segunda-feira, janeiro 04, 2010

Apoiar o PNR


Se lhe interessa a existência de um Partido Nacionalista em Portugal, lembre-se que este não vive sem fundos, e se Portugal precisa do PNR, o PNR também precisa de si!

Para apoiar o PNR pode fazê-lo através da conta:



PNR

MILLENNIUM BCP

NIB

0033 0000 00278492433 05


domingo, janeiro 03, 2010

CANTANHEDE - Loja do Cidadão 2G tarda em abrir as portas


Os políticos do sistema e toda a camarilha que fez, ajudou e promoveu o 25 de Abril, criticavam fortemente o espírito de corta fitas do Estado Novo. No entanto consolidada a Revolução dos Cravos neste particular como noutros, os Novos Senhores do Templo fazem exactamente a mesma coisa. Com mais folclore mediático, com mais derrapagens, com inaugurações antes da obra feita, com prazos escolhidos para altura de eleições, fazem o que tanto criticavam, com as agravantes atrás referidas.
Em Cantanhede e em pleno período eleitoral, assistimos a uma onda de inaugurações, algumas de utilização duvidosa, umas por acabar, outras mal construídas. Mas quando o grande centrão se junta, quando o cocktail é formado por laranjas e rosas choque, mais do que servir as populações interessa-lhes servir os seus próprios interesses eleitorais. A loja do cidadão de Cantanhede é um bom exemplo de tudo o que acabamos de escrever.
Bem serviu como forma de angariar votos, mas agora tarda em abrir portas, com a natural complacência dos responsáveis.
Os atrasos já se registam, aqui tentaremos dar conta das derrapagens, certamente não estaremos na inauguração, não gostamos destes novos corta fitas.

sábado, janeiro 02, 2010

Eles andam ai


Sabemos que são muitas as visitas aos blogues Terra Portuguesa e à página do PNR.
Umas por mera curiosidade, outras porque sempre podem ir lendo umas verdades e aprendendo alguma coisa.
Nas últimas eleições tivemos a visita dos altos dirigentes do CDS, que rapidamente fizeram suas algumas das nossas propostas. Pena foi que só tenham sido usadas para fins eleitoralistas, uma vez que bem instalados no poleiro, esqueceram rapidamente a criminalidade, a imigração descontrolado e as muitas privações porque passa grande parte dos portugueses.
Agora confrontados com as palavras do cardeal-patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, “é necessária uma profunda revolução cultural e civilizacional", verificamos que mais alguém leu as nossas páginas ou que as nossas preces começam a ser ouvidas. Esperemos agora que a proposta de sua Eminência não caia em saco roto e se comecem a dar passos para um mundo novo. Com muita mais justiça social, com muita mais identidade, como mais apoio na saúde e educação, com o respeito pela independência cultura e diversidade dos outros povos.
Por Portugal e mais nada façamos então a profunda revolução civilizacional, que é como quem diz retornar aos avanços civilizacionais que o sistema pretende derrubou, defender alguns bastiões da nossa cultura e identidade que o sistema pretende derrubar e fazer a revolução social, muito prometida mas sempre adiada.

sexta-feira, janeiro 01, 2010

Diamantes ou sucata?


A reunião parece ter dado resultados. No negócio da sucata ou no dos diamantes, os neocolonialistas do sistema dão cartas.
Mais uma vez se confirma que os que mais criticavam a presença de Portugal em Africa, são os que agora mais exploram nas antigas colónias.
Neste particular aliados ao amigo dos americanos, que a despeito de serem nossos parceiros na NATO, nunca deixaram de apoiar militarmente a UNITA durante a guerra colonial.
Enfim modernices dos tempos que correm onde a hipocrisia é lei.
Lembramos que o pai de um destes melros foi outrora acusado de ser agente da CIA, que tem coragem de pisar a Bandeira Nacional, por trinta dinheiros suja as mãos como espião.
Num país de políticos de sucata, de traidores, desertores, cobardes, corruptos e panilas, já nada nos espanta.

quinta-feira, dezembro 31, 2009

Ontem em Casais do Campo, amanhã num local perto de si


O clima de impunidade de que gozam os criminosos, a falta de soluções no que concerne ao combate do narcotráfico, estão a criar um sentimento de revolta nos cidadãos.
Casos como este vão certamente suceder-se uma vez que e cada vez mais sentimos que tem que ser o cidadão anónimo a velar por inteiro pela sua segurança.
Já se fala em milícias populares nalguns pontos do país, casos de excesso de legitima defesa começam a ser habituais. A humanidade está a sofrer um retrocesso civilizacional a que os políticos do sistema chamam modernidade.
O caminho errado que o sistema nos tenta fazer trilhar, tem sido denunciado pelos nacionalistas. Infelizmente tudo o que prevíamos no tocante à criminalidade e não só tem-se tornado uma triste realidade. Muitos portugueses já baixaram os braços e aceitam tudo o que de mau o sistema produz como uma inevitabilidade. O sistema bate palmas de contente, porque é assim complacentes que nos quer.
Nós os nacionalistas, não baixamos os braços e dizemos basta. A Oposição Nacional fez sua a causa do Povo e da Pátria, por Portugal e mais nada. Connosco podem contar. Portugal precisa dos nacionalistas e do PNR, mas o PNR precisa de si. Junte-se a nós.

quarta-feira, dezembro 30, 2009

Porreiro pá!


De acordo com os últimos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) – referentes a Novembro de 2009 –, a taxa de desemprego no concelho de Oliveira do Hospital registou um aumento de cerca de 22 por cento comparativamente ao mesmo mês de 2008.
Segundo as últimas estatísticas do INE, em 30 de Novembro do corrente ano, o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) tinha 774 pessoas inscritas no desemprego. Este flagelo social continua a atingir maioritariamente o emprego feminino, com 415 desempregados.

Um factor não menos preocupante, prende-se com o facto de estes números não traduzirem ainda a situação real em termos de desemprego, já que os cerca de 350 trabalhadores que perderam o seu emprego, em consequência do encerramento da HBC e da Fabriconfex, ainda não fazem parte das estatísticas oficiais pelo facto de se encontrarem com os contratos suspensos.

Note-se que Oliveira do Hospital está já entre os cinco municípios do distrito de Coimbra com maior número de desempregados e, em termos da região, o panorama também é semelhante.

FONTE

PNR COIMBRA


Junta-te aos nacionalistas

E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375
No Facebook


Portugal precisa do PNR, mas o PNR precisa de ti

Mais vale tarde que nunca


A co-incineração de resíduos perigosos na cimenteira de Souselas foi, ontem, o tema em destaque na reunião da Assembleia Municipal de Coimbra, que aprovou a “Declaração de Coimbra”, na qual é defendido que a Assembleia da República suspenda o processo, aproveitando o facto de o PS não ter maioria no Parlamento. Os 40 votos a favor (Coligação Por Coimbra (PSD/CDS/PPM), CDU e BE), um contra do PS e 12 abstenções socialistas decidiram a aprovação da declaração.
Já era tempo da Assembleia Municipal acordar e juntar-se à luta que alguns cidadãos de Coimbra nunca deixaram de travar. Registamos com agrado que o PSD e PCP de Coimbra não seguiram o que parece ser a orientação das estruturas nacionais dos respectivos partidos. O PS Coimbra mais uma vez mostra a forma como serve Coimbra.
Esperemos que dentro em breve a A.R. ponha um ponto final nesta birra do Sr. “Eng” para que Souselas e Coimbra possam finalmente respirar em paz.

Feliz Ano Novo



A todos os amigos, leitores e visitantes um excelente ano de 2010

terça-feira, dezembro 29, 2009

Ourives acusado de homicídio por morte de assaltante


Ministério Público não considera que o homem tenha agido em legítima defesa.
Estamos sem dúvida num país onde todas as benesses são dadas aos criminosos e caso alguém diga basta, caso alguém ouse franquear as portas á chegada desses vampiros, protegidos pelo sistema, logo o longo braço da lei se faz sentir.
O sistema que ovelhas dóceis e mansas e que não pensem. Sair fora do democraticamente permitido, faz com que rapidamente sejamos lançados á fogueira dos hereges.
Já não nos é permitido defender o que é nosso, devemos até alegremente facilitar os roubos, os assaltos, os sequestros e as violações, afinal é tudo da mesma sucateira, dos mesmos, freeport`s, dos mesmos submarinos, do mesmo banco ou autarquia.

Orizicultores reúnem forças


Os homens do arroz não dão tréguas. A situação piora de dia para dia e eles exigem respostas de quem tem o dever e a obrigação de os ajudar. No dia 22 de Janeiro reúnem-se em encontro nacional.
Com o desemprego a ultrapassar os 10% e a economia e insegurança no futuro a preocuparem, e com razão, os portugueses, os nossos governantes em vez de estimularem a agricultura, pescas, indústria e comércio, preocupam-se com outras “prioridades”. Em vez de se esforçarem por recuperar soberania e independência já perdidas, preocupam-se com outras “prioridades”. Em vez de conterem e inverterem o endividamento externo, não param de o agravar, levando Portugal à falência, pois preocupam-se com outras “prioridades”.
A retoma económica das nossas zonas rurais é urgente. Tal passa pela recuperação da agricultura (reforma da política agrícola, anulação das dívidas dos agricultores, recusa da Organização Mundial de Comércio) e pela diversificação das actividades, nomeadamente no sector terciário: desenvolvimento do tele-trabalho e do trabalho no domicílio. Fortes incentivos fiscais facilitarão a instalação de empresas no interior, permitindo assim criar empregos e combater a desertificação rural. O Estado garantirá a manutenção dos serviços públicos de proximidade (escolas, correios, mercados, polícias, hospitais, etc.) e assegurará a existência das linhas ferroviárias secundárias e de acesso ao interior do País.
Connosco, Portugal será equilibrado.

segunda-feira, dezembro 28, 2009

CANTANHEDE - MUNICÍPIO TEM GRAVES PROBLEMAS FINANCEIROS E DE ENDIVIDAMENTO


Os políticos que governam o nosso país dividem-se basicamente em duas classes, salvo alguns poucas e honrosas excepções; ou são manifestamente incapazes ou manifestamente capazes de tudo. Hoje não se governa para o país ou para o município, não se governa para o povo. Os partidos do sistema tornaram-se em poderosas máquinas de interesses, em agências de trabalho e já não são eles que detêm o poder mas sim os poderosos lobbys de quem se tornaram reféns. Depois, grande parte das obras públicas é pensada com fins eleitoralistas, não cumprindo com a sua verdadeira função.
Em Cantanhede e em cause todas as autarquias do país o panorama é mesmo, pelo que o que devia ser noticiado seriam os poucos casos (se é que os há) de boa saúde financeira.
Bem prega o Frei Tomáz do PS, mas não olha para o que faz noutros locais e provavelmente à mesma hora em que as criticas foram feitas um autarca do PSD criticava um autarquia PS pelas mesmíssimas razões. É o teatro do sistema, onde uns fazem de oposição e outros de governo, alterando e alternando nos papéis para manter o povo dócil e como mero espectador.
Nós os nacionalistas defendemos que o povo deve intervir deve fazer sentir a sua voz e a sua força, deve abandonar a manda e transformar-se num lobo, de forma e remeter para os compêndios de historia esta classe politica que nos governa nesta longa noite partidocrática.
Queremos no poder políticos que sirvam o povo e a nação.

«Um dia os operários viverão como hoje os burgueses mas sobre eles viverá a casta superior; esta será mais pobre e mais simples mas possuirá o poder».

Partidos do sistema


É o volte-face definitivo na polémica: depois de o Supremo Tribunal Administrativo ter dado luz verde, há duas semanas, ao processo de co-incineração, o Bloco de Esquerda entregou uma proposta para voltar a suspender o projecto na Assembleia da República. Mas o pré-anúncio de mais uma "coligação negativa" foi precipitado. É que, desta vez, o PSD não alinha na votação e acaba, assim, por dar luz verde definitiva ao processo, oito anos depois de a polémica ter começado.
O projecto de lei do Bloco parecia ter uma ameaça real. É que o CDS prepara--se para fazer o mesmo no início do ano, o PCP já o tinha feito em 2006 e até o PSD sempre foi contra um processo que atribui a "uma teimosia de Sócrates". Porém, enquanto CDS e BE continuam firmes na defesa da suspensão, o PSD saiu de cena e o próprio PCP tem dúvidas sobre o caminho a seguir.
Quando li esta noticia ainda me belisquei para ver se não esta a sonhar, mas tudo nos leva crer que PSD e pelos vistos o PCP, viraram a casaca. Nada de estranho são partidos do sistema e actuam em função dos seus interesses partidários e da sua clientela política e nunca pelos interesses do povo e do ambiente.
Resta saber qual ai ser a posição dos deputados destes partidos eleitos pelos círculos de Coimbra e Setúbal.

domingo, dezembro 27, 2009

Portugal precisa do PNR, mas o PNR precisa de si


Se está de acordo com as nossas ideias inscreva-se e ajude a construir o PNR. Descarregue a proposta de adesão, imprima, preencha devidamente, junte uma fotocópia do Bilhete de Identidade e envie por correio registado para a seguinte morada:
PNR - CE
Apartado 8076
1804-001 Lisboa

Depois de recebermos a proposta entraremos em contacto consigo, preferencialmente por correio electrónico. Em anexo à proposta está um formulário para pagamento de quotas que pode imprimir, preencher, e entregar directamente no seu Banco.

terça-feira, dezembro 22, 2009

Do Presidente aos Nacionalistas | Dezembro de 2009


Ao terminar mais um ano civil, e em jeito de retrospectiva, muito haveria para referir, quer a nível nacional, quer a nível internacional, quer a nível do nosso combate político nacionalista: o PNR. Muito haveria para reflectir…

Foi um ano que começou ensombrado pela maior crise económica internacional de que há memória e da qual, os governos e os grandes detentores do poder mundial, ao invés de tirarem lições e inflectir o caminho desta globalização trituradora, limitam-se a mudar e remendar o que acham necessário, esmagando os mais fracos e gerando uma onda de desemprego assustadora, para que tudo fique na mesma, ou seja, para que os seus grandes interesses e objectivos mundialistas, ditados pelos padrões do capitalismo selvagem, permaneçam inalterados. Os Nacionalistas do nosso Portugal e os de qualquer outra Nação, pelo contrário, sabendo bem da imensa importância e necessidade que têm o mercado e o capital, sabem que estes têm que estar sob a regulação do Estado, ao serviço dos interesses da Nação, das famílias e dos trabalhadores e não para servirem interesses alheios e obscuros. Sabem que é imperioso devolver o primado à política retirando-o assim da economia, como se verifica no nosso tempo.

Os governos das Nações têm que regular os mercados para garantia do bem-estar das pessoas e progresso dos países. Tal não é possível num mercado globalizado de rédea solta. Pelo contrário, a política do proteccionismo tem que imperar, gerir as relações mercantis e optimizar a cada momento o equilíbrio possível entre as leis do mercado, as políticas internacionais e o grande objectivo de garantir ao país a maior independência possível e a dependência externa estritamente necessária. O que se passa actualmente é precisamente o contrário. E nós por cá, estamos cada vez mais à mercê dos mandos e desmandos que vêm de fora e “alegremente” vamos perdendo peso e soberania no concerto das nações.

Muito se passou no panorama internacional deste ano, e entre esses acontecimentos não posso deixar de referir a tomada de posse, também no início do ano, do Presidente dos Estados Unidos da América, Barack Hussein Obama, que gerou uma verdadeira onda internacional de histeria delirante e patológica, como se se tratasse da Parusia (segunda vinda de Cristo à terra), o que revela bem o poder das campanhas mediáticas que, ao formatarem as mentes humanas, as inibem de pensar, relacionar dados, reflectir, filtrar informação, tomar posição consciente… Antes, impõe o conveniente “pronto-a-pensar” e “pronto-a-papaguear”…

Ele mesmo, Hussein Obama, sem saber como, acaba o ano a receber uma espécie de Óscar do politicamente correcto internacional: o Nobel da Paz. Inversa e curiosamente, os donos da “paz” no mundo ditaram o enforcamento de um outro Hussein, há precisamente três anos, em nome dessa tal “paz” que foi comprada com o martírio da nação iraquiana, soberana, mas que por interesses insondáveis tinha que ser “pacificada” e aderir “voluntariamente” à democracia. Para tal não hesitaram, os senhores do mundo, em forjar provas e inventar argumentos.

Esta mania que eles têm de brincar com coisas sérias, não olhando a meios para alcançarem os seus fins sectários e obscuros, está mais uma vez patente no acontecimento internacional que marca o final deste ano: a Cimeira de Copenhaga. Ou melhor: a fraude de Copenhaga.

De novo, para alcançarem fins tenebrosos, os grandes manda-chuva mundiais, burocratas da ONU e não só, não pestanejam sequer em cometer as maiores tropelias e injustiças para levar a água ao seu moinho. E o mais grave é que são sempre estes mesmos que fazem (fabricam) a História. São eles que escrevem o que lhes convém, inventam e apagam a seu bel-prazer os factos da história, passado e presente, condicionando fatalmente o futuro. E depois proíbem (mesmo! E com perseguições) toda e qualquer cabeça pensante que ouse questionar, duvidar ou discordar dos factos forjados. Pessoalmente não acredito em quase nada do que nos é impingido e convido os Nacionalistas a que também o façam.

No que respeita ao teor desta cimeira, a questão do chamado aquecimento global, efeito de estufa e outros dogmas que tais, sempre os olhei de soslaio. Tresandam a fraude! Agora, com a cimeira, rebentou o escândalo conhecido como ClimateGate cujos fundamentos e contornos nada me espantaram: repressão de cientistas que discordam das posições que convêm, chantagens sobre publicações científicas, falsificação de dados científicos e estatísticos… Nada que não seja a prática corrente desta gente para proteger os seus sórdidos interesses que, regra geral, movem milhõe$, mas que não são seguramente os das populações, das Nações, da humanidade. Bem pelo contrário!

Assim se passa nos bastidores das grandes políticas internacionais e também nacionais. Nem tudo o que parece é. E é nossa obrigação, em nome da verdade e da evolução natural dos acontecimentos, termos uma postura de sentinelas e estarmos sempre vigilantes, pondo em causa os tabus erigidos pelo poder.

Eles fazem o querem e passam sempre (ou quase sempre) impunes! Têm os meios necessários para calar vozes incómodas, para encobrir as ilegalidades e imoralidades, para vender a banha da cobra, para impor dogmas e narcotizar o pensamento e a vontade das pessoas. Isso é também o que se passa em Portugal.

E é porque isso se passa também entre nós, com recurso às constantes e poderosas campanhas de propaganda e (des)informação, que se explica que se chegue ao fim de 2009 e o “palhaço” (o termo não é meu mas de um conhecido jornalista, e por isso não quero sequer imaginar que possa ser processado…) continue a mandar em Portugal. Que a Justiça continue a ser tudo menos isso mesmo, que o Processo Casa Pia se arraste e que afinal "não haja" pedófilos, que o Freeport acabe no esquecimento e arquivado na teia dos processos legais, que o Face Oculta rebente só depois das eleições. Que as pessoas continuem a votar nos mesmos de sempre e que são os grandes responsáveis pelo drama em que vivemos. Que muitíssimas pessoas que pensam como nós ainda continuem a ter argumentos vergonhosos, do estilo “vocês têm toda a razão e toda a minha simpatia, mas como não têm hipóteses vamos votar em tal”, e com isso entregam um voto a quem não merece… Que um candidato do PNR às Legislativas, por mero acaso de circunstância, tenha ido consultar os editais da sua Junta de Freguesia, no coração de Lisboa, e tenha verificado que na mesa de voto onde pelo menos ele, tinha assinalado a cruz na Chama, dessa mesma mesa constassem… zero votos no PNR (imagine-se isso multiplicado por milhares de mesas e tem-se uma noção das chapeladas da democracia…). Que a criminalidade seja encarada com naturalidade, como se fosse um preço a pagar por uma qualquer modernidade. Que o fosso crescente entre ricos e pobres seja cada vez mais gritante. Que todas as formas de subsídio sejam atribuídas ao imigrante invasor e que o português (e também o imigrante trabalhador) a eles não tenha acesso. Que se imponha a humilhação de um “acordo” ortográfico, subjugando a nossa língua mãe de Camões, ao pertuguêiss miscigenado do Brasil e África. Que se avance para a aprovação de aberrações, como a “educação” sexual nas escolas e os “casamentos” entre pessoas do mesmo sexo com a cumplicidade e abertura de portas de todos os partidos parlamentares.

Enfim… com o desemprego a ultrapassar os 10% e a economia e insegurança no futuro a preocuparem, e com razão, os portugueses, os nossos governantes em vez de estimularem a agricultura, pescas, indústria e comércio, preocupam-se com outras “prioridades”. Em vez de se esforçarem por recuperar soberania e independência já perdidas, preocupam-se com outras “prioridades”. Em vez de conterem e inverterem o endividamento externo, não param de o agravar, levando Portugal à falência, pois preocupam-se com outras “prioridades”.

Sim, o que importa é distrair as pessoas desviando as atenções para assuntos menores como o saga da jornalista de uma televisão privada, ou os arrufos entre Belém e São Bento ou também o roubo das corridas dos aviões do seu local habitual, revelando até neste caso uma notável falta de sensibilidade e bom senso.

É este o cenário triste do país no virar de mais um ano, onde nada se prevê que possa servir para acalentar algum optimismo (excepto para os transviados coloridos), pois com o habitual “mais do mesmo” só se pode esperar o óbvio: mais injustiça, mais deseducação, mais corrupção, mais insegurança, mais impunidade, mais desemprego, mais falências, mais desesperança…

A culpa não é só dos políticos medíocres que temos e das suas políticas suicidas e criminosas, mas também… dos portugueses que os perpetuam – activa ou passivamente - e que no fundo acabam por ter aquilo que merecem! Não se queixem esses e aguentem!

Mas como há, ainda assim, um punhado dos que não merecem tal sorte, e como uma Nação se compõe não apenas pelos presentes, mas também pelos antepassados e pelos vindouros, é grande a nossa responsabilidade neste pequeno elo que somos de uma corrente. Temos que respeitar a herança recebida e engrandecê-la para a deixar enriquecida, como legado, aos que nos sucederem.

Por isso nós, Nacionalistas, recusamo-nos a abdicar da luta e desistir!

Envoltos que estamos, nas maiores dificuldades inerentes aos partidos fora do arco do poder, e acrescidas ainda por sermos um partido estigmatizado (por sermos muito incómodos), os bons resultados eleitorais e os sucessos imediatos não se manifestaram ainda. Mas hão-de manifestar-se sim! Mas para isso, é precisa persistência e tenacidade. É preciso combate constante, sem quebrar nem vergar. É preciso afastar a tentação do imediatismo e a armadilha do desânimo.

O facto de o PNR ter consolidado uma base eleitoral e continuar a sua missão, enquanto que ao “nosso lado” muitos partidos (com muitíssimo mais meios) aparecem e desaparecem, já é uma nota sem dúvida positiva. O facto de o PNR ter sido convidado para integrar a “Aliança dos Movimentos Nacionais Europeus”, justamente por dar sinais de credibilidade e constância, é sem dúvida uma nota positiva. Mas como também há aspectos negativos, para os superar, algo tem que mudar e renovar, e não tenhamos ilusões: a falta de meios será sempre a nossa companheira de viagem. Mas não pode ser justificação para o abandono e o desânimo, pois a determinação, essa sim, tem que se impor e levar-nos longe. Custe o que custar!

Assim, mantendo sempre a fidelidade à linha ideológica Nacionalista, aos pontos firmes que nos norteiam, e com a determinação inquebrantável de combater o sistema podre que nos aniquila o presente e o futuro, temos que repensar algumas estratégias e trilhar aguns novos caminhos. Com uma certeza porém: o PNR, comigo, é e será sempre um partido Nacional, Social e Radical. Um partido de combate! Sem medo!

Com esta vontade de renovar, reforçar e repensar o futuro, teremos no princípio de 2010 a nossa IV Convenção Nacional. Dela se espera que saia uma renovada dinâmica.

Pessoalmente, mantenho a palavra dada aos Nacionalistas de não desistir da luta e nela estar empenhado até ao limite das minhas forças e capacidades e reforço, agora, aquilo que disse em 2005, quando assumi a presidência do PNR: as dificuldades e os obstáculos que terei que suportar e transpor, os conflitos que terei que gerir e as difíceis decisões que terei que tomar e que raramente agradarão a todos, os riscos que terei que correr, movido por um desmedido amor à Pátria e à justeza da causa Nacionalista, o diálogo possível com todas as facções Nacionalistas, mas sem me enfeudar a nenhuma delas nem ceder a pressões ou ameaças, fazem-me assumir o combate, convicto de que não ficaria bem com a minha consciência ao ser espectador passivo do processo de destruição de Portugal.

É com este mesmo espírito que me apresento à IV Convenção Nacional do PNR. Conto convosco!

E desejo a toda a família Nacionalista, Festas Felizes, um Bom Natal e um 2010 cheio de sucessos e realizações.

José Pinto-Coelho | 21 Dezembro 2009

FONTE

Dois pesos duas medidas



Um assalto é sempre um assalto, da mesma forma que o “supermercado” do sexo homossexual montado na margem do rio é um espectáculo degradante potenciador de actos menos correctos e um apelo à pedofilia.
Um assalto sobretudo de forma violenta merece a condenação da sociedade e penas severas para os criminosos. Neste blogue temos protestado contra o clima de impunidade que goza a escumalha, congratulamo-nos portanto que neste particular tenha sido feita justiça. No entanto deixamos uma pergunta no ar. Será que as vítimas de crimes ao declararem-se homossexuais verão a justiça ser feita? Caso a resposta seja afirmativa, como podemos calcular nestas condenações, está encontrado o ovo de Colombo para acabar de vez com a criminalidade.

segunda-feira, dezembro 21, 2009

BOAS FESTAS



Votos sinceros de Feliz Natal para todos os nossos leitores e colaboradores.
Nesta data de reflexão lembramos todos que só o nacionalismo é solução.

domingo, dezembro 20, 2009

Por Coimbra com amor


A empresa municipal Águas de Coimbra vai investir em 2010 cerca de 7,9 milhões de euros na remodelação das redes de água e saneamento e aumentar o seu tarifário em 5,3%.
Estamos certos que esta medida não estava prevista no programa da coligação liderada pelo PSD.
Acaba a farsa das eleições os partidos do sistema mostram a sua verdadeira face. O amor por Coimbra não passava de uma paixoneta eleitoral, de mais uma conquista no rol do PSD/PPD, CDS/PP e PPM.
Esperemos que com mais esta medida que só ai prejudicar os mais carenciados, os conimbricenses comecem a abrir os olhos e com amor e por Coimbra, nas próximas eleições lacem para o lixo da história esta coligação formada por incapazes e por capazes de tudo.

sábado, dezembro 19, 2009

Só Nacionalismo é Solução


A expressão “cena digna de filme” não poderia ser melhor aplicada para retratar o que ontem se passou em Taveiro, ao início da noite: uma carrinha de valores, da Esegur, foi alvo de uma emboscada em pleno trânsito, quando descia o acesso para a via rápida, ficando “entalada” entre duas viaturas pesadas. Quase em simultâneo, surgiram indivíduos vindos de arbustos que colocaram e accionaram explosivos junto à carrinha, provocando-lhe um buraco, para retirar dinheiro e fugiram numa outra viatura.
Terá sido a sofisticação da viatura a impedir um roubo de grandes dimensões. As suspeitas centram-se em grupos de criminalidade organizada, transnacional, envolvendo estrangeiros e ex-militares.
Entretanto o Diário de Coimbra continua com mais notícias sobre a modernidade relatando que quatro indivíduos encapuzados e armados assaltaram ontem, à noite, o Intermarché de Condeixa-a-Nova. Não há feridos a registar até porque os assaltantes não chegaram a efectuar qualquer disparo. Tudo aconteceu por volta das 21h30, altura em que já se encontrava pouca gente naquela superfície comercial. Os assaltantes entraram armados e terão obrigado os funcionários a abrir o cofre de onde levaram uma quantidade de dinheiro ainda não divulgada.
Ao que apurámos, os homens falaram com sotaque brasileiro e estariam encapuzados pelo que não era possível dizer qual a sua idade. Além disso, os funcionários ficaram em choque.
O modelo nacional de segurança pública abriu falência e já não responde eficazmente às ameaças modernas e crescentes do crime organizado, gangues violentos, ou até do terrorismo. Para o PNR é imperioso revalorizar a função da polícia, sem meios técnicos e humanos para fazer face ao crime crescente. Este regime é um paraíso para os criminosos e um verdadeiro inferno para os polícias e os portugueses indefesos. O sentimento geral é que os polícias são desapoiados e os criminosos protegidos. É necessário inverter esse paradigma e criar condições para que ninguém, em Portugal, tenha medo de circular em certas zonas do país.
Para os Nacionalistas a defesa da ordem é uma prioridade e a segurança é inquestionável! Para tal, o PNR defende inequívoca e efectivamente a polícia.
Como podemos nós tolerar que o Estado ande a sustentar, com o nosso dinheiro, através de toda a sorte de subsídios e apoios, estes invasores que nos desrespeitam e aos quais ainda por cima têm o desplante de atribuir a “nacionalidade” portuguesa?
Esta é realidade que temos e o PNR defende a sua radical inversão!
Assim, ao invés de desculpabilizar-se os delinquentes, pagar-lhes subsídios e dar-lhes a nacionalidade portuguesa, factos que consideramos um grave atentado aos portugueses e a Portugal, inversamente, defendemos a sua punição penal, o repatriamento, a extinção do reagrupamento familiar, o corte radical e imediato dos seus subsídios e a alteração da lei da nacionalidade (a qual deve ser exclusivamente herdada e nunca dada ou exigida).
Por outro lado, em relação aos polícias o que se verifica é que estes são desautorizados e mal tratados na opinião feita pública. Verifica-se que têm perdido sistematicamente direitos adquiridos e regalias mais do que justas. Verifica-se que a sua idade de reforma é aumentada e não se tem em conta que se trata de uma profissão de desgaste, devido ao trabalho por turnos e de risco. Não se atende aos seus sucessivos pedidos de aumento de efectivos que tanta falta fazem e pelo contrário, o MAI só desfalca o quadro colocando polícias a fazer de guarda-costas ou em trabalhos administrativos (isto já para nem falar na sua utilização na caça á multa…). As esquadras estão vazias e muitas vezes apenas contam com um ou dois agentes de serviço, criando uma situação de tal modo aflitiva em que os criminosos até se sentem encorajados a invadi-las e agredir polícias no seu interior. Os polícias não têm material adequado nem suficiente para fazer face a uma criminalidade crescente e ainda por cima têm que pagar o equipamento com o seu dinheiro, tendo para tal um subsídio ofensivo, de tão ridículo que é. Quando os polícias estão deslocados da sua terra de origem e longe das suas famílias, coisa que sucede em inúmeros casos e por muitos anos consecutivos, onde está a facilidade na aquisição de casa e o seu reagrupamento familiar que se dá de mão beijada aos seus agressores?

quinta-feira, dezembro 17, 2009

Resistentes


Operação “maçarico” da Polícia Judiciária, permitiu deter homem de 38 anos,
num acampamento em Albergaria-a-Velha, suspeito de nove assaltos a caixas ATM
Tem 38 anos e antecedentes policiais por tráfico de estupefacientes, furto qualificado com arrombamento e roubo com uma arma de fogo
. Ao vasto rol junta agora o arrombamento e assalto a caixas multibanco. Em causa está um indivíduo residente num acampamento, na zona de Albergaria-a-Velha (distrito de Aveiro), que foi passado a “pente fino”, na passada terça-feira, pela Polícia Judiciária (PJ) de Coimbra, no âmbito da operação “maçarico”.
A operação policial de terça-feira envolveu ainda uma deslocação e buscas num segundo acampamento, desta feita em Arazede, uma vez que ali reside um indivíduo que poderá ser considerado cúmplice do assaltante, pois é o proprietário da viatura que terá sido utilizada nos assaltos. Tal não significa, segundo apurámos, que o indivíduo em questão tenha participado nos assaltos, uma vez que tudo indica este se limitava a ceder a viatura. Todavia, de acordo com fonte ligada à investigação, é certo que o suspeito detido em Albergaria-a-Velha não actuava sozinho. O grupo seria constituído por dois ou três assaltantes, que a PJ está a tentar localizar. É provável, também, segundo apurámos junto de fonte ligada à investigação, que os “ajudantes” fossem “rodando”, ou seja, não fossem sempre os mesmos. Sempre na “linha da frente” estaria o homem de 38 anos, de Albergaria, que se afigura como o “cabecilha da organização”.
Apesar de mais esta brilhante actuação da policia, que sabemos vai saber a pouco visto a etnia em questão apesar não se pretender integrar, goza de “subsídios” de integração que vão desde valores em dinheiro a uma quase completa impunidade no que toca a questões criminais.
As normas de conduta ou de pensamento são, além de exteriores aos indivíduos, dotadas de poder coercivo, porque se impõem aos indivíduos, independentemente das suas vontades.
“É facto social todo o modo de fazer, constante ou não, susceptível de exercer sobre o indivíduo uma coacção exterior”; os factos sociais são “dotados de um poder imperativo e coercivo em virtude do qual se lhe impõem [ao indivíduo], quer queira quer não”.
Quando, através da educação, aceitamos como válidas as maneiras de agir, de pensar e de sentir do nosso grupo, conformando-nos com elas, de bom grado, não sentimos essa coerção, pois ela torna-se, então, inútil, o que não significa que deixe de existir. A força coerciva aparece assim que tentamos opor resistência à mesma.
Assim nos tempos actuais o poder coercivo da lei não se faz sentir como tal a criminalidade cresce qual erva daninha.
Em Coimbra, em Oliveira do Hospital ou amanhã num local bem perto de si, a modernidade traduzida em criminalidade que o sistema todos os dias nos impinge vai fazer-se sentir.
Se alguém franqueia as portas à chegada destes vampiros, se alguém ousa dizer basta, se tenta impedir um crime contra si ou contra outros, se usa o direito natural à autodefesa, não tenha dúvidas sentirá a mão pesada da lei, porque o sistema interessa-lhe ter ovelhas dóceis que facilmente manipula e não lobos capazes de se defenderem e sobretudo de pensarem.
Lutar contra a esta lavagem de cérebro é dever de todos os homens livres, resistir para que os demais também não colaborarem, só é possível se militarmos nas fileiras do nacionalismo.