sexta-feira, abril 30, 2010
quinta-feira, abril 29, 2010
Legalize?????

Condenado pelo Tribunal de Cantanhede em 24 de Novembro do ano passado a oito anos de cadeia pela prática dos crimes de rapto e violação (ambos agravados) de uma menina de oito anos, viu a pena reduzida para seis anos, na sequência do recurso que apresentou ao Supremo Tribunal de Justiça. De acordo com o despacho daquele tribunal datado de 25 de Março deste ano, os juízes conselheiros do Supremo fundamentaram a alteração da pena com o facto de não ter ficado provado que o arguido cometeu o crime de violação agravado, mas sim, um crime de coacção sexual agravado.
Jaime Filipe Fernandes raptou no dia 6 de Novembro de 2008 uma menina de oito anos junto à escola que frequentava em Cantanhede, colocou-a na mala do automóvel que utilizou para praticar o crime e levou para um local isolado, onde a despiu e praticou os actos que, agora, o Supremo Tribunal considera «coacção sexual agravada» e não violação. O arguido, que incorria em penas de cinco a 15 anos de prisão (rapto) e 4,5 a 15 anos de cadeia pelo crime de rapto agravado, foi sentenciado pelo Tribunal de Cantanhede, em cúmulo jurídico, a uma pena de oito anos de prisão, agora alterada para seis anos.
A despenalização da pedofilia parece estar em marcha, copiando outras despenalizações de má memória.
Com efeito tudo indica que estão a ser dados passos concertados para “salvar” os arguidos do caso Casa Pia ou para a breve trecho e em nome da liberdade sexual se liberalizar a pedofilia.
São poucas as condenações por este crime odioso e ainda menos as penas de prisão efectiva.
Lembramos que só os nacionalistas tiveram coragem de fazer uma manifestação de repúdio à pedofilia e que os partidos do sistema apesar de muitas manifestações de intenção, sobretudo durante os períodos eleitorais, são os responsáveis pela legislação que não pune devidamente as bestas predadoras.
Com os nacionalistas as crianças poderão novamente alegrar as nossas ruas com as suas brincadeiras, porque com a pedofilia não temos complacência nem usamos de meias palavras. Esta gente tem que estar na cadeia e mais nada.
FONTE
Do Presidente aos Nacionalistas | Maio de 2010

Assinalamos o 1º de Maio de 2010 - Dia do Trabalho Nacional, para nós, nacionalistas, - sob o denso manto de um eminente colapso nacional.
A hora é grave. Mesmo grave! Portugal está falido perante a cegueira de muitos e a mentira habitual dos dirigentes desta classe política desprezível que temos.
Estamos pois, de luto e pesar diante da Pátria, mal tratada, entregue nas mãos de uma cáfila de mentirosos, ladrões e desqualificados. Por esse motivo, o 1º de Maio este ano será assinalado pelo PNR com um acto público, simbólico, de luto e silêncio.
O PNR, desde sempre que tem denunciado os malefícios do mundialismo, ou seja, deste monstro de duas cabeças (capitalismo e multiculturalismo), chamado globalização e que é o maior inimigo do Nacionalismo.
Nós sempre nos manifestamos e insurgimos contra as criminosas directivas de Bruxelas que aniquilam a nossa soberania. Se não somos nós, portugueses, a defender os nossos interesses e a zelar por aquilo que é nosso, então ninguém mais o fará. Os outros, esses, apenas quererão tirar vantagens para si.
Mais recentemente, na época eleitoral que se viveu no último verão, denunciámos - nos escassos e ridiculamente curtos tempos de antena que os esbirros do sistema “magnanimamente” nos concedem – o facto da dívida externa ser um buraco tremendo, que ultrapassava já o PIB e que tal realidade estava a ser escondida aos portugueses.
Seja como for, é bom de ver que a culpa é não só dos políticos medíocres, mas igualmente dos medíocres eleitores que os perpetuam, activa ou passivamente, e que agora se sentem muito surpreendidos e alarmados com o (mau)estado da nação… E as perguntas impõem-se: como foi possível ter-se defendido ou consentido, ao longo de tantos anos, no sistemático desmantelamento dos nossos sectores de actividade primário e secundário? Dos sectores estratégicos e vitais para a nossa economia? Dos centros de decisão? Como é que se pode conceber e acreditar na soberania e na viabilidade de uma nação que nada produz e tudo consome?
Assim, faz todo o sentido questionarmo-nos como poderá gerar riqueza e emprego um país que, ao ter abdicado da produção, destruiu as fontes do trabalho. Portugal é hoje um país sem trabalho! É um país apenas com emprego e ainda por cima escasso, precário e refém…
Claro está que o resultado, mais dia, menos dia, seria este. E ainda a procissão vai no adro…
E é preciso um grande desplante para que certos políticos, e não só, venham agora dizer que estamos a ser vítimas de ataques do mercado internacional à nossa soberania. Que grande atrevimento! Que autoridade têm eles para falarem nestes termos, quando eles mesmos, mais não têm feito do que entregar a nossa soberania às imposições dos tais mercados da globalização que eles tanto veneram?
O descalabro a que chegámos após menos de quatro décadas da “maravilhosa” revolução abrileira é inaceitável!
A verdade é que nos últimos duzentos anos da nossa história, apenas o Estado Novo nos trouxe equilíbrio, seriedade e credibilidade, revelando-se capaz de enfrentar a total falência em que Portugal se encontrava, situação essa, herdada de anos de monarquia decadente e de república maçónica, e mais do que isso, capaz de relançar a economia, a moeda e a confiança em Portugal.
Mas no presente momento, entregues que estamos à bicharada, verificamos que esta corja é mesmo muito rasca para ter conseguido malbaratar as divisas e reservas de oiro herdadas da “longa noite” do Estado Novo, ter torrado os rios de dinheiro vindos de Bruxelas em troca da nossa soberania e ainda conseguir levar Portugal novamente à bancarrota. É precisa muita "habilidade"...
Nos últimos dias assistimos a declarações do Presidente da República e do líder do PSD, dizendo – para, mais uma vez atirarem areia para os olhos (há muito fechados…) dos portugueses – que seria preciso cometermos muitos erros para que se verificasse o cenário de falência, semelhante ao da Grécia, de que fala o FMI. Pois... só podem estar a brincar!
Então, muitos erros? – dizem - Erros?... Mas que outra coisa é que se tem feito nos últimos anos? É que afinal, a esses erros apenas se podem acrescentar as sucessivas mentiras e as traições à Nação. Nada mais. Isto explica o estado calamitoso a que chegámos. Isto só encontra explicação no facto de termos um país a saque por parte de uma classe dirigente sem escrúpulos, corrupta, mentirosa, traidora e sem vergonha nas fuças!
É essa ladroagem que se perpetua no poder – com a cumplicidade de todos os votam neles ou se abstêm – e que nos brinda sistematicamente com casos de corrupção e roubo ou com casos gritantes de falta de vergonha como o desta “fantástica e imprescindível” deputada Inês de Medeiros… É que gozam literalmente com a nossa cara!
Portugal anda a sustentar toda a sorte de gente que não merece: os dirigentes que roubam às escuras e às claras o erário público; um Estado macrocéfalo e guloso que distribui tachos a amigos e correligionários; uma imigração descontrolada da qual a maioria vive à custa de subsídios, abusando da nossa hospitalidade… Quanto não custa isto aos bolsos dos portugueses que não têm emprego nem subsídios, nem reformas, nem saúde, nem esperança?
Já chega! Só há uma solução: correr com todos estes responsáveis pela desgovernação que tem dado cabo de Portugal!
É preciso dizer alto e sem medo que é preciso correr com eles! É preciso devolver a Portugal a Soberania e o Trabalho.
Só há uma solução: o Nacionalismo!
Só o PNR defende esta solução.
A escolha é simples e está na hora de cada português a fazer.
E a escolha que se impõe é Nação e Trabalho, ou seja: PNR!
José Pinto-Coelho| 28 de Abril de 2010
quarta-feira, abril 28, 2010
Em Celas, Coimbra ourivesaria sente os beneficios do multiculturalismo

Dois assaltantes levaram imensas jóias e fugiram de moto sem deixar rasto
Uma ourivesaria em Celas, junto aos novos edifícios do Celas Plaza, em Coimbra, foi ontem alvo de um assalto à mão armada. Tudo se passou por volta do meio-dia com dois indivíduos a chegar de moto e a entrar no interior da loja sem retirarem os capacetes. Um deles tinha uma pistola e o segundo também estaria armado. Não se sabe se também com uma pistola ou se com uma pequena metralhadora.
A funcionária nada conseguiu fazer para impedir que os dois assaltantes enchessem um saco com todos os bens que estavam à vista, pelo que se calcula que o saque deste assalto seja extremamente elevado. Não estiveram sequer cinco minutos no interior do estabelecimento e fugiram na mesma moto sem deixar aparente rasto. A moto, ao que apurámos, não apresentava grandes sinais distintivos, factor que a par com os capacetes, vai dificultar as investigações, pese embora existam algumas imagens dos sistemas de segurança daquela zona. Há também quem diga que os dois sujeitos teriam sotaque brasileiro mas esse factor não está a ser valorizado pelos investigadores da Polícia Judiciária.
Apesar de não ter sido efectuado qualquer disparo, a funcionária teve de receber tratamento hospitalar pois terá ficado em estado de choque.
terça-feira, abril 27, 2010
quinta-feira, abril 22, 2010
quarta-feira, abril 21, 2010
PARA QUE SERVEM AS CÂMARAS?

O Questões NacionaisA pergunta para que serem as câmaras.
Não servem para nada a não ser para mais algum boy lucrar com o negócio.
Câmaras sem policiamento, câmaras sem leis que combatam a criminalidade só servem para o imenso Big Brother que o sistema, a Nova Ordem Mundial pretendem criar.
Basta de pedofilia

Os casos de pedofilia repetem-se um pouco por todo o Portugal e um pouco por todo o mundo. É mais uma doença do sistema, da falta de valores, do descontrolo civilizacional.
Portugal é um paraíso para os pedófilos, como é para os demais criminosos.
São muitos os casos que lemos nos jornais a que juntamos mais este, no entanto o clima de impunidade relativamente a este tipo de crime começa logo, nas medidas de coação, demasiado brandas e não acautelando o facto de o criminosos poder continuar a sua actividade. São poucas as condenações e ainda menos os casos de prisão efectiva. As leis aprovadas na AR, por todos os partidos que nela participam e a que chamamos Código Casa Pia, são responsáveis por esta calamidade e por conseguinte todos aqueles que as aprovaram são moralmente culpados pelos actos praticados pelas bestas predadoras.
Lembramos que o PNR foi o único partido a ter coragem de fazer uma manifestação contra a pedofilia e que só o nacionalismo é solução para este e para todos os males que a nossa sociedade enferma.
Juntem-se a nós por Portugal e mais nada.
terça-feira, abril 20, 2010
Apelo urgente: Ajude a salvar a Linha do Tua
Para quem viu o documentário “Pare, Escute, Olhe" e se sentiu revoltado, eis mais uma forma de luta: escreva aos deputados - representantes do povo no Parlamento - e mostre a sua indignação.
Continuam os casos pontuais

Em três meses furtaram cinco viaturas na cidade pelo mesmo método. O carjacking veio para ficar e ficou mesmo, porque faltava à modernidade que o sistema quer para Coimbra.
A gatunagem também foi a banhos ou simplesmente visitou a praia fluvial. Mais uma prenda do sistema para estes desafortunados da vida.
Na Lamarosa populares detiveram assaltantes perigosos. Esperemos que não sofram as consequências de tão pesada ousadia.
A criminalidade só pode ser parada com mais polícia nas ruas, mas sobretudo com leis mais pesadas e que sejam efectivamente usadas.
Nos nossos dias acontece precisamente o contrário, a legislação que todos os partidos aproaram a na Assembleia da República, impede os tribunais de fazerem o seu trabalho e frustra toda a acção das forças de segurança.
segunda-feira, abril 19, 2010
COIMBRA - Bombeiros Voluntários

A crise, a aposta nos privados e o ódio do sistema a tudo o que é solidariedade e voluntariado estão a causar problemas aos bombeiros um pouco por todo o nosso país. Coimbra não é excepção pelo que nos solidarizamos com o grito de revolta dos seus responsáveis.
Lembramos que ainda à pouco tempo um politico do sistema criticou o voluntariado. Também não deve ser moderno ajudar os outros desinteressadamente sem ser noticia.
Os portugueses dêvem estar atentos e preparados para ajudar a manter o voluntariado nos bombeiros e as respectivas corporações.
Para os políticos do sistema só vale a pena trabalhar por dinheiro, por muito dinheiro, o povo continua abnegadamente a ajudar o próximo sem pedir nada em troca.
sábado, abril 17, 2010
Entre a espada e a parede?

Os trabalhadores portuguêses estão mais entre a espada e parede, a cada dia que passa, mais à mercê do grande capital apátrida, dos empresários corruptos, do uso da imigração para os chantagear e de um sistema que só tem olhos para quem já muito lucrou e não protege nem trabalhadores, nem os pequenos e médios empresários. Os sindicatos correias de transmissão do sistema, continuam a apostar na política de terra queimada não se libertando dos pouco saudáveis tempos do PREC.
Assim os trabalhadores estão à mercê de todas as promessas, nunca sabendo se o “pai morre ou se vão almoçar”
Os trabalhadores só poderão almejar uma nova ida quando se libertarem dos traidores dos sindicatos, quando se libertarem das promessas envenenadas do sistema.
É sobre o combate espiritual, onde a razão pára e onde se encontram as raízes da evolução humana, que é necessário combater. O capitalismo e marxismo estão unidos porque são o inimigo de o que mais cedo ou mais tarde vai libertar o homem, um factor que só tem um nome e está muito distante do materialismo: o da vontade humana.
Em vez de ser uma folha dos livros existentes, ou tentativa para formar uma espécie de ridícula ideologia centrista, os trabalhadores devem rejeitar totalmente o meio ou as duas extremidades do sistema na sua totalidade.
Nós os trabalahdores nacionalistas, opomo-nos de igual modo aos reaccionários e aos vermelhos, porque só o Nacionalismo é solução..
sexta-feira, abril 16, 2010
quinta-feira, abril 15, 2010
PENA - VII ENCONTRO REGIONAL DE GAITEIROS & MOSTRA GASTRONÓMICA

A realizar na Pena no dia 2 de Maio de 2010
..::Programa::..
08h30 – Recepção dos Grupos de Gaiteiros e serviço de Pequena Bucha
09h00 – Inicio de Arruada nas ruas da Pena pelos diversos grupos de Gaiteiros
11h00 – Actuação do Grupo de Gaiteiros da Freiria (Torres Vedras) junto aos Paços do Concelho da cidade de Cantanhede
11h30 – Actuação do Grupo de Precursão e Gaitas Bombrando (Amadora) junto à escadaria da Igreja de Portunhos
12h00 – Inicio da VII Mostra Gastronómica do CCRPena
14h45 – Inicio do Espectáculo de Palco onde os vários grupos de Gaiteiros interpretarão 3 temas à sua escolha.
17h45 – Distribuição de Lembranças aos diversos grupos de Gaiteiros, sendo interpretado um tema de musica tradicional portuguesa em conjunto por todos os intervenientes, encerrando assim o VII Encontro de Gaiteiros do CCRPena
Na edição deste ano dos Encontros de Gaiteiros, temos duas novidades, que constam na presença de um artista/artesão fabricante de Instrumentos Musicais do nosso concelho que demonstrará aos interessados a sua arte, e por outro lado no estender da n/ Mostra Gastronómica para além do tradicional almoço, sendo servidos petiscos regionais durante a tarde junto ao recinto do espectáculo de palco.
:::::::::: GRUPOS PARTICIPANTES :::::::::::
Região Convidada : Região do OESTE
- Grupos do Roncos do Diabo (Torres Vedras)
- Grupo de Gaiteiros da Freiria (Freiria)
- Grupo Guliarte (Obidos)
- Grupo de Gaiteiros “Velha Gaiteira” (Paúl – Beira Baixa)
- Grupo de Gaiteiros “Pe de Meia” (Zambujal)
- Grupo de Gaiteiros de Vale das Mulas
- Grupo de Gaiteiros “Os Três de Portugal” (Pena)
- Grupo de Gaiteiros “Ze Toca e Vira” (Ceira)
- Grupo de Gaiteiros “Os Carriços” (Mealhada)
- Grupo de Gaiteiros “Tradicionalis” (Soure)
- Grupo de Gaiteiros “Os Carolas” (Ourentã)
- Grupo de Gaiteiros “Boinas Pretas” (Ribeira de Frades)
- Grupo de Precursão e Gaitas “Bombrando” (Amadora)
Comércio em “vias de extinção apresenta soluções para a crise

A Associação Comercial e Industrial de Coimbra anunciou ontem que vai entregar,em breve, cadernos reivindicativos ao Governo e às câmaras municipais do distrito.
Mais uma vez prestamos a nossa solidariedade aos pequenos e médios comerciantes, lembrando que grande parte das suas reivindicações, fazem parte das propostas do PNR para o sector. Mais uma vez fica provado que só os nacionalistas estão como povo como neste particular estão com o comércio tradicional.
quarta-feira, abril 14, 2010
Inovação marca 33ª Feira do Livro de Coimbra
terça-feira, abril 13, 2010
Parabéns PNR! | Uma década de vida

Realizou-se no dia 10 de Fevereiro, em Alcabideche, a festa dos 10 anos do PNR, que contou com várias dezenas de militantes.
Esta festa, com início às 15 horas e fim às 20 horas, decorreu em ambiente de caloroso convívio e alegria, durante toda a tarde, preenchida com várias actividades, nomeadamente para as crianças e sempre com música de fundo, predominantemente Nacionalista e portuguesa.
Um dos pontos mais altos da festa, verificou-se partir das 18, horas. Com as palavras dirigidas pelo Presidente do PNR, José Pinto-Coelho, aos presentes, nas quais agradeceu emocionadamente a todos aqueles que de alguma forma contribuíram para que o PNR existisse e persistisse e exortando os militantes a uma entrega generosa e constante, como chave para o sucesso.
segunda-feira, abril 12, 2010
POR AMOR DE DEUS, AJUDEM OS COMERCIANTES!

“Ó Luís queria pedir-lhe um favor. Como sabe, estou sem licença do Banco de Portugal para passar cheques –passei um pré-datado a um fornecedor e, como também ele estava apertado de finanças, colocou-o à cobrança no banco antes da data e o cheque foi devolvido.
Agora, estou para receber uma encomenda, com pagamento a 90 dias, mas só ma entregam contra a entrega de um cheque. Pode emprestar-me um? Depois, antes da data do vencimento –daqui a 90 dias- vou lá pôr o dinheiro do banco para cobrir o montante.”
Este pedido foi-me solicitado há minutos por um meu amigo e colega comerciante daqui da Baixa. O que faria você se estivesse no meu lugar? É difícil não é? Pois! Naturalmente que tive de negar. Mas estou para aqui com um sentimento de impotência que só me apetece chorar.
Como é que foi possível chegarmos a esta situação tão confrangedora? Não tenho palavras para descrever o que sinto. É um homem que trabalhou toda a vida no comércio.
A quantas portas foi ele bater, antes de vir à minha, e que também lhe disseram não? O que está ele a sentir neste momento? O que vai fazer a seguir? Se puder, por um momento, coloque-se no seu lugar. Sinta as suas dificuldades. Imagine o seu sentimento de impotência para resolver os seus problemas. Não é difícil que, no seu escritório, estará a chorar desalmadamente. E se faz uma asneira?
Contem a todo o momento que vai haver actos tresloucados no comércio em todo o país. Esperem para ver o que vai acontecer…
FONTE
domingo, abril 11, 2010
A união faz a força

Comerciantes da baixa de Coimbra vão apresentar caderno reivindicativo à autarquia e Governo.
Mais uma vez prestamos solidariedade a todos estes comerciantes, lembrando que o PNR, sempre esteve na primeira linha no que toca à defesa dos seus interesses.
Faremos eco das suas reivindicações sabendo que são também a de quase todo o comércio tradicional português.
Para o PNR, a cidade é um espaço urbano onde deve coexistir a tradição e a modernidade; um espaço de convivência humana, sã e harmoniosa; um espaço onde confluem funções sociais, económicas e culturais. O comércio tradicional desempenha uma importante função dentro do espaço urbano pois, além de o humanizar, potencia a dinamização social, económica e cultural. O comércio tradicional é, pois, um elemento fundamental para o equilíbrio do espaço urbano, e, como tal, deve ser preservado.
As causas da crise que afecta o comércio tradicional
As causas que trouxeram a crise a este sector têm essencialmente a ver com a proliferação desregrada de grandes superfícies comerciais, fruto de lóbis financeiros poderosíssimos em coligação com os partidos do sistema (mais interessados no lucro e na expropriação do que no bem-estar dos cidadãos, dos pequenos comerciantes, e da sustentabilidade das nossas cidades).
Há ainda um outro problema nada despiciendo. Ao contrário dos restantes partidos políticos (que preferem fechar os olhos aos problemas reais), o PNR conhece bem as dificuldades que a invasão chinesa tem vindo a acrescentar aos já mais do que muitos problemas com que os comerciantes portugueses se defrontam diariamente: as lojas chinesas oferecem uma concorrência feroz e desleal! Recordamos que a China produz com recurso à exploração miserável dos seus trabalhadores, sujeitando-os a 14 e mais horas diárias de trabalho, em condições sub-humanas e com salários extremamente baixos; os estabelecimentos chineses vendem produtos de fraca qualidade e não oferecem quaisquer garantias aos consumidores. Por isso, conseguem vender a preços tão reduzidos. E, claro está, em tempo de crise os portugueses não têm muitas alternativas, sendo levados a optar pela baixa qualidade, a baixos preços.
Infelizmente, também os nossos industriais se têm visto aflitos para manter as fábricas em funcionamento, visto que não podem competir com a invasão chinesa. Entretanto, sucedem-se as falências e o desemprego…
Que fazem, então, os nossos (des)governantes? Rigorosamente nada! Pelo contrário, o PNR não tolera esta concorrência desleal que está a destruir o tecido económico português, pelo que exige que se tomem medidas correctivas de mercado que eliminem os privilégios escandalosos que os chineses encontram no nosso país.
Objectivos e propostas
O PNR, como Partido Nacionalista que é, e preocupado que está com todos os aspectos da vida da Nação, considera que lutar pela preservação do comércio tradicional é algo que se impõe! Impele-nos o receio de ver o comércio tradicional definitivamente esmagado pelas grandes superfícies comerciais e pela especulação imobiliária inerente (controlada por predadores de riqueza poderosos e sem escrúpulos); de ver o centro das nossas cidades transformados em desertos, onde só habitam o crime e a marginalidade; de herdar cidades profusamente edificadas por vetustos e devolutos, mas destituídas do seu importante carácter humano, social e cultural.
No concreto, o PNR propõe:
- fiscalização dos estabelecimentos estrangeiros e encerramento daqueles em que se prove haver irregularidades;
- taxas aduaneiras aos produtos provenientes da Ásia;
- baixa do IRC;
- melhoria das condições do centro da cidade, tornando-o mais acessível e apelativo (mais limpo, mais verde e com mais animação cultural);
- erradicação da criminalidade que tem alastrado no centro da cidade;
- fim à proliferação das grandes superfícies comerciais e sujeição às já existentes a um agravamento de impostos;
- controlo eficaz da especulação imobiliária;
- repovoamento dos centros históricos das cidades.
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