sábado, janeiro 30, 2010

PNR COIMBRA


Acção, acção, acção!
O instinto e o hábito da propaganda e da divulgação continuam a ser uma fraqueza maior no campo nacionalista (como aliás da Direita toda), o que nos diminui no combate político e nos remete quase sempre para o campo dos ausentes.
Não faltam meios: faltam vontades...
Não faltam ideias: falta trabalho...
Não falta gente: faltam militantes...
Não faltam tarefas, falta quem as queira fazer...
A opinião pública é a opinião que se publica, já dizia o outro. Mas nós não nos preocupamos em publicar a nossa!
A opinião pública é plástica e moldável, e normalmente será de quem mais e melhor a trabalha. A opinião pública, precisamente, onde se trava o combate das ideias, o lugar central do combate político moderno, é o que nós, nacionalistas, em geral abandonamos e desprezamos.
Porque, então, e ao contrário, não nos tornamos omnipresentes, a todo o tempo e em qualquer sítio, a tudo e sempre imprimindo a marca das nossas ideias?
Pela palavra e pela acção, cada nacionalista tem que militar na difusão da doutrina que lhe deve ser familiar. O sentido da propaganda, de que são mestres os nossos inimigos, tem que estar mais e mais, e cada vez mais, presente nas nossas hostes.
Fazer propaganda, organizar-se, difundir activamente as publicações, os livros, os acontecimentos, as pessoas, as obras, as causas, que veiculem as nossas ideias; dar um exemplo constante de perseverança, de persistência, de apego aos nossos princípios e de rejeição intransigente do sistema que nos domina, tais são mandamentos que todos os nacionalistas deveriam ter sempre em mente. Com constância, com permanência, com tenacidade, sem desfalecimentos nem intermitências, sem ilusões tolas sobre resultados imediatos.
Que estes desabafos sejam lidos por alguém, e tenham algum efeito - já não tinham sido em vão.

E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375

sexta-feira, janeiro 29, 2010

MANIFESTAÇÃO PELA FAMÍLIA, PELO CASAMENTO: EXIGIMOS O REFERENDO!



Data: Sábado, 20 de Fevereiro de 2010
Hora: 15:00 - 17:00
Rua: Avenida da Liberdade
Cidade/Localidade: Lisboa, Portugal

Que façam boa viagem


Nos últimos dois meses foram expulsas duas pessoas angolanas, residentes em Coimbra, por falta de documentos e requisitos para regular a situação em Portugal. Tendo a Casa de Angola feito chegar estes casos ao Consulado, a Missão Consular da República de Angola deslocou-se ontem a Coimbra, para tratar da documentação da comunidade e evitar novas expulsões.
Sempre defendemos que os imigrantes ilegais e criminosos deviam ser imediatamente expulsos do país. Portugal é dos portugueses e se já somos críticos em relação aos que possuem vínculo laboral, pois só entendemos estas situações quando todos os portugueses estiverem empregados, não podemos deixar de aplaudir esta atitude do SEF.
Conhecemos um dos casos de expulsão, um cidadão angolano que de noite e completamente embriagado deambulava pelas ruas da cidade de Coimbra e que de forma agressiva abordava quem ia encontrando pedindo tabaco ou dinheiro para bebida. O seu racismo anti branco era notório, quando os seus pedidos não eram satisfeitos.
A Casa de Angola e muito hipocritamente, pois sabemos de que forma são tratados os imigrantes neste país, tenta por em causa o bom trabalho do SEF de Coimbra.
Nós dizemos claramente, alto à imigração descontrolada, alto à invasão que nos trás mais criminalidade, mais vagabundagem e gente a viver de caridade, mas que sobretudo é co-responsável pelos baixos salários que auferimos e pelo desemprego que somos obrigados a aceitar.
Pecou apenas o SEF por defeito, porque gente do género, sem ocupação, vivendo nas margens da criminalidade da toxicodependência e do alcoolismo é um lugar comum na cidade de Coimbra.
Se para os imigrantes que ganham honestamente a sua ida podemos olhar com outros olhos, com este tipo de gente não pode haver contemplações, repatriação e mais nada e que façam boa viagem.

quinta-feira, janeiro 28, 2010

Livro: Ainda Não de Couto Viana


Ainda Não foi desta que António Manuel Couto Viana, poeta maior da Poesia Portuguesa, nos deixou de nos brindar - como todos os anos o faz - no dia do seu aniversário mais um livro de Poesia, editado pela Averno.
São mais cinquenta páginas, a acrescentar às milhares que ao longo de mais de sessenta anos tem presenteado a Cultura Portuguesa, pelo preço de 10 euros e com tiragem única de 300 exemplares.
Os pedidos podem ser feitos para a página da editora ou para o email: ed.averno@gmail.com.
A Editora Averno já tinha dado à estampa os magníficos Restos de Quase Nada e Outras Poesias (2006) e Disse e Repito (2007) de Couto Viana.

Contrato local de Segurança


Aproveitando a confusão, deitam a mão a tudo o que podem

Os assaltos são feitos à “luz do dia”, durante a manhã ou à tarde. Em grupo, os larápios invadem as lojas de roupas e outros artigos para noivos e deitam a mão a tudo o que podem. As mulheres viram-se para os vestidos de gala e eles para os fatos.

Uma funcionária de uma das lojas visadas, na Rua das Padeiras, relatou ao Diário de Coimbra que o grupo de assaltantes, de etnia cigana, é normalmente constituído por sete pessoas, entre homens, mulheres e mesmo crianças. Às vezes, os elementos variam, embora uma das mulheres seja sempre a mesma. E é esta que se costuma dirigir à funcionária presente na loja na tentativa de a distrair enquanto os restantes elementos tentam deitar a mão ao que podem. Foi isto que aconteceu há cerca de 15 dias, embora dessa vez os larápios tenham abandonado o estabelecimento de “mãos a abanar”.

Noutras ocasiões são as crianças do grupo que tentam desviar as atenções das potenciais vítimas para que os outros elementos possam agir.

Segundo apurámos, algumas das mulheres que fazem parte do grupo de assaltantes trazem um saco preso à cintura com um elástico, dissimulado entre as saias, e onde colocam a roupa furtada.

Normalmente o grupo abandona as lojas calmamente pois uma fuga rápida chamaria a atenção de quem circula junto aos estabelecimentos.

quarta-feira, janeiro 27, 2010

Mais vale tarde...


Ainda não há qualquer anúncio quanto aos investimentos a fazer no ramal ferroviário entre Pampilhosa e Figueira da Foz. O presidente da Câmara da Mealhada, Carlos Cabral, confirma isso mesmo, apontando que “não há qualquer indicação da tutela relativamente ao início das obras”, daí que o autarca e os seus congéneres de Cantanhede, Montemor-o-Velho e Figueira da Foz, conseguiram uma reunião para esta quarta-feira, dia 27, com o secretário de Estado dos Transportes.
Esperemos que tenham a coragem de lutar pela reabertura da linha, com horários decentes e carruagens com conforto e comodidade. A região e os seus habitantes já muito foram prejudicados por este encerramento, pelo que estarão de olhos postos na capacidade negocial dos seus edis.
Os nacionalistas não vão baixar os braços porque fizeram da reabertura da linha uma das suas causas.

Clima de impunidade


Como já temos escrito, os nacionalistas nunca se vão calar no que toca à denúncia da criminalidade e do clima de impunidade de que gozam os criminosos.
A notícia hoje publicada no Diário de Coimbra, é mais uma prova daquilo que não nos cansamos de gritar aos quatro ventos. Hoje ser criminosos compensa, hoje a criminalidade continuada compensa, hoje as manifestações de má educação ou intimidatórias num tribunal compensam.
Tudo serve para colocar a escumalha na rua, sabendo mesmo que o “trabalho comunitário” vai ser a continuação de actividades criminosas.
Só para o cidadão honesto, para as vítimas dos criminosos as nossas autoridades não levantam os olhos. Resta-nos pois o recurso a meios que garantam a nossa própria protecção, ainda que sabendo que nesses casos a mão pesada da lei se fará sentir.
O sistema quer que sejamos ovelhas pacíficas e obedientes, quer que estejamos à mercê de criminosos, de empresários corruptos, de políticos corruptos, porque afinal toda esta camarilha come na mesma gamela.

terça-feira, janeiro 26, 2010

ALMADA TERRA PORTUGUESA


Um blogue que merece ser visitado ,divulgado e apoiado.

VIVE A CHAMA!



Se está de acordo com as nossas ideias inscreva-se e ajude a construir o PNR. Descarregue a proposta de adesão, imprima, preencha devidamente, junte uma fotocópia do Bilhete de Identidade e envie por correio registado para a seguinte morada:

PNR - CE
Apartado 8076
1804-001 Lisboa

MIRA - Assaltantes entraram pelo telhado


Supermercado EuroCompras, em Mira, foi, na madrugada de ontem, alvo de ataque de meliantes, que invadiram o escritório. Abandonaram o local quase de mãos a abanar.
Para alguns isto é mais um caso pontual, para outros algo que temos de aceitar em nome da modernidade. Para os nacionalistas a criminalidade tem de ser combatida e nunca a deixaremos de denunciar. Nós dizemos basta de criminalidade. Junte a sua à nossa voz.

segunda-feira, janeiro 25, 2010

JOVEM LUTA CONNOSCO

Artigos para venda


Ao assinalar 10 anos de existência, o PNR alterou o grafismo da sua Chama e deu início à edição de um conjunto de novos artigos para venda.
Estes produtos irão sendo divulgados à medida que forem produzidos.
Ao comprar artigos "PNR" está a apoiar a produção nacional, porque o PNR faz questão de encomendar o que é feito em Portugal. Comprando produto nacional, estamos a contribuir para as pequenas e médias empresas nacionais, bem como para o emprego.
Compre já as suas t-shirts ou bandeiras do PNR!
Sugira-nos artigos que gostaria de ver produzidos para poder adquirir.

domingo, janeiro 24, 2010

Inspector da PJ agredido no Ingote



Um inspector da Polícia Judiciária de Coimbra sofreu uma facada, anteontem (21), no bairro do Ingote, disseram ao “Campeão” fontes da corporação.
Ferido numa perna, o agente molestado esteve internado durante algumas horas num estabelecimento hospitalar.
A vítima é membro da Secção de Combate ao Tráfico de Estupefacientes da Directoria do Centro da PJ.
Fonte policial indicou ter-se tratado de um caso de “violência gratuita”, querendo com isso significar que o inspector foi agredido assim que a viatura em que se fazia transportar parou no referido bairro.
A Polícia tem intensificado, nos últimos dias, as acções de controlo sobre traficantes de estupefacientes residentes em Coimbra, devido à suspeita de que uma eventual adulteração da composição de drogas possa estar associada à morte de consumidores.
O Planalto do Ingote embora que longe de outros bairros problemáticos, também é palco de tempos a tempos de cenas de violência.
Para os traficantes de droga, sobretudo os de certas etnias o respeito pela polícia desapareceu há muito tempo. São os sinais dos tempos modernos e da legislação que os partidos e políticos do sistema produzem.
Para o Inspector ferido no cumprimento do dever toda a nossa solidariedade, lembrando que só os nacionalistas estão com eles no duro combate à criminalidade e delinquência.

FIGUEIRA DA FOZ - Comerciantes do mercado criaram uma associação


Há uma década que andava a ser esboçada a ideia de se constituir uma comissão que defendesse os interesses do Mercado Municipal Engenheiro Silva. Até porque, desde os finais da década de 70, aquele espaço tem sido cobiçado para fins imobiliários, chegando mesmo a ir para a frente a possibilidade de construir-se um novo mercado no topo norte do parque das Abadias (frente à Escola Dr. João de Barros), depois de vários estudos de revitalização do espaço nunca terem ido para a frente.
Saudamos esta iniciativa, uma vez que ela se insere dentro das políticas que temos defendido para o sector. Só unidos estes comerciantes poderão lutar contra a concorrência desleal das grandes superfícies e contra os interesses imobiliários. A palavra de ordem é união em defesa do comércio tradicional e dos produtos nacionais.

sábado, janeiro 23, 2010

Sem comentários

A União Europeia prejudica Portugal


Reunidos ontem em Coimbra, os produtores de leite exigem duas medidas fundamentais: a aproximação entre o preço ao produtor e os custos de produção, mas também a luta contra o fim das quotas leiteiras na EU, impostas pelos grandes produtores do norte da Europa.
Será lícito que governantes pensem que a troco de betão e alcatrão, além evidentemente de chorudas verbas para os bolsos de tantos, um país deva submeter o seu aparelho produtivo às decisões de terceiros, tantas vezes contrárias aos seus interesses? É óbvio que não! Por isso temos a frontalidade de dizer que a UE prejudica Portugal.
Em alturas de aproximação de eleições europeias, abundam sempre as manifestaçoes de eurocepticismo oportunista. No caos dos nacionalistas será provavelmente o único a poder afirmar que as tuas preocupações em relação à Europa não são de hoje, porque são de sempre. Os nacionalistas e o seu partido o PNR querem assumir sem complexos a representação de todos aqueles, e são de muitas e diferentes famílias, que sempre foram críticos quanto a este modelo de construção europeia.

sexta-feira, janeiro 22, 2010

FESTIVAL RTP DA CANÇÃO 2010


"O Amor Não Sabe"
poema de António Tinoco
música de José Campos e Sousa
interpretação de Filipa Galvão Telles


Meus Caros Amigos,

Desta feita não venho anunciar um CD nem uma actuação, venho pedir-vos que leiam esta mensagem e que percam com ela e comigo, 1 (UM!!!) minuto do vosso tempo.

Entrei neste concurso para fazer boa figura. E agora que o tema foi apurado, faço ainda mais tenções de levar a coisa a sério.

"O Amor Não Sabe" é uma das 30 composições apuradas mas para o Festival da RTP da Canção, serão somente consideradas 24 músicas dessas 30 originais - As que tiverem mais votos online!!!

Nesta fase, peço que votem até dia 27 de Janeiro aqui

O Amor não sabe - Filipa Galvão Telles


O AMOR NÃO SABE, mas eu sei que se todos vocês votarem no nosso tema, vamos lá!

Um abraço,

Basta de imigração


Só o presidente do Grupo de Reflexão sobre o Futuro da União Europeia, Felipe González, ouviu palmas enquanto ainda falava na conferência de lançamento do Ano Europeu Contra a Pobreza e a Exclusão Social, que ontem decorreu em Madrid: "A imigração é uma necessidade de médio e longo prazo, embora provoque emoções a curto prazo." Este imigracionista convicto disse ainda que da imigração dependia o futuro da Europa.
Nós dizemos precisamente o contrário. Se não controlamos a imigração o mundo em que viemos corre sérios riscos, uma vez que ela só interessa para o futuro do grande capital, sobretudo para o futuro dos empresários corruptos, que esta gente defende e a quem presta vassalagem a troco de uns euros para as campanhas partidárias e de uns jobs for the boys.
Ao longo dos tempos o capital tem encontrado formas de aumentar as suas mais valias. Quer recorrendo à organização do trabalho ou à inovação tecnológica. No entanto é no recurso à mão-de-obra barata e nas formas de a perpetuar que o sistema mais esforços tem feito ou onde pelo menos mais expedientes tem sido utilizados.
A imigração é talvez o mecanismo mais utilizado pelo capital, no intuito de aumentar a oferta de mão e consequentemente fazer baixar os salários. Ao longo dos tempos a “importação” massiva de mão-de-obra tem sido a melhor arma contra as justas reivindicações dos trabalhadores. Foi assim durante a construção dos caminhos-de-ferro americanos quando o capital combateu as lutas operárias, com vagas e vagas de trabalhadores chineses e mexicanos. Da mesma forma só assim se compreende que nos nossos tempos conquistas como a idade de reforma, ou os horários de trabalho, estejam a ser postas em causa. A burguesia reinante possui nos bancos de suplentes mais uma grande quantidade de jogadores que não hesitará em por a jogar caso a oposição às reformas assim o justifique.

O capitalismo e a imigração, ou das inúmeras vantagens que a imigração lhe oferece:

1. Exploração de pessoas desenraizadas e paupérrimas e, como tal, sujeitas às ordens de um patronato que os ameaça com a a denúncia e a expulsão.
2. Utilização da mão-de-obra barata, mas ávida de consumismo, dado que são um alvo fácil da publicidade.
3. Dividir a classe operária portuguesa com a introdução de povos não-assimiláveis nas redes de reivindicações dos trabalhadores (sindicatos), baixando os custos da mão-de-obra.
4. Estabelecimento de comunidades alógenas no seio da população portuguesa, a fim de compartimentar o povo (dividir para reinar).
5. Destruir a identidade nacional ou o sentimento de pertença do povo a fim de melhor modelar os desejos desse mesmo povo, para, assim, o tornar um alvo comercial mais fácil de abordar.
6. Esvaziar as antigas colónias das suas forças vivas, impedindo o regresso dos trabalhadores qualificados aos seus países de modo a quebrar a esperança desses países de um novo impulso económico.
7. Permitir a estigmatização para desqualificar toda e qualquer voz discordante e dissidente, com o intuito de proteger os partidos e instituições do sistema, denunciando toda a discordância como sendo “racista” ou “fascista”.
8. Enfraquecer os países Europeus, tornando-os desprovidos de qualquer sentido de identidade e comunidade específica, criando a ideia que apenas existe um contrato social, levando ao desaparecimento progressivo da política para, desse forma, conduzir ao reino da economia.

Linha da Lousã aguentou 103 anos


Segundo as Beiras: Metro interrogado na cidade...
Enquanto obras avançam no Ramal.


Agora conheça o outro lado da notícia:

Depois das dúvidas iniciais, levantadas pelos mirandenses e pelo MDRL, depois do Ramal estar encerrado para obras, eis que o Presidente da Câmara Municipal de Coimbra vem a terreiro, dar o dito por não dito e dizer que o fim da ferrovia deveria de ter sido adiado(!) Pasme-se...

Alguém anda a brincar com o dinheiro de todos nós.

Bem recentemente, às Beiras, no cinema mirandense, o Secretário de Estado dos Transportes, Carlos Correia da Fonseca, deixou no ar, a hipótese de a possibilidade do projecto poder vir a sofrer uma paragem, devido às condicionantes financeiras! Está lá tudo na página 2, do dia 19 de Janeiro de 2010, das Beiras.


Mas, vírgula (leu bem) entretanto esclareceu que ainda estão à espera dos estudos finais de procura e da análise económica da linha (ena pá tanto estudo!). Direi mais vinte anos de estudos...

Já ao Diário de Noticias, do passado dia 2 de Janeiro, o Presidente da CMC frisou que não se conforma com o fim anunciado da ferrovia (sic)…

E ainda que ainda está mais incrédulo pela indefinição sobre o traçado citadino do metro em Coimbra, a Linha do Hospital, ele por certo, melhor que ninguém lá saberá do que fala.


Só que agora já não dá para voltar atrás, porque os carris começaram a ser levantados.


Vamos ver como termina toda esta história e se daqui por dois anos, temos ou não metro nos carris?

Ou será que temos mais uma escandaleira à portuguesa, com direito a primeiras páginas dos jornais, televisão e sermos motivo de chacota dos nossos parceiros europeus, vai uma aposta?


E agora, o Diário de Noticias do passado dia 2 de Janeiro de 2010:

Não há dúvidas, o Rei D. Carlos era um homem de vistas largas legou-nos uma obra para o futuro.
Cento e três anos depois, os coveiros (do PS) de Portugal divertem-se a encerrar o país.


FONTE

quinta-feira, janeiro 21, 2010

CANTANHEDE - Criminalidade no concelho baixou 16 por cento


Segundo o Jornal AS Beiras, os dados relativos a 2009 indicam um balanço positivo. Nas estradas registaram-se menos mortos em acidentes de viação e na criminalidade geral houve, igualmente, uma diminuição.
As análises não devem ser meramente quantitativas mas também qualitativas.
Os números da criminalidade não participada ou não investigada são, em Portugal, quase o dobro dos divulgados anualmente através dos relatórios de segurança interna. Esta é a convicção de alguns sindicatos policiais e baseia-se na comparação das estatísticas oficiais com as operações no terreno.
De facto a criminalidade não baixou no concelho, baixaram sim os casos participados, porque passou a ser do senso comum que não vale a pena fazer queixa, pois o sistema não funciona. Por outro lado o concelho tem sido palco de vários casos de criminalidade violenta e organizada.
Não tenhamos dúvidas, o sistema tudo fará para estatisticamente nos dar a sensação que vivemos em segurança, mas o dia a dia mostra-nos outra realidade.
A classe política corrupta que nos desgoverna não conhece estes problemas, eles vivem noutro mundo…dos seus condomínios fechados não sentem a criminalidade dos nossos bairros (não usufruindo assim dos “benefícios” do modernismo que nos impingiram), com os seus carros de luxo e motoristas particulares não conhecem os “arrastões” que diariamente acontecem nos transportes públicos, com os colégios particulares onde estudam os seus filhos, não imaginam as condições degradantes de muitas das escolas públicas e da insegurança de que são vítimas os nossos filhos… é altura de dizer BASTA!