segunda-feira, maio 30, 2011

O LIVRO É A ESPADA DO ESPÍRITO


Um colectânea de textos do meu camarada e amigo Francisco Pereira e uma obra que inicia e o leitor nas maneiras de ouvir e compreender Wagner, são as novidades editoriais das Edições Réquila. Passem pelo blogue, onde se disponibiliza mais informação sobre estas obras, bem como um já vasto leque de outros títulos indispensáveis na biblioteca de quem pretende estar informado.

quarta-feira, maio 25, 2011

PNR PROPAGANDA



Camaradas e amigos
Estamos na recta final da campanha e tudo indica que o saldo vai ser positivo, uma vez que não param de chegar os pedidos para aderir ao PNR e é cada vez maior o número de visitas às páginas e blogues, bem como os soldados políticos envolvidos na campanha eleitoral.

Agora importa pedir a ajuda de todos num esforço final.

Sexta-feira dia 27 vamos fazer distribuição de propaganda nos concelhos de Penacova e Poiares. Saída de Cantanhede pelas 16.30 e encontro com camaradas de Coimbra pelas 16.45.

Domingo dia 29 saida de Cantanhede pelas 09.30, encontro com os camaradas de Coimbra pelas 10.00 junto ao Mercado Municipal, para visitarmos, Miranda do Corvo, Lousã, Condeixa, Montemor-o-velho e Figueira da Foz.
Finalmente nesse mesmo dia vamos também efectuar colagens.

Portugal precisado PNR, mas o PNR precisa de ti!

quarta-feira, maio 11, 2011

PROPAGANDA


Sem propaganda não temos votos, sem propaganda não chegamos ao nosso povo.

As acções de panfletagem e as colagens são o único meio de chegarmos aos portugueses, uma vez que os jornalistas terroristas censuram todas as nossas actividades e comunicados de imprensa.

Os nacionalistas de Coimbra vão estar na rua:

Quarta e Sexta - Colagens em Coimbra, Condeixa, Soure, Montemor e Figueira

Sábado - Vamos percorreras praias do Distrito a distribuir panfletos.

Domingo - Nova acção panfletária em Coimbra, Condeixa, Soure Montemor.

Junta-te a nós:

E-mail PNRCoimbra@gmail.com

Telemóvel 961488375

terça-feira, maio 03, 2011

PNR celebrou o 1º de Maio em Coimbra e iniciou campanha eleitoral



O PNR celebrou ontem o “Dia do Trabalho Nacional”, pela primeira vez em Coimbra, dando continuidade ao objectivo de levar acções de rua ou encontros de esclarecimento a diversos pontos do país.

Com a já habitual celebração do 1º de Maio, o PNR quer evocar todos os agentes do trabalho e do tecido produtivo nacional, contrapondo esta atitude integral e de cooperação das várias partes à luta de classes promovida pela esquerda. Além disso, neste ano em particular, pretendeu o PNR dar início à campanha para as Legislativas de Junho, tendo-se procedido a uma larga distribuição de propaganda, ao longo do dia, nas ruas de Coimbra.

Antes do desfile, três dezenas de apoiantes do partido, confraternizaram num pique-nique que proporcionou aos presentes cerca de duas horas de agradável convívio, ao qual se seguiu uma distribuição de folhetos até ao começo do desfile que partiu às 4 horas da Av. Fernão de Magalhães.



Assim que várias dezenas de Nacionalistas se preparavam para dar início à comemoração do “Dia do Trabalho Nacional”, foram informados pelas autoridades, que o Governo Civil de Coimbra autorizara em simultâneo e no mesmo local, uma acção promovida por sindicatos afectos à CGTP e esta do PNR!…

Tendo sido ambas as partes alertadas pelas forças da ordem para se evitar qualquer tipo de provocação ou desacato, é bom de ver que os apoiantes do PNR além de nunca terem tido, como é habitual, o mais leve sinal de provocação, aguentaram firmemente diante dos apupos, gritos, palavras de ‘desordem’ e gestos vindos da outra manifestação encostada à nossa.

De salientar que os discursos previstos para o final do desfile, proferidos pelo Cabeça de Lista do PNR por Coimbra, Vítor Ramalho e pelo Presidente do Partido, José Pinto-Coelho, se realizaram envoltos numa confusão acústica, de pura provocação, gerada pelos carros de som e gritaria hostil dos manifestantes comunistas. Para todos os efeitos, nunca o PNR iria desistir da sua acção, à qual acabaram por se juntar vários populares curiosos, manifestamente interessados em ouvir a nossa mensagem, e de entre os quais, muitos deles manifestavam clara concordância e simpatia.

A comunicação social esteve fortemente representada, tendo presenciado tudo e feito entrevistas. Mas como de costume, nem um só canal de televisão noticiou aquilo que os jornalistas presenciaram, levando-nos novamente a denunciar a censura e o boicote vergonhoso às nossas acções.

Resta saber o que foram lá fazer… ainda que a resposta seja óbvia: foram à procura de qualquer desacato por parte do PNR. Mas como este cenário nunca o proporcionamos, pura e simplesmente optam por nos silenciar.

segunda-feira, abril 25, 2011

TEMOS DEMOCRACIA E A BARRIGA VAZIA


No dia de hoje, as personagens que o teatrinho da partidocracia nos apresenta como adversários, dão as mãos em defesa do seu sistema caduco e a cair de podre.
Para além da intoxicação levada a cabo pelos meios de comunicação social, os políticos do sistema repetiram o apelo à unidade e coesão. Eles sabem que se aproxima uma bela e duradoura alvorada que lhes vai retirara as mordomias conquistadas à custa do suor do nosso povo e da venda da Pátria a retalho.
Todas as promessas de Abril se revelaram falsas ao ponto de hoje vivermos em termos comparativos muito pior que no tempo de Estado Novo. Para melhor está bem, está bem, para pior já basta assim.
Falemos então de algumas bandeiras que o sistema tanto agitou e que se revelaram uma falácia romântica.
Lembram-se de uma canção muito em voga nos tempos de PREC “não vamos mais brincar à caridadezinha”, não brincaram mais fizeram da caridade um negócio, alguns um negócio de família, como é o caso daquele senhor tão pouco Nobre, que quer ser presidente a todo o custo.
Falavam em acabar com os ricos, outros diziam que era preciso acabar com os pobres. Hoje o fosso entre ricos e pobres é cada vez mais abissal a miséria ombreia com a ostentação, quando não andam as duas de mão dada.
Prometeram melhor educação falharam redondamente. Hoje os nossos jovens sabem menos que alguém com a quarta classe “no tempo da outra senhora”, mas exibem um diploma de licenciados. Hoje os nossos jovens têm comportamentos de uma falta de respeito e educação atroz, mas sabem justificá-los em nome da liberdade. Hoje os nossos jovens gozam de um sem número de leis proteccionistas, mas estão à mercê das bestas predadoras pedófilas, dos traficantes de droga e demais modernices que o sistema inventa para os alienar e transformar em bons receptores de toda a propaganda que impingem. Querem tirar aos jovens a capacidade de pensar em nome da liberdade que tanto apregoam.
Como argumento último falam de liberdade mas perseguem e marginalizam quem não pensa como eles. Censuram e deturpam a história a seu belo prazer e mandam para a fogueira dos hereges quem com eles não concordada, nem que seja só numa virgula e usam a censura por omissão para calar as bocas incomodas.
A criminalidade não para de crescer, fazendo com que os portugueses vivam reféns nas suas casas, fazendo com que os portugueses mudem os seus modos de vida. Não será este o maior atentado à liberdade individual e colectiva que se conhece?
Este mês entraram neste país os feitores do FMI secretariados pelos feitores de Bruxelas, que maior atentado à independência nacional, que maiores vexames ainda vamos sofrer. Um país outrora auto-suficiente estende agora a mão aos usurários da Nova Ordem Mundial a exemplo da mendigagem que cada vez mais enche as ruas das nossas cidades e vilas.
Se aceitam viver neste mundo de faz de conta, de mão estendida, com outros mandar na casa. À mercê da escumalha criminosa, aceitando como certas todas as mentiras que os sistema impinge, então continuem à rasca, porque os nacionalistas avisaram e agora dizem bem alto basta.

segunda-feira, abril 18, 2011

1º de Maio | “Dia do Trabalho Nacional” em Coimbra


O PNR celebra este ano, em Coimbra, o “Dia do Trabalho Nacional”.

À beira de eleições legislativas, convocamos os Patriotas e Nacionalistas para virem apoiar o PNR na rua, num desfile de celebração e defesa do Trabalho Nacional.

Vamos erguer a nossa voz em defesa de medidas proteccionistas de mercado, da Produção Nacional, do consumo dos produtos nacionais, do comércio tradicional…

Vamos, com o PNR, gritar contra as opções suicidas das politicas económicas ao serviço do mundialismo capitalista que nos deixa à mercê da tirania do FMI e da União Europeia. Há que denunciar os grandes culpados deste estado de coisas: os políticos que nos governaram nas últimas décadas e os lóbis dos seus amigos!

Há que mudar de caminho com coragem e radicalismo. Há que apoiar a alternativa nacionalista, dando força ao PNR nas urnas e na rua.

Contamos consigo em Coimbra, no dia 1 de Maio, às 15.30 horas, em Coimbra, na Av. Fernão de Magalhães em frente ao edifício da Segurança Social.

FONTE

segunda-feira, março 28, 2011

Legislativas 2011

É urgente e imperiosa a sua rápida resposta à chamada do PNR ! Precisamos de reunir 280 candidatos até dia 10 ou 15 de Abril, consoante a marcação das eleições. Queremos concorrer ao maior número possível de Círculos Eleitorais. Contamos consigo, com o seu dever de militante ou simpatizante, e com o seu sentido de responsabilidade e urgência se quiser ver o PNR nos boletins de voto. Por favor, leia atentamente estas instruções e proceda em conformidade.

1. Preencher os dados do candidato nos documentos Certidão de eleitor. Entregá-los na Junta de Freguesia onde está recenseado e levantá-lo quando a Junta indicar (1 ou 2 dias depois, se não for na hora).

2. Preencher os dados do candidato no documento Declaração de candidatura. Não colocar nada na zona sombreada, que será posteriormente preenchida pelos responsáveis do Partido.

3. Enviar o conjunto dos documentos para: PNR Apartado 2130 1103-001 Lisboa Esperamos contar com a ajuda de todos para que o PNR esteja presente nos 22 círculos eleitorais das legislativas.

PORTUGAL PRECISA DO PNR, MAS O PNR PRECISA DE TI

quarta-feira, março 16, 2011

Etologia


Muito do que fala o livro passa despercebido nalgumas revistas da especialidade.
O sistema esconde esta ciência revolucionária porque ela refuta cientificamente todo o paradigma em que ele assenta.
A leitura deste livro é fundamental na desmontagem da falácia romântica que nos tentam e tentaram impingir ao longo dos últimos anos.
Recomendo a sua leitura a todos aqueles que inconformados com o actual sistema necessitam de bases científicas sólidas para o refutar.

Título: EtologiaAutor: Colectivo Nova Geração
Páginas: 56
Formato: Caderno A5
Preço: 3€
Descrição: Neste trabalho o Colectivo Nova Geração dá-nos a conhecer, numa linguagem bastante acessível, os fundamentos desta desconhecida ciência e da maneira como os etólogos conseguiram deitar por terra as crenças esquerdistas do "bom selvagem" e do mito da igualdade natural entre os seres humanos.




Pedidos aqui

sexta-feira, março 11, 2011

ACÇÂO DE PROPAGANDA




Vamos novamente para a rua fazer uma acção panfletária no dia 13 de Março.
Ponto de Encontro Café Central em Cantanhede pelas 09 horas, com passagens por Arazede, Tocha, Mira e Vagos onde nos encontramos com camaradas de Aveiro.
Junta-te aos nacionalistas por que Portugal precisa de ti.

Informações:
E-mail PNRCimbra@gmail.com
Telemóvel961488375

quarta-feira, março 09, 2011

Protesto público | “Acordo Ortográfico”, nunca!


O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 é um tratado assinado pelos países lusófonos, cujo objectivo é a criação de uma ortografia unificada a ser usada por todos os países de língua oficial portuguesa, pretendendo pôr fim à existência de duas normas ortográficas divergentes, uma no Brasil e outra nos restantes países de língua portuguesa.

Para o PNR o “Acordo Ortográfico” não faz qualquer sentido e apenas configura um atentado contra a nossa Identidade.

Além da norma ortográfica existente no Brasil não ser correcta, quer nos acentos, quer na construção das frases, a origem da Língua Portuguesa está localizada na Europa, em Portugal e não no Brasil!

Não aceitamos o Acordo Ortográfico nem a destruição das nossas palavras, a língua é um dos pilares fundamentais da nossa Identidade.

A Língua é nossa e por isso dizemos NÃO! ao Acordo Ortográfico.

Lutaremos pela preservação da nossa própria Língua nacional!

No dia 26 de Março, às 16.00 horas, faremos um protesto público contra este “acordo” , no Largo de Camões, em Lisboa.

domingo, março 06, 2011

Encontro Nacionalista em Oliveira do Hospital



Dia 20 de Março
Aproveitando a Feira do Queijo que nesse fim-de-semana se realiza nesta localidade do Distrito, vamos promover um almoço seguido de uma acção de propaganda.

Pontos de Encontro

Coimbra - 11 horas frente á Rodoviária Nacional
Oliveira do Hospital – 12 horas no Jardim do Município

Mais informações:

E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375

segunda-feira, fevereiro 21, 2011

Reunião Nacionalista em Leiria | 27 Fevereiro



Militantes e simpatizantes do PNR no Distrito de Leiria vão efectuar uma reunião de trabalho, no dia 27 de Janeiro de 2011, pelas 15 horas.

Seguir-se-á uma acção de distribuição de propaganda.

Os interessados em participar na reunião que visa debater estratégias para o próximo ano devem contactar:
PNRLeiria@gmail.com
Telemóvel 96 148 83 75

sexta-feira, fevereiro 18, 2011

O grande capital nem tem Pátria


O presidente da Cooperativa Agrícola de Montemor-o-Velho (CAMV) afirma ao DIÁRIO AS BEIRAS que uma grande superfície está a preparar-se para fazer dumping com o arroz, vendendo-o a 35 cêntimos/quilo.

O grande capital nem tem Pátria e para chantagear os agricultores não tem problemas em cometer uma irregularidade pois sabe que goza de protecção e impunidade.
São mais uma vez os “benefícios” do mundialismo e da globalização que o sistema nos tenta impingir.
A globalização da economia é o processo através do qual se expande o mercado e onde as fronteiras nacionais parecem mesmo desaparecer, por vezes, nesse movimento de expansão. Trata-se da continuação do processo de internacionalização do capital, que se iniciou com a extensão do comércio de mercadorias e serviços, passou pela expansão dos empréstimos e financiamentos e, em seguida, generalizou o deslocamento do capital industrial através do desenvolvimento das multinacionais.

O mercado globalizado é um mercado desregulamentado, sobre o qual os Estados possuem cada vez menos controle. É um mercado privatizado, com tudo aquilo que implica na transferência das decisões tocantes aos sectores de primeira necessidade. Um mercado caracterizado por uma competitividade exacerbada, que é invocada para proceder a fusões, às reconfigurações de empresas.
É inegável que os preços como neste caso descem, mas as consequências são bem mais nefastas que um simples aliviar da carteira. Neste particular visam a curto prazo chantagear os produtores nacionais ou mais grave ainda e certamente o mais provável contribuir para o aniquilar da produção de arroz no nosso país a exemplo de outras “mortes”já conseguidas.
Ao contrário da doutrina propagandeada pelo sistema a globalização produz ainda mais desigualdade
Vale a pena deter-se um instante nesta questão, pois ela é como um todo e é um dos elementos difusos que, como cimento, liga as coisas. Temos que repor princípios e valores éticos como base da crítica ao processo de globalização económico-financeira, regulada pela lei selvagem do mais forte em termos de mercado e pela repressão político-militar, se necessário for, a serviço da estratégia de busca de lucros e acumulação dos grandes conglomerados multinacionais.
O importante é visualizar as várias formas em que se manifesta a desigualdade. As caras das desigualdades são o nosso problema central. A globalização só tornou mais evidente o tal nó, ao mesmo tempo em que nos mostrou o seu carácter profundamente anti-social.

A única força verdadeira e validamente opositora da globalização é a das Nações soberanas e independentes. Só o nacionalismo pode assegurar uma alternativa à pretensão de um grupo mundial e uniformizante, venha ele de Washington ou se encontre disseminado pelo mundo fora.
Quanto aos nacionalistas, esses, estão serenos e estudam a complicada situação mundial com cuidado. É que, como não são mundialistas, sabem que a resposta terá que vir de cada Povo e de cada Nação.

terça-feira, fevereiro 15, 2011

Portugal precisa do PNR, mas o PNR precisa de si!



São muitos os contactos que temos no Distrito de Coimbra.
Também temos tido muito nacionalista a colaborar em acções de propaganda e a participar em eventos promovidos pelo partido,
Está na hora de todo esse esforço se materializar em militantes para depois poderem aparecer núcleos organizados em muitos concelhos do distrito.
Não vivemos tempos em que se possa simplesmente rezingar. Não basta protestar é preciso resistir.
Seja militante do Partido dos nacionalistas portugueses.
Preencha a Proposta de Adesão

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

POR PORTUGAL E MAIS NADA


Enquanto em Portugal compramos combustíveis que estão entre os mais caros da Europa a GALP continua a ver os seus lucros crescer em flecha de tal forma que já é cobiçada pelo imperialismo comunista chinês.
Estes dois factos devem ser motivo de reflexão porquanto eles são a prova cabal do muito que temos denunciado e combatido.
Com efeito os boys do sistema estão completamente vendidos ao capitalismo selvagem e ao mundialismo e sua consequente globalização.
O povo paga os ordenados chorudos dos administradores e contribui para os lucros milionários de uma empresa que em época de crise, deveria prescindir das suas mais-valias, baixando os preços a fim de contribuir para o arranque da produção nacional, a fim de contribuir para o alivia das despesas de empresas e pessoas. Mas o sistema insiste em remar m sentido contrário e usa agora uma das poucas grandes empresas nacionais para vender a divida por ele gerada, abrindo ainda mais as portas ao investimento usurário tão característico do imperialismo comunista chinês.
A gentalha que nos governa não respeita nem Pátria nem Povo, pensa somente na sua barriga e está refém do grande capital apátrida.
O imperialismo não até um privilegio os países capitalistas, ele também está na massa do sangue dos países comunistas ou não fosse o comunismo a justificação do capitalismo o seu perpetuar, travestindo de socialismo o que não passa de capitalismo de estado.
A classe política que nos desgoverna, enriquece coma crise e na desmedida procura do maior lucro possível não tem pejo de ir vendendo a retalho o pouco que resta do nosso tecido empresarial.
Afirmamos portanto as bases nacionalistas da economia e da justiça social.
Connosco sectores fundamentais da nossa economia como é o caso das petrolíferas estão nas mãos do estado.
Connosco as empresas estatais servem para regular a economia e como tal servem para ajudar as empresas e o povo.
Connosco o investimento estrangeiro é bem-vindo, quando serve a Nação e Povo, não deslocaliza e não compra empresas que são pilares essências da nossa economia.