administradores e restantes trabalhadores podem explicar o agravamento das desigualdades.
"Portugal não pode continuar a ser um dos países europeus em que a pobreza e a desigualdade entre os que trabalham é maior". A afirmação consta do programa do Governo, mas os mais recentes dados estatísticos sugerem que o País detém e vai continuar a deter aquele que é um dos recordes menos cobiçados do mundo desenvolvido.
Contrariando a tendência europeia, Portugal é hoje não apenas o "campeão", mas também o Estado-membro da União Europeia onde as disparidades de rendimento mais se acentuaram nos últimos anos.
A nossa querida classe dirigente, entre bocas de falta de produtividade e queixas contra a dificuldade em despedir, vai tratando de se pagar principescamente, duma forma que chega a ser "ofensiva" e meter os lucros rapidamente nos bolsos...nem que o bolso seja uma conta num qualquer paraíso fiscal.

Todos diferentes todos iguais


Milhares de famílias de Gaia vão pagar um novo imposto, fixado pela Câmara. A factura anual será, pelo menos, de 15 euros para os moradores em edifícios urbanos e de 25 euros para indústrias, comércio e serviços. Também os hospitais e as escolas estatais, com excepção dos estabelecimentos tutelados pela Autarquia, terão de suportar os custos da nova taxa.

Mais de 20 grupos folclóricos incorporam cortejo – Cortejo dos Reis regressa à cidade

A Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego recria esta noite o Cortejo dos Reis, no qual vão participar mais de 20 agrupamentos folclóricos da região. As ruas de Coimbra voltam a encher-se de tradição

Á terceira é de vez


Agora vamos lá a mandar as inscrições para o email que esta à vossa direita.
Irei actualizando aqui no blogue todas as inscrições.
Há Leitão e vinho da BY Rada.

Dois anos na blogoesfera


Que conte por muitos são os votos do Alma Pátria ao Jantar das Quartas

sexta-feira, janeiro 04, 2008

O inexorável suicídio da Europa

Bruxelas admite oficialmente que entram na União Europeia, em cada ano, cerca de 550 000 imigrantes provenientes de África, do Médio Oriente e da China, mais os sul-americanos. Na realidade são o dobro, ou seja, mais de um milhão.
Vamos analisá-lo brevemente país por país.

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1º Aniversario Denúncia Coimbrã


Um blogue de Coimbra que já nos honrou com a publicação de um texto escrito por nós.
Parabéns pelo primeiro aniversario.

Regras viciadas


Alguns accionistas do Banco Comercial Português (BCP) que apoiam a candidatura do ex-presidente da Caixa Geral de Depósitos Carlos Santos Ferreira têm vindo a reforçar o seu investimento em acções daquela instituição privada com crédito concedido pelo próprio banco do Estado.
O que parecia mais uma guerra PSD PS está transformar-se num caso de polícia. Por muito que o governo tente esconder a sua mãozinha os factos parecem desmenti-lo.
Uma investigação correcta e honesta de todo este caso faria certamente rolar muitas cabeças, pelo que se afigura difícil a intervenção da polícia judiciária neste particular. Mais uma vez a culpa vai morrer solteira e como diz o Ministro da Saúde daqui a um ano já ninguém se vai lembrar. Ele é que a sabe toda.
De há muito que os portugueses se habituaram a ver os agentes da vida pública (é certo que não só políticos ou empresários) todos misturados numa orgia colectiva que, cada vez mais, mostra que a moralidade e a equidistância são valores pouco relevantes para um país que está acostumado a jogar no sistema de todos a monte e fé em Deus.
Os políticos do sistema deixam de ser directores ou presidentes das empresas e passam a ser ministros, deixando de ser ministros passam de novo a directores ou chefes de empresa os vasos comunicantes são permanentes, podemos mesmo chamar-lhes vai e vem. A nível de governos e empresários a promiscuidade é tanta que até parece normal, eles confundem-se, eles fundem-se uns nos outros.
A impunidade resulta do somatório do nível social, acesso a meios de defesa e influência. Em suma, quem se move na alta esfera escuda-se nos pactos do silêncio, nos offshores, nos segredos bancário e fiscal e num mundo protegido e estanque.
Dir-se-ia que, mais uma vez, não basta ser sério. Também é preciso parecê-lo. Mas, infelizmente, alguns dos nossos políticos, bem como muitos empresários, nem são sérios nem parecem sê-lo.
E quando, o que é raro, aparece um político ou um empresário a dizer que a estrada da beira não é o mesmo que a beira da estrada, logo surgem os arautos da desgraça a dizer que o Carmo e a Trindade vão cair.
E para que não caíam sugerem que tudo fique na mesma. Ou seja, políticos que são empresários, empresários que são políticos. Tudo para que, afinal, o país continue a cantar e a rir... embora de barriga vazia.

Sócrates escuta, Anadia está em luta”


“Mentiroso”, “Sócrates escuta, Anadia está em luta” e “Queremos as urgências” - eis algumas das frases ontem ouvidas pelos muitos populares que se juntaram, em protesto, contra o fecho das urgências e o início do funcionamento da consulta não programada de agudos.
O bravo povo da Anadia não desiste embora o ministro tente provar que dois e dois são cinco.
A onda de protesto não pode parar. Sempre um membro do governo esteja por perto, as populações a que este governo fechou SAPs, urgências escolas, os trabalhadores no desemprego, enfim todos aqueles que têm sentido na pele o “socialismo” do diz que é uma espécie de engenheiro devem vir “recebe-lo convenientemente”. Este governo tem de ir para a rua, as alternativas não serão melhores, no entanto o sistema fica a saber que com o povo não se brinca.

FÓRUM TERCEIRA VIA




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quinta-feira, janeiro 03, 2008

Ceres: sindicato e Governo Civil Coimbra pedem reunião ao MEI



Hoje os trabalhadores da Ceres realizaram um plenário e dirigiram-se ao Governo Civil, onde foram recebidos. Foi então decidido solicitar uma reunião urgente ao Ministério da Economia para discutir o futuro da empresa, com a laboração suspensa há ano e meio.
Para o próximo dia 14 está agendado um novo plenário, altura em que 25 camaradas cessam o período de suspensão dos contratos de trabalho.
Não podemos compreender que uma empresa com clientes em carteira, alguns deles estrangeiros, com trabalhadores altamente qualificados, não consigo um empréstimo e um perdão da divida por parte do governo.
Se os proprietários não são capazes, que a vendam aos trabalhadores por um euro, dentro em breve as dividas estarão saldadas e o emprego crescerá.

Lakota – o Kosovo dos EUA


Enquanto Washington gosta de se intrometer nos assuntos internos da Sérvia, os Índios Lakota exigem uma nação livre e independente e retiram-se do Tratado de Fort Laramie que assinaram com os EUA em 1868.



Na sua declaração à comunicação social, os Lakota afirmam que “Somos os Lakota das reservas índias Sioux de Nebraska, Dakota Norte, Dakota Sul e Montana, que adoram a liberdade e que se retiraram dos tratados, constituindo assim uma nação independente e livre. Alertamos a Família das Nações que reassumimos a nossa liberdade e independência sob a lei natural, internacional e dos EUA”.
Canupa Gluna Mani, líder da Sociedade dos Guerreiros Strongheart, explica que “a saída do tratado está vestido no poder do povo Lakota e seus filhos”.
“Através da nossa história e sob a Lei de Reorganização dos Povos Índios de 1934, o Congresso disse que iria rever as provisões de 1968 (Tratado de Fort Laramie) mas não o fizeram. Mantiveram algumas promessas menores mas de forma geral o tratado não foi honrado. Porque se fosse, não teríamos esse colapso colossal de alcoolismo, abuso de drogas e pobreza e não teríamos as altas taxas prisionais nas populações masculinas e femininas”.
Os Lakota, descendentes de Sitting Bull e Crazy Horse, declaram que saíram dos tratados assinados com os EUA por causa de sistemática quebra dos mesmos pelos Estados Unidos e reclamam os direitos sobre todas as suas terras.


FONTE

Ditadura sobre o proletariado III


O cerco aperta-se, agora uma reunião de trabalhadores em Coimbra, foi interrompida pela polícia.
Os trabalhadores protestavam e organizavam-se, visto terem salários em ataraso.
A Nordigal empresa concessionaria vai para três anos da alimentação na Maternidade Bissaya Barreto, para além de ter salários em atraso não cumpre o acordo salarial no que diz respeito às carreiras profissionais, este desrespeito para com os trabalhadores é do conhecimento da administração da maternidade, que no entanto renova o contrato com a empresada, e não tem problemas em chamar a policia para obrigar os trabalhadores a retomarem o trabalho.
Nos dias 16 e 17 os trabalhadores estará em greve, pelos seus direitos e pelos seus salários.
Contra o capital luta radical. Contra a exploração a corrupção e a miséria apoiamos a justa luta dos camaradas de Coimbra.
Para ganharem mos concursos públicos as empresas entregam orçamentos a concurso que muitas vezes estão abaixo dos custos. A lei é clara e manda os organismos estatais excluir imediatamente o concorrente que o faça. No entanto o estado faz vista grossa a estes preceitos para conseguir prestações de serviços mais baratas. No fim quem acaba por ser prejudicado é o trabalhador, com salários mais baixos categorias profissionais mais baixas etc. Se percorrermos da segurança à limpeza, isto é se verificarmos todos os sectores que prestam serviços ao estado o panorama é o mesmo.
Salários abaixo do estipulado, horas extraordinárias, trabalhadores não qualificados, enfim um rol de ilegalidades que parece agradarem a estado e a alguns patrões.

Hoseini anunciou que o Irão não esteva presente no funeral de Bhutto porque o Paquistão se opôs


O porta-voz do Ministério dos Assuntos Exteriores Iraniano Seyyed Mohammad Ali Hoseini disse hoje numa conferência de imprensa, que a delegação iraniana não participou nos funeral de Benazir Buttho, a ex-primeira ministra paquistanesa assassinada, porque Istambul se opôs devido às particulares condições que se vivem no Afeganistão.
Hoseini fez estas declarações em resposta a uma pergunta que questionava a ausência do Irão nas exéquias fúnebres.
Hoseini classificou o atentado como terrorista e num acontecimento doloroso, mas está confiante que mediante o esforço do governo e dos partidos a calma regresse quanto antes ao Afeganistão

quarta-feira, janeiro 02, 2008

Orquestra Clássica do Centro realiza concerto em Coimbra


A Orquestra Clássica do Centro (OCC) realiza sexta-feira à noite o seu concerto de Ano Novo no Convento de S. Francisco, em Coimbra, interpretando obras de Strauss e Brahms.

Algumas notas sobre a AN(A)

Convém esclarecer os que por aqui passam que pese embora que alguns dos textos sejam uma cópia da nossa linha, a TIR nada tem a ver com esta organização e não se identifica com as fantasias de violência descritas na carta de princípios.
O recurso à violência só pode ser admitido como meio natural de legitima defesa e como tal devemos continuar a lutar dentro da legalidade que o sistema permite. Para mais esta pressupõe um elevado conhecimento de táctica e praxis militar que não está certamente ao alcance deste grupo. Provavelmente confundirão a coronha com o cano da espingarda e ainda acabam por dar um tiro... no pé.
A TIR na linha da identidade do povo português não se identifica com a pena de morte. Estivemos na rua contra o aborto.
Como declaramos ultrapassado o conceito de direita e esquerda não nos identificamos com organizações que aparentemente lutem pelos trabalhadores, mas que se afirmem de direita. Não pelo que a palavra significa em absoluto mas pela forma contextual em que a usam este e outros grupos e bloggers.
A TIR reafirma a sua politica anti sionista que é a nosso ver a principal inimiga do povo Judeu e comanda o grande capital apátrida que nos subjuga.
Tão pouco nos identificamos com demonstrações de racismo básico envoltas em pretensa linguagem intelectual.
A declaração de princípios desta organização vai na mesma linha dos que querendo infiltrar um partido, nada de melhor encontraram do que anunciá-la aos quatro ventos, talvez para melhor garantir o secretismo da manobra. Este palavreado recheado de ilegalidades só pode obedecer a duas lógicas: ou bem que se trata da instrumentalização da inocência de quem não sabe no que se está a meter, e é portanto uma provocação, ou bem que uma vez mais a ingenuidade e o impulso dos guerreiros de internet levou a melhor sobre a mera lógica. Em qualquer dos casos o resultado é o mesmo, tontos, só úteis para o sistema.

FELIZ ANO NOVO


Palavras ocas, ou um desejo sincero? De facto, como é que alguém pode celebrar um feliz ano novo enquanto colectivamente, a Humanidade não rectifica o desequilíbrio que tem vindo a infectar a comunidade internacional como um cancro, desequilíbrio regido e gerado pelo EUA e seu sistema nervoso central, Telavive, que sistematicamente desrespeitam a lei internacional e espalham conflito, desacordo e malevolência em vez de paz e amor?
Apesar do crescimento sem precedentes e da melhoria nas condições de vida experimentados por muitos países do mundo, o abismo entre ricos e pobres aumentou na última década.

Fruto da globalização, as desigualdades mantiveram-se tanto entre os países como dentro das economias nacionais, o que é observado em áreas como emprego, segurança no trabalho e salários.
A violência é outra das causas da desintegração do tecido social e a exclusão, especialmente quando se trata de lutas políticas por poder, terras e recursos capitalismo, vigente há 200 anos, fracassou para a maioria da população mundial. Hoje, somos 6 biliões de habitantes. Segundo o Banco Mundial, 2,8 biliões sobrevivem com menos de 2 dólares por dia. E 1,2 bilhão, com menos de 1 dólar por dia.
Aproximadamente 854 milhões de pessoas passam fome de forma crónica em todo o mundo. Destas, 820 milhões vivem em países em desenvolvimento, 25 milhões são dos países da antiga União Soviética e nove milhões vivem nos países mais ricos. Cerca de 40 mil empresas mandam em 25% da economia do planeta, mas empregam directamente apenas 1,5% da mão-de-obra.
Portugal detém a condição de país mais desigual da UE e de portador de maior índice de pobreza relativa, com um valor que há anos estabilizou nos 20/21 por cento, o que se traduz com dois milhões de portugueses a rendimentos inferiores a metade do rendimento médio nacional, em contrapartida 25% do que se produz está nas mãos de cem pessoas.
Neste momento, o discurso habitual quer do governo quer do capital, quer do próprio governador do Banco de Portugal, e mesmo de muitos órgãos de comunicação social, é que a crise que enfrenta o nosso País exige sacrifícios, mas do que normalmente acabam por referir é sobre a "necessidade de contenção salarial", ou seja, de sacrifícios sim mas apenas para os trabalhadores.
E um dos argumentos mais matraqueados é que a produtividade dos trabalhadores portugueses é muito baixa, procurando assim fazer pensar que a culpa da baixa produtividade é dos trabalhadores. Interessa, por isso, continuar a desmontar este discurso governamental e patronal.
Outro argumento muito habitual no discurso governamental e de algum patronato é que não se pode aumentar os salários porque a massa salarial já é incomportável tendo em conta a riqueza produzida.
Os dados oficiais do Banco de Portugal que estão disponíveis no "site" deste organismo mostram claramente que os baixos salários que vigoram no nosso País têm provocado uma profunda desigualdade na repartição da riqueza produzida em Portugal o transforma o nosso país no paradigma das políticas capitalistas.
Cada vez mais, o papel mundial desempenhado pelo imperialismo americano, com sua atitude predatória ilegal e seguido pelos países ditos democratas, acentua as diferenças, enormemente intensificadas nos últimos cinquenta anos, em consequência da integração cada vez maior da economia mundial. Elas encontram sua mais nítida expressão no próprio imperialismo americano, que procura manter sua hesitante posição hegemónica mundial e seus “super poderes” utilizando sua superioridade militar para contra balancear o seu declínio como uma força económica. Esta política colonialista requer violência militar crescente no exterior e no interior do próprio país.
De país em país, a tão falada “guerra global ao terror” iniciada por Washington como um pretexto para justificar suas guerras de agressão, foi utilizada como um álibi político para enormes crimes. Essa guerra ilegítima serviu como uma cobertura para a repressão de qualquer oposição incluindo movimentos reformistas e nacionalistas
A forma como os regimes burgueses, na Europa, no Oriente Médio e em qualquer outro lugar, se opuseram verbalmente à guerra demonstra que suas diferenças com Washington foram de natureza meramente táctica, baseadas exclusivamente no receio de que seus próprios interesses pudessem ser atingidos. Em última análise, todos eles dependem do imperialismo americano como garantia da estabilidade do capitalismo e um reduto contra a revolução.
As decisões políticas, que estão em directa ligação com os interesses dos ricos e dos milionários, não podem ser tomadas por métodos democráticos. A verdadeira razão para os ataques sem precedentes aos direitos “democráticos” não é a protecção das pessoas contra as ameaças de ataques terroristas estrangeiros, mas a necessidade de ampliar os poderes repressivos do Estado para tentar evitar o surgimento de uma oposição popular.
A classe política corrupta que nos desgoverna não conhece estes problemas, eles vivem noutro mundo…dos seus condomínios fechados não sentem a criminalidade dos nossos bairros (não usufruindo assim dos “benefícios” do multiculturalismo que nos impingiram), com os seus carros de luxo e motoristas particulares não conhecem os “arrastões” que diariamente acontecem nos transportes públicos, com os colégios particulares onde estudam os seus filhos, não imaginam as condições degradantes de muitas das escolas públicas e da insegurança de que são vítimas os nossos filhos…é altura de dizer BASTA!
Contra a exploração dos trabalhadores e suas famílias que esta escumalha traidora nos impõe, gritaremos “ Socialismo Nacional é a solução!”

Consulta aberta atendeu perto de um milhar de doentes em 10 dias


A consulta aberta do hospital de Cantanhede atendeu nos primeiros 10 dias de funcionamento perto de mil doentes. Mas o optimismo da ARS contrasta com as críticas.

Ditadura sobre o proletariado II


As escolas Básicas e Secundárias vão deixar de ter santos ou santas na denominação oficial. A indicação partiu do Ministério da Educação, no âmbito da aplicação do Decreto de Lei n.º 299/2007, da Lei de Bases do Sistema Educativo.

Ainda ontem escrevíamos sobre o estalinismo de algumas medidas propostas por este governo, quando hoje e perante esta noticia, fica claro tudo o que escrevemos.
Para além de ser restritiva da liberdade de escolha dos cidadãos é um ataque vergonhoso à religião da esmagadora maioria dos portugueses, bem como á toponímia de muitas terras. Enquanto bombistas e assassinos recebem honras de estado, um Santo que é querido e venerado numa terra, não deve figurar no nome da escola ainda que proposto por um órgão representativo das forças vivas da localidade.
Assistimos a um declarado ataque à religião a todas as religiões em nome de um fundamentalismo muito perigoso de laivos anti-religiosos disfarçada em defesa de algo que também defendemos; um estado laico. A nova geração de mata frades, gostaria certamente, que as escolas passassem a ser denominadas de lojas e que os alunos usassem como indumentaria o seu querido avental.

Pai Natal agredido


Lembra-se que no ano passado, alguns israelitas bateram num homem vestido de Papai Natal. Era judeu, em todos os sentidos, mas em vésperas do Natal, Alexei Shtukin decidiu vestir-se como Pai Natal, apenas por diversão, e pagou caro pela sua decisão. Foi apanhado por um gangue de jovens em Telavive e espancado na frente da família. Aos jovens foram ouvidos gritos de "morte ao cristão".

Estou certo de muitas pessoas pensariam que isto não poderia voltar a acontecer. Bem, então estavam errados. Desta vez soldados israelitas realizaram um ritual de espancamento a um Pai Natal. Um artigo AFP relata que guardas "israelitas agrediram cinco manifestantes, incluindo um vestido como Pai Natal, durante um protesto contra Israel, realizado na sexta-feira, quando tentavam separar uma barreira de manifestantes na Cisjordânia”, disseram organizadores. Cerca de 50 palestinianos, israelitas e activistas internacionais paz participaram numa marcha, na aldeia de Um Salomona, perto de Belém, o local de nascimento de Jesus Cristo. Guardas fronteiriços israelitas armados com bastões detiveram brevemente um activista e bateram em mais cinco durante a marcha, os organizadores disseram, que um dos agredidos estava vestido de Pai Natal ".

Se você ainda pensa que desrespeito israelita para com os cristãos não é um problema, uma outra notícia demonstra que não.

terça-feira, janeiro 01, 2008

Ditadura sobre o proletariado


Por mais voltas e contravoltas que o “governo” de Portugal tente dar, em termos de liberdade de expressão estamos a voltar aos tempos do PREC.
A costela estalinista do aprendiz de engenheiro cada vez mais é notada. Assim este ano, reprimiram-se manifestações, assaltaram-se sindicados, fizeram-se saneamentos, e pela primeira vez em muitos anos nas cadeias portuguesas temos presos políticos.
Honra e gloria a todos aqueles que combatendo o sistema e sofrem na carne a repressão.

Confraria Gastronómica edita folheto sobre Leitão da Bairrada


A Confraria Gastronómica do Leitão da Bairrada, com sede em Sangalhos, Anadia, acaba de editar um folheto informativo sobre o Leitão da Bairrada. O objectivo é divulgar esta iguaria bairradina.

O folheto dá a conhecer a raça do leitão que deve ser utilizada, neste caso, a bísara, bem como os processos de preparação e de cozedura. Por outro lado, o leitor fica a saber o modo de apresentação de um prato de leitão que deve ser acompanhado por batata cozida e salada de alface.

Fica-se também a conhecer os derivados do leitão, como a cabidela, a feijoada e as iscas. Para que a ementa fique completa o leitão deve ser acompanhado pelo espumante da Bairrada e o famoso pão da Mealhada.

FONTE

O negócio da saúde


Uma ida às urgências passa a custar 9,2 euros, este e mais outros aumentos são a prenda de Natal do desgoverno. Diz a espécie de governo que é para evitar o abuso de ida às urgências. Eu nunca vi ninguém ir a um hospital por prazer. Só recorre às urgências quem se sente verdadeiramente mal e não o faz como quem vai beber um café.
Este aumento, que está ferido da mais grave inconstitucionalidade, é uma autêntica multa para quem está doente, principalmente a população mais carenciada, idosos e pensionistas, que já não têm recursos para comprar todos os medicamentos e agora também vão deixar de ir ao médico quando realmente necessitam. A suposta imoderação na utilização das urgências dos hospitais é estimulada pela falta de resposta nos centros de saúde e está agora agravada pela medida do Governo de encerramento de muitos dos SAP’s. Este aumento, ao contrário do que é afirmado pelo Governo, vai agravar ainda mais os problemas existentes no acesso da população aos cuidados de saúde. Para quem ainda tinha dúvidas sobre a verdadeira natureza da política do Governo na área da saúde, esta medida é cristalinamente reveladora de que lado está o Governo: está contra os que necessitam de cuidados de saúde atempados e de qualidade.
O Sr. diz que é uma espécie de ministro já chamou provincianos aos portugueses, agora o diz que é uma espécie de governo, chama-nos mentirosos e fiteiros.
Sem dúvida que o SNS, tal como foi sendo construído nas últimas décadas - com os meios e as oscilações políticas decorrentes das escolhas eleitorais dos portugueses, com o jogo dos poderosos interesses económicos existentes no sector, carece de uma profunda reforma. Reforma orientada para a valorização da prevenção, para o alinhamento pelos níveis mais elevados dos padrões de qualidade da prestação, para a ultrapassagem de obstáculos existentes no acesso, para a correcção da selecção introduzida por diferenciações de natureza social e cultural e, em simultâneo, para a utilização mais racional dos recursos.

Bebé nasceu na auto-estrada


Uma mulher deu hoje à luz uma menina numa ambulância à entrada da auto-estrada Figueira da Foz Coimbra, a caminho da maternidade Bissaya Barreto, em Coimbra, disse fonte dos bombeiros da Tocha, citada pela Lusa.
A grávida seguia da povoação de Arazede (Montemor-o-Velho) para aquela maternidade, mas o bebé nasceu cerca das 19:30 dentro da ambulância, assistida no local por uma equipa do INEM.
O primeiro destino seria o bloco de partos do Hospital da Figueira da Foz, no entanto, como esta valência fechou há um ano, a grávida foi transportada para Coimbra.
Segundo o movimento de cidadãos «Nascer na Figueira», depois do encerramento do bloco de partos na Figueira da Foz, ocorreram sete nascimentos fora das maternidades, três em plena auto-estrada para Coimbra, aos quais se junta o de hoje e que por poucas horas não seria um dos primeiros bebés de 2008.
Estão à vista as melhorias da saúde prometidas pelo governo. No entender do Sr. Ministro a qualidade da assistência de uma ambulância é superior à de um hospital.
Convém também lembrar que fecharam o bloco de partos na Figueira, mas o hospital está autorizado a fazer abortos. É a politica da morte em detrimento da politica da vida.

FONTE

O regionalismo como factor essencial da identidade



“O amor para com a nossa nacionalidade própria deve servir para compreendermos o que os outros sentem pelas suas. O regionalismo deve contribuir para evitar os confrontos que fomentaram, no passado, os nacionalismos exacerbados das diversas nações europeias.” – Jorge Mota, Despedida y Cierre

Certamente terá surpreendido que Resistir Online tenha vindo a publicar, nos meses mais recentes, artigos de opinião oriundos da imprensa da Região Autónoma da Madeira, principalmente os artigos de opinião do Dr. Alberto João Jardim. Ora bem, tudo isto tem uma razão de ser que, por descuido, não apontamos aos nossos leitores habituais: o combate pela identidade assenta, essencialmente, na defesa das culturas locais, pois é nestas, isoladas nos campos e nas ilhas isoladas da nossa estimada Pátria, que o povo ainda se mantém 100% português, alheio aos americanismos e ocidentalismos que se encontram em todas as esquinas de qualquer cidade litoral portuguesa, por norma as cidades mais habitadas: quanto maior for a população de uma cidade, menor o apego à terra e à identidade.

Pois bem, em Portugal o único instinto de identidade regionalista existente que consegue ser do conhecimento geral de todos os portugueses é o personalizado no Dr. Alberto João Jardim, curiosamente também o ÚNICO político português que denunciou a influência do Clube Bilderberg na política das nações modernas, coisa que teria arruinado a carreira política que qualquer político do continente.

O combate pelas identidades regionais, e por vezes até um certo apoio aos separatismos europeus mais conhecidos (Irlanda, Galiza, Países Baixos, Córsega, Padania, etc.) é um combate há muito travado pelo nacionalismo-revolucionário, combate esse que, após a proibição da Unité Radicale, tem sido relegado na França, em grande parte, para o movimento supremacista europeu que dá pelo nome de “identitário”.
A verdade é que em Portugal o nacionalismo (revolucionário ou não, mais à esquerda ou mais à direita) nunca conviveu muito bem com os regionalismos, em Portugal vigora ainda um nacionalismo chauvinista de “união nacional” que prefere ignorar as diferenças existentes, por vezes até mais profundas do que aparentam ser, nas suas diversas regiões.
Acreditamos que, por razões mais que óbvias, as regiões autónomas dos Açores e da Madeira são as que maior instinto identitário possuem, as razoes óbvias é o facto de se tratarem de regiões portuguesas que se encontram naturalmente isoladas pela sua condição geográfica.
Essa posição geográfica originou que, por força mais da necessidade que do aproveitamento económico, fossem criadas regionalmente tudo aquilo que no Portugal continental julgamos existir em qualquer ponto do país: quantos dos nossos leitores estão conscientes de que nos Açores e na Madeira existem marcas próprias de vinho, cerveja, refrigerantes vários, queijos, tabacos, licores, enchidos, produtos agrícolas que só são consumidos nesses locais (o inhame açoriano, por exemplo). Ou seja, estas regiões há décadas, quiçá séculos, aprenderam a funcionar autonomamente e a criar localmente o que consomem, exemplo máximo do desejo de autonomia de qualquer povo actualmente, que tem vindo a ser implementado pela República Islâmica do Irão e pela República Bolivariana da Venezuela, e que em Portugal era também política do Estado Novo: há que conseguir produzir o que se consome, é uma máxima da independência nacional.
Em Portugal, creio que a título extraordinário mas não único, sucede também que, ao contrário do que ocorre já aqui ao lado em Espanha, os regionalistas, “nacionalistas pela Madeira e patriotas por Portugal”, nas palavras do Dr. Alberto João Jardim, embora desejem um reconhecimento da sua autonomia e a implantação de um regionalismo (que só será possível numa mudança radical de regime, uma vez que com o regime actual só serviria para criar ainda mais despesismos e tachos) não desejam deixar de ser portugueses.
Os espanhóis do Círculo Espanhol de Amigos da Europa (CEDADE) foram o movimento nacionalista espanhol que mais implantou a política do regionalismo na sua doutrina: nas regiões, nos seus campos e nas suas aldeias remotas, nas montanhas ou junto ao mar, aí reside a nação real, aí sobrevive o que sobra do nosso povo, aí se preservam as nossas tradições, gastronomias e cultura nacional. O regionalismo é uma parte integrante da identidade nacional e uma salvaguarda dessa mesma identidade.
É por essa razão que defendo que a Resistir Online, em 2008, deverá aumentar a presença de textos retirados da imprensa regional. A TIR sente o combate a nível local e regional como sendo mais importante que o activismo urbano, embora não o descure, como se pode verificar pelo activismo da sua célula de Coimbra, o nosso obrigado aos camaradas de Coimbra pelo exemplo que incutem em todos nós.

Flávio Gonçalves

I ENCONTRO DE BLOGGERS NACIONALISTAS