sábado, agosto 09, 2008

Algarve: vergonhosa repressão contra nacionalistas



Conforme anunciado, foi marcado para hoje um encontro de nacionalistas organizado pelo PNR no Algarve, estando previsto um concerto musical, debates, e o natural convívio. Não se anunciaram workshops de desobediência civil, não se programaram ataques a campos de milho, nem se organizaram manifestações de cara tapada e com cocktails molotof. É um encontro político, em ambiente saudável e pacífico, como têm sido todos os eventos organizados pelo PNR.

Apesar disso, logo de manhã foi montada uma enorme operação policial com o intuito de reprimir os participantes e tentar evitar o seu acesso ao evento, com diversas operações STOP em todos as estradas e caminhos em direcção ao recinto, em que se fazem buscas e revistas à procura de "material nacionalista". A mesma pergunta foi invariavelmente feita a todos os que caíram nas malhas da perseguição: "você é nacionalista?"

Estão presentes alguns orgãos de comunicação social nas imediações mas apenas uma das televisões mostrou intenção de relatar o sucedido, em termos menos próprios diga-se, deixando no ar uma ameaça: ou as autoridades faziam os possíveis por cancelar o evento ou, às 20h, seria noticiado que "a Câmara Municipal de Portimão deu apoio a neo-nazis"!

Os organizadores do encontro já garantiram que o evento se realizará na mesma e referem que vários agentes da polícia política afirmaram estar a ser alvo de "uma enorme pressão de Lisboa", ficando no entanto por esclarecer a quem se estariam a referir, e se essa pressão seria política ou... política.

FONTE

Ditadura sobre o proletariado


Um desfile em cuecas, em sinal de protesto, não está para já em cima da mesa. Mas em alternativa a greve de fome será decidida na próxima quinta-feira, dia 14. O porta-voz da Comissão de Trabalhadores da Câmara de Setúbal, Tolentino Sardo, afirmou ontem ao Correio da Manhã que está disponível para fazer greve de fome junto à autarquia liderada por Maria das Dores Meira (CDU).
No centro da polémica está a transferência de funcionários de serviços dentro da Câmara e o sistema de avaliação dos funcionários. A autarquia tem garantido que o processo de mobilidade interna é pacífico, mas o porta-voz da Comissão de Trabalhadores discorda. A Comissão, aliás, emitiu um comunicado no dia 21 de Julho, acusando a autarquia de "terrorismo psicológico".
O anterior presidente da Câmara, foi substituído devo a suspeitas de corrupção, agora rebenta mais um escândalo numa câmara comunista. Terrorismo psicológico esta na agenda de qualquer marxista, que o digam os trabalhadores da antiga União Soviética ou da “olímpica” China.

quinta-feira, agosto 07, 2008

UMA VELA PELO TIBETE

Por aqui se vê a “força” do PC


Dois activistas britânicos e outros dois norte-americanos que ontem se manifestaram a favor da independência do Tibete nas imediações do Estádio Nacional, em Pequim, foram deportados da China, informou hoje o grupo a que pertencem.

quarta-feira, agosto 06, 2008

O NACIONALISMO NÃO VAI DE FÉRIAS


Danças com droga


A Guarda Nacional Republicana (GNR) de Viseu deteve 12 indivíduos por suspeitas de tráfico e consumo de droga, três dos quais foram ainda indiciados por furto e apreendeu duas armas. A operação decorreu na zona de Carvalhais, em S. Pedro do Sul, onde ontem começou a 13ª edição do festival 'Andanças'. A organização desvaloriza a acção da GNR e garante que "este é um festival com espírito diferente".

Ontem já tinha visto uma peça sobre o festival. Na altura a dúvida instalou-se.

Hoje leio a notícia de que foram detidas doze pessoas a caminho do festival e as dúvidas começam a desvanecer-se. Como tinha previsto aquilo serve sobretudo para outras Andanças com um espírito diferente, onde os organizadores até admitem que cometem crimes.

Mas a policia deve estar a mobilizar-se para o festival Nacionalista de Verão e para o Jantar em Coimbra, porque são esses “criminosos” que importa controlar, não vá o povo acordar com as verdades que eles dizem.

Ficam no entanto os parabéns à policia pela apreensão de droga e pela escumalha que deteve e que o sistema rapidamente se encarregará de por à solta.

Do Presidente aos Nacionalistas | Agosto de 2008


Há dias atrás o PNR emitiu um comunicado de imprensa, - que, como já vem sendo hábito caiu no saco roto da censura do regime - no qual tomava posição face aos acontecimentos recentes da Quinta da Fonte.
Após esse episódio e o nosso comunicado, houve desenvolvimentos que não podem passar em claro.



Os portugueses viram bem aquilo que a canalha invasora, inútil e subsídio-dependente faz das nossas ruas, outrora pacíficas e que são hoje uma espécie de souvenir do Ruanda ou Serra Leoa. Transformam as ruas do nosso país num palco de tiroteios entre gangues e etnias rivais, onde o racismo e a supremacia de grupo se tentam afirmar, deixando o tom dessa linguagem num rasto de marcas de balas nas paredes, no mobiliário urbano e nos arrombamentos e saques a apartamentos.
Viram que os habitualmente denominados “jovens” ou “indivíduos” são na verdade os “portuguesíssimos” ciganos e africanos...



São esses mesmos “indivíduos” que têm vindo a fazer das cenas de violência nas praias da Linha - em estilo de reedições do arrastão -, uma banalidade que começa a ser assimilada como algo “natural” ou habitual, quando afinal se trata de expulsar muitos portugueses das suas próprias praias, ou na falta de alternativa, obrigá-los a tão deplorável convívio.



São esses mesmos “indivíduos” que vivem de rendimentos mínimos garantidos pelos impostos dos portugueses que trabalham toda uma vida para depois não terem reforma.

É triste que, no entendimento das autoridades, seja mais importante que os invasores que nos desrespeitam tenham o sustento indevido e que, por outro lado, os filhos da nossa terra não tenham assegurado um merecido e digno futuro.



São esses mesmos “indivíduos” que pagam 4 euros de renda mensal por uma casa, que aliás é rapidamente transformada em cenário de selvajaria (pelo menos nas partes comuns), enquanto que as famílias portuguesas pagam com imensa dificuldade as prestações que lhes exige a usura bancária por uma habitação que, por sua vez, é objecto de valores surrealistas e especulativos.



São esses mesmos “indivíduos” ainda, que não trabalham nem querem trabalhar, que em nada contribuem para o desenvolvimento nacional e que escolhem a criminalidade como fonte de rendimento em acumulação com os subsídios dados pelo país que estupidamente e em má hora os acolheu (ou aos seus pais) e que eles desrespeitam.



Depois desde episódio bem elucidativo, filmado à luz do dia no nosso país, na nossa “casa”, retratando aquilo que se passa com regularidade nas noites de muitos dos nossos bairros que são habitados por esta gente, tivemos a oportunidade de assistir ao desenrolar de situações patéticas e reveladoras da mentalidade anti-nacional das autoridades, bem como da subserviência e impotência governamental perante a barbárie que, inclusivamente, chegou a gerar uma onda de textos de repulsa por parte de jornalistas e analistas políticos totalmente insuspeitos, mas que, ao menos, começam a abrir os olhos e a denunciar tais crimes cometidos contra o povo português.



Ora vejamos então como o nosso regime trata as diferentes situações:

As cenas de tiroteio e guerrilha nas nossas ruas, por parte de gangues étnicos fortemente armados, filmados (e por essa razão facilmente identificáveis), resultam numa tímida detenção de apenas duas pessoas e sua posterior libertação com ligeiríssimas medidas de coação.
Mas quando o Mário Machado, Nacionalista e com Orgulho na sua Nação e na sua Identidade, mostrou uma arma (legalizada) na TV – numa atitude obviamente discutível e de estratégia duvidosa – que nunca utilizou e jamais a utilizaria senão em caso extremo para defesa da sua nação, como o próprio afirmou, foi logo alvo de detenção e de condenação.

O governo condena um Nacionalista e persegue-o mas liberta invasores criminosos, por medo e cobardia!



Uma facção desses bandos invasores refugia-se em instalações desportivas públicas, tornando-se logo alvo de todas as atenções, cuidados e cortesias por parte das autoridades camarárias e nacionais, e ainda se queixa de tudo e mais alguma coisa e exigindo até novas casas; à borla, claro está.
Por outro lado, quantos portugueses tiveram este tipo de tratamento e atenção (ao menos terem sido ouvidos, atendidos e acolhidos com tanta celeridade e solidariedade) quando vítimas de inundações, incêndios, desempregos por deslocalizações de empresas ou outros infortúnios?
O governo assobia para lado perante o sofrimento dos portugueses, não os apoiando devidamente, mas apaparica, subserviente, invasores criminosos.



Desta vez, curiosamente, até concordo que se dêem casas novas aos ciganos... embora por motivos diferentes das suas reivindicações (neste caso: exigências abusadoras). Eu concordo com essa “generosidade” nacional mas com a condição de estas casas serem a paredes-meias com os responsáveis pelas políticas de imigração e da nacionalidade e com os apoiantes do multiculturalismo.
Acho sim, que se deviam dar casas a ciganos e africanos nos mesmos condomínios ou prédios onde vivem os governantes e todos os culpados pelos rumos suicidas que percorre o Portugal dos nossos dias.
Com tal atitude pedagógica, os “ingénuos” poderiam de uma vez por todas saborear os tais "benefícios" do multiculturalismo e os hipócritas e oportunistas teriam o merecido castigo de partilhar as suas vidas com essa agradável vizinhança.



Quanto às reacções oficiais ao episódio da Quinta da Fonte, em nada espanta que o Ministério do Interior, mais uma vez se desdobre em explicações autistas ou mentirosas, passando aos portugueses um atestado de idiotas, quando vêm de novo papaguear a ladainha de se tratar de um caso isolado ou da falta de integração daquelas pessoas.
De igual modo, as reacções dos partidos que sustentam este sistema e se comportam como partido único do politicamente correcto e do politicamente aceite, passam ao lado do cerne da questão, intencionalmente – por cobardia ou má-fé – e mostram-se preocupados mas é com a proliferação de armas ou com a “necessidade” de integração (entenda-se: necessidade de prejudicar ainda mais os portugueses e vergar perante esta gentes).



Pessoalmente, estou convencido que, gradualmente, os portugueses vão abrindo os olhos para a triste realidade em que os traidores mergulharam o nosso país. Pior ainda: em que continuam a afundá-lo cada vez mais com as mesmas políticas suicidas e criminosas!


Os portugueses que desde há longos anos sofrem na pele, quotidianamente, o pesadelo da selvajaria e da insegurança imposto por esta gente invasora, não precisam de mais evidências. Mas têm e que perceber que os grandes responsáveis e os principais culpados, são os dirigentes dos partidos nos quais provavelmente até põe a cruz, mas que se estão nas tintas para eles e para os seus problemas.
Os outros portugueses que têm a sorte de não conviver de perto (ainda!) com este flagelo, começam, também eles, a perceber que vivem mal, com baixos salários, com a reforma cada vez mais tarde e mais incerta, suportando sucessivos encerramentos de serviços no interior do país por alegada falta de verbas e com tantas outras dificuldades, mas do erário público sai uma imensa e significativa fatia para ser gasta com a tal imigração maciça tão “vantajosa” para Portugal e que devia era estar ao serviço dos portugueses.



É bom mesmo que os portugueses abram os olhos enquanto ainda é tempo e que saibam que existe o PNR, que os defende, e que, em situações destas, em vez de aplicar “soluções” injustas e de afronta para com os portugueses, o que faria era dar aos autores de tais cenas um bilhete de avião com desejo de boa viagem. De ida, apenas. Claro!



José Pinto-Coelho | 3 de Agosto de 2008

Juventude Nacionalista de Fafe

Mais um blogue para as fileiras da Causa Nacional

Ruanda acusa França de ter tido papel activo no genocídio de 1994


A Nova Ordem Mundial através dos seus códigos viciados, decide quais os crimes dos bons e dos maus. A regra muda conforme se trata de amigos ou de inimigos.
Os sérvios são os maus da fita, mas a invasão do Iraque, veio libertar o povo daquele país.
A União Soviética invadiu o Afeganistão, as forças ocidentais estão lá para repor a democracia.
Os palestinos são terroristas os israelitas limitam-se a defender-se.
Agora perante mais esta suspeita como irá reagir a Irmandade? Nem vale a pena perguntar, são danos colaterais ou outra coisa do género. Porque o TPI só serve para julgar aqueles que ousaram dizer não aos novos Senhores do Templo.

Ontem em Hiroshima, em Nagasaki ou na Servia, amanhã num lugar perto de si.


O primeiro ataque atômico da história fez com que a cidade de Hiroshima ficasse mundialmente conhecida. A cidade foi arrasada em 6 de agosto de 1945 pela primeira bomba atômica, lançada pelos Estados Unidos.
Passados três dias e não contentes com o holocausto, usaram a mesma receita em Nagasaki.

A Nova Ordem Mundial começa aqui a mostrar as suas garras, bombardeando uma cidade que não era objectivo militar e assassinando milhares de civis.

Hoje como em 6 de Agosto de 1945 o imperialismo sionista americano continua a usar as mesmas formas de submeter quem ousa enfrenta-los.

terça-feira, agosto 05, 2008

Fórum Nacional


O Fórum Nacional já está de novo activo.

Vigilia pelo Tibete-07.08.08-Funchal


A Casa do Tibete na Madeira fará uma Vigília associando-se à campanha mundial Vela pelo Tibete

Data: Quinta-feira, dia 7 de Agosto
Local: Largo do Município (Colégio) - Funchal
Hora início: 20:00
Programa: Acender uma vela, leitura de uma mensagem da CTM.

Ao cuidado do SIS


O Acampamento de jovens do Bloco de Esquerda volta a acontecer em São Gião com muita festa, alegria e luta, mas com um formato diferente. A avaliar pelo cartaz os jovens do berloque mereciam uma visita da policia, mas estes podem impunemente treinar ações de guerrilha urbana, porque o sistema precisa deles para o trabalho sujo.
No entanto avisamos as pessoas de bem para não passarem perto da zona. Para além do perigo de serem atropelados por alguma viatura topo de gama, podem sofrer os efeitos da imensa onda de fumo tóxico que vai pairar no ar.
O maior perigo está nas noitadas bem acompanhadas de álcool e daquilo que faz rir e abrilhantadas com sexo ao vivo, onde está tudo ao molhe e à mistura. É sempre provável, que entre a pedrada e as frustrações, algum jovem tente aplicar alguns dos conhecimentos adquiridos. Não é de admirar portanto que na zona se oiça explosões ou que algum incêndio ecluda no local.
É uma zona a evitar e que deve merecer especiais cuidados por parte das autoridades.

Imigração arma do capital


A concessão, a título excepcional, de autorização de residência para fins de trabalho a estrangeiros que comprovem ter entrado e permanecido regularmente em Portugal, que possuam um contrato de trabalho e tenham a sua situação regularizada na Segurança Social, prevista para este ano pode atingir o numero de 8.500.
Num país que tem 500.000 desempregados parece uma paradoxo estar a autorizar a entrada de mais imigrantes.
Mas a resposta do sistema não se faz esperar; Vêm fazer aquilo que os portugueses não querem fazer. Esta frase gritada aos setes ventos propagandeada pelos média e adornada com algumas “flores” vai a pouco e pouco entrando na cabeça de todos os nós. A máquina de propaganda da Nova Ordem Mundial transforma muita mentira em verdades inquestionáveis.
Mas esta verdade universal é fácil de rebater. Em primeiro lugar porque não vemos muitos imigrantes nas profissões ditas desgastantes e onde o esforço físico é mais intenso, poucos são aqueles que trabalham nas pescas, nas minas ou mesmo nos campos. Em segundo lugar os nossos emigrantes ocupam no estrangeiro as mesmíssimas profissões que o grosso dos imigrantes. Fazem-no porque lá fora são melhore pagos do que em Portugal. Reparem que escrevi “melhor” porque a exploração continua, lá fora como neste recanto os ordenados ou são muito mais baixos que os dos autócnes, ou fazem horas de trabalho sem serem remunerados, ou o pagamento tem um retorno escondido na renda da casa e ou alimentação. A onda continua de país em país. As pressões demográficas os desenraizamentos, o desemprego são constantes na Europa, gerando conflitos sócias e raciais, mas cumprindo de forma eficaz aquilo para que serve a imigração; Servir o capitalismo em mão-de-obra barata e ser uma arma eficaz no combate às reivindicações laborais.
Enquanto a situação não for invertida, estão de parabéns a esquerda e a direita, que de mãos dadas numa associação que mostra que uns e outros são exactamente a mesma coisa, perpetuam a exploração selvagem do homem pelo homem.

segunda-feira, agosto 04, 2008

Abram os olhos


O governo colombiano activou uma «operação de busca e captura por toda a Europa» de oito estrangeiros alegadamente relacionados com a guerrilha marxista das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) , anunciou hoje o diário colombiano El Tiempo.
O matutino de Bogotá adianta que quatro espanhóis, um dinamarquês, dois italianos e um australiano "são alvo de uma busca internacional" que envolveu recentemente a espanhola Maria Remédios Garcia Albert ("Irene").
Nada mais fácil é só esperar pela festa do “Avante”, depois ou estão na barraquinha das FARC ou a vender aquilo que mais se consome nesta festa.

Tiroteio agitou Planalto do Ingote


Diz quem ali vive há mais de 20 anos que nunca tinha visto «coisa igual»: durante 10 minutos, 12 indivíduos varreram a tiro os três bairros.
A frase já começa a ser um lugar comum, mas porque o sistema teima em fechar os olhos ela é tristemente cada vez mais verdadeira. “ Ontem na Quinta da Fonte, hoje no Ingote, amanhã num lugar perto de si”
Até quando vamos tolerar estes arrastões!
Existe um sentimento de insegurança no que toca aos bairros sociais, por duas razões que o sistema teima em esconder; o multiculturalismo não é possível e existe racismo pela positiva no que toca à investigação e prevenção do crime.

Dieta Mediterrânica


O trabalho do economista Joseg Schmidhuber, da FAO, destaca que a dieta mediterrânica, baseada em frutas, peixe, legumes frescos e azeite, tem seguidores em todo mundo, mas que é “cada vez mais ignorada na região onde foi criada”. De acordo com o autor do estudo, esta tendência tem levado a um aumento do excesso de peso e dos casos de obesidade nas populações do Mediterrâneo.
Cá por Portugal e com a ajuda dos ASINOS, em poucos anos a dieta mediterrânica esta mais que enterrada e quem a desenterrar vai parar a Monsanto